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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Pastor critica tendência em igrejas que ele classifica como “evangelho ostentação”


Pastor critica tendência em igrejas que ele classifica como “evangelho ostentação”
Nos últimos meses, o termo “ostentação” se tornou muito popular no Brasil, impulsionado por um segmento do funk que carrega este título e tem como tema central a exibição de riquezas e poder aquisitivo. Porém, um pastor está usando o termo para comentar sobre alguns segmentos dentro da igreja evangélica que, segundo ele, tem como foco apenas uma forma de apresentação, e não a essência do evangelho.
O termo ostentar é definido pelos dicionários como “Exibir-se; Mostrar-se de maneira exibicionista ou com aparato; Tornar público e/ou evidente; Expor (alguma coisa a alguém) demonstrando certa presunção intencional; Vangloriar”.
Em artigo publicado no site Padom, o pastor Rafael Ricardo Granetto afirma que “o evangelho ostentação tem se espalhado dentro de nossas igrejas”.
– Essa é uma palavra que está sendo usada muito em um movimento rítmico, a saber o Funk, que se dissemina pelo Brasil a fora. Observando então os artistas, se assim o podemos chamar, vemos que realmente o exibicionismo e a exposição feita de seus aparatos e conquistas, acabam atraindo um grande número de seguidores, que na maioria, são jovens e adolescentes que tendem a serem imaturos e flexíveis – explica Granetto, ao iniciar sua comparação entre o movimento musical e a tendência observada em algumas igrejas.
– Olhando para outro movimento, esse religioso, a saber o cristianismo, que também se dissemina, só que esse pelo Mundo a fora. Observamos então, os ministros e o conteúdo de suas mensagens. Ministros que deixaram de olhar para o evangelho baseados em sua vocação, mas passaram a visar o mesmo baseados em sua profissão – completou o pastor.
Granetto afirma que “as ostentações dos ministros a respeito dos fiéis os levam a se corromperem com heresias intermináveis” e que “as ostentações dos ministros em respeito a seus líderes os levam a se corromperem do foco que são a almas perdidas”.
– Números, resultados, estatísticas, reuniões, convenções, projetos, etc, etc… Qual o valor de uma alma? Qual o valor de uma alma? Insisto, qual o valor de uma alma? – questiona o pastor.
O pastor Granetto afirmou ainda que “quando os discípulos ostentaram o destaque ao desejarem saber qual deles seria o maior do reino, o Senhor deu-lhes um ensino maravilhoso com um menino que foi colocado no meio deles”.
– Com isso acabam traindo alguns valores preservados pelo Espírito Santo. Valores que são irrevogáveis. Valores que envolvem remidos. Valores que nos diferenciam, não pelos números apresentados, antes pela essência que não foi desprezada – concluiu o pastor.

Pastora Flordelis fala sobre sua luta para criar seus 55 filhos, no programa “Hora do Faro”


Pastora Flordelis fala sobre sua luta para criar seus 55 filhos, no programa “Hora do Faro”; Assista
No último domingo (18), o programa “Hora do Faro” exibiu uma reportagem especial sobre a cantora e pastora Flordelis. O tema central da reportagem foi a emocionante história da pastora e sua luta para criar seus 55 filhos adotivos.
Durante o programa, exibido pela rede Record, Flordelis falou ao apresentador Rodrigo Faro sobre os detalhes de sua luta para criar seus filhos, e sobre as dificuldades que já enfrentou para ter o direito de criar sua grande família.
– Eu digo sempre que o que eu mais amo fazer na vida é ser mãe. É uma dádiva de Deus e, principalmente, ser mãe de filhos que não foram gerados do meu ventre, mas sim do meu coração – relatou a pastora
Um dos detalhes relatados pela pastora foi de que ela e seu marido receberam todos os filhos que hoje criam como se fossem seus filhos naturais, mas que tiveram de passar um ano fugindo da justiça sendo acusados de sequestro.
Flordelis e Rodrigo Faro passaram por locais no Rio de Janeiro onde aconteceram fatos que marcaram a vida da pastora. Um desses locais destacados na reportagem fica nas proximidades da Central do Brasil, onde aconteceu uma chacina e levou os primeiros filhos da pastora à sua humilde casa, na favela.
Além de contar sua história com sua família e de mostrar a seus filhos, a pastora Flordelis também cantou trechos de algumas de suas músicas.

