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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Antes de tirar a própria vida, pastor pregou em funeral



Jarrid Wilson entrou para uma lista crescente de líderes cristãos que estão tirando a própria vida.

Jarrid Wilson. (Foto: Reprodução / Youtube)

Na tarde da última segunda-feira (9) o pastor Jarrid Wilson foi responsável por ministrar no funeral de uma mulher que havia se suicidado.
Pelo Twitter, o então responsável pelo ministério de saúde mental da Harvest Christian Fellowship em Riverside, Califórnia (EUA), comentou o que faria naquele dia: “Oficiar um funeral de uma mulher apaixonada por Jesus que tirou a própria vida hoje. Suas orações são muito apreciadas pela família”, escreveu ele por volta das 15h (horário local).
Na noite daquele mesmo dia, foi Wilson que resolveu acabar com a própria vida. Aos 30 anos, o pastor que enfrentava uma depressão não suportou a doença. Ele deixou esposa e dois filhos pequenos.
Jarrid Wilson tinha um grupo de apoio para pessoas com problemas emocionais e dava suporte para homens e mulheres, de todas as idades, que tinham pensamento suicidas. Na sua rede de amigos estão pessoas como o casal Kay e Rick Warren, pastores da Saddleback Church, que perderam um filho para o suicídio.
Kay comentou o tuíte do pastor e foi respondida por ele. “Rezando, Jarrid. Sua família devastada precisa de tanta ternura e compaixão agora. Grata por sua disposição de ser os braços de Jesus para eles”, escreveu a pastora.
Minutos depois Jarrid lhe respondeu: “Obrigado, Kay”. No dia seguinte, ao saber da morte de Jarrid, a pastora escreveu em seu Twitter que chorou muito.
“Estive chorando a manhã toda. Coração partido. Sinto muito pela perda de seu querido amigo @JonathanMerritt e para todos que amam @JarridWilson”, escreveu ela.
Jarrid Wilson entra para uma lista crescente de líderes cristãos que estão tirando a própria vida. Nos EUA nomes como Andrew Stoecklein e Jim Howard assustaram fiéis por essa decisão.
No Brasil também há casos de grande destaque, como o pastor Djalma Maranhão (Igreja Batista em Planaltina), pastor Júlio César Silva (ex-presidente da Assembleia de Deus Ministério Madureira em Araruama-RJ) e pastor Ricardo Moisés (Igreja Assembleia de Deus Cornélio Procópio – PR).

Suicídio: a intensidade de uma dor incompreendida


Experiências extremamente negativas e situações insuportáveis são as grandes causadoras da ideia de suicídio.

Suicídio. (Foto: Ian Espinosa /Unsplash)

É consenso entre os especialistas que o suicídio – longe do que diz o mito popular – é uma forma desesperada de se livrar da dor. Ou seja, a pessoa que pensa no suicídio, ela quer se livrar de uma dor intensa e incompreendida, que rouba a alegria e o prazer de viver.
Essa questão é muito importante para uma abordagem séria sobre o assunto. Fugindo dos achismos e dos devaneios de quem aborda a questão sem conhecimento de causa, os especialistas entendem que a perda do sentido da vida é um fator para o desejo pela morte.
Quando alguém pensa em dar fim a própria vida, já perdeu o sentido existencial, essa pessoa foi frustrada por traumas, agonias, estresse agudo ou depressão. Experiências extremamente negativas e situações insuportáveis são as grandes causadoras da ideia de suicídio.
Como escrevi recentemente, a crise e o desespero são os principais fatores que levam a decisão de tirar a própria vida. O descontentamento e a falta de perspectiva levam essas pessoas ao extremo.
Os acontecimentos são diversos, as motivações são variadas, mas a crise, seja ela qual for, é o estopim para que a busca pela morte passe a ser considerada como uma saída. Uma decisão desesperada em meio a agonia.
Problemas na família, crises financeiras, conjugais e sociais, dores crônicas, problemas de relacionamento, doenças psicossomáticas, tais como depressão, síndrome do pânico e ansiedade, são algumas das questões que levam a busca pela morte.
As pessoas que pensam nesta possibilidade, elas estão sendo oprimidas por sentimentos de dor, frustração, desamor, desamparo, desanimo, de forma que suas mentes não conseguem raciocinar, tornando a dor insuportável a ponto de a pessoa não ver outra saída.
Uma das questões que precisa ser avaliada sobre o tema, é que muitas vezes a publicidade do ato se torna um incentivo para que outras pessoas em situação extrema pensem em tirar a própria vida.
Se a imprensa continuar a noticiar essas tragédias, a fila aumenta, mais e mais pessoas pensarão nesta possibilidade. Não estou dizendo que o tema não deveria ser tratado.
A questão ainda é um tabu em nossa sociedade, o que me leva a crer que devemos tratar do tema de maneira responsável, apresentando soluções para quem enfrenta situações que possam levar ao pensamento suicida.
Para identificarmos quem tem tendência ao pensamento suicida, precisamos sobre as questões que podem ser um estopim para esses pensamentos. Devemos abordar em nossas reuniões a maneira saudável de lidarmos com a crise, o estresse, a ansiedade, a depressão, etc.
Se as principais causas para o suicídio são as doenças psicossomáticas, resultantes das crises enfrentadas mundo afora, então devemos tratar destes temas, abordar essas questões.
Nestes tempos maus, precisamos apresentar a esperança às pessoas, compartilhar a importância da fé e cuidar uns dos outros. Demos mostrar o amor de Deus e o propósito divino de nossa existência.
Cristão, advogado, esposo, escritor, discípulo e Presidente da Assembleia de Deus em Madureira.

