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quarta-feira, 12 de junho de 2019

Vaticano se posiciona sobre ideologia de gênero nas escolas: “Homem e mulher os criou”



Igreja propõe um esclarecimento antropológico para reconhecer que homens e mulheres são diferentes

Papa Francisco
Papa Francisco durante Audiência Geral. (Foto: Reprodução / Youtube)

No documento publicado pela Congregação para a Educação Católica, o Vaticano se pronunciou a respeito do ensino da ideologia de gênero nas escolas. O texto ganhou o título de “Homem e mulher os criou. Para uma via de diálogo sobre a questão ‘gender’ na educação”.

Nele, o Vaticano declara que estamos diante de uma emergência educativa sobre os temas de afetividade e sexualidade e mostra o posicionamento da Igreja Católica a respeito dessa ideologia que quer dizer que as diferenças biológicas e sociais entre homens e mulheres não existem.
“A desorientação antropológica que caracteriza difusamente o clima cultural de nosso tempo, certamente contribuiu para desestruturar a família, com a tendência de cancelar as diferenças entre o homem e a mulher, consideradas como simples efeitos de um condicionamento histórico-cultural”, diz trecho divulgado pelo ACI Digital.
O texto ainda dá um resumo sobre a ideologia de gênero e diz que ela “apresenta uma sociedade sem diferenças de sexo e esvazia o fundamento antropológico da família”. O Vaticano se mostra preocupado com os projetos educativos e as diretrizes legislativas que tentam impor essa ideologia.
Defendendo a condição particular da pessoa e condenando a discriminação por deficiência, origem, religião, tendências afetivas e etc, o documento entende que a ideologia é “um processo progressivo de desnaturalização ou distanciamento da natureza rumo a uma opção total para a decisão do sujeito emocional”.
“A antropologia cristã tem suas raízes na narração das origens tal como aparece no livro de Gênesis, onde está escrito que ‘Deus criou o homem à sua imagem […] homem e mulher os criou’. Nestas palavras, há o núcleo não só da criação, mas também da relação vivificante entre o homem e a mulher, que os coloca em íntima união com Deus”, diz trecho do documento.
por Redação Gospel Prime

Perseverança diante da dor


Sharda é uma senhora indiana que, mesmo diante da perseguição contra sua fé e seu filho, decidiu permanecer em Cristo

A Portas Abertas forneceu à Sharda quatro máquinas de costura, e isso refletiu positivamente em seu trabalho na comunidade
A Portas Abertas forneceu à Sharda quatro máquinas de costura, e isso refletiu positivamente em seu trabalho na comunidade
Na última semana, compartilhamos a história de Sharda*, uma senhora cristã indiana com uma linda história de superação em Deus. Mesmo diante da perseguição contra cristãos na Índia, Sharda iniciou um projeto em favor de mulheres e crianças em sua comunidade. Conheça agora, como está a situação atual de Sharda, e una-se a nós em oração por sua vida.
Segundo seu relato, tudo ia bem na rotina dentro da casa do seu esposo e em seu serviço à comunidade. “Nossa felicidade chegou ao fim quando meu filho foi parado e espancado por um grupo de homens desconhecidos. Um deles atirou no estômago dele”, revelou Sharda.
Mais tarde, foi descoberto que os homens que atacaram o filho de Sharda eram de um grupo extremista hindu local, que estavam com inveja das realizações da cristã e com raiva de que Jesus estivesse sendo anunciado na comunidade. “Meu filho foi levado às pressas para o hospital. Por um milagre ele sobreviveu, mas nós tivemos que enviá-lo para outra cidade por uma questão de segurança”, destacou Sharda.
Já se passaram meses desde que esse incidente aconteceu, no entanto, o medo ainda está rondando a vida da cristã. Após este incidente, a Portas Abertas contatou a irmã, a visitou e ofereceu apoio em oração. “Desde que a Portas Abertas soube que eu faço serviços de alfaiataria, ela me forneceu quatro máquinas de costura. Eu pude começar um negócio que trouxe renda a mim e às mulheres que contratei em minha comunidade”, comemorou a cristã.
Sharda ainda destaca com alegria o fruto da persistência em seu trabalho: “Estas são as senhoras que estavam sendo oprimidas e exploradas em nossa comunidade. Devido à qualidade de nosso trabalho, conseguimos alguns bons negócios e o governo local reconheceu que eu tenho feito um trabalho de desenvolvimento na comunidade. Ele nos forneceu um acordo temporário de projeto de geração de renda. Além disso, também continuo administrando os cultos da igreja, onde mais de 40 famílias vêm todos os domingos”.
“Deus tem sido bom para nós. Continuo morando no mesmo lugar, embora as pessoas que tentaram matar meu filho não tenham sido punidas porque têm apoio do governo. Por favor, orem por mim e minha família, e pelo ministério que está acontecendo através do meu trabalho na comunidade", finaliza a cristã pedindo apoio por meio das nossas orações. Você pode se juntar a nós em oração pela vida dela?

