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terça-feira, 12 de abril de 2016

Filme “Os Dez Mandamentos” é campeão de bilheteria no Brasil, mesmo com sessões vazias



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O filme “Os Dez Mandamentos” é oficialmente a maior bilheteria da história do cinema nacional, com mais de 11,2 milhões de ingressos vendidos. Com essa marca, o longa-metragem superou o antigo detentor do recorde, “Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro”, que em 2010 havia levado 11,1 milhões de espectadores aos cinemas.

A produção – que usou imagens da primeira “novela bíblica” da TV Record – pode ainda aumentar os números registrados até agora, já que continua em cartaz, em um número menor de salas do que quando estreou.

No entanto, o sucesso de bilheteria do filme vem sendo questionado, desde o começo de sua exibição, pelo registro de salas vazias durante sessões que eram dadas como esgotadas pelos sistemas de venda de ingressos dos cinemas.

O jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem pontuando que “o número [alcançado pelo filme] não significa que o longa bíblico tenha sido visto por mais espectadores do que o filme de José Padilha [‘Tropa de Elite’], que fez público de 11,146 milhões em 2010”, porque muitas das salas que tinham ingressos esgotados, na realidade, tinham lugares vagos.

“Houve uma espécie de milagre da multiplicação dos ingressos: sessões oficialmente lotadas ostentavam poltronas vazias”, escreveu a jornalista Gabriela Sá Pessoa, fazendo referência aos casos flagrados pelas reportagens de diversos veículos de comunicação sobre os casos.

“Às 16h de uma quinta-feira (31/3), no guichê do Cinemark do shopping Raposo Tavares, uma vendedora disse que não havia mais ingressos para Os Dez Mandamentos. Justificou que a sessão estava fechada para um evento. Questionada, respondeu que um pastor comprara toda a sala em dinheiro vivo (ao menos, R$ 4.185). A gerente confirmou a história. A reportagem contou apenas 15 espectadores nos 279 lugares”, exemplificou a jornalista.

No último sábado, 09 de abril, duas salas do cinema Espaço Itaú, localizado no shopping Bourbon, zona oeste de São Paulo, estavam reservadas para “Os Dez Mandamentos” às 10h30, porém o cinema acabou abrindo apenas uma, e mesmo assim teve a maioria das poltronas vazias. Procurado pela reportagem, um dos responsáveis pelo cinema afirmou que a empresa vendeu sessões inteiras para igrejas, e que, na média, houve ocupação de 70% das salas.

Marcio Fraccaroli, diretor da Paris Filmes, empresa responsável pela distribuição do longa-metragem, minimizou o caso, dizendo que havia acontecido “alguma coisa de filantropia, mas só no começo da distribuição do filme”. “Algumas pessoas ganharam convite e não apareceram, a gente entendeu isso como uma coisa natural […] Houve de tudo. Gente que comprou sem ser evangélico, em grupo e igrejas que se organizaram e foram assistir”, acrescentou.

Na conclusão de sua matéria, a jornalista Gabriela Sá Pessoa relatou que ela própria foi abordada por uma fiel na última quarta-feira, 06 de abril, após o culto no templo da Igreja Universal do Reino de Deus, que ofereceu ingressos para que ela pudesse ir ao cinema, caso ainda não tivesse visto o filme. Pessoa frisou que, na ocasião, não havia se identificado como repórter da Folha.

Por Tiago Chagas

Restrições podem dificultar ainda mais a vida dos cristãos




A igreja continua crescendo e os seguidores de Cristo seguem com sua fé, apesar das enormes dificuldades12-kirguistan-0250100387
De acordo com informações do Asia News, todos os líderes islâmicos, diretores e professores do Quirguistão foram submetidos a um processo de verificação de suas qualificações, já que o governo está preocupado com a propagação de ideias radicais no país e com o aumento do número de jovens que são recrutados por grupos militantes. "Segundo o veículo de comunicação, o resultado foi chocante: mais de 90% dos líderes e cerca de 50% dos professores e diretores das escolas islâmicas sequer possui certificados, ou seja, a maioria não tem nível superior secular e nem religioso para atuar na educação", comenta um dos analistas de perseguição.