Ansiedade: quando o medo do amanhã me sequestra o hoje



Ou a gente remonta a nossa própria percepção do futuro a partir da realidade vivida no presente, ou a gente viverá cada “hoje” nosso angustiado e frustrado.

Mulher com insônia. (Foto: Envato / amenic181)

O Brasil é o país da maior festa da humanidade – o carnaval. Tornou-se um patrimônio cultural do mundo. É o campeão da folia, mas também em transtorno de ansiedade. O Brasil sofre uma epidemia de ansiedade.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o País tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com o transtorno.
Tal País, no entanto, é o maior País cristão do mundo. Ainda assim temos índices altíssimos de violência, corrupção, fome, depressão e suicídio (33/dia).

O que é a ansiedade?

A ciência diz que é uma sensação ou sentimento (reações inerentes ao ser humano) decorrente da excessiva excitação do sistema nervoso central consequente à interpretação de uma situação de perigo. O perigo não adoece. O que adoece é a interpretação que o indivíduo faz de uma situação de perigo.
Para a psicologia, a ansiedade é um estado emocional de apreensão, uma expectativa de que algo ruim aconteça. Enquanto o medo tem um objeto definido, a ansiedade é uma emoção difusa, voltada para o futuro.

Outra definição é: uma preocupação intensa, excessiva e persistente e medo de situações cotidianas.
Para o meu pastor e mentor, Neil Barreto, o ansioso é vítima de um sequestro existencial.  Para ele, a ansiedade é o desejo de controle e antecipação do futuro unida ao medo de tal controle e antecipação do futuro não acontecerem.

Então, qual é o problema da ansiedade?

É que nós já sabemos inconscientemente que esta possibilidade, de antecipar e controlar o futuro, é uma falácia. Não podemos lidar com os “amanhãs”. Tudo o que temos é o “agora”.
Na prática, a ansiedade é um sentimento que, de qualquer forma, frustrará quem o possui. Quem foi sequestrado pela ansiedade não poderá viver uma vida plena. Ou a gente remonta a nossa própria percepção do futuro a partir da realidade vivida no presente, ou a gente viverá cada “hoje” nosso angustiado e frustrado.
Eu também diria que a ansiedade é um tipo de incredulidade, uma negação da soberania de Deus. O cristão deveria sempre abandonar tais sentimentos e sensações de forma livre e consciente, pois as promessas do evangelho nos apontam para um futuro de glorificação e alegria eterna.
Três caminhos para a liberdade da prisão que é a ansiedade:
  • Troque a ansiedade pela comunhão com Deus (Filipenses 4.6-9);
  • Pregue a si mesmo o evangelho. Diga ao próprio coração que o seu socorro vem do Senhor (Salmos 121);
  • Mude hábitos, reconheça limitações e separe um tempo nutrir seus relacionamentos.
Casado com Ana Talita, seminarista e colunista no site Gospel Prime. É pregador do evangelho, palestrante para família e casais, compositor, escritor, músico, serve no ministério dos adolescentes e dos homens da Betânia Igreja Batista (Sulacap - RJ) e no ministério paraeclesiástico chamado Entre Jovens. Em 2016, publicou um livro intitulado “Aos maridos: princípios do casamento para quem deseja ouvir”.