*Nome alterado por segurança.
por Portas Abertas

Chineses memorizam a Bíblia com medo do governo: “Não podem tirar o que está no coração”


Pastor de Honolulu comparou os cristãos chineses com os norte-americanos


Cristãos chineses com Bíblias. (Foto: Bible Society)

O pastor Wayne Cordeiro, da New Hope Christian Fellowship de Honolulu, Havaí, contou aos seus fiéis um pouco do que ele viu em uma viagem à China, onde conheceu homens e mulheres cristãos que vivem sob a ameaça do governo comunista que lidera o país.

O pastor conseguiu treinar 22 cristãos de Hunan para serem líderes naquele país, a reunião aconteceu em um quarto de hotel pequeno e sem sofá suficiente para que eles se sentassem.
Cordeiro estava preocupado com o que poderia acontecer com ele, caso fosse pego pelas autoridades chinesas ministrando para cristãos. “Bem, você será deportado em 24 horas e nós vamos para a prisão por três anos”, disseram os cristãos chineses.
Para essa reunião, o pastor levou 15 Bíblias, então algumas pessoas ficaram sem. Uma das mulheres presentes entregou seu exemplar para quem não tinha e o pastor Cordeiro então percebeu que ela tinha o capítulo de II Pedro decorado.
Ao questioná-la, o pastor entendeu que aquela mulher já foi presa e lá dentro da prisão ela pode decorar a Bíblia através de pequenos papéis que eram escritos e escondidos pelos cristãos presos.
“Nós memorizamos isso o mais rápido possível, porque mesmo que eles possam levar o papel embora, eles não podem pegar o que está escondido em seu coração”, declarou a mulher, segundo informações do Faithware.
Ao voltar para o seu país o pastor fez uma comparação entre os cristãos chineses e os cristãos americanos. Ele entende que, enquanto os chineses ficam 13 horas em um trem para participar de um treinamento, os americanos não ficam nem mesmo uma hora dirigindo para ir à igreja.
Ele também fala sobre o conforto, tem pessoas que criticam a estrutura da igreja, enquanto aqueles cristãos chineses ficaram três dias assistindo a um curso sentados no chão.
“No meu país, temos uma média de 2 bíblias por família, não lemos nenhuma delas. Você dificilmente tem bíblias e as memoriza em pedaços de papel”, declarou o pastor.
por Redação Gospel Prime

Como a igreja do Iraque sobreviveu à ocupação do Estado Islâmico


Depois de 5 anos, muitos cristãos continuam deslocados, pois algumas áreas ainda não são seguras. Mesmo assim há reconstrução no país

