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terça-feira, 3 de maio de 2016

Maioria dos pastores enfrenta, silenciosamente, problemas financeiros pessoais, diz pesquisa



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Definitivamente, dedicar-se ao ministério pastoral não é coisa fácil para os ministros que cumprem seu chamado de maneira correta. Uma pesquisa realizada com mais de 4 mil sacerdotes descobriu que a maioria enfrenta, silenciosamente, problemas financeiros.

Liderar uma igreja não é tarefa para fracos: é preciso cuidar de uma comunidade inteira, com atenção a fatores diversos, como a espiritualidade, o planejamento de atividades, a organização financeira da congregação e prestar assistência a pessoas com problemas individuais. Não à toa, muitos pastores sofrem com depressão, desenvolvida ao longo dos anos de ministério.

Agora, um novo levantamento, realizado pelo instituto Grey Matter Research sob encomenda da National Association of Evangelicals (NAE), nos Estados Unidos, descobriu que a ampla maioria dos pastores enfrentam problemas financeiros, alguns graves, e se veem sem possibilidade de alcançar uma estabilidade financeira a longo prazo.

“A grande maioria dos pastores não têm o seu próprio programa de rádio ou TV, ou lidera uma igreja grande”, observou o presidente da NAE, Leith Anderson. “Em vez disso, eles servem fielmente em pequenas igrejas e enfrentam desafios financeiros decorrentes como estudos, os baixos salários e despesas médicas. Infelizmente, muitas vezes eles sentem que não têm a quem recorrer para obter ajuda”, lamentou.

Dentre os 4.249 pesquisados, 80% descreveram as congregações onde servem como pequenas, com menos de 200 membros, enquanto 55% dirigem igrejas com menos de 100 fiéis.

Mais da metade revelaram que suas igrejas trabalham com orçamentos anuais inferiores a US% 125 mil, e 50% dos entrevistados disseram que vivem com menos de US$ 50 mil por ano, o que dá, em média, US$ 4,1 mil por mês.

30% dos pastores disseram que possuem dívidas que, sozinhas, consomem US$ 36 mil por ano, e 25% contou ter despesas médicas superiores a US$ 7,2 mil por ano.

A preocupação com o futuro é quase universal entre os pastores: 60% deles disseram não receber de suas igrejas um plano de aposentadoria ou de saúde, e 29% revelaram não possuir uma poupança para emergências pessoais, enquanto 39% contaram que têm, guardados, menos de US$ 10 mil.

92% dos pastores garantem que sua maior preocupação atual é com a aposentadoria, e 84% têm medo de enfrentar uma dificuldade financeira e não poder cobrir por não ter uma poupança ou por ter uma quantia muito baixa.

Brian Kluth, diretor de projetos da entidade evangélica que encomendou a pesquisa, afirmou que “está empenhado em desenvolver soluções para as pressões financeiras que os pastores enfrentam”, e oferecê-las como um plano de ação às igrejas: “Estamos muito animados em poder ajudar os pastores a mudarem para uma situação de maior estabilidade financeira – liberando-os para liderar suas congregações bem”

Publicado por Tiago Chagas

Talibã anuncia a “Ofensiva de Primavera” de 2016



O grupo extremista anunciou que a operação incluirá ataques intensivos e golpes táticos contra as posições dos inimigos no país e assassinatos dos comandantes nos centros urbanos

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De acordo com os relatórios da Portas Abertas, o talibã já anunciou a Ofensiva de Primavera, contra os Estados Unidos, conhecida esse ano como "Operação Omari", em homenagem ao líder do grupo Mullah Omar, que foi morto em 2013. O termo "Ofensiva de Primavera" teve origem entre os alemães por ocasião da Batalha do Kaiser (Kaiserschlacht), durante a Primeira Guerra Mundial em 1918, quando o alto comando alemão delineou suas estratégias de guerra aproveitando melhor os terrenos depois das chuvas de primavera, quando as terras secam mais facilmente, permitindo um caminho por onde eles avançassem mais rápido em direção aos seus inimigos. 