Autoridades de Berlim querem impedir Igreja Universal de comprar prédio histórico


Subprefeito critica a denominação pela forma como arrecada dinheiro dos fiéis

Igreja Universal em Berlim. (Foto: DW / Deutsche Welle)

A sede da Igreja Universal do Reino de Deus na Alemanha está localizada na Nova Igreja Nazareth, no distrito de Mitte, em Berlim, local alugado desde 2016 e que agora a igreja tenta comprar o templo, tendo autoridades locais como um grande impedimento.
A antiga igreja luterana é tombada como patrimônio histórico da cidade, um prédio de 78 metros de altura localizado na praça Leopold. A estrutura neogótica foi construída no século XIX.
O dono do imóvel é a Comunidade de Deus da Alemanha que já deu seu aval para à denominação brasileira, mas o subprefeito do Mitte, Stephan von Dassel, se colocou contra a venda.
“A presença da Universal não enriquece nosso distrito nem a região”, afirmou ele.
O político do Partido Verde entende que o histórico da Universal e seus métodos são incompatíveis com a região, acusando a igreja de arrecadar doações usando falsas promessas.
Para impedir a concretização da compra, as autoridades locais ameaçam entrar na Justiça.
A ideia é usar um contrato assinado em 1993 que prevê que a igreja só pode ser vendida com aval da prefeitura.
por Redação Gospel Prime

México: 209 anos de independência



Embora seja considerado um país de maioria cristã, os irmãos são efetivamente perseguidos por crerem em Cristo
O México ocupa a 39ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019 e o crime organizado é a principal fonte de perseguição contra cristãos no país
O México ocupa a 39ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019 e o crime organizado é a principal fonte de perseguição contra cristãos no país
México foi colonizado pelos espanhóis a partir do início do século 16. Os astecas, que habitavam o território mexicano, foram dominados e explorados pelos espanhóis, liderados por Hernán Cortéz. O território era chamado pelos espanhóis de Vice-Reino da Nova Espanha, e passou a ser chamado de México somente a partir de 1821.
Até 1810, ano da declaração da Independência do México, os espanhóis exploraram o território e as populações nativas. O povo mexicano seguia, inclusive, as leis da Espanha. O movimento pela independência do México teve início em 1810 e foi liderado, em seus primeiros momentos, por dois padres: Miguel Hidalgo e José Maria Morelos.
No dia 16 de setembro de 1810 foi declarada a Independência do México. Porém, ela não foi bem aceita pela Espanha, que buscou reprimir o movimento, dando início a uma guerra que durou 11 anos. Os colonos mexicanos venceram a guerra, conquistando efetivamente a independência. 
Religiosamente, o cristianismo chegou ao México durante a conquista espanhola dos nativos astecas. Cerca de 91% da população cristã do México é católica. O país tem uma das maiores populações católico-romanas do mundo. Nos últimos anos houve um declínio na população católica e um aumento no número de protestantes. 
Apesar dos números, o México ocupa a 39ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019, e os principais tipos de perseguição contra cristãos no país são a corrupção e crime organizado, o  antagonismo étnico e a intolerância secular. Você pode orar por nossos irmãos mexicanos neste dia?

Pedidos de oração
  • Clame pela proteção dos cristãos perseguidos, especialmente, nas áreas indígenas e rurais do México.
  • Peça pelos irmãos que têm o acesso a serviços sociais básicos negado. Ore por provisão e graça de Deus, sobretudo nas regiões de Chiapas, Hidalgo e Oaxaca.
  • Interceda pela paz nesta que é uma das nações mais violentas do mundo e pelo fim dos cartéis de drogas, que geralmente perseguem cristãos por se oporem ao seu trabalho ilegal.
  • por Portas Abertas

Universidade de Jerusalém promove congresso de arqueologia bíblica


Maiores especialistas da área ministrarão aulas online.