Padre responde porque a Igreja Católica não permite o casamento de pessoas “inválidas”


Padre responde porque a Igreja Católica não permite o casamento de pessoas “inválidas”
O sacramento do matrimônio é cercado de dogmas e regras em todas as tradições religiosas, inclusive entre as diferentes vertentes do cristianismo. Muitas dessas regras são motivos de polêmica e, muitas vezes, não são compreendidas pela maioria das pessoas. Entre tais regras que motivam polêmica está a da Igreja Católica em não permitir o casamento de uma pessoa “inválida” ou impotente sexualmente.
Em um artigo no site Aleteia, o padre Francesco Romano, professor de Direito Canônico, respondeu a um questionamento sobre o assunto, baseado no fato de recentemente o bispo de Viterbo ter negado a um casal de noivos a possibilidade de casar-se pela Igreja depois que o noivo ficou inválido devido a um acidente.
Em sua resposta, o principal argumento apontado pelo professor é o entendimento do casamento pela Igreja Católica, não como apenas uma união por amor, mas como um “consórcio íntimo de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole”.
– O amor natural é uma realidade psicológica muito importante, poderíamos dizer prévia, mas indeterminada, não qualificável nem quantificável. O casamento, de fato, nasce e se funda não sobre um genérico sentimento volúvel, mas sobre o consenso como ato de vontade que duas pessoas manifestam – afirmou Romano.
– Em outras palavras, o casamento não pode depender somente de um sentimento natural como o amor, bastante volúvel e imprevisível por natureza – completou, ressaltando que para os cristãos, o casamento “é um sacramento que transforma os esposos em sinal e participação do mistério de unidade e amor fecundo entre Cristo e a Igreja”.
O padre citou ainda o Código de Direito Canônico para explicar que, por meio do pacto conjugal, os esposos manifestam seu consentimento, ou seja, “constituem entre si o consórcio íntimo de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole”.
– Este “consórcio”, como ato voluntário, que o diferencia da união de fato, não tem somente uma extensão temporal, mas expressa o envolvimento total dos dois cônjuges em todas as suas dimensões comunicáveis, tanto no âmbito psicológico como físico, até tornar-se “uma só carne”, de maneira irreversível, até a morte – explica o padre Francesco Romano.
Citando novamente o Código de Direito Canônico, o padre explica que a impotência sexual, de qualquer natureza, “impede a pessoa de realizar a união sexual conjugal”.
– A incapacidade de realizar o ato conjugal impede, além disso, de assumir os atos idôneos para a procriação, à qual, por natureza, o casamento é ordenado – explica o religioso.

Pastor tem vínculo trabalhista com a Igreja Universal reconhecido na Justiça após processar a denominação


Pastor tem vínculo trabalhista com a Igreja Universal reconhecido na Justiça após processar a denominação
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu recentemente contra a Igreja Universal do Reino de Deus em um processo no qual um ex-pastor da denominação pedia que fosse reconhecido seu vínculo trabalhista com a igreja.
Segundo o jornal Extra, a relação trabalhista ficou provada, já que o pastor precisava participar de reuniões, contava com uma folga semanal e era obrigado a aparecer em cultos e programas de rádio e TV promovidos pela Igreja Universal. Além disso, a remuneração mensal dele variava de acordo com as metas de arrecadação, e ele recebia prêmios, como automóvel ou casa, de acordo com a produtividade, e era punido se não alcançasse as metas.
No processo movido contra a igreja, o pastor alegou que era obrigado a prestar contas diariamente aos seus superiores, sob ameaças de rebaixamento e transferência, e que tinha que cumprir metas de arrecadação financeira, sendo que essa seria sua principal função na igreja, e ele afirma que era instruído a pregar capítulos e versículos bíblicos que estimulavam as ofertas e os dízimos dos frequentadores da IURD.
Inicialmente, a Igreja Universal havia o contratado na função de obreiro em Curitiba, no Paraná, com salário fixo e mensal. Após dois anos, ele foi consagrado pastor da denominação, até ser demitido sem justa causa, depois de 14 anos atuando na instituição religiosa.
Apesar de as instâncias anteriores terem definido que o trabalho como pastor não configura vínculo empregatício, por se tratar de um trabalho motivado por vocação religiosa o ministro Alexandre Agra Belmonte, relator do recurso do pastor ao TST, afirmou que no caso específico deste pastor, existem fatos e provas fartas de elementos caracterizadores do vínculo.
– Diante desse quadro, a ficha pastoral de ingresso na instituição e de conversão à ideologia da igreja torna-se documento absolutamente irrelevante, uma vez que o seu conteúdo foi descaracterizado pelos depoimentos, sendo o contrato de trabalho um contrato realidade, cuja existência decorre do modo de prestação do trabalho e não da mera declaração formal de vontade – afirmou o ministro.
Com a decisão do TST, o processo retornará ao Tribunal Regional de Trabalho da 9ª Região (PR), que será responsável por examinar as verbas decorrentes dessa relação.

