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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Deus pode transformar tristeza em alegria


Cristã perseguida não perdeu a esperança diante da guerra ou das perdas; ela simplesmente deixou que Jesus conduzisse sua vida
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Oula* é uma cristã iraquiana perseverante, que não se deixa abalar pelas circunstâncias difíceis de sua vida. 

Atualmente, ela vive em um campo de refugiados que fica em Erbil, a quarta maior cidade do Iraque. Antes da guerra, Oula tinha seu próprio negócio em Qaraqosh, mas com a perseguição aos cristãos no país, ela perdeu sua casa e seu salão de cabeleireiro. Na ocasião, toda a família conseguiu sair da cidade em segurança, algumas horas antes do Estado Islâmico invadir a cidade.


"Conhecemos Oula quando ela veio nos pedir ajuda para reiniciar seu trabalho, compramos alguns equipamentos e ela então começou com um pequeno salão em frente a sua cabana. Ela realmente tinha dom para cortar cabelos. No acampamento, havia mais mil famílias, mas as mulheres dali não tinham muito dinheiro para investir nisso. Oula então decidiu se sacrificar para ajudá-las, cobrando menos da metade do preço pelo corte. Tudo correu muito bem até uma ONG abrir um salão o oferecer o trabalho gratuitamente, quando ela perdeu todos os seus clientes", conta Makruhi*, um colaborador da Portas Abertas que visita muitas aldeias a fim de levar esperança aos cristãos deslocados no país.


Oula não desistiu, e até mesmo sua filha comentou: "Fico impressionada quando vejo que minha mãe continua confiando em Deus, mesmo em circunstâncias tão difíceis". E Deus a recompensou. "Quando surgiu um novo projeto de artesanato para mulheres, ela se disponibilizou para costurar vestidos especialmente para ‘bonecas iraquianas’. Agora os estrangeiros estão comprando as bonecas como lembrancinhas do Iraque. Deus transformou a tristeza de Oula em alegria, porque ela nunca deixou de confiar na provisão divina. Ela não se apegou ao antigo trabalho, ela se apegou a Deus e Ele a abençoou com um trabalho novo", contou Makruhi. A história dessa cristã perseguida é um exemplo digno de ser compartilhado. Ela não perdeu a esperança diante da guerra ou das perdas. Ela simplesmente deixou que Jesus conduzisse sua vida.


*Nomes alterados por motivos de segurança.


Motivos de oração
  • Agradeça a Deus pela vida de Oula e pelo seu testemunho tão edificante. Que ela continue sendo esse exemplo entre os cristãos deslocados no Iraque.
  • Ore por todos aqueles que desenvolvem diversos projetos para apoiar os cristãos perseguidos e peça ao Senhor para lhes dar sabedoria e estratégia no desenvolvimento de todos eles.
  • Ore também pelos perseguidores, para que sejam impactados com o amor de Cristo e que tenham suas vidas transformadas através da Palavra.
por Portas Abertas

Abertura do rio Jordão terá inovações, garante diretor de “A Terra Prometida”



Resultado de imagem para Abertura do rio Jordão terá inovações, garante diretor de “A Terra Prometida”    A produção da Record levou cinco dias para produzir as cenas com a travessia dos hebreus 

Quem se impressionou com a abertura do Mar Vermelho vai gostar das cenas da abertura do Rio Jordão na novela “A Terra Prometida”. De acordo com o diretor Alexandre Avancini, o episódio será inovador.

Enquanto a abertura do mar foi um evento noturno, o Jordão irá se abrir durante o dia, mas essa não será a única diferença das cenas. “O deslocamento das massas nessa abertura do Jordão está diferente. No Mar Vermelho, tínhamos uma fila longa e estreita. Agora, temos uma massa humana muito maior e larga, que desce pela margem do rio”, conta o diretor ao UOL.

Para filmar essa passagem cerca de 560 pessoas estavam envolvidas, entre elas o elenco, a figuração e a equipe técnica. Também foram utilizados de 40 a 60 cavalos. “Todos os líderes das tribos vão ter cavalos”, relata.

