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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Observe os sinais


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Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele. ISAÍAS 30.21 

Suponha que você esteja dirigindo pela estrada. No meio da pista há sinais. Alguns
são linhas amarelas paralelas alertando que, se você ultrapassá-las, correrá o alto risco de uma colisão. Algumas são linhas brancas intermitentes que significam que você pode passar para o outro lado e ultrapassar o carro à sua frente, desde que tenha cautela e observe o tráfego.

Há também placas que dão direção específica ou avisos: “Retorno”; “Mão única”; “Em obras”; “Curva à direita”. Se você observar as instruções, evitará uma situação perigosa. O mesmo é verdade na vida. Há sinais espirituais que nos instruem sobre como permanecer sob a proteção
de Deus. Se você observar esses sinais, será capaz de permanecer em segurança no caminho. Por exemplo, sempre procure a paz e estará na direção certa.
por Joyce Meyer

Muçulmano invade casamento cristão e ataca padre



Resultado de imagem para Muçulmano invade casamento cristão e ataca padre    Jovem entrou na igreja aos gritos de “Allahu Akbar”

Um marroquino provocou momentos de pânico ao invadir um casamento em Valladolid, na Espanha. O jovem de 22 anos invadiu a igreja de San Pablo e começou a gritar “Allahu Akbar” [Alá é grande], ao mesmo tempo que tentou atacar o padre que iria realizar a cerimônia
Ao ser impedido pelos convidados, ele começou a atirar objetos de metal no chão e ameaçar os presentes. Ele briga com os padrinhos e acabou sendo expulso da igreja.
O casamento foi interrompido por cerca de 20 minutos, pois a polícia precisou fazer uma busca por ‘artefatos suspeitos’ no templo.
Um breve vídeo mostrando o incidente viralizou nas redes sociais espanholas. Apesar de ser apenas um susto, muitos convidados entraram em pânico, afirmando temer que se tratava de um atentado terrorista e que o homem fosse se explodir.
O homem cujo nome não foi divulgado, acabou detido pelas autoridades e irá responder por “perturbar a ordem pública e atacar sentimentos religiosos”.
Segundo o jornal Daily Mail, trata-se de um estudante que fazia intercâmbio na universidade local.  A polícia já monitorava o homem, que tinha uma conduta pública “perturbada”.
por Jarbas Aragão

A importância do Ramadã para os cristãos



Enquanto os muçulmanos jejuam, os cristãos oram por eles, compartilham o evangelho e enviam cartões com passagens bíblicas em árabe


