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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Cristãos enfrentam punições



“Através das imagens pode-se ver castigos extremos como chicotadas, crucificação e apedrejamento, ações que parecem ser práticas comuns entre eles”

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O que tem acontecido na República Democrática do Congo tem chocado a muitos que não tinham acesso às informações. Há pouco tempo, um jornalista congolês escreveu um livro denunciando várias práticas do grupo ADF (Allied Democratic Forces – Forças Democráticas Aliadas). Leia mais na matéria Perseguição aos cristãos congoleses. Nicaise Kibel'Bel Oka, que também é editor da revista “Les Coulisses”, disse que há filmagens dos campos da ADF que ajudam a compreender melhor a organização e a estrutura do grupo. “Através das imagens pode-se ver castigos extremos como chicotadas, crucificação e apedrejamento, ações que parecem ser práticas comuns entre eles”, revela.
Ao contrário de outras organizações terroristas, a ADF não publica seus atos. “Eles aproveitaram a floresta tropical dos Montes de Ruwenzori, que abriga o Parque Nacional de Virunga, e montaram sua base, a 'Medina', em 2004 para treinar e enviar jihadistas para diversas regiões. Nos vídeos, vimos crianças entre 8 e 10 anos, sendo treinadas em artes marciais e no uso de armas. O grupo usa de sedução e dinheiro para recrutá-los em mesquitas. A pobreza generalizada, reforçada por anos de instabilidade, criou um terreno de recrutamento fértil para esses jihadistas”, disse o autor do livro “O advento da jihad na República Democrática do Congo – o terrorismo islâmico desconhecido do ADF”.
Além disso, Oka relata que os militantes realizam sequestros em massa de moradores e civis. “Os jovens são usados como combatentes, crianças e mulheres são submetidos à escravidão sexual. Os militantes também visam centros médicos, farmácias e lojas para adquirir remédios e alimentos. As igrejas também pagam um alto preço, sendo atacadas pelos islâmicos. Com isso, o islã cresceu de 8% para 12%. Também vale alertar sobre o papel desempenhado pelos guardas da ONU. Tropas da Índia e do Paquistão são conhecidas por seu proselitismo ao islã. Eles contribuem amplamente para a construção de mesquitas através de zarat (doações)”, contou.
Sendo assim, o escritor levanta a seguinte questão: quem está combatendo o radicalismo islâmico na República Democrática do Congo? “Se a ONU, os militantes do ADF e o exército congolês estão lado a lado, quem está contra o terrorismo? Todos se beneficiam de ajuda financeira externa, além da extração de recursos naturais no país, como ouro, cacau e exploração madeireira, que são a maior fonte de renda dessa nação. Além disso, eles possuem muitos simpatizantes na Arábia Saudita, Turquia e Europa, principalmente na Inglaterra”, conclui Oka. Ore pela situação da igreja no Congo.
Por Portas Abertas

Profecias sobre a Síria estão se cumprindo em nossos dias?



Resultado de imagem para Profecias sobre a Síria estão se cumprindo em nossos dias?   Teólogos e estudiosos divergem que textos antigos referem-se ao cenário atual

O ataque mais recente das forças dos Estados Unidos voltaram os olhos do mundo para a Síria. Há quase sete anos em guerra, o país está sendo destroçado por uma guerra civil que transformou parte da nação em uma pilha de ruínas. Agora que o presidente Trump afirma que podem ocorrer mais ataques militares, o presidente Bashar Al Assad já admite que lhe restam poucas alternativas.
Alguns estudiosos das profecias lembram de Isaías 17: 1. Cerca de 750 anos antes de Cristo o profeta anunciou: “Eis que Damasco será tirada, e já não será cidade, antes será um montão de ruínas”.
Até o momento, a capital da Síria foi preservada de grandes ataques, pois os jihadistas do Estado Islâmico e grupos associados mantinham o controle apenas da porção norte do país, mas os conflitos se aproximam da cidade, sede do governo.
Uma das cidades continuamente habitada mais antigas do mundo, ela nunca viu uma destruição como a anunciada por Isaías.  Até recentemente dizia-se que o cumprimento da profecias deu-se em 702 a. C., quando foi atacada pelo Império Assírio, mas não há registros que tenha se tornado totalmente em ruínas.
Mesmo assim, o teólogo Hank Hanegraaff, conhecido por seus livros de apologética, acredita que esse foi o cumprimento da profecia.
Em um de seus programas de rádio, ele foi questionado sobre o assunto e respondeu: “Estão se baseando nessas passagens de Isaías para explicar o que acontece atualmente na Síria, mas isso é um bom exemplo de escatologia ruim. Tenho vergonha dos pastores que fazem isso e parecem não conhecer a palavra de Deus. Eles simplesmente estão promovendo o sensacionalismo e sofismas”.
Contudo, órgãos de imprensa internacional deram destaque a uma entrevista recente de Bashar Al-Assad, que declarou: “Não temos outra alternativa a não ser vencermos esta guerra. Se não, a Síria será varrida do mapa. ”.