"A operação incluirá ataques intensivos e golpes táticos contra as posições dos inimigos no país e assassinatos dos comandantes nos centros urbanos", anunciou o Talibã, que é um movimento nacionalista político islâmico que atua no Afeganistão e no Paquistão. A milícia se formou em 1994 e teve seu início nas tribos que vivem na fronteira entre esses dois países. Apesar de ter sido destituído do governo formal, o grupo continua influente até os dias de hoje. O Afeganistão está em 4º lugar da atual Classificação da Perseguição Religiosa, onde não existem igrejas públicas e os cristãos se reúnem secretamente em pequenos grupos para não chamar a atenção da sociedade. Definitivamente, o país é um dos piores lugares do mundo para quem quer seguir o cristianismo.


"A ofensiva de primavera é lançada anualmente porque o Talibã quer honrar seu líder falecido, e suas ações costumam ser muito violentas e sangrentas. Esse ano, eles já detonaram uma enorme bomba em Cabul, matando pelo menos vinte e oito pessoas e ferindo mais de 300, de acordo com as informações da rádio Free Europe. A situação é tensa em todo o país e afeta também os cristãos indígenas, que fazem de tudo para esconder sua fé, evitando assim ataques específicos contra eles, e se forem descobertos serão alvos fáceis. Vamos orar por eles", pede um dos analistas de perseguição.



Pedidos de oração
  • Peça para que Deus proteja todos os cristãos afegãos e que os livre dos ataques que serão realizados por ocasião desta ofensiva.
  • Ore para que os corações dos perseguidores sejam alcançados pelo amor de Cristo e que eles se arrependam por cometer tantas maldades e injustiças.
  • Interceda pela igreja no Afeganistão, para que continue firme em sua fé e que o número de novos convertidos continue crescendo, apesar de tantas dificuldades.
Por Portas Abertas

Ator Joaquin Phoenix poderá interpretar Jesus Cristo em filme sobre Maria Madalena



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Um novo filme baseado nas histórias bíblicas poderá chegar às telonas com o ator Joaquin Phoenix no papel de Jesus Cristo.

O longa-metragem pretende contar a história de Maria Madalena, que será interpretada pela atriz Rooney Mara, que atuou recentemente no filme “Peter Pan”.

De acordo com informações do site especializado Deadline, Phoenix – ficou conhecido, dentre outros, por sua atuação em “Johnny & June” – vem sendo considerado o favorito para viver Jesus Cristo no filme.

Phoenix e Rooney Mara já contracenaram no filme “Ela”, e o único empecilho para que voltem a atuar juntos, segundo o Adoro Cinema, seria a agenda do ator.

“Nas telonas, Jesus ganhou diversas versões e foi interpretado por atores como Willem Dafoe, Jim Caviezel, Ted Neeley e, recentemente, Ewan McGregor e Rodrigo Santoro nos inéditos ‘Últimos Dias no Deserto’ e ‘Ben Hur’, respectivamente. No Brasil, Luigi Baricelli teve essa grande responsabilidade em ‘Maria – Mãe do Filho de Deus’”, destacou o portal brasileiro dedicado a cinema.

A direção do filme “Maria Madalena” ficará a cargo de Garth Davis, que quer abordar a vida da personagem de um ponto de vista diferente do comumente usado no âmbito religioso: “[Será] um retrato autêntico e humanista de uma das figuras mais enigmáticas e incompreendidas da História”, afirmou o cineasta. O filme tem estreia prevista para 2017, mas ainda não há maiores detalhes sobre a produção.

Ben Hur

 

O clássico filme “Ben Hur”, de 1959, ganhou uma refilmagem que será lançada nos cinemas em agosto desse ano, e nele, o ator brasileiro Rodrigo Santoro interpreta Jesus. A narrativa envolve disputas entre oficiais do Império Romano. O nobre Judah Ben Hur, inteprertado por Jack Huston, é injustamente acusado de traição e condenado à escravidão. Buscando sobreviver à sua sentença, seus caminhos esbarram com o de Jesus, de acordo com a sinopse da refilmagem.