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Os cristãos em toda a Península Arábica estarão reunidos, orando e adorando a Deus, durante o período do Ramadã. Para muitos, o mês muçulmano de jejum é também um momento especial de oração e compartilhamento do evangelho com a vizinhança. Alguns irmãos que vivem no Catar, Kuwait e Omã compartilharam com nossa equipe sobre suas experiências durante essa época. Eles foram questionados sobre a existência de uma pressão religiosa maior nesse período, mas disseram que isso não ocorreu com eles.
“Pelo contrário, o Ramadã tem sido um tempo de bênção para nós, quando temos oportunidade de evangelizar”, disse um cristão estrangeiro que vive e trabalha no Catar. Ele explicou que a jornada de trabalho é menor por conta das comemorações. “A maioria das pessoas só trabalham das 8h às 14h e podem tirar o restante do dia para descansar, sendo assim, temos mais tempo para organizar os cultos e fazemos reuniões extras”, continuou o cristão. Mas eles devem ser cautelosos para não comer ou beber em público: “Se fizermos isso, até mesmo no carro, podemos ser presos por três dias ou pagar multa, mas somos avisados sobre as penalidades com bastante antecedência”.
“Muitos tentam ler o Alcorão completo durante o mês do jejum, outros tentam copiar o maior número de versos manualmente, na tentativa de agradar a Deus, outros oram incessantemente, porque acreditam que uma oração feita na mesquita durante o Ramadã é mil vezes mais valiosa do que uma oração em dia comum”, relata outro trabalhador cristão. Ele contou que costuma organizar uma reunião de oração na noite que marca o fim da comemoração. Segundo ele, os muçulmanos acreditam que Alá é mais misericordioso e tolerante nessa noite.
“Nós reunimos tantos cristãos quanto podemos durante esta noite e oramos para que os muçulmanos vejam a verdade e recebam visões e sonhos com Jesus. Todos os anos, ouvimos testemunhos disso acontecendo. Eles veem Jesus vestido com roupas brancas”, relatou outro trabalhador cristão. “É uma grande oportunidade que temos para compartilhar o amor de Deus, então enviamos cartões de felicitações aos nossos amigos com passagens bíblicas em árabe, falando sobre o sacrifício de Cristo”, conclui o trabalhador que também é líder cristão no país.
Os cristãos em toda a Península Arábica estarão reunidos, orando e adorando a Deus, durante o período do Ramadã. Para muitos, o mês muçulmano de jejum é também um momento especial de oração e compartilhamento do evangelho com a vizinhança. Alguns irmãos que vivem no Catar, Kuwait e Omã compartilharam com nossa equipe sobre suas experiências durante essa época. Eles foram questionados sobre a existência de uma pressão religiosa maior nesse período, mas disseram que isso não ocorreu com eles.
“Pelo contrário, o Ramadã tem sido um tempo de bênção para nós, quando temos oportunidade de evangelizar”, disse um cristão estrangeiro que vive e trabalha no Catar. Ele explicou que a jornada de trabalho é menor por conta das comemorações. “A maioria das pessoas só trabalham das 8h às 14h e podem tirar o restante do dia para descansar, sendo assim, temos mais tempo para organizar os cultos e fazemos reuniões extras”, continuou o cristão. Mas eles devem ser cautelosos para não comer ou beber em público: “Se fizermos isso, até mesmo no carro, podemos ser presos por três dias ou pagar multa, mas somos avisados sobre as penalidades com bastante antecedência”.
“Muitos tentam ler o Alcorão completo durante o mês do jejum, outros tentam copiar o maior número de versos manualmente, na tentativa de agradar a Deus, outros oram incessantemente, porque acreditam que uma oração feita na mesquita durante o Ramadã é mil vezes mais valiosa do que uma oração em dia comum”, relata outro trabalhador cristão. Ele contou que costuma organizar uma reunião de oração na noite que marca o fim da comemoração. Segundo ele, os muçulmanos acreditam que Alá é mais misericordioso e tolerante nessa noite.
“Nós reunimos tantos cristãos quanto podemos durante esta noite e oramos para que os muçulmanos vejam a verdade e recebam visões e sonhos com Jesus. Todos os anos, ouvimos testemunhos disso acontecendo. Eles veem Jesus vestido com roupas brancas”, relatou outro trabalhador cristão. “É uma grande oportunidade que temos para compartilhar o amor de Deus, então enviamos cartões de felicitações aos nossos amigos com passagens bíblicas em árabe, falando sobre o sacrifício de Cristo”, conclui o trabalhador que também é líder cristão no país.
No mês sagrado para os muçulmanos, te convidamos a entender melhor a situação deles e, assim como nossos irmãos perseguidos, fazer mais por eles: orando. Junte-se a nós em 30 dias de oração pelo Mundo Muçulmano.

por Portas Abertas

Benny Hinn lança canal de TV para mostrar milagres nos “últimos dias”



Resultado de imagem para Benny Hinn lança canal de TV para mostrar milagres nos “últimos dias”   Empreendimento mostrará cruzadas de vários pregadores pentecostais