Casa de missionário brasileiro foi incendiada por extremistas islâmicos no Níger


Casa de missionário brasileiro foi incendiada por extremistas islâmicos no Níger
A onda de ataques a cristãos no Níger, motivada pela publicação de uma nova charge do profeta Maomé na capa da revista francesa Charlie Hebdo, continua a causar destruição em igrejas, e também em casas e estabelecimentos comerciais de cristãos no país. Uma das vítimas desses ataques foi o missionário brasileiro Alexandre Canhoni, do Ministério Guerreiros de Deus.
A casa e a base missionária de Alexandre e sua esposa, a também missionária Giovana Canhoni, foram completamente destruídas, no momento, ele, sua esposa e filhos estão tendo que viver separadamente em alojamentos improvisados em casas de amigos.
Aproximadamente 10 cristãos já foram assassinados e mais de 20 igrejas foram depredadas / incendiadas por extremistas islâmicos, desde a última sexta-feira.
Em um vídeo o missionário mostra uma parte de sua casa, onde ele se reunia com sua família e amigos para realizar encontros e reuniões de oração, que foi completamente destruída por extremistas islâmicos.
– Eles [extremistas islâmicos] começaram a pôr fogo e, milagrosamente, não queimou essa palha toda [teto]. Isto foi parte do estrago – relatou o missionário.
Em uma mensagem enviada à psicóloga cristã Marisa Lobo, Alexandre Canhoni comentou sobre detalhes do ataque, e pediu ajuda para poder continuar com seu ministério, que distribui mais de mais 1.200 pratos de comida por dia para crianças em situação de risco.
– Precisamos de ajuda, fomos atacados ontem de manhã, dia 17/01, por volta das 13 horas em nossa base e casa. Saímos cerca de 3 a 5 minutos antes deles chegarem. Fugimos sem saber para onde iríamos. Eles quebraram tudo, jogaram fogo, destruíram todas as nossas coisas e também as coisas da base. Não temos como voltar para casa, nossos filhos, foram dispersos cada um para casa de um amigo diferente, onde estão até agora. Todos estamos muito assustados. Uma multidão com paus, porretes, facões estava em fúria – relatou o missionário.
– Não podemos sair daqui agora e deixar nossos filhos, estamos com uma equipe, que são no total, sete brasileiros. Tem outros brasileiros no país, mais ninguém foi atingido. Creio que precisaremos de passagens para as meninas. Precisaremos se possível de ajuda financeira para comprar janelas, portas e coisas para nossa casa, como geladeiras, fogões, colchões… Tudo foi queimado: panelas, pratos, copos, mobílias. Estamos sem água e sem luz. Fugimos com a roupa do corpo – completou.

Suposto “gesto satânico” feito pelo papa Francisco causa polêmica nas redes sociais


Suposto “gesto satânico” feito pelo papa Francisco causa polêmica nas redes sociais
Um gesto feito pelo papa Francisco para demonstrar proximidade às famílias surdas das Filipinas durante sua viagem ao país está causando uma grande polêmica nas redes sociais, e muitos afirmam que o líder católico fez um gesto “satânico” diante de milhares de pessoas.
Durante o encontro do pontífice com as famílias na Arena de Manila, na sexta-feira passada, o arcebispo local Luis Antonio Tagle o ensinou uma expressão em língua de sinais para dizer aos surdos que o ele os ama. O papa e o arcebispo fizeram o gesto em meio à música e aos cantos dos milhares de fiéis presentes no encontro.
O gesto feito pelo papa Francisco é a junção das iniciais “i”, “l” “y”, em língua de sinais, ou seja: I Love You (eu amo vocês). Porém, comentários nas redes sociais estão associando o gesto do religioso ao símbolo semelhante que é muito utilizado pelos fãs de heavy metal, que costumam usá-lo para reverenciar bandas, e é tipo por muitos como uma reverência satânica.
De acordo com o G1, a cerimônia onde o papa fez o gesto que motivou a polêmica reuniu cerca de 20 mil pessoas. Ao final, Francisco cumprimentou e abençoou o público, que fez fila para passar diante do palco. O Papa está em uma visita apostólica de cinco dias nas Filipinas.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Justiça Federal começa a fiscalizar aluguel de horários de TV para a Igreja Universal


O Ministério das Comunicações começou a investigar a locação de horários de TV pela Igreja Universal do Reino de Deus. A investigação começou por determinação da Justiça Federal, e tem como alvo os programas da denominação religiosa em emissoras da Rede CNT.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o Ministério das Comunicações confirmou que estão sendo fiscalizadas as quatro concessões da Rede CNT: TV OM de Curitiba; TV OM de Londrina (PR); TV Corcovado, do Rio de Janeiro; e TV Carioba, de Americana (SP). A rede é controlada por familiares do ex-presidente do PTB José Carlos Martinez e, conforme contrato firmado em 2014 e válido por oito anos, transmitem 22 horas por dia de programas da denominação do bispo Edir Macedo.
A ordem de fiscalização das programações da denominação religiosa partiu do juiz federal Djalma Moreira Gomes, da 25ª Vara de São Paulo. Em decisão liminar, o juiz concordou com o Ministério Público Federal, que, numa ação civil pública, acusou o governo de omissão em relação às normas já existentes.

