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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A igreja nigeriana perde mais um líder cristão



Joseph Kura deixou a esposa e seus sete filhos. "Eu sempre vou me lembrar do dia em que perdi meu marido e meu melhor amigo"


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Ultimamente, a igreja nigeriana tem enfrentado grandes batalhas e também tem levantado grandes soldados para vencer essa guerra que é a perseguição religiosa no país. No topo da atual Classificação (12º lugar), a Nigéria tem lutado para que o cristianismo seja banido de suas terras. O governo nigeriano não poupa esforços para defender o islã, e nessa investida, alguns dos nossos guerreiros perdem a vida. Recentemente, a igreja de Cristo perdeu Joseph Kura, líder cristão que atuava na Nigéria e também Presidente da Associação Cristã da Nigéria (CAN), no Estado de Nasarawa, região central do país.


O líder foi morto pelos pastores fulani (fazendeiros nômades) e deixou sua esposa Martina* e seus sete filhos. A Portas Abertas visitou a família, recentemente, e esteve encorajando Martina a seguir em frente, com a força do Espírito Santo. "Eu sempre vou me lembrar do dia em que perdi meu marido e meu melhor amigo. Dois dias antes do ataque, Joseph discutiu com um lenhador, que o acusou de ter cortado uma árvore que lhe pertencia. Ele relatou o incidente para as autoridades locais. O policial disse para Joseph pagar pela árvore e ele pagou. Mas o lenhador o ameaçou em seguida, dizendo: ‘nossa briga ainda não terminou’, na frente de todos", explicou a viúva.


Infelizmente, mesmo Joseph se protegendo no dia seguinte, ficando longe da fazenda, ele foi atacado pelos fulani. "Meu marido foi chamado para ajudar alguns trabalhadores que estavam com uma máquina quebrada, e ele foi. Eu pedi para ele não ir, mas ele queria ajudar os jovens. Ele consertou a máquina e continuou trabalhando com eles até o final do dia. A fazenda foi atacada pelos muçulmanos extremistas. Os jovens conseguiram fugir, mas Joseph decidiu enfrenta-los, ele disse aos trabalhadores que sabia que os fulanis estavam ali por causa dele", disse Martina.


Um vizinho chegou com a notícia de que Joseph estava gravemente ferido. "Eu comecei a tremer, e fiquei na esperança de que meu marido estivesse apenas machucado. Os irmãos da igreja me acompanharam e tudo o que pudemos fazer foi levar meu Joseph para o cemitério. Eu chorei até as lágrimas secarem, mas senti em meu coração que chorar não vai trazê-lo de volta. Eu fui confortada com a palavra de Deus, olhei para o céu e disse: ‘Senhor, eis-me aqui com meus sete filhos, cuide de nós e cumpra suas promessas em nossas vidas. Eu não tenho nenhuma fonte de renda, por favor, nos ajude", pediu. Colaboradores da Portas Abertas oraram junto com a família e deu apoio financeiro para esse momento difícil que ainda vão enfrentar.


*Nome alterado por motivos de segurança. Na foto está a Martina e seus filhos.


Pedidos de oração
  • Ore por Martina e seus sete filhos, por paz em seus corações e conforto durante esse período de luto.
  • Peça ao Senhor para que eles sejam abençoados na vida financeira e que continuem abundantes na obra do Senhor, apesar da grande perda.
  • A CAN acusou os pastores fulani pela morte de Joseph. Peça ao Senhor para que haja mais proteção nas fazendas dos cristãos e que o governo possa intervir nesse caso em específico. Ore também pelos perseguidores, para que sejam impactados pelo amor de Cristo.
Por Portas Abertas

Líder cristão foi executado durante pregação



Um grupo de extremistas islâmicos chegou declarando a jihad (luta islâmica); a morte do líder ilustra a vulnerabilidade dos cristãos no Sinai


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Recentemente, um líder cristão egípcio foi morto na cidade de Alarixe, no Norte do Sinai, que fica a 344 km a Nordeste do Cairo, por militantes do Estado islâmico (EI). Raphael Moussa foi atacado logo após ter ministrado um culto numa igreja local. Há relatos de que a violência partiu de um grupo que chegou declarando a jihad (luta islâmica). O termo vem sendo cada vez mais usado para justificar os combates contra os cristãos, e assim estabelecer o islã à força. Os muçulmanos radicais visam exterminar com os kaafirs (não muçulmanos) através de uma luta física e ideológica.