Foram cinco dias de gravações realizadas em diferentes locações do estado do Rio de Janeiro, entre elas uma lagoa próxima ao município de Itaguaí.

“É uma lagoa linda. Tudo o que é feito antes do rio Jordão abrir é feito nessa locação onde a água existe mesmo. Vamos substituir o outro lado, deixando com menos verde”, adianta Avancini.

Recursos gráficos serão utilizados para transformar a cena que promete atrair o público da novela.
O ator Sidney Sampaio, que interpreta Josué, comentou sobre essa cena, que para ele, é uma das mais importantes para contar a história da conquista da Terra Prometida.

“É ali que realmente é estabelecida essa conexão com Deus. Depois que ele vê aquele rio volumoso se abrindo, em uma época de cheias, e toda aquela nação passando em segurança, sem nenhum mal acontecer, ele tem essa certeza de que Deus realmente está com os hebreus. A partir daí, qualquer desafio ficará pequeno”, afirma o ator.

A abertura do rio Jordão será uma das grandes cenas da novela, a próxima será a queda das muralhas de Jericó, cenas que já tiveram uma prévia mostrada no primeiro capítulo da novela.

Por Leiliane Roberta Lopes

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Apesar da proibição, evangélicos russos avisam que continuarão evangelizando



Resultado de imagem para Apesar da proibição, evangélicos russos avisam que continuarão evangelizando    Presidente Putin sancionou lei que proíbe a evangelização fora dos templos

Os evangélicos da Rússia disseram que estão determinados a pregar o Evangelho e cumprir a Grande Comissão, mesmo com as novas leis sancionadas pelo presidente Vladimir Putin. A legislação proíbe a evangelização fora das igrejas.

O Centro Eslavo para Lei e Justiça, organização que luta pelos direitos humanos, afirma que eles encontrarão novas maneiras de realizar o trabalho missionário.

Milhares de igrejas em toda a Rússia fizeram campanhas de oração e jejum em julho, pedindo a Deus contra a lei assinada por Putin. A justificativa do governo é que o objetivo de restringir a propaganda religiosa seria impedir a propagação do terrorismo e do extremismo, pois se aplica a todas as fés, incluindo o islamismo.

A lei proíbe todas as atividades evangelísticas fora do espaço de culto. Portanto, cristãos não podem compartilhar sua fé com os outros livremente, nem mesmo na internet. Quem desobedecer terá de pagar multas que podem chegar a R$2.500. Se for uma organização, o pagamento será de até R$ 45 mil. Caso seja estrangeiro, será deportado.

O Centro Eslavo e outras organizações similares estão analisando as implicações da lei russa na violação da liberdade de consciência, bem como as maneiras como missionários podem continuar trabalhando no país de maneiras legais.

Seu porta-voz Vladimir Ryakhovsky pediu que os cristãos não “sucumbam ao pânico quando [o governo] ameaça-los com todo tipo de histórias de terror.”

Líderes missionários se manifestam

 

Hannu Haukka, presidente da Ministério Grande Comissão denuncia que a nova legislação é o movimento mais restritiva à liberdade religiosa na “história pós-soviética”.

“Esta nova situação assemelha-se a União Soviética em 1929, quando falar de fé era algo só permitido dentro da igreja”, explica Haukka. “Em termos práticos, estamos de volta na mesma situação.”

O pastor Sergey Rakhuba, presidente da Missão Eurásia, conta que isso gerou preocupação nas sete denominações autorizadas a funcionar no país. Os evangélicos russos são menos de um por cento da população.  “Não nos impedirão de adorar e compartilhar nossa fé. A Grande Comissão não vale apenas para os tempos em que há liberdade”, asseverou.

