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terça-feira, 30 de maio de 2017

Violência é intensificada no norte do Quênia




O país está em estado de alerta, depois do último ataque do grupo extremista islâmico, Al-Shabaab, no Reino Unido

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O grupo extremista islâmico Al-Shabaab, intensificou ataques no sul da Somália e também se espalhou para as regiões do nordeste do Quênia, na fronteira entre os dois países. O governo queniano liberou um comunicado de imprensa, na semana passada, pedindo que todos os civis se mantenham vigilantes.
"Na sequência do último ataque extremista, em Manchester, no Reino Unido (durante um show), agora há um risco real de que extremistas locais também passem a atacar por aqui. Por isso, vamos aumentar a nossa vigilância e alertar a todos para que estejam atentos a qualquer atividade suspeita, especialmente enquanto estiverem em locais públicos, restaurantes, terminais de ônibus, aeroportos e em locais de culto", dizia o comunicado.
Alguns planejamentos da Portas Abertas na região que estavam programados para junho foram adiados para outras datas. "Agora vamos observar atentamente a situação. Por favor, juntem-se a nós em oração pela Igreja Perseguida no Quênia e intercedam pelos cristãos que estão em regiões fronteiriças em meio aos combates contra o Al-Shabaab", pede um dos colaboradores.
Pedidos de oração
  • Ore para que a paz prevaleça no Quênia, país que ocupa a 18ª posição na atual Lista Mundial da Perseguição.
  • Interceda pelos cristãos perseguidos no país e ore para que o corpo de Cristo permaneça firme em seus propósitos.
  • Peça também por todos os colaboradores da Portas Abertas que atuam no Quênia, para que estejam seguros e que as viagens ministeriais sejam guiadas por Deus.
por Portas Abertas

Far Cry 5 polemiza ao colocar seita que distorce o cristianismo como vilã do game; Confira



Resultado de imagem para Far Cry 5 polemiza ao colocar seita que distorce o cristianismo como vilã do game; Confira   Far Cry 5 é o novo título da franquia de games que tornou-se famosa por abordar temas ligados ao terrorismo e mostrar adversários dos Estados Unidos como vilões. Toda essa retórica carregou muitas polêmicas ao longo dos anos, e agora o novo jogo promete reprisar a controvérsia ao envolver uma seita religiosa que distorce o cristianismo.

Os detalhes do jogo Far Cry 5 foram revelados na última semana, através de cartazes e um trailer que explicam a trama do jogo e mostra um grupo extremista religioso causando destruição no condado fictício de Hope, no estado de Montana, matando “pecadores” e tomando outras pessoas como reféns.
Desenvolvido pela Ubisoft, o jogo coloca os fãs em luta contra uma seita que distorce o cristianismo e condena todo tipo de lazer e tradições culturais. Onde encontram oposição, os membros da seita se valem da violência para impor sua visão de mundo e a adoração ao seu líder, que acredita ser alguma divindade.
“Sei que estão sofrendo, porém estou aqui para lhes dizer que o sofrimento é uma escolha, e vocês podem escolher um caminho melhor. Nós queremos vocês, nós te aceitamos, e vamos levá-los. Mesmo que à força. Alguns de vocês podem querer lutar, mas no final, todos vão nos agradecer. Eu sou seu pai, e vocês são meus filhos”, diz o vilão do jogo, no trailer.
De acordo com informações do portal The Christian Post, os desenvolvedores teriam usado uma Igreja Presbiteriana como modelo para reproduzir no mapa do jogo um templo cristão que é invadido e destruído pela seita.
O cartaz principal do jogo mostra o líder da seita em uma mesa, rodeado por seus seguidores, em uma paráfrase da cena pintada por Leonardo Da Vinci no famoso quadro A Última Ceia, em que Jesus é retratado cercado por seus discípulos antes da traição de Judas.
Cristãos dos EUA estariam manifestando incômodo com a abordagem do jogo, por uma suposta insinuação de que a pregação do Evangelho tem potencial extremista.
O lançamento do jogo ainda está distante, e acontecerá no dia 27 de fevereiro de 2018, se não houver nenhum atraso significante na finalização do desenvolvimento. Far Cry 5 estará disponível para as plataformas PlayStation 4, XBox One e PC.
Confira no vídeo abaixo o trailer do jogo, legendado em português:
por Tiago Chagas

