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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Mais de 600 cristãs paquistanesas foram traficadas para a China para se casarem


Pobreza causada pela discriminação contra cristãos seria o motivo para que as famílias vendessem suas filhas para se casarem com chineses

  Mahek Liaqat (Foto: AP Photo/K.M. Chaudary, File)

Um relatório divulgado pela Associated Press (AP) diz que 629 mulheres e meninas paquistanesas foram vendidas por membros de suas famílias para se casarem com homens chineses.

Para chegar nestes números, os investigadores analisaram o sistema de fronteiras do Paquistão, que registra digitalmente os documentos de viagem nos aeroportos nacionais. A lista abrange os casamentos de 629 mulheres e meninas que ocorreram entre 2018 e abril deste ano.
Uma fonte não identificada disse à AP que a venda de mulheres como noivas para homens chinesas “é um comércio lucrativo” no Paquistão.
Os corretores chineses e paquistaneses ganham entre 4 milhões e 10 milhões de rúpias (entre 25 mil e 65 mil dólares). Desses valores, apenas 200.000 rúpias (1,5 mil dólares) vão para as famílias.
Em maio, a AP informou que centenas de meninas cristãs paquistanesas de origens pobres estavam sendo vendidas em casamentos forçados.
Representando 2,6% da população, a minoria cristã do Paquistão é frequentemente empobrecida e, portanto, um alvo maior para os corretores internacionais de casamento.
Segundo a AP, alguns pastores locais também estão envolvidos na venda de meninas cristãs e argumentam que o comércio está ajudando economicamente essas famílias pobres.
Acontece que na China, muitas dessas mulheres e meninas sofrem abusos físicos e sexuais ou até são mantidas como prostitutas.
por Redação Gospel PrimePara chegar nestes números, os investigadores analisaram o sistema de fronteiras do Paquistão, que registra digitalmente os documentos de viagem nos aeroportos nacionais. A lista abrange os casamentos de 629 mulheres e meninas que ocorreram entre 2018 e abril deste ano.
Uma fonte não identificada disse à AP que a venda de mulheres como noivas para homens chinesas “é um comércio lucrativo” no Paquistão.
Os corretores chineses e paquistaneses ganham entre 4 milhões e 10 milhões de rúpias (entre 25 mil e 65 mil dólares). Desses valores, apenas 200.000 rúpias (1,5 mil dólares) vão para as famílias.
Em maio, a AP informou que centenas de meninas cristãs paquistanesas de origens pobres estavam sendo vendidas em casamentos forçados.
Representando 2,6% da população, a minoria cristã do Paquistão é frequentemente empobrecida e, portanto, um alvo maior para os corretores internacionais de casamento.
Segundo a AP, alguns pastores locais também estão envolvidos na venda de meninas cristãs e argumentam que o comércio está ajudando economicamente essas famílias pobres.
Acontece que na China, muitas dessas mulheres e meninas sofrem abusos físicos e sexuais ou até são mantidas como prostitutas.
Por Gospel Prime

Cristãos sírios são preparados para fazer discípulos e resistir à perseguição



Ajuda ao país vai além de assistência emergencial, engloba o fortalecimento da igreja

Igreja Síria se prepara para discipular e resistir à perseguição.
Igreja Síria se prepara para discipular e resistir à perseguição.
Nem só de doação de alimentos vive um cristão na Síria. Uma das maiores necessidades é capacitar uma pessoa a tornar-se um discípulo de Jesus.  Segundo Nigel*, um dos treinadores, dois tipos de cursos são oferecidos no país:
Talmatha(discipulado em árabe) ensina os princípios básicos para ser um seguidor de Jesus.  Mostra como o cristão faz um devocional, de que maneira deve responder à Bíblia, fala do propósito da vida e ensina o discipulado.
Big Picture: são três dias de curso que capacita os cristãos a enfrentarem situações difíceis, principalmente a perseguição. O objetivo é mostrar como Deus transforma dificuldades em algo belo, para a glória dele.
“Muitas igrejas têm boas atividades, mas os cristãos são imaturos. Então, nós treinamos as pessoas para serem bons mentores. Elas devem servir aos outros, por isso ensinamos o método do curso”, explica Nigel. Em 2019, 20 pessoas na faixa etária de 30 a 40 anos foram treinadas e estão prontas para voltar às igrejas para discipular outros cristãos.
Após o treinamento de discipulado, outro grupo de 35 cristãos ex-muçulmanos, todos curdos, participaram do Big Picture. Houve uma mistura entre os novos crentes e outros mais experientes. “Eles responderam positivamente, ficaram muito engajados durante as lições. O material era novo para eles e ficaram interessados em ouvir e participar”, conta o colaborador.
Rajan é curdo, ex-muçulmano e fez o treinamento Big Picture. “Isto é muito importante porque todos nós (cristãos curdos) enfrentamos diferentes níveis de perseguição da família, da comunidade e do partido curdo. Este curso nos deu força e certeza que nosso sofrimento não é em vão. Também nos reconforta e provoca ousadia ao invés de medo”, testemunha.
Outra beneficiada pelo curso é Mehtab. A curda nasceu em uma família islâmica e costuma enfrentar críticas, assédio e perseguição. “Antes do curso eu não discernia o que estava acontecendo comigo, e isso causou um tipo de queixa com o Senhor, às vezes isso me deixava indiferente”, explica. Para ela, a coisa mais importante que aprendeu foi “discernir as diferentes fontes de perseguição e reconhecer como ela oprime ao invés de levar para mais perto do Senhor. Perseguições me fazem abençoar outros e ajudam a edificar minha fé em uma base sólida”, completa.
Pedidos de oração
  • Ore para que mais pessoas façam os cursos, fortaleçam e sirvam a igreja na Síria.
  • Peça sabedoria de Deus para que os treinadores contagiem os alunos com a mensagem do evangelho.
  • Interceda para que cada cristão enxergue a ação de Deus na vida dele, mesmo na perseguição, e consiga ser testemunho vivo do cuidado do pai.
*Nome alterado por segurança. 
por Portas Abertas

