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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Turquia está prestes a invadir a Síria; Israel é o próximo?


Movimentação militar na fronteira pode ser sinal profético

Turquia está prestes a invadir a Síria; Israel é o próximo?Turquia está prestes a invadir a Síria; Israel é o próximo?
A movimentação de tropas turcas na fronteira com a Síria podem ser um prenuncio de uma invasão. Desde que a guerra civil começou no país vizinho várias vezes radicais turcos foram apontados como os idealizadores do Estado Islâmico. Se a invasão se confirmar, pode ser o início de um conflito internacional que abalaria todo o Oriente Médio.
Quando o presidente Recep Tayyip Erdogan autorizou uma mudança na legislação, com o apoio do Parlamento, deu a entender em seus discursos que estaria preparando um ataque preventivo contra milícias do Estado Islâmico na fronteira dos dois países.
O objetivo seria estabelecer uma “zona tampão” que protegeria os quase dois milhões de refugiados sírios que saíram de suas casas após o avanço do EI. Contudo, analistas acreditam que o objetivo de Erdogan com uma intervenção militar seria evitar o surgimento de um Estado curdo independente.
A milícia curda da Síria, conhecida como Unidade de Proteção Popular (YPG), já tem o domínio de uma extensa faixa de fronteira nos últimos meses. “Nós nunca permitiremos o estabelecimento de um estado [curdo] no norte da Síria e na nossa região sul”, disse Erdogan diante das câmeras. “Vamos continuar a nossa luta para impedir isso, custe o que custar”.
Os planos de Erdogan foram discutidos em uma reunião do conselho de segurança nacional. Quase 20 mil soldados turcos serão mandados para a fronteira, onde já se encontram mais de 50 mil. As tropas teriam como primeira missão ocupar uma faixa de território na região da fronteira, em Jarablus – sob domínio do EI- e Aazaz, controlada agora pelo Exército Livre da Síria (FSA).
Isso ao mesmo tempo daria condições de estabelecer campos de refugiados fora do solo turco e impedir que as duas regiões sob controle curdo – de Kobane até a fronteira com o Iraque, no leste, e Afrin no oeste – se juntassem.
Os curdos mantêm um estado semiautônomo no Iraque e lutam há mais de 40 anos pela autonomia do Curdistão, que ocuparia parte do Sudeste da Turquia. Eles são considerados uma minoria dentro da Turquia, mas somam 15 milhões de pessoas. Seu representante político no país é o Partido Democrático dos Povos (HDP) e seu braço militar na Síria e no Iraque são o grupo guerrilheiro PKK, que tem enfrentado com sucesso os avanços do EI sobre territórios curdos.
Críticos do governo da Turquia acreditam que pode ser uma “cortina de fumaça”, já que repetidas vezes foi denunciado que são os turcos e os russos que vendem material bélico que sustenta o EI.
Até o momento a Turquia se negou a ajudar nos bombardeios da coalizão liderada pelos Estado Unidos conta o Estado Islâmico. Fazer uma invasão sem uma resolução do Conselho de Segurança da ONU poderia escalonar o conflito.
“O governo turco tem apoiado o Estado Islâmico há anos”, disse Figen Yuksekdag, co-líder do (HDP)em discurso no parlamento da Turquia. O HDP se fortaleceu no Parlamento este ano, quando conseguiu 10% dos votos nas eleições de 7 de junho. Eles são os maiores opositores de Erdogan.
Para os estudantes de profecia, essa movimentação turca pode ser uma maneira de colocar tropas turcas mais perto de Israel. Eles acreditam que a Turquia será o centro da união de nações que se unirá contra Israel na guerra de Gogue e Magogue. Desde que assumiu o poder, Erdogan tem mantido relações próximas com Rússia e Irã, países que também representam ameaças ao Israel moderno.
Segundo o relatório conhecido como Wikileaks, Erdogan “simplesmente odeia Israel”. Nos últimos meses, a Turquia tem mostrado ao mundo sua face mais radical. No ano passado, hospedou o que foi chamado por especialistas em profecias bíblicas de “Confederação do Anticristo”.
Dois meses atrás, Erdogan ameaçou invadir o Estado judeu e unificar o mundo muçulmano. “Jerusalém não é para os cruzados [cristãos]…  Alá testemunha isso. Um povo, uma bandeira, uma nação e um Estado! Jerusalém é para os muçulmanos e não para Israel”, enfatizou Erdogan. “Por que deveríamos continuar a ser amigos com aqueles que pisaram com suas botas no Monte do Templo? Eles insistem que temos de ser amigos? Eu digo, não seremos”, finalizou. Com informações de Prophecy NewsIsrael National News e El País