A morte do líder ilustrou, mais uma vez, como os cristãos da igreja no Sinai estão vulneráveis. Se o governo não interferir, a violência poderá aumentar ainda mais, como mostra a matéria A vulnerabilidade faz aumentar o nível de perseguição, divulgada recentemente. Numa tentativa de evitar novos ataques aos cristãos, os líderes egípcios decidiram controlar os discursos religiosos nas mesquitas, através da padronização dos sermões realizados nas orações de sexta-feira. 


Sabe-se que os militantes que atuam nessa região têm como alvo principal os cristãos. O governo declarou que vai combater o radicalismo islâmico. Enquanto isso, casas de cristãos continuam sendo saqueadas, a hostilidade aumenta, principalmente contra as mulheres, e na maioria dos conflitos ocorridos, parece que a comunidade muçulmana busca fazer justiça com as próprias mãos. Os policiais egípcios não demonstram disposição alguma para defender as vítimas, fazendo aumentar ainda mais a impunidade e a insegurança da igreja no Egito.
 

Por Portas Abertas

Descoberta arqueológica na China pode comprovar dilúvio bíblico



Resultado de imagem para Descoberta arqueológica na China pode comprovar dilúvio bíblico    Inundação catastrófica ocorreu no vale do Rio Amarelo, cerca de 4.000 anos atrás. 

Alguns cientistas estão afirmando que as recentes descobertas no Vale do Rio Amarelo, na China, oferecem evidência sobre o dilúvio descrito na Bíblia.

Os ossos de crianças descobertos no local revelam que as crianças parecem ter ficado presas em meio a uma grande inundação. Testes datam as ossadas por volta do ano 2.000 a. C, que seria consistente com a época que cientistas e historiadores calculam que o dilúvio de Noé ocorreu.

O apologeta bíblico e cientista Ken Ham, conhecido pelo Museu da Criação e a réplica da Arca em tamanho natural, lembra que a China, como muitas culturas, tem como tradição uma história sobre um grande dilúvio.

Sítio arqueológico China

“Quer sejam índios americanos ou povos fijianos, havaianos, esquimós, aborígines australianos… indo até os babilônios, existem lendas sobre dilúvios em culturas de todo o mundo”, sublinhou Ham.

Ele sabe que muitos cientistas negarão o fato que essas crianças no vale do Rio Amarelo foram atingidas pelo dilúvio narrado em Gênesis.

“Há milhares de metros de sedimentos de Dilúvio em todo o globo. São evidência de um dilúvio global catastrófico. Os cientistas não estão dispostos a olhar para isso porque foram doutrinados a acreditar que foram se acumulando ao longo de milhões de anos”, esclarece Ham.

Para ele, a falta de vontade de aceitar as verdades espirituais leva muitas pessoas a ficarem cegas para as verdades científicas.

Explicação da ciência

 

Segundo o estudo divulgado pela revista Science, arqueólogos e geólogos liderados por Qinglong Wu, da Universidade de Pequim, encontraram comprovações que uma inundação catastrófica ocorreu no vale do Rio Amarelo, cerca de 4.000 anos atrás. Ao mesmo tempo, foi descoberto nas margens da extinta represa um sítio arqueológico de importante significado histórico.

As provas inegáveis de que uma grande inundação ocorreu há quatro milênios estariam relacionadas com o mito de fundação da primeira dinastia chinesa, a Xia. O relato antigo dá conta que o imperador Yu foi um “grande salvador, que ganhou bênção celestiais” após a dragagem de canais, que escoaram a água.

Até recentemente, outras pesquisas haviam documentado a segunda (Shang) e a terceira dinastia (Zhou), mas a Xia ainda era considerada uma lenda, gerando dúvidas que realmente tivesse existido.

Agora, os estudiosos afirmam que o dilúvio foi provocado por um terremoto, que levou o rio Amarelo a formar uma barragem em Jishi. Quando essa barragem cedeu, a inundação ao longo do planalto tibetano foi catastrófica. Estima-se que o nível de água subiu 38 metros. Tal fenômeno durou entre seis e nove meses, estendendo-se por 2 mil quilômetros ao longo do rio Amarelo. Com informações de Christian Headlines

Por Jarbas Aragão


Novo filme de Scorsese é sobre cristãos perseguidos



Resultado de imagem para Novo filme de Scorsese é sobre cristãos perseguidos    ‘Silêncio’ mostra vida de missionários no Japão medieval 

Dois jovens jesuítas vão ao Japão em busca de um missionário que perdeu sua fé após experimentar torturas terríveis. Esse é o resumo de “Silêncio”, novo filme do aclamado diretor Martin Scorsese, que estreia em dezembro.