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Arqueólogos revelam detalhes sobre a batalha que destruiu o Segundo Templo



Resultado de imagem para Arqueólogos revelam detalhes sobre a batalha que destruiu o Segundo Templo    Novas descobertas mostram como foi a queda de Jerusalém 2000 anos atrás

Israel comemora esta semana os 50 anos desde sua reunificação. Enquanto as Nações Unidas tentam negar o vínculo histórico do Estado judeu com sua capital, novas evidências arqueológicas são reveladas, agora pela Autoridade de Antiguidades de Israel e pela Autoridade de Natureza e Parques sobre a batalha ocorrida na cidade há 2.000 anos.
Na rua principal, que levava dos portões da cidade e do Tanque de Siloé até o Templo, foram encontradas pontas de flechas e bolas de pedra. Esses artefatos ajudam a detalhar como ocorreu a última batalha entre o exército romano e os rebeldes judeus, que mantinham barricadas dentro da cidade.
As escavações, realizadas nos últimos anos graças ao financiamento da Sociedade Cidade de Davi, mostram um pouco como foi o confronto que resultou na destruição de Jerusalém. Ela ecoa a descrição do historiador Flávio Josefo, um judeu romano que registrou o que testemunhou quando a cidade e o Templo foram totalmente destruídos no ano 70 d.C.
Segundo os diretores da escavação, Nahshon Szanton e Moran Hagbi, “as descrições de Josefo sobre a batalha na cidade baixa foram comprovadas pela primeira vez ‘de forma clara e assustadora’”. Por exemplo, bolas de pedra iguais às encontradas agora, eram lançadas por catapultas contra Jerusalém durante o cerco romano.
Já as pontas das flechas usadas pelos rebeldes judeus nas batalhas contra os legionários romanos, se encaixam perfeitamente nos relatos escritos por Josefo dois milênios atrás.
Uma parte dessa grande rua, medindo cerca de 100 metros de comprimento por 7,5 metros de largura, foi exposta pelas novas escavações. Ele é pavimentada com grandes lajes de pedra conforme o costume das grandes construções em todo o Império Romano.
O material divulgado pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) dá conta que, até agora, essas escavações arqueológicas reforçam o entendimento de que Herodes, o Grande não foi o único responsável pelos grandes projetos de construção de Jerusalém no final do período do Segundo Templo.
A IAA explica que suas pesquisas recentes revelaram que a rua foi construída após o reinado de Herodes, apoiada pelos procuradores romanos de Jerusalém, possivelmente ainda durante o mandato do governador romano Pôncio Pilatos, o mesmo que condenou Jesus à morte na cruz.
Szanton e Hagbi declararam que “Esta conclusão lança uma nova luz sobre a história de Jerusalém no final do período do Segundo Templo, e reforça o reconhecimento da importância da autoridade dos procuradores romanos na formação de Jerusalém”.
“Dois mil anos após a destruição de Jerusalém e 50 anos após sua libertação, voltamos às cisternas de água, ao mercado e à praça da cidade que estavam aqui na véspera da sua destruição”, sublinham.
O Dr. Yuval Baruch, arqueólogo Autoridade de Antiguidades de Israel responsável pelas escavações em Jerusalém, disse que eles continuarão recuperando essa rua pelos próximos cinco anos.
“Na verdade, podemos dizer que essas escavações de agora na Cidade de Davi, são uma continuação natural das escavações arqueológicas anteriores realizadas neste local, iniciadas no passado por especialistas europeus e americanos. Uns quatro anos atrás as escavações arqueológicas foram renovadas ao longo da rua, visando expor a totalidade de seu comprimento e largura. Quando as escavações terminarem, o que restou da rua será preservado e poderá servir como local turístico, recebendo dezenas de milhares de visitantes para andarem sobre ela”, encerrou. Com informações Christian Today
por Jarbas Aragão