quarta-feira, 8 de julho de 2015

Racismo, doença do desamor


Racismo, doença do desamor

Foto: Internet
Foto: Internet
Sabemos que, infelizmente, muitos casos de racismo acontecem diariamente, e isso não é “de agora”. Mas um caso específico ganhou notoriedade nos últimos dias: as ofensas contra a jornalista Maria Júlia Coutinho, a Maju. Na véspera do Dia Nacional do Combate à Discriminação Racial (3 de julho), a profissional recebeu comentários racistas pela internet e disse, em rede nacional, que lida com a questão do preconceito desde sempre.
É difícil acreditar que, ainda hoje, isso é um fato na sociedade; que, às vezes, o caráter e a integridade de uma pessoa são definidos pela cor de sua pele.
Como escreveu Teorilang: “Quando se faz a fusão de um terço de racismo, com a mesma porção de discriminação e ainda somando-se a isso mais um terço de indiferença com o próximo, obtém-se a fórmula infalível do maior câncer sofrido pela humanidade”. Concordo com ele, pois atos racistas são a prova de que existem pessoas “doentes”, que precisam conhecer o amor de Deus e serem curadas.
O racismo é totalmente contrário ao segundo maior mandamento bíblico: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Marcos 12.31). Devemos amar TODAS as pessoas; não há exceções. Jesus disse: “Como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (João 13.4). Ele não escolheu a quem amar; amou incondicionalmente, sem fronteiras, sem limites, sem levar em consideração cor, raça ou sexo. E não amou só no falar, mas, também, no agir. E é assim que Ele quer que façamos.
A ofensa que Maju sofreu é apenas uma entre incontáveis casos de intolerância racial que acontecem cotidianamente. Nas redes sociais, várias pessoas manifestaram carinho e defenderam a jornalista, como forma de demonstrar que estavam inconformadas com a atitude dos ofensores. Sim, eles fizeram certo ao apoiá-la.
Acontece que, do mesmo jeito que Maria Júlia recebeu o carinho e o respeito de boa parte do Brasil, aqueles que são simples, desconhecidos e não têm tanta visibilidade também devem receber. Diariamente, nos deparamos com essas pessoas, que passam por situações semelhantes – quando não é racismo, é outro tipo de preconceito – e, às vezes, elas passam despercebidas.
Que estejamos cada vez mais atentos às pessoas que estão ao nosso redor e, se preciso, que entremos na causa delas para ajudá-las; que não haja discriminação por causa de cor, raça, sexo, religião, idade ou profissão; que a defesa contra o racismo – entre outros tipos de preconceito – e o amor ao próximo não sejam registrados apenas em comentários nas redes sociais, mas, também, em atitudes no nosso dia a dia.
:: Dayane Cristina

