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segunda-feira, 31 de julho de 2017

42 meninas sequestradas pelo Boko Haram se formam


Elas escaparam logo após o sequestro e hoje estão graduadas

42 meninas sequestradas pelo Boko Haram se formam
Segundo a África News, 42 das primeiras 56 meninas do Chibok que escaparam do cativeiro do Boko Haram, na Nigéria, se formaram na terça-feira, 25. Elas receberam auxílio do governo do Estado de Borno e de uma organização humanitária sem fins lucrativos para frequentar duas escolas privadas: a Academia Cristã Internacional Betel para estudantes cristãos e a Escola Secundária de Ciências Ulul-Albab para estudantes muçulmanos nos Estados de Katsina e Plateau.
O governador Kashim Shettima participou da cerimônia de graduação. As meninas foram sequestradas em 14 de abril de 2014 pelo grupo militante Boko Haram na Escola Secundária em Chibok durante um exame final. Ao que tudo indica, elas escaparam durante ou logo após o sequestro.
O Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas pediu na segunda-feira, 24, ao governo nigeriano que intensifique os esforços e resgate todas as mulheres e meninas sequestradas pelo Boko Haram, Além disso, garanta que elas retornem à escola. O governo lamentou o fato de não ter tido mais libertações. As negociações entre ele e o Boko Haram ainda estão em andamento dois meses depois que 82 das meninas foram libertadas.

Pedidos de Oração
  • Louve a Deus por essa conquista das 42 meninas que enfrentaram a experiência de um sequestro.
  • Continue orando pela graça do Senhor para as meninas libertadas e suas famílias.
  • Peça por um avanço nas negociações por aquelas que ainda estão em cativeiro e pela contínua provisão e encorajamento do Senhor, onde quer que elas estejam.
  • por Portas Abertas

Ministério resgata mais de 700 vítimas do tráfico sexual


Resultado de imagem para Ministério resgata mais de 700 vítimas do tráfico sexual     Adolescentes são vendidas pelas próprias mães no Camboja

Neste mês de junho, a CNN produziu um documentário que conta histórias de famílias pobres no Camboja que são reféns do tráfico sexual. Sem recursos para manter os filhos, mães acabam comercializando suas filhas virgens por alguns dólares.
Um dos casos relatados foi Sephak, de 13 anos, que foi vendida pela mãe por 800 dólares. A mãe, Ann, afirma que vendeu pelas dívidas da família acumuladas e que era a única forma de se ver livre do problema.
O pastor Don Brewster, líder do Ministério Internacional Ágape, contou como ocorreu. “Ela foi levada para um hospital, recebeu um certificado que confirmava sua virgindade e foi levada para um quarto de hotel onde foi estuprada por dias. Ela voltou para casa depois de três noites”.
Ann, a mãe da jovem de 13 anos que foi vendida, se arrepende do que fez. Depois da adolescente perder a virgindade, foi forçada a trabalhar em um bordel. Mas, atualmente, vive uma rotina diferente como voluntária do ministério missionário.
“Hoje eu sinto muito mais estabilidade do que antes. Agora eu tenho um trabalho decente. Eu realmente quero que outras pessoas tenham o tipo de trabalho que tenho”, disse a jovem, que produz utensílios e roupas para pessoas em situação de fragilidade.
Ela comentou o fato de ter sido vendida pela própria mãe. “Elas não têm dinheiro, então fazem suas filhas trabalharem. Mesmo agora, vejo muitas mães que não entendem os sentimentos de suas filhas. Elas não entendem que suas filhas têm corações, que sofrem”, afirmou.
Don ainda afirma que a situação é crítica no Camboja, especialmente em uma vila chamada Syay Pak, que reúne pescadores próximos a capital do país, Phnom Penh.
“Quando falamos sobre o tráfico sexual infantil, este é um epicentro. Quando chegamos a Svay Pak, o índice era de 100% — se você fosse uma garota nascida aqui, você seria traficada. Hoje a taxa é inferior a 50%”, contou.
O pastor, que está no país desde 2005, diz que decidiu ajudar após conferir uma reportagem. “As crianças que eu dei as mãos e vi correndo pelas ruas não estavam apenas tentando sobreviver à pobreza. Muitas viviam no inferno, sofrendo torturas. Eu não podia acreditar que tudo estava bem debaixo do meu nariz”, afirma.
por Tiago Abreu

