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terça-feira, 11 de abril de 2017

Cursos e treinamentos para a igreja em Mianmar

“Participar deste treinamento com os demais cristãos que enfrentam a perseguição me fez enxergar que preciso mudar muitas coisas em minha vida”

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Recentemente, houve um treinamento preparatório para os cristãos perseguidos em Mianmar. Khup*, um dos participantes disse: “Eu aprendi muito sobre a importância da devoção a Deus e dos estudos bíblicos”. Enquanto Sai Sian Pau* reconheceu sua necessidade de realizar algumas mudanças. “Participar deste treinamento com os demais cristãos que enfrentam a perseguição me fez enxergar que preciso mudar muitas coisas em minha vida e que devo dar mais valor à minha família”, disse Sai.
Em uma reunião feita para resolver os atuais conflitos da igreja, outro participante disse: “Aqui nós aprendemos sobre a unidade em Cristo. Esse encontro fez diminuir o sentimento de inimizade entre as denominações. Nós, os líderes, também precisamos aprender a usar outros meios de comunicação para pregar o evangelho em tempos de dificuldades”, alerta um dos pastores.
Em Mianmar, menos de 10% da população é composta por cristãos e, sendo minoria, enfrenta uma perseguição severa por causa da fé em Cristo. Uma mistura de nacionalismo religioso, paranoia ditatorial e opressão islâmica faz com que a comunidade cristã seja tratada com hostilidade e violência. Os discipulados, a distribuição de literatura cristã e a formação bíblica para pastores e líderes tem apoiado bastante a igreja no país. Foi realizado também um acampamento para as crianças da tribo Kachin, ocasião em que 18 delas aceitaram a Jesus como salvador.
*Nomes alterados por motivos de segurança.
Motivos de oração
  • Louve a Deus pelo apoio que os cristãos birmaneses estão recebendo, graças ao esforço e as orações de parceiros como você.
  • Ore pelos instrutores que se empenham para realizar os cursos e os treinamentos para a igreja em Mianmar.
  • Interceda, em especial, pelas crianças que aceitaram a Jesus, para que elas possam espalhar a semente do evangelho em suas famílias.
por Portas Abertas

quinta-feira, 6 de abril de 2017

A história de uma cristã que nunca desistiu



“Encontrei o propósito da minha vida em Jesus e sempre compartilhei o evangelho com meus amigos, pensando na felicidade e no futuro deles”

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Por volta de seus 25 anos de idade, Jamilya* conheceu a Cristo, trabalhou como líder da juventude e também liderou um pequeno grupo de oração. “Encontrei o propósito da minha vida em Jesus e sempre compartilhei o evangelho com meus amigos, pensando na felicidade e no futuro deles”, disse ela a um dos colaboradores da Portas Abertas.
Sua vida ia muito bem até o dia em que o homem que queria se casar com ela, a sequestrou. Segundo a tradição da Ásia Central, se uma menina é sequestrada por mais de uma noite, ela é considerada ou “desonrada” como se diz popularmente. Mesmo que ela não tenha sequer sido tocada, nenhum homem irá mais aceitá-la como esposa.
Colocada nessa situação, seus pais decidiram realizar o casamento e ela não teve outra escolha senão obedecer. “Sardor* não me tratou muito bem. Financeiramente e emocionalmente ele não foi um bom marido. Tivemos um filho, que ele também não cuidou. As vezes ele me batia, e eu sempre orava por ele, para que fosse transformado. Mas isso nunca aconteceu, então pedi o divórcio”, conta.
Ao se deparar com a possibilidade de perder a esposa, finalmente Sardor mudou de comportamento e passou a se interessar pela fé de Jamilya. Então o casal começou a frequentar igrejas domésticas. Sardor dizia que tinha aceitado a Cristo, mas ele estava mentindo. “Meu próprio marido nos entregou para a polícia secreta. No início, nem desconfiamos quem era o traidor no nosso meio, até que um dia ele levou a polícia para a nossa casa, quando eu ministrava na Escola Dominical”, ela lembra.
Naquela manhã, Jamilya, sua irmã e mãe, junto com as 20 crianças que participavam da aula, foram levadas para a delegacia. De acordo com as leis do país, ensinar outra doutrina religiosa aos menores é proibido. As três mulheres receberam multas de valores altíssimos e Jamilya foi demitida de seu emprego por causa da “atividade criminosa” que praticou. Depois disso, o divórcio realmente aconteceu. Leia amanhã o final dessa história.
*Nomes alterados por motivos de segurança.