O presidente da Comissão Internacional Sobre Liberdade Religiosa, Thomas J. Reese, também criticou a lei, avisando que ela “tornará mais fácil para as autoridades russas reprimir as comunidades religiosas, sufocando-as e prendendo pessoas”. Para ele, isso viola “os direitos humanos e os padrões internacionais de liberdade religiosa.” Com informações de Christian Post 

Por Jarbas Aragão

#Shockwave2016: Nossa família nigeriana



Conheça parte da realidade das viúvas e órfãos do Norte da Nigéria
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Agnes, do Estado de Benue, na Nigéria, se casou com o professor universitário John ainda jovem; o casal teve nove filhos. Em uma manhã em 2008, extremistas muçulmanos rodearam seu bairro. O casal tentou fugir junto com outras famílias, mas quando perceberam, encontravam-se no coração de uma área predominantemente muçulmana. Um homem forçou Agnes e as crianças mais novas a entrarem em um edifício; John e seus dois filhos mais velhos permaneceram do lado de fora. Antes de entrar, a cristã viu o marido e um dos filhos serem esfaqueados até a morte. 

Essa triste história é familiar para Rebecca Dali, esposa do Presidente da Ekklesia Yan Uwa a Nigéria (EYN), igreja a qual a maioria das meninas sequestradas do Chibok pertenciam. Ela dirige o "Centro de Cuidados, Capacitação e Iniciativas de Paz" (CCEIP), que serve principalmente viúvas e órfãos. 

"Viúvas são particularmente vulneráveis ​​no Norte da Nigéria, a área mais afetada pelo Boko Haram. Para muitas, como elas e os filhos não possuem muita educação, a perda do marido é o começo das dificuldades. 
Mesmo se militantes não tiverem queimado tudo no bairro onde moravam, os vizinhos geralmente procuram outros locais para morar, então, além de perder seus maridos, as viúvas podem perder suas casas. Os familiares do falecido marido também podem querer tomar a fazenda do familiar, um elemento crucial para a sobrevivência no Norte da Nigéria, uma região semiárida, onde as condições de vida são bem difíceis. A produção de alimentos depende das chuvas, que dura 4 ou 5 meses por ano", compartilha Rebecca.

Ela também explica que durante a o trabalho da CCEIP, a equipe encontrou familiares dos falecidos maridos, que alegam ter enviado algum tipo de ajuda às viúvas. No entanto, essa ajuda nunca chegou até elas. Além disso, é difícil para uma viúva se casar novamente. Assim, elas permanecem sós com seus filhos; alguns até vão às ruas mendigar para conseguir alimento. "É uma situação realmente terrível. Temos registos de casos de algumas viúvas que morrem com hipertensão ou doenças relacionadas. Recentemente, encontramos quatro casos de mulheres que apresentam quadros graves de trauma. Uma delas perdeu a fala e a visão. As outras três ficaram com distúrbios mentais", diz Rebecca. Outros tipos de abuso também são frequentes contra as mulheres, em particular no Norte da Nigéria, onde a taxa de alfabetização é muito baixa. Mesmo na igreja, viúvas sofrem discriminação. 

Quer ser uma só família com eles?
 
Você pode fazer mais pelas viúvas e órfãos nigerianos. Participe do SHOCKWAVE, uma grande onda de oração mundial pelos cristãos que são perseguidos por amor a Cristo. Organize uma reunião de oração e chame o máximo de pessoas que puder. Desafie seus amigos da igreja, escola, faculdade ou do seu grupo pequeno para orar por seus irmãos e irmãs na fé. O evento vai acontecer entre os dias 16 e 18 de setembro. 

Por Portas Abertas

Jornal se recusa a publicar anúncio porque incluía a palavra “cristão”


Resultado de imagem para Jornal se recusa a publicar anúncio porque incluía a palavra “cristão”      Termo foi considerado “ofensivo” e decisão revoltou população 

Um jornal do Tennessee, EUA, gerou um grande debate após se recusar a publicar um anúncio de uma loja cristã. A Fox News relatou que Lois McGinnis e sua família são donos de duas lojas Cedar Springs Christian Store, localizada na cidade de Knoxville. Eles vendem material evangélico e decidiram fechar uma delas.

Quando a senhora McGinnis ligou para o jornal local, o News Sentinel, para publicar um anúncio de queima de estoque. Ela escreveu o texto com o nome da loja e o endereço, acompanhado da data e do telefone. 
Dois dias depois, quando abriu o jornal para conferir, teve uma surpresa. Ele não foi publicado.