A Procuradoria questiona a legalidade do contrato entre a Rede CNT e a denominação religiosa, com a alegação de que o acordo caracteriza alienação da concessão. Apoiada em pareceres dos juristas Celso Antônio Bandeira de Mello e Fábio Konder Comparato, a Promotoria afirma que mesmo que seja interpretado como publicidade, o negócio é irregular, pois extrapola o limite legal para propaganda, que é de 25% da programação.
A ação que resultou na ordem de investigação cita também o Governo Federal que muito fala sobre a necessidade de regulação da mídia, causa defendida há anos pelo PT, mas tem permanecido inerte nessa área, segundo o Juiz.


“Se xingar minha mãe, espere um soco”, afirma papa Francisco ao comentar ataques terroristas em Paris; Assista


“Se xingar minha mãe, espere um soco”, afirma papa Francisco ao comentar ataques terroristas em Paris; Assista
O papa Francisco comentou sobre os recentes ataques à revista satírica francesa Charlie Hebdo, em Paris, defendendo o direito de expressão, mas afirmando que não  devemos provocar uns aos outros insultando a fé alheia. Para ilustrar sua opinião sobre o assunto, o líder católico afirmou que seu assistente poderia esperar um soco caso ele xingasse sua mãe.
– É verdade que não se pode agir violentamente. Mas se o dr. Gasbarri (auxiliar do papa), um grande amigo, falar alguma coisa ruim sobre a minha mãe, ele pode esperar um soco.
– É normal. Você não pode provocar, não pode insultar a fé dos outros – completou o pontífice.
O comentário do papa Francisco, de que daria um ”soco” em quem ofendesse a sua mãe, aconteceu em uma conversa com jornalistas no avião papal em uma viagem a caminho das Filipinas. A afirmação do líder católico provocou polêmica entre religiosos e ateus, e abriu um debate na Itália sobre uma possível justificativa ao ataque terrorista.
– O papa expressou a impossibilidade neste século de dar a outra face e respeitar o desejo evangélico de amar o próprio inimigo – comentou o ateu Massimo Cacciari, ex-prefeito de Veneza.
– O papa buscou o efeito humano, talvez tenha sido demasiado humano – declarou a página católica na Internet, Vatican Insider.
Segundo o site O Povo, fontes no Vaticano comentaram que a idéia do soco foi usada como exemplo em “tom coloquial” para explicar a complexidade do problema.
– Eu não posso fazer piada com a religião. E este é o limite. Eu coloquei este exemplo do limite para dizer que na liberdade de expressão há limites, como no exemplo da minha mãe – declarou o próprio papa Francisco aos jornalistas.

Assista:

http://youtu.be/4iv_MR0PvAM

Igrejas são incendiadas em protesto contra a revista francesa Charlie Hebdo


Igrejas são incendiadas em protesto contra a revista francesa Charlie Hebdo
A publicação de uma charge do profeta Maomé na capa da revista francesa Charlie Hebdo, depois do atentado à sede da publicação, motivou um protesto violento nas ruas de Niamey, capital do Níger, na África. Durante os protestos, pelo menos duas igrejas foram incendiadas.
Segundo a BBC, o protesto começou do lado de fora da maior mesquita da cidade, e polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. A embaixada francesa no país pediu que seus cidadãos ficassem em casa.
A capa da última edição da revista, que motivou os protestos, traz uma charge em que Maomé segura um cartaz em que se lê “Je suis Charlie” (Eu sou Charlie). A frase, em francês, tem sido usada desde o ataque à publicação como forma de protesto contra a morte dos chargistas, e também como forma de manifestar repúdio aos ataques terroristas.
Com o grande apelo popular da frase, os 60 mil exemplares originais da edição se esgotaram nas bancas, e a revista já providenciou a impressão de mais sete milhões de cópias.
Muitos muçulmanos consideram como uma ofensa a retratação do profeta Maomé, e a publicação motivou também protestos contra a revista no Paquistão, no Sudão, na Algéria e na Somália.
No Níger, uma ex-colônia francesa, centenas de manifestantes se reuniram nas ruas gritando “Deus é grande” em árabe. Além disso, um grupo de pessoas depredou lojas administradas por cristãos em Zinder, no sul do país.