Radical muçulmano que quer Israel destruída está no Brasil


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Chegada de Mohsen Araki foi abafada para evitar protestos


Mohsen Araki, radical muçulmano que prega a destruição de Israel, chegou em São Paulo. Seu objetivo é de dar uma palestra em um evento cujo tema é o terrorista islâmico.
Araki é uma das personalidades mais notórias do islamismo xiita e é conhecido por defender a destruição do Estado de Israel. Em sua visão, a federação “é um tumor que precisar ser extirpado do Oriente Médio”.
De acordo com a revista Veja, desde que a visita de Araki foi noticiada no país, organizações e autoridades foram contra a sua presença. Para evitar conflitos, os responsáveis pela sua chegada passaram a falar que o líder não estaria mais no Brasil.
Mohsen desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e foi acompanhado pelo chefe da Arresala, o sheik Taleb Khazraji, que foi citado dos relatórios produzidos pelos investigadores do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita (AMIA), considerado interlocutor dos terroristas que explodiram a instituição em julho de 1994.
Araki, por sua vez, afirma que os Estados Unidos da América (EUA) e os judeus são os responsáveis pelos problemas econômicos vividos pelos países islâmicos e das divisões hoje existentes entre as mais diferentes correntes do islã.
Em uma recente visitação ao Líbano, disse aos líderes do Hamas, o grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, que poderia ser feita uma união estratégica entre as organizações terroristas que estão em atividade no Líbano e Palestina com o objetivo de “banir Israel do mapa”.
por Tiago Abreu

Jovem é amarrado pela família durante 12 horas após se converter



Resultado de imagem para Jovem é amarrado pela família durante 12 horas após se converter     “Eles me disseram que preciso retornar à antiga fé e que devo negar a Cristo.”, afirmou.

Um homem em Laos, cujo nome não é identificado por motivos de segurança, teve seu drama divulgado pela missão Portas Abertas. Ele, que possui o dilema de talvez abandonar sua família por conta de sua fé, vive num dos países mais hostis ao cristianismo.
Com 20 anos, é perseguido e atacado pelos próprios familiares. Justamente pelo não apoio de quem mais precisa, o jovem passa por dificuldades. Entre as ações contra ele, envolvem um espancamento do irmão e de um tio, que o amarraram com cordas e o bateram.
De acordo com informações divulgadas pela Portas Abertas, o Laos ocupa o vigésimo quarto lugar entre os países selecionados na Lista Mundial da Perseguição, que mostra os locais mais difíceis de se exercer a fé cristã.
“Eles me disseram que preciso retornar à antiga fé e que devo negar a Cristo. Fiquei amarrado das 7 horas da manhã até 7 da noite. Doeu ouvir o que saiu da boca deles”, disse o jovem.
Ele, que é casado e possui um filho de 4 meses de idade, faz parte de um grupo étnico asiático, a tribo Hmong, localizada em uma das províncias de Laos, país asiático próximo da China e Vietnã.
“Um dia, um de seus parentes, que já participou de um aconselhamento pós-trauma da Portas Abertas, pregou a ele o evangelho e ele então se decidiu por Cristo”, disse um missionário que conheceu o jovem.
“Minha esposa estava doente e nós fomos ver o xamã da nossa aldeia. Ele nos aconselhou a sacrificar muitos animais para que ela fosse curada, mas minha família é muito pobre e não conseguimos comprar tudo o que ele pediu. Foi quando meu tio orou por ela e minha esposa foi curada”, disse o homem.
Após a cura, que trouxe maior qualidade de vida ao casal, os jovens passaram a praticar a fé cristã, o que levou perseguição ao ambiente familiar.
por Tiago Abreu

