Fotos

segunda-feira, 27 de julho de 2020

99% dos missionários não têm dinheiro para necessidades básicas


Muitos missionários não pedem ajuda financeira por vincularem a falta de fé na provisão de Deus.

   Missionário prega e batiza indianos. (Living Waters Mission)

ONG Stewardship, organização que apoia cerca de 3 mil missionários que alcançam cerca de 250 mil pessoas, revelou que 99% dos cristãos que estão em projetos missionários ao redor do mundo vivem abaixo do custo de vida recomendado e possuem dificuldades para cobrir o essencial.
A instituição mostra que a maioria dos voluntários em tempo integral no ministério cristão renuncia às necessidades básicas e deixa de atender às demandas financeiras ao longo do ano.
O diretor de generosidade Daniel Jones disse ao Premier que a maioria vive com o suficiente, mas quando despesas maiores são necessárias, como o carro quebrar ou o aluguel aumentar, por exemplo, não há nenhum valor disponível para cobrir.
“Para as pessoas que trabalham no exterior com frequência, pode haver casos de doenças em que não há serviço público para recorrer, precisando pagar por custos médicos adicionais”, explica.
Diante desta informação, a organização lançou uma nova campanha para fornecer aos voluntários apoio adicional durante o período de Natal.
Jones diz que as necessidades essenciais de cada trabalhador podem variar dependendo de vários fatores, entre eles o tanto de viagem que eles realizam, o número de filhos e outros.
Além disso, muitos missionários não pedem ajuda financeira por vincularem a falta de  na provisão de Deus.
Ele argumenta que, embora a confiança em Deus seja sempre essencial, isso não significa que não podemos procurar ajuda: “Vejo evidências na Bíblia de épocas em que o povo de Deus foi mostrado e incentivado pelo Senhor a arrecadar fundos e ir a outras pessoas dentro da comunidade de crentes para dizer: ‘Olha, eu estou fazendo este trabalho evangélico específico, por favor, você vai me apoiar?'”.
A organização sediada no Reino Unido lançou uma nova campanha em uma tentativa de dar a cada trabalhador cristão em tempo integral da Stewardship apoio adicional de 100 libras durante o período de Natal.
por Redação Gospel Prime

Cristianismo pode desaparecer do Iraque, diz relatório


O documento alerta que “sem uma ação imediata e assertiva”, o cristianismo no Iraque poderá estar perto da erradicação daqui a quatro anos

   Após invasões do Estado Islâmico, cristãos foram deslocados e obrigados a viver em campos de refugiados. (Portas Abertas)

Um dos berços do cristianismo, o Iraque foi apresentado ao cristianismo já nos primeiros anos desta era e, segundo a tradição, o evangelho foi levado ao país pelo apóstolo Tomé, no caminho para Índia.


No início do século 20, os cristãos constituíam cerca de 30% da população. Pouco depois dos britânicos garantirem ao Iraque sua independência, em 1932, a população cristã caiu para menos de 8%.
O número de cristãos no Iraque diminuiu como resultado de uma violência sectária após a Guerra do Golfo e a invasão norte-americana nos anos 1990 e início do século 21. Na época da destituição de Saddam Hussein, em 2003, ainda havia mais de um milhão de cristãos no Iraque. Devido à guerra civil e o domínio brutal do Estado Islâmico no Norte, esses números diminuíram.
Hoje, restam pouco mais de 100 mil cristãos nas antigas áreas ocupadas pelo Estado Islâmico das planícies de Nínive e, se nada for feito, isso poderá diminuir para 23 mil até 2024, adverte o relatório “Vida após o Estado Islâmico – Novos desafios ao cristianismo no Iraque”, documento produzido por instituições que trabalham e apoiam cristãos no país.
“Isso moveria a comunidade cristã da categoria de “vulnerável” para a categoria crítica de “ameaçada de extinção””, afirmou o relatório.
Segundo o relatório, 36% dos cristãos nas planícies de Nínive disseram que estavam pensando em emigrar nos próximos cinco anos. Razões políticas e de segurança foram os principais fatores. Uma grande maioria disse que se sentia “insegura ou absolutamente insegura” (87%) e 67% “acreditavam que era provável ou muito provável que o Estado Islâmico ou um grupo semelhante retornasse nos próximos cinco anos”.
“Eu acho que a extinção de cristãos no Iraque é um perigo real que precisamos levar a sério. No entanto, existem muitas razões para os números cada vez menores”, disse Henriette Kats, analista de perseguição da Portas Abertas.
Um dos berços do cristianismo, o Iraque foi apresentado ao cristianismo já nos primeiros anos desta era e, segundo a tradição, o evangelho foi levado ao país pelo apóstolo Tomé, no caminho para Índia.