Apesar de acordo de paz a incerteza prevalece no norte do Mali


O Movimento Nacional de Libertação do Azawad, principal força de oposição no conflito do norte do Mali, finalmente aceitou assinar o acordo de paz com o governo
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Os rebeldes tuaregueses, que formam um grupo de agricultores e comerciantes, em sua maioria muçulmana, finalmente chegaram a um acordo de paz. Depois de pedirem por mais competência política, uma força de segurança regional e mais investimento no desenvolvimento da região, o governo maliano atendeu a todos os pedidos do grupo na esperança de cessar a violência que já dura há décadas.
Dennis, analista de perseguição da Portas Abertas, questionou: "Resta saber se o acordo de paz vai funcionar, considerando que os acordos anteriores falharam. Além disso, ainda há um risco de que os tuaregueses recorram a outros grupos radicais que estão ligados ao Al-Qaeda”.
Conforme o analista, o acordo de paz, em si, não consegue fazer justiça para as vítimas da violência e suas famílias. Os relatórios do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados dizem que cerca de 140 mil refugiados malianos, dos quais uma pequena percentagem é cristã, ainda vive no exterior. Além do que, não há indicações de que a Igreja possa contar com a segurança necessária, no norte do Mali.
FontePortas Abertas Internacional, BBC

Movimento LGBT quer punir igrejas que não aceitam casamento gay


Isenções fiscais de universidades e igrejas cristãs poderão ser revogadas nos EUA

Movimento LGBT quer punir igrejas que não aceitam casamento gayAtivismo quer punir igrejas que não aceitam casamento gay
Devido a sua importância no cenário político e cultural do mundo atual, o que acontece nos Estados Unidos acaba influenciando muitos outros países. Após a aprovação do casamento gay pela Suprema Corte, muito tem se especulado qual seria o próximo passo do movimento LGBT.
Existe uma verdadeira “guerra jurídica e cultural” no momento, que de muitas maneiras é influenciada pela campanha eleitoral que está em andamento, apesar de as eleições ocorrerem apenas em 2016. Por isso, muito tem se comentado se o próximo governo manterá as “políticas inclusivas”.
A corrente liberal, fortalecida com as decisões tomadas pela administração Obama, deseja ver todos que não se adequarem a nova lei igualitária forçados a mudar de ideia. Os primeiros alvos parecem ser as instituições cristãs.
Historicamente, várias das melhores universidades americanas foram fundadas e mantidas por igrejas. Muitas deixaram de ser confessionais, mas um número considerável permanece fiel a seus ideais desde a fundação.
Várias Universidades cristãs persistem com suas declarações de fé, na qual o casamento é definido como a união entre um homem e uma mulher. Quando um aluno se matricula nessas universidades confessionais, geralmente precisa assinar em concordância.
Como as universidades não oferecem alojamentos para gays nem permitem relacionamentos homossexuais nem de alunos nem de professores, existem processos na justiça de organizações que exigem mudanças nesse sentido. Esse tipo de perseguição fiscal está ocorrendo de forma bem similar também no Canadá.
Como consequência da mudança na lei federal, por conta da decisão da Suprema Corte dos EUA, que derrubou a proibição do casamento entre homossexuais em 14 estados, instituições cristãs não sabem ainda qual será o impacto sobre suas políticas internas.
Especialistas dizem que a decisão não poderia forçar uma instituição privada a mudar suas crenças ou práticas, pois violariam a liberdade de culto. Contudo, pode acabar com o status de isenção fiscal que todas as instituições cristãs possuem como extensão da lei que beneficia igrejas. Além disso, muitas universidades e hospitais confessionais recebem benefícios do governo americano.
Em junho, antes da Suprema Corte julgar a questão, administradores de dezenas de universidades e faculdades cristãs assinaram uma “carta aberta” onde expressavam sua “profunda preocupação com a possível perda de status de isenção fiscal”.
Para a maioria delas, isso pode significar o fechamento já que teriam de aumentar as mensalidades para compensar os novos custos e isso implicaria em perda massiva de alunos.
Contribui para isso a recente declaração do procurador-geral Donald Verrilli, de que seria “um problema” decidir sobre as punições a instituições que se mostram contrárias à lei que sanciona o casamento gay.
De acordo com o MLive, Frank Ravitch, professor de direito da Universidade do Michigan, acredita que esse tipo de proibição viola os direitos fundamentais dos cidadãos americanos. Ele acredita que qualquer processo fará com que a Universidade seja obrigada a mudar as regras ou perderá imediatamente suas isenções fiscais.
Organizações que lutam em favor dos direitos dos homossexuais já pediram que a Suprema Corte se manifeste sobre o fim da isenção de impostos para igrejas. O motivo seria que elas descumprem uma decisão federal ao não reconhecer – nem realizar – o casamento de pessoas do mesmo sexo.
A influente revista Time publicou uma coluna assinada por Mark Oppenheimer na seção “Religião”. Ele afirmou que “Agora é a hora de acabar com isenções fiscais para Instituições religiosas”.
Seu argumento é que com o dinheiro extra que seria arrecadado, o governo dos EUA poderia investir em obras de assistência social, justamente por reconhecer que as igrejas são responsáveis por muitos deles, suprindo uma lacuna que sucessivas administrações deixaram no cuidado aos pobres.
Os Estados Unidos foram fundados sob forte influência de princípios bíblicos. A ideia da isenção de impostos para igrejas é baseada na Bíblia. Esdras 7:24 ensina que os reis não podiam ‘exigir impostos, tributos ou taxas’ daqueles que trabalhavam no templo de Deus.

