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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Mundial é condenada a devolver doação de fiel por “cura do câncer”



Resultado de imagem para Mundial é condenada a devolver doação de fiel por “cura do câncer”    Idoso ganhou ação por danos morais e recebeu valor corrigido como restituição

A Igreja Mundial do Poder de Deus foi condenada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul a devolver o valor corrigido da doação feita por um fiel idoso que esperava ser curado de câncer. O caso ocorreu em 2013, quando o homem largou o tratamento médico e suspendeu a medicação acreditando na palavra dos pastores de que ficaria curado.
Porém, segundo consta no processo, “Quando verificou que sua saúde estava extremamente fragilizada, percebeu ter sido ludibriado. Disse que a “lavagem cerebral” foi tamanha que somente retornou ao tratamento diante da pressão da equipe médica e de seus familiares.
Ele disse que doou 7.000 reais na época. Após a decisão dos desembargadores da 9ª Câmara Cível, o valor foi corrigido e ele receberá cerca de 20.000 reais.
Esse já é o julgamento em segunda instância, depois da Vara Judicial da Comarca de Nova Petrópolis ter julgado a ação improcedente. O juiz Franklin de Oliveira Netto afirmou que as provas apresentadas não “eliminavam a dúvida sobre a existência de coação moral ou ardil na transferência do dinheiro para a igreja”.
Como não foram arroladas testemunhas no processo, foi questionada a validade da ação penal. A defesa da igreja afirma que a doação foi feita por livre espontânea vontade e nega que tenha havido coação.
Contudo, o desembargador Carlos Eduardo Richinitti alegou que “quando a fé se mistura com dinheiro, como na ação analisada, não se está tratando apenas de opção religiosa. O correto é examinar o assunto como negócio jurídico e, nesse sentido, analisar as circunstâncias que envolvem cada caso”.
Segundo ele, o mercado da fé é um grande negócio, e como tal deve ser visto, citando como exemplo a própria Igreja Mundial do Poder de Deus.
‘‘A pergunta que se impõe é: quem, dentro de condições normais, recebendo o que recebe o autor [aposentado, com renda mensal de R$ 1.003,68], faria uma doação, manifestando livremente sua vontade, de um valor de R$ 7.000,00, que corresponde a praticamente 7 meses de seu rendimento?’’, questionou. Classificou a atuação dos pastores como “coação moral” e, portanto, invalida as doações. Com informações de Veja

por Jarbas Aragão

“Demônio” diz a bispo da Universal que “buscaria a Deus todo dia” se tivesse chance de ser salvo



Resultado de imagem para “Demônio” diz a bispo da Universal que “buscaria a Deus todo dia” se tivesse chance de ser salvo; Assista   O bispo Rogério Formigoni fez uma “entrevista” com um suposto espírito maligno que teria possuído uma fiel da Igreja Universal do Reino de Deus, e o vídeo polêmico ganhou as redes sociais.

Durante uma reunião da denominação, Formigoni leva uma pessoa possessa ao palco do templo, puxando-a pelos cabelos, e começa fazer perguntas ao “demônio”
“Você tem direito a uma coisa que eu queria, desgraçado. Você tem direito à salvação e eu não posso”, diz o espírito maligno. “Eu faria tudo para ter mais uma chance, e esses desgraçados não aproveitam, brincam. O inferno é deles”, acrescenta, referindo-se à Salvação.
“Se você tivesse uma única chance ainda, para ser salvo, como você faria?”, provoca o bispo. “Eu agarraria com toda minha força, eu faria de tudo, de tudo! Eu buscaria Ele todo dia, todo minuto, todo segundo. Eu estava aqui todos os dias. Eu ia servir a Ele com o melhor de mim”, responde o “demônio”.
A certa altura, temas recorrentes ao discurso comumente pregado pela Universal aparecem no bate-papo: “Você ia ser infiel no dízimo?”, questiona o bispo, evidenciando a preocupação com a disciplina de contribuição dos fiéis presentes à sessão. “Não”, responde o “demônio”, que acrescenta: “Seu Deus dá o melhor. Ele é zeloso”
“Como é o inferno?”, pergunta Formigoni. “Horrível. Fogo, grito, dor, tormento. 24 horas tem alma gritando para ele dar mais uma chance. O pior de tudo é que o seu Deus não vai dar”, diz o “demônio”, frustrado.
Assista:

por Tiago Chagas

Converter ou morrer




Cristãos foram intimados a abandonar o cristianismo para seguir o islã: “Era isso ou a morte, os anúncios eram bem claros; preferi deixar minha casa a mentir sobre minha fé”