Publicado por Tiago Chagas 

Terroristas muçulmanos arrasam aldeias cristãs na África



Resultado de imagem para Terroristas muçulmanos arrasam aldeias cristãs na África     Grupo de 500 homens pode estar ligado ao Boko Haram 

Quinhentos nômades muçulmanos invadiram uma aldeia cristã na Nigéria. Eles queimaram todas as casas e mataram todos os animais. Depois cercaram a igreja Internacional do Santo Cristo e a derrubaram. Um dos moradores disse que os assassinos avisaram que estavam fazendo aquilo por que os cristãos eram seus inimigos.

Um dos sobreviventes do massacre, Kingsley Ezugwu, falando ao jornal Vanguard explica como foi. “Estava saindo da casa quando ouvi o toque do sino da comunidade. Caminhava com meu amigo quando cerca de 40 Fulani armados com armas e facões vieram contra nós. Mataram meu amigo e atiraram em mim várias vezes, mas erraram. Alguns deles me agrediram com os facões até que eu perdi a consciência”, lembra.

A aldeia de Ukpabi Nimbo, no estado sulista de Enugu, já foi vítima de ataques similares antes, mas esse a destruiu completamente. De acordo com o Movimento Jovem Igbo, os membros da etnia Fulani, na maioria criadores de gado, são muçulmanos radicais. Eles mataram mais de 700 nigerianos nos últimos 10 meses.

Ao total, foram sete aldeias cristãs atacadas na região por um total de 500 muçulmanos fulani. Mesmo assim, o governo não tomou medidas para detê-los. O brigadeiro-general Rabe Abubakar, falando em nome do Ministério de defesa na Nigéria, limitou-se a dizer que as forças de segurança “estão investigando os assassinatos”.

Não se sabe ainda se esses ataques têm ligação com a atuação do grupo radical Boko Haram, que tenta transformar o norte da Nigéria num califado e eliminar os cristãos, seguindo orientações do Estado Islâmico. A etnia Igbo, que é maioria no sul do pais é majoritariamente cristã. Com informações Shoebat

Por Jarbas Aragão

Depois de 36 anos, país terá o Congresso do partido RPDC


O povo clama por mudanças, mas dificilmente essas mudanças alcançarão os cristãos que sempre foram tratados com hostilidade pelo governo
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A Coreia do Norte anunciou que foi bem-sucedida a campanha de 70 dias de trabalho, criada com o objetivo de preparar o 7º Congresso do Partido RPDC (República Popular Democrática do Norte), que acontecerá nesse mês de maio. De acordo com informações da agência de notícias Reuters, o último encontro do partido aconteceu há 36 anos, então é uma ocasião especial para o país.


"Esse evento é histórico para a Coreia do Norte e a população aguarda o pronunciamento de mudanças, principalmente no setor econômico. Os militares terão uma atenção especial por parte do governo, mas só saberemos realmente o conteúdo desse congresso quando ele acontecer. Uma coisa é certa, os cristãos continuarão a ser vistos com hostilidade e o país vai continuar perseguindo aqueles que insistem em seguir os passos de Jesus Cristo. Sabemos que essa situação não vai mudar", comenta um dos analistas de perseguição.


A Coreia do Norte tem um dos piores históricos do mundo e se tornou o maior exemplo de um país governado pela paranoia ditatorial, se aproveitando para dar sentenças injustas e exageradas, além de condenações por motivos que a comunidade internacional considera banais. Mas o resultado que eles esperam ao sufocar o cristianismo é completamente frustrado, já que quanto mais perseguição maior o número de cristãos norte-coreanos. Enquanto o governo espera extinguir a religião, o que ele consegue é uma igreja cada vez mais forte e unida. Em suas orações, continue intercedendo pelos nossos irmãos. 