Em fuga da guerra, família encontra Cristo na Síria



Além de comida e ajuda com aluguel, cristãos encontraram paz em Centro de Esperança

Emma e a família encontraram apoio em um dos Centros de Esperança na Síria
Emma e a família encontraram apoio em um dos Centros de Esperança na Síria
A guerra traz confusão para todos as nações envolvidas e na Síria não é diferente. Porém, há um Deus que pode tornar todas as situações favoráveis para a expansão do reino dele. Isso tem acontecido na vida das pessoas que encontraram refúgio nos Centros de Esperança espalhados pelo país. Emma Salosian, o marido, Kivork Bedros, e os três filhos são uma das famílias beneficiadas pelo projeto da Portas Abertas em parceria com igrejas locais. Em 2014, a família teve que fugir de Alepo; eles tinham um plano de fuga, mas, aparentemente, a estratégia fracassou.
“Queríamos fugir para Tartus por dois dias, até que os atentados parassem, mas um amigo nosso aconselhou-nos a ir a Mashta Al Helou, uma pequena cidade nas montanhas entre Homs e Tartus, devido à umidade de Tartus. Acredito que Deus queria que mudássemos o plano para encontrá-lo aqui”, explica.
Emma era cabeleireira e o marido, ferreiro de carroceria de carros. Com a guerra, o número de clientes não era exato e as dificuldades para sustentar a família aumentaram. Apesar de frequentarem a igreja todos os domingos, eles não tinham um relacionamento próximo de Cristo. “Nunca realmente experimentamos o amor e a obra de Deus em nossas vidas", reconhece.
A casa da família foi destruída durante um bombardeio, fechando as portas de um retorno para Alepo. Eles precisavam de uma renda para pagar as despesas básicas, como aluguel e comida. “Ouvi falar de uma igreja que distribuía comida e ajudava famílias com o aluguel. Então eu descobri que o pastor é um parente distante do meu marido e fui procurá-lo”, testemunha a cristã.
No local onde Emma foi buscar ajuda funciona um Centro de Esperança. Os filhos dela também foram integrados às atividades. “Quando fugimos de Alepo, eu perguntava a Deus: por quê? Por que isso aconteceu comigo e com minha família? Comecei a mudar em 2016, quando aceitei Jesus como meu Salvador e entendi como ele transforma tudo para o bem daqueles que o amam”, compartilha Emma.
Uma cura integral
Emma sempre teve disfunção no cólon e nenhum especialista tinha conseguido resolver a situação. “Um médico disse que os problemas nunca desapareceriam, pois estavam relacionados ao meu estado psicológico. Isso significava que toda vez que eu ficava chateada ou com raiva, sofria de uma dor horrível, semelhante a um fogo queimando no meu cólon".
Durante uma reunião de oração, perguntaram se alguém gostaria de ser curado de alguma doença, então a cristã se apresentou. Como a recomendação bíblica, ungiram Emma e intercederam por ela. Naquele instante, ela sentiu-se aliviada e percebeu que a dor havia desaparecido. "Pensei que talvez quando meus filhos me chateassem, a dor voltaria, mas até agora não tomei outro analgésico. Glória a Deus”, completa a cristã.  
A guerra na Síria já dura oito anos e muitas pessoas estão deslocadas no país, enfrentando desafios semelhantes aos de Emma Salosian e Kivork Bedros. Seja canal do amor de Deus para eles por meio de doação de cestas básicas. Com uma contribuição é possível alimentar três famílias cristãs por um mês.

por Portas Abertas

Muçulmanos começaram o tráfico de escravos em grande escala, afirma antropólogo



Estudioso revela que os árabes promoveram um verdadeiro genocídio do povo negro.

   Tidiane N'Diaye. (Foto: Reprodução)

O antropólogo Tidiane N’Diaye tem revelado que os árabes muçulmanos são os responsáveis pelo tráfico de escravos em grande escala, um processo que arrasou a África Subsariana durante treze séculos ininterruptos.


Autor do livro “O Genocídio Ocultado”, lançado em 2008, ele fez uma ampla pesquisa sobre o assunto e sustenta que estas práticas escravagistas ainda aconteçam.
“É preciso reconhecer que as implosões pré-coloniais inauguradas pelos árabes destroem sem dúvida os povos africanos, que não tiveram um intervalo desde sua chegada. Como mostra a história, os árabes-muçulmanos estão na origem da calamidade que foi o tráfico e a escravatura, que praticaram do século VII ao século XX”, diz.
Segundo ele, do sétimo ao décimo sexto século, durante quase mil anos, os árabes foram os únicos a praticar o comércio de escravos. Em sua pesquisa, ele diz que quase 10 milhões de africanos foram deportados neste período.
“Quando isso não era suficiente, invadiram outros alegados “irmãos muçulmanos” e confiscaram os seu bens. Sob este acordo árabe-muçulmano, os povos africanos foram raptados e mantidos reféns permanentemente”, declarou ele ao Diário de Notícias.
N’Diaye revelou que desde o início do comércio oriental de escravos que os muçulmanos árabes decidiram castrar os negros para evitar que se reproduzissem. Por isso ele chama o processo todo de genocídio.
“Eu só falo de genocídio para descrever o comércio de escravos transaariano e oriental. O comércio transatlântico, praticado por ocidentais, não pode ser comparado ao genocídio. A vontade de exterminar um povo não foi provada”, concluiu.
por Redação Gospel Prime

Pastor é condenado à prisão por distribuir livros sobre o Evangelho na China



O Partido Comunista segue perseguindo igrejas cristãs

   Elder Qin Defu e família. (Foto: China AID)

Um pastor chinês foi condenado à prisão na última semana acusado de “operações comerciais ilegais” relacionadas ao comércio de livros cristãos que eram usados pela igreja.