por Portas Abertas

Muçulmana odiava cristãos até sonhar com Jesus e se converter



Resultado de imagem para Muçulmana odiava cristãos até sonhar com Jesus e se converter  Em meio a perseguição, sonhos e visões continuam se multiplicando no mundo muçulmano

Na Turquia, o governo tem abandonado a ideia de “Estado laico” e caminhado para a adoção da sharia (lei religiosa islâmica) como norma. Com isso, multiplicou-se nos últimos anos a perseguição aos cristãos. Segundo a Missão Portas Abertas, a posição da Turquia na lista de países que mais perseguem o cristianismo subiu acentuadamente no último ano, de 45º em 2016 para 37º na lista mais recente.
Mesmo assim, as igrejas turcas continuam recebendo muçulmanos que tiveram experiências sobrenaturais, algo que parece estar se tornando cada vez mais comum no Oriente Médio. Um desses testemunhos mais recentes está sendo divulgado pela Christian Aid Mission (CAM).
Uma mulher, cujo nome não foi revelado por questões de segurança, explica que foi criada em uma família muçulmana praticante e ensinada, desde cedo, a odiar cristãos.
Recentemente, ela visitou a igreja do pastor Matta, líder de um ministério local que vem sendo vítima de ataques de islâmicos radicais. Essa mulher, em lágrimas, contou ao pastor: “comecei a assistir seus vídeos na Internet com a intenção de zombar de você”. Contudo, ela acabou sendo tocada pelas mensagens.
“As coisas que eu estava ouvindo, sobre o amor de Deus que eu sempre procurei, e as palavras de fé e encorajamento puseram fim aos meus medos”, relata. Após ouvir o Evangelho, sentiu que algo mudou em seu coração, o que acabou levando à decisão de abandonar o islamismo.
No entanto, ela tinha medo da reação de sua família e de ser vista com outros cristãos em cultos. Até que Jesus apareceu a ela em um sonho.
“No meu sonho, Jesus me levou à igreja e disse: ‘O que você ainda está esperando? Siga o meu caminho”, contou ao pastor Matta. “Eu vi todos vocês lá, esperando por mim, sorrindo para mim. Antes de te conhecer, eu te vi em meu sonho. Graças a Deus por isso.”
O líder cristão, após receber a mulher na igreja, diz que ela agora está compartilhando ousadamente a sua nova fé com sua família e amigos, além de declarar isso em sua página no Facebook.
“A jovem ainda usa seu véu e possui centenas de amigos muçulmanos no Facebook. Mesmo assim, não para de espalhar o evangelho”, disse o pastor que a aconselhou a ter cuidado para não atrair o ódio sobre ela, como acontece com a maioria dos ex-muçumanos.
Segundo os ensinamentos do Islã, a decisão de abandonar Maomé é considerado apostasia e pode ser punida com a morte.
por Jarbas Aragão

A idolatria gospel tem que acabar!



 Portanto, meus amados, fugi da idolatria. (1Coríntios 10.14)

Não farei uma afirmação com 100% de certeza, mas uma confissão segura: tendo a acreditar que o maior problema na relação entre Deus e o ser humano está na questão da idolatria. Desde o Éden, vemos um ser humano se ensimesmando quando o divino se revela clarividentemente suficiente a ele, tornando toda e qualquer outra coisa ou ser como obsoletos e desprezíveis, se comparados com a glória de sua presença, amizade e amor. Mas me parece que nós humanos sempre decidimos optar pela inimizade para com o Criador e fazemos o uso do elemento idolátrico que tanto o ofende como método principal de abandono, rebelião e negação do seu santo Nome.

