Fotos

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

A oração que rompe barreiras


A intercessão é, de fato, uma fonte de poder para aqueles que dela necessitam. Simples, eficaz, direta: ela chega ao destino antes que qualquer outro tipo de ajuda


24_Nigeria_0270100046

Deborah Shettima é uma viúva nigeriana que experimentou o poder da intercessão sem nem se dar conta disso num primeiro momento. Entre os meses de abril e julho de 2013, ela perdeu o marido e os três filhos — o esposo e o filho mais velho foram assassinados por um grupo terrorista, enquanto suas duas filhas foram sequestradas por homens do mesmo grupo.
Assim que soube do caso de Deborah, a Portas Abertas lançou uma campanha de oração e de cartas para ela (a campanha de cartas já foi encerrada). O escritório regional da Portas Abertas na África recebeu cerca de vinte quilos de cartas, mas não conseguiu entregá-las por causa do estado de emergência em que se encontrava a região onde Deborah vive. Mesmo assim, a equipe foi visitá-la.
“Explicamos a ela que havia muitos cristãos em todo o mundo que oravam fielmente por ela e que lhe mandaram quase vinte quilos de carta”. Ao ouvir isso, Deborah respondeu: “Não sou digna de tanto carinho. Essas orações me trouxeram paz. Antes, eu não conseguia entender a fonte dessa paz, mas agora eu sei. É verdade, Deus ouve o seu povo. Agora que sei que há pessoas orando por mim, não me sinto só. Fico feliz em saber que tem gente que se preocupa comigo. Esse amor irá me sustentar e me fortalecer para viver por Cristo. Que Deus abençoe a todos que oraram por mim”.
A intercessão chegou antes das cartas e de qualquer tipo de ajuda. Quando oramos, é Deus quem age. Com ele, a Igreja é capaz de suportar qualquer situação, vencer qualquer dificuldade. Basta orar.
Envolva-se!Muitos cristãos que vivem sob perseguição, assim como Deborah, relatam que as orações têm sido o sustento que os faz permanecer firmes mesmo em meio a tão forte tribulação, pois Deus os têm consolado e abençoado em diversos momentos críticos.
FonteRevista Portas Abertas


Governo declara 25 de dezembro como o dia de perseguir cristãos na Índia


Imagem: Divulgação
A comemoração do nascimento de Cristo, data comemorada por cristãos em todo o mundo, sempre foi alvo de perseguição por parte de muitos grupos na Índia. O governo declarou que neste dia pelo menos quatro mil cristãos terão de se converter ao hinduísmo.

O governo da Índia declarou que 25 de dezembro deve ser comemorado como o “Dia dos Bons Governantes”’ porque esta data passa a homenagear Atal Bihari Vajpayee (ex-primeiro – ministro da Índia, fundador do Janta Partido Bharatiya), bem como o de Pandit Madan Mohan Malaviya (educador indiano e político, conhecido por seu papel no movimento de independência da Índia e sua adoção de nacionalismo hindu).
As escolas terão que organizar um concurso de redação nos dias 24 e 25 de dezembro. Os temas serão divulgados no dia 23 de dezembro. Vários diretores de escolas expressaram sua preocupação com este assunto, argumentando que o plano seria injusto para os estudantes cristãos. Além disso, o plano também iria interferir com a programação de férias regulares da maioria das escolas que iniciam no dia 24 de dezembro ou 25 de dezembro, em virtude do início do inverno.
No dia de Natal, lembre-se de orar pelos cristãos perseguidos pelo governo da Índia que parece ter inúmeras estratégias para desencorajar o cristianismo no país.

“Êxodo: deuses e reis”: sucesso nas bilheterias puxa fila de novos “filmes bíblicos”


“Êxodo: deuses e reis”: sucesso nas bilheterias puxa fila de novos “filmes bíblicos”

O longa-metragem épico “Êxodo: deuses e reis”, estreou nos Estados Unidos liderando a bilheteria e desbancando o blockbuster “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”.
O filme que narra a luta do povo hebreu para ser liberto do tempo de cativeiro no Egito e a fuga através do Mar Vermelho acumula, até a última atualização, mais de US$ 38,9 milhões. Somente no fim de semana de estreia nos Estados Unidos o valor alcançou US$ 24,1 milhões.
No Brasil, a estreia está prevista para acontecer no feriado de Natal, dia 25 de dezembro, mas algumas salas já exibiram sessões de pré-estreia.
Dirigido por Ridley Scott, o filme esbanja da liberdade artística para dar forma à narrativa bíblica das pragas, da batalha entre hebreus e egípcios, e ao encontro entre Moisés e Deus na sarça ardente.
De acordo com o jornalista Marcelo Perrone, do jornal Zero Hora, o diretor “reforça a atemporalidade de questões ancestrais como a luta contra a tirania e o embate entre razão e fé”, e aproveita para destacar que “os grandes movimentos transformadores empreendidos pelo homem em sua história foram forjados a ferro, fogo e sangue”.