Ligou então para o escritório do jornal. O funcionário que a atendeu explicou que a propaganda foi rejeitada por que “continha uma palavra ofensiva”. Quando Lois perguntou qual era, ouviu que o termo censurado era “cristão”. Ela não recebeu seu dinheiro de volta, nem uma explicação razoável da censura.

“Não tínhamos como saber que eles consideram a palavra ‘cristão’ ofensiva até que tentamos publicar um anúncio. Para nós, cristão, é como um tapa na cara”, desabafou.

A senhora McGinnis ficou sem entender e compartilhou o ocorrido no Facebook. Em pouco tempo, dezenas de pessoas estavam debatendo o assunto e reclamando do New Sentinel.

Devido a repercussão negativa, o jornal recuou e afirmou: “Tivemos uma falha no sistema”. Pediu desculpas por “qualquer mal-entendido” sobre a postura do jornal em relação ao cristianismo e anunciou que iria publicar o material sem custo adicional durante dois dias.

Por Jarbas Aragão

Pastor é preso por defender a liberdade religiosa na China



Resultado de imagem para Pastor é preso por defender a liberdade religiosa na China    Cristianismo volta a ser tratado como “subversão” na China comunista


Um conhecido pastor foi preso na China e proibido de entrar em contato com sua família. Esse é mais um capítulo na história recente de repressão contra o cristianismo no país comunista.

Segundo o relatório do jornal inglês The Guardian, Hu Shigen, 60 anos, líder de uma rede de igrejas subterrâneas, foi condenado esta semana por “subversão”. Além de perder seus direitos políticos por cinco anos, passará sete anos e seis meses na prisão.

Ele já tem um histórico de prisões, tendo passado 16 anos encarcerado, acusado de “crimes políticos”. No entanto, os advogados de Hu afirmam que seu “crime” foi defender uma maior liberdade de expressão e pedir a liberdade religiosa no país.

Sua igreja não era monitorada pelo Partido Comunista e, por isso, considerada “ilegal”. Estranhamente, a maior parte da imprensa que noticiou o ocorrido chama Shigen de “ativista” e omite o fato de ele ser pastor.
Está em curso na China uma onda de repressão sem precedentes, que inclui a prisão de advogados que defendem os direitos humanos, acusados de conspirar para derrubar o Partido Comunista Chinês.

Esta semana, a mídia estatal relatou que o ativista de direitos humanos Zhai Yamin havia confessado sua tentativa de subversão e teve sua pena de três anos de prisão suspensa. O conhecido advogado Wang Yu foi libertado depois de aparecer em uma filmagem culpando “forças estrangeiras” de tê-lo influenciado.

Jerome Cohen, especialista em direito chinês na Universidade de Nova York, explica que a prática de usar esse tipo de confissão é a repetição das técnicas de ‘lavagem cerebral’ popularizadas na China nos anos 1950.

Comunistas querem o fim da igreja

 

O discurso de que o cristianismo é subversivo, isto é, que tenta tirar do poder os governantes é uma antiga tática de países comunistas, onde o ateísmo é imposto. Era usado na antiga União Soviética, depois da revolução bolchevique, e continua sendo justificativa para prisões e até execuções na Coreia do Norte.

Durante décadas isso não era visto de forma tão intensa na China, que é governada pelo Partido Comunista desde 1949. Na década de 1970, Pequim anunciou que desistiria de tentar erradicar a religião organizada. Mas desde que Xi Jinping passou a ser presidente, tem defendido que “todos os esforços devem ser feitos para incorporar religiões à sociedade socialista”.

Ano passado, ele anunciou que seu Partido, o único do país, irá restringir a participação de pessoas “viciadas em religião”, numa alusão específica aos cristãos.

Sob sua orientação, centenas de igrejas domésticas foram fechadas, seus líderes interrogados e ameaçados, além da retirada à força de cruzes de mais de 1.800 igrejas. A perseguição contra os cristãos na China cresceu 700% na última década.