O televangelista Benny Hinn está se aliando ao pastor nigeriano Chris Oyakhilome para lançar um novo canal de TV. O objetivo é focar nos “milagres e na glória de Deus”.
Com o nome de “Love World”, mesmo nome do ministério Oyakhilome, estará disponível em operadoras de TV a cabo e pela internet a partir de julho.
Os dois pastores pentecostais fizeram o anúncio oficial na semana passada, destacando acreditarem que o mundo está vivendo seus “últimos dias”. Por isso, decidiram investir em algo para que pudessem mostrar ao maior número de pessoas “a glória de Deus” antes do retorno de Jesus Cristo
Oyakhilome afirmou em uma transmissão pelo Facebook que o canal focalizaria especificamente no “poder do Espírito Santo”.
Hinn completou, destacando: “não queremos apenas mais uma TV chata, queremos sinais e maravilhas, milagres” que atestam o poder de Deus.
Inicialmente, parte da programação será formada por antigas cruzadas de Benny Hinn, que já são exibidas em diversos países. O pastor Deola Phillips que trabalhará no empreendimento, disse que será uma oportunidade de mostrar ao resto do mundo o ministério de Oyakhilome, cujo programa “Atmosphere of Miracles” é bem conhecido na África.
Programas especiais serão gravados nas próximas semanas. Outros pregadores conhecidos como Kenneth Copeland, Rod Parsley, Marilyn Hickey e o apóstolo Guillermo Maldonado, negociam para transmitir seus programas no canal.
Phillips acrescentou que “O poder de Deus será demonstrado diariamente. Isso inclui orações pelos doentes. Será a presença de Deus manifesta na TV ao vivo. Os milagres acontecerão diante de seus olhos”.
Para Hinn o anúncio ocorre em um momento que seu ministério enfrenta um processo de investigação por possível fraude fiscal nos Estados Unidos. Em abril, funcionários do governo visitaram a sede de seu ministério e retiraram um grande número de documentos.
Oyakhilome também possui um histórico controverso, com seu divórcio de Anita Oyakhilome, em 2014, sendo marcado por acusações de adultério e “comportamento irracional”. Com informações CBN
 Por Jarbas Aragão

Cristãos são presos na Palestina por não observarem o Ramadã



Resultado de imagem para Cristãos são presos na Palestina por não observarem o Ramadã      Autoridade Palestina não respeita a liberdade religiosa

A polícia palestina está fazendo hora extra este ano para cumprir a lei sharia durante o Ramadã nos territórios controlados pelo Fatah.
Pelo menos quatro pessoas foram presas por comer em público antes do pôr-do-sol desde, desobedecendo os preceitos do mês sagrado islâmico.
A Cisjordânia, que tem uma população pequena de cristãos, geralmente não é tão inflexível sobre as regas do Ramadã. Os restaurantes e empresas da comunidade cristã continuam abertos em cidades como Ramallah e Belém.
Mas na semana passada, a promotora da Autoridade Palestina, Alaa Tamimi, anunciou que qualquer pessoa que quebrasse o jejum poderia passar até um mês na prisão. A lei palestina, estabelecida em 2011, mas que se remonta ao regime jordaniano na década de 1960, determina que todo cidadão se alimentando durante o período do jejum obrigatório deve ficar presos por um mês ou pagar uma multa.
Desde o início do Ramadã, dia 26 de junho, a polícia palestina prendeu um homem na cidade de Tubas, no norte da Cisjordânia, por quebrar o jejum e outros três homens em Hebron por comer em público.
Apesar de pregar para o mundo que há liberdade religiosa em seus territórios, a Autoridade Palestina mais uma vez mostra que é um regime ditatorial, que pune todos que não concordam com ela. Com informações News Week e WND

por Jarbas Aragão

Canadá quer tirar filhos de pais que não aceitem identidade de gênero



Resultado de imagem para Canadá quer tirar filhos de pais que não aceitem identidade de gênero   Nova lei diz que não são os pais que determinam como a criança será criada, mas sim ela mesma