Identificado como Elder Qin Defu, da Early Rain Covenant Church, o religioso é mais um exemplo da perseguição a cristãos feita pelo Partido Comunista da China.
De acordo com informações do ChinaAid, a família ouviu das autoridades que, se eles aceitassem ajuda de um advogado do próprio governo, o pastor seria liberado. Mas isso não aconteceu.
“O irmão Qin foi condenado a quatro anos de prisão por ‘operações de negócios ilegais’. A polícia descumpriu a sua promessa anterior à sua família de que, se eles aceitassem um advogado nomeado pelo governo, eles iriam passar pelas formalidades, então ele seria liberado”, diz uma publicação feita nas redes sociais da igreja.
As acusações se referem aos 20.000 livros que a igreja mantinha, muitos deles eram pequenos livros sobre o Evangelho. Entre eles um com o título “Boas Novas que Você Não Quer Ouvir”.
Em dezembro passado, Yi e mais de 100 membros da igreja foram presos. Enquanto muitos foram libertados, o pastor foi acusado de “incitar a subverter o poder do Estado” e foi levado para um local não revelado até que fosse julgado.
por Redação Gospel Prime

Missionário é atacado por drone enquanto salva feridos na Síria



Pelas redes sociais ele mantém as pessoas informadas sobre seu estado e sobre os trabalhos médicos realizados com os feridos

  David Eubank. (Foto: Free Burma Rangers)

O missionário David Eubank, fundador do Free Burma Rangers, está na Síria ajudando feridos dos ataques feitos pela Turquia contra as trocas curdas.

Prestando apoio médico, Eubank quase foi morto durante um ataque enquanto salvava os feridos. A informação foi dada por ele através de suas redes sociais.
“Eu quase fui morto. Um cara ao meu lado foi morto”, revelou ele. “Estou aqui com minha família, na verdade Sahale (filha) está gravando agora. Quero agradecer por orar por nós, porque os poderes das trevas aqui são grandes. E não podemos lutar contra eles”, continuou o missionário.
Ele chama de “potências humanas das trevas” o exército turco que conta com o apoio da Rússia e também os grupos sírios, iranianos e o Estado Islâmico que continua na região.
“Mas agradeço a Jesus que Ele nos trouxe aqui”.

On Nov. 23 we were asked to help rescue people wounded and retrieve the bodies of those killed by Turkish strikes in NE . Here’s part one:
 por Redação Gospel Prime
 

10 razões para orar pela Síria



Os cristãos precisam de esperança e de condições favoráveis para reerguer a nação

Os cristãos na Síria enfrentam muitas dificuldades para ficar no país e dar testemunho de Jesus
Os cristãos na Síria enfrentam muitas dificuldades para ficar no país e dar testemunho de Jesus
Desde 2011, a Síria é palco de uma guerra que já deslocou 22 milhões de pessoas, mais da metade da população. De acordo com a ONU, 5,6 milhões de sírios deixaram a nação e outros 6 milhões estão espalhados pelo país em fuga da violência. Os incidentes violentos e a falta de informações no caos da guerra civil colocaram a Síria na 11ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2019. A Portas Abertas convida a todos para orar pelo país.   
  1. Ore pelos estabelecimentos dos Centros de Esperança em toda a Síria. Nesses locais, muitos cristãos encontram comida e ajuda financeira para pagar o aluguel. Que os Centros de Esperança sempre tenham recursos para suprir as necessidades físicas, emocionais e espirituais das pessoas.
  2. O desemprego é grande no país. Muitos jovens têm desanimado e desejado morar em outras nações por esse motivo. Como resposta, a Portas Abertas implantou projetos de geração de renda, para que as famílias consigam suprir as próprias necessidades. Peça que Deus abençoe esses negócios e amplie os empregos na Síria.
  3. O inverno no país é rigoroso, e nos acampamentos de deslocados internos as temperaturas podem ser piores. Muitas crianças morrem nesses períodos. Interceda para que as temperaturas sejam amenas e que a ajuda chegue aos necessitados.
  4. Peça que Deus dê força para a equipe local da Portas Abertas na Síria, pois enfrenta muitas pressões. Interceda também por sabedoria para empregar bem os recursos que têm em mãos. Agradeça pelo trabalho que eles têm feito até agora.
  5. Louve a Deus pelo treinamento de líderes de louvor da nação. A partir da iniciativa, as igrejas estão montando escalas de adoração e oração quase constantes. Os cristãos têm grande expectativa que isso possa mudar a situação do país.
  6. Interceda pela vida do pastor George Moushi, da igreja de Qamishli. Ele foi detido pela polícia porque estava construindo uma igreja, mas apenas soube do motivo depois de passar horas preso sem nenhuma justificativa. Ore para que Deus continue com ele e com a igreja e que o nome de Cristo seja glorificado na situação.
  7. Clame pela vida dos cristãos na Síria, para que eles entendam o propósito de Deus em ficar no país. "Ore para que o cristianismo na Síria não perca sua identidade, que os cristãos não deixem o país nem desistam, mas fiquem e lutem em oração", pede o pastor curdo Nirad.
  8. Interceda pelas mulheres, para que Deus console o coração delas e dê alegria mesmo na adversidade. As mais jovens estão sem perspectivas de casar e ter uma família. Já as mais velhas se sentem sobrecarregadas e deprimidas com as perdas de parentes e a destruição do país.
  9. Há muitos idosos no país sem casa, cuidadores ou assistência médica. Ore para que os governantes ofereçam mais ajuda aos que estão solitários e têm muito pouco.
  10. A Síria precisa de uma melhoria milagrosa na economia. A moeda no país está desvalorizada, os preços dos produtos estão muito altos e a renda é baixa. Interceda para que Deus intervenha na situação e que os sírios tenham a chance de viver com dignidade - por Portas Abertas

Com menos pessoas indo à igreja, cai o número de doações para caridade


Estudo mostra a relação da religião com a caridade e como a perda de fiéis tem impactado as instituições.

   Jovem com moedas nas mãos. (Foto: Annie Spratt / Unsplash)

Um estudo realizado em conjunto pela Lilly Family School of Philanthropy da Universidade de Indiana e pelo Vanguard Charitable Philanthropic Impact Fund mostra como a recessão econômica impactou nas doações para caridade.

