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sábado, 18 de julho de 2015

Torcedor é ameaçado de prisão por expor cartaz com versículo João 3:16 em partida de beisebol


Torcedor é ameaçado de prisão por expor cartaz com versículo João 3:16 em partida de beisebol
O tolhimento da liberdade religiosa dos cristãos na sociedade norte-americana avança cada vez mais, e outro caso que exemplifica isso é o protagonizado por um torcedor de beisebol, que quase foi preso por segurar um cartaz com a referência à passagem bíblica de João 3:16.
O torcedor Gino Emmerich foi ao jogo entre Giants e Dodgers em julho do ano passado, e segurou o cartaz com sua mensagem próximo às câmeras de transmissão televisiva, mas foi abordado por um produtor da emissora ESPN (empresa da Disney) e quatro policiais, que o ameaçaram de prisão se voltasse a exibir o cartaz.
Inconformado, Emmerich voltou a se posicionar atrás da cabine dos comentaristas da ESPN e um policial o puxou pela camisa para fora do campo de visão das câmeras. Em entrevista ao Christian News Network, o torcedor afirmou que acredita que a ação do policial foi um gesto de intolerância religiosa, pois nenhum outro torcedor que segurava cartazes no mesmo local foi incomodado.
Emmerich ainda contou que carrega o cartaz consigo muitas vezes quando vai aos jogos do Giants em San Francisco.
Agora, ele está movendo um processo na Justiça Federal contra a cidade de San Francisco por conta da ação dos policiais, que são funcionários da prefeitura. Nos autos do processo, Emmerich alega que procurou o policial que o puxou pela camisa e perguntou: “Se eu for ali e segurar este cartaz de novo, você vai me levar para a cadeia?”. Então, o oficial respondeu: “Se você for lá e segurar este cartaz de novo, vamos detê-lo e o sargento virá para decidir para onde podemos leva você”.
No processo, além da indenização de US$ 50 mil por danos morais, Emmerich pede que a Justiça imponha uma injunção permanente contra este tipo de ação dos policiais. A defesa da cidade de San Francisco nega o incidente.


É hoje! Portas Abertas celebra seus 60 anos


O ministério de serviço aos cristãos que enfrentam perseguição religiosa comemora hoje seu aniversário e você é convidado a participar
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Hoje (18), às 19h30, na Comunidade da Graça em São Paulo a Portas Abertas celebrará seus 60 anos de atuação no mundo. Participe conosco!
Estima-se que há mais de 100 milhões de cristãos perseguidos ao redor do mundo. A Portas Abertas tem trabalhado para apoiar as igrejas locais a permanecerem brilhando a luz de Cristo onde estão. Graças a Deus e ao apoio de inúmeros parceiros ao redor do mundo, esse trabalho tem frutificado. Maryam* é uma cristã secreta do Oriente Médio que decidiu deixar o islã e seguir a Cristo depois de ir a uma igreja doméstica com sua tia.
Ela entregou sua vida a Jesus e mais tarde participou do treinamento de discipulado realizado pela Portas Abertas em um país seguro. “Eu vi o bom Deus da Bíblia, vi seu amor que mudou minha vida. Meu sonho após esse treinamento é me reunir em grupos domésticos com meus familiares, amigos e colegas para ensiná-los a Bíblia", diz ela.
Motivos de oração• Louve a Deus pelos 60 anos de ministério da Portas Abertas; agradeça a Deus pela vida do Irmão André, fundador da organização, que ouviu o chamado do Senhor para atender cristãos em lugares de perseguição.
• Peça a Deus por proteção para os cristãos secretos no Oriente Médio como Maryam; que seu sonho de receber amigos e familiares em sua casa se torne realidade.
• Ore para que Deus continue usando projetos de treinamentos, discipulados, ajuda emergencial e cursos profissionalizantes para ajudar muitos cristãos a crescerem na fé.

*Nome alterado por  motivos de segurança.
FontePortas Abertas Brasil

Acordo nuclear com o Irã pode ter prejudicado libertação do pastor Saeed Abedini, diz esposa


