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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Homem encontra Cristo em programa de TV


Cristão ex-muçulmano do Norte da África conta como foi a busca pela verdade

Abdallah procurou Deus no Alcorão por 20 anos, mas encontrou Cristo em programa de televisão
Abdallah procurou Deus no Alcorão por 20 anos, mas encontrou Cristo em programa de televisão
Quem viu um senhor, de quase 60 anos, participando de um treinamento de discipulado no Norte da África não imaginou que ele teve um encontro com Jesus através de um programa de televisão. Abdallah* era muçulmano porque seguiu os exemplos dos familiares. Apesar de frequentar a mesquita e seguir as ordens dadas no Alcorão, ele vivia com medo da vida e receio da morte. “Eu era assustado e não conseguia encontrar a paz, sentia um vazio interno. Procurei encontrar a verdade”, conta. Neste momento, ele passou a estudar o livro sagrado islâmico com incentivo do tio, que era professor e líder religioso.
Mesmo após 20 anos de estudo, Abdallah admitiu que não era feliz por completo, sentia que estava faltando algo na vida dele. “Eu procurei por Deus. Estudei o Alcorão muitas vezes, mas não encontrei coisas reais, apenas abstratas que não conseguia entender”, explica. Um dia ele estava procurando algo para ver na televisão e achou um programa cristão, onde tinha uma pessoa falando do islamismo sem ser muçulmano. “Ele disse que existiam muitos erros sobre o islã. Eu fiquei surpreso e chamei a minha esposa. Disse a ela para vir e ouvir o que ele estava dizendo. Ela falou para eu desligar a TV, mas continuei assistindo”, relembra.
Mais tarde, Abdallah abriu o Alcorão para conferir as passagens a que o homem da TV tinha se referido durante o programa e, para a surpresa dele, todas estavam corretas. Às quintas-feiras, o muçulmano assistia à programação e depois de dois anos fez a primeira oração, juntamente com o pastor na TV. “Desde as primeiras palavras, eu fui mudado, senti alguma coisa nova, um novo sentimento, talvez fosse alegria, mas o que eu lembro é que comecei a chorar”, testemunha. (Essa história continua).
*Nomes alterados por segurança.
por Portas Abertas

Mesmo contra todos, ele escolheu acreditar



Conheça essa história emocionante de fé e superação


  Cena de Eu acredito. (Foto: Divulgação)

Sempre pensando em oferecer conteúdos novos e de qualidade, o Univer Vídeo apresenta agora aos seus assinantes o filme Eu Acredito. Comovente e transformadora, a atração é um verdadeiro marco na vida cristã. 

Por meio da trajetória do garoto Brian, acompanhamos uma poderosa história de descoberta da fé e persistência na Palavra de Deus, mesmo quando tudo em volta indica o contrário. 
Confira o trailer:

por Redação Gospel Prime

Kanye West diz que cultos em sua casa o salvaram de uma vida de drogas e pornografia


Há um ano ele tem se dedicado aos cultos de domingo.

  Kanye West (Foto: Dimitrios Kambouris/Getty Images)

Há um ano o rapper Kanye West tem realizado o chamado “Sunday Services”, cultos de domingo que começaram em sua casa, na Califórnia (EUA), e hoje já passou para outros estados norte-americanos.

Na última semana de 2019 o culto aconteceu em um abrigo para sem-tetos em Los Angeles, onde o cantor pode testemunhar o quanto a sua vida mudou desde que ele se aproximou da fé cristã.
“Muitas vezes as pessoas dizem: ‘Obrigado pelo culto de domingo’. Mas sou eu que dou graças a Deus. Isso salvou minha vida”, revelou. “Essa coisa era uma alternativa aos opioides. Essa coisa era uma alternativa à pornografia”, continuou ele segundo o The Christian Post.
A XXL Magazine relatou anteriormente que West tinha 5 anos quando viu uma revista da Playboy pela primeira vez e assim começou seu vício em pornografia.
Além disso o rapper era usuário de drogas e foi através da religião que ele conseguiu se libertar de tudo isso.
por Redação Gospel Prime

Pastor da maior igreja não registrada na China é condenado a nove anos de prisão



O Partido Comunista exige que os protestantes adorem apenas em igrejas reconhecidas e regulamentadas pelo Estado

  Pastor Wang Yi (Foto: Reprodução/YouTube)

Um pastor foi condenado a nove anos de prisão na China, acusado de “subversão do poder e operações comerciais ilegais” por liderar uma das maiores igrejas não registradas do país.