No início do século 20, os cristãos constituíam cerca de 30% da população. Pouco depois dos britânicos garantirem ao Iraque sua independência, em 1932, a população cristã caiu para menos de 8%.
O número de cristãos no Iraque diminuiu como resultado de uma violência sectária após a Guerra do Golfo e a invasão norte-americana nos anos 1990 e início do século 21. Na época da destituição de Saddam Hussein, em 2003, ainda havia mais de um milhão de cristãos no Iraque. Devido à guerra civil e o domínio brutal do Estado Islâmico no Norte, esses números diminuíram.
Hoje, restam pouco mais de 100 mil cristãos nas antigas áreas ocupadas pelo Estado Islâmico das planícies de Nínive e, se nada for feito, isso poderá diminuir para 23 mil até 2024, adverte o relatório “Vida após o Estado Islâmico – Novos desafios ao cristianismo no Iraque”, documento produzido por instituições que trabalham e apoiam cristãos no país.
“Isso moveria a comunidade cristã da categoria de “vulnerável” para a categoria crítica de “ameaçada de extinção””, afirmou o relatório.
Segundo o relatório, 36% dos cristãos nas planícies de Nínive disseram que estavam pensando em emigrar nos próximos cinco anos. Razões políticas e de segurança foram os principais fatores. Uma grande maioria disse que se sentia “insegura ou absolutamente insegura” (87%) e 67% “acreditavam que era provável ou muito provável que o Estado Islâmico ou um grupo semelhante retornasse nos próximos cinco anos”.
“Eu acho que a extinção de cristãos no Iraque é um perigo real que precisamos levar a sério. No entanto, existem muitas razões para os números cada vez menores”, disse Henriette Kats, analista de perseguição da Portas Abertas.
“A ausência geral de segurança como resultado de ataques turcos; mas também pressões e ameaças de milícias e células do Estado Islâmico apoiadas pelo Irã; falta de um sistema jurídico que funcione bem; a situação econômica; discriminação e exclusão – todos são fatores que levam as pessoas a pensar em emigração. A família e os amigos que moram no exterior também podem formar um “fator de atração” que pode diminuir a barreira da emigração. Por último, mas não menos importante, muitos cristãos iraquianos perderam a esperança de que a situação melhorasse”, disse ela.

Esperança para o Iraque

Com guerras, invasões e expulsões sequentes desde 2003, o cristão iraquiano se vê em constante luta para enfrentar desafios diários.
Nesses momentos de incertezas, os cristãos no Iraque precisam manter a confiança em Deus. Com a campanha Famílias fortes no Iraque, a Portas Abertas entende não é apenas sobre casas, mas sobre lares restaurados e esperança renovada. Para que haja uma igreja forte na região, é necessário que as famílias sejam resilientes.
Através de parceiros locais, a Portas Abertas disponibiliza seis programas de desenvolvimento psicossocial que possibilitam a edificação de famílias resilientes no Iraque. Para participar, acesse a campanha Famílias Fortes no Iraque e ajude.
Interceda, Doe, Encoraje!
Uma organização cristã internacional que atua em mais de 60 países apoiando os cristãos perseguidos por sua fé em Jesus

Jovens cristãos não estão preparados para enfrentar o ambiente acadêmico, diz professor


Em “O Cristão e a Universidade”, Valmir Nascimento trata desse tema.