Acordo nuclear com o Irã pode ter prejudicado libertação do pastor Saeed Abedini, diz esposa
As negociações para libertação do pastor Saeed Abedini não puderam ser inclusas no tratado nuclear que o Irã assinou com os Estados Unidos e outros países considerados estratégicos no tema, mas a esposa dele, Naghmeh, disse que compreende a situação, embora acredite que a questão envolvendo seu marido tenha se tornado mais difícil.
“Faz sentido”, afirmou a esposa do pastor. Segundo ela, a questão nuclear – um tema de interesse global – exigiu uma mobilização maciça do governo, e envolvia questões de segurança.
“É algo que eles têm esclarecido a mim e outras famílias, desde o início, que ele não seria parte do acordo. Eles disseram isso. Cada vez que fui chamada ao Departamento de Estado e à Casa Branca tem sido assim”, disse Naghmeh Abedini à CNN.
Ela foi procurada pela imprensa norte-americana por causa de uma promessa do presidente do país, Barack Obama, de que tentaria incluir a libertação de Saeed Abedini entre os tópicos do acordo nuclear.
Quando o acordo foi anunciado, Obama foi questionado pelos repórteres se a libertação do pastor estava garantida, e o presidente, afirmou que não havia sido possível incluir esse assunto na pauta, mas que os esforços pela soltura de Abedini ainda estavam sendo realizados.
“Ninguém está contente. Nossos diplomatas e nossas equipes estão trabalhando diligentemente para tentar tirá-los de lá”, disse Obama em uma coletiva de imprensa. Agora, se a questão é ‘por que nós não seguramos as negociações por causa das libertações’, vamos pensar na lógica da situação. De repente o Irã percebe: ‘Quer saber? Talvez podemos obter concessões adicionais dos americanos, mantendo esses indivíduos'”, explicou o presidente.
“A propósito, se tivéssemos deixado o acordo nuclear, nós ainda estaríamos na difícil tentativa de libertar essas pessoas”, acrescentou Obama. “É por isso que essas questões não estão conectadas, mas estamos trabalhando todos
Pastor Abedini e a família
Pastor Abedini e a família
os dias para tentar libertá-los e não vamos parar até que eles voltem para suas famílias”, disse, assumindo o compromisso de manter as tratativas diplomáticas com os iranianos.
A esposa do pastor reafirmou que acredita na dedicação do governo norte-americano em libertar seu marido: “Eu sou uma das famílias com que Obama se encontrou em janeiro deste ano, e vi sinceridade e preocupação quando nos encontramos. Ele se voltou aos meus dois filhos e disse que iria tentar fazer de tudo para trazer Saeed e outros americanos […] Acho que o acordo nuclear tornou mais difícil. Nunca pedi para Saeed ser parte do negócio, mas eu esperava que, nos bastidores, sua libertação fosse garantida pela influência que ainda temos com o governo do Irã”, declarou Naghmeh.


Jovem sobrevive a acidente aéreo e anda por dois dias por socorro; “Milagre”, diz especialista


Jovem sobrevive a acidente aéreo e anda por dois dias por socorro; “Milagre”, diz especialista
Um acidente aéreo com um pequeno avião particular marcou para sempre o testemunho da adolescente Autumn Veatch, que sobreviveu à queda.
O avião onde ela viajava em direção a Montana (EUA) com seus avós se chocou com uma montanha no estado de Washington, de acordo com informações do Christian Today.
Após a queda, a jovem constatou que seus avós estavam presos, e tentou tirá-los de dentro da aeronave, sem sucesso. “Eu estava tentando puxá-los para fora e eu simplesmente não conseguia. Havia muito fogo e eu sou uma pessoa pequena… Eu estava tentando, mas não havia um ponto. Simplesmente não estava funcionando”, disse.
Em uma entrevista à CNN, a adolescente revelou que houve pânico a bordo do avião quando os três passageiros perceberam que estavam prestes a cair: “Estávamos completamente perdidos de vista o que estava acontecendo em todos os… Nós não podíamos ver uma única coisa, era tudo branco, e o GPS não estava funcionando”, narrou.
Autumn precisou lidar com a decisão de salvar sua vida ou morrer tentando salvar seus avós: “Eles estavam vivos, estavam ambos gritando… Não havia nenhuma maneira que eu poderia chegar a avó porque ela estava do outro lado e não havia nada que eu pudesse fazer, mas eu supus que, se eu tirasse o vovô primeiro, então talvez ela conseguisse sair.
Então, Autumn resolveu aguardar pelas equipes de resgate nos destroços do avião, porém, quando notou que não seria localizada, andou por dois dias para conseguir ajuda.
O pai da adolescente, David Veatch disse que ao ouvir o relato de sobrevivência de sua filha, teve sua fé renovada: “Eu acredito em Deus… Não há como eu não acreditar em Deus”.
Veatch sofreu cortes, queimaduras, abrasões e desenvolveu rabdomiólise, uma doença muscular, que tem tratamento, e está se recuperando bem.
À CNN, o tenente-coronel Jeffrey Lustick da Patrulha Aérea Civil classificou a sobrevivência da adolescente como um “milagre”: “É uma raridade ver alguém que passou por algo assim e ser capaz de sair da cena do acidente, como ela fez”, disse.