Raeid, cristão do Iraque: “Pela fé, eu vejo um futuro brilhante para a igreja do Iraque”
Raeid, cristão do Iraque: “Pela fé, eu vejo um futuro brilhante para a igreja do Iraque”
O dia 10 de junho marca o aniversário de uma das mais horríveis semanas na vida dos cristãos do Iraque. Nesta data, em 2014, a cidade de Mosul foi tomada pelo autoproclamado Estado Islâmico (EI). Uma semana depois, um ultimato foi lançado pelo grupo extremista islâmico: “converta-se, pague ou morra”. Mais do que nunca antes, essa semana mostrou o quão perigoso é ser cristão no Iraque, mas também quão resiliente e generosa é a igreja.
Raeid, um professor na Universidade de Mosul na época, nos conta como seus vizinhos muçulmanos celebravam a ocupação do EI: “Eles me falaram para não me preocupar e até mesmo os combatentes do EI asseguravam que não feririam civis como nós”. Mesmo assim, Raeid decidiu enviar sua esposa e três filhos para a casa da irmã, em Erbil.
Uma semana depois, ele percebeu como sua decisão foi sábia: “No dia 17 de junho, quando o ultimato contra os cristãos foi emitido, alguém bateu na minha porta às 6h da manhã. Quando abri, vi uma picape cheia de militantes do EI. Eles me perguntaram: ‘você é cristão?’ e eu disse que sim. Eles vasculharam toda minha casa e roubaram meu carro novinho.”
Raeid foi ao tribunal do EI várias vezes, mas eles disseram que a única forma de ter o carro de volta era se convertendo ao islã. “Se não, eu deveria sair da cidade e todas as minhas posses seriam deles. Eu me recusei”, conta o cristão. Ele, então, fugiu para Duhok, onde teve um ataque do coração um mês depois devido ao estresse. Alguns meses depois, ele se uniu à sua família em Erbil.
“A mão que segurou as asas quebradas”
Raeid e sua família se tornaram deslocados internos. Diante da situação, as igrejas começaram a trabalhar juntas, o que aumentou a unidade entre elas, testemunha Shlama*, o diretor da organização que é parceira local da Portas Abertas no Iraque. Os cristãos iraquianos que se dispuseram a ajudar outros foram, por sua vez, ajudados pela igreja global. Shlama conta que um líder cristão descreveu a situação da seguinte maneira: “A igreja global foi a mão que segurou as asas quebradas. Sem o suporte dela, nós não seríamos capazes de voar, de ficar tão fortes como estamos hoje.”
Sim, a igreja é forte. Apesar dos contratempos, os cristãos estão reconstruindo suas casas, escolas e igrejas. Um dos líderes cristãos locais, Danyal, diz: “Agradecemos a Deus, pois é ele que faz possível reconstruirmos nossas comunidades”. Para Raeid e família, o retorno ainda está distante, pois Mosul ainda é muito perigosa para voltar.
No entanto, ele agradece a Deus porque manteve seus dois bens mais importantes: sua fé e sua família. “A visão é nublada, mas ter fé significa que nós cremos no que não podemos ver. Então, pela fé, eu vejo um futuro brilhante para a igreja do Iraque”, conclui o cristão que continua vivendo em Erbil com a família. Ele também deixa uma palavra de gratidão: “Agradeço a todos que ficaram do nosso lado em nossa necessidade. Seu apoio salvou minha família e salvou o cristianismo de ser aniquilado no Iraque”.
Participe da reconstrução do IraqueNossos irmãos iraquianos continuam contando com a igreja brasileira para ser a “mão que segura suas asas quebradas”. Você tem a oportunidade de contribuir para a reconstrução do Iraque, ajudando cristãos a voltarem e permanecerem em suas cidades e vilarejos.
*Nome alterado por segurança.
por Portas Abertas

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Escreva para um cristão que cumpre pena de 10 anos no Irã



Você tem a oportunidade de enviar um cartão para Naser Navard Gol-Tapeh e outros três cristãos condenados no Irã