Hollywood bíblica

Outros filmes de temática bíblica estão sendo produzidos pelos estúdios de Hollywood, com previsão de estreia a partir do próximo ano.


Ativistas ateus protestam contra uso da frase “Feliz Natal” em ônibus do transporte coletivo


Ativistas ateus protestam contra uso da frase “Feliz Natal” em ônibus do transporte coletivo
A frase “Feliz Natal” em espaços públicos vem sendo contestada por ativistas ateus que a associam a um suposto proselitismo religioso, uma vez que a origem das comemorações de Natal é a celebração do nascimento de Jesus.
Em Manaus (AM), a estudante de psicologia Elaine Regina, 20 anos, ateia, se posicionou contra a presença da frase “Feliz Natal” no letreiro dos ônibus na capital amazonense, classificando-as como uma transgressão do princípio do Estado laico.
“As frases dos ônibus são públicas”, argumentou, uma vez que o transporte coletivo é uma concessão do Estado.
A queixa da ativista ateia foi apoiada pela advogada Joice Bernardo. Em entrevista ao jornal A Crítica, Joice afirmou que “o Estado precisa ser laico”, e portanto, as autoridades municipais deveriam zelar pelo equilíbrio entre o direito de liberdade religiosa e a crença da maioria das pessoas numa sociedade majoritariamente cristã.
Para a advogada, deveria haver uma discussão entre representantes da sociedade civil e as autoridades sobre o uso de uma frase que faz alusão ao cristianismo, mas reconhece que é difícil que o governo satisfaça a população em 100% de seus anseios.
As queixas contra o uso da frase “Feliz Natal” nos ônibus inclui até a dificuldade por descobrir qual o destino que o coletivo tem, uma vez que a alternância de exibição da linha e da mensagem natalina é automática. A enfermeira Vanessa Calmont, 25 anos, diz ter perdido um ônibus porque não deu sinal a tempo, justamente porque não sabia para onde ele iria devido à frase.

Outra visão

Recentemente, uma ação do Ministério Público motivada por queixas de ativistas ateus foi julgada improcedente no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O MP da cidade de Sorocaba (SP) pedia a remoção de um totem na entrada da cidade com a frase “Sorocaba é do Senhor Jesus Cristo”.
O desembargador Ricardo Dip, relator do processo, afirmou que “a laicidade estatal não é fundamento para a práxis do ateísmo”, e acrescentou que concordar com a remoção do totem “seria a mesma coisa, justificada em razões similares, que pedir a demolição da deusa pagã da Justiça, que ornamenta o prédio do Supremo Tribunal Federal”.
Essa decisão deverá ser estabelecida como um precedente legal em futuros debates sobre a laicidade do Estado e a liberdade religiosa.

Pastor Franklin Graham diz que cristãos “devem escolher o martírio” e nunca negar a fé em Jesus


Pastor Franklin Graham diz que cristãos “devem escolher o martírio” e nunca negar a fé em Jesus
Em tempos de perseguição extrema a cristãos, o pastor Franklin Graham afirmou que os seguidores de Jesus Cristo “devem escolher o martírio e não negar sua fé”.
Em entrevista ao The Kelly’s File, na Fox News, o pastor filho do evangelista Billy Graham afirmou que os cristãos do Iraque, Síria e outras partes do Oriente Médio são heróis da fé, e terminam sofrendo por recusarem a conversão ao islamismo.
“Os cristãos não são apenas um alvo, mas estão sendo massacrados. Mulheres geralmente são estupradas por soldados, os homens são executados/fuzilados na frente de suas famílias. Isso acontece todos os dias”, lamentou.
Franklin Graham, que é fundador da entidade Samaritan’s Purse, lembrou do caso do pastor Saeed Abedini, que está preso no Irã apenas por ser cristão.
Os jornalistas perguntaram a Franklin se os cristãos dessa região não deveriam aceitar o que os terroristas querem ouvir, e declararem-se muçulmanos apenas para poupar suas vidas, porém o pastor foi enfático em recusar essa possibilidade: “Os cristãos foram martirizados séculos atrás, no império romano, quando eram devorados pelos leões. Nós estaríamos traindo cada pessoa que se encontrava lá, por sua fé, que defendeu a Jesus Cristo, se fizéssemos o que os terroristas querem… Eu acho que nós [sempre] tomaremos uma posição em favor da nossa fé”, concluiu.