Dossiê Cayman: Caio Fabio é preso



Resultado de imagem para Dossiê Cayman: Caio Fabio é preso   Pastor diz que é consequência do "dossiê Cayman", de 1998

Um áudio enviado para a redação do portal Gospel Prime, por uma pessoa ligada ao pastor Caio Fábio dá conta que ele foi preso nesta quarta-feira (24) pela Polícia Federal.
A voz é inegavelmente do pastor, que procura explicar a situação para as pessoas ligadas ao seu ministério.
“Aquela ação lá de [19]98 do dossiê Cayman, teve vigência hoje e eu estou sendo conduzido para a superintendência da [Polícia] Federal e depois para a Papauda, num regime semiaberto. Não teve ainda nenhuma ação do meu advogado e eu mesmo estava absolutamente certo que esse era um processo vencido há muito tempo e acabado. Então, com toda tranquilidade, gostaria só que vocês informassem o pessoal da igreja…. o que aconteceu”, diz o material.
Ouça na íntegra:
Ainda segundo a fonte do Gospel Prime, que prefere manter o anonimato, a família do pastor Caio está abalada, mas ele garantiu a todos que está em paz.  Não há, por enquanto, uma nota oficial da assessoria do pastor, mas ela deve ser publicada nas próximas horas.
As primeiras informações dão conta que o advogado de Caio Fábio perdeu o prazo da defesa e pretende recorrer.

Entenda o caso

O dossiê Cayman, como ficou conhecido, foi revelado em 1998, nas vésperas da eleição presidencial. Ele continha dados sobre uma empresa e de contas que supostamente eram controladas por Fernando Henrique Cardoso, candidato à reeleição.
O conjunto de papéis também mostrava depósitos de US$ 368 milhões nessas contas, dinheiro arrecado por meio de propina recebida pela privatização de empresas do setor de telecomunicações.
Entre as pessoas que integram o inquérito estavam os adversários políticos de FHC: Luiz Inácio Lula da Silva, José Dirceu, Paulo Maluf, Ciro Gomes, Marta Suplicy, Marcio Thomaz Bastos, Leonel Brizola e Benedita da Silva.
Em seu depoimento ao caso, Lula afirmou ter tido um encontro com o pastor Caio Fábio e outro com o ex-ministro Luiz Gushiken. Ao perceber que os documentos eram falsos o PT não continuou as negociações sobre o dossiê.
Em 2011, a Folha de São Paulo divulgou que o pastor fora condenado pela juíza Léa Maria Barreiros Duarte a quatro anos de prisão por ser considerado o autor dos documentos, mas ele não foi preso.
“Essa sentença que saiu da parte desta juíza não tem nenhum fundamento na realidade do processo. A começar do fato de que esta ação foi movida contra mim em 1998 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Por volta de 2005/2006 ele determinou que o secretário da presidência da república fosse depor representando-o e me isentou de tudo”, contou.
“Meu coração está absolutamente em paz. Eu não irei a cadeia nenhuma”, garantia.
Caio Fábio disse na ocasião que mesmo se fosse preso receberia uma coroa de glória, pois a juíza agiu contrariando os depoimentos que o isentam da culpa. “No fim tudo isso vai contribuir para o meu bem porque eu amo a Deus”.
por Gospel Prime

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Desfrute a justiça de Cristo


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Desfrute a justiça de Cristo