Naser Navard Gol-Tapeh, de 57 anos, é um cristão ex-muçulmano condenado a 10 anos de prisão no Irã
Naser Navard Gol-Tapeh, de 57 anos, é um cristão ex-muçulmano condenado a 10 anos de prisão no Irã
Naser Navard Gol-Tapeh, de 57 anos, é um cristão ex-muçulmano do Irã que está cumprindo pena de dez anos de prisão por “atividades missionárias”. Ele foi preso pela primeira vez em junho de 2016, junto com três cristãos do Azerbaijão, durante uma batida policial em uma festa de casamento. Um ano depois, os quatro foram condenados, mas os outros três voltaram ao seu país de origem e não precisaram cumprir pena no Irã.
A decisão sobre o caso de Gol-Tapeh foi baseada em evidência dada pelo Ministério de Inteligência do Irã. Mas o advogado dele não teve acesso aos documentos contendo as evidências e eles também não foram apresentados durante a audiência, de acordo com o site Mohabat News.
Em novembro de 2017, Gol-Tapeh perdeu sua apelação da sentença e foi enviado à notória prisão de Evin, na capital Teerã, em janeiro de 2018. Desde então, ele já pediu tratamento médico várias vezes, mas as autoridades negaram, segundo informa a Article 18 (organização sem fins lucrativos com base em Londres, que defende a liberdade religiosa).
Gol-Tapeh é um dos cristãos presos no Irã para quem você tem a oportunidade de escrever. Por meio da nossa campanha de cartões, você vai poder colocar em prática o que a palavra de Deus diz sobre lembrar-se dos que estão na prisão como se aprisionados com eles. Além de Gol-Tapeh, há outros cristãos condenados no Irã para quem suas palavras de encorajamento podem levar alento. Conheça a campanha, ore por eles e escreva seu cartão até 18 de outubro.
Em agosto de 2018, Gol-Tapeh enviou uma carta-aberta às autoridades iranianas perguntando como atividades cristãs poderiam ser consideradas atividades contra o Estado. Leia abaixo a carta na íntegra:
Graças a Deus que, por sua maravilhosa misericórdia, nos chama a uma nova vida em Cristo Jesus, para uma viva e eterna esperança; o pai de todas as coisas boas, cujo nome é santo.
Está escrito em seu livro sagrado: “Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos”. Romanos 13.1,2
Minha pergunta às autoridades, juízes e interrogadores do Ministério de Inteligência, que são os olhos do governo do meu país, é esta: seria mesmo possível que um cristão comprometido – que nasceu e foi criado no Irã, cujos ascendentes viveram nessa terra por milhares de anos e é um servo do Deus que o chamou ao ministério da reconciliação – agisse contra a segurança nacional de seu próprio país?
A minha acusação afirma: “Ações contra a segurança nacional através do estabelecimento de igrejas domésticas”. A comunhão de uns poucos irmãos e irmãs cristãos na casa de alguém, cantando canções de adoração, lendo a Bíblia e adorando a Deus seria agir contra a segurança nacional?
Não é uma clara violação dos direitos humanos e civis e uma absoluta injustiça receber uma pena de dez anos de prisão somente por organizar “igrejas domésticas”, que são um santuário santificado como um lugar para louvar e adorar a Deus devido ao fechamento das igrejas no Irã?
Mas eu louvo a Deus por ele transformar todas as coisas em bênçãos. Porque agora está claro para todos, inclusive autoridades, juízes, advogados e os outros prisioneiros comigo, que eu estou na prisão por causa da minha fé em Jesus Cristo. Isso servirá para o avanço do evangelho.
Portanto, antes de mais nada, eu abençoo os que me perseguiram e me prenderam, e espero que um dia as verdades da palavra de Deus, que é boa para edificação, os salve. Em segundo lugar, agradeço a Deus em perfeita alegria e paz por me considerar digno de estar aqui por causa da minha fé e testemunho de Jesus Cristo. Eu confio no Deus todo-poderoso, que é poderoso para ressuscitar os mortos, e ansiosamente aguardo seu retorno. Ele pode me preservar e me manter firme.
Eu sinceramente agradeço a todos os meus irmãos e irmãs em Cristo que me dão graça ao me ajudar com suas orações, que são como um aroma agradável a Deus. Eu continuamente os relembro em minhas orações. Eu sei que por causa das orações deles e a ajuda e direção do Espírito Santo eu serei libertado e não serei envergonhado.
Servo do Senhor,
Naser Navard
Prisão de Evin
por Portas Abertas

Jovem cristã que deixou o islamismo é espancada por familiares: “Você é uma vergonha”



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por redação Gospel Mais

A realidade de muitas pessoas que abandonam o islamismo é traumatizante, especialmente em países do Oriente Médio, e o motivo disso está na intolerância religiosa, que sem dúvida pode ser interpretada como ignorância acerca dos fundamentos que deveriam nortear a atitude e pensamento de quem diz seguir a Deus.
Um caso recente ocorrido no Quirguistão exemplifica muito bem isso. Se trata de uma jovem identificada como Amira, cujo nome verdadeiro foi omitido por razões de segurança, segundo informações da organização internacional Portas Abertas, que auxilia cristãos perseguidos em vários países do mundo.
Amira saiu da sua comunidade no interior do país para trabalhar em uma cidade grande, e lá teve a oportunidade de conhecer o cristianismo. Ela entendeu que Jesus Cristo é a encarnação de Deus, o Messias prometido pelos antigos profetas, e se converteu à fé cristã, abandonando o islamismo.
O islamismo, no entanto, faz parte da cultura familiar de Amira e em razão disso ela foi não apenas duramente repreendida por ter se convertido a Cristo, como espancada pelos próprios familiares, que armaram uma cilada para ela.
“Você é uma vergonha e uma desgraça para nossa família”, disseram os seus parentes, após ela ter sido convidada para visitá-los na comunidade natal. Ao chegar no local, a jovem foi recebida com chutes e socos e em seguida Amira foi mantida presa em sua casa e forçada à retornar ao islamismo.
Durante o período em que Amira ficou detida na própria casa, seus parentes arrumaram um casamento muçulmano para ela, tudo em prol de que ela voltasse à confessar o islamismo como sua religião, apesar do evidente e contraditório contexto de opressão e violência.
Felizmente, a jovem cristã conseguiu fugir e retornar para a cidade grande, onde foi acolhida por seus irmãos em Cristo, com a ajuda da Portas Abertas, e lá permanece em observação, longe do islamismo forçado. A entidade de auxílio aos perseguidos pede orações pelos cristãos do Quirguistão.
“Interceda pela segurança desta jovem cristã e para que Deus a livre de ser forçada a se casar com um muçulmano. Peça pelo consolo, força, sabedoria e paz do Senhor em sua vida para conseguir encarar esse momento. Ore também pelos pais e parentes de Amira, para que Deus amoleça seus corações e eles também creiam em Jesus”, diz a entidade. Com informações: Guiame.
por Will R. Filho

