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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Implante de chip na mão é “sensação” na Austrália


Resultado de imagem para Implante de chip na mão é “sensação” na Austrália       Serviço promete que população será de "super-humanos"

A Austrália pode se tornar o primeiro país no mundo a oferecer implantes de microchip em larga escala para sua população. Desde 2010, o governo do país analisa um plano potencial de usar chips RFID para modernizar seu sistema de saúde.
Este ano, a ideia parece ter começando a se popularizar, contudo a motivação não é resultado de uma campanha do governo. Através de propagandas que tentam mostrar como os microchips implantados na pele trazem vantagens, a procura espontânea aumentou.
O NEWS.com.au publicou recentemente um artigo intitulado “Australianos abraçam a tecnologia de microchip para serem super-humanos”.
Segundo o site, um dos mais importantes do país, centenas de australianos estão querendo se beneficiar da oportunidade de abrir portas, ligar luzes e acessar computadores apenas com um aceno de mão.
A “garota propaganda” é Shanti Korporaal, de Sydney, que implantou dois chips diferentes, do tamanho de um grão de arroz, um em cada mão. Em uma delas tem o controle de portas e portões, não precisando mais de chaves e senhas para acessar o computador ou o celular.
Até sua Vespa ela adaptou para funcionar com o programa. Na outra mão, o implante funciona como um cartão de visita, além de se comunicar com o smartphone, permite a geolocalização e armazena dados médicos complexos.

Junto com o marido, ela criou o “Chip My Life”, um serviço de distribuição de implantes que pretende expandir a ideia para todas as regiões da Austrália.
Embora ainda esteja focado no nicho de mercado dos que se interessa por tecnologia de ponta, eles apostam alto. Korporaal espera que dentro de alguns anos seus microchips possam ser configurados para pagar as contas e, quem sabe, acabar com a necessidade de dinheiro e cartões de crédito.
“A ideia de super-humanos apresentada por muitas histórias de ficção já é real”, comemora. Em sua entrevista para o site australiano, Shanti, 27 anos,  afirma que sua família e amigos já estão com inveja de seu novo estilo de vida com microchip.
“Eu tive mais oposição a minhas tatuagens que em relação ao chip. Meus amigos estão com inveja”, garante.

1200 usuários até o momento

O médico Amal Graafstra, que injetou os chips em Shanti Korporaal, garante que já fez o mesmo em cerca de 1.200 australianos. Segundo ele, após anestesia local, a inclusão é feita em dois segundos.
Com preços variando entre US$ 80 a US$ 140, qualquer um pode aderir.
Essas crescentes comunidades de “biohackers”, que acreditam que podem usar tecnologia para melhorar a performance humana, não se limita à Austrália. Recentemente, uma empresa da Suéciaofereceu aos funcionários a opção de trocar seus crachás por chips que abririam portas e marcariam o “ponto”. Mais de 400 aceitaram a proposta.

por Jarbas Aragão

Como as famílias de presos pela fé reagem




"Eu estava com tanto medo que eu quase desmaiei" A história da família de um cristão preso por sua fé