  Jovem se formando na universidade. (Cole Keister / Unsplash)

Como professor universitário de Direito Religioso, Ética e Teologia, o escritor e pastor Valmir Nascimento acompanha de perto o grande desafio que o jovem cristão enfrenta ao ingressar em uma universidade, quando tem suas convicções confrontadas por ideologias ateístas e vê seus valores sendo colocados à prova.
Sua experiência no ambiente acadêmico reflete no seu currículo, que inclui formação em Direito e Teologia, mestrado em Teologia, pós-graduação em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pela Universidade Mackenzie, Universidade de Coimbra e Oxford University.
Autor de obras importantes pela Casa Publicadora das Assembleia de Deus (CPAD), Nascimento escreveu um livro que aborda especialmente a temática da universidade, que é “O Cristão e a Universidade”.
Pastor auxiliar na Assembleia de Deus em Cuiabá (MT), ele concedeu uma entrevista ao Gospel Prime que foi divida em duas partes.
Na primeira, o teólogo e jurista falou sobre Constituição e política, este tema de outra obra conceituada de sua autoria, “Entre a Fé e a Política”.
Nesta segunda parte, Valmir Nascimento responde perguntas sobre a Educação no Brasil.
Leia à íntegra:
Gospel Prime – Por que um número tão grande de jovens se afastam da Igreja quando ingressam na universidade?
Valmir Nascimento – Há várias razões para isso, mas gostaria de citar dois aspectos principais. Primeiro, ao chegar na juventude, a pessoa adquire maior liberdade e autonomia. Se não tiver uma mente centrada, o jovem se afastará da igreja em busca de outras experiências.
E isso se aplica não somente aos jovens que vão para a universidade. Pesquisas indicam que um número muito grande de jovens também abandona a  logo após o término do ensino médio, mesmo não ingressando em um curso superior.
Em segundo lugar, muitos jovens não estão preparados bíblica e teologicamente para enfrentar os desafios do ambiente acadêmico, tanto os desafios intelectuais quanto os relacionais.
Isso é resultado de uma fé sem raízes e frágil. Mas também, é fruto de uma vida cristã ausente de experiências verdadeiras com Deus, de oração e busca constante. Não adiante ter argumentos em favor do cristianismo se o jovem não vive e experimenta essa fé que ele quer defender.
Como o cristão pode manter sua identidade no ambiente acadêmico?
É preciso sempre ter em mente que somos dependentes de Deus e carecemos da graça dEle, sempre. O jovem jamais pode se esquecer que é natural ter dúvidas sobre a fé, mas com estudo e auxílio de pessoas mais experientes é possível saber lidar com elas.
O fato de não ter respostas para eventuais questionamentos não significam que elas não existam. Além disso, tenho aconselhado que o cristão mantenha os vínculos com a igreja após o início dos estudos. Isso foi importante para mim no período em que estive da faculdade.
É inegável a existência de um confronto ideológico no ambiente universitário. De que forma o cristão pode defender a fé?
Acho que é importante fazer uso de uma apologética contemporânea, menos racionalista, capaz de dialogar e criar pontos de contato com aqueles que pensam de forma diferente.
Isso passa pela necessidade de ser conhecer os pressupostos dessas ideologias antagônicas ao cristianismo, assim como uma sensibilidade espiritual para entender as pessoas que as defendem, como indivíduos que carecem de conhecer a verdade.
Para que isso aconteça o cristão deve investir em boas leituras, a começar pelas Escrituras, e também em bons livros cristãos e também não cristãos, para que tenha uma visão cultural abrangente.
O que mais lhe preocupa em relação a Educação no Brasil?
A falta de planejamento a longo prazo, a utilização de premissas ideológicas radicais na educação, levando ao pragmatismo e ao relativismo, e, por fim, a perda da ênfase na formação liberal e integral do indivíduo, que era a base da educação clássica.
Allan Bloom discorre sobre isso em seu livro O Declínio da Cultura Ocidental.
Em O Cristão e a Universidade, o senhor dedica um capítulo para aconselhar os estudantes. Qual considera ser o principal conselho?
Mantenha a humildade em Cristo! É sempre importante lembrar que o fato de ter chegado à universidade deve-se à graça divina.
Por isso, é preciso tomar cuidado com o orgulho e o desprezo para com aqueles que não tiveram essa mesma oportunidade. Infelizmente, muitos jovens cristãos, após serem aprovados no vestibular, passam a desprezar pais e líderes cristãos.
A humildade é uma virtual essencial para nos manter focados em quem nós somos, isto é: crentes que vivem, se movem e existem em Deus, para usar as palavras de Paulo (At 17.28).
O que podemos esperar para o pós-pandemia?
Um mundo diferente com o “novo normal”, mas ainda assim o mundo de Deus, que carece do Evangelho e da esperança cristã.
por Michael Caceres ( Gospel Prime)

Marcha para Jesus é cancelada em São Paulo


Evento presencial aconteceria em 2 de novembro.