Viúva de 86 anos é despejada de apartamento por compartilhar sua fé com vizinhos


Associação jurídica processará dono do prédio por discriminação religiosa


Idosa segurando uma Bíblia. (Foto: iStock)


A idosa Diana Martin, 86 anos, morava no Windgate Village Apartments, em Hanford (Califórnia – EUA), há quase 14 anos, mas foi despejada por conta de sua fé.

Segundo informações da Fox News, a idosa compartilhava suas crenças e se oferecia para orar pelos vizinhos. Além disso, a expulsão se deve ao fato dela ter reclamado que sua vaga de garagem foi mudada, ficando muito longe de seu apartamento.
Após aceitar o anúncio de despejo, a idosa procurou o Instituto de Justiça do Pacífico (Pacific Justice Institute – PJI), uma organização cristã sem fins lucrativos que irá representá-la judicialmente.
A PJI registrou uma acusação formal de discriminação com o Departamento de Emprego e Habitação da Califórnia, acusando também o proprietário do prédio, John Draxler, que também é vice-prefeito da cidade.
“Ninguém deve ser despejado com base em sua expressão religiosa, especialmente se for uma idosa que já é bisavó”, disse o advogado Matthew McReynolds.
“Estamos esperançosos de que uma investigação estadual e ações corretivas garantam que isso não aconteça a mais ninguém nesta comunidade”, declarou o advogado.
por Redação Gospel Prime

Muçulmano ignora censura ao cristianismo, conhece a Bíblia e se converte a Cristo


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por Redação Gospel Mais

Muitos cristãos que na maior parte do mundo possuem acesso fácil à Bíblia Sagrada, não fazem ideia do quanto é difícil ler um só capítulo das suas páginas em países como a Arábia Saudita, onde pessoas não convertidas ao cristianismo, como os muçulmanos, não podem ler a – verdadeira – Palavra de Deus.
O testemunho de Mohammed, um ex-muçulmano convertido ao cristianismo, cujo nome verdadeiro precisou ser omitido por razões de segurança, é um exemplo emocionante do quanto milhares de pessoas que vivem em países dominados pelo regime político-religioso islâmico sofrem para conseguir obter uma Bíblia.
Mohammed não se contentou em concordar com tudo o que lhe foi ensinado. Ele quis entender e pensar por conta própria. Ele quis enxergar a lógica por trás das pregações religiosas que ouvia e não simplesmente aceitar tudo, sem critérios minimamente racionais.
Assim, Mohammed teve a curiosidade de ler a Bíblia, o que lhe fez se questionar sobre a natureza do islamismo. “Por muitos anos, tive dúvidas ao ler o Alcorão”, disse ele à organização Portas Abertas, lembrando de um questionamento básico:
“Por exemplo, o fato de que Alá e Maomé são considerados iguais. Como poderia Maomé, um homem pecador, ser igual a Deus?”, questionou ele na época, destacando que fez um pequeno teste, desafiando o ensino de que seria punido caso parasse de fazer cinco orações diárias.
“Então, decidi parar de orar por apenas um dia e ver o que aconteceu. Nada de ruim aconteceu. Pelo contrário, tive um dia de trabalho bem sucedido”, lembra Mohamed.

Um muçulmano em busca da verdade na Bíblia

A saga de Mohammed em busca da verdade não parou por ai. Na Arábia Saudita apenas os cristãos podem ter acesso e ler a Bíblia. Os muçulmanos nativos não podem se converter ao cristianismo, nem receber ministrações dos cristãos. Eles não podem, por exemplo, visitar uma igreja cristã.
Assim, Mohammed buscou informações na internet, até que achou o grupo de uma igreja cristã fora do seu país, onde pediu ajuda. “Posso fazer uma visita? Por favor, me leve a uma igreja e me dê uma Bíblia”, disse ele em sua mensagem.
Mohammed finalmente saiu do país e conheceu uma igreja cristã, onde aprendeu abertamente sobre Jesus Cristo, a revelação encarnada de Deus, o Messias prometido, e pode sentir o Espírito Santo preenchendo a sua vida por completo: “Senti meu coração cheio de alegria”, disse ele.
Mohammed voltou para a Arábia Saudita levando consigo a sua primeira Bíblia. Todavia, sua fé cristã se mantém em sigilo até dos familiares, incluindo esposa. Ele é apoiado pela Portas Abertas e vive agora como mais um ex-muçulmano nos braços de Jesus Cristo.
“Ore por Mohammed e crentes como ele, que são forçados a viver sua fé em segredo. Ore para que eles encontrem uma comunidade online de cristãos com os quais possam orar e crescer em Cristo”, pede a organização. Com informações: Guiame.
por Redação Gospel Mais

