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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Homem é preso na Califórnia após matar 3 e gritar “Alá é grande”



Resultado de imagem para Homem é preso na Califórnia após matar 3 e gritar “Alá é grande”   Kori Ali Muhammad escrevia contra brancos na internet

O primeiro atentado realizado nos Estados Unidos na “era Trump” ocorreu nesta terça-feira (18). Três pessoas foram mortas a tiros no centro de Fresno, Califórnia. Segundo testemunhas, o autor dos disparos gritava “Allah é grande” em árabe para policiais antes de ser preso.
O autor dos disparou foi identificado como Kori Ali Muhammad, de 39 anos. Ele se apelidava “Jesus Negro”, informou a polícia.
O primeiro tiroteio foi contra uma pessoa em um caminhão utilitário. Depois, uma segunda pessoa foi alvejada por ele numa rua próxima. A terceira vítima foi assassinada no estacionamento de uma instituição católica.Depois da prisão, ele confessou ter matado o segurança de um hotel no início da manhã, elevando o número de mortes para quatro.
O chefe de polícia de Fresno, Jerry Dyer, disse que Muhammad costumava fazer postagens nas redes sociais contra o governo, especialmente contra o presidente Donal Trump. Também ameaçava  os brancos, a quem ele chamava de ‘demônios’. Todas as pessoas em quem ele atirou eram homens brancos.
Em sua conta do Twitter ele falava sobre política e religião, usando várias vezes a expressão “Allah é grande”, muito usada por jihadistas. Com informações das agências
por Jarbas Aragão

Mesmo debaixo de polêmicas teológicas, A Cabana continua entre os filmes mais assistidos



Resultado de imagem para Mesmo debaixo de polêmicas teológicas, A Cabana continua entre os filmes mais assistidos   O filme A Cabana estreou há quase duas semanas nos cinemas brasileiros e desde então, um grande debate se estabeleceu entre os evangélicos sobre sua relevância teológica. O resultado? Mais de um milhão de pessoas já foram aos cinemas assisti-lo.

Os dados de bilheteria disponíveis até agora mostram apenas as vendas nos dois últimos finais de semana, sem contar as sessões exibidas entre as segundas e quartas-feiras do período. E ainda assim, o longa-metragem arrecadou mais de R$ 18 milhões.
Segundo informações da ComScore, empresa que monitora o mercado cinematográfico no Brasil, no primeiro final de semana, A Cabana registrou 544 mil ingresso vendidos, com renda de R$ 9 milhões. No final de semana da Páscoa, o filme cresceu, vendendo 553 mil ingressos e arrecadando R$ 9,1 milhões.
A procura do público pelo filme se mantém em alta mesmo com a competição com outros dois blockbustersA Bela e a Fera e Velozes e Furiosos 8.
O primeiro, alvo de boicote de lideranças evangélicas por causa de um personagem gay, é o filme mais visto no Brasil em 2017, com mais de 7 milhões de ingressos vendidos e arrecadação superior a R$ 110 milhões.
Já o oitavo capítulo da saga do personagem Dominic Toretto arrecadou, em seu final de semana de estreia, R$ 36 milhões, com mais de dois milhões de ingressos vendidos. Ao redor do mundo, Velozes e Furiosos 8 somou mais de meio bilhão de dólares.
O executivo Ygor Siqueira, da 360WayUp, atribui o sucesso de A Cabana junto ao público a um conjunto de fatores: “Primeiro, a história vem de um best-seller que vendeu 4 milhões de cópias no Brasil. Segundo, tem uma produção de excelente qualidade e um ótimo elenco. Terceiro, teve uma forte distribuição feita pela Paris Filmes no meio cinematográfico em parceria com a 360WayUp, que fez um trabalho direcionado para o público cristão”, comentou, segundo informações do Guia-me.
Em relação às críticas feitas ao filme, Siqueira prefere não polemizar: “O filme tem muito conteúdo bíblico, tem muitos ensinamentos. Temos que considerar que o filme é uma ficção e tem liberdade poética. Eu não senti tantas críticas, eu esperava até mais. Muitos líderes estão falando bem e isso acaba ajudando no resultado”, concluiu.
por Tiago Chagas

terça-feira, 18 de abril de 2017

Local do julgamento de Jesus pode ter sido encontrado


Resultado de imagem para Local do julgamento de Jesus pode ter sido encontrado  Palácio de Herodes foi localizado próximo à Torre de Davi, em Jerusalém