Wang Yi é pastor da Early Rain Covenant Church, em Chengdu, e foi julgado na semana passada pelo Tribunal Popular Intermediário daquele município.
Além da prisão, a sentença retirou seus direitos políticos por três anos e teve cerca de 7,2 mil dólares de bens apreendidos.
Um post no Facebook de um grupo afiliado à igreja disse que a congregação em conflito louva a Deus pelo “testemunho fiel de nosso irmão em Cristo, cuja recompensa agora é grande no céu”.
“Que o Senhor use a prisão do pastor Wang Yi para atrair muitos a Si e trazer glória ao Seu nome”, afirma trecho do post que cita também o versículo de 2 Coríntios 4:11 que diz “E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal”.
Segundo informações do The Christian Post, a igreja de Wang foi invadida pela primeira vez em dezembro de 2018, depois que as autoridades alegaram que violava os regulamentos religiosos porque não estava registrada no governo.
Wang foi detido juntamente com sua esposa, Jiang Rong, e mais de 100 membros de sua congregação.
As autoridades saquearam e selaram as propriedades da igreja, incluindo escritórios, um jardim de infância, um seminário e uma faculdade bíblica, e revistaram as casas de muitos de seus membros. A polícia também forçou os membros da igreja a assinar uma promessa de não comparecer à igreja novamente, e cerca de metade dos membros originais da igreja permanece sob vigilância rigorosa da polícia.
O Partido Comunista da China exige que os protestantes adorem apenas em igrejas reconhecidas e regulamentadas pelo Movimento Patriótico Three-Self.
por Redação Gospel Prime

Sequestro de Leah Sharibu completa dois anos em fevereiro



Ore e envie cartões para encorajar a família na espera por notícias da jovem

Há dois anos, os familiares de Leah Sharibu esperam que o Boko Haram liberte a jovem cristã
Há dois anos, os familiares de Leah Sharibu esperam que o Boko Haram liberte a jovem cristã
Dia 19 de fevereiro completa dois anos do sequestro de Leah Sharibu na Nigéria. A jovem foi levada cativa pelo Boko Haram, juntamente com um grupo de 111 meninas, enquanto estavam em um internato em Dapchi, no estado de Yobe. Todas as outras reféns foram libertadas, mas a  cristã foi mantida presa por causa da fé. “Leah ia entrar no veículo que as traria de volta, mas então o Boko Haram disse que ela teria de se converter ao islamismo. As amigas tentaram convencê-la, mas ela disse que não se converteria”, explica a mãe Rebecca.
O acontecimento gerou consequências nacionais e internacionais, porque o governo do país se comprometeu a resgatar Leah. Mas até o momento não há estimativa de uma possível negociação. Em agosto de 2019, o presidente da Nigéria garantiu que a menor estava viva. Igrejas espalhadas pelo país e por outros lugares no mundo se mobilizaram para orar e jejuar em favor da família Sharibu.
Com o passar dos dias, a dor da espera ficou mais intensa e as notícias da garota mais escassas. “A confiança e a fé da minha filha diante da ameaça de morte nas mãos do Boko Haram, ao dizer que nunca vai negar a Cristo, me fizeram perceber que eu tinha uma forte seguidora de Jesus dentro de casa. Estou muito encorajado pela fé dela no Senhor”, confessa o pai, Nathan. O sequestro de jovens cristãos da Nigéria, realizado por grupos extremistas islâmicos, é uma das causas de o país ocupar 12ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019.
A Portas Abertas acompanha a família Sharibu desde o incidente. Convidamos os irmãos e irmãs do Brasil a orar e participar da campanha de cartões, que visa encorajar os pais de Leah. Compartilhe sua mensagem de edificação até o dia 28 de janeiro.
por Portas Abertas

Irã diz que nuclearização “não reconhecerá limites”


Regime islâmico pode colocar fim em acordo contra nuclearização.

Líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei durante reunião em Teerã. (Foto: AFP)
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O Irã anunciou neste domingo (5) que “não reconhecerá limites” às suas atividades de enriquecimento de urânio para expansão do seu programa nuclear.
Segundo o regime islâmico, agora o enriquecimento ocorrerá baseado em “necessidades técnicas”, sem que seja detalhado os possíveis patamares, afirmando que manterá a cooperação com a Agência Internacional de Energia Atômica.
A reação é uma resposta de Teerã a morte do general Qassem Soleimani, morto em um ataque com mísseis realizado pelos Estados Unidos em Bagdá. Soleimani era considerado um dos mais importantes do Irã, pois chefiava a Força Quds.
Com a resposta em relação ao acordo, que havia sido firmado em 2015 com França, Reino Unido, Alemanha, Rússia e China, além dos EUA, que deixaram o pacto em 2018, o país deve deixar totalmente o acordo.
EUA deixou o acordo por considerar que o regime não estava cumprindo totalmente com o que havia sido acordado e que era praticamente impossível acompanhar a nuclearização no país.
O Irã foi um dos primeiros signatários do Tratado de Não Proliferação Nuclear, nos anos 1960. Na prática eles estarão colocando um ponto final no pacto e possivelmente com objetivos bélicos.
por Michael Caceres

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Mais de 600 cristãs paquistanesas foram traficadas para a China para se casarem


Pobreza causada pela discriminação contra cristãos seria o motivo para que as famílias vendessem suas filhas para se casarem com chineses

  Mahek Liaqat (Foto: AP Photo/K.M. Chaudary, File)

Um relatório divulgado pela Associated Press (AP) diz que 629 mulheres e meninas paquistanesas foram vendidas por membros de suas famílias para se casarem com homens chineses.