Membros de gangues rivais se batizam juntos em prisão de segurança máxima




A proximidade deles na reunião pode colocá-los em risco, mesmo assim eles seguiram na decisão de se batizar


Detentos preparados para o batismo. (Foto: Gateway Church)

Separados para evitar mortes, prisioneiros de uma penitenciária de segurança máxima no Texas (EUA), deixaram de lado a rivalidade das gangues para se batizarem juntos, enterrando assim o passado violento que os levou até a prisão.

O diretor da Coffield Unit no condado de Anderson, localizado a 90 minutos de Dallas, fez um convite para que a Igreja Gateway realizasse a cerimônia de batismo daqueles detentos.
A prisão tem cerca de 4.200 criminosos, muitos deles cumprindo pena na solitária por conta da sua periculosidade. Eles ficam 23 horas todos os dias trancados atrás de sólidas portas de aço com pequenos orifícios de ar.
O pastor Niles Holsinger, que realiza o trabalho de evangelização da Gateway na prisão de Coffield ficou maravilhado com o que viu na última quarta-feira (5), dizendo que foi algo “alucinante”.
Segundo ele afirmou à Fox News, cinco homens se batizaram, mas por conta das regras de segurança da prisão, eles foram levados algemados nas mãos e nos pés até a piscina montada para o batismo.
“Eles não conseguiam erguer os braços acima da cintura, cada um tinha um guarda em cada braço e não saíam do lado deles até chegarem à água”, afirmou o pastor na entrevista.
Ao se aproximarem da piscina, três homens foram colocados de um lado e dois do outro, eles eram de gangues rivais e não poderiam ficar próximos, caso contrário, poderiam sofrer represálias dos outros presos.
“Esses caras de duas gangues diferentes professaram o mesmo Senhor, foram batizados na mesma água e saíram juntos. Os guardas não seguraram mais em seus braços porque Deus fez algo em suas vidas”, declarou o pastor.
“Esses caras literalmente sabem que estão colocando suas vidas em risco e estão fazendo isso de qualquer maneira”, disse o pastor Holsinger.
“Nunca na minha vida senti que a minha decisão de seguir Cristo me colocou em perigo ou desconforto, mas para esses caras saírem tremendo, eles talvez tenham ficado com medo sem saber o que aconteceria com eles. Mesmo assim, não se arrependeram da decisão que acabaram de tomar. Isso foi alucinante para mim”.
por Redação Gospel Prime


Moçambique: ataques de rebeldes islâmicos causam inúmeras mortes


Estado Islâmico assume autoria de ataques no país, que já tem enfrentado a insurgência de um grupo supostamente ligado ao Al-Shabaab

Soldados do exército moçambicano em ação. País precisa de nossas orações
Dezesseis pessoas foram mortas por extremistas islâmicos na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, quando um caminhão Mitsubishi, que carregava passageiros e bens, foi emboscado em uma estrada. O ataque, ocorrido no dia 28 de maio, foi o mais mortal desde que o grupo conhecido como “Al-Shabaab” (sem conexões confirmadas com o grupo da Somália) começou uma insurgência, em 2017. As mortes só foram confirmadas na 
Essa insurgência islâmica, iniciada em 2017 na província de Cabo Delgado, já levou à morte de mais de 200 pessoas e à destruição de muitos povoados. A Agência France Press registrou um total de 14 ataques em maio, causando mais de 40 mortes. Os insurgentes regularmente atacam vilarejos, matam pessoas e queimam casas, apesar da crescente presença policial e militar na região.
O Estado Islâmico assumiu pela primeira vez a responsabilidade por um confronto no norte de Moçambique, de acordo com o site Intelligence, que monitora atividades jihadistas em todo o mundo. Em declaração de terça-feira, 4 de junho, o grupo extremista islâmico afirmou: “Os soldados do califado puderam repelir um ataque do exército moçambicano no vilarejo de Metubi, na região de Mocimboa da Praia. Houve um confronto em que vários tipos de armamentos foram usados, matando e ferindo a muitos”.
O governo e o exército de Moçambique, no entanto, se recusam a confirmar qualquer atividade de rebeldes no país. Um especialista em insurgências, que preferiu permanecer no anonimato, expressou cautela, afirmando que o Estado Islâmico não está em Moçambique, que isso é somente propaganda, mas que podem ter conexões no país.
Pedidos de oração
  • Peça sabedoria para o governo e conforto para as vítimas.
  • Ore para que o Espírito do Senhor trabalhe em meio a essas circunstâncias para atrair muitos para si.
  • Interceda para que a igreja da região seja cheia de esperança e coragem.
  • por Portas Abertas