Segundo a pesquisa, divulgada pela CBN News, entre os anos 2000 e 2016 o número de adultos que regularmente doam para caridade caiu de 66% para 53%.
A equipe de pesquisa examinou os dados do Philanthropy Panel Study, um conjunto de dados do Panel Study of Income Dynamics da Universidade de Michigan, que acompanhava as mesmas doações de caridade de 9.000 famílias a cada dois anos.
Dar à caridade é uma crença central para muitas das principais religiões do mundo. Os pesquisadores da Universidade Baylor, em um estudo, descobriram que pessoas muito religiosas de qualquer fé têm maior probabilidade de doar para caridade.
Os pesquisadores acreditam que um fator que reduz esses números é a frequência à igreja. Estudos mostram que há menos pessoas religiosas nos EUA à medida que o número de ateus e agnósticos está aumentando.
Os grupos religiosos tradicionalmente recebem a maior parte dos dólares de caridade dos americanos. Mas isso também caiu.
O relatório anual da Giving USA sobre filantropia mostra que, embora os grupos religiosos ainda recebessem a maior parte do dinheiro de caridade em 2018 com 29% do total de doações, marcou o primeiro ano em que a doação à religião caiu abaixo de 30% do total de doações.
Os autores do estudo dizem que os jovens estão dando menos devido ao “infortúnio de entrar na força de trabalho durante a pior crise econômica desde a Grande Depressão”.
Como a CBN News relatou, os Millennials têm deixado as igrejas em números alarmantes. Um estudo mostra que 59% dos millennials criados na igreja já foram embora.
“A participação nos serviços está relacionada à doação a organizações religiosas, mas também à doação a grupos seculares”, disse a coautora do relatório Una Osili, reitora associada de pesquisa e programas internacionais da Lilly School.
por Redação Gospel Prime

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Governo da Uganda fecha 12 mil igrejas e ONGs religiosas


Padre ministro diz que nova política visa impedir exploração da fé.



No mês de novembro 12 mil igrejas e organização não-governamentais (ONGs) religiosas foram fechadas pelo governo da Uganda após o fim do prazo de um programa de treinamento para se ter um registro formal para atuar no país.


As instituições consideradas “inativas” ou “não autorizadas” foram fechadas justamente no momento em que o Born Again Christians in Uganda, entidade que reúne algumas igrejas cristãs, tenta reverter essa obrigação do governo de treinar os pastores.
Cerca de 84% do país é cristão , com a maioria católica romana ou anglicana. As igrejas evangélicas e pentecostais têm mais dificuldade de se registrar porque não têm estrutura denominacional ou são menores.
Em Uganda, o governo exige que as igrejas se registrem, primeiro como empresas no Departamento de Registro de Serviços de Uganda (USRB) e depois no Conselho de ONGs do governo.
Obiga Kania, ministro de Assuntos Internos de Uganda, disse à imprensa em uma entrevista coletiva em 13 de novembro que todas as ONGs que não aparecem no registro validado devem parar de funcionar imediatamente.
Das 14.027 ONGs registradas no Uganda, Kania disse que apenas 2.119 foram validadas e emitiram permissões. Kania também disse que apenas 27% das organizações tinham licenças válidas antes da nova validação.
Kania pediu à polícia, à gerência de hotéis e à Autoridade de Inteligência Financeira para garantir que as organizações não validadas não realizem negócios em nenhum lugar do país.
Muitas igrejas continuaram hospedando oração e adoração, sem saber o seu destino, segundo informações do Religion Unplugged.
Anteriormente, as igrejas eram obrigadas a se registrar apenas uma vez, no URSB. Há confusão sobre a necessidade ou legalidade das igrejas se registrando como ONGs também.
David Kiganda, do Christianity Focus Center, disse que as igrejas não devem se registrar como ONGs.
“Isso poderia explicar por que muitas das igrejas, incluindo aquelas que haviam se registrado anteriormente sob a Lei das ONGs, não foram ao exercício de validação”, disse ele.
Os líderes da Igreja se opuseram ao requisito, argumentando que ele viola sua liberdade religiosa de adorar.
“Nosso governo diz que nos deu a liberdade de adorar, mas agora está violando”, disse Solomon Male, do grupo evangélico, Comitê Nacional de Cultos e Falsos Ensinamentos em Uganda. “Você não pode licenciar crenças de pessoas. É como pedir às pessoas que plantam árvores que se registrem. Nosso mandato vem de Deus, não do homem”.
O artigo 29 da constituição de Uganda garante a liberdade de praticar qualquer religião e o direito de pertencer e participar das práticas de qualquer órgão ou organização religiosa de maneira consistente com o restante da constituição.
O governo é especialmente cauteloso com relação ao potencial de corrupção nas igrejas que recebem apoio financeiro de países estrangeiros para financiar o trabalho de caridade entre órfãos, viúvas e crianças de rua.
A pessoa que registra a ONG precisa de uma carta escrita pelo conselho local, um presidente de sua aldeia e selos de outros líderes do governo local – um processo caro. A maioria desses escritórios exige suborno para escrever e carimbar a carta.
O site Religion Unplugged cita também o pagamento de cerca de 10 dólares pelo registro da organização e outros burocracias que dificultam o procedimento.
Lei contra igrejas evangélicas
O governo diz que a Política Nacional de Organizações Religiosas e Religiosas (R & FBOs) visa reforçar a transparência e a responsabilidade financeira em instituições religiosas.
A nova política está sob controle do ministro de ética de Uganda, o padre Simon Lokodo, que já afirmou que o objetivo de sua política é impedir os líderes religiosos que estão explorando suas congregações.
A maioria dos líderes evangélicos do país rejeitou fortemente a política, alegando que ela viola seus direitos e liberdades de praticar sua fé e pertencer a qualquer seita religiosa, reconhecida ou não pelo governo.
por Redação Gospel Prime