O projeto estava em seus planos desde 2004 e teve uma produção cheia de percalços, sendo adiado várias vezes.

De formação católica, o diretor não abordava um tema religioso em suas produções desde Kundun (1997), onde retratou a vida do Dalai Lama, líder espiritual budista. Uma década antes, ele enfureceu cristãos de todo o mundo ao adaptar para as telas o livro A Última Tentação de Cristo (1988), que mostrava Jesus questionando seu papel como “salvador” enquanto era pregado na cruz.

No roteiro de Silêncio, adaptação do romance homônimo, do escritor católico japonês Shusaku Endo, ele mostra a perseguição sofrida pelos jesuítas enquanto tentavam cristianizar o Império do Sol Nascente no século 16. O drama é protagonizado por Liam Neeson, Adam Driver e Andrew Garfield.

Produzido pela Paramount, o longa ficou marcado por um acidente que causou a morte de um funcionário e feriu outros três. A história é fictícia, mas baseou-se na coleta de relatos verídicos da época, aborda principalmente o choque cultural entre a espiritualidade dos jesuítas (espanhóis e portugueses) e o pragmatismo materialista dos japoneses.

Scorsese chegou a frequentar o seminário quando jovem. Ele afirmou numa entrevista no ano passado, “Fé é um assunto que sempre me interessou, e o livro de Shusako Endo traz uma reflexão sobre o que significa levar uma vida seguindo a fé cristã.”

Liam Neeson interpreta o padre Cristóvão Ferreira.
Liam Neeson interpreta o padre Cristóvão Ferreira.

Liam Neeson interpreta o padre português Cristóvão Ferreira que de fato existiu. Ele renunciou à fé e passou a combater o cristianismo em terras japonesas. O ator é irlandês, de formação cristã. Confessa que o filme aborda várias questões como “Existe um deus? Qual o propósito da fé? O que nos faz sair da cama todos os dias pela manhã?”. Para ele, “são perguntas simples que o filme dramatiza de maneira espetacular”.

Perseguição de cristãos no Japão

 

Os primeiros missionários católicos chegaram ao Japão em 1549. Logo sofreram com a desconfiança da nobreza, que seguia o budismo. Cinquenta anos depois, havia 95 jesuítas estrangeiros no país, e pelo menos 70 jesuítas nativos do Japão.

O auge da expansão do cristianismo no país foi em 1614, quando teve início uma perseguição sistemática. Os missionários foram proibidos de continuarem sua pregação. A partir de então, o cristianismo entrou na clandestinidade. A perseguição gerou ataques e mortes, estendendo-se até 1873.

Segundo os historiadores, pelo menos mil pessoas foram martirizadas por causa da fé e milhares de cristãos leigos faleceram em consequência de doenças e da pobreza, pois sofreram o confisco dos seus bens. Com informações de Unisinos e Roberto Sadovski

por Jarbas Aragão

Crianças cingalesas aprendem sobre o cristianismo



A Portas Abertas tem apoiado 50 professores cristãos voluntários e muitas crianças estão se convertendo ao cristianismo, influenciando também suas famílias


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Rina* é uma cristã cingalesa de 21 anos que enfrenta a perseguição religiosa desde menina. Seu pai é um líder cristão e, como toda família que decide seguir o cristianismo, eles suportam a discriminação e a violência moral em todo o tempo. "Na igreja eu aprendi que Jesus é o caminho para o céu, meu pai sempre pregava isso e os professores da Escola Bíblica explicavam com mais detalhes. Mas na escola, eu tinha que ouvir sobre as ‘quatro verdades nobres’ e o ‘caminho da iluminação’ da doutrina do budismo", conta a jovem.