sexta-feira, 7 de junho de 2019

A tribalização da igreja




Essa fragmentação é prejudicial à edificação coletiva e à saúde espiritual do rebanho.

Tribo africana. (Photo by Piotr Usewicz on Unsplash)




“Tribalização da Igreja” é a expressão que vou empregar aqui para me referir a um fenômeno antigo, mas incrementado na pós-modernidade, que consiste na fragmentação da comunidade local em grupos não apenas diferentes entre si em questões acidentais (idade, sexo, maturidade cristã), mas em áreas substanciais como doutrina, liturgia, cosmovisão e estilo de vida.
A divisão (não confessada) de uma igreja em tribos é uma forma de se manter a união, mas sem unidade: o pessoal da escola dominical não é o mesmo que participa dos cultos “de maravilha”, que não é o mesmo que evangeliza nas ruas, que não é o mesmo que canta no coral, que não é o mesmo que põe o joelho no chão pra orar, que não é o mesmo que gosta de estridentes solos de guitarra, que não é o mesmo que segue influenciadores digitais com ideias inovadoras e erradas sobre Deus, a Bíblia e o mundo.
Na pós-modernidade, tudo isso se potencializa, porque o Homem pós-moderno tem dificuldade extrema com pertencimento, enraizamento, submissão, sistematização, pensamento global, institucionalidade, tradição, verticalização nas relações sociais. O Homem pós-moderno quer se “empoderar”, quer ser mimado, quer se sentir bem e confortável, chora facilmente, vive de ressentimentos e adota doutrinas fúteis como quem troca de camisa.
Enquanto o pastor de uma igreja “tribalizada” prega e ensina por pouco tempo durante a semana, suas ovelhas estão sob o pastoreio constante de múltiplas vozes, numa pluralidade confusa, que enseja a criação de diversas identidades para uma só congregação.
É saudável termos a mente aberta e colhermos o que é bom de diferentes fontes, além de que ninguém é obrigado a “pensar igual”, mas eu não posso concordar com um estado de coisas em que se mantém uma unidade aparente, quando, na essência, cada um “puxa a brasa para sua sardinha”, vivendo um evangelho conforme suas preferências pessoais, sem adesão a um propósito que transcenda sua individualidade ou seu gueto.
De todas as tribos o Senhor Jesus Cristo constituiu Sua Igreja, o que é o oposto de a Igreja de Cristo se transformar em várias tribos. Essa fragmentação é prejudicial à edificação coletiva e à saúde espiritual do rebanho.
Para que fique mais claro: eu sei perfeitamente há diferentes dons, e é claro que, por exemplo, um irmão pode ser vocacionado a ensinar teologia ao passo que outro está mais direcionado a pregar a multidões, ou uma irmã está mais ligada ao ministério da intercessão – chamemos assim – ao passo que outra atua em missões. No entanto, a (maravilhosa) variedade de dons espirituais não tem nenhuma relação com a fragmentação das relações eclesiásticas, a ponto de, na mesma igreja, a doutrina pregada pela manhã ser absurdamente contrariada à tarde ou à noite, como se fôssemos um monstro de várias cabeças.
Se cremos, de fato, na verdade absoluta, por que ocorre (em algum lugar do planeta) de transitarmos em pensamentos distintos sobre questões fundamentais da fé? Estamos efetivamente prontos a obedecer às Escrituras ou queremos atuar como políticos que dividem entre si o poder por meio de um pacto de coexistência pacífica, sem compromisso com a revelação divina?
por Alex Esteves



Homem que foi evangelizado quando ia pular de ponte é batizado



Homem que o evangelizou foi homenageado pela Prefeitura de Virgínia Beach.