Rodrigo Silva. (Foto: Reprodução / Youtube)

A Universidade Hebraica de Jerusalém está promovendo, de 24 a 27 de outubro, o 3º Congresso Internacional de Arqueologia Bíblica, com aulas totalmente online.
Os participantes recebem certificado da universidade, que é considerada a melhor de Israel e está entre as 100 melhores do mundo.
Através de uma área exclusiva para membros, os inscritos podem conversar com os professores na comunidade do congresso, além de poder assistir as aulas quantas vezes quiser no período de 60 dias.
Com palestras traduzidas em português, inglês e espanhol, o participante acompanha os maiores especialistas ensinando sobre arqueologia.
São estudos ministrados por arqueólogos, pesquisadores, historiadores e biblistas de Israel, Estados Unidos, Inglaterra, Brasil e México.
Serviço:Congresso Internacional de Arqueologia Bíblica
Data: De 24 a 27 de outubro
Informações: bit.ly/congressodearqueologiabiblica
por Michael Caceres (Gospel Prime)


Professores de escola dominical na Colômbia recebem treinamento


Neste Dia Nacional da Escola Dominical, conheça as dificuldades enfrentadas por professores de crianças na Colômbia

Professores de escola dominical participam de treinamento oferecido pela Portas Abertas na Colômbia
Professores de escola dominical participam de treinamento oferecido pela Portas Abertas na Colômbia
Enquanto grupos armados ilegais enganosamente recrutam crianças, a Portas Abertas treina centenas de professores de escola dominical em diversas regiões da Colômbia. Esses professores são encorajados a trabalhar dentro e fora da igreja alcançando pessoas no país. Há muitas crianças que não podem ir à escola por razões econômicas e seu único local de aprendizado é a igreja. Em suas aulas da escola dominical, eles recebem ensinamentos bíblicos a cada domingo. 
Os professores buscam formas criativas de ensinar as Escrituras para ajudar as novas gerações a se apaixonarem pela palavra. Nos treinamentos para professores de crianças, a Portas Abertas prepara esses professores das boas novas com ferramentas excelentes.
Ultimamente, as guerrilhas têm reforçado a prática de recrutar crianças. Porém, uma nova estratégia foi adotada, ela não foca em pegar crianças à força, mas por meio de presentes e mentiras que gradualmente ganham os corações dos pequenos. As guerrilhas visitam as comunidades e oferecem armas como presentes para as crianças que se unirem a eles. 
Nas comunidades indígenas de Wounan Togoromá, no departamento de Chocó, as guerrilhas pegaram um menino de oito anos e o trouxeram de volta quatro anos depois. Agora, esse jovem de 12 anos é responsável por ensinar outras crianças na comunidade a como brincar com armas de brinquedo e gostar das guerrilhas. Ele ensina as crianças a como atirar em alvos e fazer armas de pedaços de madeira. Aqueles que fizerem as melhores apresentações serão recompensados, podendo passar horas com as guerrilhas e atirando com armas reais, relata Fredy, um missionário local.
Programas de treinamento
A igreja nessas áreas tem a liberdade de realizar seus encontros, mas é restrita sobre certos tópicos. Ela não pode falar contra a guerra e armas ou sobre o que Deus fala sobre atirar e matar alguém. É nesse ambiente que os professores da escola dominical procuram formas criativas para ensinar as Escrituras. Estas igrejas e professores têm recursos muito limitados para materiais educacionais específicos para crianças.
Em territórios como esse, a Portas Abertas chega com programas de treinamento feitos para líderes de igrejas que trabalham diretamente com as crianças das igrejas. O interesse e a presença têm superado todas as expectativas. Os programas oferecidos têm trazido pastores e líderes dispostos a viajar muitas horas de carro, a pé ou pelo rio, para aprenderem, já que não há outras oportunidades de receber tais treinamentos e materiais.
“Da minha casa até a estrada, eu ando duas horas, então, viajo de barco por mais três horas. Posso gastar mais tempo se levar crianças comigo. Mas faço um esforço porque é uma oportunidade que não posso perder”, disse Francisco Robledo, pastor de uma igreja na área rural de “Vigia del Fuerte”, no departamento de Chocó.
Além de ensinar, a Portas Abertas entrega um kit de escola dominical para cada igreja, que contém sete livros para professores, 14 livrinhos por criança, cola líquida, recortes de cartolina e papel colorido. Em apenas um ano, a Portas Abertas entregou 800 kits para escolas dominicais.
Pedidos de oração
  • Neste Dia Nacional da Escola Dominical, interceda em favor dos professores de escola dominical de todo o mundo.
  • Peça a Deus que lhes dê sabedoria e estratégia para ensinar a palavra, independente da faixa etária.
  • Ore para que cada vez aumente o número de igrejas que oferecem escolas dominicais.
  • por Portas Abertas

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Série contará histórias inspiradoras de pessoas que foram impactadas por Deus



Cineasta brasileiro trabalha em Los Angeles há quatro anos e busca apoio de empresas para projeto

Fabiano Caza. (Foto: Divulgação)

O cineasta cristão Fabiano Caza está com um projeto novo: a série “Make it Count” (Faça a Diferença) que mostrará histórias de pessoas influentes, inspiradoras e transformadoras que revelarão como Deus tem impactado suas vidas.