Para chegar nestes números, os investigadores analisaram o sistema de fronteiras do Paquistão, que registra digitalmente os documentos de viagem nos aeroportos nacionais. A lista abrange os casamentos de 629 mulheres e meninas que ocorreram entre 2018 e abril deste ano.
Uma fonte não identificada disse à AP que a venda de mulheres como noivas para homens chinesas “é um comércio lucrativo” no Paquistão.
Os corretores chineses e paquistaneses ganham entre 4 milhões e 10 milhões de rúpias (entre 25 mil e 65 mil dólares). Desses valores, apenas 200.000 rúpias (1,5 mil dólares) vão para as famílias.
Em maio, a AP informou que centenas de meninas cristãs paquistanesas de origens pobres estavam sendo vendidas em casamentos forçados.
Representando 2,6% da população, a minoria cristã do Paquistão é frequentemente empobrecida e, portanto, um alvo maior para os corretores internacionais de casamento.
Segundo a AP, alguns pastores locais também estão envolvidos na venda de meninas cristãs e argumentam que o comércio está ajudando economicamente essas famílias pobres.
Acontece que na China, muitas dessas mulheres e meninas sofrem abusos físicos e sexuais ou até são mantidas como prostitutas.
por Redação Gospel PrimePara chegar nestes números, os investigadores analisaram o sistema de fronteiras do Paquistão, que registra digitalmente os documentos de viagem nos aeroportos nacionais. A lista abrange os casamentos de 629 mulheres e meninas que ocorreram entre 2018 e abril deste ano.
Uma fonte não identificada disse à AP que a venda de mulheres como noivas para homens chinesas “é um comércio lucrativo” no Paquistão.
Os corretores chineses e paquistaneses ganham entre 4 milhões e 10 milhões de rúpias (entre 25 mil e 65 mil dólares). Desses valores, apenas 200.000 rúpias (1,5 mil dólares) vão para as famílias.
Em maio, a AP informou que centenas de meninas cristãs paquistanesas de origens pobres estavam sendo vendidas em casamentos forçados.
Representando 2,6% da população, a minoria cristã do Paquistão é frequentemente empobrecida e, portanto, um alvo maior para os corretores internacionais de casamento.
Segundo a AP, alguns pastores locais também estão envolvidos na venda de meninas cristãs e argumentam que o comércio está ajudando economicamente essas famílias pobres.
Acontece que na China, muitas dessas mulheres e meninas sofrem abusos físicos e sexuais ou até são mantidas como prostitutas.
Por Gospel Prime

Cristãos sírios são preparados para fazer discípulos e resistir à perseguição



Ajuda ao país vai além de assistência emergencial, engloba o fortalecimento da igreja

Igreja Síria se prepara para discipular e resistir à perseguição.
Igreja Síria se prepara para discipular e resistir à perseguição.
Nem só de doação de alimentos vive um cristão na Síria. Uma das maiores necessidades é capacitar uma pessoa a tornar-se um discípulo de Jesus.  Segundo Nigel*, um dos treinadores, dois tipos de cursos são oferecidos no país:
Talmatha(discipulado em árabe) ensina os princípios básicos para ser um seguidor de Jesus.  Mostra como o cristão faz um devocional, de que maneira deve responder à Bíblia, fala do propósito da vida e ensina o discipulado.
Big Picture: são três dias de curso que capacita os cristãos a enfrentarem situações difíceis, principalmente a perseguição. O objetivo é mostrar como Deus transforma dificuldades em algo belo, para a glória dele.
“Muitas igrejas têm boas atividades, mas os cristãos são imaturos. Então, nós treinamos as pessoas para serem bons mentores. Elas devem servir aos outros, por isso ensinamos o método do curso”, explica Nigel. Em 2019, 20 pessoas na faixa etária de 30 a 40 anos foram treinadas e estão prontas para voltar às igrejas para discipular outros cristãos.
Após o treinamento de discipulado, outro grupo de 35 cristãos ex-muçulmanos, todos curdos, participaram do Big Picture. Houve uma mistura entre os novos crentes e outros mais experientes. “Eles responderam positivamente, ficaram muito engajados durante as lições. O material era novo para eles e ficaram interessados em ouvir e participar”, conta o colaborador.
Rajan é curdo, ex-muçulmano e fez o treinamento Big Picture. “Isto é muito importante porque todos nós (cristãos curdos) enfrentamos diferentes níveis de perseguição da família, da comunidade e do partido curdo. Este curso nos deu força e certeza que nosso sofrimento não é em vão. Também nos reconforta e provoca ousadia ao invés de medo”, testemunha.
Outra beneficiada pelo curso é Mehtab. A curda nasceu em uma família islâmica e costuma enfrentar críticas, assédio e perseguição. “Antes do curso eu não discernia o que estava acontecendo comigo, e isso causou um tipo de queixa com o Senhor, às vezes isso me deixava indiferente”, explica. Para ela, a coisa mais importante que aprendeu foi “discernir as diferentes fontes de perseguição e reconhecer como ela oprime ao invés de levar para mais perto do Senhor. Perseguições me fazem abençoar outros e ajudam a edificar minha fé em uma base sólida”, completa.
Pedidos de oração
  • Ore para que mais pessoas façam os cursos, fortaleçam e sirvam a igreja na Síria.
  • Peça sabedoria de Deus para que os treinadores contagiem os alunos com a mensagem do evangelho.
  • Interceda para que cada cristão enxergue a ação de Deus na vida dele, mesmo na perseguição, e consiga ser testemunho vivo do cuidado do pai.
*Nome alterado por segurança. 
por Portas Abertas