A ChinaAid, missão evangélica que acompanhar a luta pela liberdade religiosa no país mais populoso do mundo, acredita que apesar do agravamento da situação, há esperança. “Vemos com grande esperança o rápido crescimento do movimento de igrejas subterrâneas em toda a China e acreditamos firmemente que o amor e a justiça de Deus acabarão por encher a vasta extensão desta nação”.

Oficialmente, existem hoje cerca de 100 milhões de cristãos no país mais populoso do mundo. Estudiosos acreditam que o número pode ser 3 vezes maior. Ao mesmo tempo, os membros do Partido Comunista Chinês totalizam 86,7 milhões, sendo que a maioria é comunista só de nome. Com informações Gospel Herald e The Guardian

por Jarbas Aragão

“Doutrinas religiosas” ao invés de Direitos Humanos


Audiência da Comissão de Direitos Humanos dos Estados Unidos discute sobre as maiores dificuldades que as minorias religiosas enfrentam em países opressores


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Recentemente, durante uma audiência sobre as "leis de blasfêmia" e sobre as "ameaças globais à liberdade de expressão", realizada pela Comissão de Direitos Humanos dos Estados Unidos, foram analisados alguns dos principais problemas que têm ocorrido em dezenas de países do mundo. Thomas J. Reese, escritor, jornalista e também presidente da Comissão de Liberdade Religiosa Internacional, declarou o seguinte: 

"Esses governantes estão violando os padrões internacionais de Direitos Humanos com suas ‘doutrinas religiosas’, o que tem sido um abuso contra as minorias. Além disso, dessa forma eles encorajam os extremistas religiosos a cometerem atos de violência", disse ele.


Embora a audiência não resulte em soluções para tais problemas e muito menos revogue as leis de blasfêmia que estão vigorando nesses países, pelo menos sublinha claramente os desafios que esses problemas representam para a liberdade de religião. Em países como o Paquistão e Sudão, por exemplo, os cristãos têm sido acusados de forma abusiva e sem controle algum. Os tribunais têm seguido em frente com suas penas e execuções, muitas vezes, sem as devidas investigações em favor do réu.


Sabe-se que a liberdade religiosa sofreu sérios ataques durante o ano de 2015 e que sete países foram adicionados à lista das nações que cometem crimes hediondos contra as pessoas que professam uma fé diferente da que o país considera como "religião oficial". Esses países são República Centro-Africana, Egito, Iraque, Nigéria, Paquistão, Síria e Vietnã. Os relatórios apontam para uma situação pior que a anterior a cada ano que passa. Enquanto isso, as restrições aos cristãos continuam, os governos intensificam a perseguição de forma violenta, mas omitem qualquer responsabilidade e muitas igrejas continuam sendo demolidas ou fechadas oficialmente. 

por Portas Abertas

Centenas de reis africanos se reunirão para louvar a Deus em Israel



Resultado de imagem para Centenas de reis africanos se reunirão para louvar a Deus em Israel   Afirmando serem judeus, eles querem cumprir profecias de Zacarias 

O rei Ayi foi coroado em 1994 como soberano do povo Ayigbe, que está espalhado pela Costa do Marfim, Gana, Togo e Benin. Ele vive exilado nos EUA. Em 2002, durante a Segunda Conferência Mundial do Conselho de Chefes e Reis da África, foi escolhido pelos seus pares como chefe da organização.

Na conferência seguinte, em 2005, anunciou seu desejo de levar todos os 350 reis africanos para Israel, para recitar o shema (a declaração de fé judaica, Dt 6:4-9), no Muro das Lamentações, em Jerusalém. Ele afirma que a ideia foi recebida com grande entusiasmo.

“Pelo menos metade dos reis que irão afirmam que, pela tradição do seu povo, eles são descendentes de judeus”, afirmou Ayi. “Alguns desses reis, porém, são imãs muçulmanos. Mesmo assim, eles querem ir. Estão indo com a intenção de reconhecer que Deus criou o mundo inteiro”.