Legalmente, as escolas em Sri Lanka podem incluir em seu projeto pedagógico as aulas de religião, mas a maioria dos cidadãos enxergam isso como uma despesa adicional e indesejada. "Eu gostaria de ter estudado o cristianismo na escola também, e na época, eu orei por isso durante três longos anos, mas eu fui obrigada a estudar budismo. Meus colegas ficavam impressionados porque eu sempre tinha a nota mais alta nessa disciplina. Eles me questionavam: ‘mas você não é uma cristã? Como consegue entender tão bem o budismo?’ E eu respondia: ‘Meu Deus me ajuda e assim eu não sou obrigada a frequenter um templo budista", lembra Rina. 


Depois disso tudo, Deus atendeu às orações dela e então foi autorizada a estudar o cristianismo na escola também. "Tivemos uma professora cristã e eu fiquei muito satisfeita, mesmo sendo eu a única aluna cristã da sala. Às vezes, eu me sentia sozinha e isolada, principalmente quando colocaram fogo na minha igreja. A multidão escrevia comentários depreciativos nas paredes, sobre nossa família e eu tive que ficar um tempo sem ir à escola por causa disso", ela conta. Mas depois de um preíodo, para o deleite de Rina, ela descobriu outros 12 cristãos na escola.


Desde 2015, a Portas Abertas está apoiando 35 professores voluntários cristãos. Esse ano, já são 50, e cada um deles consegue atender, pelo menos, 30 crianças cristãs. Dessa forma, elas não são mais obrigadas a aprender o budismo ou hinduísmo como se fossem a religiões oficiais do Estado. A lei garante aos cidadãos que pratiquem qualquer religião, mas nem sempre a lei é seguida à risca, principalmente pelos budistas radicais que tentam influenciar a sociedade de forma impositiva. É preciso lutar para que haja uma liberdade de religião efetiva. Notícias recentes mostram que esses professores compartilharam que muitas crianças se converteram ao cristianismo, influenciando também suas famílias, e que os resultados têm sido incríveis.

*Nome e imagem alterados por motivos de segurança.

Por Portas Abertas

Cristão escreve sobre Jesus nas redes sociais e é condenado a prisão



Resultado de imagem para Cristão escreve sobre Jesus nas redes sociais e é condenado a prisão   Argélia está entre os países que mais perseguem cristãos no mundo 

Um cristão foi acusado de blasfemar contra o Islã e, por isso, terá de cumprir cinco anos de prisão na Argélia, país no norte da África. Segundo denúncia da Middle East Concern, o homem – que não teve o nome divulgado – escreveu sobre como a luz de Jesus supera “a mentira do Islã e seu profeta”.

A prisão ocorreu em 31 de julho e ele foi julgado durante audiência neste domingo (7).  A família dele, juntamente com uma organização de direitos humanos da Argélia, providenciou um advogado, mas o tribunal alega que recusou.

Sem um defensor durante a audiência, ele foi acusado por promotor e condenado pelo juiz do caso. Pegou a pena máxima por blasfêmia, que além de exigir pesada multa lhe privará de liberdade por cinco anos. A Igreja Protestante da Argélia irá apelas dessa sentença.

País de 40 milhões de habitantes, existem menos de 39 mil cristãos na Argélia (0,01%). Na classificação da Missão Portas Abertas, o país está entre os 50 com maior perseguição religiosa no mundo.

A organização cristã relata que o governo argelino vem sendo pressionado constantemente para implementar uma legislação mais islâmica. Pelas leis do islã, a tentativa de fazer alguém parar de seguir a Maomé é ilegal. A maioria das igrejas são proibidas de cultuar publicamente e a maioria dos cristãos vivem sua fé em segredo. Com informações de Christian Today

Por Jarbas Aragão

Igrejas descumprem lei ao se instalarem em condomínios populares



Resultado de imagem para Igrejas descumprem lei ao se instalarem em condomínios populares   O dono do imóvel que permitir o uso do espaço para fins que não sejam a moradia poderá perder a casa 

Uma lei proíbe que igrejas sejam instaladas em condomínios populares, mesmo assim um conjunto residencial em Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (BA), permitiu a instalação de uma igreja pentecostal que tem gerado muitos problemas para os moradores.

Uma das vizinhas reclama do barulho ao jornal Correio 24 Horas, ela afirma que há uma movimentação de pessoas muito grande, incomodando a vizinhança.

O problema tem ocorrido no Residencial Caminho do Mar, um conjunto habitacional do programa federal Minha Casa, Minha Vida, onde no apartamento 1 do Edifício A foi instalada.

