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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Você precisa crer que Deus abrirá janelas



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Você precisa crer que Deus abrirá janelas  - 2ª Reis 6:24-7:20

Esse texto de 2 Reis fala de uma cidade que havia sido sitiada pelo inimigo e chegado em seu extremo de escassez, as fontes de água haviam sido envenenadas, os suprimentos estavam bloqueados, as plantações queimadas, os gados roubados, as ovelhas levadas para outra cidade e as casas destruídas. O ânimo da cidade estava comprometido, e é isso que o diabo quer fazer com a sua vida, tirar sua provisão de água, envenenar suas convicções e não permitir que chegue novas revelações.

Mesmo em meio ao caos pode haver um dia de boas novas, mas até que o milagre aconteça, existe uma trajetória a ser seguida para expulsar o exército inimigo das fontes de água. O que fazemos quando o inimigo cercou a cidade, não há saída política ou administrativa e estão negociando os filhos? Acabamos procurando um culpado. Normalmente o culpado pelo problema nunca será presente para se defender. 

Normalmente o homem de Deus é culpado por não ter falado o que todos queriam ouvir, mas dizer o que Deus mandou.

A profecia tem o poder de transformar as circunstâncias. A sua boca precisa liberar palavras que transformem sua realidade. Alguns estão vivendo dias de escassez, mas quando vier a bonança, não usufruirão porque não acreditaram. Deus abrirá as janelas, não importa os problemas que assolam sua vida, você precisa estar sensível ao momento do livramento. Precisamos que nossas orações se transformem em um grande ruído capaz de causar pavor no inimigo.

Vimos que o rei não acreditou no milagre. Às vezes somos os primeiros a duvidar do milagre, lembra quando Jesus ressuscitou e todos ficaram assustados. Quando Jesus veio andando por sobre as águas, acharam que era um fantasma.

Se creres verá as janelas que Deus abrirá nos céus. A incredulidade leva a morte e são as suas orações que podem transformar a realidade de escassez em bonança. Então, ore e creia no milagre!

“Milagre em meio ao caos pode haver um dia de boas novas, mas até que o milagre aconteça, existe uma trajetória a ser seguida para expulsar o exército inimigo das fontes de água”

::Joel Pereira

Usain Bolt: “Nada seria possível sem Deus”



Resultado de imagem para Usain Bolt: “Nada seria possível sem Deus”   Relações Públicas do atleta lembra que Bolt é um cristão dedicado 

O jamaicano Usain Bolt é o primeiro atleta a ganhar três medalhas de ouro consecutivas nos 100 metros em Jogos Olímpicos. Ainda pode repetir o feito nos 200m e no revezamento 4X100m. Fora das pistas possui uma história de superação, tendo nascido em uma família pobre da zona rural jamaicana.

Mas em um mundo onde o multiculturalismo parece tentar se impor, as manifestações de fé do atleta foram ignoradas – e até ocultadas – pela maior parte da mídia. Quem o segue no Facebook ou no Twitter sabe que ele costuma postar manifestações de fé e eventualmente versículos bíblicos.

Logo após vencer sua primeira final, nesta segunda (2), agradeceu a Deus. Em suas contas nas redes sociais, comemorou dizendo-se sentir “abençoado”.

Segundo a rede CBN, durante as entrevistas para a mídia de fala inglesa, logo após a competição, comemorou, dizendo: “Nada teria sido possível sem Ele”, numa referência à sua fé em Deus. A declaração foi ignorada pelos programas esportivos, sobretudo pelo canal BBC. O mesmo vem acontecendo com outros atletas que falaram sobre sua fé.

Pessoas ligadas ao atleta disseram que ele se sentiu incomodado, pois procura fazer orações antes e depois de cada corrida. Sabendo de sua popularidade, sempre espera as câmeras estarem voltadas em sua direção para dar um testemunho público de fé em Cristo. Faz isso ajoelhando-se na pista, fazendo o sinal da cruz e apontando para cima.

O relações públicas da equipe da Jamaica afirmou: “Usain Bolt é um cristão que crê na Bíblia, que honra a Deus e adora a Jesus”. Cristão dedicado, ele já falou sobre liberdade religiosa em palestras, inclusive a convite do Vaticano.