Em fuga da guerra, família encontra Cristo na Síria



Além de comida e ajuda com aluguel, cristãos encontraram paz em Centro de Esperança

Emma e a família encontraram apoio em um dos Centros de Esperança na Síria
Emma e a família encontraram apoio em um dos Centros de Esperança na Síria
A guerra traz confusão para todos as nações envolvidas e na Síria não é diferente. Porém, há um Deus que pode tornar todas as situações favoráveis para a expansão do reino dele. Isso tem acontecido na vida das pessoas que encontraram refúgio nos Centros de Esperança espalhados pelo país. Emma Salosian, o marido, Kivork Bedros, e os três filhos são uma das famílias beneficiadas pelo projeto da Portas Abertas em parceria com igrejas locais. Em 2014, a família teve que fugir de Alepo; eles tinham um plano de fuga, mas, aparentemente, a estratégia fracassou.
“Queríamos fugir para Tartus por dois dias, até que os atentados parassem, mas um amigo nosso aconselhou-nos a ir a Mashta Al Helou, uma pequena cidade nas montanhas entre Homs e Tartus, devido à umidade de Tartus. Acredito que Deus queria que mudássemos o plano para encontrá-lo aqui”, explica.
Emma era cabeleireira e o marido, ferreiro de carroceria de carros. Com a guerra, o número de clientes não era exato e as dificuldades para sustentar a família aumentaram. Apesar de frequentarem a igreja todos os domingos, eles não tinham um relacionamento próximo de Cristo. “Nunca realmente experimentamos o amor e a obra de Deus em nossas vidas", reconhece.
A casa da família foi destruída durante um bombardeio, fechando as portas de um retorno para Alepo. Eles precisavam de uma renda para pagar as despesas básicas, como aluguel e comida. “Ouvi falar de uma igreja que distribuía comida e ajudava famílias com o aluguel. Então eu descobri que o pastor é um parente distante do meu marido e fui procurá-lo”, testemunha a cristã.
No local onde Emma foi buscar ajuda funciona um Centro de Esperança. Os filhos dela também foram integrados às atividades. “Quando fugimos de Alepo, eu perguntava a Deus: por quê? Por que isso aconteceu comigo e com minha família? Comecei a mudar em 2016, quando aceitei Jesus como meu Salvador e entendi como ele transforma tudo para o bem daqueles que o amam”, compartilha Emma.
Uma cura integral
Emma sempre teve disfunção no cólon e nenhum especialista tinha conseguido resolver a situação. “Um médico disse que os problemas nunca desapareceriam, pois estavam relacionados ao meu estado psicológico. Isso significava que toda vez que eu ficava chateada ou com raiva, sofria de uma dor horrível, semelhante a um fogo queimando no meu cólon".
Durante uma reunião de oração, perguntaram se alguém gostaria de ser curado de alguma doença, então a cristã se apresentou. Como a recomendação bíblica, ungiram Emma e intercederam por ela. Naquele instante, ela sentiu-se aliviada e percebeu que a dor havia desaparecido. "Pensei que talvez quando meus filhos me chateassem, a dor voltaria, mas até agora não tomei outro analgésico. Glória a Deus”, completa a cristã.  
A guerra na Síria já dura oito anos e muitas pessoas estão deslocadas no país, enfrentando desafios semelhantes aos de Emma Salosian e Kivork Bedros. Seja canal do amor de Deus para eles por meio de doação de cestas básicas. Com uma contribuição é possível alimentar três famílias cristãs por um mês.

por Portas Abertas

Muçulmanos começaram o tráfico de escravos em grande escala, afirma antropólogo



Estudioso revela que os árabes promoveram um verdadeiro genocídio do povo negro.

   Tidiane N'Diaye. (Foto: Reprodução)

O antropólogo Tidiane N’Diaye tem revelado que os árabes muçulmanos são os responsáveis pelo tráfico de escravos em grande escala, um processo que arrasou a África Subsariana durante treze séculos ininterruptos.


Autor do livro “O Genocídio Ocultado”, lançado em 2008, ele fez uma ampla pesquisa sobre o assunto e sustenta que estas práticas escravagistas ainda aconteçam.
“É preciso reconhecer que as implosões pré-coloniais inauguradas pelos árabes destroem sem dúvida os povos africanos, que não tiveram um intervalo desde sua chegada. Como mostra a história, os árabes-muçulmanos estão na origem da calamidade que foi o tráfico e a escravatura, que praticaram do século VII ao século XX”, diz.
Segundo ele, do sétimo ao décimo sexto século, durante quase mil anos, os árabes foram os únicos a praticar o comércio de escravos. Em sua pesquisa, ele diz que quase 10 milhões de africanos foram deportados neste período.
“Quando isso não era suficiente, invadiram outros alegados “irmãos muçulmanos” e confiscaram os seu bens. Sob este acordo árabe-muçulmano, os povos africanos foram raptados e mantidos reféns permanentemente”, declarou ele ao Diário de Notícias.
N’Diaye revelou que desde o início do comércio oriental de escravos que os muçulmanos árabes decidiram castrar os negros para evitar que se reproduzissem. Por isso ele chama o processo todo de genocídio.
“Eu só falo de genocídio para descrever o comércio de escravos transaariano e oriental. O comércio transatlântico, praticado por ocidentais, não pode ser comparado ao genocídio. A vontade de exterminar um povo não foi provada”, concluiu.
por Redação Gospel Prime

Pastor é condenado à prisão por distribuir livros sobre o Evangelho na China



O Partido Comunista segue perseguindo igrejas cristãs

   Elder Qin Defu e família. (Foto: China AID)

Um pastor chinês foi condenado à prisão na última semana acusado de “operações comerciais ilegais” relacionadas ao comércio de livros cristãos que eram usados pela igreja.