Maioria dos americanos vê a liberdade religiosa como direito fundamental


Eles falam sobre a forma como o Estado interfere na religião e como a crença influencia no trabalho

 Hinários e Bíblias nos bancos da igreja. (Foto: Kyler Nixon / Unsplash)

A grande maioria dos norte-americanos apoia a liberdade religiosa como um direito humano básico, segundo um estudo recente divulgado pela Becket Law intitulado de “Índice de Liberdade Religiosa”.
O estudo releva vários temas que atravessam corredores políticos e brechas entre gerações e experiências educacionais nos Estados Unidos.
E, de forma abrangente, a pesquisa mostra que mesmo depois de décadas de liberdade religiosa, enfrentando inclusive as guerras culturais, os americanos aceitam e apoiam uma ampla interpretação sobre o tema.
Para 87% dos entrevistados, o governo não deve interferir na prática da religião, o que pode incluir uma rejeição a influência do Estado na religiosidade.
O estudo revela que uma pontuação de 81% apoiava o direito de praticar crenças religiosas, mesmo que não sejam práticas aceitas.
Os americanos não se sentem à vontade com a ideia de o governo penalizar grupos e indivíduos por viverem suas crenças religiosas.
Isso inclui usar certas roupas para trabalhar ou não trabalhar em dias específicos por conta dos princípios da religião.
Para 89% dos entrevistados, o indivíduo tem o direito de escolher uma religião; e para 76% as pessoas devem ser livres para decidir participar ou não de eventos no trabalho que violem suas crenças religiosas.
Em relação ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, 74% dos norte-americanos disseram que indivíduos e grupos não devem sofrer discriminação ou multas do governo por suas crenças em relação a este assunto.
por Redação Gospel Prime

Abuso sexual e agressão física também são motivos para divórcio, diz teólogo


Wayne Grudem é professor de Bíblia e cofundador do Conselho sobre Masculinidade e Feminilidade Bíblicas.,

  Casamento (Foto: Reprodução/Pexels)

O teólogo e professor de Bíblia, Wayne Grudem, declarou que o entendimento sobre os motivos que a Palavra de Deus permite o divórcio não é apenas infidelidade e abandono, mas também abuso sexual e agressão.

Em entrevista ao Christianity Today, o teólogo norte-americano disse que novas pesquisas teológicas revelaram a ele que a Bíblia não é tão rígida em divórcio quanto ele passou anos alegando ser.
A mudança de opinião de Grudem parece ser devida, pelo menos parcialmente, às experiências de abuso que ele e sua esposa, Margaret, ouviram.
“Minha esposa Margaret e eu tomamos conhecimento de alguns exemplos comoventes de coisas como humilhação e degradação sexual severa que continuaram por décadas e outro caso de agressão física que durou décadas”, explicou o teólogo.”Em todas essas situações, o cônjuge abusado ficou em silêncio, acreditando que o dever de um cristão era preservar o casamento, a menos que houvesse adultério ou deserção, o que não havia acontecido”.
Grudem falou sobre sua mudança de pensamento na semana passada, no discurso chamado “Motivos para o divórcio: por que agora acredito que existem mais de dois”, na reunião anual da Sociedade Evangélica Teológica.
Sua nova crença depende de sua interpretação renovada de 1 Coríntios 7.15 , que diz: “Mas se o marido ou a esposa que não é crente insistir em partir, deixe-os ir. Nesses casos, o marido ou a esposa crente não está mais ligado ao outro, pois Deus chamou você para viver em paz”.
Grudem explicou que, na maioria dos comentários, “nesses casos” se refere a infidelidade ou deserção. Mas, depois de estudar 52 outros usos da frase de três palavras na literatura grega antiga, ele concluiu que o escritor raramente pretende “nesses casos” se referir aos casos já mencionados. Em vez disso, pretende se referir a situações semelhantes às já abordadas.
“Esses exemplos me levaram a concluir que, em 1 Coríntios 7.15, a frase ‘nesses casos’ deve ser entendida como incluindo todos os casos que destroem um casamento da mesma forma”, disse ele, concluir que o divórcio é aceitável se houver abuso.
Grudem agora se junta a uma pequena maioria de pastores evangélicos – apenas 55% – que acreditam que o divórcio é o melhor curso de ação para quem enfrenta abuso doméstico, embora ele tenha argumentado que a reconciliação, se possível, é o resultado mais desejável.
por Redação Gospel Prime

12 razões para orar por Burkina Faso



Cristãos enfrentam perseguição acirrada de extremistas islâmicos

Cristãos foram expulsos das vilas e contam com a ajuda de igrejas de outras regiões
Cristãos foram expulsos das vilas e contam com a ajuda de igrejas de outras regiões
Em 2019, a ação de grupos extremistas islâmicos em Burkina Faso se intensificou. Além do sequestro e do assassinato de líderes cristãos, os membros das igrejas foram forçados a abandonar os vilarejos em que viviam. As escolas foram interditadas e as igrejas receberam ameaças para interromper os trabalhos nas comunidades. A Portas Abertas tem acompanhado de perto a situação dos cristãos no país e convida a igreja brasileira para orar pelos irmãos e irmãs que enfrentam a acirrada perseguição no país.
Confira os motivos de oração pela nação que enfrenta ataques de extremistas islâmicos:
1 - Agradeça ao Senhor por providenciar meios para a Portas Abertas visitar Burkina Faso e ajudar os crentes, por ter protegido a equipe e por ter ministrado encorajamento a todos os envolvidos. Peça que ele continue a prover segurança e sabedoria em todos os processos de auxílio aos necessitados.
2 - Ore para que Deus conforte e dê graça a todos que perderam pessoas amadas nos ataques a cristãos que estão acontecendo no país. Que eles coloquem toda as suas dores e revoltas diante do pai, sabendo que ele tem lutado por eles.
3 - Clame para que o Senhor fortaleça com sua graça os irmãos e  irmãs, para que mantenham a fé mesmo em meio à hostilidade e não caiam na tentação de revidar os ataques sofridos.
5 - Muitos burkinabes, incluindo cristãos, estão traumatizados pela insegurança e pelos deslocamentos forçados. Peça a Deus que leve cura e conforto a eles.
6 - As ideologias extremistas têm destruído muitas vidas. Ore para que o Senhor use essas circunstâncias para a glória dele e atraia muitos até ele. Que os agressores conheçam a Cristo e sejam salvos.
7 - Agradeça ao pai por dar esperança aos líderes das igrejas, mesmo em meio à crise. Interceda para que eles consigam transmitir essa confiança para os membros de suas igrejas, e os ajudem a crescer firmados em Cristo.
8 - Louve ao Senhor porque ele tem suprido as necessidades dos cristãos através das igrejas. Peça que exista união entre elas e tenham a provisão de Deus em tudo para servirem os deslocados.  
9 - Agradeça pelo exemplo de altruísmo que os pastores e cristãos deram ao abrir suas casas para as pessoas que precisavam de refúgio. Peça que Deus continue a prover tudo o que eles necessitarem.
 
