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quarta-feira, 30 de julho de 2014
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REVIVER EM CRISTO
Nosso programa consiste em apoio e orientação psicológica e espiritual, palestras, terapia ocupacional, atividades físicas, apoio e orientação aos familiares e reintegração social.
Venham conhecer pessoalmente este projeto que tem Gerado vidas para o Reino de Deus.
Pastor Presidente, Edson Gomes.
Maiores Informações:
Entre em Contato e ajude Reconstruir Vitimas das Drogas e do Álcool
Telefones: Pr. Edson (11) 9 9848-1536
Pra. Deise (11) 9 8060-1478
ID 11*1008159
Endereço Sitio: Estrada do Mambu, 2000 – Bairro Cipó – Ponte Alta ao Lado do Porto de Areia.
Mãe mata filha em ritual de exorcismo
Ela confessou que espancava a criança para tirar os demônios e fazer a “vontade de Deus”
Em depoimento à Polícia Civil do Paraná, Vanessa Aparecida Ramos do Nascimento 25 anos, confirmou que matou a filha de 6 anos em um ritual de exorcismo.
Vanessa e uma amiga, Giulia Albuquerque, prenderam a criança no porta-malas do carro para que ela fosse liberta dos demônios, no dia seguinte elas foram retirar a criança e ela já estava sem vida.
“Ela (Giulia) dizia que Deus tinha um plano na minha vida e que Deus ia mudar a minha história, que eu ia ter marido, prosperidade e toda essa história, só que para eu receber isso tinha um plano espiritual que eu tinha que fazer. E esse plano era corrigir os meus filhos e que se eles fizessem alguma coisa errada tinham que ser castigados”, disse.
A mãe de Maria Clara Zortea Ramalho confessou que espancou a criança antes de colocá-la dentro do carro durante o “processo de purificação”. A menina foi colocada no porta-malas durante a madrugada, pela manhã Vanessa tentou tirá-la, mas Giulia não deixou.
A amiga teria dito que “Deus quer que ela fique um pouco mais” e então Maria Clara continuou presa até que no outro dia foi retirada, mas já não tinha mais vida. “Tiramos Maria Clara do carro e levamos para casa. Ela me disse para sair e deixar ela fazer respiração boca a boca. Depois de dez minutos voltei para o cômodo e vi que ela estava morta”, disse Vanessa durante o depoimento.
Para esconder o corpo as duas mulheres foram até Santa Tereza do Oeste e cavaram uma cova de 50 centímetros de profundidade. O crime aconteceu em 5 de março, nessa época o pai da criança denunciou o desaparecimento e procurou o Conselho Tutelar.
Os fatos só foram descobertos nesta segunda-feira (27), na terça as mulheres foram chamadas para depor e o corpo da criança foi encontrado e está no Instituto Médico Legal (IML) de Cascavel e só será liberado depois dos resultados no exame de DNA, o que deve demorar dois meses. Com informações Revista Veja.
Marcha para Jesus em Jundiaí deve atrair 30 mil pessoas
O evento tem apoio até da Diocese da cidade que deu seu aval para que católicos também participem
A cidade de Jundiaí, em São Paulo, terá a 18ª Marcha para Jesus de sua história. O evento vai acontecer no dia 9 de agosto e deve atrair 30 mil pessoas para as ruas da cidade.
O início da Marcha está marcado para as 14 horas, sob o viaduto da Avenida Jundiaí, no local conhecido como bolsão da Nove de Julho e seguirá até o Parque da Uva, onde será montado um palco principal para a apresentação de cantores gospel.
Entre os artistas confirmados estão Gui Rebustini, Ton Carfi e Soraya Moraes. Organizado pelo Conselho de Pastores (ConPas) de Jundiaí, a 18ª Marcha para Jesus fará sorteios para igrejas que adquirir o maior número de camisetas. Também haverá sorteio para a denominação que levar a maior quantidade de carros na carreata que vai acontecer um sábado antes de Marcha, no dia 2 de agosto.
Além das igrejas evangélicas, a Marcha de Jundiaí tem apoio da Igreja Católica, a Diocese de Jundiaí, liderada pelo bispo Dom Vicente Costa, já deu seu aval para que os católicos participem desta festa
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Professor muçulmano é assassinado por defender cristãos que sofrem violência no Iraque
O professor muçulmano Mahmoud Al’Asali, que ensina leis no Departamento de Pedagogia da Universidade de Mosul, no Iraque, foi assassinado na última semana por não aceitar se silenciar diante da violência cometida contra cristãos na região. Al’Asali, que é muçulmano, denunciou abertamente a violência contra os cristãos de Mosul, que são obrigados a decidir entre a conversão ao Islã, o pagamento da “jizya” (imposto islâmico para os não muçulmanos) ou a fuga da região.
Para o professor, a forma como os cristãos são tratados na região vai contra os preceitos do Islã. Tal gesto resultou na morte do professor, que foi assassinado pelos milicianos do Isil no último domingo.
Segundo matéria publicada no Vatican Insider, o professor Al’Asali sabia que estava se arriscando muito ao denunciar tal violência, visto que em Mosul todos sabem que em Raqqa, a cidade síria governada há um ano pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (Isil), muitos ativistas que lutam pelos direitos humanos pagaram com suas vidas por se oporem à intolerância do Isil.