Identificado como Elder Qin Defu, da Early Rain Covenant Church, o religioso é mais um exemplo da perseguição a cristãos feita pelo Partido Comunista da China.
De acordo com informações do ChinaAid, a família ouviu das autoridades que, se eles aceitassem ajuda de um advogado do próprio governo, o pastor seria liberado. Mas isso não aconteceu.
“O irmão Qin foi condenado a quatro anos de prisão por ‘operações de negócios ilegais’. A polícia descumpriu a sua promessa anterior à sua família de que, se eles aceitassem um advogado nomeado pelo governo, eles iriam passar pelas formalidades, então ele seria liberado”, diz uma publicação feita nas redes sociais da igreja.
As acusações se referem aos 20.000 livros que a igreja mantinha, muitos deles eram pequenos livros sobre o Evangelho. Entre eles um com o título “Boas Novas que Você Não Quer Ouvir”.
Em dezembro passado, Yi e mais de 100 membros da igreja foram presos. Enquanto muitos foram libertados, o pastor foi acusado de “incitar a subverter o poder do Estado” e foi levado para um local não revelado até que fosse julgado.
por Redação Gospel Prime

Missionário é atacado por drone enquanto salva feridos na Síria



Pelas redes sociais ele mantém as pessoas informadas sobre seu estado e sobre os trabalhos médicos realizados com os feridos

  David Eubank. (Foto: Free Burma Rangers)

O missionário David Eubank, fundador do Free Burma Rangers, está na Síria ajudando feridos dos ataques feitos pela Turquia contra as trocas curdas.

Prestando apoio médico, Eubank quase foi morto durante um ataque enquanto salvava os feridos. A informação foi dada por ele através de suas redes sociais.
“Eu quase fui morto. Um cara ao meu lado foi morto”, revelou ele. “Estou aqui com minha família, na verdade Sahale (filha) está gravando agora. Quero agradecer por orar por nós, porque os poderes das trevas aqui são grandes. E não podemos lutar contra eles”, continuou o missionário.
Ele chama de “potências humanas das trevas” o exército turco que conta com o apoio da Rússia e também os grupos sírios, iranianos e o Estado Islâmico que continua na região.
“Mas agradeço a Jesus que Ele nos trouxe aqui”.

On Nov. 23 we were asked to help rescue people wounded and retrieve the bodies of those killed by Turkish strikes in NE . Here’s part one:
 por Redação Gospel Prime
 

10 razões para orar pela Síria



Os cristãos precisam de esperança e de condições favoráveis para reerguer a nação

Os cristãos na Síria enfrentam muitas dificuldades para ficar no país e dar testemunho de Jesus
Os cristãos na Síria enfrentam muitas dificuldades para ficar no país e dar testemunho de Jesus
Desde 2011, a Síria é palco de uma guerra que já deslocou 22 milhões de pessoas, mais da metade da população. De acordo com a ONU, 5,6 milhões de sírios deixaram a nação e outros 6 milhões estão espalhados pelo país em fuga da violência. Os incidentes violentos e a falta de informações no caos da guerra civil colocaram a Síria na 11ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2019. A Portas Abertas convida a todos para orar pelo país.   
  1. Ore pelos estabelecimentos dos Centros de Esperança em toda a Síria. Nesses locais, muitos cristãos encontram comida e ajuda financeira para pagar o aluguel. Que os Centros de Esperança sempre tenham recursos para suprir as necessidades físicas, emocionais e espirituais das pessoas.
  2. O desemprego é grande no país. Muitos jovens têm desanimado e desejado morar em outras nações por esse motivo. Como resposta, a Portas Abertas implantou projetos de geração de renda, para que as famílias consigam suprir as próprias necessidades. Peça que Deus abençoe esses negócios e amplie os empregos na Síria.
  3. O inverno no país é rigoroso, e nos acampamentos de deslocados internos as temperaturas podem ser piores. Muitas crianças morrem nesses períodos. Interceda para que as temperaturas sejam amenas e que a ajuda chegue aos necessitados.
  4. Peça que Deus dê força para a equipe local da Portas Abertas na Síria, pois enfrenta muitas pressões. Interceda também por sabedoria para empregar bem os recursos que têm em mãos. Agradeça pelo trabalho que eles têm feito até agora.
  5. Louve a Deus pelo treinamento de líderes de louvor da nação. A partir da iniciativa, as igrejas estão montando escalas de adoração e oração quase constantes. Os cristãos têm grande expectativa que isso possa mudar a situação do país.
  6. Interceda pela vida do pastor George Moushi, da igreja de Qamishli. Ele foi detido pela polícia porque estava construindo uma igreja, mas apenas soube do motivo depois de passar horas preso sem nenhuma justificativa. Ore para que Deus continue com ele e com a igreja e que o nome de Cristo seja glorificado na situação.
  7. Clame pela vida dos cristãos na Síria, para que eles entendam o propósito de Deus em ficar no país. "Ore para que o cristianismo na Síria não perca sua identidade, que os cristãos não deixem o país nem desistam, mas fiquem e lutem em oração", pede o pastor curdo Nirad.
  8. Interceda pelas mulheres, para que Deus console o coração delas e dê alegria mesmo na adversidade. As mais jovens estão sem perspectivas de casar e ter uma família. Já as mais velhas se sentem sobrecarregadas e deprimidas com as perdas de parentes e a destruição do país.
  9. Há muitos idosos no país sem casa, cuidadores ou assistência médica. Ore para que os governantes ofereçam mais ajuda aos que estão solitários e têm muito pouco.
  10. A Síria precisa de uma melhoria milagrosa na economia. A moeda no país está desvalorizada, os preços dos produtos estão muito altos e a renda é baixa. Interceda para que Deus intervenha na situação e que os sírios tenham a chance de viver com dignidade - por Portas Abertas