A ideia é mostrar o modo como Deus tem se manifestado ao mundo pela ótica do entrevistados de uma maneira leve e emocional.
“A missão desse projeto é comunicar esperança, amor e transformação, revelando a mensagem de Cristo de forma natural, criativa e o mais cativante possível. Nós entendemos que o modo como este programa de TV, internet e streaming foi desenvolvido é uma ferramenta ímpar de grande impacto social”, explica Caza.
A produção busca explorar diferentes ambientes, regiões, profissões, revelando a criatividade e a multiforme graça de Deus em histórias cativantes do seu amor e manifestação.
Além disso, a série traz a mediação feita pelo missionário Luca Martini, que faz o papel de apresentador e entrevistador, imprimindo aos vídeos uma marca particular de informalidade, aproximação e leveza. 
A série já tem três episódios gravados, todos eles filmados na Califórnia (EUA), eles trazem as histórias do missionário e Atleta de Cristo Jonas Letieri, o escalador Rogério Ramires e o próprio Fabiano Caza.
Para dar continuidade ao projeto, o cineasta tem visitado empresas e possíveis investidores, deixando aberta ainda cotas de participação para quem quiser entrar como financiador.
Seu plano é dividir a gravação dos próximos episódios entre Brasil e EUA, mostrando também a história de personagens brasileiros de diferentes regiões do país.
Em entrevista ao Gospel Prime, Caza revelou que tem como propósito de vida criar filmes e projetos televisivos que propaguem a fé, também fala sobre o “Make it Count” revelando alguns detalhes desta produção que será disponibilizada no Youtube.
Gospel Prime: Você tem atuado em vários projetos cinematográficos em Los Angeles. É a primeira vez que abordará a fé em um projeto?
Fabiano Caza: Tenho por mim que fé, cristianismo e ciências humanas são temas muito intrínsecos na construção da minha personalidade, valores e identidade, entretanto, involuntariamente estes assuntos acabam sendo impressos nos meus trabalhos. Agora, sem sombra de dúvida, este é um dos projetos mais expressivos que já desenvolvi no segmento cristão e tenho enorme expectativa do impacto que este projeto pode exercer. Aliás, este é um dos meus propósitos em vida, criar filmes e projetos televisivos que propaguem fé, amor e o evangelho!
Como surgiu a ideia de criar um projeto focado em mostrar como Deus tem se manifestado na sua vida e de outras pessoas influentes?
O conceito do projeto já estava no meu coração há alguns anos, sobre minha perspectiva pessoal o que Deus tem feito em minha vida é algo incrível. Nunca imaginei que um dia estaria em Los Angeles dirigindo programa de TV e criando projetos que manifestam o amor de Deus, então tudo isso é mais que um sonho e corroboram para o propósito maior na vida.  Quanto ao Make it Count é sobre o agir de Deus em nós e através de nós nos empoderando de recursos espirituais e humanos para transformar o ambiente ao nosso redor, por fim, sempre quis dar voz a este assunto enaltecendo a importância de sermos “indivíduos que fazem a diferença”.
A “oportunidade” de realização apareceu quando o Luca Martini, missionário e escritor foi tirar umas mini-férias aqui em Los Angeles, Califórnia. Não conhecia o Luca, estava fora do Brasil há quase 4 anos, Rica seu assessor é um grande amigo meu, me ligou perguntando se o Luca poderia ficar em casa e se eu poderia dar uma força pra ele gravando uns vídeos. Foi daí que descobri que o Luca é YouTuber. Após entregar meus últimos episódios do programa que eu dirigia aqui nos Estados Unidos Luca e eu saímos para gravar. Como já tinha em mente o que queria fazer e sabia do potencial do Luca o piloto saiu rápido dois dias entre roteiro e produção e dois dias de pós produção.
Quando eu e ele vimos o resultado pronto, ficou absurdamente espantoso. Incrível! O Luca não tinha muita noção do que estava por vir. Compartilhamos com amigos próximos e unanimemente o resultado foi impactante. Hoje em dia quando faço o pitching só projeto e mostro o filme as pessoas se espantam por não terem visto nada parecido no mercado cristão; então foi partir daí deste feeling que decidimos trabalhar o projeto de uma forma profissional seguindo com trajeto natural: apresentação, pitching e divulgação para emissoras, produtores executivos, empresas e empresários.
Como foi a escolha dos personagens que terão suas histórias reveladas nessa série?
Nós temos uma lista de personagens muito interessantes e estamos expandindo mais à medida que nos aprofundamos nas pesquisas, a ideia é termos uma gama de pessoas com histórias de vida relevantes, inspiradoras e de impacto social. Procuramos diferentes profissões, atividades sociais, lugares interessantes a fim de culminar cultura, identidade e história que são os pilares de sustento da série.
Quantos episódios terão a série? Ela será distribuída pelo Youtube?
Serão 12 episódios na primeira temporada, a Relayou Films está avaliando as melhores opções como canais de exibição, e por hora consideramos o YouTube pois o Luca tem cerca de 500 mil seguidores na rede, isso é muito relevante. O Make it Count é um projeto especial, foi desenvolvido com muita qualidade técnica, estética visual cinematográfica e narrativa inovadora, nós como realizadores do produto temos muita convicção que o produto vai marcar uma geração, propulsando a fé, o evangelho e o amor. 
O projeto está na fase de captação de recursos. Quem pode apoiar esta produção?
Neste fase atual, estamos convidando emissoras, streaming, marcas, igrejas, instituições e empresários a apoiar este trabalho. 
A causa do projeto é ímpar, dar voz às pessoas que têm sido instrumentos de fé, transformação e amor vivendo com propósito. Cremos que isso permitirá uma geração de jovens se identifiquem com a existência de um Deus vivo, e aos mais experientes, renovem suas convicções, sonhos e fé. O make it Count é sobre propósito, aliás, qual o seu!? Vamos fazer a diferença!?
Por Redação Gospel Prime