Testemunho frente às câmeras

 

Ele ainda é considerado o “homem mais rápido do mundo” – depois de ter quebrado o recorde mundial dos 100 metros três vezes e o recorde de 200 metros duas vezes.

Ao vencer a corrida dos 100 metros, a mais representativa dos Jogos, voltou ao centro das atenções de boa parte da mídia mundial. Havia um questionamento se ele conseguiria repetir as mesmas façanhas de quatro anos atrás. Criou-se agora a expectativa se ele conseguirá o almejado triplo-triplo, ou seja, três medalhas de ouro nas três modalidades que competirá.

O velocista teve problemas com lesões pouco mais de um mês atrás, abandonando uma competição em seu país natal. Bolt provou que está recuperado. Como sabe que essa será sua última Olimpíada, deseja fazer história.

Depois de encerrar sua carreira no atletismo, pretende se dedicar à Fundação Usain Bolt, que tem como objetivo “criar oportunidades, através da educação e desenvolvimento cultural, para gerar uma mudança positiva nos jovens”. A organização criada por ele procura ajudar crianças de famílias pobres a “realizarem seus sonhos”. Com informações de Gospel Herald

Por Jarbas Aragão

Violência contra a igreja continua



 
A proposta do governo de padronizar os sermões de sexta-feira, nas mesquitas, foi rejeitada pelos muçulmanos; a ideia era evitar os discursos que estimulam a violência contra os cristãos

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Ultimamente, algumas notícias estão alertando sobre as ações violentas contra os cristãos, vindas de grupos extremistas islâmicos no Egito. Faz pouco tempo que um dos líderes cristãos atuantes no país foi morto enquanto ministrava em um culto, numa igreja que fica no Norte do Sinai. Declarando a jihad (luta islâmica), esses militantes têm agredido os cristãos de várias formas, com a finalidade de exterminar com o cristianismo no país.

Como uma tentativa de evitar que esses ataques continuem, o governo egípcio tentou controlar os discursos religiosos nas mesquitas, através de uma padronização dos sermões de sexta-feira. Se desse certo, essa seria uma forma de evitar que os líderes extremistas incentivassem a violência contra a igreja no país. Em vez disso, a proposta foi negada pelo Conselho de Idosos Scholars de Al-Azhar, um dos principais centros do mundo muçulmano para a aprendizagem islâmica.

Os líderes muçulmanos acreditam que os sermões escritos com antecedência e entregues semanalmente nas mesquitas de todo o país, faria com que os pensamentos dos imãs fossem superficiais e seus discursos religiosos frios. “Já era de se esperar que os muçulmanos rejeitariam a proposta do governo. A iniciativa já estava sendo questionada antes mesmo de ser lançada”, comentou um dos analistas de perseguição. O futuro da igreja no Egito continua incerto. Ore por essa nação.


por Portas Abertas

Festival em Jerusalém promove fundação de “religião única mundial”


Resultado de imagem para Festival em Jerusalém promove fundação de “religião única mundial”   Único país com democracia plena no Oriente Médio, Israel sediará um festival de artes. Chamado de Mekudeshet, ele quer ser um predecessor da religião mundial. O material de divulgação afirma que cristãos, judeus e muçulmanos irão se reunir na Cidade Santa para um “encontro espiritual”, tornando-se verdadeiramente o “Amém – casa de oração para todos os que creem”.

Segundo o site do projeto, o objetivo do encontro que reunirá milhares de pessoas – ao longo de três semanas em setembro – é criar “uma única casa para as três grandes religiões do mundo, onde elas possam aproveitar os antigos poderes da cidade para inspirar artistas, músicos e figuras culturais de todo o mundo na busca de redefinir sua arte e tradições visando uma conexão”.

O diretor artístico Itay Mautner explica o objetivo: “Vamos ver se é possível, apesar de todas as dificuldades e obstáculos terrenos, criarmos uma nova realidade.” Diz ainda que a espiritualidade é um elemento central, ao fazer um convite para a práticas de oração individuais e coletivas. Eles se reunirão no Jerusalém Music Center, onde farão invocações em árabe, hebraico e copta, cada um clamando pelo nome do seu deus.

Eventos como este normalmente fazem um apelo pela unidade em nome de um mundo melhor, mas para isso pedem que se abra mão de “convicções antigas”. É exatamente isso que pode induzir ao erro, acredita Jennifer LeClaire, colunista da revista Charisma.