Menino desmente livro onde relatava ter visitado o céu após quase morrer: “Eu acho que estava querendo atenção”


Menino desmente livro onde relatava ter visitado o céu após quase morrer: “Eu acho que estava querendo atenção”
O garoto Alex Malarkey, de 10 anos, ficou conhecido no mundo inteiro por causa do livro “O Menino que Voltou do Céu”, que relata sua suposta morte e viagem até o paraíso após um grave acidente de transito. Porém, Malarkey veio recentemente a público desmentir a história contada no livro, e afirma que estava querendo chamar atenção ao relatar seu suposto encontro com Deus.
Após um grave acidente em 2004, Alex ficou dois meses em coma e, segundo seu relato, foi encaminhado por anjos até o paraíso.
– Eu não morri. Eu não fui para o paraíso. Eu disse que fui para o paraíso porque eu acho que estava querendo atenção. Quando eu fiz aquilo, eu nunca tinha lido a Bíblia. As pessoas têm lucrado com mentiras. E continuam lucrando – afirma agora o garoto, segundo o jornal “New York Daily News”.
O garoto criticou ainda o mercado literário criado em torno de supostas “viagens ao céu”, batizado pelo “The New York Times” como “heavenly tourism” (algo como turismo celestial), e que já conta com best-sellers como “O Céu é de Verdade”, “90 Minutos no Céu”, “Cenas do Além” e “Meu Tempo No Céu”, todos relatando viagens ao paraíso.
– Nada escrito pelo homem pode ser infalível. Eu quero que todo o mundo saiba que a Bíblia é suficiente. Aqueles que comercializarem esses materiais devem ser chamados a arrepender-se e ter a Bíblia como suficiente – afirmou Alex Malarkey.
De acordo com o Washington Post, após a declaração de Malarkey, a editora Tyndale House, responsável pela publicação do livro, afirmou que a obra será retirada de todas as livrarias e não será mais vendida.
A mãe do garoto criticou a comercialização do livro e em uma declaração publicada em seu blog pessoal afirmou que é “ao mesmo tempo intrigante e doloroso ver o livro não só continuar a vender, mas, em sua maior parte, não ser questionado”.

Ex-pastor que pregava a “cura gay” assumiu sua homossexualidade e hoje afirma que sua vida era “uma farsa”


Ex-pastor que pregava a “cura gay” assumiu sua homossexualidade e hoje afirma que sua vida era “uma farsa”
O professor de inglês, filósofo e teólogo Sergio Viula, de 45 anos, ficou conhecido no Brasil como um dos fundadores do Moses (Movimento pela Sexualidade Sadia), uma ONG evangélica que tem como objetivo ajudar pessoas que desejam abandonar a homossexualidade. Viula atuou por nove anos como pastor em uma igreja batista, e tinha como um dos principais temas de seu trabalho religioso o trabalho do Moses. Após assumir ser homossexual, ele hoje afirma que sua vida era baseada em uma farsa.
Viula, que foi casado com uma mulher por 14 anos e tem 2 filhos, assumiu ser homossexual aos 34 anos. Depois de assumir sua sexualidade, ele se separou de sua esposa, abandonou a vida religiosa e se tornou ateu.
O ex-pastor conta sua história no livro “Em Busca de Mim Mesmo”, e concedeu recentemente uma entrevista à página “Mulher” do portal UOL. Durante a entrevista, ele falou sobre sua luta interior até aceitar a própria homossexualidade e afirma ter certeza de que a “cura gay” não funciona.
Durante a entrevista, Viula contou que desde a infância já sentia diferente dos outros meninos, mas que ainda não sabia o que significava as coisas que sentia.
– Comecei a perceber que aquilo que eu sentia podia ser um problema para os outros. Foi quando passou a ser um problema para mim. E aí veio a rejeição, a auto-homofobia – comentou o ex-pastor.
Ele conta que lutou contra a homossexualidade durante muito tempo, principalmente por ter ouvido sua vida inteira que ser gay é um pecado. Viula conta ainda que quando se converteu ao protestantismo acreditava que se tornaria heterossexual. Ele afirma que ainda que realmente acreditava que sua vida sofreria uma grande mudança por causa da religião, mas que isso não aconteceu em sua vida.
– Vem aquele papo evangélico que aquele que está em Cristo nova criatura é. Você acredita nisso. E eu passei a acreditar que podia casar e ser fiel à minha mulher e extrair da relação todo o gozo que precisasse e dar a ela a mesma coisa – afirmou.
– Eu queria ter estado na igreja sem nunca acreditar de verdade. Porque em pouco tempo eu pularia fora. Mas, como eu acreditava, era capaz de tudo em nome da fé – completou.
O ex-pastor falou também sobre seu trabalho com o Moses, afirmando que durante anos acreditou em uma mudança que, no fim das contas, nunca viu acontecer com ninguém. Ele conta que em seu gabinete pastoral ouvia das pessoas que ele estava “tratando” que nada havia mudado em suas vidas.
– Eles me falavam tudo. Ninguém mudava. Foram anos de trabalho e ninguém mudando. E um dia a vice-presidente do Moses me perguntou: que mudança é essa que a gente tanto fala e ninguém vive? Porque não vejo ninguém mudar. E eu respondi que me perguntava a mesma coisa – afirmou.
Sergio Viula conta então que começou a perceber que sua vida estava baseada em algo que ele não acreditava de verdade, e que decidiu assumir de vez sua homossexualidade após ter se relacionado com um homem durante uma viagem que fez para Singapura para um seminário religioso.
– Eu estava em frangalhos, porque estava feliz da vida por tudo que tinha acontecido com aquele homem, mas arrasado porque as pessoas que confiaram em mim pensavam que eu estava lá muito bem, cercado do espírito santo. Ali, “caiu a ficha” – contou o ex-pastor.