10 - Ore pelas ONGs que trabalham nas áreas afetadas e oferecem alívio às pessoas deslocadas. Para que Deus proveja recursos e sabedoria na realização de cada projeto.
11 - Clame para que os governantes recebam sabedoria, autoridade, e estratégias para restabelecer a paz e a ordem nas áreas afetadas. E interceda por todas as forças internacionais que têm ajudado na luta contra o extremismo na região. Para que elas estejam aptas a promover a estabilidade e prevenir a propagação da violência pelos países vizinhos.
12 - Ore pela proteção de Deus sobre as crianças que estão expostas aos traumas e foram forçadas a deixar suas escolas. Peça para que ele ajude as igrejas a encontrarem maneiras de assistir os pequenos cristãos com educação e valores bíblicos, e que a raiva e as ideologias radicais não prosperem na vida deles.  
por Portas Abertas

Perseguição contra cristãos aumenta no Sul e Leste Asiáticos


Relatório mostra diminuição da perseguição no Oriente Médio com a queda do Estado Islâmico.

Igreja Perseguida
Igreja perseguida (Foto:Reprodução/Facebook)

Segundo um novo relatório da organização católica Ajuda à Igreja que Sofre (AED), a perseguição aos cristãos piorou no Sul e no Leste Asiático.

O estudo intitulado de “Perseguidos e esquecidos” foi publicado nesta terça-feira (26) apontando que a perseguição diminuiu “consideravelmente” na Síria e no Iraque nos últimos dois anos.
De acordo com este documento, os cristãos que vivem no Sul e Leste Asiático enfrentam três tipos de ameças: “extremismo muçulmano, nacionalismo agressivo e regimes autoritários”.
O diretor da AED, Benoît de Blanpré, citou o assassinato de 22 fiéis nas Filipinas em janeiro deste ano como exemplo da perseguição vivida na região. Três igrejas e hotéis foram alvos de terroristas islâmicos durante o domingo de Páscoa.
Blanpré também Também denunciou o “ultranacionalismo hindu na Índia”, que entre junho de 2017 a junho de 2019 – período do estudo – provocou “mais de 1.000 ataques” contra cristãos.
A Coreia do Norte também é citada no documento e aparece como “o lugar mais perigoso do mundo para se viver uma vida cristã”. O relatório menciona o caso de “100.000 cristãos birmaneses deslocados”.
As informações divulgadas pela agência AFP, também falam sobre a melhoria no Oriente Médio observando que os casos de perseguição diminuíram nos últimos dois anos com a derrota do Estado Islâmico. Sinais significativos de melhoria” também são observados no Egito.
Ainda assim, o documento diz que “a emigração contínua, crises de segurança, pobreza extrema e lenta recuperação fazem com que seja muito tarde para algumas comunidades cristãs no Oriente Médio se recuperarem”.
Sobre a África, o documento da AED diz que muitos países são atormentados pela violência terrorista alimentada por grupos jihadistas, banditismo e conflitos interétnicos”, os países mais afetados são Burkina Faso, Níger, Nigéria e República Centro-Africana.
por Redação Gospel Prime

5 razões para orar pelos Emirados Árabes Unidos


Cristãos no país enfrentam a perseguição velada e a proibição de compartilhar a fé

Apesar de aceitar outras religiões, cristãos no país estão proibidos de falar de Cristo para outros
Apesar de aceitar outras religiões, cristãos no país estão proibidos de falar de Cristo para outros
Nem só de luxo e ostentação vivem os Emirados Árabes Unidos. A federação de sete monarquias, compostas por  Abu Dhabi, Dubai, Xarja, Ajmã, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujeira, ocupa o 45º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2019. Apesar dos estrangeiros terem direitos de frequentar uma igreja cristã, registrada pelo governo, o evangelismo é proibido e a conversão de muçulmanos a Cristo também. Hoje faz 49 anos que os principados se tornaram independentes e apesar de serem um exemplo de economia desenvolvida, com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), os Emirados Árabes Unidos deixam a desejar quando o assunto é liberdades de religião, imprensa, reunião, associação e expressão.  
Confira 5 motivos para orar pelos Emirados Árabes
  • Ore pelo fortalecimento dos cristãos na nação. Que, apesar da proibição governamental, eles tenham ousadia para compartilhar Cristo com todos ao redor, e como consequência exista um movimento de crescimento das igrejas.
  • Peça pelos cristãos ex-muçulmanos, para que eles consigam enfrentar a forte pressão da sociedade e dos familiares. Muitos perdem a herança, o direito de paternidade, o emprego, ou são forçados a casar com muçulmanos.
  • Ore pelos cristãos que trabalham no país, muito da violência que enfrentam em nome da fé nem é considerada pelas autoridades. Por isso, não é contabilizada. Há relatos de alguns que são forçados a trabalhar de graça, e sofrem com péssimas condições de trabalho.
  • Os dois principais provedores de internet nos sete emirados são do governo. Como o país é oficialmente islâmico, há bloqueios de sites que falem “contra” a religião, inclusive de páginas que tratam de assuntos relacionados ao judaísmo, cristianismo, ateísmo e testemunho de ex-muçulmanos convertidos a Jesus. Interceda para que Deus abra as portas para que os interessados em conhecer mais a Cristo tenham acesso às informações, mesmo através da internet.
  • Ore para que os governantes árabes tenham sabedoria e tolerância com os cristãos. Para que exista mais facilidade em abrir uma igreja e que a designação jurídica seja clara. Muitos grupos têm encontrado dificuldades em desempenhar algumas funções administrativas relacionadas a bancos ou contratos de arrendamentos.
  • por Portas Abertas