Irã
Ouvimos muito sobre os cristãos no Irã sendo presos por sua fé. Mas qual é o efeito sobre suas famílias? Esta é a história de Sepideh*, uma jovem do Irã. Seu irmão foi preso enquanto distribuía Bíblias.
Era apenas mais um dia no escritório de contabilidade de Sepideh. Pelo menos, foi assim que o dia começou. O telefone tocou e ela foi até sua mesa para atender, sem saber que esse telefonema seria o início de anos de preocupações. "Sepideh, rápido!" A voz de sua mãe do outro lado parecia nervosa. "Eles prenderam seu irmão e eles podem procurar por você em seguida. Por favor, deixe seu local de trabalho e volte para casa! "
Cinco anos antes, o irmão de Sepideh, Saman, conhecera Jesus. "No começo eu pensei que era apenas mais um de seus estranhos interesses", compartilha Sepideh. "Mas com o passar do tempo, vi como Saman mudou. Foi assim que me interessei também pelo cristianismo. "Sepideh começou a ler a Bíblia e as palavras realmente lhe falaram. Assim como seu irmão, ela deu sua vida a Jesus. Os dois, então, começaram a frequentar juntos uma igreja que se reunia em uma casa.
Tudo correu bem até aquele terrível telefonema no escritório. "Quando ouvi que meu irmão havia sido preso, eu tive tanto medo que quase desmaiei." Sepideh decidiu deixar seu escritório, embora não soubesse aonde ir em seguida. "Minha mente estava turva. Lembro-me de passear pelas ruas no sol quente do verão, meu corpo encharcado de suor. Aproximei-me do escritório da polícia, duvidando se deveria entrar e perguntar sobre o meu irmão. Mas quando eu estava quase lá, eu corri, com medo de ser presa também. "
Em casa, Sepideh encontrou a mãe que contou que Saman tinha ligado para casa e só teve tempo de dizer: “- Fui preso”. Logo em seguida a ligação caiu. "Nós não tínhamos nenhuma informação sobre meu irmão, então, depois de pensar em todos os prós e contras, decidimos ir para a delegacia juntas." Enquanto Sepideh esperava lá fora, sua mãe entrou para investigar. Mas sua mãe voltou balançando a cabeça. Não lhe deram nenhuma informação sobre seu filho.
Naquela noite, a jovem ouvira uma batida na porta de sua casa, quando todos já dormiam. – “Tive medo de que a polícia viesse me levar também, ou que eles invadissem nossa casa para encontrar provas para o caso do meu irmão”, conta.
Depois de uma noite agitada, Sepideh ainda estava em sua casa. A polícia não veio. Depois do telefonema rápido e nervoso que dera para sua mãe, parecia que Saman tinha desaparecido da terra. Enquanto isso, Sepideh ainda tinha problemas para manter a objetividade. "Eu liguei para o meu pastor e ele me disse que eu não poderia chamá-lo com esse número mais, ele também me disse que ele tinha fechado a igreja por um tempo para evitar novas prisões. Suas palavras me fizeram ainda mais medo do que eu já estava”.
Ansiosamente, Sepideh começou a coletar todos os seus CDs e livros cristãos para tirá-los de casa. Se a polícia viesse, eles não encontrariam provas. "Mas mesmo isso não me acalmou. Na verdade, eu senti como contanto que eu não sabia sobre meu irmão, eu não podia me sentir à vontade. Então caí de joelhos; A única coisa que eu ainda tinha, o único que poderia me dar paz era meu Senhor. "
Levaria duas semanas até que Sepideh e sua mãe tivessem alguma notícia de Saman e outras duas semanas para poderem visitá-lo. "Ele nos disse que ele e seus amigos haviam sido presos durante a distribuição de Bíblias e que eles enfrentaram duros interrogatórios." Era difícil para Sepideh ver seu irmão assim, mas ela confiava no Senhor. "Eu acredito que meu irmão está nas mãos de Deus e que ele tem um plano."
Sepideh podia ver seu irmão mais uma vez nos meses que se seguiram. Ela mesma não foi presa, mas não se tem outra informação sobre o caso de seu irmão. 
* Nomes alterados por razões de segurança
Por favor, continuem a orar pelos prisioneiros no Irã e suas famílias. 

por Portas Abertas

Grupo extremista muçulmano banido na Europa atua no Brasil



Resultado de imagem para Grupo extremista muçulmano banido na Europa atua no Brasil    “A Religião Verdadeira” é acusada de ser fachada para recrutar jihadistas