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Segundo estatísticas atuais, metade dos cristãos que restaram no Iraque (cerca de 250 mil) estão vivendo deslocados. Um deles é Amer*, que nasceu e viveu em Mossul antes da invasão do Estado Islâmico (EI). “Antes mesmo da chegada dos jihadistas, eu já havia presenciado grandes mudanças em minha cidade. A simples presença de um cristão passou a ser algo inaceitável para a maioria dos muçulmanos que estavam adotando uma linha religiosa extremista”, conta ele.
Amer que sempre amou música, trabalhou com venda instrumentos musicais desde sua juventude. “Até a música em si era algo mais aceito pela comunidade, mas com o passar do tempo, a atmosfera foi se tornando sombria e não havia mais espaço para melodias. Não era a aparência da cidade que estava mudando, mas os corações das pessoas”, disse.
Segundo ele, não há como saber o que fez as pessoas aceitarem com simpatia a presença dos muçulmanos extremistas naquela cidade, mas o efeito sobre os cristãos foi algo bastante claro de se ver. “Passamos a ser tratados como estranhos e como cidadãos que não pertenciam mais a Mossul. Logo, líderes da igreja começaram a ser sequestrados e até mortos. Eu mesmo vi muitos irmãos sendo ameaçados de morte caso não retornassem ao islã. A pressão foi crescendo e muitos decidiram partir, até que eles passaram a proibir a venda de nossas próprias casas”, revela. Quando Amer decidiu ficar em Mossul, ele já estava casado e tinha quatro filhos, dois meninos e duas meninas. Embora o ramo musical estivesse em queda, ele abriu uma pequena loja, onde restaurava pianos e outros instrumentos para aqueles que ainda usavam.
Converter ou morrer
Em junho de 2014, enquanto sua esposa e filhos estavam fora da cidade, durante as férias de verão, a pressão sobre os cristãos chegou a um clímax. O EI assumiu o controle de Mossul, deixando pouco espaço para a existência de cristãos. “Minha loja estava numa área perigosa, então decidi levar os instrumentos para minha casa e trabalhar com mais segurança”, conta Amer que, na mesma época, teve a casa marcada com um N de nasrani (nazareno em árabe) ou simplesmente “cristão”. Isso espantou sua clientela.
Amer não estava mais seguro e não tinha trabalho suficiente para o sustento da família. As regras islâmicas foram restabelecidas e anúncios foram pregados em toda parte, chamando os cristãos para se converterem ao islã. “A Jizya (imposto islâmico) passou a ser cobrada como um sinal de submissão. Era isso ou a morte, os anúncios eram bem claros. Mas eu não acredito no islã, por isso, preferi deixar minha casa a mentir sobre minha fé”, afirmou.
Esperança e recomeço
O músico conta que teve medo, mas o fato de sua família já estar fora de casa era um alívio. “Minha esposa e meus filhos estavam seguros. Só tive tempo de separar meus documentos pessoais, algum dinheiro e o celular. Entrei no carro e me arrisquei por uma estrada acidentada, não vigiada por eles, e consegui chegar no Curdistão”, conta.
Atualmente, Amer vive com sua família na casa de seu sogro, que também fugiu de Mossul há alguns anos. A situação dele é melhor que a de muitos outros cristãos que tiveram de fugir. Apesar de dormirem em um quarto apertado, eles nunca tiveram que viver em uma tenda com a maioria dos deslocados. “Ouvi dizer que os soldados usam minha casa como uma espécie de hotel. Eles também ficaram com meus instrumentos, mas não tiraram de mim a paixão pela música. Estou reiniciando uma pequena loja aqui em Dohuk, com um pequeno empréstimo que fiz”, acrescenta.
“O futuro é incerto, ainda é difícil encontrar uma luz nessa escuridão. Para mim, paz e democracia é viver em paz com todos os demais. Infelizmente, nem todos pensam assim, eles acham que democracia é se livrar das pessoas que são diferentes”, reflete. Histórias e posicionamentos como o de Amer não são exceções. Milhares de cristãos trilham o mesmo caminho e têm os mesmos sentimentos. Eles descrevem o futuro como algo “sombrio”, mas afirmam que a esperança em Deus ainda brilha dentro deles, apesar de tudo.
* Nome alterado por motivos de segurança.