 Marcha para Jesus. (Reprodução)

A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta sexta-feira (24) o cancelamento, por conta da pandemia do coronavírus, da realização da Marcha para Jesus, evento que reúne anualmente milhões de pessoas direcionadas por trios elétricos com canções religiosas.

Segundo o prefeito Bruno Covas (PSDB), apesar da queda no número de casos e mortes pela covid-19, o cancelamento de grandes eventos se faz necessário pelo fato de a cidade ainda estar lidando com a doença e não haver previsão de uma cura.
“Apesar de uma queda [nos registros de casos e mortes] e de a cidade estar evoluindo no Plano São Paulo, nós ainda estamos enfrentando a pandemia. Então, os anúncios de hoje são de cancelamento de grandes eventos”, disse Covas em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes.
Covas lembrou que no ano passado a marcha reuniu 3 milhões de pessoas e trouxe um benefício econômico para a cidade de R$ 217 milhões. O prefeito informou ainda que a organização concordou em não realizar o evento de forma presencial.
“Nos próximos dias vão apresentar para a prefeitura outro formato que não será de forma presencial”, disse Covas.
Diversos eventos que acontecem na cidade terão de ser cancelados devido as restrições impostas para evitar a proliferação da doença.
por Michael Caceres

terça-feira, 31 de março de 2020

Cristãos cercam hospitais para clamar por pacientes e equipes médicas


“Círculo de oração” emociona médicos e enfermeiros

  Cristãos oram por pacientes e equipes médicas. (Foto: Reprodução / Facebook)

Centenas de cristãos no estado da Geórgia, Estados Unidos, estão dando um poderoso testemunho ao mundo sobre o poder e a motivação que movem a igreja. Eles estão se reunindo em torno de hospitais para clamar pelos pacientes e equipes médicas.
Em meio à pandemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus, os evangélicos ficam perto dos carros, para seguir as recomendações de distanciamento social, sintonizam os rádios na mesma estação – que toca música gospel e começam o clamor.
Os pacientes podem acompanhar o “show de amor” de suas janelas. Enfermeiros e médicos também são impactados e agradecem a ação nas redes sociais.
“Nunca me senti tão orgulhosa de trabalhar aqui”, disse Michelle Anderson à Fox News. Ela trabalha no Cartesville Medical Center, um dos hospitais onde o “círculo de oração” foi feito.
Várias cidades do estado americano têm testemunhado a mesma ação que pode inspirar cristãos brasileiros a fazerem o mesmo.
O vírus chinês já infectou mais de 140 mil pessoas nos Estados Unidos, com mais de 2,5 mil mortes e 4,8 mil recuperados.
 por Neto Gregorio ( Gospel Prime)

“Sobrevivemos a Faraó, também sobreviveremos ao coronavírus”, afirma Netanyahu


Premiê de Israel lembrou história bíblica em discurso sobre a pandemia global.

   Benjamin Netanyahu. (Foto: Lusa)

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, discursou nesta quarta-feira (25) sobre o combate ao Covid-19, causada pelo novo coronavírus.

Netanyahu alertou o povo israelense sobre a possibilidade de fechamento completo do país para contenção da pandemia do vírus chinês. “O número de infectados dobra a cada três dias”, disse. Nesse ritmo, “em duas semanas teremos milhares”.
Pedindo que a população fique em casa, mantendo o isolamento social da quarentena, afirmou, de acordo com o Times of Israel, que o governo está trabalhando para obter mais equipamentos médicos.
Concluindo sua fala e aproveitando a proximidade da Páscoa, o premiê citou o êxodo do povo de Israel do Egito. “Nós sobrevivemos ao Faraó… também sobreviveremos ao coronavírus”, concluiu.
Israel já relatou 2.666 casos de coronavírus, oito mortes e 68 recuperados.
por Neto Gregório ( Gospel Prime)

Coral “virtual” emociona com interpretação de “Sou feliz” em meio à pandemia


Mais de 31 vozes se uniram para “levar esperança e encorajamento”.

   Artistas cantando "Sou Feliz". (Foto: Reprodução / Youtube)

O grupo musical norte-americano “Ten Two Six” [Dez Dois Seis] divulgou em suas redes sociais um emocionante vídeo com um coral entoando a canção “Its Is Well” [Sou feliz, na versão brasileira].