A província de Ontário, no Canadá aprovou uma nova lei que permite ao governo retirar as crianças de famílias que se recusam a aceitar a opção dos filhos por determinada “identidade de gênero” ou “expressão de gênero”.
O que foi chamado de “Ato de Apoio a Crianças, Jovens e Famílias”, ou Lei 89/2017, acabou aprovada em votação de 63 favoráveis a 23 contrários, registra o The Christian Times.
Ele exige que os serviços de proteção a crianças, serviços de adoção e juízes levem em consideração e respeitem a “raça, ancestralidade, local de nascimento, cor, origem étnica, cidadania, diversidade familiar, deficiência, crença religiosa, sexo, orientação sexual, Identidade de gênero e expressão de gênero”.
“Eu acredito ser uma forma de abuso, quando uma criança se identifica de um jeito e um cuidador diz a ela que não, que ela precisa fazer as coisas de uma maneira diferente”, explicou Michael Coteau, ministro dos Serviços para Crianças e Famílias, que apresentou o projeto de lei.
“Se é abuso, e estiver dentro dessa definição, uma criança pode ser removida desse ambiente e colocada em um local protegido, onde o abuso não tem vez”.
O projeto de lei substitui a Lei de Serviços à Criança e à Família, ou Lei 28, que determinava até recentemente como seriam os serviços de proteção à criança, serviços de acolhimento e adoção.
A Lei 28 garantia que o pai ou mãe da criança possuía o direito de “direcionar a educação e a formação religiosa da criança”. Já a nova lei diz que isso pode ser feito “desde que siga a crença da criança ou do jovem, sua identidade comunitária e identidade cultural”.
Ou seja, não são mais os pais que determinam como a criança será criada e sim ela mesma.
Irwin Elman, advogada provincial dos direitos de crianças e jovens de Ontario, afirmou em um comunicado: “Acredito que este novo Ato, em seus princípios, representa uma mudança de paradigma para a província, mostrando seu compromisso com a participação de crianças e jovens em todas as decisões que as afetam, a criação de um sistema de serviço centrado na criança e o compromisso com o antirracismo e as escolhas das crianças”.
Jack Fonseca, estrategista político da Campaign Life Coalition, discorda e desabafou: “Com a passagem da Lei 89, adentramos em uma era de poder totalitário do Estado, algo nunca antes testemunhado no Canadá. Não se engane, a Lei 89 é uma grave ameaça para os cristãos e todas as pessoas religiosas que têm filhos ou que desejam criar uma família através da adoção”.
Em abril, um casal cristão apresentou uma ação judicial contra Hamilton Children’s Aid Society por ter retirado de sua casa duas crianças adotivas porque eles se recusaram a mentir para as meninas, dizendo que o coelhinho da Páscoa era real.
“Nós temos uma política de não mentir”, justificou Derek Baars, um dos pais adotivos, denunciando que uma pessoa que trabalhava no serviço de apoio à criança insistiu que ele e sua esposa, Frances Baars, dissessem para as meninas, de 3 e 4 anos, que o coelhinho da Páscoa era de verdade.
“Nós explicamos à agência que não estamos preparados para dizer às crianças uma mentira. Se as crianças pedissem, não mentiríamos para elas, mas nós não a levantaríamos”.
Os Baars, que são membros da Igreja Presbiteriana Reformada, perderam a guarda das crianças. O argumento da agência governamental de cuidado infantil é que o coelhinho da Páscoa era uma “parte importante da cultura canadense” e por isso os pais tinham de admitir sua existência. Com informações Christian Post
por Jarbas Aragão

Belém do Pará recebe a Portas Abertas



Fim de Semana da Igreja Perseguida na região acontece entre os dias 22 a 25 de junho, confira a agenda

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Cristãos de Belém do Pará abrem suas portas para saber sobre a realidade dos cristãos perseguidos no mundo. O Fim de Semana da Igreja Perseguida é um evento muito importante, realizado pela Portas Abertas, para a conscientização da igreja brasileira em relação aos nossos irmãos que enfrentam hostilidade, muitas vezes acompanhada de violência, em países que rejeitam o cristianismo.
Colaboradores organizam encontros para compartilhar testemunhos que vêm de longe e também para inspirar a igreja a orar por essa causa. Enquanto temos liberdade para fazer isto, milhares de cristãos no mundo estão presos simplesmente por terem se decidido por Cristo e muitos até morreram por não terem negado o nome de Jesus.
Se você quer fazer parte de uma igreja que luta ao lado dos cristãos perseguidos, junte-se a nós em Belém do Pará, nos endereços e horários que já estão disponíveis em nossa agenda. Saiba mais entrando em contato pelo telefone (11) 2348 3330 ou pelo e-mail visitas@portasabertas.org.br. Aproxime-se da nossa família na fé.

por Portas Abertas

Caveiras de Cristo: Bope inaugura igreja evangélica



Resultado de imagem para Caveiras de Cristo: Bope inaugura igreja evangélica  “Para nós, missão dada é missão cumprida. Inclusive quanto às coisas de Deus”, explica presbítero subtenente.