Portanto, a questão da idolatria com toda a raça humana e não apenas com os crentes, já vem do berço da existência – o buraco é bem mais embaixo.
Porém e a despeito disso, quando alguém é tocado pela graça de Deus e nasce de novo, algo essencialmente deve modificá-lo interna e externamente: os seus olhos saem de si e fitam-se exclusivamente na pessoa de Cristo.
A nossa adoração, admiração, anseio e alegria se encontram no encontro vivo com o nosso Salvador, que também tornou-se Senhor Soberano após ressuscitar dos mortos. Antes, amávamos a nós mesmos mais do que a tudo (egolatria); mas, agora, após descobrirmos que fomos amados quando ainda pecadores, somos constrangidos por este santo amor a amá-lo sobre todas as coisas, começando sobre nós mesmos.
Somos chamados não para “idolatrarmos” a Deus (pois isso é uma heresia séria, ofensiva e infinita, pois o reduziríamos à subtilidade de “ídolo”, como qualquer outro existente na terra), mas somos atraídos ao Reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção pelo seu sangue e a liberdade para servirmos, honrarmos e amarmos ao único Deus que é digno de tal. Fazemos isso não por imposição do medo ou da religião, mas porque entendemos que o Deus vivo e verdadeiro é santo e nos enche de admiração e temor por ele mesmo, de modo que, reverentemente, o adoramos e nos alegramos em sua doce e preciosa presença.
Mas quem não entende a graça presente, acaba por viver fora da realidade da conversão, fazendo para si ídolos que podem ser tanto eles mesmos como outras figuras, imagens ou personalidades.
E nisso estamos perecendo emocional e espiritualmente.
Preste atenção no que vou dizer: o problema não é existir um Thalles Roberto ou uma Priscila Alcântara, nem mesmo uma banda tão boa como é o Oficina G3. O problema é existir “fãs” destes músicos e cantores.
Você é “fã” de um cantor gospel? Isso é bizarro. Cantores gospel não deveriam lidar com isso; não deveriam aceitar uma realidade onde existe-se de fato “uma legião de fãs que os seguem”. Não!
Um verdadeiro cristão não é “fã” de ninguém. Um cristão nascido de Deus é alguém que descobriu pelo evangelho que é e sempre será um ninguém sem a sua graça, e todo aquele que se diz ser alguém sendo alguém sem a graça [sem graça], é mais um ninguém tentando fazer barulho por aí, no intento de atrair atenção para si.
Fiquei sabendo do episódio da Priscila Alcântara indo a um show secular e achei (o episódio em si) simplesmente cansativo, porque a Igreja precisa trabalhar a moralidade e a maturidade das pessoas no seu dia a dia, e não pela internet. Vou te contar um segredo: a Igreja avança é com a pregação do evangelho, a unidade do Corpo e através da fidelidade dos cristãos e não pelas polêmicas semanais que brotam “misteriosamente” nas redes sociais.
Eu, no passado, já fui um “fã” de artista gospel, mas já me arrependi deste autoengano. Digo a você que não vale a pena, pois o coração do salvo em Jesus já tem dono – e ele não o divide com nenhum outro.
Os artistas devem tomar cuidado para não se acharem mais do que são de fato. Os “fãs” devem tomar vergonha na cara e se arrepender desta idolatria velada. Falamos tanto dos católicos, que adoram imagens esculpidas por mãos humanas, mas veneramos “personalidades” como se fossem melhores e menos pecadoras do que nós. Tornamo-las num ideal shakespeariano, num objeto de desejo gospel, como se não tivéssemos de fato mais o que fazer nesta vida tão corrida e agitada. E isso é deprimente, degradante e assustador.
O avivamento virá sobre a Igreja quando esta (ou boa parte dos que pertencem a ela) deixar de ser fútil, carnal e amante de si mesma. Quando as pessoas que se encontram nestas condições se converterem de todo o coração, e passarem a dar bons frutos. Veremos a glória de Deus em cada família e igreja local quando os adolescentes deixarem de seguir Youtubers blasfemos e pararem de saber mais da vida de uma cantora do que da história de Rute, por exemplo. O avivamento virá sobre a Igreja quando os jovens se envolverem mais com o Reino de Deus e deixarem de depender de que um pastor se vista de Chapolin Colorado para que queiram ir à igreja.
Quando nos prostrarmos, confessarmos o pecado da idolatria que habita o nosso coração e nos dedicarmos ao estudo da Palavra de Deus, à prática da oração e a evangelização, teremos uma nação sendo discipulada para honrar e adorar o único Senhor e Salvador, o que fez o céu e a terra e que em breve voltará para reunir o seu povo, a fim de que o adore, em espírito e em verdade, por toda a eternidade. Seja este o seu maior anseio – conhecer a Cristo Jesus, e fazê-lo conhecido de todas as nações. Vivendo assim, te faltará tempo para saber sobre o que um “Nelson Rubens Gospel” da vida tem a informar.
por Maycson Rodrigues