A canção, que exalta a alegria de estar em Deus mesmo em meio as dificuldades, foi interpretada por 31 cantores do estúdio de Nashvill (EUA).
Um trecho da canção cita “Se paz a mais doce me deres gozar… Se dor a mais forte sofrer… Oh! Seja o que for, Tu me fazes saber… Que feliz com Jesus sempre sou!”.
Cada intérprete gravou sua parte em seu celular. O coral foi dirigido pelo produtor David Wise, vencedor do Dove Award e que trabalhou com diversos artistas populares.
O vídeo já passou de 2 milhões de visualizações no Facebook e 600 mil no Youtube.
O objetivo da gravação, segundo o estúdio, era “elevar as vozes para compartilhar uma mensagem de esperança e encorajamento durante esses dias desafiadores”.
A pandemia global de Covid-19, causada pelo novo coronavírus, tem trazido pânico e medo a um mundo sem Deus. Resta à igreja fazer seu papel e levar a paz que só Cristo pode dar.
No Brasil, 120 pessoas já se recuperaram do coronavírus. No mundo, já são mais de 164 mil pessoas livres da peste.                              por Neto Gregório ( Gospel Prime)
Assista:

Cristãos de ONG francesa são libertados no Iraque


Quatro pessoas foram sequestradas em Bagdá como retaliação à morte de Qasem Soleimani

Funcionários de ONG francesa foram capturados enquanto estavam em Bagdá, capital do Iraque
Funcionários de ONG francesa foram capturados enquanto estavam em Bagdá, capital do Iraque
A Portas Abertas informou o desaparecimento de quatro colaboradores da ONG francesa SOS Chrétiens dOrient no início de fevereiro de 2020Em 26 de março, as autoridades francesas agradeceram ao governo iraquiano pelo empenho nas investigações e anunciaram a libertação de Antoine Brochon, Julien Dittmar, Alexandre Goodarzy e Tariq Mattoka. Os trabalhadores haviam desaparecido quando foram até Bagdá para resolver questões administrativas.
O sequestro dos funcionários da ONG francesa aconteceu como retaliação à morte do general iraniano Qasem Soleimani, durante um ataque dos Estados Unidos no Iraque. Ainda não há detalhes sobre as condições das pessoas libertadas, nem detalhes do período de cativeiro e dos sequestradores. Antes de serem capturados, os franceses e o iraquiano estavam em boas condições de saúde e tinham treinamento para lidar com situações de crise.
Os cristãos franceses e iraquiano agradeceram a oração dos irmãos e irmãs ao redor do mundo. O Iraque é o 15ª na Lista Mundial da Perseguição 2020, com 76 pontos. Isso indica que a hostilidade aos seguidores de Jesus é grande, principalmente aos que deixaram a fé islâmica e reconheceram Cristo como Salvador e filho de Deus. A perseguição a eles acontece em vários âmbitos como familiar, social e até governamental.
Pedidos de oração
  • Agradeça pela libertação dos cristãos franceses e iraquiano com vida. Peça que Deus cuide do coração deles, para que consigam superar os momentos no cativeiro.
  • Interceda pelos cristãos iraquianos, para que se mantenham firmes em Cristo, independentemente da perseguição. E que consigam ser luz para os vizinhos e parentes.
  • Clame pela vida dos sequestradores, para que eles sejam tocados pelos testemunhos dos cristãos e se entreguem a Jesus.
  • Ore pelas autoridades francesas e iranianas, para que tenham sabedoria e discernimento nas ações contra os grupos que perseguem os cristãos.
  • por Portas Abertas

Quando a Igreja resolve buscar a face de Deus



  Mãos em oração. (Foto: Jenny Friedrichs / Pixabay)

A teu respeito diz o meu coração: “Busque a minha face! ” A tua face, Senhor, buscarei. (Salmos 27:8 (NVI)