A rádio Free Europe divulgou que estas medidas mostram a mudança de atitude do governo do Quirguistão em relação à religião e comentou que desde 2009, a nova legislação tem sido mais restritiva. "Agora o governo vai aumentar o controle sobre as escolas islâmicas, que são usadas para a propaganda radical dos grupos islâmicos extremistas. Os efeitos colaterais do remédio receitado pelo governo, para conter o radicalismo, com certeza serão sentidos pelos cristãos, que não escaparão das restrições", opina o analista.


O Quirguistão não faz parte dos 50 países da Classificação da Perseguição Religiosa, mas está na 58ª posição, mantendo um sistema restritivo e hostil para os seguidores do cristianismo. O governo não apoia oficialmente nenhuma religião, mas de acordo com um decreto de maio de 2006, o islamismo e a Igreja Ortodoxa Russa foram reconhecidos como "grupos religiosos tradicionais". Ser um quirguiz implica ser um muçulmano e quando o islamismo é abandonado, a sociedade, os parentes e os amigos reagem com aspereza. Os convertidos são considerados traidores das tradições de seu povo. O fundamentalismo tem crescido rapidamente, e a igreja, que é relativamente nova em relação aos países próximos, continua crescendo e os seguidores de Cristo seguem com sua fé, apesar das enormes dificuldades. Interceda por eles.

Por Portas Abertas

Muçulmanos querem o direito de matar suas mulheres



Resultado de imagem para Muçulmanos querem o direito de matar suas mulheres    Uma lei que protege a mulher foi aprovada em uma das províncias onde há mais casos de violência doméstica 

Existe limite para a barbarie? Aparentemente não. Extremistas islâmicos no Paquistão protestaram recentemente para ter o direito de abusar e matar suas esposas e filhas.

Segundo o New York Post tudo começou quando o governo daquele país aprovou uma lei pela defesa e proteção das mulheres, criminalizando a violência no Punjab, a região mais populosa do Paquistão.

O que foi visto em todo o mundo como um avanço, para os extremistas foi um motivo para protesto, pois na visão deles, proteger as mulheres é “destruir o sistema familiar no Paquistão”.

Os protestos acontecem desde 1º de março quando a lei foi promulgada, desde então os extremistas tentam revogar a lei para continuarem maltratando suas esposas e filhas.

A lei em questão pune toda e qualquer forma de abuso contra mulheres praticados por homens. Quer seja a violência doméstica, emocional, psicológica ou ainda os crimes cometidos pela internet.

O projeto fez com que o governo criasse ainda um número de telefone para que as mulheres possam denunciar os abusos e ajudar as autoridades a identificá-los e puní-los.

Entre as punições para o crime está o uso de pulseiras com GPS e ainda o impedimento de fazer compras de armas.

No Paquistão a violência contra mulheres é citada pelos veículos internacionais como “endêmica”, pois elas são tratadas como propriedades domésticas.

O que se tem de notícias sobre os crimes mais comuns são os crimes de honra, ataques com ácidos, queimaduras de noivas, casamento com crianças, abuso sexual e muitos outros.

Só na província de Punjab, onde a lei já está valendo, foram relatados 7.010 casos de violência doméstica segundo o relatório de 2014 da Aurat Foundation.

Já pelos relatórios da Comissão de Direitos Humanos Independente do Paquistão, foram 1.100 mulheres mortas no país no ano de 2015.

O que choca nesses índices é que na maioria dos casos as mulheres foram mortas por um membro próximo de sua família do sexo masculino.

Quem é a contra a defesa das mulheres afirma que a lei é anti-islâmica, por contradizer alguns versos do alcorão que autorizam a violência contra as mulheres.

“A lei parece ter o objetivo de empurrar as mulheres para fora de casa, e aumentar os seus problemas”, disse Muhammad Khan Sherani, um dos parlamentares do Paquistão.

Para o cheque do partido Jamiat Ulema-e-Islam-Fazl, Maula Fazlur Rehman, a lei pode inverter os valores do país. “Marido e mulher são considerados parceiros no Ocidente, mas não é o caso no Paquistão”, diz ele que defende o Alcorão.