A mordomia das finanças


Subsídio para a Escola Bíblica Dominical da Lição 10 do trimestre sobre “Tempo, Bens e Talentos”.

Dinheiro e mudas de árvores. (Foto: Nattanan Kanchanaprat / Pixabay)

Tendo falado sobre a mordomia do trabalho, agora dedicaremos atenção especial à mordomia das finanças, isto é, como devemos cuidar dos ganhos de nosso trabalho.
“Se o dinheiro é meu, faço dele o que bem quiser”, dizem alguns mais exaltados. Todavia, à luz da Palavra de Deus hoje veremos que não é bem assim, visto que no quesito dinheiro há o Dono e há o mordomo.
Quem somos nós de fato nessa questão?

I. Tudo o que temos vem de Deus

1. Deus é dono de tudo

“Minha é a prata e meu é o ouro, diz o Senhor” – estas palavras registradas pelo profeta Ageu (Ag 2.8) nos dão prova de que toda riqueza existente no mundo pertence ao Senhor, que “fez os céus e a terra” (Gn 1.1; Sl 121.2b). É importante compreender isso, visto que nenhum de nós pode julgar-se “dono do próprio dinheiro”, no sentido de achar que pode administrá-lo como bem quiser, mesmo que contrariando princípios cristãos.
Desde a primeira Lição deste trimestre temos aprendido que somos mordomos, isto é, administradores ou cuidadores dos bens materiais, físicos e espirituais que pertencem a Deus, que tudo criou. E já vimos também que nós, os mordomos, deveremos prestar contas de tudo ao Dono, como está escrito: “Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mau” (Ec 12.14).
Assim, cabe aqui uma pergunta para nossa autoavaliação: como temos ganho e administrado nosso dinheiro?