Londres: 423 novas mesquitas e 500 igrejas fechadas


Resultado de imagem para Londres: 423 novas mesquitas e 500 igrejas fechadas    O multiculturalismo está alimentando o fundamentalismo islâmico na Europa

“Londres está mais islâmica do que muitos países muçulmanos”, afirmou Maulana Syed Raza Rizvi, um dos pregadores islâmicos que lideram o “Londrestão”, como a jornalista Melanie Phillips chama a capital Inglesa.
Wole Soyinka, Prêmio Nobel de Literatura, chamou recentemente o Reino Unido de “um caldeirão de islâmicos”. Por sua vez o prefeito de Londres, Sadiq Khan, que é muçulmano, tentou minimizar o recente ataque terrorista na cidade. “Os terroristas não suportam o multiculturalismo de Londres”, afirmou.
Parece, na verdade, que o oposto é verdadeiro: o multiculturalismo é o que está alimentando o fundamentalismo islâmico. Um exemplo disso são as 423 novas mesquitas da cidade, que parecem ter sido construídas sobre as ruínas do cristianismo inglês.
O prédio da Igreja Unida de Hyatt foi comprado pela comunidade egípcia para ser transformado em uma mesquita. A Igreja de São Pedro foi convertida na Mesquita de Madina.
A mesquita de Brick Lane está num prédio que antes abrigava uma igreja metodista. O mais importante é que não são apenas os edifícios que sendo “convertidos”, as pessoas também. O número de adeptos do Islã dobrou nos últimos anos. Também cresce os adeptos do Islã radical, como Khalid Masood, o terrorista que matou pessoas na ponte de Westminster vinha de uma família cristã.
Uma foto recentemente publicada pelo Daily Mail ilustra bem o que se passa no coração de Londres. Ela mostrava uma igreja na mesma rua de uma mesquita. Na Igreja de Santa Maria, com espaço para acomodar mais de mil fiéis, apenas 20 pessoas se reuniram na missa. A poucos metros dali, a mesquita de Brune Street estava superlotada. Ela tem espaço para apenas 100 pessoas. Às sextas-feiras, os seus frequentadores fazem as rezas no meio de rua.
Igrejas vazias
Igrejas vazias na Inglaterra.
Ao que parece, o cristianismo na Inglaterra está se tornando uma relíquia, enquanto o Islã será a religião do futuro.
Em Birmingham, a segunda maior cidade britânica, onde muitos jihadistas vivem e orquestram seus ataques, os minaretes islâmicos dominam a linha do horizonte. A comunidade islâmica pediu à prefeitura permissão para que as mesquitas britânicas chamem os fiéis à oração pelos alto-falantes das mesquitas várias vezes por dia.
Embora cerca de metade dos muçulmanos britânicos tenham menos de 25 anos, um quarto dos cristãos tem mais de 65 anos. “Em mais 20 anos haverá mais locais muçulmanos ativos do que igrejas”, avalia o líder ateísta Keith Porteous Wood.
Em 2020, estima-se que o número de muçulmanos praticantes será de, pelo menos 683.000, enquanto o número de cristãos que participam da igreja cairá para 679.000. “A nova paisagem cultural das cidades inglesas chegou. A paisagem homogeneizada e cristã da religião do Estado está em recuo”, avalia Ceri Peach, da Universidade de Oxford.
Desde 2001, 500 igrejas de Londres de todas as denominações foram vendidas e transformadas em casas particulares ou locais de entretenimento. Durante o mesmo período, as mesquitas britânicas se proliferaram.
Entre 2012 e 2014, a proporção de britânicos que se identificam como anglicanos caiu de 21% para 17%, um decréscimo de 1,7 milhões de pessoas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo respeitado Instituto de Pesquisa Social NatCen, o número de muçulmanos cresceu em quase um milhão.
O número de cristãos praticantes está em declínio a uma taxa tal que dentro de uma geração, serão três vezes menor que os muçulmanos que vão regularmente à mesquita na sexta-feira.
Demograficamente, a Grã-Bretanha vem ficando cada vez mais islâmica. As cidades mais importantes têm grandes populações muçulmanas: Manchester (15,8%), Birmingham (21,8%) e Bradford (24,7%).
Em Birmingham, a polícia desmantelou uma célula terrorista. Em Bradford e Leicester, metade das crianças já são muçulmanas. Em 2015, o nome mais comum na Inglaterra era Mohammed, incluindo variações de ortografia como Muhammad e Mohammad.
Os muçulmanos não precisam se tornar a maioria no Reino Unido; só precisam gradualmente islamizar as cidades mais importantes. Essa mudança já está ocorrendo. “Londrestão” não é um pesadelo de maioria muçulmana, é um híbrido cultural, demográfico e religioso em que o cristianismo declina e o Islã avança.