Judeus de vários países vão até Hebrom celebrar a vida de Sara



Cidade tem maioria de palestinos e guarda um dos santuários disputados pelas duas religiões que é o local onde Abraão está enterrado

  Caverna dos Patriarcas em Hebrom. (Foto: Micah Danney)

Nos dias 22 e 23 de novembro cerca de 30 mil judeus israelenses, americanos, britânicos e franceses lotaram Hebrom e a cidade vizinha de Kiryat Arba para comemorar a leitura da Torá de ‘Chayei Sarah’, que detalha como Abraão, o Patriarca, comprou uma caverna dupla para enterrar sua esposa Sara (Gênesis 23).

A Caverna dos Patriarcas é chamada Ma’arat ha-Machpela na Bíblia Hebraica ou [Macpela na versão em Português]. Para os muçulmanos, que reverenciam Abraão como profeta e pai de Ismael, é al-Masjid al-Ibrahimi (a Mesquita de Abraão). O complexo compartilhado é uma fonte de tensões políticas e religiosas, tornando este feriado um cruzamento entre um farbrengen hassídico (Woodstock), ação de graças e uma operação em larga escala das forças de defesa e da polícia de Israel.
Os turistas que chegaram para a celebração não tiveram onde se hospedar, uma vez que a cidade não possui hotéis e, com mais de 200 mil habitantes, apenas 800 são israelenses, sendo a maior cidade palestina da Cisjordânia.
As milhares de pessoas tiveram que acampar em tendas armadas no chão de quintais de casas particulares e instituições públicas. Refeições gratuitas foram fornecidas por vários doadores anônimos que fizeram questão de participar do momento.
Segundo o Religion Unplugged, entidades como o Fundo Hebrom, Chabad Hebrom, Mulheres de Verde e várias outras ONGs – ofereceram aos turistas passeios a pé e palestras em inglês e hebraico.
“Hebrom é para amantes”, disse Yishai Fleisher, porta-voz do Fundo Hebrom, referindo-se ao romance entre Abraão e Sara, e à decisão de Abraão de enterrar sua amada esposa no local. Segundo a tradição antiga, marca a entrada selada no Jardim do Éden. Fleisher disse que o Ma’arat ha-Machpela apresenta “o mistério de Stonehenge, a beleza do Taj Mahal e [tem] um valor para a humanidade que é inigualável”.
por Redação Gospel Prime


quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Minorias religiosas temem novo presidente do Sri Lanka: “Implacável”


Gotabhaya Rajapaksa foi eleito com apoio dos budistas nacionalistas e isso assusta as minorias religiosas do país

   Gotabhaya Rajapaksa (Foto: AP)

No dia 17 de novembro Gotabhaya Rajapaksa foi eleito como o novo presidente do Sri Lanka. Enquanto milhares de cingaleses majoritários festejaram a eleição, as minorias religiosas que votaram contra ele ficaram apreensivas.

Rajapaksa é budista e se inclina fortemente para sua retórica de campanha nacionalista, a mesma usada para perseguir minorias religiosas naquele país.
Em seu discurso de posse, o novo presidente declarou que esperava que os tâmeis e os muçulmanos também voltassem nele.
“Mas minhas expectativas não foram atendidas. No entanto, como seu novo presidente, solicito novamente que você se junte a mim para o desenvolvimento futuro deste país”.
Os comentários de Rajapaksa aumentaram ainda mais os temores entre a minoria tâmil e muçulmana da ilha, que já estão sobrecarregados pela apreensão de um retorno aos ataques anti-minoritários por extremistas budistas.
“Achei assustadoras as observações de abertura do nosso novo presidente”, diz MZA Ahmed, assistente social na província de maioria muçulmana no leste do Sri Lanka, que não queria dar seu nome completo por medo de represálias.
“As comunidades minoritárias no leste – muçulmanos, tamil e cristão – votaram contra o retorno dos Rajapaksas. Agora nos perguntamos, seremos punidos por isso?”, questionou.
“Uma das principais razões pelas quais os muçulmanos evitaram votar em Rajapaksa é por causa dos extremistas reunidos ao seu redor”, diz Hilmy Ahamed, vice-presidente do Conselho Muçulmano do Sri Lanka.
“Todos os racistas do país estavam com ele, então eles temiam que, se eleitos, os racistas tivessem controle total sobre o próximo governo. Agora cabe ao presidente Rajapaksa alcançar as minorias e trabalhar em direção a um Sri Lanka mais unido”, diz ele.
Uma dona de casa que perdeu o marido durante a guerra teme o que pode acontecer. “Espero que não seja um retorno ao passado”, diz Anula, 42 anos.
“Conhecemos Gotabhaya como um homem implacável e implacável, cercado por extremistas budistas que espalharam ódio e assassinato de comunidades minoritárias – tâmeis, cristãos e muçulmanos. Eu tenho muita certeza do nosso futuro”, completa segundo o site The Independent.
por Redação Gospel Prime

sobre “A obra da salvação”


  Mãos em oração. (Foto: Jenny Friedrichs / Pixabay)