Perseguição

Recente estudo revelou que em média, ao longo dos últimos anos, 100 mil cristãos foram mortos no mundo a cada doze meses, o que significa que cinco seguidores de Jesus Cristo são mortos por minuto ao redor do mundo.
O número de cristãos perseguidos hoje no planeta é de 150 milhões, o que corresponde a 80% de toda a perseguição religiosa existente no mundo.

Papa Francisco faz discurso severo contra sacerdotes católicos: “Sofrem de Alzheimer espiritual”


Papa Francisco faz discurso severo contra sacerdotes católicos: “Sofrem de Alzheimer espiritual”
Durante uma audiência com a Cúria, o papa Francisco fez severas críticas aos sacerdotes católicos, dizendo que a presença de rivalidades, calúnias e intrigas leva a Igreja Católica a sofrer de “infidelidades ao Evangelho”.
A imprensa mundial classificou o discurso do papa como sem precedentes pelo teor das críticas. Francisco fez alusão às doenças para ilustrar os defeitos da Cúria, que é a administração central da Igreja Católica.
Ao grupo de sacerdotes que o auxiliam a administrar a denominação romana, o papa afirmou que existem “doenças que [a Cúria] precisa aprender a curar”, e que divulgará um catálogo das “doenças” que atingem o Vaticano e que precisam ser combatidas para que a Cúria “seja cada vez mais harmoniosa e unida”.
Desde que assumiu o pontificado, o cardeal Jorge Mario Bergoglio vem trabalhando arduamente para retomar rumos que haviam sido deixados para trás na Igreja Católica. Adepto da simplicidade, o papa insiste que seus colegas sacerdotes revejam conceitos e costumes.
Citando 15 “doenças”, o papa disse que o grupo de bispos e cardeais da Cúria sofrem de “Alzheimer espiritual”, convivem com o “terrorismo do falatório”, passando a demonstrar que têm “esquizofrenia existencial”, “exibicionismo mundano”, “narcisismo falso” e cultivam “rivalidades pela glória”.
“A cura é o fruto da tomada de consciência da doença”, concluiu o papa, de acordo com informações do portal Uol. Francisco também pediu os sacerdotes permitam que o Espírito Santo inspire suas ações, ao invés de confiar somente em suas capacidades intelectuais.
Antes de encerrar, Francisco pediu perdão pelos equívocos cometidos ao longo do ano: “Não quero concluir este encontro sem pedir perdão pelos meus erros e dos meu colaboradores, e também por alguns escândalos que causam tanto mal. Perdoem-me”.
O papa afirmou que um dos padres que convivem no Vaticano vazava informações apenas por ego: “Um padre costumava ligar para os jornalistas para contar coisas privadas que aconteciam com seu colegas. Ele queria apenas ver seu nome nas primeiras páginas dos jornais para se sentir potente. Coitado!”.


Padre instala bloqueador de celular na igreja para impedir que fiéis usem smartphones durante a missa