“Se você bater em uma pessoa na rua, é uma agressão criminosa. Se você bater em alguém no seu quarto, você está protegido pela santidade da sua casa. Se você matar um estranho, é assassinato. Se você atirar na sua própria irmã, você está defendendo a sua honra”, afirmou Mohammed Hanif ao New York Post.

por Leiliane Roberta Lopes


sexta-feira, 8 de abril de 2016

Ressurreição alcança mais de 250 mil pessoas no Brasil



Resultado de imagem para Ressurreição alcança mais de 250 mil pessoas no Brasil      O longa está em sua terceira semana de exibição e tem conquistado os brasileiros 

O filme “Ressurreição” alcançou nas primeiras duas semanas de exibição a marca de 250 mil espectadores.
A estreia do longa que conta a história da ressurreição de Jesus foi no dia 17 de março, semana da Páscoa, o que tem levado milhares de brasileiros as salas de cinema.

No longa vemos a história real da Páscoa sendo contada por um dos guardas que ficaram responsáveis pelo corpo de Cristo.

A fidelidade do filme com a Bíblia tem impressionado os espectadores, entre eles o teólogo Edvaldo Carneiro que deixou um depoimento da fanpage do filme do Facebook.

“Como teólogo e professor de teologia sistemática posso afirmar que o filme Ressurreição é excelente. Até que enfim um filme fala de Jesus (Yeshû’a) a partir da Ressurreição e coloca Maria Madalena (Miryan de Magdála = Amada [Mir] do Senhor [Yan] que é torre de perfume (Magdála) no centro da problemática. Parabéns aos idealizadores. Shalom! ”

Outros depoimentos são deixados mostrando o que os espectadores sentiram ao assistirem o filme.

O produtor do longa, Mickey Liddell, contou que sempre teve o desejo de contar uma história como a do filme que mesmo sendo uma trama religiosa, pode ser assistida por qualquer pessoa de qualquer credo.

“Eu sempre quis contar uma história como essa, que parece um grande filme de Hollywood … queremos que os cristãos se sintam representados de forma correta. Mas se você não crê, a ação e o drama oferecem outras razões para assistir ‘Ressurreição’ (Risen)”, disse ele.

Com distribuição da Sony Pictures, o filme “Ressurreição” está em sua terceira semana de exibição em mais de 100 salas de cinemas espalhadas pelo país.

Por Leiliane Roberta Lopes

Radicais muçulmanos tentam invadir o Azerbaijão



 

Mesmo com a política de segurança do país, que tem um sistema muito ditatorial, não tem sido possível conter a ação dos grupos extremistas

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A rádio Free Europe informou no mês de março que um grupo com cerca de 10 pessoas atravessou ilegalmente a fronteira azeri-iraniana e que os policiais do Azerbaijão dispararam suas armas em advertência, mas em vez de parar, o grupo ignorou e respondeu ao tiroteio. O tiroteio resultou na morte de alguns cidadãos de Bangladesh e outras duas pessoas foram presas. "Tudo indica que o grupo era composto por radicais muçulmanos e, mesmo com a política de segurança do país, que tem um sistema muito ditatorial, não tem sido possível conter a ação deles", comenta um dos analistas de perseguição. 


O Azerbaijão, 34º país da Classificação da Perseguição Religiosa deste ano, tem um regime restritivo e a vigilância é geral, inclusive com as igrejas. "O país é constantemente vigiado e as atividades cristãs são proibidas. Os fieis não podem confiar em ninguém. As ameaças vindas de fora também são perigosas para as igrejas. Ser cristão é ser vulnerável por aqui, já que o cristianismo é considerado arqui-inimigo do país", explica o analista.


A influência do islã tradicional cresce em várias regiões do Azerbaijão e a perseguição aos cristãos não é só religiosa, mas também nacionalista e étnica. Os cristãos azeris são considerados traidores. De acordo com os relatórios da Portas Abertas, a tendência é que aumente ainda mais a perseguição e a violência contra os seguidores do cristianismo. Mas a igreja cresce em meio à vigilância, ataques, prisões, fechamento de templos e leis injustas. "Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus".
(Mateus 5.10).