Prelúdio da destruição

O pastor e escritor Joel Rosenberg acredita que há vários textos, como Isaías 17 e Jeremias 49, que falavam sobre a destruição de Damasco, que precisam ser entendidos à luz dos acontecimentos recentes. “Estamos vendo o que ocorre em Damasco. Seria um prelúdio para o cumprimento dessas profecias? Não sabemos ao certo, mas o fato de que ela pode ser destruída é algo extraordinário”.
Quando a Rússia entrou em cena no conflito sírio, em outubro de 2015, e os bombardeios aéreos se intensificaram, muitos começaram a lembrar que havia uma série de menções proféticas à destruição do país. Na época, a aliança de russos com as tropas do Irã, antiga Pérsia, também colaboraram para esse entendimento. A partir de então ela só se fortaleceu.
Rosemberg explica: “O profeta judeu Ezequiel escreveu há 2.500 anos que, nos ‘últimos dias’ da história, a Rússia e o Irã formariam uma aliança militar para atacar Israel a partir do norte. Referimo-nos a este conflito escatológico, descrito em Ezequiel 38 e 39, como a Guerra de Gogue e Magogue. Será que essas ações coordenadas de Moscou e Teerã não tem consequências proféticas?”

Por Jarbas Aragão

Mensagem do Alcorão em quadrinhos da Marvel gera revolta



Resultado de imagem para Mensagem do Alcorão em quadrinhos da Marvel gera revolta  Empresa anunciou que tirou edição das bancas

A jihad cultural é uma estratégia conhecida para influenciar pessoas através do anúncio das prerrogativas islâmicas. A tentativa de um desenhista muçulmano em fazer isso numa revista dos heróis X-Men, da Marvel, acabou gerando revolta e pedidos de desculpas a cristãos e judeus.
A HQ X-Men Gold #1, lançada este mês nos Estados Unidos, tinha mensagens subliminares com citações do Alcorão e que pediam a morte de infiéis (cristãos e judeus). Elas foram feitas pelo desenhista indonésio Ardian Syaf que trabalha para a editora. A Indonésia passa por uma crise institucional que envolve questões políticas e religiosas.
Logo os leitores, especialmente os da Indonésia, começaram a debater na internet o significado dessas mensagens. O primeiro é a inscrição QS 5:51 no peito do mutante Colossus, que joga beisebol com Noturno, que é sabidamente cristão.
Trata-se de uma referência à Qur’an Surah 5:51 – Capítulo do Alcorão – que diz:  “Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles. Alá não encaminha os iníquos”.
A outra mensagem, menos explícita é um quadrinho que tem o número 212 em destaque, uma referência ao protesto que ocorreu em 2 de dezembro (2/12) do ano passado na Indonésia.
Também pode-se ver o número 51, numa camiseta, uma referência ao verso do Alcorão que diz que os muçulmanos não podem aceitar líderes cristãos ou judeus. A personagem Kitty Pride, que é judia, aparece em frente a uma joalheria [Jewlry, em inglês] cobrindo parte da placa, deixando visível apenas “jew” [judeu], dando a entender algo como “212 para Judeus”.
Syaf, como acabou comprovado, tem pensamentos extremistas e participou dessas manifestações que pediam a morte de um político cristão no ano passado.
A Marvel publicou uma declaração oficial: “A arte mencionada em X-Men Gold #1 foi inserida sem que se soubesse do significado por trás dele. Essa referência não reflete os pontos de vista do escritor, editor ou qualquer um na Marvel e vão à direção oposta à mensagem de inclusão da Marvel Comics e ao que os X-Men lutam desde sua criação. A arte será retirada de impressões subsequentes, versões digitais e encadernados e ações disciplinares serão tomadas”.
O artista indonésio admitiu que tinha colocado as mensagens, que para ele seriam mal interpretadas pelos leitores. Pediu desculpas, dizendo que não odeia cristãos e judeus. Dificilmente trabalhará para a Marvel novamente. Curiosamente, os X-Men foram criados por Stan Lee e Jack Kirby, ambos judeus. Com informações de Sky
por Jarbas Aragão