“Quanto mais dificuldades, mais perto de Deus podemos chegar”



Cristã conta que foi abandonada pelo marido e filhos e que enfrentou muitas tempestades para seguir em frente com a fé em Cristo

Quanto mais dificuldades, mais perto de Deus podemos chegar
Há poucos dias, a equipe da Portas Abertas visitou os cristãos perseguidos na Ásia Central e teve um encontro com Ma Thay*, que vive num país de maioria budista. Por causa do posicionamento firme do marido em não abandonar a religião, ela teve de suportar muitas dificuldades para seguir a Cristo. A cristã tem 56 anos e também cresceu numa família de crenças budistas, mas por meio de sua mãe e irmã mais nova ela conheceu Jesus.
No início, ela foi contra a decisão delas, e tentou fazer com que permanecessem na mesma fé, alegando que estavam seguindo uma crença estrangeira, mas ao final, ela mesma se converteu ao cristianismo. “Meu irmão não aceitou essa mudança, então agiu com violência, quebrou o telhado da casa, queimou as roupas da minha mãe e destruiu muitos objetos. Ele chegou a expulsar minha mãe de casa”, disse.
Na ocasião, Ma Thay conta que achou certo o que ele fez. “Eu a repreendi também, mas depois que me converti, expliquei ao meu irmão que Deus é bom”, reconhece. “Foi numa madrugada, quando uma voz dentro de mim disse que eu deveria conhecer o Salmo 23. Como eu não sei ler, pedi para minha sobrinha que abrisse a Bíblia e lesse. Foi maravilhoso para nós duas”, lembra ela, contando que na época o marido a pressionava e ela tinha até mesmo que esconder a Bíblia. “Quando ele estava bêbado, me batia. Uma vez ele machucou minha cabeça e sangrou bastante. Os vizinhos me socorreram. Tive raiva dele, mas depois orei e o perdoei”, lembra.
Para manter a família unida, a cristã suportou essa vida durante um tempo. “Ele lutou muito para eu retornar ao budismo. Depois, foi embora de casa, levou nossos filhos, nossos móveis e só deixou a Bíblia e uma tigela vazia. Eu chorei muito. Mas eu segui em frente, aprendi a consertar bicicletas e assumi a pequena oficina que era dele. Tive a ajuda de irmãos na fé e da equipe da Portas Abertas, participei de seminários e mais tarde consegui o divórcio. Quando minha filha mais velha se casou eu não fui convidada, mas orei por ela”, conta.
Com o tempo, os filhos passaram a visitá-la, escondidos do pai. “Quando minha segunda filha se casou, fui autorizada a participar da cerimônia e tudo foi acontecendo. Agora meus netos me visitam também e um deles já aceitou Jesus”, se alegra ao contar. Seu desejo e oração é que todos os filhos encontrem ao Senhor. “Apesar de tudo, eu permaneci firme em Cristo e pude enfrentar as tempestades que vieram sobre minha vida. Eu sei que sem ele não poderei ver o céu. Ele é a minha salvação. Aprendi que quanto mais dificuldades enfrentamos, mais perto de Deus podemos chegar”, conclui Ma Thay.
*Nome alterado por motivos de segurança.
por Portas Abertas

sábado, 22 de julho de 2017

A igreja e o suicídio



Resultado de imagem para A igreja e o suicídio     Há irmãos que acham que é frescura, coisa do diabo, ou até maldições hereditárias. Outros não perdem a oportunidade de já mandarem os suicidas para o inferno, externando isso para familiares ainda enlutados.