Por Portas Abertas

terça-feira, 5 de abril de 2016

Leonardo Gonçalves se diz cansado de exposição e confirma pausa na carreira: “Não sei se volto”



Resultado de imagem para Leonardo Gonçalves se diz cansado de exposição e confirma pausa na carreira: “Não sei se volto”   Leonardo Gonçalves é, sem dúvidas, um expoente da música gospel brasileira e um dos principais nomes do mercado fonográfico voltado à fé, e na última sexta-feira, 01 de abril, anunciou que iria dar um tempo na carreira.

Muitos de seus seguidores nas redes sociais temeram que se tratasse de uma brincadeira, afinal, o dia do anúncio é conhecido como “dia da mentira”. Mas o comunicado publicado em sua página no Facebook era real.

Em entrevista à revista Veja, Gonçalves, 36 anos, confirmou sua decisão, afirmando que o salto que sua carreira teve nos últimos anos – conquistando espaço até no meio secular – aumentou de forma excessiva a exposição de sua vida na mídia. E isso o incomoda.

A pausa na carreira, chamada de “período sabático”, não tem prazo para terminar. Com compromissos a cumprir ainda em 2016, como uma turnê de divulgação do DVD “Princípio”, lançado pela Sony Music, Leonardo Gonçalves quer se dedicar a outros projetos.

“No total, tenho 22 anos de carreira. E estou bem cansado, especialmente da exposição que eu não esperava. Comecei a cantar quando vim para o Brasil em 1994, e logo já estava viajando pelo país com um grupo. O primeiro disco solo veio em 2002. Não quero soar ingrato, mas meu projeto de vida nunca foi ser cantor. Sou uma pessoa mais reservada, tem a ver com minha personalidade”, afirmou.

Questionado sobre o que fez tomar a estrada da carreira artística, o cantor fez um breve resumo de sua história de vida: “Saí do Brasil com 2 anos de idade e morei na Alemanha até os 15. Eu era muito interessado em linguística, tradução, leitura. Pra mim, escrever veio primeiro. Com sete anos escrevi meu primeiro conto. Minha família decidiu voltar pro Brasil, mas como eu estava distante há tanto tempo, meu português era muito rudimentar. Então, no auge da adolescência, quando você já não sabe muito bem quem é, eu perdi minha maior referência que era a linguagem, eu não conseguia me comunicar. Foi nesse contexto que eu descobri a música, o cantar. E isso foi me realizando. A experiência da música enriqueceu muito minha vida espiritual. E fiz um trato com Deus que eu ia cantar enquanto Ele quisesse que eu cantasse. Ao mesmo tempo, fiz Letras na Unicamp, pois ainda planejava seguir a carreira acadêmica. Queria ser escritor e professor”, resumiu.

A forma como Leonardo Gonçalves explica o problema da exposição tem muito a ver com a cultura da Geração Y, para quem tudo deve ser filmado, fotografado e exposto nas redes sociais: “A cultura do selfie é algo que me incomoda profundamente, por razões diversas. Demorei dez anos para gravar um DVD e atrasei ao máximo o lançamento. Me deu aflição por razões inexplicáveis. Sei que a gente vive no mundo da imagem. Mas me incomoda o fato de que hoje em dia a gente vê música, não ouve”.

Dizendo-se não se considerar “famoso”, Leonardo Gonçalves revela que seu apreço pela privacidade foi deixado de lado com a carreira artística: “Não quero desprezar, mas pra mim famoso de verdade é a Britney Spears e os cem paparazzi atrás dela o tempo todo (risos). Meu conceito de fama é esse. Eu sempre fui o menino nerd da turma. Tirava boas notas e apanhava dos outros garotos na escola, pelo menos duas vezes na semana (risos). Vivia lendo e não tinha amigos. Era muito pequeno, estrangeiro… foi uma série de coisas que ajudou a definir quem eu sou, minha personalidade”, comentou.