Muitas pessoas acreditam que o simples fato de irmos ao um templo buscar a Deus, isso demonstra que queremos conhecê-lo. É claro que o Senhor sonda os nossos corações, e conhece verdadeiramente a nossa real motivação, mas o fato é que existe um diferença entre buscar a Deus e buscar a face de Deus.
Muitos são aqueles que buscam a Deus, mas poucos são aqueles que anseiam por buscar a face de Deus, ou seja,conhecer mais Dele.
Na verdade , nem todas as pessoas estão dispostas a conhecer a face de Deus, pois conhecer a face de Deus envolve renúncia, disposição e tempo para conhece-lo como Ele realmente é.
Muitas pessoas acham que Jesus, por ser o Cristo, sendo Ele o Senhor, conhecia tudo a respeito do seu Pai  e muitos questionam:
O que fez Jesus da sua juventude até o começo do seu ministério?
Não precisa ser um bom entender da Bíblia para compreender que Jesus buscava a Deus.
Diz as Escrituras que ele crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. (Lucas 2:40).
A Palavra de Deus conta um episódio muito interessante:
Certa vez, Cristo acabou ficando em Jerusalém pelo tempo da páscoa, na idade de 12 anos e seus pais acabaram  perdendo-0 no regresso. Depois de algum tempo procurando, encontraram-lhe ouvindo e interrogando os religiosos no templo.  Conta-se as Escrituras que  todos que ouviram admiravam de sua inteligência e respostas. (Lc 2:42-47)
O relato dessa história apenas nos indica o anseio que Cristo tinha de conhecer a Seu Pai. Mas foi a declaração ele que deu a seus pais que conseguimos compreender a  sua real motivação por Deus, quando diz:

Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? (Lucas 2:49)
Jesus Cristo buscava a face do Pai e procurava saber a Sua vontade. Não eram alguns minutos diários de devocional a Deus, mas horas e horas. Vemos que o Senhor Jesus buscava incessantemente a Deus em orações, vigílias e jejuns. Buscava também na compreensão das suas Leis e mandamentos, não buscando ser um “conhecedor das Leis”, como os fariseus, mas conhecedor Daquele que as criou.   Como crentes devemos seguir o passos do Mestre e andar como Ele andou (1 Jo 2:6).
Devemos ser uma geração diferenciada, desta má e adúltera de nossos dias. Precisamos ser uma geração santa que não se entrega a falsidade e a mentira.  É necessário que sejamos uma geração limpa de mãos e pura de coração.  Pois esta é a geração daqueles que buscam, daqueles que buscam a face de Deus , do Deus de Jacó. (Salmos 24:4-6)
A questão é que “achar o Senhor” não depende de uma busca qualquer, mas de uma vontade de conhecer o Senhor em sua plenitude.
Como já foi dito , existe uma diferença entre buscar a Deus e “buscar a face de Deus”. Podemos exemplificar isso nos Salmo 42.
O salmo 42 diz: “Assim como a corsa anseia por águas, assim a minha alma suspira por ti, oh Deus !” (Sl 42:1).
Essa expressão “buscar a face de Deus “significa a busca pela Sua presença incessantemente, ansiosamente e desesperadamente. A corsa anseia pelas águas pela sede que tem e porque se banhando naquelas águas consegue se afastar da presença o inimigo que busca arrebanha-la. Da mesma maneira o crente necessita ansiar em sua busca por Deus para  sobrevivência da sua alma e  fugir das astutas ciladas do Diabo. Tanto que a palavra do Senhor diz:
Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. (Tiago 4:7-8)
E quando a coletividade busca a face de Deus o resultado não pode ser outro senão a presença gloriosa e manifesta de Deus frustrando assim os intentos astutos do inimigo.
Temos que entender que a busca pela face de Deus nos faz ver a sua glória em toda as nossas obras.
Quando Salomão edificava o templo do Senhor, diz as Escrituras que fogo do céu caiu e a glória do Senhor “encheu a casa” consumindo todo holocausto e sacrifício.
A presença manifesta de Deus foi tão forte que muitos dos sacerdotes não podiam entrar na casa do Senhor devido a glória do Senhor. (2 Cr 6:1-2).
Embora a manifestação de Deus tenha sido algo marcante, foi uma palavra liberada da parte de Deus que confirmou o pacto do Senhor com aquele povo.
Como está escrito:
“Se o meu povo que se chama pelo Meu nome, que se chama pelo meu nome se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2 Cr 7:14).
Nessa passagem o Senhor  fala sobre buscar a Sua face e vemos que existem outros dois processos que o antecedem e um posterior que são importantíssimos para que entendamos o que é buscar a sua face, que é quebrantamento , oração e conversão. Vemos que toda vez que o povo resolveu buscar a face de Deus houve importantes mudanças na sociedade.
A história dos maiores despertamentos e avivamentos na face da Terra ocorreram quando alguém, um grupo ou nação resolveram buscar a face de Deus, quando um povo se reuniu para buscar  a face do Senhor, ou seja, a  presença gloriosa de Deus
Quando a Igreja resolve buscar a face de Deus, bençãos espirituais são derramadas a todos, pois “todos” ficam cheio de Deus. Vemos que tanta na consagração do templo de Salomão, quanto no derramamento do Espírito Santo , a expressão “encheu toda a casa” é a mesma, pois bençãos sem medidas são repartidas e a glória e o poder são visivelmente manifestos.
Por isso que possamos da mesma maneira buscar a face do Senhor, para que sua visitação seja algo visível como diz o profeta Oséias:
“… é tempo de buscar ao SENHOR, até que ele venha e chova justiça sobre vós” (Os 10:12).
Quando Salomão edificou o templo do Senhor uma palavra foi liberada ao povo como condicional a Sua Presença: E esta palavra está registrada nas Escrituras em 2 Crônicas 7:14.
Nesta palavra quatro condições foram estabelecidas por Deus que envolviam:
  1. Humilhação
  2. Oração
  3. Busca pela face de Deus
  4. Conversão.
A primeira se chama humilhação, ou seja, o quebrantamento e a contrição diante da presença de Deus. Diz as Escrituras:
“ Afligi-vos, lamentai e chorai , converta-se o vosso riso em pranto e a vossa alegria em tristeza. Humilhai-vos na presença de do Senhor, e ele vos exaltará” (Tg 4:9-10).
Em algumas versões esse afligir também significa “sentir vossas misérias”, ou seja, abater-se , sentir tristeza de si, quebrantar-se ou chorar diante de Deus. E isso implica numa confissão de pecados que gera um arrependimento genuíno que gera mudança.
A palavra de Deus diz:  Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não desprezará o Deus(Sl 51:17)
Perto está o Senhor dos que tem o espírito quebrantado e salva os de espírito oprimido(Sl 34:18)
Jesus mesmo disse: “O que si mesmo se humilhar será exaltado”(Mt 23:12b).
“Bem aventurados os que choram, porque eles serão consolados(Mt 5:4).
A segunda condição se chama oração. Você pode se lamuriar suas misérias, chorar copiosamente perante os homens, mas ocultar isso de Deus. Podemos falar para todo mundo dos nossos problemas, sem precisar recorrer a Deus. Orar é mais que conversar com Deus, mas uma questão de fé. Como um bom amigo, o Senhor deseja que venhamos a ser seus confidentes . A oração se estabelece quando resolvemos ter um conversa e um relacionamento sincero com Deus. Vemos que a Igreja primitiva  se reuniu em comunhão e oração por 50 dias até que a presença do Espírito Santo se manifestasse a eles, revestindo-os de poder.
Aqueles homens e mulheres não estavam buscando bençãos para seus próprios interesses, mas buscavam a presença de Deus em oração.
Eles não estavam ali, para serem abençoados com bençãos terrenas ou algo parecido, mas estavam ali para serem abençoadores.
Eles não estavam realizando reuniões  para traçar a melhor estratégia de evangelismo, mas estavam fazendo a vontade do Pai , buscando poder do Alto.
Não estavam cada um por si naquela reunião, mas estava em unidos, concordemente, num mesmo lugar, até que a presença de Deus fosse manifesta em seu meio. (At 2:1)
A terceira condição para visitação de Deus é “buscar a face de Deus” – O  item 3  fala sobre buscar a Sua face e vemos que existem outros dois processos que o antecedem (humilhação e oração) e um posterior(conversão) que são importantíssimos para que entendamos o que é buscar a sua face. Não pudemos ver a face de Deus numa forma literal senão morreríamos. (Ex 33:20).
Buscar a face de Deus é uma figura de linguagem usada nas Escrituras para expressar uma comunhão e intimidade com Ele.
Diz assim a Palavra de Deus:
E busca-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração (Jr 29:13).
O interessante e a similaridade de muitos despertamentos e avivamentos bíblicos foi que em muitos havia um declínio moral e espiritual do lugar. Parecia que a fé na terra havia desaparecido.  Também nesses avivamentos toda busca por Deus era precedida de um juízo divino.
Toda busca por Deus modificava uma sociedade através do impacto da palavra de Deus e da Sua manifestação gloriosa. Mas o diferencial desses despertamentos foram que muitas pessoas se dispuseram a buscar a face do Senhor de todo coração, ou seja, com inteireza de coração.
Em todos esses avivamentos houve a presença manifesta de Deus, ocasionando sinais, maravilhas e coisas extraordinárias,  mas que  acima de tudo houve salvação e conversões que mudaram uma sociedade. Todas essas coisas testificavam  o que está escrito na Palavra que quando O buscamos, Ele verdadeiramente “sara nossa terra”.
Que possamos nós, como igreja brasileira buscar a face de Deus, nos humilhando, orando, e buscando a face do Senhor para que o avivamento de Deus seja uma realidade em nossa nação e muitos sejam salvos para honra e glória do Seu Nome.
Avatar
 ( Gospel Prime)