Tribunais de sharia

A imprensa é parcialmente responsável por isso. Por exemplo, depois do ataque à revista satírica francesa Charlie Hebdo, o chefe do serviço secreto, Sir John Sawers, recomendou a autocensura e “alguma restrição” ao se discutir o Islã. Em muitos casos de atentados, os meios de comunicação evitam a palavra terrorismo e eliminam os aspectos religiosos que geralmente são a motivação dos ataques.
De acordo com um levantamento da revista The Spectator, apenas duas das 1.700 mesquitas na Grã-Bretanha hoje ensinam uma interpretação moderada do Islã, em comparação com 56% nos Estados Unidos. Os wahabitas controlam 6% das mesquitas no Reino Unido, enquanto o ramo fundamentalista Deobandi controla 45%.
De acordo com uma pesquisa do Centro de Conhecimento da Inglaterra, um terço dos muçulmanos que vivem lá não se sente “parte da cultura britânica”.
Como outras capitais na Europa, Londres também está cheia de tribunais da sharia. Há oficialmente 100. O advento deste sistema judicial paralelo foi possível graças à Lei de Arbitragem Britânica e ao sistema de Resolução Alternativa de Disputas.
O primeiro passo para a introdução da sharia foi justamente o discurso de “neutralidade”. Um dos principais juízes britânicos, Sir James Munby, disse que o cristianismo já não influencia os tribunais e que estes devem ser “multiculturais”, o que abriu espaço para a lei religiosa islâmica – que pede a morte dos infiéis – ser vista com naturalidade.
Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury, e o ministro da Justiça Lord Phillips também sugeriram que a lei britânica deveria “incorporar” elementos da lei da sharia. A cultura britânica está capitulando rapidamente aos fundamentalistas islâmicos, para aceitar suas demandas.
Nas universidades britânicas também pode ser visto o avanço da lei islâmica. As diretrizes oficiais das universidades do Reino Unido agora preveem que “grupos religiosos ortodoxos” podem separar homens e mulheres durante os eventos.
Na Universidade Queen Mary de Londres, as mulheres usam uma entrada separada e são forçadas a sentar-se numa sala sem poder fazer perguntas ou levantar as mãos, como é a norma nos países islâmicos, onde as mulheres têm direitos limitados. Com informações Gatestone Institute
por Jarbas Aragão

Cristão retorna ao islã durante a prisão



Não há leis que proíbam o cristianismo na Líbia, no entanto, como o governo sustenta o islã como religião oficial, mudar de crença é considerado uma ofensa grave para as autoridades