“Faz muita zoada, abala o prédio e ainda ocupam o lugar de alguém que precisa de uma casa. Não é pra ser igreja, é pra ser moradia”, diz a vizinha que está incomodada com tanto barulho.

A proibição de utilizar moradias populares para funcionamento e igrejas e comércios parte do próprio Ministério das Cidades que controla o programa. “É proibida a destinação exclusiva do imóvel para uso distinto de moradia por parte da família selecionada”.

O cidadão contemplado com uma dessas moradias do programa Minha Casa, Minha Vida pode, pela lei, vender ou alugar o imóvel, mas ele só pode servir para fins de moradia. Utilizá-lo para qualquer outro fim é proibido.

Igreja diz que “não sabia”

 

Procurada pelo jornal Correio 24 Horas, o bispo Amadeu do Rosário, responsável pela Igreja Batista Missionária Unida da Fé, disse que não sabia que era proibido usar as moradias populares para criar igrejas.

“Aquela casa é de uma irmã nossa que tá morando um tempo em Camaçari e a gente tá sempre fazendo culto lá. Não recebemos queixa e eu também não sabia que não podia. Vou conversar com o pastor que prega lá e vamos tomar uma providência”, disse ele.

A igreja funciona no conjunto residencial há seis meses e oferece cultos sempre aos finais de semana. “A gente fazia os cultos numa quadra que tem ali, mas deu problema e a gente começou a fazer de casa em casa, carregando as cadeiras. A irmã precisou ir para Camaçari cuidar de um parente doente e ficou com medo de invadirem a casa, aí deu pra gente fazer as celebrações”.

Há seis meses também funciona a Igreja Pentecostal Essência de Deus no Residencial Caminho do Mar 3. Outra igreja que tem incomodado os vizinhos e descumprido a lei.

Pela reportagem do Correio 24 Horas há ainda outra igreja funcionando em conjuntos habitacionais, dessa vez é a Primeira Igreja Batista Nacional Eloi, quase em frente à igreja pentecostal.


 Por Leiliane Roberta Lopes

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Ministérios promovem evangelismo nas Olimpíadas



Resultado de imagem para Ministérios promovem evangelismo nas Olimpíadas      Diversas denominações estão trabalhando para divulgar a Palavra de Deus aos turistas 

Grupos evangélicos estão aproveitando a movimentação atípica de turistas no Rio de Janeiro para realizar atividades evangelísticas.

O UOL flagrou um grupo de jovens fazendo apresentações de dança e teatro na praia de Copacabana tentando atrair aos visitantes que chegaram para as Olimpíadas.

O grupo inovou e trouxe missionários que falam inglês e espanhol para fazer o evangelismo aos estrangeiros, sem deixar, é claro, de pregar em português.
Segundo o UOL o grupo de evangelizadores pertence à Igreja Cristã Evangélica que conseguiu unir dezenas de jovens para se intercalarem durante os dias de Jogos Olímpicos.

Os trabalhos acontecem todos os dias, com diversas apresentações. O trabalho missionário, porém, acaba concorrendo com diversas outras atrações que acontecem por lá, disputando atenção com os vendedores e até mesmo com as equipes de TV que realizam gravações por lá.

Várias igrejas estão com atividades evangelísticas para as Olimpíadas Rio 2016. Entre elas a Igreja Batista que através da Convenção Batista Carioca criou o movimento Braços Abertos que conta com o apoio de diversas denominações.

Unidos, esses grupos – entre eles Christians Skater (EUA), IMB (EUA), More Than Gold (EUA), Exército da Salvação, Igreja Sara Nossa Terra, JOCUM e outros – preparam diversas atividades não apenas nas praias, mas nas proximidades dos estádios e também nas igrejas.

A Confederação Metodista de Jovens, através da Agência Malta, também programou atividades para a evangelização nos jogos olímpicos e paralímpicos. O objetivo desta iniciativa é envolver cada igreja local a desenvolver atividades de evangelização, como competições locais, evangelismo ao redor dos estádios e outros locais de competição.

Sua igreja está realizando atividades missionários durante os Jogos Olímpicos? Entre em contato (aqui) com o Gospel Prime para divulgarmos seu trabalho.