Rodrigo Santoro vai viver Jesus Cristo na refilmagem do clássico “Ben-Hur”


Rodrigo Santoro vai viver Jesus Cristo na refilmagem do clássico “Ben-Hur”

A refilmagem de Ben-Hur, o clássico filme de William Wyler de 1959 estrelado por Charlton Heston, já tem vários nomes confirmados, entre eles está o ator Brasileiro Rodrigo Santoro, que viverá Jesus Cristo na produção. Segundo informações do “Hollywood Reporter”, o personagem deve aparecer algumas vezes em cenas com Ben-Hur.

O filme original se passa na época de Jesus Cristo, e conta a vida de um judeu de grande influência (Judah Ben-Hur), que é traído por seu amigo (Messala) romano, e é então escravizado. Ele luta pela liberdade e volta para conseguir a vingança. As informações sobre a refilmagem são de que ela mostrará uma história diferente, antes de o Império Romano tomar Jerusalém, focando nos primeiros anos da vida de Judah Ben-Hur e seu companheiro Messala. O filme também irá mostrar um enredo paralelo, com a jornada de Jesus Cristo, até sua condenação por Pilatos, o que deixará o longa mais fiel ao livro que inspirou o filme.

O personagem principal do filme será vivido por Jack Huston, e a produção também contará com Morgan Freeman elenco, dando vida ao homem que treina Ben-Hur. Também estão no elenco Toby Kebbell, Sofia Black D’Elia e Ayelet Zurer. Timur Bekmambetov, de “O Procurado” e “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”, será o diretor da refilmagem.
O roteiro do filme é uma adaptação do livro “Ben-Hur: A Tale of The Christ” (Ben-Hur: Uma História dos Tempos de Cristo) de Lew Wallace, de 1880. Em 1959, a obra teve sua primeira versão cinematográfica, protagonizada por Charlton Heston e vencedora de onze prêmios Oscar.



Estado Islâmico usa profecias do apocalipse para impulsionar recrutamento de militantes


Estado Islâmico usa profecias do apocalipse para impulsionar recrutamento de militantes

Analistas políticos têm comentado sobre as estratégias de recrutamento do grupo extremista Estado Islâmico, e ressaltam o constante uso de profecias do apocalipse nos materiais de comunicação do grupo. Segundo artigo publicado no Washington Times, os líderes do grupo na Síria e no Iraque são apaixonados por profecias apocalípticas muçulmanas prenunciando uma batalha final entre o bem e do mal.

Analistas dizem que o grupo extremista sunita é consumido por essas fantasias de forma Osama bin Laden e a al Qaeda nunca foram. Eles afirmam que a propaganda do Estado Islâmico é tão saturada com essas profecias que as autoridades de inteligência estão trabalhando para determinar o quanto a estratégia de atuação está sendo moldada por previsões obscuras.
Em páginas do Estado Islâmico em mídias sociais uma das coisas que chamou a atenção dos analistas foram fotos que descreve um chamado “ciclope bebê” para a sua fixação em uma cidade síria, onde as profecias dizem que a batalha final ocorrerá. Os estudiosos dizem que o líder do grupo, Abu Bakr al-Baghdadi, está usando a mitologia para convencer seus seguidores de que o apocalipse já começou.
– Desde a sua criação, os líderes do Estado Islâmico foram obcecados com profecias islâmicas do ‘Fim dos Tempos – disse William McCants, do Brookings Institution’s Center for Middle East Policy.
McCants, que atualmente está escrevendo um livro sobre a obsessão do grupo com tais profecias, afirma ainda que o “DNA ideológico e organizativo do grupo é simplesmente diferente da al Qaeda na forma como ela aborda tais profecias”.
O estudioso explica que as previsões apocalípticas não vêm do Corão, mas sim de um corpo de literatura conhecido como o Hadith, uma compilação de ditos atribuídos ao profeta Maomé por seus seguidores, mais de cem anos após sua morte.
De acordo com o francês Jean-Pierre Filiu, um estudioso em previsões apocalípticas do Islã, uma questão mais profunda pode girar em torno de como os líderes do Estado Islâmico usam as profecias a recrutamento e propaganda.
– É óbvio que o momento apocalíptico é a chave para atrair voluntários prontos para lutar “A Última Batalha” – afirma Filiu.
Ele afirma ainda que o Estado Islâmico perpetua uma ideia de que a adesão à atual guerra no Síria e no Iraque será “muito mais importante e gratificante do que todas as outras lutas travadas durante a história islâmica”.