Desde o dia 20 de maio, diariamente um grupo de 80 a 100 pessoas entram na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), na Zona Sul do Rio de Janeiro para participar de cultos. No dia da inauguração, o presidente da ONG Rio de Paz, o pastor Antônio Carlos Costa fez uma pregação, falando da importância espiritual do “nascer de novo”.
A Congregação Evangélica do Bope, fundada em 1995 pelos agentes do batalhão, ganhou espaço próprio. O Templo que atende a tropa de elite da Polícia Militar mais temida do país foi  erguido numa área de 80 metros quadrados, ao lado do saguão onde fica uma enorme bandeira da corporação, com o tradicional símbolo da faca na caveira.
A obra, que custou cerca de R$ 50 mil foi feita totalmente com doações, explica o presbítero e subtenente do Bope André Monteiro. O material foi doado por simpatizantes do Bope em todo o país, como membros da Associação do Ministério Público do Norte e Nordeste; magistrados, como o juiz federal Wilson Douglas, e pela própria corporação. A mão de obra foi feita pelos PMs e de moradores da favela Tavares Bastos, onde fica a unidade.
“Estamos muito felizes com essa conquista e por poder mostrar à sociedade que na nossa instituição há pessoas de fé que, além de suas missões militares no dia a dia, buscam levar a palavra de Deus à comunidade, interagindo e ficando cada vez mais próximas a ela”, afirmou Monteiro à imprensa.
Um dos diferenciais é que, para participar dos cultos, os fiéis precisam se identificar e são revistados, seguindo as normas do batalhão. “São regras básicas de segurança”, ressalta Monteiro. Após os cultos, não se pode visitar a unidade. Para isso existe um programa específico com agendamento.
A igreja já recebeu visitas de cantoras famosas do meio gospel, como Fernanda Brum e Ana Paula Valadão. Mas o período de louvor dos cultos normalmente fica a cargo da Tropa de Louvor, a banda gospel do Bope. Os músicos, conhecidos como ‘Caveiras de Cristo’ já tem um CD lançado.
“Para nós, missão dada é missão cumprida. Inclusive quanto às coisas de Deus”, finalizou Monteiro.

por Jarbas Aragão

Incêndio prejudica a vida de famílias cristãs indianas


Segundo os moradores, o incêndio foi causado por ativistas anticristãos; no momento, várias famílias estão sem abrigo

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Recentemente, muitos indianos foram afetados por um incêndio que ocorreu numa das comunidades de Sikanderpur, no distrito de Ballia, em Uttar Pradesh. Mais de 100 casas foram queimadas. Uma pequena igreja instalada na região e algumas casas de cristãos foram poupadas naquele dia. Porém, pouco tempo depois, na madrugada, houve outro incêndio, dessa vez, porém, especificamente na igreja.
Muitas pessoas fugiram do local enquanto o fogo se easpalhava. Infelizmente, um menino de 6 anos perdeu a vida nesse incidente. “Nós acreditamos que os anticristãos deram início ao incêndio e, como o fogo não atingiu nossas casas, eles ficaram insatisfeitos, por isso o incêndio foi reiniciado”, disse um dos cristãos que teve a casa queimada.
Ele explicou as igrejas têm seus trabalhos vigiados. “Muitas vezes, eles nos questionam o motivo pelo qual estamos convertendo as pessoas”, explicou. No total, oito famílias cristãs perderam suas moradias e todos os pertences, muitas cabanas também foram destruídas na ocasião. A situação é bem complicada, já que agora começaram as chuvas. Algumas ONGs estão colaborando no local, mas ainda não é suficiente para atender a todos. A Índia ocupa a 15ª posição na Lista Mundial da Perseguição e a opressão aos cristãos tem crescido muito nos últimos anos. Interceda pelos cristãos perseguidos na Índia.
por Portas Abertas

sexta-feira, 2 de junho de 2017

A memória que glorifica a Deus



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“Disto me recordarei na minha mente; por isso esperarei.” (Lamentações 3:21)
A fé cristã sempre foi reconhecida como uma fé de memória. Deus constantemente nos ordena a lembrarmos de seus feitos, seja para glorificá-Lo mais intensamente seja para, quando enfrentando as desgraças da vida, recordarmos de seus grandes feitos realizados no passado, fazendo com que nosso coração se acalme e nossa alma descanse. A constante recordação da Obra Divina não é uma tarefa fácil para o cristão, tendo em vista a nossa predisposição ao esquecimento. Nós, como pecadores, também temos nossa memória afetada pelo pecado.
A força da tentação e a opressão das provações muitas vezes nos cegam, fazendo com que aquilo que Deus já fez por nós seja completamente esquecido. Este texto objetiva desafiar-nos a constantemente lembrarmos daquilo que o Todo Poderoso já fez por nós, para que assim venhamos a fugir do pecaminoso esquecimento que assola nossa mente e todos os dias nos faz negar a Onipotência Divina.