(Justiça, posição aceitável a Deus) a nós igualmente nos será imputado (e creditado), a saber, a nós que cremos (nos apegamos e confiamos) naquele que ressuscitou dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor. ROMANOS 4.24É altamente inspirador perceber que você está numa posição correta com Deus simplesmente por crer em Cristo. Porque Jesus, que não conheceu pecado, tornou-se pecado em seu lugar, você se tornou a justiça de Deus. Tal pensamento gera tanto a empolgação quanto o quebrantamento. Mas o diabo não quer que você caminhe na empolgação dessa maravilhosa realidade. Ele quer lembrá-lo de todas as suas faltas e desviá-lo da alegria da justiça que Jesus morreu para lhe dar. Não deixe o diabo roubar a alegria da sua justiça por intermédio de Cristo. Enquanto você se prepara para uma noite de descanso, passe momentos de silêncio
pensando sobre esse dom incomparável e adore Aquele que tornou tudo isso possível. Vá dormir pensando: “Sou a justiça de Deus em Cristo”. (2 Coríntios 5.21.)
por Joyce Meyer

Sul das Filipinas é atacado por extremistas islâmicos



O grupo Maute invadiu a cidade de Marawi e sequestrou mulheres e líderes cristãos
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Na tarde de 23 de maio, extremistas do grupo islâmico Maute (afiliado ao Estado Islâmico) atacaram à cidade de Marawi, no Sul das Filipinas. Além dos ataques, o grupo espalhou a bandeira do Estado Islâmico pela cidade. Os tiros disparados atingiram a prisão local, uma escola cristã e uma igreja. Ainda não se sabe se os tiros foram planejados ou consequência do confronto iniciado pelo grupo.
Os cidadãos estão assustados e pedem orações. Eles contam que as casas estão sendo invadidas e que mulheres que não vestem o jihad (véu islâmico) estão sendo sequestradas. Nas mídias sociais, há pedidos de ajuda e informações sobre desaparecidos, postados por seus parentes. Numa dessas postagens, uma vítima conta que eles são obrigados a citar o chahada (declaração de um credo islâmico) para não serem mortos.
O presidente Duterte declarou a lei marcial (quando a justiça fica a cargo de autoridades militares) por 60 dias em toda região sul. Ele também cancelou compromissos com a Rússia para tratar da crise no país. Os militares alegam que a situação está sob controle e negam a participação do Estado Islâmico nos ataques. Segundo eles, o grupo Maute quer apenas chamar atenção.
Gina*, colaboradora da Portas Abertas na região, compartilhou o pedido de uma cristã ex-muçulmana: “Por favor, orem pelos cristãos de Marawi. Peçam pela proteção de Deus sobre nós. Líderes cristãos foram sequestrados pelo Estado Islâmico”.
*Nome alterado por motivos de segurança.
por Portas Abertas

Dia da Igreja Protestante reúne Obama e Merkel na Alemanha



Resultado de imagem para Dia da Igreja Protestante reúne Obama e Merkel na Alemanha   Convidados de todo o mundo celebram os 500 anos de Reforma e da cultura protestante.

No Dia da Igreja Protestante (24), Barack Obama, ex-presidente americano, é a maior atração da celebração, realizada a cada dois anos na Alemanha. Esta edição, comemora os 500 anos da Reforma Luterana e ocorre nas cidades de Berlim e Wittenberg.
Obama é o participante mais importante entre os 140 mil que fazem parte do evento. Ele irá conversar na manhã de quinta-feira (25) com a líder da Alemanha e filha de pastor, Angela Merkel, diante do Portão de Brandemburgo, sobre o tema responsabilidade.
O discurso do ex-presidente afirmará que a democracia exige confiança em Deus, e políticos que podem pregar, como o próprio Obama.
O ex-presidente dos Estados Unidos se sente ligado ao protestantismo também pelos escritos do teólogo teuto-americano Reinhold Niebuhr. Seu “realismo cristão”, que prega a justiça na observância do bem comum e rejeita a arrogância nacional, foi uma diretriz na presidência de Barack.
Trata-se de um megaevento. São cerca de 2.500 atrações, 30 mil colaboradores e convidados de todo o mundo celebrando os 500 anos de Reforma Luterana e da cultura protestante do debate. Líderes espirituais destacados, filantropos e estrelas pop pregam, oram, cantam e expõem temas no encontro.
Entre os participantes mais proeminentes estão: o arcebispo da Cidade do Cabo, Thabo Makgoba; o imã Ahmed el-Tayeb, da Mesquita de al-Azhar, no Cairo; a esposa de Bill Gates, Melinda; o cantor e compositor alemão Max Giesinger; o climatologista Ottmar Edenhofer; o enviado especial da ONU Staffan de Mistura e o escritor israelense Amos Oz.