Por Leiliane Roberta Lopes

Adolescente Síria já nadou em mar aberto ajudando a salvar 20 pessoas


Resultado de imagem para Nadadora cristã é primeira atleta a competir na “equipe dos refugiados”    Adolescente Síria já nadou em mar aberto ajudando a salvar 20 pessoas

Nas Olimpíadas Rio 2016, pela primeira vez na história existe uma equipe composta somente de atletas refugiados. O seleto grupo de 10 integrantes inclui pessoas vindas da Síria, Sudão do Sul, Etiópia e República Democrática do Congo.

A jovem Yusra Mardini, 18 anos, vem recebendo atenção da mídia por seu testemunho. Sua família fugiu da Síria por causa da fé. Eles são cristãos e temiam ser mortos pelos extremistas islâmicos. Filha de um treinador de natação, ela nadava desde os três anos de idade, mas nunca imaginou que faria parte dos Jogos Olímpicos.

Durante a fuga, que demorou 25 dias, sua família saiu da capital Damasco, passando pelo Líbano, Turquia, Grécia, Macedônia, Sérvia, Hungria, Áustria até chegar a Alemanha, onde hoje vivem.

Um episódio durante esta difícil jornada chama atenção. Ela estava com cerca de 20 outras pessoas em um barco atravessando o mar Egeu com destino à ilha de Lesbos, na Grécia. O motor então falhou. Yusra e sua irmã Sarah pularam na água congelante na tentativa de fazê-lo ligar novamente. Não adiantou.

Durante aproximadamente três horas e meia as irmãs sírias nadaram, puxando o barco. Além delas, outra mulher mergulhou na água. As três se revezaram, nadando atrás do barco e o empurrando até chegarem à terra firme.

Após recomeçarem a vida em Berlim, foram selecionadas por uma ONG para participarem de um clube. Nove meses depois, Yusra chegou ao Brasil para competir nos 100 metros borboleta.

Infelizmente, não conseguiu ficar entre as 16 melhores e se classificar para as semifinais. Mesmo assim, sua participação nos Jogos Olímpicos recebeu destaque da mídia.

A adolescente fez história, sendo a primeira atleta de uma delegação de refugiados a competir. Mesmo não se classificando, ela afirma ter sido positiva a experiência. “Voltei a nadar há apenas dois anos. Na verdade, só agora estou retomando meus níveis de antes. Estou satisfeita”, explica. Complementa afirmando que “competir com todos esses grandes atletas é muito animador”.

Como uma menina de fé, já faz planos para Tóquio 2020, onde acredita que terá chances de uma medalha. Com informações Metro

por Jarbas Aragão

Isenção de impostos para templos custa 22 creches por ano, aponta jornal



Resultado de imagem para isenção de impostos para templos custa 22 creches por ano, aponta jornal   A mesma lei que impede a cobrança de impostos para templos, também isenta partidos políticos, entidades sindicais e instituições sem fins lucrativos 

A Folha de São Paulo calculou que a isenção de impostos dada à igrejas e templos religiosos custa, apenas em São Paulo, o valor equivalente a construção de um hospital ou 22 creches por ano.

Segundo o levantamento do jornal, a imunidade tributária – garantida por lei para todas as religiões – impede a prefeitura de ganhar R$ 110 milhões todos os anos. Ainda segundo a Folha, a prefeitura recolhe cerca de R$ 6,5 bilhões de impostos.

Os templos dentro da capital paulista são isentos de pagar o IPTU, conforme está previsto na Constituição Federal, e além disso também são isentos de pagar o ISS (Imposto Sobre Serviços).

A estimativa do jornal não resulta em um valor real por não incluir características dos templos que poderiam influenciar no valor do IPTU, tanto que na estimativa da prefeitura a isenção fiscal aos templos custa R$ 90 milhões.

Pelos cálculos realizados, um hospital com 250 leitos que está em construção em Parelheiros, zona Sul da capital, tem custo estimado em R$ 148 milhões. Com os R$ 110 milhões que poderiam ser gerados ao cobrar impostos das igrejas, 22 creches poderiam ser construídas na cidade.

Por que igrejas não pagam impostos?

 

Pelo artigo 150, inciso IV verso b da Constituição Brasileira – e também pela Lei nº 5.172 de 25 de outubro de 1966 – é proibido que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituam impostos sobre templos de qualquer culto.