O grupo extremista muçulmano “A Religião Verdadeira” foi banido da Alemanha após uma megaoperação policial em várias cidades. Por ordem do governo eles estão banidos do país, acusados de “glorificar o assassinato e o terrorismo” e atuar no recrutamento de jovens para o “Estado Islâmico” (EI).
O Ministério do Interior alemão investigava desde 2011 o líder do grupo, o palestino naturalizado alemão Ibrahim Abou-Nagie. Ele pertence à corrente salafista do Islã, é um movimento ultraconservador dentro do ramo sunita.
Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (15), o ministro do Interior alemão, Thomas de Maizière, explicou o banimento do grupo. “Sob o pretexto de promover o Islã, e sob o pretexto de uma distribuição supostamente inofensiva de traduções do Alcorão em zonas de pedestres, mensagens de ódio estavam sendo propagadas e pessoas estavam sendo radicalizadas”, enfatizou.
“A Religião Verdadeira” distribuiu milhares de cópias do Alcorão na Alemanha, onde Abou-Nagie vivia. Nos últimos anos, voluntários do grupo distribuíam exemplares em locais com um cartaz que diziam: “Leia! A verdadeira palavra do teu Senhor!”. Eles estão presentes em 15 países, incluindo França, Reino Unido, Suécia e Áustria.
A mesma técnica está sendo usado pela “Religião Verdadeira” no Brasil, único país da América Latina onde estão ativos. Segundo a Deutsche Welle, principal agência de notícias da Alemanha, Abou-Nagie esteve em julho por aqui. Seu grupo está sediado em Florianópolis, onde ele faz distribuição de Alcorão e literatura islâmica.
página do grupo no Facebook mostra os voluntários seguindo a mesma estratégia que já colocaram em prática em outros países. Todo o layout dos cartazes, da literatura e das camisetas usadas no Brasil utilizam o mesmo padrão usado por eles na Europa.
Na rede social é possível ver que a campanha mais recente ocorreu no último sábado. Procurado na Alemanha, Abou-Nagie, de 52 anos, aparece participando da distribuição em Florianópolis.
Em um vídeo publicado na página, afirma que nunca havia imaginado que estaria no Brasil promovendo o Islã.  Um representante brasileiro aparece em frente a câmera para lembrar que esse tipo de trabalho na Europa fez com que, segundo ele, “cerca de 360 mil pessoas aderissem ao islã após conhecerem a verdade”.

por Jarbas Aragão

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

VOCÊ VAI DERROTAR OS SETE GIGANTES QUE IMPEDEM A SUA CONQUISTA


Resultado de imagem para conquistando o impossivelDeuteronômio 7: 1-2

Tenho uma boa e uma má notícia para você. A boa é que o Deus que não mente tem uma promessa de conquista tremenda, personalizada e determinada para você; e a má notícia é que existem sete gigantes que lutarão contra você para impedir que conquiste as promessas prometidas por Deus. A notícia pode até não ser boa, como não foi ao povo de Israel. Depois de saírem de uma escravidão no Egito, peregrinarem pelo deserto, e quando estava defronte com a terra, foi dado a boa notícia (eis a terra) e a má notícia (há sete povos a serem derrotados).
O texto bíblico fala de sete povos fortes que habitavam na terra prometida e que deveriam ser derrotados, expulsos sem piedade, para haver a conquista da promessa. Mas vem a pergunta: Porque Deus “escolheu” esses sete povos para riscá-los do mapa e colocar Israel no lugar deles? Porque esses povos não quiseram ter uma aliança com Deus. Apenas Abraão, ao chegar naquela terra, se propôs a ter uma aliança e guerreou por ela, determinado a conquista daquele lugar aos seus descendentes.
Para nós alcançarmos as conquistas prometidas pelo Senhor precisamos ter uma aliança com o Eterno e lutar por Ela; estar posicionados e derrotar sem piedade, sem negociar, sem fazer aliança, esses gigantes que aparecem no nosso caminho.
Os sete gigantes são: os Heteus (Hititas) que representa o medo que tenta te paralisar; os Girgaseus, a corrupção ou a ausência de integridade; os Amorreus que representa o orgulho, a rebelião, a altivez, a soberba e vangloria; os Cananeus limites e vão contra o domínio próprio; os Heveus, representantes da falsa liberdade, perversão, falta de interpretação, imitação e falsidade; e os Jebuseus que representa a rejeição em todas as manifestações.
Para cada guerra com cada um dos gigantes, Deus te deu uma arma de vitória. Combata-os com amor, fidelidade, submissão, princípios, disciplina espiritual, lealdade e verdade, e aprimorando-se da cruz. Vença esses gigantes que se opõe a sua conquista e tome posse de sua Promessa.
“Existem sete gigantes que lutarão contra você para impedir que conquiste as promessas prometidas por Deus”
:: JOEL PEREIRA