Muçulmano brasileiro ligado ao ISIS afirma que as “mortes dos infiéis devem continuar”


Muçulmano brasileiro ligado ao ISIS afirma que as “mortes dos infiéis devem continuar”
O recente ataque realizado por extremistas islâmicos do ISIS na França voltou a levantar o debate sobre o terrorismo, e impulsionou um grande número de manifestações contrárias a este tipo de violência, inclusive entre os muçulmanos. Porém, muçulmano ligado ao grupo extremista deu uma recente declaração afirmando que “a morte dos infiéis deve continuar”
Uma reportagem feita pela CNN ouviu diversos fiéis muçulmanos no Brasil que, em sua maioria, condenaram os ataques e comentaram sobre como atos como este acabam por marcar negativamente todo um grupo religioso.
– Sentimo-nos traídos, como se todos os muçulmanos tivessem levado um tapa na cara – afirmou Alí Ahmad Samaoui, em entrevista à CNN.
– Os muçulmanos acabam sendo duas vezes vítimas, vítimas desses loucos que cometem estes atos sem nenhum fundamento religioso, e vítima também da incompreensão das pessoas agredidas, que começam achar que é por causa da nossa religião que eles estão fazendo essa ação (os ataques terroristas) – completou o também muçulmano Idriss Deme.
Porém, a reportagem da CNN afirma que vozes discordantes deste discurso de paz, pressionados por dirigentes da mesquita para não se expressarem diante das câmeras, dizem entender as motivações dos que cometem atos como o recente ataque ao jornal francês Charlie Hebdo.
A reportagem acompanhou ainda uma celebração realizada em uma mesquita no Rio de Janeiro, onde o líder religioso ressaltou que grupos extremistas mancham a imagem da religião. Porém, no meio da celebração, um dos fiéis se levantou contra o discurso de paz, e afirmou que o terrorismo é “obrigatório no Islã” e que “a decapitação dos inimigos de Alá devem continuar”. O fiel exibiu ainda uma camiseta do ISIS, que se auto proclama “Estado Islâmico”.
Alí Momade, que comandava a celebração religiosa no momento da manifestação pró-terrorismo, comentou sobre o ocorrido, afirmando que o discurso pró-terror proferido no templo viola os princípios da religião e as regras do templo.

Presidente do ministério Portas Abertas faz alerta sobre a perseguição contra cristãos em todo o mundo


Presidente do ministério Portas Abertas faz alerta sobre a perseguição contra cristãos em todo o mundo

O presidente do ministério Portas Abertas nos Estados Unidos, David Curry, deu uma declaração recentemente sobre a situação da igreja perseguida em todo o mundo afirmando que “se o mundo não acordar, futuramente igrejas do Ocidente serão atacadas”.
A declaração de Curry foi feita após a publicação do relatório da entidade de “Classificação da Perseguição Religiosa em 2015”, mostrando o dramático quadro da igreja cristã no mundo.
– O relatório de 2015 revela o aumento mais terrível da violência e da perseguição dos cristãos na era moderna – afirmou David Curry, que afirma se preocupara em ver que os líderes do mundo ocidental não compreendem o significado deste aumento dramático.
– Eles não entendem que a perseguição dos cristãos é uma questão importante. Guarde minhas palavras: se o mundo não acordar para isso, a perseguição virá a sua direção – ressaltou.
Ele afirma que “nós não estamos livres de ideologias radicais no Ocidente” e que “futuramente vamos ver ataques contra igrejas no Ocidente”, frisando que recentemente uma igreja cristã foi atacada na França. Curry afirma ainda que por pior que tenha sido o ataque terrorista na Revista “Charlie Hebdo” em Paris, ataques acontecem todos os dias contra cristãos, e o mundo não enxerga.
– Só para encararmos em outra perspectiva, estamos de luto pela perda de 12 vidas na revista satírica. O Boko Haram mata 10 cristãos a cada dia. Se você mensurar isso, no ano passado, todos os dias o Boko Haram executou 10 cristãos – enfatizou.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Cristãos filipinos em um vilarejo muçulmano se preparam para o pior


Em uma aldeia reservadas em Zamboanga City, sul das Filipinas, os seguidores de Jesus Cristo se preparam para possíveis ataques de muçulmanos que são suspeitos pelo assassinato Lot *, um simpatizante dos cristãos