A Lição desta semana discorre sobre dois dos assuntos mais importantes do Novo Testamento: arrependimento e fé. Nos próximos três tópicos buscaremos alcançar os seguintes objetivos propostos na Lição: I. Mostrar que o arrependimento, mediante a ação do Espírito é uma mudança essencial para receber a salvação de Deus; II. Explicar que a fé salvífica é um dom de Deus; III. Compreender que o arrependimento e a fé são as respostas do homem à salvação. Leia até o fim este subsídio e seja edificado em nome de Jesus.
I. ARREPENDIMENTO, UMA TRANSFORMAÇÃO DO ESPÍRITO
  • Definição Exegética
Segundo o Dicionário Vine (1), o termo arrependimento no texto grego é “metanoia” (meta – “depois”, implicando mudança” e noeõ – “perceber”, cognato de nous – “mente, o lugar da reflexão moral”). A palavra, quase sempre com significado teológico, fala de uma “reflexão tardia, mudança de mente, arrependimento”. O Dicionário de Teologia Bíblica (2) acrescenta que metanoia (ou a palavra cognata metaoeô) “expressam a completa reorientação da pessoa, embora um verbo que signifique ‘virar’ (epistrephô) também seja usado”.
  • Definição Teológica
Desse modo, podemos apresentar um bom conceito para arrependimento, que envolva tanto uma mudança de mente, quanto uma “virada” ou um “giro” de volta para Deus, nas palavras do teólogo pentecostal Myer Pearlman:
“Arrependimento é uma santa tristeza pelo pecado, seguida de abandono deste. É uma total reviravolta feita pela pessoa que descobriu estar andando pelo caminho errado. É um ato da vontade mediante o qual a pessoa, sob convicção, altera totalmente sua atitude para com Deus e com o pecado” (3)
  • No Antigo Testamento e no Novo Testamento
No Antigo Testamento, o chamado de Deus para o arrependimento está mais ligado às nações do que aos indivíduos, especialmente à nação de Israel, o povo eleito, o povo da aliança com Deus. Sobretudo os profetas foram levantados no meio do povo para chama-lo ao arrependimento, e ao retorno à Deus e à observância de sua Lei, dada por meio de Moisés. Todavia, em ambos os testamentos, vê-se que o arrependimento é demonstrado em contrição de espírito, lamento e pesar pelo erro cometido (Jl 2.12,13; Jr 3.13; Lc 7.37-50; 15.17-20; 18.13,14; 2Co 7.9-10; Tg 4.9-10), sendo seguido pelo perdão generoso de Deus e a alegria da restauração à comunhão com Deus (Sl 51.12; Is 12.1-3; Lc 15.22-24), com a renovação do compromisso de não permanecer naquele erro que ofendeu ao Senhor.
Este é o sacrifício que agrada a Deus, o sacrifício onde há arrependimento genuíno: “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus” (Sl 51.17).
O culto que agrada a Deus é aquele onde há arrependimento no coração e mudança de hábitos, onde as boas obras sejam manifestas como frutos deste arrependimento: “Busquem o bem, não o mal, para que tenham vida. Então o SENHOR, o Deus dos Exércitos, estará com vocês, conforme vocês afirmam… Afastem de mim o som das suas canções e a música das suas liras. Em vez disso, corra a retidão como um rio, a justiça como um ribeiro perene!” (Am 5.14,23,34; Conf. Mt 3.8: “Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento”, ou seja, “Dêem fruto que mostre o arrependimento!”, conforme versão NVI)
Embora hoje a pregação do arrependimento esteja tão ausente em muitos púlpitos evangélicos, visto que foi substituída por pregações pragmáticas, de autoajuda, e centralizadas no alívio momentâneo das aflições humanas em detrimento da bem-aventurança eterna, ou até por verdadeiros shows de Stand Up Comedy (humor gospel), permanece o fato de que o chamado ao arrependimento é a pregação urgente que Deus ordena-nos fazer ao mundo, tal como os profetas, Jesus e os apóstolos tanto fizeram: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (At 3.19; Mt 3.12).
Aos que são moralmente responsáveis diante de Deus, que recebem o chamado do Senhor e que podem responder conscientemente a este chamado, é ordenado, sem exceção, que se arrependam (At 17.30), sob pena de serem condenados em seus pecados caso não o façam (Lc 13.5).
  • O Espírito Santo no arrependimento do pecador
Pearlman pergunta: “De que maneira o Espírito Santo ajuda a pessoa a arrepender-se?”, e em seguida ele oferece uma resposta sucinta, mas satisfatória ao nosso estudo: “Ele a ajuda ao aplicar a Palavra de Deus à consciência, ao comover o coração e fortalecer o desejo de abandonar o pecado” (4).
Jesus disse que o Espírito Santo nos convenceria do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8), e seria ele quem daria testemunho de Cristo em nosso coração (Jo 16.13,14). A resistência ao Espírito Santo priva o pecador da salvação (At 7.51; Hb 3.7,8), devendo este dar consentimento em sua vontade para que a graça de Deus continue nele a operar levando-o a voltar para Deus com fé e arrependimento.
O novo nascimento, é uma operação do Espírito, por isso Jesus declara ao rabino Nicodemos: “Ninguém pode entrar no Reino de Deus, se não nascer da água e do Espírito” (Jo 3.5). A blasfêmia contra o Espírito Santo é um pecado tão grave que não há qualquer perdão para tal! (Mt 12-31,32). Visto que é o Espírito Santo quem leva o pecador ao arrependimento e quem ilumina sua mente para fazê-lo entender e aceitar o Evangelho de Jesus Cristo, tornam-se impossibilitados de receberem a dádiva da salvação aqueles que recusarem finalmente o seu chamado.
  ( Gospel Prime)
Casado, bacharel em teologia (Livre), evangelista da igreja Assembleia de Deus em Campina Grande-PB, administrador da página EBD Inteligente no Facebook e autor de quatro livros: A Mensagem da cruz: o amor que nos redimiu da ira (2016), Biblifique-se: formando uma geração da Palavra (2018), Reflexões contundentes sobre Escola Bíblica Dominical (versão e-book, 2019), e Poder, poder pentecostal: reafirmando nossa doutrina e experiência, à luz das Escrituras Sagradas (lançamento previsto para final de 2019).