Facebook notifica FaceGlória por uso de sua marca


A rede social cristã tem 85 mil usuários ativos em pouco mais de um mês de lançamento

Facebook notifica FaceGlória por uso de sua marcaFacebook notifica FaceGlória por uso de sua marca
Uma rede social voltada para cristãos tem feito muito sucesso na internet, mas por conta do seu nome e de alguns elementos do layout acabou sendo notificada pelo Facebook que cobra direitos de propriedades intelectual.
O FaceGlória foi inaugurado em junho e já tem 100 mil perfis cadastrados, sendo que 85 mil são usuários ativos. A ideia da rede social para evangélicos é de Acir Santos que já foi notificado extrajudicialmente pela a empresa de Mark Zuckerberg .
Santos garante que a marca é patenteada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), porém o Facebook diz que a marca FaceGlória “infringe a lei de Propriedade Industrial, além de ser uma reprodução parcial do Facebook”.
O evangélico assume que se inspirou na rede social de maior sucesso do mundo, porém alega que o Facebook também imitou a rede social Orkut.
Agora ele terá que tomar providências para não ser acionado judicialmente sobre a marca, porém Acir Santos garante que a rede social evangélica continuará ativa. “Vamos nos manter firme”. Ele garante que irá buscar algum tipo de parceria com o Facebook.

Conheça o FaceGlória

Reinaugurado em junho deste ano, o FaceGlória é uma rede social voltada para cristãos que não estão 100% contentes com o conteúdo liberal do Facebook, regado de palavrões e pornografia.
“O Facebook é muito liberal, tem muita baixaria, promiscuidade. E isso desagrada as famílias”, disse Átilla Barros um dos criadores da rede social.
A ideia é que nesta rede social a família inteira possa participar sem se preocupar em ver cenas desagradáveis.
O FaceGlória também pode ser um local para quem está solteiro e busca encontrar alguém, por isso as paqueras também estão liberadas, desde que sejam duas pessoas solteiras, já que cobiçar a mulher do próximo é pecado.
A primeira tentativa de sucesso da rede social cristã foi em 2012, quando o FaceGlória era citado como uma rede social diferente feita para jovens evangélicos. Mas agora a plataforma ganhou apoio de nomes como Aline Barros e Bruna Karla e foi notícia no mundo todo, o que atraiu cristãos de diversos países do mundo.