Cristãos devem deixar de ser “maioria silenciosa” para transformar sociedade pelo Evangelho, diz pastor



    A defesa das liberdades de crença, culto e pregação, resumidas no termo “liberdade religiosa”, precisa estar aliada a uma ação prática, intensa e efetiva dos cristãos a partir de uma mensagem “centrada no Evangelho”, pois se funcionar como uma mera bandeira política, de nada valerá. A constatação pertence ao pastor Russell Moore.

O líder evangélico norte-americano, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul – o maior conglomerado protestante dos Estados Unidos -, destacou que “o Direito Religioso que não consegue associar a ação pública e o interesse cultural à teologia do Evangelho e a missões vai morrer, e merece morrer”.
Moore foi além em sua palestra, chamada “Poderia o Direito Religioso ser Salvo?”, e afirmou que o conceito de “maioria silenciosa” (apontado pela mídia como responsável pela eleição de Donald Trump) precisa ser abandonado em favor de uma “maioria de colaboração”, que não se paute por “paixões populistas momentâneas”.
“Uma das suposições erradas de alguns no antigo estabelecimento do Direito Religioso é que a Igreja, formada teologicamente, apenas precisa ser mobilizada politicamente. Esse pressuposto está errado”, conceituou, antes de lembrar do caso “Roe versus Wade”, julgado pela Suprema Corte em 1973, que terminou por legalizar o aborto nos Estados Unidos.
De acordo com o pastor, a lentidão dos protestantes em abraçar o movimento pró-vida terminou por criar um ambiente de menor resistência contra a legalização do aborto: “Bill Clinton aprendeu sua visão de que a personalidade começa com a respiração, e não com a concepção – usada para justificar o seu veto da legislação sobre o aborto por nascimento parcial – ele aprendeu isso, não com a Planned Parenthood [rede de clínicas de aborto dos EUA], mas do ensino de um pastor Batista conservador do sul”, exemplificou Moore, apontando para um quadro resultante da postura protestante sobre questões morais da sociedade.
“Até mesmo hoje, algumas provedoras de aborto nos dizem que a maioria dos seus clientes não são a favor do aborto. São católicas ou protestantes, que acreditam estarem cometendo um pecado grave, mas fazem isso pensando em buscar por misericórdia depois. Isso é não apenas um problema social. É um problema teológico”, acrescentou.
Segundo informações do Christian Today, Moore lamentou que existam pessoas com postura exageradamente “liberal” no meio cristão, o que contribui para enfraquecer o estabelecimento de um Direito Religioso forte e firme: “Quando uma religião é vista como uma agenda política em busca de um evangelho útil o suficiente para acomodá-la, vai acabar agradando aqueles que que têm apenas interesses políticos, enquanto perde o apoio daqueles que creem no Evangelho”.
Sobre a disputa pela Casa Branca, o pastor criticou “o tipo de linguagem apocalíptica que apresenta cada eleição presidencial como um Armageddon, como um caminho sem volta”, usada por muitos líderes cristãos. Ele classificou essas abordagens como “o tipo de liberalismo teológico que não faz sentido em uma religião em que Agostinho escreveu a Cidade de Deus no contexto de Roma em colapso”.
“Os conservadores religiosos precisarão de uma religião robusta e uma noção do que tem de ser conservado. Isso significa abandonar a ideia de uma maioria moral ou uma maioria silenciosa dentro da nação. Isso vai significar instituições que têm a visão e os recursos financeiros para jogar um jogo longo de renovação cultural e persuasão, não conduzido apenas pelas paixões populistas do momento”, resumiu, alertando para a possibilidade de que os adversários da liberdade religiosa possam, pacientemente, construir uma estratégia de derrubada dos conceitos adotados pelos cristãos e assim, consolidar o pensamento “progressista” como um ideal majoritário.