por Redação Gospel Prime

Em abril deste ano Jacob Palmer, 27 anos, decidiu tirar a própria vida se jogando de uma ponte em Virgínia Beach (Virgínia – EUA), quando um homem tocado pelo Espírito Santo foi até ele e o impedir de cometer suicídio.
Esse homem é Collin Dozier, evangélico que percebeu o carro de Jacob estacionado na estrada ao lado da ponte Lesner. “Eu apenas senti o Espírito Santo falar comigo e me dizer para ir até lá”, revelou ele em entrevista à CBN News.
Dozier se aproximou e compartilhou o evangelho com Palmer, conseguindo colocá-lo em segurança. “Naquele momento, eu ficava tipo ‘ei cara, não faça isso. Jesus ama você. Ele tem um plano para sua vida'”, lembra o religioso.
Palmer havia consumido drogas como heroína, cocaína, metanfetamina e PCP. Mesmo assim, se interessou pela palavra lançada por Dozier e desistiu de se jogar da ponte.
No último domingo (2), Palmer foi matizado na orla marítima de Virgínia Beach e Dozier esteve presente na cerimônia, acompanhando esta nova fase de seu novo amigo.
por Redação Gospel Prime

Em meio à perseguição, a esperança floresce



Sharda é uma cristã indiana que, mesmo diante da perseguição, se posicionou como uma voz de crianças e mulheres na comunidade


Mulheres e crianças são vítimas constantes de violência, agressão e discriminação ao redor do mundo
Mulheres e crianças são vítimas constantes de violência, agressão e discriminação ao redor do mundo
Hoje, no Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão, queremos apresentar a irmã Sharda* que, mesmo diante da perseguição contra cristãos na Índia, iniciou um projeto em favor de mulheres e crianças em sua comunidade. Sharda é uma senhora do norte da Índia, que vive em circunstâncias hostis devido a sua fé. Após enfrentar um período de oposição e discriminação de sua família ao receber a Cristo, as coisas começaram a melhorar.
A vida continuou e ela iniciou uma pequena escola e uma igreja em sua comunidade. Mas, recentemente, a cristã indiana tem enfrentado algo que descreve como a fase mais difícil de sua vida. Conheça a história de Sharda e una-se conosco em oração por sua vida.
Sharda compartilhou sua história com os parceiros locais da Portas Abertas. “Meu nome é Sharda e eu sou da Índia Central. No entanto, casei com um homem do norte da Índia e me mudei para a sua casa. Foi muito difícil ajustar-me às diferenças culturais quando cheguei lá. Havia restrições sociais que eu nunca havia imaginado”, iniciou Sharda.
“Eu estava restrita às quatro paredes da casa e não tinha permissão para interagir com qualquer pessoa de fora. Além disso, eu estava sujeita a constantes situações de violência doméstica pelos membros da família dele”, continuou. Diante dessa situação e meses de sofrimento, Sharda tomou uma decisão: “Fiquei deprimida e fugi para a casa de amigos que viviam em uma cidade próxima. Foi aí que conheci cristãos que me ensinaram sobre Cristo e seu amor. Então, comecei a frequentar os cultos da igreja”.
Respeito na comunidade
Depois de alguns meses, seu sogro descobriu onde Sharda estava morando e foi buscá-la. “Ele veio e me levou de volta para casa, prometendo-me que as coisas melhorariam. As coisas, de fato, melhoraram, mas quando descobriram que eu havia decidido seguir a Cristo, todos se opuseram a mim e me pressionaram a desistir da minha fé”, relatou a cristã.
No entanto, eles notaram que houve mudanças no comportamento de Sharda. “Eu não era rebelde como antes, e eles perceberam isso. Então, compartilhei com eles sobre o amor de Cristo, mas mesmo não aceitando a verdade, eles me permitiram continuar com a minha fé”, compartilhou.
A partir desse dia, Sharda se tornou um importante apoio à comunidade do norte da Índia. “Eu, então, comecei a trabalhar com as mulheres e crianças da minha comunidade, com foco no desenvolvimento social. Eu iniciei uma pequena escola e logo a escola cresceu. Também dei início a uma pequena comunidade que começou a crescer. As pessoas começaram a me respeitar pelo meu trabalho, e as coisas continuaram bem por anos”. (Essa história continua.)

*Nome alterado por segurança.

Pedidos de oração
  • Interceda em favor das crianças vítimas de agressão em todo o mundo, e peça que Deus as proteja e transforme as suas realidades.
  • Peça a Deus por leis mais justas contra agressores e violência contra crianças e contra mulheres ao redor do mundo.
  • Clame por Sharda e pela Índia. A perseguição aos cristãos no país é intensa e todos precisam das nossas orações.
por Portas Abertas