Autora de livros sobre oração e avivamento, LeClaire entende que esse discurso artístico é uma preparação para “uma tentativa de se redefinir a religião”. Ela insiste que as pessoas podem buscar a Deus de muitas maneiras, mas isso não significa que todas estão certas, pois só existe um caminho para o Pai: através de Jesus.

Ela entende que a igreja precisa estar atenta para esse discurso tão comum nas gerações mais jovens, que visam a conquista da paz mundial através de manifestações culturais. Para a autora, muitas músicas cantadas hoje em dia trazem essa mensagem de paz que é falsa, pois prescinde de Deus. Com informações de Breaking Israel News

por Jarbas Aragão

Ex-bispo diz que Universal lavava dinheiro da Fogueira Santa para financiar templos da Europa



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O ex-bispo Alfredo Paulo Filho, da Igreja Universal do Reino de Deus, afirmou que a denominação fundada por Edir Macedo mantinha um esquema ilegal para movimentar milhões de dólares no exterior.

A operação irregular teria sido feita ao longo de sete anos, e os valores tinham como destino a manutenção de templos na Europa e as filiais da TV Record no continente.

Alfredo Paulo, 49 anos de idade, diz que foi responsável pela Universal em Portugal entre 2002 e 2009, e um dos principais auxiliares do bispo Macedo. Antes de atuar na Europa, liderou a igreja em estados brasileiros como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo.

Na entrevista concedida à Folha, Alfredo Paulo alega a denominação criou um esquema complexo para fazer remessas de dólares, ao menos duas vezes por ano. Os valores vinham da campanha da Fogueira Santa em Angola, e a cada viagem, pelo menos US$ 5 milhões eram despachados.

Os montantes, de acordo com Alfredo Paulo, saíam de Angola de carro, e na África do Sul eram embarcados em um jato particular, que desembarcava em Portugal, onde eram trocados por euros e depositados em uma conta no banco BCP como dízimos e ofertas. Desse ponto, o dinheiro era distribuído de maneira legal para os demais países europeus.

“A igreja em Portugal sustentava outras igrejas na Europa”, disse o ex-bispo. “Eu que ia pegar o dinheiro. Sabia que era ilegal”, acrescentando que Macedo conhecia o esquema.

“O bispo Edir Macedo já falou em reunião de pastores que, para a obra de Deus, vale até gol de mão”, contextualizou, acusando o líder da denominação.

Edison Fernandes, advogado e professor da FGV-SP, disse que, em tese, a Universal teria cometido crime de evasão de divisas e lavagem de dinheiro: “Evasão de divisas é enviar ou manter no exterior recursos não declarados. Lavagem é usar em operações lícitas dinheiro ilícito”.

No caso denunciado pelo ex-bispo, Fernandes considera que “o dinheiro era ilícito porque não estava declarado”.

No entanto, a Igreja Universal do Reino de Deus afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que “prepara um processo judicial contra o ex-bispo” por calúnia e difamação, e que por isso, “não se pronunciará sobre o assunto fora dos tribunais”.

“Confiamos que a Justiça brasileira, mais uma vez, revelará onde está a verdade nesta mais nova tentativa de manchar a imagem da Universal, punindo exemplarmente o mentiroso”, ressaltou.

Já a TV Record preferiu não comentar as alegações de Alfredo Paulo Filho, que hoje lidera a Igreja Cristã do Recomeço. Ele deixou a Universal em 2013 após trair a esposa com prostitutas e ser rebaixado pela direção da denominação a atividades administrativas.

por Tiago Chagas

Mais de 2 milhões de cristãos nigerianos estão deslocados



O governo está incentivando para que os cristãos voltem às suas terras porque é incapaz de fornecer o apoio necessário para eles agora

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Por conta da extrema violência contra o cristianismo na Nigéria, mais de 11.500 cristãos foram mortos entre 2006 e 2014 e há uma estimativa de que cerca de 2 milhões estejam deslocados no Norte da Nigéria. De acordo com os últimos relatórios da Portas Abertas, muitos estão voltando para suas casas, encorajados pelo próprio governo. Isaac*, um pesquisador de campo, viajou para várias regiões a fim de verificar como vivem nossos irmãos nigerianos e disse que, apesar da situação alarmante, a igreja está determinada a seguir em frente. “O governo está incentivando para que os cristãos voltem às suas terras porque é incapaz de fornecer o apoio necessário para eles agora”, disse ele.