Em sonho, Jesus se apresenta a casal muçulmano, que se converte ao Evangelho em campo de refugiados



Resultado de imagem para Em sonho, Jesus se apresenta a casal muçulmano, que se converte ao Evangelho em campo de refugiados   Os sonhos são uma das formas pelas quais muitos muçulmanos passam a crer em Jesus Cristo, abandonam o islamismo e se tornam cristãos. Um jovem casal sírio refugiado no Líbano contou sua experiência sobrenatural em meio ao sofrimento e testemunhou sua conversão.

A Missão Portas Abertas vem prestando apoio ao casal Amir e Rasha, que fugiram da guerra civil na Síria e procurou refúgio no Líbano. Mesmo a salvo do extremismo do Estado Islâmico e do risco de morte nos confrontos, eles enfrentam outras dificuldades.
“Desde 2012, vivemos em uma tenda. Não é uma vida fácil. Há cerca de um ano, minha sogra foi morta por um atirador quando saiu de sua casa, simplesmente para tomar ar fresco. O meu cunhado foi morto quando estava a caminho de casa”, lamentou Amir, em depoimento à entidade missionária.
Segundo informações do portal Gospel Herald, o casal decidiu seguir a Jesus Cristo após uma experiência sobrenatural em sonho: “Cerca de três meses atrás, tive uma visão de Jesus Cristo. Eu estava dormindo e de repente vi Jesus Cristo, vestido de branco. Ele disse: ‘Eu sou Cristo, você terá uma filha linda’. Eu estava grávida de oito meses, e um mês depois nós tivemos nossa bela filha”, compartilhou Rasha.
Amir disse que na mesma noite sonhou com o Filho de Deus: “Eu vi Jesus Cristo, vestido de branco, e ele me disse: ‘Eu sou o seu Salvador, você me seguirá’”. Ao acordarem, um compartilhou com o outro os sonhos que tinham tido na noite anterior e decidiram que seriam seguidores de Jesus. “Decidimos segui-lo. Nós colocamos o nome da nossa bebê de Cristina e abandonamos nossos velhos costumes islâmicos”, frisaram.
As dificuldades surgiram de imediato, porque no campo de refugiados há predominância de muçulmanos, e agora, o casal teme por suas vidas. Para evitar problemas maiores, Rasha ainda se veste de acordo com a cultura islâmica: “Nosso clã é muito grande. Estamos com medo agora, eles podem nos matar. Agora não temos um lugar fixo para viver, vamos sempre nos mudando de um lugar para outro”, narrou.
Amir disse que sua conversão foi noticiada aos parentes, mas não compreendida: “Nossa família sabe que somos cristãos agora. Tornar-se cristão é, para eles, o mesmo que destruir a Kaaba [um edifício localizado em Meca e considerado sagrado] na Arábia Saudita. Isso acontece porque andávamos na escuridão e agora estamos na luz. Quero proteger a minha família”, afirmou, preocupado.
“Eu não tenho trabalho no Líbano, nossa situação financeira é ruim, porque nós somos cristãos. O outros não querem nos ajudar. A igreja está ajudando no que é possível”, acrescentou, expondo a perseguição religiosa que os cristãos sofrem, inclusive na área profissional. O mais importante é que conhecemos Jesus Cristo e o temos como nosso Salvador. Ele nos salvará, oramos sempre ao Senhor, o adoramos livremente e Ele nos protege. Deus está conosco, Deus resolverá nossa situação”, concluiu, confiante.
por Tiago Chagas

Cristã estuprada por terroristas islâmicos se nega a abortar



Resultado de imagem para Cristã estuprada por terroristas islâmicos se nega a abortar      "Ele é meu filho e não do Estado Islâmico", disse ela.