Depois de 11 anos e muitas viagens, a visão do líder dos Ayigbe se concretizará durante o sukkot [Festa dos Tabernáculos] em outubro. O encontro está sendo organizado com o apoio do Ministério de Assuntos Religiosos de Israel.

O rei africano também procurou apoio de líderes religiosos. Ayi reuniu-se com os rabinos Chaim Kanievsky e Shmuel Auerbach, duas figuras importantes no judaísmo ortodoxo. Comemora que recebeu incentivo da Beit Din (Corte rabínica) de Bnei Brak, bem como do novo Sinédrio.

A ideia por trás da reunião da realeza é baseada na profecia de Zacarias 14:16.

Além da missão religiosa, a visita será também uma oportunidade para aprofundar a ligação diplomática entre Israel e a África. Seminários educacionais e passeios serão intercaladas com reuniões com funcionários do governo.

Para o rei Ayi, este é o ponto alto de uma jornada pessoal. Explicou ao Breaking Israel News que na sua família todos acreditam serem descendentes de judeus. “Sempre nos abstivemos dos alimentos considerados proibidos na Torá”, explicou. “Circuncisões são realizadas no oitavo dia, e mantemos as leis da niddah (pureza familiar). Celebramos o Rosh Hashanah, o ano novo judaico, soprando um shofar (trombeta de chifre de carneiro) “.

Judeus negros são comuns

 

Embora possa parecer estranho para muitos, diferentes tribos africanas possuem tradições que os liga à Terra Santa. Existem diversas comunidades de judeus negros espalhadas pela África. Os mais conhecidos são os lembas em Zimbábue e na África do Sul, os igbos, na Nigéria, e os ybir, na Somália, além de povoados em Moçambique, Camarões, Costa do Marfim, Gana e Quênia.

A maioria delas eram reconhecidas pelos judeus europeus desde o século 19. Antes de Israel ser refundado, rabinos-chefes reconheceram a ligação deles em 1947. Os etíopes, por exemplo, apelam para a Bíblia. Sua família real afirma ser descendentes da rainha de Sabá, que teria engravidado do rei Salomão.

Outras etnias, como os lembas têm comprovação científica. Em 2010, sua origem semita foi comprovada por exames de DNA numa pesquisa liderada por Tudor Parfitt, professor de estudos judaicos modernos da Universidade de Londres, na Inglaterra.

Apelidadas de “Tribos Perdidas de Israel”, segundo o pesquisador, eles são descendentes dos cohanim, a família de sacerdotes judeus da tribo de Levi. Os estudos apontam que o ancestral comum de ambas os povos viveu entre 2 600 e 3 100 anos atrás.

O rei Ayi explicou que a tradição oral do seu povo narra que seus antepassados vem do Egito, onde o povo judeu viveu durante séculos. “Judeus e negros são quase os mesmos. Estamos realmente uma grande família “, comemora.

Por Jarbas Aragão

Maryam Zargaran termina greve de fome



Louve a Deus por isso, mas continue orando pela saúde da cristã que está se deteriorando a cada dia em razão da greve 

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Amigos e familiares de Maryam Naghash Zargaran estão aliviados por saber que ela não está mais em greve de fome. A cristã recebeu licença médica por uma série de problemas de saúde em junho de 2016. Em 27 de junho, ela voltou para a prisão de Evin, em Teerã, para continuar cumprindo sua pena de quatro anos sob a acusação de "agir contra a segurança nacional".

Maryam foi presa em janeiro de 2013 por causa da ligação do seu trabalho em um orfanato com o cristão Saeed Abedini, que também foi preso, mas libertado em janeiro desse ano. A cristã, que já havia entrado em greve de fome quando seu pedido de licença médica foi negado, iniciou outra greve de fome em favor de um tratamento médico adequado por causa dos seus sérios problemas de saúde, o que até então estava sendo negligenciado. Mas, no dia 7 de junho, a matéria Maryam Zargaran conseguiu licença médica, informou que a cristã havia recebido permissão de sair da prisão para receber tratamento médico.