Origem na Alemanha

O Dia da Igreja Protestante, que se comemora a cada dois anos desde 1949, é ao mesmo tempo cosmopolita e tipicamente alemão. O encontro foi criado pelo político alemão Reinold von Thadden-Trieglaff, que, como membro da Igreja Confessional, resistiu ao regime de Adolf Hitler, atuando como presidente do Dia da Igreja Protestante até 1964.Com informações do Terra
por Cristiano Medeiros

Estado Islâmico promete novos atentados contra “adoradores da cruz”



Resultado de imagem para Estado Islâmico promete novos atentados contra “adoradores da cruz”   Inglaterra põe exército na rua e eleva nível de perigo para “máximo”

O grupo terrorista Estado Islâmico assumiu a autoria do atentado em Manchester, no Reino Unido, que vitimou crianças e jovens em um show da cantora Ariana Grande. Morreram pelo menos 22 pessoas, além de dezenas que ficaram de feridos. A vítima mais nova tinha apenas 8 anos de idade.
Em uma espécie de nota oficial divulgada pela internet, os jihadistas afirmam que o atentado foi obra de um “soldado do califado”, na guerra contra os “cruzados”, termo usado para se referir aos cristãos europeus.
Até o momento as autoridades divulgaram poucos detalhes. O autor do ataque suicida foi Salman Abedi, 22 anos. Seus pais eram imigrantes vindos da Líbia, mas ele viveu por muitos anos como um típico jovem de Manchester, até ser “radicalizado” e recebido treinamento terrorista.
A polícia já prendeu um homem de 23 anos, irmão de Abedi e suspeito de ter auxiliado no atentado. A primeira-ministra Theresa May realizou reuniões com a equipe governamental de resposta em situações de crise e anunciou que elevou o nível de alerta para “máximo”.
Este é a primeira vez que o alerta máximo é decretado desde junho de 2007. Policiais armados e centenas de soldados do exército patrulham as principais cidades do país.
May dmitiu que “um novo ataque terrorista é iminente”. Um dos motivos para acreditarem nisso é justamente o comunicado do Estado Islâmico. Os jihadistas afirmam que o ataque é uma “vingança da religião de Allah” e que seu objetivo era “aterrorizar os politeístas”, pois consideram que os cristãos adoram 3 deuses [Pai, Filho e Espírito Santo].
Também alegam ser uma “resposta às suas agressões contra as casas dos muçulmanos”, uma vez que o Reino Unido faz parte de uma coalizão que luta contra o Estado Islâmico no Oriente Médio.
No final da nota, o grupo ameaça que “o próximo [ataque] contra os adoradores da cruz e os seus aliados será mais forte, mais intenso”. Com informações das agências
por Jarbas Aragão

Domínio islâmico nas Nações Unidas se consolida



Resultado de imagem para Domínio islâmico nas Nações Unidas se consolida   Nova diretoria da UNESCO será de nação muçulmana