A iraquiana Umm Al’aa, 40 anos, fez um voto de nunca contar a seu filho quem é o pai dele. O motivo é por que ela foi estuprada por um soldado do Estado Islâmico (EI). Apesar da pressão, uma vez que outras mulheres em situação parecida decidiram abortar, ela teve a criança.
“Ele é meu filho e não do Estado Islâmico”, disse ela, que é cristã, ao canal CNN. Dois anos atrás, o EI invadiu a cidade natal de Umm Al’aa, no norte do Iraque. Enquanto muitos de seus vizinhos ficaram ao lado dos jihadistas, ela e sua família se recusaram a jurar lealdade ao grupo, o que lhes transformou em ‘alvo’.
Seguidamente soldados iam até sua casa para ameaçar ela e todos que moravam na casa. Certo dia, atacaram sua filha. “Eles vieram e bateram nela. Rasgaram o lenço que cobria a cabeça e rasgaram suas roupas. Então disseram: ‘Vamos estuprá-la’. Mas um deles, o comandante, não permitiu que fizessem isso. Ele avisou: ‘Queremos a mãe’”, narra.
Poucos dias depois, Umm Al’aa foi cercada por jihadistas no mercado. Jogada dentro de um carro, pensou que iria morrer. Acabou sendo mais uma das muitas escravas sexuais que o grupo mantinha. Durante um ano e meio ela ficou presa. “Era como se eu estivesse morta, mas sem eles terem me matado de fato”, lembra.
Poucos dias antes do fim de seu cativeiro, um dos militantes a agrediu e estuprou. “Tentei lutar, chorei muito, senti muita dor pois apanhei muito, mas não podia fazer nada”.
Logo após ser libertada, descobriu que estava grávida. Determinada a seguir em frente, decidiu  esquecer o passado. Batizou o bebê de Mohammed, o mesmo do seu marido. Sua felicidade não durou muito. Dentro de pouco tempo ela estava viúva. O esposo foi morto em uma batalha contra o grupo extremista.
“Ele me amava muito. Minhas melhores lembranças são do quanto ele me amava e me respeitava. Somos pobres, mas éramos felizes”, sublinha.
Somente a fé cristã de Umm Al’aa permite que ela tenha esperança de futuro.
Nas últimas semanas, o exército iraquiano recuperou as últimas cidades na planície de Nínive, que ficaram por anos nas mãos do Estado Islâmico. Apenas Mossul permanece sob controle dos jihadistas, mas está cercada pelas forças iraquianas e curdas. Acredita-se que em breve terá fim o reino de terror do EI em solo iraquiano. Com informações CNN

por Jarbas Aragão

Comunidade cristã passa a ser mencionada em livros escolares




O Ministério Jordaniano de Educação reconheceu os cristãos como parte essencial da sociedade; agora o cristianismo é mencionado em livros escolares

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Recentemente, o Ministério Jordaniano da Educação realizou um movimento ousado e importante ao reconhecer os cristãos como parte essencial da sociedade no país. Em muitos países do Oriente Médio, a comunidade cristã sequer é mencionada em livros escolares. Visando ainda combater a influência do islamismo radical, o governo jordaniano introduziu reformas nos currículos escolares. Agora há novos tópicos abordados sobre a educação religiosa citando o cristianismo e incluindo imagens de igrejas e não só de mesquistas como era antes.
Nas matérias sobre religião, cujo material era basicamente composto de textos inteiros do alcorão e frases do profeta Maomé, agora o tema é diversificado. Mas esse passo positivo para a igreja no país despertou também a indignação e a resistência de conservadores muçulmanos. Os livros mostram imagens de mulheres de todo o mundo, onde antes só havia fotos de mulheres cobertas com a burca e o véu islâmico.
Jordânia, o 27º país na Classificação da Perseguição Religiosa, é uma nação muito afetada pelas guerras no Iraque e Síria, abrigando grandes grupos de refugiados, o que leva a uma instabilidade econômica, política e religiosa. Não tem sido fácil manter as atividades religiosas, nos últimos anos. Nos últimos cem anos, o número de cristãos no país caiu pela metade e aqueles que permaneceram na fé tiveram que enfrentar grande violência e perseguição. As novas medidas do Ministério da Educação são vistas como positivas pelos cristãos e a questão mais discutida entre eles agora é “se” o governo será capaz de manter sua posição diante da oposição dos conservadores e ativistas islâmicos. 
Motivos de oração
  • Louve a Deus pela iniciativa do Ministério Jordaniano de Educação em reconhecer os cristãos como parte essencial da sociedade.
  • Peça ao Senhor para quebrantar os corações dos conservadores e ativistas islâmicos e que eles tenham novo olhar sobre o cristianismo presente no país.
  • Interceda pelos cristãos jordanianos perseguidos, em especial por aqueles que enfrentam prisões e por suas famílias, para que se mantenham firmes na fé, apesar de tudo.
  • por Portas Abertas