Com menos pessoas indo à igreja, cai o número de doações para caridade


Estudo mostra a relação da religião com a caridade e como a perda de fiéis tem impactado as instituições.

   Jovem com moedas nas mãos. (Foto: Annie Spratt / Unsplash)

Um estudo realizado em conjunto pela Lilly Family School of Philanthropy da Universidade de Indiana e pelo Vanguard Charitable Philanthropic Impact Fund mostra como a recessão econômica impactou nas doações para caridade.

Segundo a pesquisa, divulgada pela CBN News, entre os anos 2000 e 2016 o número de adultos que regularmente doam para caridade caiu de 66% para 53%.
A equipe de pesquisa examinou os dados do Philanthropy Panel Study, um conjunto de dados do Panel Study of Income Dynamics da Universidade de Michigan, que acompanhava as mesmas doações de caridade de 9.000 famílias a cada dois anos.
Dar à caridade é uma crença central para muitas das principais religiões do mundo. Os pesquisadores da Universidade Baylor, em um estudo, descobriram que pessoas muito religiosas de qualquer fé têm maior probabilidade de doar para caridade.
Os pesquisadores acreditam que um fator que reduz esses números é a frequência à igreja. Estudos mostram que há menos pessoas religiosas nos EUA à medida que o número de ateus e agnósticos está aumentando.
Os grupos religiosos tradicionalmente recebem a maior parte dos dólares de caridade dos americanos. Mas isso também caiu.
O relatório anual da Giving USA sobre filantropia mostra que, embora os grupos religiosos ainda recebessem a maior parte do dinheiro de caridade em 2018 com 29% do total de doações, marcou o primeiro ano em que a doação à religião caiu abaixo de 30% do total de doações.
Os autores do estudo dizem que os jovens estão dando menos devido ao “infortúnio de entrar na força de trabalho durante a pior crise econômica desde a Grande Depressão”.
Como a CBN News relatou, os Millennials têm deixado as igrejas em números alarmantes. Um estudo mostra que 59% dos millennials criados na igreja já foram embora.
“A participação nos serviços está relacionada à doação a organizações religiosas, mas também à doação a grupos seculares”, disse a coautora do relatório Una Osili, reitora associada de pesquisa e programas internacionais da Lilly School.
por Redação Gospel Prime

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Governo da Uganda fecha 12 mil igrejas e ONGs religiosas


Padre ministro diz que nova política visa impedir exploração da fé.



No mês de novembro 12 mil igrejas e organização não-governamentais (ONGs) religiosas foram fechadas pelo governo da Uganda após o fim do prazo de um programa de treinamento para se ter um registro formal para atuar no país.