Padre instala bloqueador de celular na igreja para impedir que fiéis usem smartphones durante a missa
Um padre se cansou da distração dos fiéis e das constantes interrupções da missa por causa do uso de smartphones em sua igreja e resolveu instalar um bloqueador de sinal no templo.
A medida extrema foi tomada pelo padre Michele Madonna, responsável pela Igreja Santa Maria di Montesanto, em Nápoles, na Itália.
O padre Michele (em italiano, esse nome é unissex) perdeu a paciência após apelar inúmeras vezes que os fiéis demonstrassem reverência à homilia e gastou € 40 para instalar o bloqueador.
De acordo com informações do jornal Daily Mail, a iniciativa teve um efeito colateral: o bloqueador escolhido era tão forte que interrompia o sinal nos imóveis vizinhos.
Proprietários da lojas que ficam nos arredores da igreja estão exigindo que o padre remova o aparelho pois sem sinal, não conseguem realizar vendas com máquinas de cartões de crédito e débito.
O padre contra-argumenta dizendo que não podia deixar barato o incômodo causado pelos fiéis ao ignorar avisos e atender os celulares até mesmo durante funerais. Além disso, reconhece o descontentamento dos vizinhos, mas diz que recebeu o aval da Polícia para instalar o bloqueador, e portanto, não estaria fazendo nada de errado.
Do outro lado, os comerciantes afirmam que não estão conseguindo vender justamente na época de maior movimento de todo o ano.

Oposto

Uma igreja em Saint Paul, na Grã-Bretanha tomou uma iniciativa inusitada e na contramão da linha adotada pelo padre Michele em relação ao uso de smartphones e tablets.
Para atrair jovens afastados, a igreja passou a permitir e incentivar o uso das redes sociais durante os sermões, e com isso, dobrou o número de frequentadores nos últimos cinco anos.
A ideia é que os jovens tuitem sobre o culto e simultaneamente, através do uso de hashtags (jogo da velha), as mensagens apareçam nos telões da igreja.
“Os jovens frequentam cada vez menos as igrejas do nosso país, e por isso, usar redes sociais como Twitter, Facebook e Youtube é uma forma de nos envolvermos com esta nova geração”, afirmou Andrew Aldem, um dos responsáveis pela ideia.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Saeed Abedini escreve uma carta de Natal


O pastor americano foi preso pelo governo iraniano em setembro de 2012, por se recusar a negar sua fé


8_SaeedAbedini
Desde então, autoridades e organizações de todo o mundo pedem a liberdade do pastor, que vem passando por muitas atrocidades em uma das prisões mais cruéis do Irã, a Rajai Shahr
Em sua carta que escreve para a família, amigos e todos de quem recebe apoio e orações, ele observa que esta é a primeira vez que vai passar o final de ano sem sua família.
“Essas condições fizeram esta época de Natal próximo muito duro, frio e triste para mim. Parece que eu estou sozinho, sem ninguém ao meu lado", escreveu ele.
Mas para Abedini, suas circunstâncias só têm servido para levar para casa, quando sair da prisão, o significado do Natal.
Leia a carta completa do Pastor Saeed:
Feliz Natal!
Estes dias estão muito frios aqui. Meu pequeno espaço ao lado da janela de vidro tem transformado minhas noites insuportáveis para dormir. O tratamento por parte dos companheiros de prisão também é bastante frio e às vezes hostil. Alguns dos meus colegas prisioneiros não gostam de mim porque eu sou um convertido e um pastor. Eles olham para mim com vergonha como alguém que traiu sua ex-religião. Os guardas não queriam a cruz de papel que eu fiz e colei na parede no meu lado da cela, como um sinal de minha fé e na expectativa de comemorar o nascimento de meu Salvador. Eles me ameaçaram e me forçaram a removê-la. Este é o primeiro Natal que eu passo completamente sem a minha família; toda a minha família está atualmente fora do país. Essas condições fizeram esta época próxima do Natal muito dura, fria e triste para mim. Parece que eu estou sozinho, sem ninguém ao meu lado.
Essas condições me fazem perguntar por que Deus escolheu o momento mais difícil do ano para se tornar carne e por que Ele veio à Terra na mais fraca condição humana (como um bebê). Por que Deus escolheu o lugar mais difícil para nascer no inverno? Por que Deus escolheu para nascer em uma manjedoura em um estábulo, que é muito frio, sujo e insalubre, com cheiro desagradável? Por que o seu nascimento teve que ser não só foi difícil fisicamente, mas também socialmente? Deve ter trazido tanta vergonha para Maria e seu noivo que estava grávida antes do casamento na sociedade religiosa da época.
Queridos irmãos e irmãs, o fato do Evangelho é que ele não é apenas a história de Jesus, mas é a chave de como devemos viver e servir como Jesus. Hoje nós que o seguimos devemos sair da nossa zona de conforto e segurança, a fim de proclamar a Palavra de vida e salvação através da fé em Jesus Cristo e da pena do pecado que Ele pagou na cruz e proclamar a Sua ressurreição. Devemos ser capazes de tolerar o frio, as dificuldades e a vergonha, a fim de servir a Deus. Devemos ser capazes de entrar na dor do frio do mundo de trevas. Temos de ser capazes de oferecer o amor ardente de Cristo àqueles que estão espiritualmente mortos. Pode ser necessário até sair do conforto de nossas vidas e deixar o abraço amoroso de nossa família para entrar na manjedoura fria e ensalubre da vida dos outros, tal como tem sido para mim pelo terceiro Natal consecutivo. Pode ser que sejamos chamados tolos e traidores e que enfrentemos muitas dificuldades, mas devemos crucificar nossa vontade e desejo ainda mais até que o mundo ouça e sinta o verdadeiro significado do Natal.
Natal significa que Deus veio ao mundo para entrar em vosso coração e transformar nossas vidas, substituindo dor em uma alegria indescritível. 
O Natal é a manifestação do brilho radiante da Glória de Deus no nascimento de uma criança chamada Emanuel, que significa Deus conosco.
Portanto, neste Natal, deixe o amor de Cristo entrar no fundo do seu coração e te aquecer, e deixá-lo pronto para pagar qualquer preço, a fim de trazer o mesmo amor para o mundo frio à sua volta, transformando-o com a verdadeira mensagem do Natal.
Pastor Saeed Abedini”
FonteReuters