Depois dos recentes suicídios de artistas de renome como os cantores Scott Weiland (da banda Stone Temple Pilot) e Chris Cornell (das bandas Soundgarden e Audioslave) e ontem do famoso vocalista do Linkin Park, Chester Bennington, fiquei refletindo que esse é um mal que não tem acometido apenas astros ou drogados, mas, sim, feito vítimas no próprio seio da igreja, ainda que de forma velada.
O suicídio ele traz perplexidade para a maioria das pessoas, pois vivemos em um mundo, principalmente no Ocidente, onde a morte é vista como um tabu. Tanto que quando jornais noticiam que alguém se suicidou, o termo quase nunca é usado na manchete. Ali é dito apenas que “foi encontrado morto(a)”.
Nas igrejas, ainda há muitas pessoas que não são capazes de reconhecer que a depressão é uma doença, um distúrbio mental caracterizado pela perda de interesses em atividades, prejudicando significativamente o dia-a-dia das pessoas, demandando tratamento psiquiátrico e psicológico quase sempre e de perto.
Há irmãos que acham que é frescura, coisa do diabo, ou até maldições hereditárias. Outros não perdem a oportunidade de já mandarem os suicidas para o inferno, externando isso para familiares ainda enlutados. Parece que a insensibilidade com a dor do outro chega ao ponto de não serem capazes de ver que somos apenas humanos, e, assim sendo, frágeis, e passíveis de estarmos enfermos.
Fora a questão orgânica a trazer propensão para estados melancólicos e/ou depressivos, o cristão, a meu ver, deve estar atento à própria ideologia que domina o mundo atual, criando um modelo de mundo sem Deus, sem valores e parâmetros e extremamente competitivo, o que acaba gerando frequentes buracos existenciais nas pessoas.
Algo, a meu ver, que tem contribuído muito para isso, é a exposição contínua e massacrante de informações e redes sociais. Parece que as pessoas têm deixado de se alegrar no contato olho no olho, no andar mais lento da vida. Ontem, mesmo eu estava fazendo algo que me dava extremo prazer no passado, e hoje, sem entender exatamente o porquê, não faço mais. E ao realizar a atividade veio uma alegria e uma emoção diferente que não tenho sentido frequentemente.
Outro aspecto é que a depressão muitas vezes tem como componente a dor, de termos sido rejeitados ou não recebido o valor que achávamos que tínhamos de alguém que prezávamos ou até das instituições. Quantos hoje não estão adoecidos na alma por acharem que não foram tratados pela Igreja como deveriam ter sido ?
É a famosa JUSTIÇA PRÓPRIA que carregamos dentro de nós e quando esta não é atendida abre-se um campo imenso para ressentimentos, mágoas e frustrações, sentimentos quase sempre presentes nos quadros depressivos. A Bíblia é repleta de histórias que evidenciam isso. Isso acaba nos deformando, pois esquecemos que somos imagem e semelhança de Deus
Que estejamos nos cuidando e lembrando das palavras eternas de Jesus: Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo (Jo 16:33). Que tenhamos força e perseverança na nossa peregrinação por esse mundo, sabendo reconhecer a beleza da vida, ainda que no meio das atribulações.
por Leandro Bueno

Cristãos perseguidos são visitados e amparados



Solidariedade e oportunidade de pregar o evangelho: a ajuda emergencial chega até os cristãos e é compartilhada com seus parentes muçulmanos

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Khalil* é um dos colaboradores da Portas Abertas e, recentemente, visitou a equipe que atua em Marawi, maior cidade na ilha de Mindanao, nas Filipinas, e também o centro dos conflitos entre o governo e o grupo Maute (formado por jihadistas que juraram lealdade ao Estado Islâmico). Junto de outro colaborador, Khalil também visitou os cristãos deslocados. “Marawi ainda está fechada e os militares não permitem que civis entrem na cidade. Quem realmente precisa entrar, deve recorrer aos procedimentos rigorosos impostos pelas forças armadas e pela Polícia Nacional das Filipinas”, explicou.
“A ajuda emergencial foi enviada através de um líder cristão, mas sabemos que vai durar de 3 a 5 dias. Além dos alimentos e outros itens, também enviamos ajuda financeira”, disse o colaborador. Ele conta que as mercadorias não são exclusivas para cristãos. “Certamente, os alimentos são compartilhados com os parentes muçulmanos. Isso é muito bom, porque impede que esses cristãos sejam perseguidos e também abre oportunidade de o evangelho ser pregado a muito mais pessoas”, disse.
Sabe-se que falar de Jesus Cristo no contexto muçulmano é algo perigoso. Khalil conta que, alguns dias atrás, Bíblias foram encontradas entre os pacotes de ajuda, causando tumulto entre a comunidade islâmica e os advogados que lutam pela paz na região. “As Bíblias estavam entre os produtos de higiene (shampoo, sabonete e creme dental) e em suas capas estava escrito ‘Su Sindaw’ ou ‘A Luz’. Todo este material foi distribuído a 300 famílias por uma ONG cristã”, disse o colaborador e explicou que esse tipo de ação ofende alguns muçulmanos mais radicais que chegam a queimar as Bíblias.
O cristianismo não é bem vindo em nenhuma região onde o Estado Islâmico atua, onde a igreja é pressionada e os cristãos hostilizados. Embora o país não esteja na Lista Mundial da Perseguição, a região sul já experimentou a perseguição religiosa. Recentemente, jihadistas sequestraram mulheres e líderes cristãos por lá. Ore pela Igreja Perseguida nas Filipinas e interceda pelos nossos irmãos na fé.
*Nome alterado por motivos de segurança.
por Portas Abertas