5 motivos para orar pelo Irã na crise da Covid-19


A nação é a quarta com o maior número de infectados do mundo

Cristãos no Irã enfrentam a perseguição e as consequências da infestação do coronavírus
Cristãos no Irã enfrentam a perseguição e as consequências da infestação do coronavírus
O coronavírus contagiou o mundo e o Irã está em quarto lugar em número de casos informados. Atrás apenas da China, Itália e Espanha. No país, que ocupa a 9ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2020, os cristãos locais enfrentam vários tipos de perseguição, como paranoia ditatorial, opressão islâmica, corrupção e crime organizado. Mas apesar de tudo isso, a igreja doméstica no país é uma das que mais cresce no mundo. No momento, o coronavírus parece ser mais um inimigo dos irmãos e irmãs. Porém, o que a pandemia significa realmente para os cristãos? Confira 5 motivos para orar pelo Irã.
1 - Interceda porque a situação pode ser pior do que a relatada
Até o momento, quase 20 mil pessoas foram infectadas e as mortes têm um índice de 7,3% do total. No entanto, os especialistas acreditam que os números são superiores, já que os casos relatados são de funcionários do governo, e não de vilas mais remotas. "Estamos morrendo aqui e ninguém parece se importar. Muitas pessoas ao nosso redor adoecem e acabam em hospitais ou estão morrendo”, testemunhou um líder de uma igreja doméstica.
2 - Agradeça pelos 7 cristãos libertados até agora
As prisões iranianas são locais insalubres, ideais para a propagação de doenças. Por precaução, as autoridades libertaram muitos prisioneiros. Pelo menos sete deles estavam na cadeia por causa da fé em Jesus. Entre eles está a jovem ativista cristã Mary (Fatemeh) Mohammadi.
3 - Interceda pela libertação preventiva de mais pelo menos dez cristãos que tiveram as solicitações negadas
O pedido de Javaid Rehman, Relator Especial da ONU para os Direitos Humanos no Irã, pela libertação de pessoas presas por causa de posicionamento político e religioso não foi acatado por inteiro. Há pelo menos dez cristãos presos por causa da fé em Cristo. A Portas Abertas iniciou uma campanha de advocacia para a libertação de todos.
4 - Apresente a Deus os cristãos que estão sem trabalhar
As sanções ao Irã já causaram o desemprego de muitas pessoas. Agora, muitas estão preocupadas porque enquanto ficam isoladas, estão sem dinheiro para despesas básicas, como alimentação e cuidado médico.
5 - Peça pelos cristãos que estão tentando ajudar
Apesar da situação difícil, os cristãos iranianos optam por seguir a Jesus e servir o país. Um líder de uma igreja disse: "Costumávamos mobilizar voluntários para fazer sanduíches e alimentar as crianças de rua que tentam ganhar o sustento para as famílias. Mas, após o surto, tivemos que priorizar o fornecimento de máscaras e desinfetantes em gel para ajudá-las a ficarem seguras".
Outro líder cristão declarou: "Estamos fazendo todo o possível para fornecer pacotes de comida para idosos e vulneráveis, que não podem sair, ou para aqueles que perderam o emprego nessas difíceis circunstâncias. Ao longo do ano, compartilhamos as boas-novas de Cristo com nossos vizinhos e comunidade; agora temos a chance de ser as boas-novas”.

por Portas Abertas