“Cristianismo é a religião mais perseguida do mundo”, afirma estudiosa


Defensora de direitos humanos pede que cristãos se mobilizem politicamente

Pergunte para a maioria dos evangélicos brasileiros sobre a vida dos artistas gospel e eles possivelmente saberão dizer alguma coisa sobre o assunto. Questione sobre os ensinamentos de líderes influentes, que possuem programas de TV, e uma parcela considerável mostrará conhecimento sobre o tema. Contudo, se perguntados sobre a situação dos cristãos que sofrem perseguições pelo simples fato de crerem em Jesus, certamente o quadro é outro.
A popularidade da chamada “teologia da prosperidade” impede que as igrejas de modo geral estejam familiarizadas com o tema do sofrimento, ainda que ele esteja presente em boa parte do Novo Testamento. O silêncio quase absoluto da grande mídia brasileira sobre o assunto ajuda a reforçar o desconhecimento sobre um assunto tão atual e relevante.
O lançamento do livro “Perseguidos: O Ataque Global aos Cristãos” (Mundo Cristão) vem suprir essa lacuna. Escrito por Paul Marshall, Lela Gilbert e Nina Shea, a obra reúne uma série de informações atuais sobre a situação de diferentes ramos do cristianismo em várias partes do mundo. Em resumo, procura comprovar por que o cristianismo é a religião mais perseguida do mundo.
O texto, em estilo jornalístico, reúne relatos do que está por trás das estatísticas. Dá um nome aos que chamamos genericamente de “perseguido”, descreve as suas famílias, igrejas e condições de vida. Preocupa, entristece e desafia o leitor à oração e ação!
O portal Gospel Prime entrou em contato com Nina Shea e conversou sobre a urgência do tema. Advogada de formação, atua como defensora de direitos humanos, sobretudo a liberdade religiosa. Ela conta que a defesa dos cristãos perseguidos pela sua fé é sua vocação, tendo sido impactada ainda na década de 1980 ao saber que irmãos e irmãs eram espancados e mortos na China por se recusarem a renunciar a Jesus Cristo.
Nina explica que “o testemunho deles afetou profundamente a minha própria jornada espiritual e senti a necessidade de chamar a atenção para essa injustiça através de meus textos e palestras”. No livro, ela conta como o Instiuto Hudson, do qual faz parte, tem ajudado a influenciar a política externa americana, despertando as autoridades para a questão da perseguição religiosa, sobretudo contra os cristãos.
Para a autora, ao conhecermos melhor sobre a realidade da chamada igreja perseguida, “podemos aprender verdadeiramente sobre fidelidade, amor e heroísmo”. Eles são inspiração para nossa própria fé. Menciona como exemplo a história de Meriam Ibrahim, que foi presa no Sudão acusada de apostasia. Mesmo estando grávida e sendo condenada a morte, permaneceu firme em sua decisão de seguir a Cristo.
São histórias como essa que Nina reuniu no livro que ajudou a escrever e, segundo ela mesma, “sendo inspiradoras e edificantes, merecem ser contadas. Além disso, ajudam a combater a ‘miopia secular’”. Ou seja, a maneira distorcida que os cristãos que vivem em países onde não há perseguição veem essa questão.
Para a advogada, parte da responsabilidade desse assunto ser pouco debatido é dos nossos líderes cristãos, “que estão relutantes em falar sobre isso por medo de serem rotulados como intolerantes, islamofóbicos ou algo do tipo”.
Ativista pelos direitos humanos, como cristã, Nina Shea reconhece a importância do trabalho de missões como Portas Abertas e Voz dos Mártires. Ressalta que elas colaboram em muito com o alívio ao sofrimento dos cristãos, mas esclarece que é preciso mais engajamento das igrejas.
“Muitas outras vozes são necessários para fazer a diferença, para fazer os nossos líderes políticos ouvirem e trabalharem para isso de maneira diplomática”, insiste.
Ao ser questionada sobre a atuação de grupos como Estado Islâmico, Boko Haram e outros, que matam cristãos frequentemente, Nina Shea faz um apelo: “Nós, cristãos, devemos orar, nos informar e agir politicamente em nome desses irmãos e irmãs que estão sendo perseguidos em tantos lugares”.
Insiste ainda que muitos cristãos foram libertos da prisão após a pressão internacional com cartas enviadas para os governos responsáveis e, claro, campanha de oração por eles. De fato, no Brasil o assunto é pouco comentado na esfera pública. Uma das exceções é o trabalho do deputado Marco Feliciano, que se destacou na defesa dos pastores Yousef Nadarkhani e Saeed Abedini, que foram presos e torturados por sua fé.
A autora de “Perseguidos”, explica que embora os Estados ou territórios que sigam a sharia – lei religiosa muçulmana – representem uma ameaça à liberdade religiosa especialmente dos cristãos, o Islã não deveria ser visto como “o inimigo”. Até porque, não é a única religião que gera perseguição.
“Nossa preocupação deveria ser a propagação de todos os grupos que não toleram os cristãos e procuram persegui-los, converte-los ou matá-los. O foco precisa ser as medidas urgentes para parar a limpeza religiosa no Iraque, Síria, Somália, norte da Nigéria, e outros lugares onde ela ocorre”.
O aumento da perseguição aos cristãos nos últimos anos é comprovado estatisticamente. Para Nina, por mais que ele se acentue, não irá extinguir a religião cristã. “O século passado viu o massacre armênio na Turquia, o genocídio no Sudão, além dos esforços de Stalin na União Soviética e de Mao na China para acabar como cristianismo.Essas perseguições tiraram a vida de milhões de cristãos, mas o cristianismo continua vivo está crescendo em todos esses lugares”, ressalta.
O melhor exemplo, segundo ela, é o avivamento que experimenta a China, onde o governo tenta controlar todas as igrejas. “Estima-se que haja ali mais de 100 milhões de cristãos, número maior que os membros do seu Partido Comunista. Especialistas preveem que a China terá um quarto de bilhão de cristãos em 15 anos. Há mais cristãos indo à igreja no domingo de manhã na China, que em toda a Europa Ocidental”, encerra.
Assista:

Cristão egípcio é preso por tentar legalizar sua conversão no país


O julgamento do crime de "contravenção" vai acontecer no dia 28 de dezembro


Cristão egípcio é preso por tentar legalizar sua conversão no paísCristão egípcio é preso por tentar legalizar sua conversão no país
O egípcio Mohammed Hegazy tentou mudar sua identidade religiosa de muçulmano para cristão de uma forma legal, mas acabou sendo preso em seu país e será julgado pelo crime de contravenção.
A prisão aconteceu no ano passado e o julgamento acontecerá no dia 28 de dezembro em Minya. Hegazy já foi condenado em junho do ano passado a cinco anos de prisão, mas recorreu e tenta ganhar a liberdade.
O advogado de defesa, Karam Ghobrial, disse à World Watch Monitor que seu cliente está “otimista” em conseguir derrubar a sentença, pois não há provas que justifiquem as acusações que foram feitas contra o egípcio.
“Minha defesa foi baseada na ausência de um ‘flagrante delito’ [um prazo legal para ser apanhado no ato de cometer um crime]”, disse Ghobrial. Em uma audiência no último dia 23 de novembro o advogado pode declarar a falta de provas diante do juiz Ahmed Abdel Aziz el-Ghool do Tribunal de Contravenções de Minya.
Contra Hegazy pesa a acusação de que ele havia filmado, sem permissão, as manifestações da Irmandade Muçulmana, por conta disto ele passou a ser acusado de “espalhar notícias falsas e boatos” contra os muçulmanos por ser uma pessoa “convertida”.
“Ele não estava filmando ou tirando fotos ou fazendo nada de errado, no momento em que o policial chegou e o prendeu”, disse o advogado.  “Por lei, tirar fotos não é um crime em si mesmo”, completou.
O advogado contesta a prisão em si, pois não havia ordem judicial contra seu cliente. Ghobrial faz diversas acusações contra a justiça do Egito alegando que se trata de uma perseguição religiosa, onde o objetivo é apenas envergonhar e punir Hegazy por ele ter abandonado a fé islâmica.
Hegazy se converteu ao cristianismo quando era adolescente. Mais assumindo o nome cristão de Bishoy Armiya Boulos. Casado com uma ex-muçulmana, ele se candidatou para receber a identidade cristã legal em agosto de 2007 e desde então tem sofrido pressões.
Em 2009 ele chegou a ser acusado de “insultar o islamismo”, processo que foi arquivado em Tora e que pode ser reaberto a qualquer momento para forçar a permanência de Hegazy na prisão. Desde quando entrou com o pedido para receber a identidade cristã, o egípcio tenta se asilar na Europa ao lado de sua esposa e filhos.

07 Considerações sobre o natal que comemoramos




07 Considerações sobre o natal que comemoramos
Apresento uma breve reflexão minha sobre o natal; espero que também lhe seja proveitosa.
Cronologicamente, Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Em relação ao dia do nascimento de Jesus há divergências e motivos para tal – como, por exemplo, reforma do calendário ocidental e critérios diferentes para a convenção da data, de modo que uns afirmam que Cristo nasceu em setembro, à maioria em dezembro e poucos em janeiro – não existe concordância do dia específico em que Jesus nasceu nem mesmo entre os cristãos. Os argumentos mais contundentes de que 25/12 não é o natal de Jesus Cristo são os registros históricos do Novo Testamento ligados ao fato e que quando aparelhados desacreditam a referida data.