sexta-feira, 17 de julho de 2015

De onde vem o jihadismo moderno


O país se tornou o berço do jihadismo e envia militantes para darem continuidade a algumas guerras

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A Bósnia-Herzegovina tem proporcionalmente mais lutadores na Síria e no Iraque do que na maioria dos outros países europeus (são mais de 300 militantes). Esse fato levou a BBC a perguntar se a Bósnia é o berço do jihadismo moderno. Em 1992, formou-se um "batalhão mujahideen (combatentes islâmicos)", composto principalmente por voluntários muçulmanos estrangeiros para lutarem ao lado dos bósnios. A criação do batalhão foi um marco na região.
Hoje, a dinâmica da jihad se reverteu no país – são os bósnios que estão viajando para as terras árabes, para combater ao lado de grupos como o autodenominado Estado Islâmico. "A Bósnia deu ao movimento jihadista moderno a narrativa de que há uma guerra entre o ocidente e o islã. É o berço", diz Aimen Dean, um membro fundador da Al-Qaeda que mudou de lado em 1998 e tornou-se espião para os serviços de inteligência britânicos.
A palavra "jihad" é amplamente utilizada, em árabe, a palavra significa "esforço" ou "luta". No islã, pode significar a luta interna de um indivíduo contra instintos básicos, o esforço para construir uma boa sociedade muçulmana ou uma guerra pela fé contra os infiéis. Uma investigação da BBC descobriu que mais de cinco mil pessoas em todo o mundo morreram no mês de novembro de 2014 como resultado da violência causada pela Al-Qaeda, suas ramificações e grupos que compartilham da mesma ideologia, comumente chamada de "jihadismo".
Dennis, analista de perseguição da Portas Abertas, observa: "O cenário de haver guerra entre o ocidente e o islã é certamente importante no jihadismo moderno. Esse objetivo foi central para o fundador da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, que se concentrou em alvos ocidentais. Olhando para organizações jihadistas como o Estado Islâmico, Boko Haram e Al-Shabaab, esta situação ainda está presente, mas o foco é principalmente na expansão islâmica e limpeza étnica em suas respectivas regiões”. Para o analista, depois de remover com êxito pessoas "indesejáveis" de seus territórios, os jihadistas, avançam para planejar o crescimento do grupo.
FontePortas Abertas Internacional

#Ramadã: Desesperados por misericórdia, nos últimos dias do Ramadã


O mês do jejum para os muçulmanos está quase terminando
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Milhões de muçulmanos, em todo o mundo, estão orando, jejuando, lendo o Alcorão e ajudando os que mais precisam. Eles fazem tudo o que podem durante o Ramadã, na esperança de alcançar a misericórdia de Alá, para o perdão de seus pecados.
Em alguns dias, começa para eles um período de festas, quando famílias e amigos se reúnem para celebrar o fechamento do mês, que é considerado o mais sagrado para a comunidade muçulmana. Mesas decoradas, um cardápio farto e delicioso, jantares suntuosos, música e crianças alegres, vestindo roupas coloridas.
A comemoração de 4 dias vai compensar a longa jornada de um jejum cansativo e sacrificial. Em breve, a vida voltará ao normal para eles e, inseridos ao cotidiano, questionarão se Deus realmente aceitou tudo o que fizeram. Agora eles podem dizer adeus ao jejum. Mas será que eles agradaram a Deus?
Será que todo muçulmano pode realmente dizer, após o Ramadã: “Eu estou perdoado de todos os meus pecados, e sei que eles foram eliminados por causa das minhas boas ações?" Vamos continuar orando pelos muçulmanos, para que conheçam o verdadeiro Deus e experimentem o seu amor eterno e sua compaixão, que nos é dada através do poder do sangue de Jesus Cristo! Oremos por eles.
FontePortas Abertas Internacional



Mulheres-bomba serão enviadas para explodir lugares de culto cristão


Objetivo é causar terror e começar “guerra religiosa”