Muçulmanos de todo o mundo marcham pedindo retomada de Jerusalém



Resultado de imagem para Muçulmanos de todo o mundo marcham pedindo retomada de Jerusalém    "Iremos a Al-Aqsa, nossos milhões serão mártires", gritam manifestantes.

Protestos anti-Israel foram realizados em capitais em todo o Oriente Médio e alguns países da Ásia nesta sexta-feira. Os protestos criticavam a decisão de se implementar medidas de segurança nas entradas do Monte do Templo, em Jerusalém.
Após o ataque de três terroristas palestinos que vitimou dois soldados israelenses na semana passada na entrada do local considerado sagrado por judeus, cristãos e muçulmanos, o governo de Israel determinou a colocação de detectores de metal e câmeras, além de limitar o acesso de islâmicos.
Milhares de muçulmanos se reuniram em Amã (Jordânia), Beirute (Líbano), Istambul (Turquia) e Kuala Lumpur (Malásia) para protestar na tarde desta sexta-feira, em “solidariedade” com os palestinos e pedindo a “retomada” de Jerusalém.
Na capital jordaniana, faixas diziam que “Al-Aqsa é uma linha vermelha” que foi cruzada por Israel, em referência ao nome da mesquita localizada no alto do Monte do Templo. “Com a nossa alma, com o nosso sangue, nos sacrificaremos por você, Al-Aqsa”, cantavam.
Enquanto manifestantes incendiaram e pisotearam bandeiras de Israel, gritavam palavras de ordem como “Iremos a Al-Aqsa, nossos milhões serão mártires”.
Em Istambul, os protestos contra Israel contaram com a presença do primeiro-ministro turco, Binali Yıldırım. Ele disse à multidão que a decisão israelense era “errada” e que uma solução precisava ser encontrada imediatamente.
Nesta quinta-feira, fiéis turcos tentaram invadir uma sinagoga em Istambul, afirmando que Israel era um “estado terrorista”, que procurava bloquear a liberdade de adoração aos muçulmanos. “Se você impedir a nossa liberdade de culto, então, evitaremos a sua liberdade de culto aqui”, afirmou o Alperen Hearths, grupo ultranacionalista islâmico.
Nos últimos dias tem crescido a tensão no local, com líderes islâmicos fechando as mesquitas de Jerusalém e exigindo que as orações de sexta-feira, dia sagrado dos muçulmanos, sejam feitas na entrada do Monte do Templo.  Por isso, durante todo o dia, milhares de homens protestaram em vários locais da Cidade Antiga e entraram em conflito com a polícia.
Os governos da Rússia e dos Estados Unidos já foram procurados para que intervenham na situação, mas ainda não se manifestaram publicamente
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou, no início desta semana, que os detectores de metal seriam mantidos e que Israel que não abrirá mão da segurança, mas teme que a situação saia de controle. Com informações Times of Israel
por Jarbas Aragão