Por Portas Abertas

Aldeia inteira se converte após ver filme sobre Jesus


Resultado de imagem para Aldeia inteira se converte após ver filme sobre Jesus     Paixão de Cristo foi exibido para povo Manobo das Filipinas 

As Filipinas são uma nação formado por 700 ilhas, onde a maioria da população é católica. Na parte sul do arquipélago existem grupos radicais muçulmanos que desejam a independência. Ao total, o povo filipino é formado por 199 grupos étnicos, dos quais 31 continuam sem conhecer o evangelho.

Recentemente, os Manobo, etnia que vive majoritariamente em aldeias nas regiões remotas, sem água, esgoto ou eletricidade, tiveram uma experiência marcante. Graças ao trabalho dos missionários da Christian Aid, eles puderam ouvir o Evangelho pela primeira vez. Isso mudou a vida de uma aldeia inteira. O ponto decisivo foi quando assistiram ao filme “A Paixão de Cristo”.

“Depois de ensinar continuamente por oito meses as Escrituras, de Gênesis em diante, fomos capazes de apresentar o Evangelho. Praticamente toda a aldeia respondeu e aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador”, comemora o diretor do ministério, que prefere permanecer no anonimato.

“Foi uma grande alegria para nós vê-los entender a graça salvadora de Jesus para receber a salvação. Alguns choraram e já compartilham seu testemunho de fé”.

Muitos moradores afirmam que suas vidas estão mudadas. O líder dos missionários afirma: “Quando eles ouviram a verdade sobre a morte e ressurreição de Cristo como a única provisão de Deus para a salvação do homem, um sentimento de admiração e espanto tomou o lugar”.

Um homem idoso comentou ao ver no filme o sacrifício de Jesus: “Ele sofreu muito por mim. Fico feliz que ele ressuscitou dos mortos”. Um dos líderes da tribo declarou, emocionado, logo após o filme: “Como eu gostaria de estar por Jesus lado e ajudá-lo!”.

O diretor do ministério disse que “Muitos manobos, crianças e adultos, expressam a fé em Jesus. 

Verdadeiramente, Deus está trabalhando nas vidas dessas pessoas, levando-as da escuridão para a luz, para o Seu reino eterno”.

Ele ressalta ainda que, embora muitos filipinos se declarem cristãos por tradição, continuam adorando espíritos da natureza. No caso dos manobo, “eles ansiavam deixar este mundo de pobreza, doenças, fome e morte para um lugar de bem-aventurança eterna. Hoje, muitas dessas aldeias já ouviram a mensagem do evangelho e sabem que têm um lugar no reino eterno através de Jesus Cristo”.

Curiosamente, o fato desse grupo tribal conhecer a Jesus pelo trabalho de missionários evangélicos foi comemorado até por um site católico, que elogiou a disposição deles. Com informações de Christian Headlines

Por Jarbas Aragão

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Autoridades rejeitam eliminar o islã como religião oficial do país


Embora o governo do Bangladesh se declare um estado laico, faz uso de várias leis islâmicas para reger o país

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A Alta Corte de Bangladesh rejeitou uma petição que pretendia eliminar o islã como religião oficial do Estado. Atualmente, algumas leis islâmicas regem o país, que está na 35ª posição da atual Classificação da Perseguição Religiosa. Os convertidos ao cristianismo, vindos do islamismo ou hinduísmo são constantemente agredidos, de várias formas, e rejeitados tanto pela comunidade quanto pela própria família. Isso vem acontecendo ao longo dos anos, mas depois que ocorreu o assassinato dos quatro bloggers seculares, por grupos islâmicos radicais, no ano passado, o governo declarou uma guerra contra o extremismo islâmico.