O esquecimento do povo de Israel

“Mas vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e disse-lhe: levanta-te, faze-nos deuses, que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu.” (Êxodo 32:1)
Moisés foi um instrumento poderoso nas mãos de Deus para operar maravilhas no meio do povo de Israel. Ele foi escolhido pelo Senhor para salvar Seu povo dos Egípcios. Como é de nosso conhecimento, foram diversos os milagres operados por Deus até o momento em que o povo se corrompeu. Deus transformou água em sangue (Êxodo 14:17-25); enviou uma praga de rãs (Êxodo 7:26; 8:12-15), de mosquito (Êxodo 8:12-15), e de moscas (Êxodo 8:16-28); determinou pestes em animais (Êxodo 9:1-7), e úlceras (Êxodo 9:8-12). O Senhor também enviou uma poderosa chuva de pedras (Êxodo 9:13-35), uma praga de gafanhotos (Êxodo 10:1-20), trevas (Êxodo 10:21-29) e, por fim, a morte de todos os primogênitos do Egito (Êxodo 11). Quanto a este último, o milagre foi ainda mais claro, pois o Senhor matou todos os primogênitos, exceto aqueles que estavam com o sangue do Cordeiro marcado na verga das portas (Êxodo 11:7), provando de forma definitiva o agir sobrenatural de Deus no Egito.
Ao tirar o povo do Egito, o Senhor os fez peregrinar pelo deserto sob uma coluna de fogo que os aquecia à noite, e sob uma nuvem para que, à tarde, o sol não os molestasse tanto (Êxodo 13:21). Mesmo diante de tamanha maravilha, capaz de alimentar a fé de um indivíduo por toda a vida, ao verem que Faraó havia decidido persegui-los, o povo interpelou a Moisés dizendo: “Não havia sepulcros no Egito, para nos tirar de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos fizeste isto, fazendo-nos sair do Egito? Não é esta a palavra que te falamos no Egito, dizendo: Deixa-nos, que sirvamos os egípcios? Pois que melhor nos fora servir aos egípcios, do que morrermos no deserto.” (Êxodo 14:11-12). Esse tipo de perversidade é muito comum na peregrinação de Israel.
O povo constantemente se esquecia dos benefícios dados pelo Senhor, ainda que claros e extraordinários, quando provações o oprimia. Certamente não estamos em uma posição superior aos filhos de Israel, pois sempre procedemos da mesma maneira. O fato é que o Senhor, demonstrando sua Graça, Misericórdia e Poder, reverte uma situação que, humanamente falando, é impossível. O Senhor abriu o mar vermelho, destruiu o império de Faraó e o povo passou a salvo (Êxodo 14:21-31). O Senhor ainda operou mais milagres no meio do povo, como a transformação da água amarga em potável (Êxodo 15:25), a água que brotou da rocha (Êxodo 17:6) e a chuva de pão do céu (Êxodo 16:11-15). Sobre este último, é importante lembrar que ocorreu justamente porque Israel havia murmurado de novo (Êxodo 15:3).
Diante de tantos sinais e maravilhas, o povo de Israel não foi capaz de esperar Moisés. Movidos de uma impaciência completamente irracional, pediram a Arão que criasse um Bezerro de Ouro, assim quebrando o Segundo Mandamento. Pensem bem: é racional e lógico, diante de tantos sinais claros e poderosos, que comprovam o amor, o zelo e o poder de Deus, simplesmente esquecer-se de tudo e conscientemente opor-se ao Altíssimo com tanta ousadia e perversidade? Onde estava o temor do povo? Será que eles sofreram uma espécie de amnésia coletiva, ou simplesmente a multidão era tola o suficiente para voluntariamente apagar Deus de suas memórias?