Criança raptada durante culto é encontrada morta em poço próximo de igreja



Resultado de imagem para Criança raptada durante culto é encontrada morta em poço próximo de igreja   Uma criança de dez anos foi raptada durante um culto de oração em uma congregação da Assembleia de Deus e seu corpo foi encontrado, dias depois, em um poço.

O caso de Kayla Gomez foi destaque na imprensa norte-americana nos dias que antecederam a eleição presidencial. Ela desapareceu no dia 01 de novembro, enquanto seus pais participavam de um culto na Primeira Assembleia de Deus em Bullard, Texas (EUA).
O xerife do Condado de Cherokee, James Campbell, comentou o caso quando as investigações começaram: “A família é cristã e parece ser muito boa, de pessoas trabalhadoras”. A principal suspeita recai sobre o marido de uma prima da menina.
O trabalho de buscas levou dias, e envolveu o empenho de cães farejadores. A comunidade cristã local se reuniu para oferecer apoio à família e orar para que Deus os conforte. “Nossos corações estão pesados como pastores [e] como pais” disse o pastor Scott Brown.
O FBI foi envolvido na investigação e uma entidade de combate ao crime chamada Crimestoppers chegou a oferecer recompensa de US$ 13 mil para quem obtivesse informações que levassem ao resgate da menina.
No entanto, o corpo de Kayla foi encontrado em um poço de uma propriedade a poucos quilômetros da igreja onde ela estava quando desapareceu.
O xerife de um condado vizinho, Larry Smith, disse que “um membro da família reside na casa onde o corpo foi localizado” e que esta pessoa havia sido levada para depor. O homem em questão é Gustavo Zavala-Garcia, um cidadão mexicano, casado com a prima de Kayla.
“Ele voluntariamente acompanhou agentes da lei para ser interrogado. Na conclusão da entrevista, um detentor de imigração federal pediu a sua prisão. Ele está agora na prisão do Condado de Smith, sem qualquer possibilidade de contatos externos”, acrescentou o xerife.
No relatório de prisão de Gustavo há a informação de que um membro da igreja disse tê-lo visto sair com Kayla do templo onde acontecia o culto no dia em que ela desapareceu, segundo informações da emissora CBS19.
Já a KLTV informou que o Departamento de Imigração e Alfândega do país considera que Gustavo está ilegalmente nos Estados Unidos, e por isso pediu sua prisão.
Agora, as autoridades aguardam o resultado da autópsia, que está sendo realizada no Instituto Southwestern de Ciências Forenses, em Dallas, para dar sequência à investigação e saber se a menina foi assassinada ou morreu em decorrência de um acidente.
por Tiago Chagas

Cerca de 40% das mulheres vítimas de violência doméstica são cristãs



Resultado de imagem para Cerca de 40% das mulheres vítimas de violência doméstica são cristãs  Omissão pastoral foi indicada como um dos fatores responsáveis pelo problema