2. O trato com o dinheiro

Há alguns erros terríveis que precisam serem corrigidos no trato com o dinheiro, dentre os quais destacamos dois: (1) venera-lo como se fosse um deus ou (2) usá-lo prodigamente sem nenhuma responsabilidade. Você pode pensar que somente pessoas descrentes cometem esses erros, mas lamentavelmente há muitos adoradores de Mamom por aí, entre os que se dizem cristãos, bem como há também “filhos pródigos” gastando levianamente todas as suas economias.
Algumas pessoas vivem uma ambição desenfreada por dinheiro, topando todo e qualquer “trabalho” para angariar mais e mais “grana”. Se transformaram em escravos de Mamom (termo grego para dinheiro – conf. Mt 6.24), e já não têm mais tempo para a família, para a igreja, para as devoções particulares e nem mesmo – veja só o absurdo – tempo e saúde para aproveitar o próprio dinheiro que ganha! Se os tais observassem bem, veriam que em cada nota de Real há uma pequena frase escrita: “Deus seja louvado!”. Esta frase deveria ser um lembrete para que Deus, o Senhor e Criador, seja sempre entronizado em nossas vidas, não o dinheiro de papel ou metal!
Quanto aos filhos pródigos (termo que significa “esbanjador, gastador, que distribui bens sem limites”), deveriam eles se lembrar que “a aparência deste mundo passa” (1Co 7.31), que o mal que sucede ao ímpio também sucede ao justo (Ec 9.2), e que, em razão das constantes adversidades da vida, deveriam eles tomarem o exemplo da formiga, que “armazena suas provisões no verão e na época da colheita ajunta o seu alimento” (Pv 6.8). O lema do pródigo é carpe diem, isto é, aproveite o dia, e assim nunca deixa para amanhã o que pode gastar hoje. Nessa onda, o pródigo dissipa todos os seus bens, amontoa dívidas impagáveis e coloca-se a si mesmo sob ameaças e aflições de espírito. Ao contrário disso, a mulher virtuosa é aquela que “sorri diante do futuro”, porque se precaveu em trabalhos e economias (Pv 31.25, ver contexto); e o homem de bem “deixa herança aos filhos de seus filhos” (Pv 13.22).
Mais uma pergunta para não perdermos o hábito de nos avaliarmos: estamos louvando a Deus com o nosso dinheiro, ou estamos louvando ao nosso dinheiro como um deus?

3. Cuidado com a falsa prosperidade

Ninguém discorda da importância do dinheiro para a manutenção de uma vida digna e sossegada; ninguém também usará de falsa modéstia para afirmar que não deseja uma vida financeira ao menos estabilizada e tranquila para toda sua família. Sim, o dinheiro é necessário para muitas coisas, embora não resolva tudo (por exemplo, salvar a um pecador da ira divina – Pv 11.4; Sf 1.18); e sim, todos queremos uma vida financeira estável, sem miséria ou mendicância (Pv 30.8).
Essa é a verdadeira prosperidade: desfrutar de uma vida tranquila e sossegada junto de nossa família (1Ts 4.11), tendo de Deus “o pão nosso de cada dia” (Mt 6.11), além de condições de poder repartir com os santos e socorrer os que vierem a ter necessidade (1Tm 6.18; Ef 4.28). Isso é ser abençoado!
Por outro lado, a falsa prosperidade é aquela advinda de lucros desonestos e de ganhos ilícitos (não raro fruto de crime e estelionato!). Há ainda a falsa prosperidade que, mesmo sendo fruto de trabalho legítimo e árduo, não é consagrada a Deus, senão aos “prazeres e deleites da carne” (Tg 4.3). Muitos, consciente ou inconscientemente, se aliançaram com satanás para receberem dele “todos os reinos do mundo e o seu esplendor” (Mt 4.8, NVI), e agora vivem esbanjando suas mansões, carros de luxo, joias preciosas, além vinhos caríssimos. Ignorantes da verdadeira riqueza que procede da benção de Deus, dizem para si mesmos: “estou prosperando!”, mas não sabem que diante de Deus são loucos! (Lc 12.16-20).
Ainda pior, há igrejas torcendo as Escrituras para promoverem a “Teologia da Prosperidade”, acostumando seus membros às ambições materiais e demonizando a pobreza, ao invés de instrui-los a viverem modestamente, confiando em Deus e não nas riquezas. Enquanto Jesus diz “não acumulem para vocês tesouros nessa terra” (não reprovando a riqueza em si, mas a ambição por ela), os teólogos da prosperidade dizem “acumulem sim tesouros nesta terra”; enquanto o apóstolo Paulo ensinou que devemos estar contentes “tendo o que comer e com que nos vestir” (1Tm 6.8), os vendilhões do templo ensinam “não se contente com esse seu carro popular, venha participar da fogueira santa de Israel, deposite a sua oferta e você receberá de Deus um carro importado”. A ganância que foi contundentemente reprovada por Cristo e pelos apóstolos (Lc 12.15; 1Tm 3.8; Tt 1.7,11; 1Pe 5.2; Jd 1.11) é hoje exaltada em muitos círculos pretensamente evangélicos!
Jamais nos esqueçamos do que nos ensinou o nosso Senhor: “Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade de seus bens” (Lc 12.15, NVI).
por Tiago Rosas ( Gospel Prime)

Jovens evangélicos são tão conservadores quanto os mais velhos, diz pesquisa



Eles priorizam questões como pobreza e meio ambiente, mas são conservadores em relação a casamento gay e aborto

Jovens com a Bíblia. (Photo by Hannah Busing on Unsplash

O cientista político da Universidade de Michigan, Jeremiah Castle, pesquisou se os jovens evangélicos estão se tornando mais liberais e a resposta é que eles são tão conservadores quanto os mais velhos, mas há algumas exceções.