Esta foi semana mais intensa do ano em Jerusalém, enquanto milhares de moradores e peregrinos comemoraram tanto o Pessach (Páscoa), que marca a saída dos judeus do Egito, quanto a Semana Santa, que culminou com o domingo da ressurreição.
Dentro das muralhas da Cidade Velha, descobertas recentes indicam que o Palácio de Herodes pode ter sido o local, cerca de 2.000 atrás, onde Pôncio Pilatos julgou e condenou Jesus.
Em 1999, arqueólogos encontraram um edifício enquanto trabalhavam no espaço que serviria para a expansão do museu da “Torre de Davi”. As ruínas estavam por baixo de uma prisão otomana, edificada no local durante a Idade Média. Não há dúvidas que o local abrigava o Palácio do Rei Herodes. Registros em suas paredes remontam ao período do Primeiro Templo.
Contudo, durante séculos a tradição indicava que Pilatos tinha emitido a sentença de morte na fortaleza Antônia, localizada na parte nordeste da cidade velha, onde ficava a guarda Pretoriana Romana.
As evidências indicam que Pilatos mais provavelmente realizou o julgamento em seu palácio, edificado sobre as ruínas do lendário rei Davi.
O arqueólogo israelense Amit Re’em dirigiu escavações no Palácio de Herodes. Ele explicou à CBN: “Parece lógico supor que o governador romano local aqui em Jerusalém – Pôncio Pilatos – também estava no palácio de Herodes, por que ele estava acostumado a viver em meio ao todo o luxo”.
Re’em não vê motivos para o governante ter se deslocado. O pesquisador conhece muito bem a longa história registrada no local. “Até agora, essas paredes impressionantes eram os únicos vestígios do Palácio de Herodes. Não sabemos o que aconteceu com as superestruturas, que sustentava o palácio. Talvez tenham sido destruídas em uma grande revolta, ou derrubadas pelos próprios romanos, ou mesmo pelos cruzados ou pelos otomanos”, especula.
De modo especial nessa época, os cristãos refletem sobre o que aconteceu nas horas que antecederam a crucificação do Senhor. Esse entendimento maior sobre o local onde tudo ocorreu desafia os estudiosos.
O teólogo David Pileggi afirma que é quase uma conclusão precipitada afirmar que Jesus foi trazido até o palácio. “Não sabemos exatamente onde Jesus foi julgado, onde foi ouvido por  Pilatos, mas sabemos que foi em algum lugar no palácio de Herodes”, afirma o estudioso.
“Sabemos apenas que o palácio de Herodes, o Grande, acabou se tornando propriedade romana após a morte de Herodes e que todos os anos, na época da Páscoa, Pôncio Pilatos vinha da Cesária até Jerusalém, para supervisionar a segurança da cidade durante as festas”, continuou ele.
Segundo Pileggi, o Museu da Torre de David abrange toda a história de vida de Jesus.
“Há meio século que os estudiosos vêm dizendo que a história de Jesus começa na Torre de Davi, ou melhor, o que naqueles dias era o Palácio de Herodes. Foi aqui que os Reis Magos vieram visitar o rei Herodes. Também é aqui que sua vida basicamente termina. Quando Pôncio Pilatos o condenou à morte, anunciou seu fim no mesmo local onde foi anunciado a sua chegada. Por isso, há algumas coincidências muito interessante nesta história”, resume.
A arqueóloga israelense Renee Sivan também estava trabalhando no local quando o Palácio de Herodes foi descoberto. Dezesseis anos depois, ela afirma que ainda está impressionada com o poder e opulência do lugar, bem como a trágica história de crueldade e brutalidade ocorrida dentro das muralhas da cidade.
“Jerusalém é como uma cebola”, compara. “Tire uma camada e você achará outra, parece que  nunca termina, então você chora um pouco, mas não muito. É o que acontece aqui”. Para ela, conhecer o local onde o julgamento ocorreu ajudaria os cristãos a “visualizar melhor os eventos monumentais que aconteceram a Jesus de Nazaré na sua última semana de vida”.