por Portas Abertas

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O desejo de voltar para casa




Nesta segunda-feira (17), militares iraquianos iniciaram uma ofensiva de retomada da cidade de Mosul, numa operação para expulsar o Estado Islâmico

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O Iraque vive a terceira fase de uma guerra que parece interminável. Desde 2003, os cristãos iraquianos só conhecem a “paz que excede todo o entendimento”, ao som de bombas e granadas. Vivendo como peregrinos, dormindo em barracas e buscando refúgio em acampamentos, eles ainda enfrentam a perseguição por serem fiéis a Cristo. A Portas Abertas ajuda nossos irmãos através de várias ações e projetos, um deles é “Mantenha a igreja viva no Iraque e Síria”. Mosul, a terceira maior cidade iraquiana, que fica no coração do Iraque sunita, foi tomada pelo Estado Islâmico (EI), em junho de 2014 e se tornou um símbolo do poder do grupo extremista.
Porém, nesta segunda-feira (17), militares iniciaram uma ofensiva de retomada, numa operação para expulsar o EI, com a ajuda da Organização das Nações Unidas (ONU). Nesse momento, o exército iraquiano tem encorajado os habitantes de Mosul a permanecerem em suas casas, em vez de fugir por estradas abertas, onde podem ficar mais vulneráveis a ataques. “Inshallah (se Deus quiser) não vai demorar muito para minha cidade ser liberada. Meu desejo é voltar para casa”, disse um líder cristão que vive como refugiado. Para os cristãos iraquianos, Mosul é muito importante. Entre as dezenas de milhares de cristãos deslocados, esse desejo é compartilhado há anos.
Algumas regiões já foram desocupadas pelos militantes, é o caso de Nínive, que circula Mosul, onde sete aldeias cristãs já foram libertadas. Há rumores de que metade da cidade de Qaraqosh também foi. Embora as not“Mantenha a igreja viva no Iraque e Síria”. Mosulícias sejam boas, não é tempo de baixar a guarda para comemorar, e sim, tempo de orar ainda mais para que nossos irmãos iraquianos, muito em breve, possam voltar às suas casas como desejam e reconstruir os templos que foram destruídos para então adorarem ao Senhor com o coração cheio de gratidão. Interceda por eles.

por Portas Abertas

Bebê acorda na madrugada para anunciar que “o Rei está vindo”; Assista ao vídeo



Resultado de imagem para Bebê acorda na madrugada para anunciar que “o Rei está vindo”; Assista ao vídeo   “O Rei está vindo”. A promessa bíblica da volta de Jesus para resgatar Sua Noiva se cumprirá um dia, mas esse lembrete foi dado por um bebê de apenas dois anos de idade, após acordar no meio da noite.