Mulheres-bomba serão enviadas para explodir lugares de culto cristãoMulheres-bomba serão enviadas para explodir igrejas
Dentro da organização terrorista Estado Islâmico existe uma espécie de “força tarefa” constituída apenas de mulheres: a Brigada Al-Khansaa. Elas devem realizar ataques coordenados em locais turísticos na Europa, particularmente os que tenham alguma ligação com a fé dos cristãos.
O jornal Daily Mail citou o presidente do Centro de Estratégia Militar e Estudos de Segurança da Síria, Fahad Al-Masri, que revelou que as mulheres irão em breve desenvolver essa nova missão.
Existem muitas mulheres ligadas à Brigada Al-Khansaa que vivem na Europa. Para elas seria muito fácil entrar nesses lugares sem serem detectadas. “Acreditamos que elas, mesmo sendo muçulmanas, não estarão vestindo um hijab ou uma burca, para não chamarem atenção. Eles se parecerão com todo mundo, como se fossem turistas”, alertou.
Al-Masri foi porta-voz do grupo rebelde Exército da Síria Livre antes de se unir ao Centro de Estratégia Militar. Ele explica que vem acompanhando os avanços do Estado Islâmico desde quando usava o nome ISIS, já tendo lutado contra eles em solo sírio. O analista acredita que os próximos passos do EI incluem um ataque direto a locais religiosos europeus, visando provocar um conflito com os cristãos.
Acredita que serão visados os símbolos cristãos na Europa, como o Vaticano, por exemplo. O governo inglês admite que existem pelo menos 60 cidadãs do Reino Unido que tenham ligações com o Estado Islâmico. Além de Roma, os principais alvos seriam Paris e Londres.
O Daily Mail publicou um vídeo que mostra mulheres da Brigada Al-Khansaa sendo treinadas. Elas possuem conhecimento do uso de armas pesadas e da fabricação de bombas. Em muitas cidades controladas pelo Estado Islâmico no Iraque e na Síria elas funcionam como uma espécie de força policial, impondo sobre todas as mulheres as regras da sharia – lei religiosa muçulmana. Com informações de WND
Assista:


Israel poderá ser dividido pela ONU ainda este ano


Proposta francesa visa reconhecimento da Palestina

Israel poderá ser dividido pela ONU ainda este anoIsrael poderá ser dividido pela ONU ainda este ano
Em setembro deste ano, o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução da ONU para estabelecer definitivamente um Estado palestino.
A França está trabalhando em uma proposta para apresentar o pedido de reconhecimento ao Conselho de Segurança da ONU. Essa resolução estabelecerá que Jerusalém será dividida, servindo como capital tanto de Israel (porção ocidental) quando do Estado palestino (porção oriental).
Além disso, a proposta é definir as fronteiras anteriores à guerra de 1967 como uma base para futuras negociações, visando estabelecer as fronteiras definitivas entre as duas nações. A informação foi divulgada pelo site russo Pravda, que ainda é a principal publicação do governo russo.
A proposta da França deve ser apresentada para votação após a 70ª sessão da Assembleia Geral da ONU, que começa em 15 de setembro. Existe um movimento das Nações Unidas nesse sentido que é bloqueado há anos pelos Estados Unidos.
Estima-se que cerca de 136 dos 193 países membros da ONU reconheceriam o Estado Palestino, mas a pressão americana sempre foi muito forte.
O que seria definitivo neste momento é a mudança de postura dos americanos durante o governo Obama, que sinaliza apoio à proposta francesa.  A decisão do Vaticano anunciada este ano também tem efeito sobre muitas nações.
Sessenta e sete anos atrás, Israel voltou a ser uma nação após uma decisão das Nações Unidas. Desde então o conflito israelense-palestino continua numa crescente tensão.
De acordo com o Times Israel, o Ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, afirmou temer que a presença do grupo extremista Estado Islâmico na região pode fazer o conflito Israel-Palestina “explodir a qualquer momento”, o que seria “muito problemático para toda a região e para o mundo”.
O projeto francês usa como base na Resolução 181 da ONU, de 1947, que previa o estabelecimento de dois estados separados, com Jerusalém sob mandato internacional.