Geografia bíblica

Os responsáveis pela descoberta, revelada pela primeira vez em 2015, estão certos de faria mais sentido o julgamento ter sido aqui quando se acompanha a narrativa do Novo Testamento.
Sabe-se que o palácio de Herodes ficava no lado oeste da cidade, isso combina com as ruínas encontradas junto à Torre de Davi. Há registros históricos que o julgamento teria acontecido “próximo de um portão e de uma rua com pedras irregulares”, o que estaria presente no achado arqueológico.
O arqueólogo Shimon Gibson, da Universidade da Carolina do Norte, lembra: “Não há inscrição que comprova que o julgamento aconteceu aqui, mas todos os relatos – arqueológicos, históricos e do evangelho- parecem apontar para cá”.
por Jarbas Aragão

Fundo do governo de Israel poderá financiar Terceiro Templo


Resultado de imagem para Fundo do governo de Israel poderá financiar Terceiro Templo   Criação da Fundação da Herança do Monte do Templo é importante passo político

O terceiro templo pode ter ficado um pouco mais perto de ser construído, após a Fundação da Herança do Monte do Templo ter recebido 550.000 dólares como orçamento para “restauração”.
A iniciativa da ministra da Cultura de Israel, Miri Regev e do ministro para Jerusalém, Ze’ev Elkin, propuseram que essa nova fundação fosse criada para promover a ligação judaica com o Monte do Templo. Ela será responsável pela “pesquisa, informação e defesa” da herança histórica e religiosa dos judeus com o local sagrado, onde foram construídos o templo de Salomão e o Segundo Templo.
A nova fundação operará junto com o Fundo de Patrimônio do Muro Ocidental, que já é financiado pelo governo e administra o Muro Oriental, ou Muro das Lamentações. A estrutura era o muro de contenção para a base onde o Templo restaurado por Herodes esteve até o ano 70.
Apesar dos protestos de deputados que temem a ira dos muçulmanos que controlam o Monte do Templo desde 1967, muito comemoraram a decisão.
O deputado Yehudah Glick, que é rabino e tem ligações com o Instituto do Templo, afirmou: “Depois de muitos e longos meses, alegro-me que nossos esforços tenham finalmente produzido frutos. Este é um bom momento e graças a Deus finalmente chegamos lá, apesar do atraso de 50 anos o governo israelense reconheceu que o Monte do Templo é um sítio nacional, é nosso.”
Enfatizou também: “Precisamos declarar claramente: O Monte do Templo é o fundamento da história do povo judeu e do retorno à terra desde o início do sionismo”.
Embora a nova Fundação não tenha anunciado planos de construções, acredita-se que esse é um importante passo político, que poderá facilitar uma futura edificação.
A controvertida resolução da UNESCO de outubro de 2016 estabeleceu que será usado apenas nomes muçulmanos para se referir aos locais sagrados da Cidade Velha de Jerusalém e criticou severamente Israel por seus “abusos provocadores que violam a santidade e a integridade” da área.
Desde então os políticos judeus vinham pedindo um posicionamento mais enfático do primeiro-ministro Netanyahu sobre o assunto. O texto da proposta de criação da Fundação, declarava que o governo de Israel “deve ser responsável por impedir a distorção da verdade histórica”.

Profecia cumprida

Em junho deste ano será comemorado o aniversário de 50 anos da reunificação de Jerusalém. As forças israelenses conseguiram recuperar a totalidade da sua capital das mãos da Jordânia em 1967.
Contudo, como parte das negociações, o general Moshe Dayan decidiu deixar a administração do Monte do Templo com os muçulmanos, que consideram o local santo por abrigar duas importantes mesquitas: al-Aqsa e o Domo da Rocha.
Para os estudantes da profecia, embora seja incompreensível como as autoridades judaicas tivessem concordado, isso será resolvido quando o tempo tiver chegado. Afinal, segundo as profecias de Daniel, o falso Messias – Anticristo – terá de fazer um acordo “com muitos” para trazer paz a Israel.
Acredita-se que isso envolverá a questão da soberania do Monte do Templo em Ezequiel, o profeta descreve uma visão em que Deus revela os detalhes de um templo restaurado.
Ainda que esteja localizado no centro do centro de Jerusalém, os muçulmanos não o reconhecem como território israelense e impedem que seja feito no local a realização de orações por parte de judeus e de cristãos.
Paralelo a isso, existe um anseio crescente da parte de muitos judeus para que eles retomem não só as orações, mas também os sacrifícios. Por isso o interesse do governo em voltar a investir no local e promover sua importância religiosa causou tanto impacto. Com informações WND
por Jarbas Aragão

Após atentado islâmico, versículos bíblicos tomam ruas de Londres



Resultado de imagem para Após atentado islâmico, versículos bíblicos tomam ruas de Londres   Tradicionais ônibus foram usados para campanha evangelística