Sobre a identificação ideológica e identificação por partidos políticos, os jovens evangélicos norte-americanos são tão conservadores quanto os mais velhos.
Mas quando se trata de casamento gay, imigração e bem-estar, os jovens de 18 a 29 anos se mostram mais liberais.
A pesquisa publicada na Temple University Press deste mês diz que 51% dos jovens evangélicos são contra o casamento gay, entre as pessoas com 75 anos ou mais o número de opositores sé de 73%.
Quando comparados com jovens de outras religiões, os evangélicos são 31% mais propensos a se oporem à união entre pessoas do mesmo sexo.
Outra diferença geracional é sobre a imigração, para um terço dos jovens evangélicos os imigrantes ilegais pioram o país, a mesma crença de 68% dos evangélicos com 65 anos ou mais.
Questionados sobre a ajuda que o governo dos Estados Unidos dá aos pobres, 54% dos jovens acreditam que essas ações sociais fazem mais mal do que bem, entre as pessoas de 30 a 64 anos, o número é de 62%.
“Em resumo, os resultados lançam sérias dúvidas sobre os relatos gerais de uma nova geração de jovens evangélicos liberais”, concluiu Castle, segundo informações do Christian Post.
O pesquisador que ouviu também a diferença entre os jovens e mais velhos sobre diplomacia ou uso da força militar. Nesse sentido, 39% dos jovens evangélicos assumiram a posição pró-militar, em comparação com 46% dos evangélicos com idades entre 30 e 49 anos e 53% dos evangélicos com 50 a 64 anos.
Em parte da pesquisa publicada, Castle entendeu que 15% dos jovens evangélicos são liberais e seguem líderes liberais como Tony Campolo, Shane Claiborne, Ron Sider e Jim Wallis.

Castle descobriu que, como esperado, jovens evangélicos liberais priorizam questões como pobreza e meio ambiente. Ele ficou surpreso ao descobrir, no entanto, que jovens evangélicos liberais ainda são um tanto conservadores em questões sociais, como aborto e casamento tradicional.
por Redação Gospel Prime

Igrejas distribuem 35 mil materiais escolares para alunos refugiados nos EUA


A cidade de Clarkston tornou-se um local popular para o reassentamento de refugiados desde o início dos anos 80

Materiais para alunos refugiados. (Foto: North American Mission Board)

No começo de agosto começaram as aulas do ano letivo 2019-2020 nos Estados Unidos e a Convenção Batista do Sul, por meio do programa chamado de “Back to School Party”, levantou doações para alunos refugiados que moram em Clarkston, no subúrbio de Atlanta.

Mais de 200 igrejas diferentes participaram dessa campanha e juntos conseguiram mais de 2.100 mochilas e mais de 35.000 materiais escolares que foram entregues às crianças dois dias do início das aulas.
Graças a uma doação de uma empresa de calçados, mais de 540 sapatos também foram distribuídos aos alunos do evento, enquanto um total de 1.500 Bíblias também foram distribuídas.
De acordo com o Send Relief o dia de entrega dos materiais foi uma verdadeira festa onde 91 pessoas receberam exames de saúde completos em uma clínica médica patrocinada pelo Asian Pacific American Council e 70 pessoas receberam óculos de leitura de prescrição médica. Até 35 pessoas receberam cortes de cabelo.
“Nós sempre queremos ser cuidadosos. Nós não queremos fomentar a dependência doentia e não queremos ser conhecidos por distribuir coisas grátis o tempo todo”, disse Trent DeLoach, gerente do Centro de Ministério Clarkston da Send Relief, em entrevista ao The Christian Post.
A cidade de Clarkston tornou-se um local popular para o reassentamento de refugiados desde o início dos anos 80, devido à sua proximidade ao transporte público e ao custo de vida mais barato. Embora muitos dos participantes do Back to School Party fossem de famílias refugiadas, nem todos eram refugiados, pois o evento era aberto a todas as famílias da comunidade.

A Send Relief é uma organização que visa fornecer recursos, treinamento, educação e eventos para ajudar as igrejas a se engajarem no trabalho de assistência para famílias carentes.
por Redação Gospel Prime