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"Em outubro passado, Lot disse a seus “assassinos” para não prejudicar os cristãos que estavam pescando", disse uma fonte local (que ficou no anonimato por razões de segurança). "Disse-lhes que os cristãos são pessoas como todas as outras que precisam alimentar suas famílias."
"Ele também repreendeu um grupo de viciados em drogas que usaria a igreja para se drogar", acrescentou a fonte. "Foi o que aconteceu no ano passado, quando muitos cristãos deixaram a aldeia durante o cerco (de Zamboanga City em setembro de 2013). Ele e outros líderes muçulmanos disseram para não profanar lugar de culto dos cristãos que, como os muçulmanos não querem que suas mesquitas sejam utilizadas de forma profana".
Os suspeitos podem ser encontrados andando livremente pela vila, empunhando suas pistolas. Os cristãos locais temem repercussões agora que Lot, seu único defensor, está desaparecido. Seu líder da igreja tomou precauções extras quando entrar na aldeia para realizar reuniões de oração, comunhão e estudo Kitab (Bíblia).
Lot havia mencionado os nomes dos seus assassinos antes de morrer. Disse que pessoas influentes haviam se envolvido no massacre de oito pescadores da tribo Sama, em outro incidente na vila Sangali, em 2013.
"[Muçulmanos] parentes de Lot estão conspirando para vingar sua morte", disse a mesma fonte, "mas seus parentes cristãos estão junto à sua viúva, para que a vingança não seja levada à diante."
Tribos muçulmanas no sul das Filipinas resolvem suas disputas através de um ciclo de vingança entre famílias. Ao invés de abrir um processo na delegacia de polícia, os familiares da vítima agora tramam para vingar a morte de Lot, alegando que a vida de outros membros da família pode estar em risco.
"Um de nossos colaboradores é um parente da viúva de Lot", disse o colaborador da Portas Abertas no sul das Filipinas. "Porque Lot é um simpatizante conhecido dos cristãos daquele lugar, o início de vingança colocará em risco a vida de todos aqueles ligados ele por sangue e casamento."
"Ore pelos cristãos de Sama", disse a fonte da Portas Abertas. "Eles esperam dificuldades à frente, não só na prática da fé, mas também na condução de seus meios de subsistência. Antes de seu assassinato, Lot defendeu-os dos piratas muçulmanos que iriam matá-los e roubar seus barcos quando eles estavam no mar. "
 
Nome alterado por motivos de segurança.

Ativistas judeus querem salvar cristãos de muçulmanos


“Holocausto cristão” é o tema da campanha

Ativistas judeus querem salvar cristãos de muçulmanosAtivistas judeus querem salvar cristãos de muçulmanos
No passado existiram campanhas de cristãos em favor dos judeus. Em especial durante a Segunda Guerra Mundial, quando o Holocausto nazista assassinou cerca de seis milhões de judeus europeus.
Em meio a onda de violência do Oriente Médio contra os cristãos, principalmente os constantes massacres executados pelo Estado Islâmico, ativistas judeus decidiram fazer algo. Seu objetivo é conscientizar o mundo Ocidental, e paradoxalmente, as igrejas cristãs do que realmente está acontecendo.
Liderados pelo cartunista israelense Yaakov Kirschen, autor da coluna Dry Bones (Ossos Secos) que é reproduzida em jornais importantes como Jerusalem Post, The New York Times e Wall Street Journal. Por mais de 40 anos, ele deu espaço ao comentário político em seus desenhos, dedicando-se a denunciar o antissemitismo.
Acostumado a polêmicas, agora está querendo chamar atenção para o que classifica como o “holocausto” dos cristãos no Médio Oriente.  “Comunidades cristãs estão sendo totalmente assassinadas e muitas vezes expulsas, nessa limpeza étnica de todo o Médio Oriente. Seu objetivo é acabar com o cristianismo. Enquanto isso os líderes ocidentais fingem que não veem”, protesta.
Em grande parte a mídia silencie, embora continuamente haja casos de igrejas queimadas, mulheres cristãs sequestradas, estupradas ou vendidas como escravas, ao mesmo tempo em que até mesmo crianças são mortas apenas por serem cristãs. Em alguns casos, judeus também são vítimas dessa perseguição aberta.
“Eu acho essa apatia algo inacreditável”, disse ele à CBN News. “É loucura saber que as igrejas não estão protestando em massa, os políticos não se posicionam e não há manifestações nas ruas dos países livres.”
Decidido a movimentar pessoas de todo o mundo, ele iniciou uma campanha na Internet para apoiar os cristãos Médio Oriente. Também está produzindo uma série de charges e quadrinhos que visam transformar seus leitores em ativistas. Kirschen acredita que a linguagem do desenho é universal.
“As pessoas precisam encontrar uma maneira de lutar contra isso. Se nossas igrejas, organizações judaicas e líderes políticos não estão dispostos a fazer nada enquanto os cristãos no Oriente Médio são totalmente exterminados, então nós, o povo, precisamos fazer alguma coisa”, assevera. Embora conte apenas com algumas centenas de colaboradores, o cartunista espera que essa mensagem se espalhe e consiga chamar atenção do maior número possível de pessoas.