O esquecimento de Elias

“E ACABE fez saber a Jezabel tudo quanto Elias havia feito, e como totalmente matara todos os profetas à espada. Então Jezabel mandou um mensageiro a Elias, a dizer-lhe: Assim me façam os deuses, e outro tanto, se de certo amanhã a estas horas não puser a tua vida como a de um deles. O que vendo ele, se levantou e, para escapar com vida, se foi, e chegando a Berseba, que é de Judá, deixou ali o seu servo. Ele, porém, foi ao deserto, caminho de um dia, e foi sentar-se debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: Já basta, ó SENHOR; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais. E deitou-se, e dormiu debaixo do zimbro; e eis que então um anjo o tocou, e lhe disse: Levanta-te, come. E olhou, e eis que à sua cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água; e comeu, e bebeu, e tornou a deitar-se.E o anjo do SENHOR tornou segunda vez, e o tocou, e disse: Levanta-te e come, porque te será muito longo o caminho.” (I Reis 19:1-7)
A história de Elias, assim como a do povo de Israel, também é muito conhecida. No contexto da passagem acima, Elias havia desafiado quatrocentos e cinquenta profetas de Baal (I Reis 18:22-25). O desafio era simples: Elias e os profetas deveriam tomar dois bezerros e dividi-los em pedaços. Após isso, deveriam jogar os pedaços na lenha sem fogo e orar pedindo para que a divindade que recebesse a oração queimasse os bezerros. Elias iria orar para o Deus verdadeiro e os outros quatrocentos e cinquenta homens, a Baal. Aquele que respondesse à oração e queimasse os bezerros seria o Deus verdadeiro. Como sabemos, o Deus de Elias não apenas queimou os bezerros, mas também a lenha, as pedras e o pó (I Reis 18:38). Logo em seguida, o povo lançou mão dos profetas de Baal e matou a todos (I Reis 18:40). Tomando conhecimento de ocorrido, Jezabel ameaçou Elias de morte e jurou destruí-lo. E qual foi a reação do profeta? Coragem? Fé em Deus por ter acabado de presenciar um milagre? Não. Elias temeu uma mulher mesmo acabando de presenciar um milagre extraordinário diante de seus olhos. Ele viu sua oração sendo respondida de modo visível. Elias presenciou o fogo caindo do céu e devorando os bezerros, a lenha e o pó.
O caso de Elias é ainda mais curioso, pois a Bíblia deixa claro que somente as orações com fé são respondidas (Tiago 1:6). Ou seja, Elias teve fé no momento que orou a Deus. Ele realmente creu que o Senhor iria fazer o que ele estava pedindo. Não obstante, onde foi parar essa fé de Elias? Essa fé de Elias me parece semelhante com a semente semeada em pedregais, que chega a manifestar certa confiança aqui e acolá na Palavra de Deus, mas chegando a perseguição e a angústia logo declina (Mateus 13:20). Com toda certeza, a fé de Elias foi poderosa no momento da oração; porém, o medo irracional que sentiu demonstra que ele era um homem muito temeroso. Se por um lado vemos um Elias corajoso, do outro também vemos um Elias medroso e covarde. Elias, em seu momento de medo, esqueceu-se daquilo que o Senhor tinha acabado de operar. Ele não trouxe à memória aquilo que lhe dava esperança, mas apavorou-se com a ameaça de Jezabel e se escondeu em uma caverna.

O esquecimento dos judeus

“Disseram-lhe, pois: Que sinal, pois, fazes tu, para que o vejamos, e creiamos em ti? Que Operas tu?” (João 6:30)
Jesus tinha acabado de multiplicar cinco pães e dois peixinhos para uma multidão de mais de cinco mil pessoas (João 6:11). Que perversidade é essa? Como estes homens tiveram a coragem de perguntar que sinal fazia Jesus? Que espécie de incredulidade é essa? Como se esqueceram tão rapidamente daquilo que tinham visto e provado? Eles viram o Senhor fazer um milagre diante de seus olhos, como, pois, prevaricaram dessa forma contra o Senhor? Foram os mesmos judeus que viram a transformação de água em vinho (João 2), a ressurreição de Lázaro (João 11), a cura de leprosos, cegos e endemoniados. Eles viram Cristo fazer tudo isso e o pregaram numa cruz, como se Ele fosse um ladrão. Ignoraram e se esqueceram dos sinais de Cristo. Que diríamos nós de Judas? Ele viu incontáveis milagres e mesmo assim, tomado de um desejo avassalador por dinheiro, vendeu o Deus encarnado por trinta moedas pratas.
O povo judeu parecia ter [e tem] uma predisposição muito grande ao esquecimento daquilo que Deus fez por eles. Talvez seja esta a razão pela qual Davi ressalta a importância de contar as maravilhas do Senhor (Salmo 9:1). Certamente essa incredulidade também é partilhada por nós, e é por isso que, assim como Davi, também devemos contar as obras de Deus. O fato é que somos constantemente oprimidos e tentados a nos esquecermos daquilo que Cristo fez por nós: como podemos então manter uma mente sã e que constantemente recorde e glorifique o Todo Poderoso?