Novo presidente nigeriano assume entre ataques e promete acabar com o Boko Haram


Muhammadu Buhari tomou posse da presidência da Nigéria no final de maio e prometeu combater a insurgência do Boko
08 Nigeria
O atual presidente ainda descreveu o Boko Haram como um “um grupo ateu estúpido, que está tão distante do islamismo, quanto se pode pensar.”
No entanto, a perpetuação da violência contra os cristãos na região do Cinturão Médio, área central nigeriana, onde o sul, em grande parte cristã, encontra o norte, de maioria muçulmana, continua a ser motivo de preocupação.
Muhammadu Buhari é a primeira figura da oposição que consegue ganhar uma eleição presidencial na Nigéria, desde a independência em 1960. É muito provável que Buhari tenha a intenção de reprimir as ações da Boko Haram, que tem sido responsável por grande parte da violência contra os cristãos nos últimos anos.
Porém a violência na Nigéria vai além do Boko Haram. Na última semana vários ataques contra comércio, igrejas e lares de cristãos têm novamente levantado questões sobre a perseguição religiosa na Nigéria.
Sob a sombra do grupo extremista, donos de propriedades e colonos nigerianos causaram a morte de milhares de cristãos e destruíram centenas de igrejas. Segundo o analista de perseguição da Portas Abertas, Dennis, isso se tornou um círculo vicioso de violência na região, liderado pelos Hausa-Fulani (união de dois povos da África Ocidental). Buhari pertence a essa facção e não há o que ele possa fazer para contribuir para o fim dessa violência.
FontePortas Abertas, BBC

Mulher-bomba mata cinco em igreja na Nigéria


Cinco pessoas morreram, incluindo o pastor da igreja localizada na cidade de Potiskum

Mulher-bomba mata cinco em igreja na NigériaMulher-bomba mata cinco em igreja na Nigéria
No último domingo uma igreja cristã na Nigéria sofreu um ataque que deixou pelo menos cinco mortos. Ao que parece, uma mulher-bomba se explodiu durante o culto e a ação já foi atribuída ao grupo Boko Haram.
A igreja atacada foi Redeemed de Deus localizada na cidade de Potiskum, segundo um repórter da agência AP entre os mortos do atentando estão uma mulher, seus dois filhos e um pastor.
“Quatro fiéis foram mortos no local e a quinta vítima morreu logo após a chegada do hospital”, disse um policial que registrou a ocorrência.
Na semana passa os terroristas do Boko Haram mataram a tiros cerca de 200 pessoas. A nova série de ataques tem preocupado as autoridades que tentam barrar a ação dos extremistas islâmicos.
O presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, se manifestou sobre esses ataques recentes dizendo que foram ações bárbaras e reforçou a necessidade da expansão de um Exército multinacional para combater os terroristas.
Mas não foram apenas igrejas que foram atacadas, cem homens e meninos que oravam em uma mesquita foram mortos a tiros na última quarta-feiraCom informações Extra

Cristãos estão sendo ridicularizados e coagidos após a legalização do casamento gay, diz jornal


Cristãos estão sendo ridicularizados e coagidos após a legalização do casamento gay, diz jornal
A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos em legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo no país foi um duro golpe nas igrejas evangélicas, que embora não sejam obrigadas a celebrar tais uniões, agora são confrontadas e ridicularizadas pela opinião pública.
No domingo 28 de junho, dois dias após a decisão da Suprema Corte, muitas igrejas pelo país realizaram seus cultos em tom de lamento. O jornal The New York Times publicou uma matéria sobre a igreja Wheaton Bible, usando-a como ilustração.
“Eu vim com uma grande sensação de lamento, por causa do que aconteceu na sexta-feira”, disse o pastor Lon Allison, professor da igreja, aos fiéis antes de ler um comunicado oficial sobre o assunto: “Não podemos aceitar ou aderir a qualquer redefinição legal, política ou cultural do casamento bíblico, nem vamos realizar ou endossar cerimônias de casamento entre pessoas de mesmo sexo”.
De acordo com o jornalista Michael Paulson, “a mudança dramática da opinião pública, e agora das leis do país, deixou os protestantes evangélicos, que representam cerca de um quarto da população dos EUA, em uma posição desconfortável”, obrigando as igrejas a adaptar seu discurso que antes era de rejeição total, a uma postura mais receptiva às pessoas homossexuais, embora ainda reprovando a prática.
Paulson diz que os evangélicos estão “fora de sintonia com a sociedade em geral”, o que leva os fiéis e pastores a serem “ridicularizados como preconceituosos e odiosos”.
“Muitos estão se sentindo coagidos enquanto tentam viver de acordo com sua compreensão dos ensinamentos bíblicos, e temem que uma mudança no cenário jurídico quanto aos direitos dos homossexuais leve inevitavelmente à restrição da liberdade religiosa”, acrescentou o jornalista.
Esse cenário sociocultural tem levado cada vez mais cristãos que se declaram homossexuais a optar por frequentar igrejas evangélicas, o que tem causado críticas por parte dos fiéis heterossexuais que tem amigos ou parentes gays, por causa da postura adotada pela igreja.
“Há um desejo crescente por parte de alguns, até mesmo dentro da igreja, de combinar a fé cristã com a aceitação da prática homossexual”, reconheceu a declaração da igreja Wheaton, sem no entanto, comungar com a ideia.
“Os evangélicos estão percebendo que eles têm uma visão minoritária na cultura, e que nesta questão eles perderam a vantagem de jogar em casa”, disse Ed Stetzer, diretor executivo da LifeWay Research, instituto que realiza pesquisa sobre os evangélicos. “Eles estão aprendendo a falar de forma elegante e afável, coisa que, quando sua visão era majoritária, não costumavam fazer”, concluiu.