Há uma grande pressão para que os cristãos se convertam ao islamismo em troca de alimentos. “Essas pessoas ficam dias sem receber comida. Voltar para suas casas não significa que terão segurança ou melhores condições, porque suas comunidades foram totalmente destruídas. O primeiro problema que enfrentam é a tensão emocional. Há muitas viúvas e órfãos e muitos que chegam com a dor da perda de seus entes queridos. Nada mais é como era antes. As lembranças são tristes demais para eles”, explica o pesquisador.

Escolas e centros de saúde também foram destruídos. Nada foi poupado, nem mesmo os poços e as bombas d’água. “Os poços estão poluídos, jogaram muitos cadáveres dentro deles. Nesse momento, o acesso à água potável é outro desafio. Ainda por um tempo, esses nigerianos não serão capazes de produzir seu próprio alimento e a ajuda internacional não está conseguindo atender à demanda, então é muito comum ver crianças desnutridas por aqui”, diz Isaac. Algumas igrejas foram poupadas. “Mas não há uma única Bíblia por aqui. Os militantes queimaram tudo e isso é uma das coisas mais tristes para os fieis, que nesse momento desejam a palavra de Deus para confortá-los”, disse um dos líderes cristãos que sobreviveu aos ataques.

Fé e determinaçãoEsse é um momento decisivo para a igreja nigeriana. “Os cristãos decidiram aceitar esses desafios pela fé. Eles sabem que é arriscado, mas estão retornando às suas casas e começando a reconstruir, usando materiais como talos de milho, madeiras e lama. Tudo é muito simples, mas ter um teto sobre suas cabeças já oferece alguma proteção. Uma das cenas mais marcantes foi ver as crianças ajudando seus pais a construir”, disse o colaborador. Segundo ele, as atividades em algumas igrejas já foram retomadas.

“Passar um tempo com eles, orando nas novas igrejas e até mesmo debaixo das árvores, foi inesquecível. Apesar do medo, alguns comércios foram reabertos. É um recomeço simples, mas muito significativo. Eles estão trabalhando duro para recuperar o que tinham e estão confiando em Deus para que a provisão venha e que suas necessidades diárias sejam supridas de forma sobrenatural”, comenta Isaac. Durante esse período difícil, a Portas Abertas tem fornecido ajuda emergencial, principalmente em Adamawa.

Se você também quer ajudar os cristãos perseguidos, conheça o projeto “Um Novo Começo” e apoie as viúvas nigerianas. Elas estão recebendo aconselhamento pós-trauma e aprendendo a seguir em frente através da fé em Cristo. “Quando meu marido estava vivo, ele fornecia tudo o que eu precisava. Agora eu estou lutando com a minha saúde e não tenho forças para trabalhar, mas ainda assim eu olho para Deus e sei que ele me sustenta. Nós realmente precisamos de pessoas que orem por nós. Por favor, orem pelos meus filhos, especificamente para que eles cresçam no Senhor e se tornem pessoas respeitáveis na comunidade”, pediu uma das viúvas.

*Nome alterado por motivos de segurança.


por Portas Abertas

Aos 9 anos, cristã ganha prêmio na TV e doa dinheiro para missões



Resultado de imagem para Aos 9 anos, cristã ganha prêmio na TV e doa dinheiro para missões               Filha do pastor dividiu a premiação com a missão FISH 

Lucy Chelton tem apenas 9 anos. Ela é filha do pastor da Igreja Metodista Unida de Sellersville, na Pensilvânia. Como sempre gostou de cozinhar, decidiu participar do programa ‘Chopped Junior’, do canal de TV a cabo Food Network.

O programa é uma competição de culinária para crianças, ao estilo Master Chef Junior, apresentado no Brasil. O prêmio para o vencedor é 10 mil dólares. A final foi ao ar neste domingo (14). Além do dinheiro, Chelton recebeu um uniforme personalizado com o nome do programa.