Uma nova campanha cristã visa comunicar o evangelho as milhões de pessoas que circulam pelas ruas de Londres este mês. Cerca de 15 dias após o atentado na ponte de Westminster, realizado por um muçulmano que, segundo testemunhas, gritava “Allahu Akbar” [Alá é Grande], as palavras de Jesus são colocadas em placas nos tradicionais ônibus vermelhos de dois andares que circulam pela capital.
O projeto “Quote Jesus” [Cite a Jesus] está exibindo diferentes versículos desde o dia 10 de abril. A intenção é lembrar as pessoas, especialmente nesse período da Páscoa, a mensagem ensinada pelo Messias.
Entre os versículos exibidos estão:
“Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25)
“Quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente” (João 11:26)
“Eis que venho em breve!” (Apocalipse 22:12)

A ideia foi de Howard Conder, fundador do ministério Revelation TV.  O evangelista acredita que os atos terroristas estão tirando a esperança de toda essa geração. Ele explica que o objetivo da campanha é “influenciar o coração, a mente e a percepção desta geração, para oferecer a eles esperança e fé em um futuro melhor”.
Revela também que a iniciativa encontrou resistência, por promover uma religião usando o serviço de transporte, que é público. “As autoridades não puderam proibir, pois são apenas citações”, revela, “é algo não denominacional, então ninguém pode reclamar de diferenças teológicas”.
Estima-se que 6,5 milhões de pessoas andam pela capital diariamente. Além disso, milhares de turistas vão a Londres todos os meses. Conder diz que o objetivo era “Apresentar as palavras da Bíblia, deixando que cada pessoa dê sua resposta”. Para ele, é o Espírito Santo que revela o sentido da Palavra de Deus.
Agora, os organizadores planejam expandir essa campanha a outros locais da Europa e do mundo, usando ônibus e metrôs para apresentar as palavras de Jesus. Com informações de WND
por Jarbas Aragão

Megaigreja terá seu próprio departamento de polícia



Resultado de imagem para Megaigreja terá seu próprio departamento de polícia   Objetivo é se proteger contra possíveis atentados terroristas

Pelo terceiro ano consecutivo um projeto de lei em favor da Igreja Presbiteriana Briarwood, no Alabama, EUA, foi apresentado aos legisladores do Senado estadual. Desta vez foi aprovado, apesar de muitas queixas de setores da sociedade.
Após vários atentados a igrejas americanas, a liderança da Briarwood, uma megaigreja com mais de 4 mil membros, decidiu criar seu próprio departamento de polícia. Ele ficará responsável por oferecer segurança aos frequentadores dos cultos, bem como da escola que pertence a igreja.
É a primeira vez que o estado permitiu uma entidade não-escolar ter seus próprios policias, que carregam armas e possuem autorização para realizar prisões. Um dos motivos alegados seria o medo de ataques terroristas.
“Depois do tiroteio de Sandy Hook e ataques semelhantes a igrejas e escolas, a Briarwood reconheceu a necessidade de oferecer segurança qualificada que trabalhe em coordenação com a lei local”, explicou o administrador da igreja, Matt Moore em um comunicado.
Ele fez referência aos seis professores e 20 alunos que foram baleados dentro da escola de ensino primário Sandy Hook em Connecticut, em dezembro de 2012 e aos 9 mortos na Igreja Metodista Emanuel, na Carolina do Norte dois anos atrás.
Eric Johnston, o advogado que elaborou o projeto de lei para a igreja, disse que a legislação proposta está recebendo apoio. Foram 24 votos a favor e apenas 4 contrários dos parlamentares.
O senador Jabo Wagoner, um dos principais defensores do projeto, diz que a permissão ajudará a igreja a lidar com questões de segurança que não estão seriam atendidas pela segurança privada. “Foi a decisão deles [da igreja]”, disse Wagoner durante entrevista. “Se eles queriam ter sua própria força policial não vejo nenhuma razão por que impedi-los.”
No entanto, alguns opositores da proposta acreditam que isso abre um precedente perigoso, que poderá ser imitado por outras igrejas em todo o país.  “É nossa opinião que isso é claramente inconstitucional”, disse Randall Marshall, diretor executivo da ACLU, grupo que luta pelos direitos civis.
“Esse tipo de programa abre espaço para uma ligação estreita entre organizações religiosas e o poder do Estado”, afirmou em nota.
A decisão deu força a outro projeto de lei que tramita no Alabama, o chamado Church Protection Act, que autorizaria todas as igrejas a terem segurança armada dentro dos templos, oferecendo-lhes imunidade legal. Com informações Christian Post
por Jarbas Aragão