A criança, chamada Lily, despertou próximo à meia-noite e surpreendeu os pais com a notícia de que “o Rei está vindo”. Ela repetia o aviso de forma enfática, pedindo para olharem para cima.
“Tragam-me um presente. Ele está vindo, no ar”, dizia a pequena Lily. O momento foi gravado pela mãe, com uma câmera escondida da criança, para que o momento fosse o mais espontâneo possível, segundo ela afirmou posteriormente, segundo o blog The Heaven and The Hell.
“Ela nos falava sobre sua visão de sonho no final do dia. Eu ainda consegui gravar este vídeo”, disse Chelsea Rebecca, a mãe. “Ela nos dizia ‘Ele está vindo! Ele está vindo!’, e quando eu perguntei ‘quem?’, ela respondeu: ‘o Rei’ e apontava para o alto”, acrescentou.
Surpresa com o comportamento da filha, Chelsea contou que tudo foi inédito, já que ela não havia tocado no assunto com Lily: “Eu não a ensinei a fazer isso. Ela acabou de fazer dois anos e está começando a falar diversas palavras e frases com clareza. Antes disso, acreditávamos que sua melhor compreensão sobre Deus era associada às orações antes de dormir todas as noites”, contextualizou.
Chelsea conta ainda que, como sua filha era muito nova, ela ainda não tinha “falado a ela sobre o arrebatamento ou a segunda vinda de Jesus”. Horas depois, a menina voltou a alertar a mãe sobre a visita importante: “Na manhã seguinte, enquanto estava começando seu café da manhã, ela me disse: ‘Mamãe, se abra, porque Deus está chegando’ e então passou a bater na parede 3 vezes”.
Para a família, o momento não poderia ser mais sincero. Nas redes sociais, a mãe compartilhou as passagens bíblicas que falam sobre o episódio: “E, depois disso, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os velhos terão sonhos, os jovens terão visões” – Joel 2:28.
“À meia-noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo se aproxima! Saiam para encontrá-lo!’” -Mateus 25:6.

por Tiago Chagas

Pastor é libertado após seis anos de prisão

Ele foi questionado pelos companheiros de cela: “Me perguntam por que estou pagando um preço tão alto por crer em Jesus Cristo; eles querem saber por que eu não nego minha fé”

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No dia 17 de outubro, Behnam Irani foi libertado após passar seis anos na prisão por causa de sua fé em Cristo. Entre as várias acusações estão “ação contra a segurança nacional”, “criação de uma rede para derrubar o sistema” e “Mofsed-fel-arz”, que quer dizer “espalhar corrupção sobre a Terra”, crime punível com a pena de morte. Esses termos são usados pelo governo islâmico para suprimir os cristãos e os adversários políticos.
Ele teve sérios problemas de saúde enquanto esteve em Ghezel Hesar, a prisão em Karaj. Muitos desses problemas foram causados pelos maus tratos e torturas físicas. Ele também foi submetido ao confinamento solitário. Sob a lei iraniana, prisioneiros podem ser libertados condicionalmente por bom comportamento, uma vez que tenham cumprido mais da metade de sua pena. Mas o fato de “não negar a Cristo” faz com que as autoridades entendam o fato como rebeldia e desacato à lei.
Entenda o casoBehnam Irani foi um dos principais pastores da igreja no Irã, em Karaj. Foi preso pela primeira vez em 2006 por evangelizar e organizar reuniões em igrejas domésticas. Em 2007, foi libertado sob fiança. Em 2008, foi condenado a 5 anos de prisão, mas a sentença foi suspensa e substituída por 5 anos de liberdade condicional.
Irani foi preso novamente em 2010, acusado de difundir o cristianismo, e libertado sob fiança alguns meses depois. A situação se complicou em 2011, quando foi condenado a 1 ano de prisão e informado de que a suspensão dos 5 anos havia sido revogada. Desde então, permaneceu preso.
Leia uma de suas cartas, escrita na prisão“Aqui é o pastor Behnam, do Irã. Estou cumprindo minha pena de seis anos de prisão por causa de minha fé em Jesus Cristo, e por pregar sobre o Reino de Deus. É um grande privilégio falar com minha amada família em Jesus. Muitos companheiros de cela na prisão me perguntam por que estou pagando um preço tão alto por crer em Jesus Cristo. Eles querem saber por que eu não nego minha fé e volto para minha esposa e para meus filhos.
Então pergunto a mim mesmo qual foi o preço pago pelo Senhor a fim de me salvar e me transportar do reino das trevas para o reino da luz. A morte de Jesus Cristo na cruz, o sangue do Cordeiro de Deus! Sim, esse foi um alto preço. Assim, eu também sou capaz de preferir a prisão à liberdade. Decidi manter minha fé em nosso Senhor e continuar preso. Jesus disse: “Se você amar sua vida mais do que a mim, você não merece ser meu discípulo”. (Mt 10.35)
Essas são as palavras de seu irmão Behnam, que tem passado por extrema pressão, e que já está preso há tantos anos. Quero encorajar você a compreender o valor de sua fé. Temos recebido a salvação de graça, mas lembre-se: ela não foi gratuita. Deus pagou por ela. Ele sacrificou seu amado Filho, Jesus Cristo. Lembre-se de que há apenas um caminho para Deus, e Jesus nos falou dele: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (Jo 14.6).
Conceda a Jesus acesso a todas as áreas da sua vida, e permita que ele seja o Senhor de seu coração. Tente se tornar parecido com o Filho de Deus, Cristo Jesus, pensando e agindo como ele. ‘Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim’ (Gl 2.20). Que Deus abençoe você. Amém. Pastor Behnam Irani”.
Motivos de oração
  • Louve a Deus pela libertação de Behnam Irani e ore por ele, pois a vida após a prisão tem inúmeros desafios, e ele precisará de forças para enfrentá-los.
  • Ore também pela família dele, para que tenha sabedoria ao lidar com as recentes dificuldades de recuperação que poderão ocorrer.
  • Interceda pelos demais líderes e cristãos que permanecem presos, que Deus os sustente e os fortaleça através do seu Santo Espírito. Ore pela igreja no Irã.
por Portas Abertas