Brasileiros viajam para a Europa para ajudar refugiados



Resultado de imagem para Brasileiros viajam para a Europa para ajudar refugiados  JOCUM vai enviar dois grupos ainda este ano

A organização evangélica Jovens com uma Missão (JOCUM) está treinando em Recife, 35 jovens evangélicos, com experiência em trabalho missionário para viajar para a Europa.
Os voluntários irão para a Alemanha, onde trabalharão com os refugiados que chegam diariamente à Europa pelo o mar.  A situação tem comovido o mundo e gerado um amplo debate sobre a maneira como essas pessoas devem ser tratadas. Alguns países fecharam suas fronteiras, enquanto a Alemanha está disposta a receber até meio milhão por ano.
O drama vivido pelos refugiados, muitos fugindo da guerra, da repressão e da pobreza extrema, no Oriente Médio e no Norte da África, os faz se arriscarem em travessias perigosas pelo mar Mediterrâneo. Seguidamente, ouve-se sobre barcos que afundaram e pessoas que morreram tentando.
Os voluntários brasileiros estão se preparando para viajar há três meses. Serão dois grupos. O primeiro embarca dia 27 de outubro. Eles ficarão nas bases da JOCUM. O segundo, irá dia 10 de novembro. Cada missionário ficará um mês.
A coordenadora da equipe, Mira Pedroso, explica que a ideia é servir. Eles não falam alemão nem árabe, mas acreditam que existe uma linguagem universal: o amor. Pretendem levar conforto e também pregar o evangelho.
“Essas pessoas estão numa situação muito difícil, quebradas. A linguagem que vamos usar é a do amor”, conta a missionária pernambucana Leia Oliveira.
As equipes são formadas por pessoas vindas de vários estados brasileiros e também um haitiano e uma espanhola. Com informações de G1

por Jarbas Aragão

“Último avivamento da história está chegando”, diz fundador da Jocum



Resultado de imagem para “Último avivamento da história está chegando”, diz fundador da Jocum    Loren Cunningham aponta para sinais proféticos se cumprindo

Loren Cunningham é o fundador da Jovens Com uma Missão (JOCUM), maior agência missionária do mundo, que anualmente forma milhares de missionários em mais de uma centena de países.
Quando ainda era um pregador pentecostal itinerante, ele teve um sonho profético, onde viu “ondas de jovens de todas as nações do mundo saindo para compartilhar o amor de Deus a todas as nações do mundo”.
Ele é considerado um dos grandes líderes cristãos dessa geração. Em uma entrevista recente, Loren revelou acreditar que o maior avivamento da história da humanidade está chegando e que pode ser o último. O líder missionário defende que “algo enorme” acontece no calendário de Deus a cada 500 anos.
Usando exemplos da história da Igreja, ele lembra que este ano marca o 500º aniversário da Reforma Protestante, iniciada por Martinho Lutero, que deu origem ao movimento evangélico que se espalhou pelo mundo. “Deus está fazendo algo na história…. O avivamento começa com o povo de Deus e um despertar espiritual está ocorrendo. As pessoas estão sendo preparadas… Milhares de pessoas estão sendo chacoalhadas”, afirma.
Entre vários motivos que o fazem acreditar nisso, cita a multiplicação, nos últimos anos, de desastres naturais, de guerras e da perseguição contra cristãos. Cunningham acredita que esses são sinais de que em breve milhões se voltarão para Cristo, que está voltando conforme mostram o cumprimento de todas as profecias indicadas como sinais disso.
Falando sobre a obra missionária, ele lembra que na China o cristianismo está crescendo mais rápido do que em qualquer outro lugar do mundo. Ao mesmo tempo, aponta para o fato que mais pessoas vieram a Cristo no Oriente Médio nas últimas duas décadas que nos últimos 1.000 anos. Um dos elementos que colaboraram para isso foi a perseguição, como ocorria no início da história da Igreja, então é como o fechar de um ciclo histórico e profético. Com informações Charisma News

por Jarbas Aragão

O discurso de um governador cristão



“Eu tenho fé em Isa (nome árabe de Jesus). Sei que pertenço a ele e para onde vou quando morrer. É por isso que eu não tenho medo de perder minha vida”