Climaticamente, 25/12 contraria aos eventos listados em Lc: 2.1-4 – locomoção de massas e trabalho ao ar livre. De acordo com as estações e clima da palestina, dezembro é inverno por lá, com chuvas e bastante frio – reiterando que por conta do clima, não seria possível alistamento em massa e nem pastores com rebanhos nos campos à noite conforme narrado em Lucas 2.1,6,8. Ademais, a citação de João 10.22 de que Cristo participou da festa da dedicação, que acontecia também em 25 de dezembro e que era inverno – acaba com a possibilidade de a celebrada data ser o dia do nascimento de Jesus – que nasceu numa estação mais quente e seca.
Biblicamente, os magos não estiveram com Jesus na manjedoura.
Mateus 2:11 acaba com a falsa idéia  transmitida pelos presépios natalinos em que aparecem os magos no cenário imediato do nascimento de Jesus. Esses sábios encontraram Jesus num período de tempo possível à quase dois anos depois de seu nascimento (Mt 2:16) em uma casa (Mt 2:11) e não numa estrebaria na comarca de Belém – conforme representam os presépios de natal. Ao que tudo indica a tradição confundiu-se com os pastores de Belém – que viram Jesus na manjedoura (Lc 2:16) com os magos que só encontraram Jesus numa casa, tempos depois de seu nascimento.
Textualmente, não sabemos se os magos eram reis e nem se eram 03.
Não há informações bíblicas e históricas suficientes para afirmarmos que os magos eram reis, embora o episódio pareça se encaixar parcialmente no vaticínio do Salmo 72:10, não se confirma como evento conclusivo se eram reis os magos. Não se pode nem afirmar que eram 03 magos, baseado no número de presentes ofertados; não se pode aceitar que se chamavam Melchior, Gaspar e Baltazar, pois não há documentos confiáveis ou bibliografia que sustente tal nomeação. Embora tenham ofertado ao menino Jesus presentes de nobre realeza, a idéia de “reis magos” é inexistente no texto sacro. Feitas as considerações diante da crença popular nos “reis magos” descobrimos mais uma inverdade atrelada ao natal de nosso Senhor.
Teologicamente, papai Noel é um embuste ao verdadeiro natal cristão. O pano de fundo do natal de Jesus é Cristocêntrico e soteriológico, e está centrado em Cristo e ligado ao plano de salvação de Deus aos homens. Em síntese, todos os outros sentidos atrelados a data são acessórias e não cabem mais personagens – a figura real e central é Cristo. Sendo assim, Papai Noel é uma farsa possivelmente inspirada na boa intenção de Nicolau arcebispo de Mira na Turquia no Século IV e reaproveitada por corporações americanas no século XX para fins comerciais. A existência de papai Noel é produto de um marketing anticristão que apela ao consumismo e tenta extrair a figura de Jesus de seu próprio natal.