Ela surpreendeu a todos quando avisou que dividiria o dinheiro com a missão FISH, uma abreviação de “Fellowship In Serving Humanity” [Comunidade de Serviço à Humanidade]. Além de pregar o evangelho eles fazem um trabalho social, distribuindo alimentos, roupas e material escolar para famílias de baixa renda na região onde ela mora.

Durante o episódio final, Chelton foi vista incentivando as outras crianças, numa demonstração que não os via como concorrentes. Ela derrotou quatro competidores de sua mesma faixa etária, no desafio final em que precisava preparar uma refeição e uma sobremesa em apenas 30 minutos. Ela recebeu o primeiro prêmio, sendo muito elogiada pelos jurados.

Os pais de Lucy, Eric e Miki, ficaram muito felizes com a decisão da menina de compartilhar o prêmio. Ele é co-pastor na igreja e a mãe é a diretora musical. Ela também tem uma irmã mais velha, Belle, 11 anos.

Na parte das entrevistas, após o final do episódio, ela disse que aprendeu a cozinhar com o pai. Afirmou que gosta de servir as pessoas e por isso seu sonho é abrir um restaurante. Com informações de Gospel Herald

por Jarbas Aragão

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Dia dos pais na prisão



"Quanto mais eu penso no meu pai, mais eu sinto saudade; eu sei que ele está sofrendo por causa da nossa fé em Cristo e confesso estar orgulhoso dele"


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Alimjan Yimit* é um líder cristão chinês atuante em seu país e que já levou muitos muçulmanos ao cristianismo através da pregação da Palavra. Ter esse papel na China é uma tarefa difícil, já que a nação ocupa o 33º lugar na atual Classificação da Perseguição Religiosa e tem hostilizado os cristãos das piores formas. Infelizmente, Yimit foi preso pelas autoridades chinesas. Da prisão, ele continua cuidando da sua esposa e filhos, dando conselhos e encorajando-os a seguir em frente, firmes na fé e perseverantes. Mesmo encarcerado, ele continua sendo um pai e um marido exemplar.


Recentemente, a Portas Abertas esteve visitando sua família que deu importantes declarações sobre a realidade que tem vivido com a ausência de Yimit. "Apesar dos momentos difíceis, temos a alegria do Senhor em nossas vidas. Regularmente, temos encontros com os irmãos na fé e sempre compartilhamos nossos pensamentos e sentimentos. Eles oram por nós. Sem suas orações não poderíamos suportar", disse a esposa Gulnur*. O casal tem dois filhos que sentem muito a falta da figura paterna no lar. O mais velho tem 15 anos e sempre se lembra dos momentos preciosos que viveram em sua infância. "Quanto mais eu penso no meu pai, mais eu sinto saudade. Eu sei que ele está sofrendo por causa da nossa fé em Cristo e confesso estar orgulhoso dele", disse o filho. Ele apenas lamenta que seu irmão mais novo (8 anos) esteja crescendo sem ter bons momentos com o pai, como os que ele teve. "Ele tinha apenas 1 ano quando meu pai foi preso e mal consegue se lembrar do rosto dele", disse.


Gulnur e os meninos foram autorizados a visitar Yimit há 11 meses. "Não podemos fazer visitas frequentes, e mesmo que pudéssemos, não é bom levantar suspeitas das autoridades, já que continuamos pregando o evangelho", explicou a esposa que se disse apaixonada por poder converter muitas vidas a Cristo. "Louvado seja o Senhor. Tanto minha mãe quanto minha sogra se converteram e estão firmes na fé e seus testemunhos são lindos". A família segue em frente, aguardando a volta de Yimit. "Nossa fé está em Jesus. Meu marido sempre pede para que eu cuide bem dos nossos filhos e os ensine sempre a servir a amar a Deus. Eu faço a minha parte da melhor maneira e sempre deixo a casa arrumada como se ele fosse voltar hoje. Eu aguardo o meu marido e pai dos meus filhos assim como eu aguardo a volta de Cristo", conclui Gulnur.


*Nomes e foto alterados por motivos de segurança.

Por Portas Abertas

“Glória a Deus”, declara nadadora após ouro inédito



Resultado de imagem para “Glória a Deus”, declara nadadora após ouro inédito   Simone Manuel é a primeira afro-americana a vencer natação olímpica 

A norte-americana Simone Manuel e a canadiana Penny Oleksiak foram notícia nesta quinta-feira (12) por terem dividido a medalha de ouro da prova dos 100 metros livres. Esta é uma situação inédita na natação feminina em Olimpíadas. Ambas venceram a prova com 52,79 segundos, um novo recorde olímpico.