As instituições consideradas “inativas” ou “não autorizadas” foram fechadas justamente no momento em que o Born Again Christians in Uganda, entidade que reúne algumas igrejas cristãs, tenta reverter essa obrigação do governo de treinar os pastores.
Cerca de 84% do país é cristão , com a maioria católica romana ou anglicana. As igrejas evangélicas e pentecostais têm mais dificuldade de se registrar porque não têm estrutura denominacional ou são menores.
Em Uganda, o governo exige que as igrejas se registrem, primeiro como empresas no Departamento de Registro de Serviços de Uganda (USRB) e depois no Conselho de ONGs do governo.
Obiga Kania, ministro de Assuntos Internos de Uganda, disse à imprensa em uma entrevista coletiva em 13 de novembro que todas as ONGs que não aparecem no registro validado devem parar de funcionar imediatamente.
Das 14.027 ONGs registradas no Uganda, Kania disse que apenas 2.119 foram validadas e emitiram permissões. Kania também disse que apenas 27% das organizações tinham licenças válidas antes da nova validação.
Kania pediu à polícia, à gerência de hotéis e à Autoridade de Inteligência Financeira para garantir que as organizações não validadas não realizem negócios em nenhum lugar do país.
Muitas igrejas continuaram hospedando oração e adoração, sem saber o seu destino, segundo informações do Religion Unplugged.
Anteriormente, as igrejas eram obrigadas a se registrar apenas uma vez, no URSB. Há confusão sobre a necessidade ou legalidade das igrejas se registrando como ONGs também.
David Kiganda, do Christianity Focus Center, disse que as igrejas não devem se registrar como ONGs.
“Isso poderia explicar por que muitas das igrejas, incluindo aquelas que haviam se registrado anteriormente sob a Lei das ONGs, não foram ao exercício de validação”, disse ele.
Os líderes da Igreja se opuseram ao requisito, argumentando que ele viola sua liberdade religiosa de adorar.
“Nosso governo diz que nos deu a liberdade de adorar, mas agora está violando”, disse Solomon Male, do grupo evangélico, Comitê Nacional de Cultos e Falsos Ensinamentos em Uganda. “Você não pode licenciar crenças de pessoas. É como pedir às pessoas que plantam árvores que se registrem. Nosso mandato vem de Deus, não do homem”.
O artigo 29 da constituição de Uganda garante a liberdade de praticar qualquer religião e o direito de pertencer e participar das práticas de qualquer órgão ou organização religiosa de maneira consistente com o restante da constituição.
O governo é especialmente cauteloso com relação ao potencial de corrupção nas igrejas que recebem apoio financeiro de países estrangeiros para financiar o trabalho de caridade entre órfãos, viúvas e crianças de rua.
A pessoa que registra a ONG precisa de uma carta escrita pelo conselho local, um presidente de sua aldeia e selos de outros líderes do governo local – um processo caro. A maioria desses escritórios exige suborno para escrever e carimbar a carta.
O site Religion Unplugged cita também o pagamento de cerca de 10 dólares pelo registro da organização e outros burocracias que dificultam o procedimento.
Lei contra igrejas evangélicas
O governo diz que a Política Nacional de Organizações Religiosas e Religiosas (R & FBOs) visa reforçar a transparência e a responsabilidade financeira em instituições religiosas.
A nova política está sob controle do ministro de ética de Uganda, o padre Simon Lokodo, que já afirmou que o objetivo de sua política é impedir os líderes religiosos que estão explorando suas congregações.
A maioria dos líderes evangélicos do país rejeitou fortemente a política, alegando que ela viola seus direitos e liberdades de praticar sua fé e pertencer a qualquer seita religiosa, reconhecida ou não pelo governo.
por Redação Gospel Prime

Maioria dos americanos vê a liberdade religiosa como direito fundamental


Eles falam sobre a forma como o Estado interfere na religião e como a crença influencia no trabalho

 Hinários e Bíblias nos bancos da igreja. (Foto: Kyler Nixon / Unsplash)

A grande maioria dos norte-americanos apoia a liberdade religiosa como um direito humano básico, segundo um estudo recente divulgado pela Becket Law intitulado de “Índice de Liberdade Religiosa”.
O estudo releva vários temas que atravessam corredores políticos e brechas entre gerações e experiências educacionais nos Estados Unidos.
E, de forma abrangente, a pesquisa mostra que mesmo depois de décadas de liberdade religiosa, enfrentando inclusive as guerras culturais, os americanos aceitam e apoiam uma ampla interpretação sobre o tema.
Para 87% dos entrevistados, o governo não deve interferir na prática da religião, o que pode incluir uma rejeição a influência do Estado na religiosidade.
O estudo revela que uma pontuação de 81% apoiava o direito de praticar crenças religiosas, mesmo que não sejam práticas aceitas.
Os americanos não se sentem à vontade com a ideia de o governo penalizar grupos e indivíduos por viverem suas crenças religiosas.
Isso inclui usar certas roupas para trabalhar ou não trabalhar em dias específicos por conta dos princípios da religião.
Para 89% dos entrevistados, o indivíduo tem o direito de escolher uma religião; e para 76% as pessoas devem ser livres para decidir participar ou não de eventos no trabalho que violem suas crenças religiosas.
Em relação ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, 74% dos norte-americanos disseram que indivíduos e grupos não devem sofrer discriminação ou multas do governo por suas crenças em relação a este assunto.
por Redação Gospel Prime

Abuso sexual e agressão física também são motivos para divórcio, diz teólogo


Wayne Grudem é professor de Bíblia e cofundador do Conselho sobre Masculinidade e Feminilidade Bíblicas.,

  Casamento (Foto: Reprodução/Pexels)

O teólogo e professor de Bíblia, Wayne Grudem, declarou que o entendimento sobre os motivos que a Palavra de Deus permite o divórcio não é apenas infidelidade e abandono, mas também abuso sexual e agressão.