48 horas após acordo, Israel é atacado por foguete palestino


Obama oferece ajuda militar a Israel, ciente que nação está enfraquecida

48 horas após acordo, Israel é atacado por foguete palestino48 horas após acordo, Israel é atacado por foguete palestino
As previsões mais pessimistas parecem se confirmar. Com a assinatura do acordo dos EUA-ONU com o Irã, Israel passou a ser visto com uma nação enfraquecida. Dois dias depois, os primeiros sinais disso se concretizaram.
Na madrugada desta quinta, um foguete foi lançado do território palestino e atingiu um campo aberto, próximo a cidade de Ashkelon o sul de Israel. Ninguém morreu.
Imediatamente, uma aeronave israelense revidou, bombardeando alvos militantes na Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas. Segundo a agência Reuters apenas uma pessoa ficou levemente ferida.
Os muçulmanos estão no Ramadã, período mais santo de seu calendário, mas um pedido do Estado Islâmico para que se intensificassem os ataques nesse período teve consequências imediatas, causando mortes no mundo todo.
Nas últimas semanas, foguetes foram lançados com frequência, mas Israel não vinha revidando, por conta do clima instável nas negociações com o Irã.
No final de junho, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, culpou o Hamas, mas diversas fontes já revelaram que um grupo de extremistas ligados ao Estado Islâmico é que tem realizado os ataques.
Nenhum grupo militante reivindicou a autoria do ataque desta quinta (16), mas o porta-voz do Exército israelense, declarou: “O lançamento de foguetes repetidos em Israel… é uma decisão deliberada de mirar em civis. Nenhuma pessoa deveria viver sob a ameaça de terrorismo”.
Embora não admita publicamente, os EUA sabem que as ameaças contra Israel podem aumentar após o acordo. Um oficial do exército americano revelou ao jornal israelense Haaretz que Washington ofereceu um “guarda-chuva de segurança” a Israel, com o envio de mais aparato militar para defendê-lo de possíveis ataques.
O secretário de defesa americano, Ashton Carter fará uma visita a Israel na próxima semana para acertar os detalhes da operação.


Estado Islâmico bombardeia navio na fronteira com Israel


Governo egípcio confirmou ataque terrorista

Estado Islâmico bombardeia navio na fronteira com IsraelEI bombardeia navio na fronteira com Israel
Imagens divulgadas pelo grupo extremista Estado islâmico em sua conta oficial no Twitter revela o ataque a uma fragata do exército egípcio. Segundo o comunicado do grupo terrorista, eles conseguiram afundar o navio e matar a tripulação. O governo egípcio admitiu o ataque, mas nega que o navio tenha afundado e que haja vítimas.
Segundo a imprensa local, o barco de patrulha egípcio navegava na fronteira marítima com a Faixa de Gaza, no Mediterrâneo. Soldados do Estado Islâmico dispararam um míssil guiado a partir de um posto em terra, atingindo o alvo a cerca de 4 quilômetros. O vídeo revelado pelo jornal britânico Daily Mail mostra uma enorme bola de fogo e muita fumaça.
Esse não é o primeiro ataque naval reivindicado pelo Estado Islâmico no Egito. Em novembro de 2014, um barco foi baleado na costa de Damietta, perto do Canal de Suez.
O incidente de hoje apenas reflete a escalada da violência no norte da península do Sinai, que iniciou em 1 de julho. Na ocasião centenas de militantes do EI invadiram vários postos de controle das forças de segurança e da polícia egípcia. O Exército disse que 21 soldados egípcios foram mortos, enquanto o EI perdeu 100 militantes.
A península do Sinai liga o Egito a Israel. Dali, começou um bombardeio contra o território israelense no início do mês.
Mapa Oriente Médio
A península do Sinai liga o Egito a Israel
Muitos analistas acreditam que a presença do grupo jihadista está se fortalecendo na região fronteiriça. Isso pode significar o início de um conflito semelhante ao que ocorre na Síria. É o ressurgimento do clima de guerra, algo que ocorreu pela última vez quando uma coalizão de estados árabes liderados por Egito e Síria atacou Israel em outubro de 1973. Hoje, o EI já ocupa a Síria e tenta conquistar território no Egito.
O Estado Islâmico no Sinai é formado por um grupo militante islâmico que se chamava anteriormente Ansar Beit al-Maqdis. Desde 2011, eles realizam ataques contra o exército egípcio e dominam uma parte da península do Sinai. Composto por militantes egípcios, palestinos e libaneses, foi o primeiro e mais famoso grupo a jurar fidelidade ao califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, em novembro de 2014.
No ano passado, o EI divulgou em sua revista digital Dabiq: “As ações [do Estado islâmico] falam mais alto que suas palavras. É só uma questão de tempo e paciência antes de atingirmos a Palestina para combater os judeus bárbaros e matá-los”.
A contracapa da publicação traz o aviso: “Você vai invadir a Península Arábica e Deus vai permitir que você a conquiste. Então irá invadir a Pérsia [atual Irã], e Deus vai permitir que você a conquiste. Você, então, vai invadir Roma e Deus vai permitir que você a conquiste. Então você vai lutar contra o Dajjal [Anti-Cristo] na Palestina [Israel], e Deus vai permitir que você o conquiste”.
No início do Ramadã deste ano, os militantes do EI que já estão na porção árabe de Jerusalém prometendo matar todos os cristãos. Com informações de Daily Mail