Manuel entra para a história como a primeira afro-americana a ganhar uma medalha individual na natação. A maior parte da imprensa deu destaque apenas ao fato de ela ter batido o recorde olímpico e seus comentários sobre como não queria ser conhecida como “a nadadora negra”. Sua fala sobre as questões raciais nos Estados Unidos ganharam as manchetes.

Poucos levaram em conta que as primeiras palavras da texana de 19 anos na entrevista foram: “Tudo que posso dizer é glória a Deus. Foi definitivamente uma longa jornada nestes últimos quatro anos. Sinto-me tão abençoada por ter ganho!”.

No dia 7, ela já havia ganho uma medalha de prata como parte da equipe no revezamento 4×100 metros feminino. Na ocasião, usou sua conta no Twitter para escrever quase essas mesmas palavras. “Glória a Deus. Sou muito abençoada por esta experiência incrível”, tuitou.

Simone e sua família são membros da Igreja Sem Paredes, um ministério batista com sede em Houston. Seu pastor, Ralph Douglas Oeste, deu os parabéns pela demonstração de fé da ovelha em rede nacional de televisão: “Sinto-me orgulhoso de ver Simone dando glória a Deus neste momento fantástico de sua vida.”

A jovem ainda pode ganhar mais uma medalha, pois competirá nos 50 metros estilo livre no sábado (13). 

Com informações de Baptist Press

Por Jarbas Aragão


A esperança se transforma em pesadelo



Segundo a Anistia Internacional, um cristão da Nigéria alertou que a Líbia é um país para onde os cristãos jamais devem ir


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Faz cinco anos desde que o governo líbio de Muammar Gaddafi foi derrubado por rebeldes. O que era uma esperança para os cristãos que vivem no país, tornou-se um pesadelo. A Líbia tornou-se um dos lugares mais perigosos do mundo. A atual "anarquia" deu lugar a uma perseguição religiosa ainda mais violenta e favoreceu os grupos extremistas islâmicos em seus planos de maltratar os cristãos abertamente. Os relatórios atuais da Portas Abertas apresentam relatos de cristãos que são assediados em sua vida cotidiana, de todas as formas possíveis e imagináveis.


Um cristão nigeriano, de 29 anos, que vive na Líbia disse que já foi atacado enquanto andava pelas ruas. 

"Os homens chegaram com muita violência e me bateram. O motivo foi simplesmente porque eu estava usando uma cruz pendurada no pescoço e eles disseram que eu deveria ter escondido", contou. Amgad Zaki*, um egípcio, disse que caiu nas mãos de um grupo islâmico: "Eles rasparam minha cabeça e então ameaçaram cortar meu pescoço. O tempo todo eles mostravam suas espadas afiadas. Eles queriam que eu insultasse o meu antigo líder cristão".


Outro fiel disse que foi levado por um muçulmano que dizia que ele iria limpar o banheiro. "Ele empurrou minha cabeça para dentro do vaso sanitário e sentou sobre ela. Também já fui açoitado e forçado a ficar sem roupas em tempo frio. Uma vez me deixaram ao ar livre, coberto de pedras, durante 3 horas. Minha vida tem sido humilhante; isso é morrer todos os dias. Eu já cheguei a pensar que a morte é melhor que viver assim", desabafou. Só no ano passado, houve dezenas de prisões de cristãos e três execuções em massa. Uma delas matou pelo menos 49 cristãos do Egito e Etiópia. Segundo a Anistia Internacional, um cristão da Nigéria alertou que a Líbia é um país para onde os cristãos jamais devem ir.


A Igreja na Líbia é composta quase que inteiramente de estrangeiros, que são proibidos de seguirem o cristianismo no país. Durante o governo de Gaddafi a perseguição religiosa já existia, mas agora está muito pior. As igrejas sobreviveram porque optaram por existir de forma subterrânea. Migrantes cristãos e refugiados estão debaixo das leis de grupos islâmicos armados que querem islamizar o país. Há esperança para os líbios? Os relatórios terminam de forma positiva, indicando que a ONU sugeriu um "Governo de Unidade", que será capaz de restaurar a ordem. É possível que o governo adote uma política de apaziguamento a fim de ganhar o apoio dos grupos radicais. Talvez essa não seja a solução definitiva para o fim da hostilidade contra os cristãos, mas pode ao menos aliviar a tensão que vivem atualmente.