Em 20 de julho, funcionários da prisão examinaram Maryam e forneceram um relatório médico confirmando a gravidade do seu estado. Houve um novo pedido de libertação, que foi negado mais uma vez por um tribunal iraniano a pedido do Ministério da Inteligência do Irã. A Portas Abertas tem relatos de que a saúde de Maryam deteriorou-se consideravelmente durante a greve de fome, sua pressão arterial caiu, ela teve dores e dormência nos pés - possivelmente primeiros sinais de esclerose múltipla - e sofreu problemas psicológicos como consequência da prisão. A sua intercessão por ela e por seu caso continua sendo de grande valor.

Pedidos de oração
  • Peça pela saúde, recuperação e fortalecimento de Maryam.
  • Ore também pelos amigos e familiares dela. Eles pedem para que as orações não cessem. Que o Espírito Consolador esteja com eles.
  • Interceda por aqueles que possuem a responsabilidade de conceder a liberdade a nossa irmã. Que seus corações sejam tocados por Deus.
  • Clame por justiça e misericórdia no Senhor para os casos dos mais de 90 líderes e pastores presos no Irã. 
Por Portas Abertas

Pastor afirma que Pokémon Go é parte de uma conspiração satânica e um “imã para demônios”



Resultado de imagem para Pastor afirma que Pokémon Go é parte de uma conspiração satânica e um “imã para demônios”    O aplicativo do jogo Pokémon Go, um game de realidade aumentada que se tornou o produto mais baixado em todo o planeta, estreou de forma oficial no Brasil na última quarta-feira, 03 de agosto.


Ao mesmo tempo em que estreou no Brasil, um líder evangélico internacional está denunciando que o jogo seria parte de uma conspiração satânica para alienar mentes.

Em outros países, incluindo Estados Unidos e nações europeias, o jogo chamou a atenção por fazer as pessoas irem a locais de grande circulação de pessoas, como parques e templos cristãos, na tentativa de “capturar” os personagens.

Nesse cenário, o televangelista Rick Wiles comentou que o comportamento dos jogadores do game é inexplicável, tamanho o frisson e histeria causados pelo aplicativo, e que por isso, seria uma arma espiritual desenvolvida pelo próprio satanás.

Em seu programa de TV, Wiles afirmou que o diabo estaria “visando igrejas com cyber demônios digitais virtuais”, antes de acrescentar: “Eu acredito que essa coisa é um ímã para os poderes demoníacos”.

O site ateu Patheos zombou da teoria conspiratória revelada pelo apresentador de TV evangélico, dizendo que os “mestres Pokémon poderão em breve começar a ordenar às pessoas que matem outros jogadores”.

Oposto

 

Ao mesmo tempo que alguns líderes evangélicos veem no jogo uma conspiração demoníaca, uma igreja com apetite por cumprir o “Ide” aproveitou a nova mania mundial para atuar de forma evangelística.

Um pastor que viu seu templo virar campo de peregrinação dos jogadores entendeu que fechá-lo seria improdutivo e resolveu agir no sentido contrário: “Alguns dos nossos colaboradores começaram a caminhar ao redor e estão cumprimentando todas essas pessoas, e eles têm usado isso para conhecer pessoas que nunca tinham visto antes” explicou Chuck Bomar, que dirige uma igreja na cidade de Portland, no estado do Oregon (EUA).

“Tudo o que fazemos, deve ser para o bem, seja um jogo, tecnologia, ou qualquer outra coisa. É realmente fácil, porque ela poderia ser usada para o mal, mas nós estamos usando para o bem”, afirmou.

Por Tiago Chagas

Seita dos “jedis” cresce na Austrália e supera número de adventistas



Resultado de imagem para Seita dos “jedis” cresce na Austrália e supera número de adventistas    Decisão de declarar fé na força irrita ateus 

O sucesso da série Star Wars espalhou desde o final da década de 1970 a ideia de que o universo é controlado pela “força”, que possui dois lados: um bom (de luz) e outro mau (negro). Os que seguem os ensinamentos dos jedis – jedaísmo- creem numa mistura de taoísmo e budismo, embora haja pitadas de cristianismo nessa religião inventada pelo cinema.