O cantor falou ainda sobre uma situação que é imposta pela carreira artística e que o contraria, que é a necessidade de estar na mídia: “É contraditório mesmo, eu sei, mas já coloco bastante limite. Apesar de não gostar, sei que a exposição é necessária, porque acredito que a mensagem é relevante. E não tem jeito de levar essa mensagem sem se expor. Não é a exposição da arte que me incomoda, é a cultura do selfie, quando a arte fica em segundo plano”, lamentou.

Sobre os planos futuros, revelou que “está na agenda escrever um livro”, mas pontuou que vai se precaver: “Se fizer isso, dificilmente vou lançar com meu nome. Adoraria escrever uma fantasia. Sou fã de escritores como George R.R. Martin e J. R. R. Tolkien”.

Sobre as críticas que são direcionadas ao meio gospel, ponderou: “Não gosto do preconceito que aponta que algo é ruim só no meio religioso. O que é ruim é ruim. Não é mais ou menos nocivo. A hipocrisia é ruim em qualquer lugar. O egocentrismo é ruim, ponto. Minha expectativa em relação ao ser humano é que ele seja humano, crendo ou não em Deus. Não segmento a música entre religiosa e não religiosa. Porém a carreira artística cristã envolve outras coisas no imaginário do público. E isso é intensificado com as redes sociais. Eu acredito que Deus não criou nenhum ser humano para ser famoso, para parecer mais importante que o outro. Somos todos iguais. A gente vive em um mundo de tantos ruídos e críticas, que, sinceramente, minha opinião não importa. O que eu tenho a dizer eu digo através da minha arte. Só porque tenho seguidores no Facebook, preciso dar opinião sobre tudo? Manter a sanidade nos dias de hoje não é fácil. A tentação de ser hipócrita é diária. De falar o que as pessoas querem ouvir”, disse.

Por fim, falou que pretende ajudar novos artistas em começo de carreira e anunciou: “Vou trabalhar bastante este ano, e no próximo fico fora. Não sei se volto”.

Publicado por Tiago Chagas 

Ateu, Morgan Freeman estreia série sobre Deus



Resultado de imagem para Ateu, Morgan Freeman estreia série sobre Deus    O programa vai mostrar diversas religiões e a opinião do ator sobre o tema 

O ator Morgan Freeman vai estrear um documentário sobre “A História de Deus” para o canal National Geografic, buscando entender os mistérios sobre Deus através das religiões.

Ateu declarado, Freeman afirmou em entrevistas à agência de notícia que “a religião foi e vem sendo utilizada para justificar os piores genocídios da história”.

Para o ator, matar em nome de um deus não deve eximir as pessoas da culpa. “Acreditar em um  tipo de Deus não é tão importante quanto a relação que você tem com esse Deus”, disse ele.

A série do NatGeo vai mostrar as viagens do ator a importantes países com raízes religiosas, como Egito, Israel, Índia.

“Nos últimos meses, viajei para dezenas de cidades e pude me unir a uma oração no Cairo, aprendi a meditar com um líder budista, visitei os templos maias da Guatemala e discuti sobre razão e fé na Academia Papal de Ciência”, relatou o ator.

Cada uma dessas viagens trará um tema para o programa, entre eles o mistério da Criação, milagres, ressurreição, mistérios universais e o impacto das religiões na população.

O programa “A História de Deus” tem co-produção assinada por Lori McCreary que afirmou em entrevista que o programa vai explorar o mistério por trás de Deus e da religião.

“Com Morgan como nosso contador de histórias, nós estamos produzindo uma série visualmente impressionante e instigante que irá estimular conversas significativas a respeito de Deus e da fé, por crentes e não crentes da mesma forma”, disse McCreary.