Uma pesquisa realizada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, indica que cerca de 40% das mulheres que relataram ter sofrido violência doméstica foram de evangélicas. O assunto foi debatido no programa De Tudo Um Pouco, da Rede Super, esta semana. Falaram sobre o assunto o pastor Renato Vieira Matildes e o advogado Antônio Cintra Schmidt.
Os dados apresentados foram coletados de ONGs que ajudam mulheres agredidas. “Não esperávamos encontrar, no nosso campo de pesquisa, quase 40% das atendidas declarando-se evangélicas”, ressalta o documento. Estranhamente, muitas vezes as vítimas não procuraram imediatamente as autoridades.
“A violência do agressor é combatida pelo ‘poder’ da oração. As ‘fraquezas’ de seus maridos são entendidas como ‘investidas do demônio’ então a denúncia de seus companheiros agressores as leva a sentir culpa por, no seu modo de entender, estarem traindo seu pastor, sua igreja e o próprio Deus”, esclarecem as pesquisadoras.
O pastor Renato admite que os números são preocupantes. Também chama atenção que a omissão pastoral seja apontada como uma das causas desse índice elevado. Ele lamentou que muitas vezes a opção dos líderes é dizer: “Olha, vá embora que nós vamos orar e Deus vai fazer a obra”.
Segundo o material divulgado pelo Mackenzie, “O que era um dever, o da denúncia para fazer uso de seu direito de não sofrer violência, passa a ser entendido como uma fraqueza, ou falta de fé na provisão e promessa divina de conversão-transformação de seu cônjuge”.
O convidado do programa lamentou que muitos pastores, ao invés de orientar de forma prática os casais, por vezes acabam colocando barreiras.
Para o advogado presente no De Tudo Um Pouco, uma parcela da responsabilidade recai sobre as próprias mulheres agredidas. Isso por que que muitas delas têm medo ou vergonha de expor o contexto familiar onde estão inseridas. Segundo Cintra, quando as agressões são constantes, mas não são compartilhadas com outras pessoas acaba inviabilizando e retardando as ações judiciais cabíveis.
Sublinhou ainda que “às vezes não é ela quem expõe. Um vizinho, por exemplo, vê uma agressão e pode fazer a denúncia. Feita a denúncia, a polícia vem e dali para a frente não tem mais como parar o processo”.
A Lei Maria da Penha, que visa garantir a segurança feminina e punir os agressores é considerada pela ONU uma das três leis que dão maior proteção às mulheres em todo mundo. Ela fala sobre vários tipos de violência: física, psicológica, sexual e patrimonial. Mesmo assim, ainda carece de ser efetivamente aplicada pelos órgãos públicos na maioria das cidades.
Assista:  https://youtu.be/MA7wrLJEhxw




por Jarbas Aragão

Hallelujah - Pentatonix


A PENTATONIX CHRISTMAS OUT NOW! ITUNES http://smarturl.it/APentatonixChristm.

Cristãos líbios resistem à perseguição



Peça a Deus para interferir nos corações e nas mentes dos perseguidores, que eles abandonem seus maus caminhos e sintam-se necessitados da presença de Jesus em suas vidas

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Atualmente, a Líbia é uma nação dirigida por três governos rivais, motivo que torna a situação da população ainda mais complicada, já que não há governantes focados em resolver as questões pendentes do país, mas em se manter no poder. Ore por essa situação. 
Peça a Deus para interferir nos corações e nas mentes dos perseguidores, que eles abandonem seus maus caminhos e sintam-se necessitados da presença de Jesus em suas vidas. Os cristãos líbios têm sido muito maltratados por eles e a violência está se espalhando rapidamente.
Interceda pelos refugiados que vivem no país e também por aqueles que fugiram em busca de uma nova vida, em outras regiões. Que todos eles encontrem grupos de oração onde possam ser fortalecidos na fé e que consigam participar de cultos, ainda que sejam clandestinos. Ore para que eles não se sintam sozinhos e que entre os novos irmãos encontrem amor e acolhimento. 

por Portas Abertas