Historicamente, que sentido tem árvore de natal com o natal de Jesus? Nenhum. Mas, já com o paganismo tem muito a ver. Por exemplo, nas vésperas do solstício de inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros, levavam para seus lares e os enfeitavam de forma muito semelhante ao que faz nas atuais árvores de Natal. No início do século XVIII, o monge beneditino Bonifácio tentou acabar com essa crença pagã. Com um machado cortou um pinheiro que os locais adoravam no alto de um monte. Como teve insucesso na erradicação da crença, decidiu associar o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade e suas folhas resistentes e perenes à eternidade de Jesus. Nascia aí a Árvore de Natal, e pelo que vimos – o tiro saiu pela culatra.
Praticamente, o natal perdeu o seu sentido até entre quem se diz cristão. Poucos refletem sobre o presente do céu que receberam; se quer meditam nas mensagens do natal. A verdadeira celebração do natal que é comemorar Jesus entre nós para nos reconciliar com Deus inexiste para a maioria – triste constatação. Contentamo-nos com apresentações, encenações e cantatas natalinas; regalamo-nos com banquetes fartos e troca de presentes e só. É bem provável que o natal de muita gente será maravilhoso do ponto de vista comercial e social com árvores de natal lindas, Papais Noéis amigáveis e presentes desejáveis; uma pena que a razão de toda essa festança sequer será lembrada.
Que o Senhor nos abençoe com as verdadeiras essências do natal em nossas comemorações!
"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."

Pastor defende assassinato de homossexuais e diz a repórter gay que ele deveria se matar


Pastor defende assassinato de homossexuais e diz a repórter gay que ele deveria se matar; Assista
Mais um pastor evangélico entrou para o time do radicalismo afirmando que os gays deveriam ser mortos. Logan Robertson, líder da Westcity Bible Baptist Church, acrescentou ainda que o repórter homossexual que o entrevistava era “sujo” e deveria se matar.
“Eu acredito que cada um deles deve ser condenado à morte”, afirmou Robertson em entrevista ao site ao One News New Zealand.
Porém, o pastor acredita que esse “trabalho” não deve ser feito por cristãos. “Obviamente os cristãos não deveriam estar fazendo isso. Eu não vou fazer isso […] a Bíblia [diz que…] é o trabalho do governo fazer isso”, acrescentou.
A polêmica foi iniciada quando o pastor enviou um e-mail ao escritor homossexual Jim Marjoram, que é cristão e publicou um livro falando sobre sua fé. Na mensagem, Robertson fez ofensas ao escritor: “Eu oro para que você cometa suicídio, você é uma ‘bicha’ imunda que molesta crianças”.
A divulgação do caso levou as igrejas batistas do país a se afastarem do pastor Logan Robertson, em repúdio às declarações.
Assista ao vídeo (em inglês):
http://youtu.be/Mfm2ruDL9P0

Extermínio

Recentemente, outro pastor evangélico defendeu a mesma ideia, sugerindo que a extinção do HIV depende do extermínio dos homossexuais.
Steven Anderson, pastor da Igreja Batista Palavra Fiel, em Tempe, Arizona (EUA), usou estatísticas que demonstram que a incidência de portadores do vírus HIV é maior entre os homossexuais como justificativa para sugerir o genocídio dos gays do planeta.
Para Anderson, os homossexuais são “cheios de doença por causa do julgamento de Deus”. O pastor acrescentou ainda que “qualquer um que é um homo ou bissexual – é tudo a mesma categoria – sodomitas é como a Bíblia diz que devemos chamá-los”.