Escravos cantam louvores após serem “comprados” por ministério



Resultado de imagem para Escravos cantam louvores após serem “comprados” por ministério  Famílias cristãs faziam trabalhos forçados em olarias de muçulmanos no Paquistão

Cinquenta cristãos paquistaneses, incluindo crianças, foram escravizados por muçulmanos e obrigados a trabalhar em uma olaria. Segundo a Missão Rescue Christians [Resgate os Cristãos], eles sofriam diversos tipos de tortura psicológica e abuso físico, incluindo o estupro.
Apesar da flagrante violação dos direitos humanos, as autoridades do Paquistão nada fazem para impedir a prática, relativamente comum no país.
Na ação divulgada pela Rescue Christians, mais conhecida pelas iniciais RC, as vítimas estavam nas mãos de homens com ligações no governo, por isso demorou mais de um ano entre a denúncia e a sua libertação. O resgate finalmente foi executado na semana passada. Os missionários optaram por pagar o preço exigido pelos muçulmanos para que os cristãos fossem soltos.
Nos casos apresentados no vídeo abaixo, o preço final foi U$ 150 por pessoa (cerca de R$ 480), sendo que cada um recebeu US$ 30 para poder comprar alimentos até recomeçarem suas vidas.
O vídeo divulgado pela RC mostra os testemunhos de nove famílias inteiras, que foram tiradas do local em segurança e levaram seus pouco pertences em um caminhão. Durante a viagem, emocionados, eles começaram a cantar uma versão musicada do Salmo 24 (na língua Punjabi), cujo refrão diz: “Quem é o Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso”.
A Rescue Christians se dedica especificamente a “comprar” de volta cidadãos que acabaram se tornando escravos por vários motivos, geralmente para pagar dívidas. Nas olarias, atividade comum para cidadãos de baixa renda, os cristãos passavam o dia todo moldando tijolos de barro ou alimentando os fornos onde as peças eram queimadas.
Eles não recebiam pagamento pelo serviço, apenas casa e comida e eram impedidos de sair. Como não sabiam o valor que deveriam receber pelo serviço, tornava-se impossível calcular quando a dívida estava paga e por isso permaneciam por um período indeterminado.
Em muitos casos, mesmo alegando que já haviam trabalhado o suficiente para quitar os débitos, não podiam ir embora por que o local é vigiado por guardas armados. Com informações Shoebat
Assista:

por Jarbas Aragão

Com promessa de ser fiel ao livro, filme “A Cabana” chega aos cinemas em 2017



Resultado de imagem para Com promessa de ser fiel ao livro, filme “A Cabana” chega aos cinemas em 2017   O filme que adaptará o livro “A Cabana” para o cinema está, finalmente, saindo do papel. Lançada em 2007, a obra vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo e entrou para a lista de best sellers mundiais por vários meses.