O mesmo trecho da lei também impede a cobrança de impostos de outros estabelecimentos, inclusive impostos sobre o patrimônio, renda ou serviços de partidos políticos e entidades sindicais (verso c). No verso d, da mesma lei, também fica isento a cobrança de impostos sobre os papéis utilizados para a impressão de jornais, periódicos e livros.

Lembrando que as igrejas que locam imóveis pagam IPTU normalmente, tanto é que há um projeto de lei em andamento no Congresso Nacional que tenta expandir essa isenção para os imóveis alugados por entidades religiosas de qualquer credo.

Leia o Art. 150  Constituição Federal

VI – instituir impostos sobre: (Vide Emenda Constitucional nº 3, de 1993)

  1. a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;
  2. b) templos de qualquer culto;
  3. c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei;
  4. d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.                                                              por Leiliane Roberta Lopes

Delegação de Israel é perseguida nas Olimpíadas Rio 2016



Resultado de imagem para Delegação de Israel é perseguida nas Olimpíadas Rio 2016    Atrito com libaneses em ônibus teve forte repercussão no Oriente Médio 

Em meio a tantas notícias negativas sobre as Olimpíadas Rio 2016, um episódio de antissemitismo acabou recebendo pouca atenção da imprensa no Brasil. Contudo, o fato teve forte repercussão no Oriente Médio.

Na noite abertura dos Jogos, atletas do Líbano e de Israel deveriam dividir o mesmo ônibus que levaria todos à cerimônia de inauguração, no Maracanã. Segundo denunciou o técnico da equipe israelense de vela, Udi Gal, os libaneses se negaram a dividir os assentos do veículo com os israelenses.

Brigando com o motorista, exigiram que a porta do veículo fosse fechada. Os organizadores do evento ainda tentaram distribuir os atletas de Israel em vários em ônibus diferentes, mas a delegação insistiu em ficar junta, alegando questões de protocolo e segurança. Foi preciso encontrar um ônibus exclusivo para a delegação de Israel.

Gal tachou o fato de “vergonhoso” e lembrou que eles participam dos Jogos como atletas, “não como políticos”. A ministra de Esporte de Israel, Miri Reguev, chamou os atletas libaneses de “racistas” e “antissemitas” e exortou o Comitê Olímpico Internacional (COI) para que condene a conduta.

Ao mesmo tempo, o chefe da delegação do Líbano, Salim Hajj Nacula, declarou à imprensa que “os israelenses estavam procurando problema”. Ele acredita que tinha direito de impedir que os atletas de “outro país” subissem em um ônibus reservado para eles. Parte da mídia do Oriente Médio o está chamando de “herói” por causa de sua atitude.

Foram 250 ônibus usados para o transporte na noite de abertura. A argumentação de Nacula de exclusividade não encontra respaldo. Em alguns casos, delegações de diferentes países dividiram tranquilamente o transporte. Nenhum outro problema grave foi registrado.

O COI sempre age como um forte defensor da separação entre política e esporte em outras situações. Até o momento, não há uma posição oficial sobre o caso no Rio.

Outro incidente

 

Segundo a imprensa de Israel, mostras de antissemitismo se repetiram no domingo. A judoca Joud Fahmy, da Arábia Saudita simplesmente não apareceu para sua luta. Ela tinha um confronto contra a romena Christianne Legentil.

O comitê olímpico saudita justifica que a lutadora não compareceu pois teve lesões nas pernas e nos braços durante o treinamento.

Contudo, o motivo teria sido outro. Caso vencesse, a árabe enfrentaria a israelense Gili Cohen. Com sua desistência, a israelense lutou com a romena. Cohen acabou perdendo.

Segurança falha

 

Por causa das ameaças de atentado do Estado Islâmico, a organização dos Jogos anunciou que seriam tomadas medidas de segurança para um “cuidado extra” com delegações como a americana e a israelense.

A delegação de Israel este ano é a maior da história em Olimpíadas, com 47 atletas competindo em 17 esportes. Também trouxe ao Brasil 34 técnicos e 25 membros da equipe de apoio. A maior parte não participou da abertura, mas fica evidente que houve uma séria falha na segurança.

Atletas de Israel possuem um histórico triste. Eles foram vítimas do maior ataque terrorista da história das Olimpíadas. Nos Jogos de 1972, na Alemanha, onze deles foram sequestrados e mortos pelos palestinos do Setembro Negro. Com informações de Times of Israel [2]

Por Jarbas Aragão