A série “A História de Deus” será produzida pela Revelations Entertainment com exclusividade para o NatGeo que irá estrear o programa no dia 9 de abril, alcançando 171 países com 45 idiomas diferentes.

por Leiliane Roberta Lopes

Ainda que a figueira não floresça


“Eu já me peguei pensando como seria minha vida sem meus filhos ou o que aconteceria com eles se um dia eu não voltasse de uma de minhas viagens”
4 India_2016_0360100201  Durante um longo tempo de trabalho na Portas Abertas, um dos colaboradores parou para refletir sobre a vida de uma cristã indiana e o quanto seu testemunho servia para edificar a igreja toda, inclusive ele. “Eu tenho 37 anos de idade, sou casado e tenho duas filhas de 8 e 5 anos e um filho de 2. Conheci Kusum* e sua história que me fez escrever estas palavras. Com seus 25 anos, ela já tem um filho de 9. Casou-se nova, como é de costume na Índia e já sofreu desmedidamente. Perdeu um filho menor, de apenas 5 anos de idade e conhecer sua história foi meu pior pesadelo”, conta um dos analistas de perseguição. 

“Em meu trabalho, é comum o atendimento a cristãos perseguidos que perderam suas famílias. Órfãos, viúvas, pais que perdem seus filhos pequenos, pessoas que são forçadas a deixar seus lares e sua vida para trás para começar do zero. Com esse cenário, já sofri de uma leve depressão e me peguei pensando como seria minha vida sem meus filhos ou o que aconteceria com eles se um dia eu não voltasse de uma de minhas viagens. Como minha esposa ficaria? Até que um psicólogo cristão me ajudou com alguns pensamentos simples. Ele disse: ‘pergunte a si mesmo se estes pensamentos são verdadeiros, se eles são úteis e se existe uma forma de substituí-los por um pensamento positivo’. E eu fiz o meu melhor”, conta ele.

Segundo o analista, Kusum foi abandonada por todos e a perda de seu filho foi um duro golpe. “Eu e minha esposa quase perdemos nosso filho, quando ele tinha um ano, e sofreu de uma infecção grave. Mas nós tínhamos a família e os amigos para nos apoiar”, ele lembra. O analista observa que a violência na Índia aumentou a uma velocidade acelerada. “Até recentemente, os hindus nacionalistas não batiam em mulheres, agora eles batem. Mas o que quero mostrar com todos estes fatos é que a força que essa indiana tem é extraordinária e me serviu de inspiração. Ela viveu tudo isso e não reclama de nada, ela simplesmente se cala e segue em frente. A violência bate na porta dela e ela não tem como evitar, mas ela continua seguindo seu caminho” explica o analista. 

Ele continua: “Na mesma semana que conheci Kusum, outro colega indiano me disse que lutou através da oração de Habacuque, que um dia gritou: ‘Até quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que tu ouças? 

Até quando gritarei a ti: Violência! sem que tragas salvação? (Hb 1.2). E eu tentei evitar este livro da Bíblia durante dois anos. Mas outro dia, alguém estava orando comigo e leu estes três versículos: ‘Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação. O Senhor Soberano é a minha força; ele faz os meus pés como os do cervo; ele me habilita a andar em lugares altos’ (Hb 3.17-19). Eu nunca comentei com a senhora que leu estes versos para mim, o quanto fiquei assustado. Tive medo de que Deus quisesse tirar algo valioso de mim, minha esposa ou meus filhos. Mas não era um aviso de algo ruim, Deus apenas estava mostrando que ele permite a violência para mudar nossas perspectivas”, observa.

E o analista conclui: “Deus mudou a perspectiva de Habacuque e também mudou a perspectiva do povo de Israel, quando fazia justiça, quando punia e quando salvava. Ele quer corações alegres diante dele, apesar de tudo. Meus olhos agora se abriram para essa verdade. Deus não deseja que estejamos tristes, ele quer nos ensinar que a felicidade não depende de nada e de ninguém, mas exclusivamente da sua presença em nossas vidas. É como disse Habacuque ‘ainda que muitas coisas ruins me aconteçam, eu ainda me alegrarei’. Depois de conhecer Kusum, que me fez bater de frente com meu pior pesadelo, que era meu medo de perder minha família, eu tive a visão de um Deus maior, que manda a terra ficar em silêncio e esperar por ele. Hoje eu olho para Deus e faço como Kusum faz, eu simplesmente confio no seu poder”. 

*Nome alterado por motivos de segurança.