A história da civilização foi definitivamente mudada depois do fim da Segunda Guerra Mundial. 
Um “despertamento” para a necessidade de os países se unirem e lutarem para que a paz mundial fosse alcançada embasou a fundação das Organização das Nações Unidas (ONU), em outubro de 1945.
Nessa mesma época surgiu a Liga Árabe, que reunia étnica e religiosamente países de maioria muçulmana do Oriente Médio, da Ásia e da África. Suas cúpulas e decisões não tinham grande impacto no Ocidente, alheio aos meandros históricos e sociais que os fazia buscarem a “umma”, unificação de todos os seguidores de Maomé do planeta.
Contudo, desde os atentados do 11 de setembro de 2001, o mundo experimenta uma nova realidade, onde palavras como “islamismo”, “terrorismo”, “extremismo” andam muitas vezes juntas nos noticiários.
Nos últimos anos, uma das estratégias de “defesa” dos países islâmicos foi operar em bloco e assumir posições-chave dentro da estrutura da ONU. Seguindo a velha máxima, para se defender, partiram para o ataque.
Talvez a maior prova disso são os constantes ataques contra Israel a partir da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). O órgão encarregado de tomar decisões relacionadas à cultura mostra-se cada vez mais com um viés político de fundamentação religiosa.
Basta uma leitura atenta às resoluções mais recentes, que procuram colocar a tradição islâmica acima dos registros históricos e arqueológicos dos lugares considerados sagrados por judeus e cristãos.
Contudo, a coisa pode ficar pior. No final deste ano, a organização vai eleger uma nova liderança. Existe uma preocupação com uma possível “troika islâmica”, que ocuparia três cargos-chave dando vasão total à agenda anti-Israel da organização cultural da ONU.
Das nove pessoas que pretendem suceder a búlgara Irina Bokova no cargo de diretor-geral da UNESCO, quatro são oriundas de Estados árabes. O favorito no momento é o ministro da Cultura do Qatar, Dr. Hamad bin Abdulaziz Al-Kawari.
Os principais candidatos ao cargo de presidente da Conferência Geral são os representantes de Arábia Saudita e do Marrocos, denuncia o embaixador de Israel na organização, Carmel Shama-Hacohen. Além disso, o único candidato para dirigir o Conselho Executivo da UNESCO é o Irã.
Recentemente, o Conselho Executivo da organização ratificou uma resolução que, embora mais suave que os anteriores, condenou duramente as ações israelenses em Jerusalém, Hebron e Gaza e contestou a reivindicação do Estado judeu à soberania em sua capital. A resolução, que chama Israel de “força ocupante” da capital Jerusalém.

Eleição perigosa

No próximo novembro, ao final da 39ª sessão da Conferência Geral da UNESCO, delegados de todos os 195 Estados membros – incluindo o Estado da Palestina, que aderiu em 2011 – elegerão um novo diretor-geral.
“Estou muito confiante de que, uma vez que comuniquemos adequadamente os nobres objetivos da UNESCO em grande escala, o mundo inteiro perceberá sua importância – hoje mais do que nunca – na construção da paz na mente de homens e mulheres”, disse Al Kawari em um discurso recente.
Outro candidato árabe, o ex-ministro egípcio da família e da população, Moushira Khattab, citou o tratado de paz de 1979 com Israel como algo que o qualifica exclusivamente para o cargo.
“Não se esqueça de que começamos a paz com Israel”, disse Khattab em uma entrevista recente. “Durante décadas, e apesar das convulsões que vimos nos últimos seis anos, ainda mantém a paz. O Egito é um país que acredita no diálogo.”
Khattab candidatou-se para o cargo em 2009, mas perdeu para Bokova da Bulgária, que ficou por duas legislaturas e agora não pode ser reeleita.
A UNESCO nunca teve diretores-gerais vindos do mundo muçulmano, levando as nações árabes a argumentar que o “seu tempo” chegou.
Além de Al-Kawari e Khattab, Saleh Al-Hasnawi do Iraque e Vera El-Khoury Lacoeuilhe do Líbano estão buscando o cargo, embora suas chances sejam consideradas muito baixas, dada a relativa fraqueza de seus países no cenário diplomático internacional.
Também em novembro, obedecendo um sistema de rodízio, a UNESCO elegerá novos membros para a sua Conferência Geral e seu Conselho Executivo. O único candidato à presidência do Conselho Executivo é Ahmad Jalali, o atual embaixador do Irã na UNESCO.
Embora Jalali seja considerado um intelectual e “moderado”, ele representa um regime teocrático islâmico que jurou repetidas vezes destruir Israel. Com informações Times of Israel
por Jarbas Aragão