O autor, William P. Young, filho de missionários, criou uma história fictícia para explicar o conceito da Trindade e o relacionamento humano com Deus de forma simples e compreensível para os mais leigos.
De forma a quebrar tabus, retratou Deus como uma mulher negra, Jesus como um carpinteiro do Oriente Médio e o Espírito Santo como uma mulher asiática. O choque do público com tais representações foi antecipado pelo autor, que colocou o personagem protagonista, Mack, com um olhar crítico a todas essas questões.
A ousadia de Young ao apresentar a Trindade de forma pouco ortodoxa foi criticada por algumas lideranças cristãs, que chegaram a classifica-la como heresia, mas também foi amplamente elogiada por outros líderes cristãos, que frisavam uma conquista importante: apresentar uma questão teologicamente complexa de forma simples.
Na estória, Mack está com o coração pesado, de luto pela perda de sua filha, que havia sido sequestrada e assassinada. O local mais provável para o crime, de acordo com a Polícia, seria uma cabana no meio da floresta. Certo dia, ele recebe um bilhete para ir ao local, e contra todos os seus instintos, ele chega na cabana e tem um encontro com Deus, que muda sua vida, sua forma de olhar para o mundo e de enxergar a Trindade.
O filme chega às telonas em março de 2017, com um elenco de atores conhecido do público. O protagonista será vivido pelo inglês Sam Worthington (“Avatar”, “Fúria de Titãs”) e Deus será representado pela atriz norte-americana Octavia Spencer, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em “Histórias Cruzadas”.
O ator que interpretará Jesus será o israelense Avraham Aviv Alush. A direção do filme ficou a cargo de Stuart Hazeldine e o roteiro sob responsabilidade de John Fusco (“O Tigre e o Dragão: a Espada do Destino”).
De acordo com informações do Christian Today, a equipe de marketing do filme vem trabalhando na divulgação com o slogan “você nunca está tão só como você pensa”, o que resume o espírito do livro de Young.
“Parte da minha jornada terrena é tentar mostrar que a alma humana é uma criação muitíssimo intrincada e maravilhosa de Deus… que nós ainda deixamos uma enorme parte dela a ser explorada… Jesus não veio ao mundo iniciar uma nova religião. Jesus não é o ‘fundador do cristianismo’. Ele veio destruir o pensamento religioso através da introdução do conceito de relacionamento. E são os relacionamentos que sempre nos deixam sem ter o controle, isso é o tema mais importante de ‘A Cabana’”, afirmou o autor há alguns anos, sublinhando o conceito do Evangelho sem o viés dos dogmas.
Antes de chegar a um formato definitivo, o filme “A Cabana” passou por grandes especulações. Uma delas apontava a apresentadora e empresária Oprah Winfrey como intérprete de Deus, com a direção a cargo de Forest Whitaker, vencedor do Oscar de Melhor Ator em “O Último Rei da Escócia”.
por Tiago Chagas

Batalha para a retomada de Mosul começou



Cristãos iraquianos estão ligados em seus televisores, celulares e computadores, tentando obter o máximo de informações sobre a batalha e o estado de suas cidades e vilas

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Nessa semana, a batalha para a retomada de Mosul começou. Cerca de 30 mil tropas do exército iraquiano estão empenhadas para libertar a cidade que vive um verdadeiro caos. “A hora de vencer o Estado Islâmico chegou”, disse o premier, que conta com forças aliadas internacionais. Milhares de cristãos que foram expulsos de lá estão animados para voltar, mesmo sabendo que a operação ainda pode demorar um pouco e que a ofensiva ainda vai render ataques, explosões, mortes de muitos civis e também afetar os cristãos que nunca saíram da região.
Apesar do cenário devastador, o clima é de expectativa. Iraquianos estão ligados em seus televisores, celulares e computadores, tentando obter o máximo de informações sobre a batalha e o estado de suas cidades e vilas. Comunidades cristãs estão em constante oração, apoiadas pelos seus líderes. Essa é a maior operação militar do Iraque desde que as tropas norte-americanas se retiraram do território, em 2011. Se tudo ocorrer bem, será também a maior derrota do grupo extremista até o momento.
“A operação deve durar provavelmente semanas, talvez um pouco mais”, explicou o general Stephen Townsend, comandante das forças conjuntas dos Estados Unidos que estão no Iraque para ajudar a libertar Mosul. Os moradores da região foram aconselhados a erguer uma bandeira branca nas suas casas para ficarem um pouco mais seguros, explicou o porta-voz da ONG “Save the Children”, Ruairidh Villar. Enquanto os soldados lutam para libertar Mosul, entre numa batalha de oração pelos cristãos iraquianos.
Pedidos de oração
  • Ore pelos líderes cristãos e parceiros da Portas Abertas envolvidos nessa operação. Que Deus os proteja de toda ofensiva.
  • Estes momentos são cruciais, ore por aqueles que estão nessa batalha, principalmente pelos soldados cristãos, que eles sejam poupados da violência e do mal.
  • Interceda por todos aqueles que vivem secretamente em territórios que foram tomados pelo Estado Islâmico. Que a igreja permaneça viva e esperançosa no Iraque e que os perseguidores sejam impactados pelo amor de Cristo.
por Portas Abertas