Por Portas Abertas

Pesquisadores admitem que Adão e Eva poderiam ter povoado a Terra: “É possível”



Resultado de imagem para Pesquisadores admitem que Adão e Eva poderiam ter povoado a Terra: “É possível”    A ciência admite que, apesar de eventuais dificuldades genéticas, é possível que apenas um casal tenha povoado todo o planeta, abrindo assim, espaço para a reafirmação da narrativa bíblica no Gênesis sobre Adão e Eva.

“É possível, mas não é fácil”, afirmou o pesquisador de genética de populações da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Waldir Stefano.

Em entrevista ao portal Uol, o pesquisador afirmou que o casal teria pouca variabilidade genética, o que poderia causar diversos problemas caso a seleção natural caminhasse em uma direção de mutações desvantajosas.

A possibilidade de que bebês nascidos de relações entre parentes de primeiro grau tenham deficiências é comprovada pela ciência. Um estudo feito com crianças nascidas entre 1933 e 1970 na Tchecoslováquia mostrou que quase 40% daquelas cujos pais eram parentes de primeiro-grau tinham graves deficiências, sendo que 14% morreram por conta de alguma dessas anomalias.

Por outro lado, Stefano explica que ao longo dos anos, mutações ocorrem no DNA dos descendentes e, caso as mutações vantajosas para a sobrevivência prevaleçam, a chance de povoar o planeta é grande, o que abre a possibilidade para a veracidade da narrativa sobre Adão e Eva: “Existem exemplos de colonização com pequenas populações iniciais, como a do Havaí, em que havia muita consanguinidade e foi bem-sucedida”, ilustrou.

Há, inclusive, uma pesquisa que se aproximou bastante do exemplo bíblico. No livro “As Sete Filhas de Eva”, escrito por Bryan Sykes, professor de genética da Universidade de Oxford, o estudo reuniu uma parte da população e descobriu suas origens: “A obra mostra o estudo do DNA mitocondrial, que é herdado da mãe. Os pesquisadores chegam a sete grandes matrizes de ascendentes na Rússia. Antes dessas sete, provavelmente havia menos ainda”, disse.

“A grande questão é em que período de tempo isso poderia acontecer”, afirmou Stefano, abrindo espaço para a dúvida sobre quantos anos seriam necessários para que a prole de um único casal alcançasse a atual faixa populacional da Terra: 7 bilhões de pessoas. Ainda não há uma resposta clara para a pergunta.


Por Tiago Chagas

Mulheres são mais religiosas do que os homens, afirma estudo



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Segundo um amplo estudo divulgado recentemente pelo Centro de Pesquisas Pew, as mulheres são, em geral, mais religiosas do que os homens. Isso é válido para a maioria dos países. Ao passo que 83,4% das mulheres de todo o mundo possuem uma fé, 79,9% dos homens são religiosos.

A diferença de 3,5% corresponde a aproximadamente 97 milhões de mulheres a mais do que homens que afirmam ser pessoas religiosas. A compilação do material é baseada em censos e pesquisas sobre o assunto em 192 países e territórios.

Em 61 países, o número de mulheres é pelo menos 2% maior que o de homens na afiliação religiosa. Em muitos há um “empate técnico”. Não há países em que os homens sejam mais religiosos do que as mulheres com diferença de 2 pontos percentuais para cima.

O Pew Research Center analisou seis grupos religiosos diferentes (cristãos, muçulmanos, budistas, hindus, judeus e sem filiação religiosa), usando dados colhidos entre 2008 e 2015.

Para a análise de dados, considerou-se pessoas que participam regularmente de reuniões religiosas, fazem orações diárias, consideram a religião importante em suas vidas, creem no céu, no inferno e na existência de anjos.

Entre os cristãos, as mulheres se destacam especialmente no quesito “orações diárias”, onde superam os homens em 10%. Segundo os dados disponíveis, a diferença no Brasil entre homens e mulheres no quesito “frequência aos templos” é de 12%.

Já no Islã, o diferencial é que enquanto 70% dos homens vai à mesquita pelo menos uma vez por semana, o índice de mulheres é bem menor, 42%. Contudo, nos demais quesitos, as muçulmanas são mais praticantes que os homens.

Por Jarbas Aragão