*Nome alterado por motivos de segurança.


Pedidos de oração
  • Ore pelos cristãos que vivem na Líbia e que enfrentam a violência diariamente. Peça ao Senhor para confortá-los e protegê-los.
  • Interceda pelas autoridades líbias e ore para que, de alguma forma, o amor de Jesus possa entrar em seus corações e que eles também tenham suas vidas transformadas.
  • Sabemos que a perseguição é prevista pela Bíblia, então ore para que os cristãos tenham forças para suportar esses tempos difíceis e que sejam perseverantes até o fim.
Por Portas Abertas

Derrotado, judoca muçulmano se recusa a cumprimentar judeu



Resultado de imagem para Derrotado, judoca muçulmano se recusa a cumprimentar judeu    Terceiro caso de antissemitismo nas Olimpíadas do Rio 

Como seu nome indica, o judoca egípcio Islam El Shehaby é muçulmano. Ele esteve no centro de uma polêmica olímpica na manhã desta sexta-feira (12). Na luta contra o israelense Or Sasson, válida na categoria peso pesado (acima de 100 kg), ele foi derrotado por ippon e se recusou a cumprimentar o atleta judeu.

Imediatamente após o final da disputa, Sasson se aproximou de El Shehaby e estendeu a mão, algo tradicional no esporte. Contudo, o egípcio se afastou do tatame. Pela atitude antidesportiva ele foi chamado de volta pelo árbitro. Fez a costumeira saudação japonesa enquanto ouvia sonoras vaias das arquibancadas.

Nicolas Messner, porta-voz da Federação Internacional de Judô, minimizou o ocorrido. “No passado, uma luta entre esses dois atletas talvez sequer tenha acontecido. Já é um grande avanço que países árabes competir contra Israel”. Fez ainda uma ressalva: “Não há obrigação de apertar as mãos ao final da luta, mas a saudação é obrigatória, por isso ele foi chamado de volta”.

Devido às queixas, a atitude de El Shehaby será reavaliada após os Jogos para decidir se alguma medida será tomada. Ele foi medalhista de bronze no Mundial de Tóquio-2010.

O presidente do Comitê Olímpico egípcio, Hesham Hatab, afirmou que não retiraria o judoca da competição. “Não misturamos política e esporte”, justificou. Contudo, sabe-se que logo após o sorteio que decidiu o confronto, El Shehaby, 34 anos, foi pressionado a desistir da luta numa campanha de grupos islamistas em redes sociais.

No final da tarde, Sasson fez a semifinal contra o francês Teddy Riner e acabou perdendo. O israelense ficou com a medalha de bronze após derrotar o cubano Alex Garcia Mendoza.

Antissemitismo nas Olimpíadas

 

Este foi o terceiro caso de antissemitismo explícito na Rio 2016. Na noite abertura dos Jogos, atletas do Líbano e de Israel deveriam dividir o mesmo ônibus que levaria todos à cerimônia de inauguração, no Maracanã. Segundo denunciou o técnico da equipe israelense de vela, Udi Gal, os libaneses se negaram a dividir os assentos do veículo com os israelenses.

Brigando com o motorista, exigiram que a porta do veículo fosse fechada. Foi preciso encontrar um ônibus exclusivo para a delegação de Israel. A ministra do Esporte de Israel, Miri Reguev, chamou os atletas libaneses de “racistas” e “antissemitas” e exortou o Comitê Olímpico Internacional (COI) para que condenasse a conduta.

No domingo (7), a judoca Joud Fahmy, da Arábia Saudita, simplesmente não apareceu para sua luta. Ela tinha um confronto contra a romena Christianne Legentil. O comitê olímpico saudita justifica que a lutadora não compareceu pois teve lesões nas pernas e nos braços durante o treinamento.

Contudo, o motivo teria sido outro. Caso vencesse, a árabe enfrentaria a israelense Gili Cohen. Com sua desistência, a israelense lutou com a romena. Cohen acabou perdendo.

por Jarbas Aragão