Deus institui meios para nos lembrarmos dEle

“E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.” (Êxodo 12:14)
“Porque eu recebi do SENHOR o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.” (I Coríntios 11:24-25)
O Senhor, sabendo da memória pecaminosa que temos, instituiu meios de graça para que sempre lembremos-nos do Divino favor. No texto de Êxodo lemos sobre a instituição da Páscoa, onde o Senhor ordenou tal celebração objetivando que o povo sempre se lembrasse de que Ele os havia retirado da escravidão dos egípcios. Da mesma maneira, o Senhor Jesus instituiu a Ceia para lembrarmos-nos sempre de sua morte em nosso lugar, que nos redime, justifica, salva e, principalmente, nos livra do poder do pecado. Por isso é que no início desse texto afirmei que a Fé Cristã é uma fé de memória, pois somos constantemente alertados a nos lembrar, seja por meio de ritos ordenados ou não, das obras e benefícios que Deus nos tem concedido durante toda a história. O cristão deve lembrar-se de que ele não faz parte de uma fé individual, mas de um povo com história e experiência ao lado de Deus. Olhar para a nossa história e ver o agir de Deus é uma forma de buscarmos corrigir nossos erros que herdamos de nossos pais e de nos lembrarmos de viver no caminho dos santos.
Além da Ceia, o Senhor instituiu a própria educação familiar como meio de perpetuar Seu nome na terra e de não nos esquecermos de sua Poderosa mão protetora (Deuteronômio 6). Além disso, é dito que a família, quando recorda a Graça de Deus aos filhos, ensinado-os a andar conforme os estatutos do Senhor, faz com que eles não se desviem do Senhor (Provérbios 22:6). O Senhor, por ser Bondoso e Misericordioso, também nos deixou Sua Palavra Infalível, por meio da qual somos exortados a abri-la com o intuito de nos lembrarmos de tudo aquilo que o Senhor fez por nós. Nela somos lembrados do modo extraordinário que o Senhor nos amou antes mesmo de criar-nos (Romanos 8:29); da forma que nos criou (Gênesis 1:26); de como fomos ingratos e pecamos, manchando assim toda a nossa posteridade (Gênesis 3:6-7); somos também lembrados de como o Senhor se compadeceu de nós e prometeu, já após a queda, a redenção e salvação em Cristo Jesus (Gênesis 3:15); também somos lembrados da garantia desta salvação (Efésios 1:12-13) e do quanto seremos alegres na presença do cordeiro todos os dias de nossas vidas (João 16:21-22). Enfim, todos os benefícios, providências e obras de Deus a nosso favor são encontrados nas Escrituras com o objetivo de nos recordar todos os dias de nossas vidas que Deus nos ama e sempre estará ao nosso lado, pois foi exatamente isso que Ele nos prometeu por meio de Abraão: ser eternamente o nosso Deus e Deus de nossos filhos. “E estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti.” (Gênesis 17:7)
Eu não sei, você que está lendo este texto, pelo que você está passando, mas eu o escrevi com o objetivo de exortá-lo a lembrar-se de tudo o que o Senhor tem feito por você. Ele tem sido bondoso em sua vida antes mesmo de você ser concebido. Ele cuida todos os dias da sua saúde, mantém-no de pé, faz o seu coração bater, alimenta-o, alegra-o, coloca pessoas que o amam ao seu redor e o enche de vida. Entretanto, não se esqueça: quando a provação vier, como rolo compressor pronto para oprimi-lo, lembre-se de que o Senhor é a sua força e alegria. Traga à memória o Amor e a Graça Divina. Permita-se recordar apenas aquilo que lhe dará esperança. Lembre-se de Cristo e de Seu sacrifício. Jamais proceda como os filhos de Israel; antes, movido pelo mesmo sentimento de Jeremias, recorde-se do Favor de Deus e espere a resposta dAquele que se lembra de você.

Jonas Justiniano

Membro da Primeira Igreja Batista de Areia Branca, profundo admirador da Fé Reformada, colunista do blog e colaborador da Fan Page Apologética Reformada.