Curiosamente, em 2001, nove mil moradores do Canadá afirmaram seguir a “Ordem de Jedi” como religião. No mesmo ano, 53 mil moradores da Nova Zelândia se identificaram assim. A República Tcheca contabiliza mais de 15 mil adeptos.

No Brasil, não há dados precisos sobre quantos professam jedaísmo como religião. Por aqui adquiriu um viés mais filosófico, explica o carioca Rodrigo Alves Coelho, que ajudou a fundar o Pilar, grupo de estudos que se reunia semanalmente no Rio de Janeiro e chegou a ter mais de 150 participantes. Quando o grupo tentou formalizar-se como uma seita e edificar um Templo Jedi, em 2004, ocorreu uma divisão.

Em alguns países, dizer-se “jedi” era uma forma de protesto dos ateus. A British Humanist Association [Associação Humanista da Grã-Bretanha] vem tentando convencer as pessoas a se assumirem ateístas. Criaram até o site YourenotaJedi.com. Eles acreditam ser preocupante que, pelos dados oficiais, existem 250 mil crentes na força em solo britânico. A Associação pede que eles se assumam como ateístas.

Ateus brincam enquanto muçulmanos levam religião a sério

 

Agora o debate sobre a existência ou não de seguidores dessa doutrina está em alta na Austrália. No censo de 1911, apenas 0,4% dos australianos admitiam não ter religião. Em 2011, o índice era de 22%. Para efeitos de comparação, oficialmente 25% da população é católica, formando a maior denominação cristã do país. Os evangélicos são 35%, mas divididos em muitas denominações.

Este ano, os australianos respondem a um novo censo, e a Australian Bureau of Statistics, responsável pelo levantamento, oferece diversas opções. Numa mudança de impacto, “sem religião” passou a ser a primeira da lista, seguida de nove opções conhecidas. Há um espaço no final para marcar “outras”, onde em 2001, 64 mil pessoas escreveram “jedi”. Brincadeira ou não, esse número é maior que a quantidade de adventistas do sétimo dia.

Brian Morris, um ativista defensor ateísmo na Austrália, espera que as pessoas abandonem a ideia de serem “culturalmente religiosas” e sejam honestos. Defendem também que as pessoas que não vão à igreja deveriam marcar a caixinha “sem religião”. Para ele, é bobagem os australianos optarem por “jedi” apenas por brincadeira. Um dos motivos para isso é que, segundo a legislação do país, algumas decisões do governo podem levar em conta a afiliação religiosa da população.

A presidente da Fundação Ateísta da Austrália (AFA), Kylie Sturgess, afirmou que o censo não deveria ser tratado como piada. Ela deseja que a Austrália seja reconhecida como uma nação menos religiosa do que é hoje. Também enfatiza que decisões governamentais relativas as educações, por exemplo, usam a religião como um de seus fatores determinantes. Por isso, a AFA está promovendo uma campanha nacional que inclui anúncios em outdoors e paradas de ônibus.

Ainda que mais de 60% da população australiana deva confirmar sua opção pelo cristianismo, o novo Censo deve comprovar que o grupo religioso que mais cresceu por lá nos últimos anos foi o islamismo.

Tanto que o grupo ativista cristão Salt Shakers está realizando uma “contracampanha” para que as pessoas não marquem “sem religião”. O temor deles é que os muçulmanos usem os dados para forçarem o governo a dar mais benefícios aos islâmicos.

Pelos resultados do último levantamento oficial, a segunda maior religião do país o budismo (2,5%), com o Islã em terceiro (2,2%). Porém, para os seguidores de Maomé no mundo todo atingir o segundo lugar na Austrália seria uma vitória e o suficiente, segundo seus próprios critérios, para comemorar a islamização da nação australiana. Para os ativistas cristãos isso poderá se refletir em um aumento dos esforços pela tentativa de islamização completa do país. Com informações News [2] e Huffington Post

Por Jarbas Aragão