terça-feira, 7 de julho de 2015

“O pão nosso de cada dia…”


“O pão nosso de cada dia…”

Foto: Internet
Foto: Internet
Durante muito tempo achei esta súplica meio fora de lugar na oração do Senhor. Minha maior dificuldade vinha de uma sensação hipócrita de saber que este pão encontra-se estocado na despensa de minha casa. Para as famílias que não sabem o que terão para o almoço, esta súplica parece fazer sentido, mas para mim e tantos outros que entram nos supermercados e abastecem suas despensas para os próximos quinze ou trinta dias, não faz muito sentido pedir pelo “pão nosso de cada dia”. Sabemos que ele já está garantido na mesa hoje, amanhã ou na semana que vem. Por que então orar pelo “pão de cada dia”?
Eu poderia minimizar minha dificuldade dizendo que, mesmo este pão já garantido, é dádiva de Deus. Sei que é. O que não fazia sentido para mim era o porquê desta súplica (não a gratidão por tudo que Deus tem me dado). Pensemos, por um instante, num paciente de classe média aguardando uma cirurgia num hospital. Provavelmente sua preocupação será mais com a competência da equipe médica, com os recursos tecnológicos disponíveis, e menos com a oração; a oração entra como um ator coadjuvante, caso, alguma coisa saia do controle, mas não como a preocupação central. Somos tentados a crer que Deus está presente apenas nas sombras de nossa consciência. Que ele é capaz de atender às necessidades emocionais confusas, aos problemas para os quais a ciência não tem respostas, mas totalmente irrelevante para o “pão de cada dia”.
O “Pai Nosso” é nossa primeira escola de oração. Nesta súplica Jesus nos ensina que a oração não é uma ferramenta técnica, usada para excitar nossa curiosidade. Pelo contrário, ela nos envolve num exercício de fé e compreensão da realidade que está além da ciência. Ela não é um meio de manipular a criação, mas uma forma de compreender e penetrar na realidade dela. Ao suplicar “o pão nosso de cada dia dá-nos hoje” colocamos Deus no centro de nossas necessidades cotidianas. Se Deus é percebido apenas nas fronteiras de nossas vidas, nas grandes crises ou nos grandes eventos, esta súplica não tem significado algum. Mas, como Deus nos é revelado como nosso “Pai que está nos céus”, a súplica pelo “pão de cada dia” revela a presença de Deus no que há de mais simples e comum no nosso dia a dia.
O reino de Deus envolve a vida inteira. Nada é trivial diante de Deus. Nossas necessidades profissionais, afetivas, físicas, emocionais, tudo importa a Deus. Ele é o Deus do cotidiano, das pequenas coisas, do pão sobre a mesa e do sol que se põe ao entardecer. Deus se interessa pelo fio de cabelo que cai e pela mão que o toca no meio de uma multidão. A oração do “Pai Nosso” nos torna conscientes de que a experiência da oração não envolve apenas as situações de emergência ou as ansiedades do futuro, mas é pão para hoje, para as necessidades e situações do presente. É uma oração que nos ensina a não nos preocupar com o dia de amanhã. A fé cristã, para muitos, se mostra mais relevante nas lembranças do passado ou nas preocupações com o futuro, mas não tem nenhuma relevância para o presente. É no “pão de cada dia” que a graça de Deus se mostra real. O maná do deserto servia somente para o presente, nunca para o futuro. A ansiedade do futuro apodrece a graça do presente.
Outro aspecto desta súplica é que ela nos ensina a orar pelo “pão nosso”, não “meu”. É uma oração que precisa ser feita com os olhos bem abertos porque, ao fazê-la, nos tornamos mordomos responsáveis dos bens de Deus. Ela integra o básico, o “pão de cada dia”, em meio a tantas “necessidades” criadas pelo espírito consumista. Ela pede por justiça, que é fruto da conversão do “meu” para o “nosso”, e rompe com o egoísmo, nos transformando em seres solidários. Com ela aprendemos a valorizar o essencial (oramos pelo pão, não pelo caviar), porque a vida está na relação comunitária, na fidelidade e responsabilidade para com Deus, dono da prata e do ouro, da comida e da bebida, que nos confiou os seus bens para cuidar dos seus filhos. É a fé tomando forma nas situações mais reais da vida.
::Ricardo Barbosa de Sousa