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A pressão sobre os muçulmanos que se convertem ao cristianismo é muito grande. Na Líbia, por exemplo, que ocupa o 11º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição, a sociedade é muito conservadora. Quando alguém abandona o islã para seguir outra crença, é imediatamente rejeitado pela própria família. A intolerância também vem dos amigos e nos locais de trabalho, por isso, normalmente quem decide seguir Jesus, toma essa decisão em secreto. Alguns chegam a deixar sua terra natal para fugir da violência.
Recentemente, um cristão foi preso por militantes, na cidade de Bengasi. Ele era muçulmano, tinha se convertido ao cristianismo e estava enfrentando as consequências. Ele esteve preso desde novembro do ano passado. Fontes locais disseram que ele apenas havia tentado ajudar algumas pessoas através da internet, quando foi descoberto por um grupo extremista islâmico.
Ao ser preso, ele possivelmente foi tratado como os demais cristãos, que são vistos como traidores e apóstatas. Infelizmente, ele não suportou a pressão e, para conseguir libertação, ele retornou ao islã. Oficialmente, não há leis que proíbam o cristianismo na Líbia, no entanto, como o governo sustenta o islã como religião oficial, mudar de crença é considerado uma ofensa grave para as autoridades.
Pedidos de oração
  • Vamos pedir a Deus para esse homem tenha em seu coração a semente de Jesus e que ele possa se conectar com os cristãos novamente e com segurança.
  • Através da Bíblia, sabemos que Pedro foi aceito por Cristo, mesmo depois de tê-lo negado por três vezes. Que o nosso irmão sinta esse grande amor em sua vida e retorne para aquele que é “o caminho, a verdade e a vida”.
  • Ore pela igreja na Líbia e por todos os cristãos perseguidos que enfrentam violência, pressão e hostilidade.
  • Por Portas Abertas

Papa recebe líderes muçulmanos para promoção do “islã moderado”



Resultado de imagem para Papa recebe líderes muçulmanos para promoção do “islã moderado”    Cardeal que mediou encontro afirma que "todas as pessoas que tem fé têm muito a oferecer"

Os encontros entre o papa Francisco e líderes de outras religiões parecem algo cada vez mais frequente. Ao longo dos seus quatro anos de Pontificado, essa aproximação é um dos principais pontos ressaltados pelo Papa em diversos de seus discursos.
Nesta quarta-feira (5) ele recebeu no Vaticano quatro imãs britânicos, informou o arcebispo de Westminster, cardeal Vincent Nichols. O encontro ocorre menos de um mês após o atentado terrorista na ponte de Westminster e contra o Parlamento britânico, que deixou quatro mortos e 50 feridos.
O cardeal Nichols afirmou que intermediou a visita dos imãs ingleses. “Levarei quatro líderes muçulmanos da Inglaterra para ver o papa Francisco e dizer a ele que os líderes religiosos querem e estão empenhados em construir uma relação”.
Ele minimizou o fato do terrorista da ponte de Westminster ter motivações religiosas.
“O autor era um homem nascido na Inglaterra, que cresceu na Inglaterra. Ele ficou, é verdade, um breve período na Arábia e tornou-se muçulmano. Mas, é preciso dizer que era um homem com uma ampla história de violência. Foi cinco ou seis vezes para a prisão e quem o conheceu fala de um homem muito irritado. Esse incidente deve ser visto e interpretado por sua realidade”.
Para ele, o diálogo inter-religioso precisa avançar como forma de combater-se o terrorismo. “Acredito que todas as pessoas que tem fé têm muito a oferecer. E desse ponto de vista é um dever para os líderes religiosos conversarem, encontrarem-se, explorar juntos soluções em comum para enfrentar essa questão de que a crença religiosa quer o extremismo e a violência”.
Por sua vez, o líder do Fórum Muçulmano Britânico, Muhammad Shahid Raza, asseverou que a mensagem de apoio do papa logo após o atentado em Londres “fortaleceu nossa posição, pois todos condenamos as atividades terroristas.”
Segundo o jornal Daily Mail, o encontro de Francisco com os imãs é parte de um processo de promoção do “Islã moderado” nas vésperas da visita papal ao Egito. O pontífice irá este mês à Universidade Al Azhar no Cairo, um dos principais centros teológicos do ramo sunita.
Em outras ocasiões, Francisco disse que cristãos e muçulmanos são irmãos e que deveriam “permanecer unidos para que acabe toda ação que, venha de onde vier, desfigura o rosto de Deus e, no fundo, tem como objetivo a defesa com veemência de interesses particulares em prejuízo do bem comum”.
por Jarbas Aragão