"Essa decisão do Supremo Tribunal não é uma surpresa, nós já esperávamos por isso. A situação do país é complicada, já que o Bangladesh continua a ser a única nação a se declarar laica e ao mesmo tempo se denomina oficialmente islâmica. Por conta disso, a situação da liberdade religiosa está cada vez mais pressionada e o clima é tenso para os cristãos. O país está vivendo de aparências", comenta um dos analistas de perseguição.


Além da situação religiosa, as tensões políticas atingiram outro pico com o mandado de detenção, emitido recentemente contra o líder da oposição, Khaleda Zia, por ter realizado um ataque violento contra o governo, em janeiro de 2015. A Reuters informou que o líder vai tentar pagar fiança para não ser detido. 

Com todos esses problemas, as igrejas estão enfrentando uma perseguição ainda maior, lutando para se manterem de pé e, principalmente, para continuar seus trabalhos evangelísticos que, dependendo da situação, pode custar a própria vida de muitos cristãos. Ore por essa nação.

Por Portas Abertas

Pastor quer “dar um golpe no inimigo” e evangelizar criminosos que assassinaram sua esposa

Resultado de imagem para Pastor quer “dar um golpe no inimigo” e evangelizar criminosos que assassinaram sua esposa   Davey Blackburn é um pastor que em novembro perdeu sua esposa grávida durante um assalto à sua residência. Ele, que já havia anunciado que perdoava os assassinos, afirmou recentemente que gostaria de evangelizá-los.

Em uma entrevista concedida ao pastor Perry Noble, líder da megaigreja New Spring, em Anderson, Carolina do Sul (EUA), Davey disse que “o perdão não é uma emoção”, e que portanto, precisa colocá-lo em prática.

“Eu nunca poderia simplesmente sentir que iria perdoá-los. Você nunca vai se sentir como se quisesse perdoar alguém que lhe fez algo que é irreparável… O que eu percebi é que o perdão é uma decisão e não apenas uma decisão de uma só vez. É uma decisão diária”, pontuou. “Todos os dias eu tenho que acordar… e eu tenho que decidir perdoar. E eis o motivo pelo qual eu decidir perdoar: a amargura e a falta de perdão seriam um câncer que mais ninguém além de mim estaria desenvolvendo. Isso iria me corroer por dentro se eu o alimentasse”, acrescentou.

Seguindo seu raciocínio, o pastor Davey Blackburn – que lidera a Resonate Church em Indianapolis, Indiana – afirmou que foi inspirado a pensar sobre a situação em um contexto maior e mais amplo: “No final do dia, o Senhor disse a ‘vingança é minha’. Deste lado da eternidade, quem sabe o que vai acontecer? Mas do outro lado da eternidade, Jesus vai restaurar e fazer com que todas as coisas ruins completamente se tornem inverdades. Assim Ele cuidará da vingança. Tudo o que tenho a fazer é confiar que Ele tem tudo isso sob controle”.

E essa inspiração, disse ele, veio de Jesus em seu momento de maior sofrimento: “A cruz foi um verso por um momento: O vale da sombra da morte, onde todos os discípulos de Jesus poderiam ter se levantado e dito: ‘Nós temos que começar a vingança, temos de ter a retribuição’. A ressurreição nos mostra que Deus é um ‘vingador’ muito melhor do que nós. E ele traz vida, não traz a morte”, refletiu.

“Eu sei que isso parece loucura, e eu honestamente não sei como vou fazê-lo fora da graça de Deus, mas eu realmente espero ter a oportunidade de compartilhar o Evangelho com esses caras […] Imagine se esses três caras conhecem Jesus. Imagine a grande golpe que isto seria para o inimigo”, concluiu, segundo informações do Christian Today.

Sua esposa estava grávida de três meses quando foi estuprada e assassinada a tiros em sua própria casa no dia 10 de novembro. Os criminosos, Larry Taylor, Jalen Watson e Diono Gordon, foram presos e estão sendo processados pela morte de Amanda Blackburn, que deixou um filho pequeno.

Publicado por Tiago Chagas