Em entrevista ao Christianity Today, o teólogo norte-americano disse que novas pesquisas teológicas revelaram a ele que a Bíblia não é tão rígida em divórcio quanto ele passou anos alegando ser.
A mudança de opinião de Grudem parece ser devida, pelo menos parcialmente, às experiências de abuso que ele e sua esposa, Margaret, ouviram.
“Minha esposa Margaret e eu tomamos conhecimento de alguns exemplos comoventes de coisas como humilhação e degradação sexual severa que continuaram por décadas e outro caso de agressão física que durou décadas”, explicou o teólogo.”Em todas essas situações, o cônjuge abusado ficou em silêncio, acreditando que o dever de um cristão era preservar o casamento, a menos que houvesse adultério ou deserção, o que não havia acontecido”.
Grudem falou sobre sua mudança de pensamento na semana passada, no discurso chamado “Motivos para o divórcio: por que agora acredito que existem mais de dois”, na reunião anual da Sociedade Evangélica Teológica.
Sua nova crença depende de sua interpretação renovada de 1 Coríntios 7.15 , que diz: “Mas se o marido ou a esposa que não é crente insistir em partir, deixe-os ir. Nesses casos, o marido ou a esposa crente não está mais ligado ao outro, pois Deus chamou você para viver em paz”.
Grudem explicou que, na maioria dos comentários, “nesses casos” se refere a infidelidade ou deserção. Mas, depois de estudar 52 outros usos da frase de três palavras na literatura grega antiga, ele concluiu que o escritor raramente pretende “nesses casos” se referir aos casos já mencionados. Em vez disso, pretende se referir a situações semelhantes às já abordadas.
“Esses exemplos me levaram a concluir que, em 1 Coríntios 7.15, a frase ‘nesses casos’ deve ser entendida como incluindo todos os casos que destroem um casamento da mesma forma”, disse ele, concluir que o divórcio é aceitável se houver abuso.
Grudem agora se junta a uma pequena maioria de pastores evangélicos – apenas 55% – que acreditam que o divórcio é o melhor curso de ação para quem enfrenta abuso doméstico, embora ele tenha argumentado que a reconciliação, se possível, é o resultado mais desejável.
por Redação Gospel Prime

12 razões para orar por Burkina Faso



Cristãos enfrentam perseguição acirrada de extremistas islâmicos

Cristãos foram expulsos das vilas e contam com a ajuda de igrejas de outras regiões
Cristãos foram expulsos das vilas e contam com a ajuda de igrejas de outras regiões
Em 2019, a ação de grupos extremistas islâmicos em Burkina Faso se intensificou. Além do sequestro e do assassinato de líderes cristãos, os membros das igrejas foram forçados a abandonar os vilarejos em que viviam. As escolas foram interditadas e as igrejas receberam ameaças para interromper os trabalhos nas comunidades. A Portas Abertas tem acompanhado de perto a situação dos cristãos no país e convida a igreja brasileira para orar pelos irmãos e irmãs que enfrentam a acirrada perseguição no país.
Confira os motivos de oração pela nação que enfrenta ataques de extremistas islâmicos:
1 - Agradeça ao Senhor por providenciar meios para a Portas Abertas visitar Burkina Faso e ajudar os crentes, por ter protegido a equipe e por ter ministrado encorajamento a todos os envolvidos. Peça que ele continue a prover segurança e sabedoria em todos os processos de auxílio aos necessitados.
2 - Ore para que Deus conforte e dê graça a todos que perderam pessoas amadas nos ataques a cristãos que estão acontecendo no país. Que eles coloquem toda as suas dores e revoltas diante do pai, sabendo que ele tem lutado por eles.
3 - Clame para que o Senhor fortaleça com sua graça os irmãos e  irmãs, para que mantenham a fé mesmo em meio à hostilidade e não caiam na tentação de revidar os ataques sofridos.
5 - Muitos burkinabes, incluindo cristãos, estão traumatizados pela insegurança e pelos deslocamentos forçados. Peça a Deus que leve cura e conforto a eles.
6 - As ideologias extremistas têm destruído muitas vidas. Ore para que o Senhor use essas circunstâncias para a glória dele e atraia muitos até ele. Que os agressores conheçam a Cristo e sejam salvos.
7 - Agradeça ao pai por dar esperança aos líderes das igrejas, mesmo em meio à crise. Interceda para que eles consigam transmitir essa confiança para os membros de suas igrejas, e os ajudem a crescer firmados em Cristo.
8 - Louve ao Senhor porque ele tem suprido as necessidades dos cristãos através das igrejas. Peça que exista união entre elas e tenham a provisão de Deus em tudo para servirem os deslocados.  
9 - Agradeça pelo exemplo de altruísmo que os pastores e cristãos deram ao abrir suas casas para as pessoas que precisavam de refúgio. Peça que Deus continue a prover tudo o que eles necessitarem.
 
10 - Ore pelas ONGs que trabalham nas áreas afetadas e oferecem alívio às pessoas deslocadas. Para que Deus proveja recursos e sabedoria na realização de cada projeto.
11 - Clame para que os governantes recebam sabedoria, autoridade, e estratégias para restabelecer a paz e a ordem nas áreas afetadas. E interceda por todas as forças internacionais que têm ajudado na luta contra o extremismo na região. Para que elas estejam aptas a promover a estabilidade e prevenir a propagação da violência pelos países vizinhos.
12 - Ore pela proteção de Deus sobre as crianças que estão expostas aos traumas e foram forçadas a deixar suas escolas. Peça para que ele ajude as igrejas a encontrarem maneiras de assistir os pequenos cristãos com educação e valores bíblicos, e que a raiva e as ideologias radicais não prosperem na vida deles.  
por Portas Abertas