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“Estou feliz porque Deus me escolheu para fazer parte dessa história. Eu não tenho medo de perder meu cargo por fazer o que é certo”, disse Ahok recentemente. Ele está participando da campanha política que acontece até o dia 15 de abril. O governador cristão ficou ainda mais conhecido pela imprensa internacional depois de ter sido acusado de blasfêmia por se posicionar contra os políticos muçulmanos e acusá-los de usar versos do alcorão para prejudicar seu segundo mandato, impedindo que os islâmicos votem nele.
Ahok ainda destacou a importância de ser fiel a Deus, aquele que “concede autoridade aos reis e que levanta governos”. Ele também declarou que as pessoas devem ter fé de acordo com as suas religiões, destacando a importância da liberdade religiosa no país. “Eu tenho fé em Isa (nome árabe de Jesus, de acordo com o alcorão). Sei que pertenço a ele e para onde vou quando morrer. É por isso que eu não tenho medo de perder minha vida. Em todas as situações difíceis, ele me protegeu e supriu as minhas necessidades”, declarou.
O atual governador de Jacarta participou do primeiro turno das eleições no dia 15 de fevereiro, liderando com 42% dos votos contra o ex-ministro da Educação e Cultura, Anies Baswedan, que conseguiu 40%. A campanha terminará em 15 de abril e o segundo turno acontecerá no dia 19, quatro dias depois. Em suas orações, lembre-se de interceder por Ahok e ore pela situação da igreja na Indonésia. Envolva-se na causa dos cristãos perseguidos.

por Portas Abertas

terça-feira, 11 de abril de 2017

Judeus são presos por tentar sacrificar animais no Monte do Templo



Resultado de imagem para Judeus são presos por tentar sacrificar animais no Monte do TemploMovimento considerado extremista acredita que polícia não pode impedi-los de praticar sua religião

Faltando poucos dias para a Páscoa, sete ativistas judeus foram presos em Jerusalém, acusados de planejar o sacrifício de um animal no Monte do Templo. Todos os envolvidos estavam em casa, mas seu líder, Rafael Morris, estava em outro local, tendo sido capturado posteriormente.
O porta-voz da polícia explicou haver provas de que os jovens, ligados ao movimento “Retorno ao Monte do Templo”, queriam fazer o que seria o primeiro sacrifício pascal no local desde a destruição do Segundo Templo, no ano 70. O movimento  é considerado extremista pelas autoridades e sua tentativa seria uma “provocação”.
O Monte do Templo é o local mais complicado do Mundo em questões religiosas. Os ativistas haviam declarado sua intenção de sacrificar uma cabra na segunda-feira, mesmo sem ter autorização, o que poderia gerar um conflito com os muçulmanos que guardam o local. O Waqf, autoridade jordaniana que controla o Monte desde o final da Guerra de 1967 não permite sequer que os judeus façam orações no local.
Ainda segundo a Polícia todos os anos ativistas tentam subir ao Monte do Templo com animais  para sacrificá-los, e geralmente são impedidos. Contudo, o movimento Returno ao Monte do Templo reclama que eles pediram autorização à Alta Corte de Justiça, alegando que era seu direito de liberdade religiosa.
Na semana passada, o comandante do distrito de Jerusalém, Yoram Halevi, anunciou que estavam proibidas todas as tentativas de sacrifícios de Páscoa na Cidade Velha. Contudo, o Instituto do Templo, outro movimento que defende a necessidade de se retomar a tradição judaica iniciada na saída do Egito e relatada no livro de Êxodo, conseguiu permissão para fazer uma “cerimônia educativa” no pátio da Sinagoga de Hurva, que fica perto do Muro das Lamentações.
Itamar Ben Gvir, advogado que representa os detidos, lamentou que seus clientes não puderam realizar o sacrifício: “Israel está perdendo seu caráter democrático. É lamentável que as pessoas sejam presas só porque desejam cumprir os mandamentos da religião judaica”.
Em nota, Morris declarou ser “uma pena que o Estado de Israel esteja agindo com mão de  ferro contra pessoas que só querem renovar um dos mais importantes mandamentos da Torá”. Disse ainda confiar que “para cada ativista que foi preso, dezenas mais se levantarão em seu lugar e irão ao Monte do Templo para realizar o sacrifício pascal”. Com informações Ynet News

por Jarbas Aragão