“A vinda do Messias é iminente”, alerta influente rabino


Religiosos pedem que judeus voltem para Israel

“A vinda do Messias é iminente”, alerta influente rabino"A vinda do Messias é iminente", alerta rabino
O rabino Chaim Kanievsky é uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo. Suas mensagens mais recentes são claras e inequívocas: a vinda do Messias é iminente. Ele está pedindo que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu.
Ele tem feito eco aos escritos do rabino Yitzchak Ben Tzvi, que escreve extensivamente sobre o final dos tempos. São vários os rabinos que começaram a defender nos últimos anos que os sinais proféticos são claros.
Kanievsky decretou que é uma “Mitzvah Dioraita”, ou seja, um mandamento bíblico voltar para Israel agora. Vem informando a vários sites que desde a guerra do verão passado em Gaza a expectativa é que o momento dessa vinda do Messias seria: “No final do ano sabático”.
O atual ano sabático no calendário judeu se encerra no dia 29 de Elul, que para o restante do mundo será o sábado, 12 de setembro de 2015.
Existem relatos de respostas ao apelo do rabino Kanievsky em várias comunidades ao redor do mundo, principalmente nos Estados Unidos.
Judeus da França começaram a chegar em Israel em massa este ano, estimulados pelo convite do primeiro-ministro israelense Netanyahu. Nos últimos anos, 7.000 judeus franceses voltaram para Israel. O Ministério de Absorção de Imigrantes espera mais de 3.000 judeus franceses neste verão.
Alguns cristãos especializados no estudo de profecias vêm apontando para setembro deste ano como um mês que trará “sinais no céu”. No dia 13 ocorrerá um eclipse solar parcial, coincidindo com o início da “Festa das trombetas”.
Já no dia 23, durante a Festa dos Tabernáculos, ocorrerá o fenômeno da Superlua – a lua nunca esteve tão próxima da Terra. E mais, essa será a quarta Lua de Sangue.
O teólogo e pastor Mark Biltz vem dando palestras no mundo todo sobre o que ele que são os sinais claros deixados por Deus nos céus e na terra. A aparição da “primeira lua de sangue” na Páscoa de 2014, marcou o início de um cumprimento profético.
Descendente de judeus, ele passou anos estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.
“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda”, esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, que seriam a comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus. Com informações de Breaking Israel News e Israel National News