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Rabinos contemporâneos a Jesus registraram a chegada do Messias, diz estudioso judeu



Resultado de imagem para Rabinos contemporâneos a Jesus registraram a chegada do Messias, diz estudioso judeu   O judaísmo aguarda até hoje a chegada do Messias como alguém que, resumidamente, ajude o povo judeu a reconstruir o reino de Israel e derrotar seus inimigos. No entanto, de acordo com o messiânico Jonathan Cahn, rabinos contemporâneos a Jesus o reconheceram como o Messias.


Em uma entrevista concedida ao programa It’s Supernatural (“é sobrenatural”, em tradução livre) Jonathan Cahn afirmou que há casos de rabinos que registraram acontecimentos inexplicáveis no Templo de Jerusalém e associaram isso à chegada do Messias.
Cahn é rabino messiânico e um especialista em escritos antigos dos líderes religiosos judeus. Recentemente, ele publicou “O Livro dos Mistérios”, título que se tornou best-seller nos Estados Unidos e apresenta grande parte do conhecimento acumulado por ele durante seus anos de pesquisa.
De acordo com Cahn, os rabinos registraram em seus escritos que as manifestações sobrenaturais no Templo – como portas abrindo sozinhas – despertaram uma inquietude nas pessoas, que tentavam fechá-las, mas elas voltavam a se abrir.
Na entrevista, ele afirmou que há outros registros sobre a percepção dos rabinos a respeito da chegada do Messias: “Na verdade, em um dos livros chamado ‘Sinédrio de todas as coisas’, eles preveem em qual momento o Messias deveria passar por aqui e que ele sairia da Terra no ano 30 d. C. Está nos escritos rabínicos. Não há nada como isto na história. Isso realmente prova que o Messias está além de qualquer coisa”, afirmou Cahn.
Nos registros, as menções às ocorrências sobrenaturais tornam difícil a negativa de que algo realmente extraordinário aconteceu em Israel ao mesmo tempo em que Jesus Cristo esteve por lá e desempenhou seu ministério.
“Os escritos falam sobre o cordão vermelho que se tornou branco em meados do ano 30 d. C.”, citou Cahn, explicando que na tradição judaica acredita-se que o cordão só se tornaria branco quando Deus aceitasse o sacrifício de Yom Kippur. “De repente, algo cósmico aconteceu no Yom Kippur. Quando? Apenas no tempo de Jesus, Yeshua, que morreu pelos nossos pecados”, frisou.
Ao final da entrevista, o rabino messiânico afirmou que acontecimentos registrados na Bíblia como parte do princípio dos tempos estão ligados aos eventos que anteciparão o fim: “A maneira como Deus irá terminar esta era será a maneira como Ele começou esta era. O que havia no começo, haverá no final. É dessa maneira que Deus faz. Você vê Israel no início do mundo, você vê Israel no final. Você viu Jerusalém e vê Jerusalém novamente. Você vê judeus crentes [em Jesus no início da fé cristã], você vê crentes judeus no final. Você vê perseguição no início, você verá perseguição no final. Você vê o livro de Atos no início, e verá o livro dos Atos no final. Você vai ver um derramamento do Espírito”, concluiu.
por Tiago Chagas