Mesmo a divulgação da morte do professor não freou a atuação dos extremistas do Isil, que publicaram nesta segunda-feira as tarifas da “jizya”, imposto “de proteção” que deve ser pago por todos os que não são muçulmanos que queiram permanecer ou voltar para Mosul. O valor de tal imposto é de 450 dólares por pessoa/mês, valor considerado uma soma astronômica para os que vivem no norte do Iraque.
Terapeuta cristã é suspensa do trabalho por orar por uma colega muçulmana
Uma cristã que trabalha como terapeuta ocupacional foi suspensa de seu trabalho por orar por uma colega muçulmana, embora ela tenha lhe pedido para falar de sua fé. Victoria Wasteney é chefe do departamento de terapia ocupacional do Serviço Nacional de Saúde, em Londres, e orou por uma colega muçulmana, depois que ela lhe disse de sua preocupação com a sua saúde
De acordo com o Urban Christian News, quando Wasteney se ofereceu para orar ela colega, ela aceitou e respondeu: “ok”. Porém, logo depois, a colega muçulmana apresentou uma queixa contra ela, que foi chamado pelo gerente no dia seguinte e suspensa do trabalho por nove meses. Aa informações são de que será conduzida uma investigação mais aprofundada no caso.
- Eu teria deixado de orar por ela Imediatamente se eu soubesse que isso a estava incomodando. Mas ela sempre me perguntou sobre minha fé e sempre me pediu para continuar orando – comentou Wasteney sobre o caso.
Uma audiência disciplinar conduzida após a denuncia concluiu que Victoria era “culpada” de três crimes: orar por sua colega, convidá-la à sua igreja e apresentar-lhe um livro cristão intitulado “Atrevi-me a Chamar-lhe de Pai”, que conta a história de uma menina muçulmana que se converteu ao cristianismo. Wasteney deu o livro a sua colega muçulmana pouco antes de ela ir para o hospital para um tratamento de saúde.
A sanção contra Wasteney foi importa apesar de que a colega que a denunciou não ter comparecido à audiência disciplinar e uma testemunha afirma que ela foi pressionada a fazer declarações contra a mulher cristã.
Ao comentar o ocorrido, Victoria Wasteney afirmou que teme ter caído em uma armadilha preparada por sua colega, porque esta sempre pedia para ela falar sobre sua fé. Ela comentou também sobre a diferença de tratamento dada pelas autoridades aos funcionários muçulmanos, que acabam recebendo privilégios por causa de sua religião.
- Há, sem dúvida, desigualdade de tratamento entre os funcionários cristãos e muçulmanos. (…) Os muçulmanos podem orar cinco vezes por dia, o que não me incomoda, mas aos cristãos é negada a permissão para ir à igreja aos domingos, para orar depois do almoço ou para se encontrarem para um culto – criticou a terapeuta.
Após tempestade imagem do “rosto de Deus” aparece nas nuvens em pôr-do-sol na Inglaterra
Uma fotografia incrível tirada após uma tempestade chamou a atenção dos moradores do condado de Norfolk, na Inglaterra. Durante as condições meteorológicas turbulentas recentes na região, as nuvens se separaram momentaneamente ao pôr do sol para revelar a imagem de um rosto, que muitos interpretaram como Deus olhando para o local.
A foto foi feita pelo diretor financeiro Jeremy Fletcher, de 56 anos, do litoral em Snettisham no oeste do condado em um grande estuário localizado entre os condados de Norfolk e Lincolnshire.
Segundo o Daily Mail, Fletcher estava morando na região por um período de três meses devido ao seu trabalho, e tirou a fotografia durante um passeio noturno que fazia ao longo da praia em Snettisham. Porém, ele afirma que a imagem não representa, necessariamente, o rosto de Deus.
- Eu percebi a imagem parecia notavelmente como um rosto de um homem com uma barba, por isso tirei várias fotos no meu celular. O rosto parecia estar olhando para trás, para a costa. O comentário óbvio é que ele se parece com Deus, mas também poderia ser Sean Connery ou Karl Marx – afirmou Fletcher, que disse não ser uma pessoa religiosa.
Com câncer, rapaz evangélico realiza sonho e se casa três dias antes de morrer
O casamento do casal evangélico Michele Alves de Oliveira e João Marcos da Silva emocionou milhares de pessoas. Considerado um marco na história de amor do casal, o casamento aconteceu dentro de um hospital de Botucatu (SP), onde João estava internado, vítima de câncer em múltiplos órgãos. Três dias após o casamento, o jovem não resistiu ao avanço da doença e morreu.
A união foi o último desejo do noivo, que estava hospitalizado há três semanas quando ficou sabendo pelos médicos que teria só mais alguns dias de vida. Ele resolveu, então, realizar o sonho de se casar com Michele, com quem namorava havia cinco anos.
Segundo informações do G1, João Marcos foi diagnosticado com um câncer no abdômen há quatro anos, e desde então vem lutando contra a doença. O pedido de casamento veio após sua primeira cirurgia para tentar conter o tumor. Porém, a evolução da doença adiou o sonho do casal até o dia 30 de junho, quando se casaram dentro do hospital onde João estava internado.
- A equipe médica alertou que ele não teria muito tempo de vida, mas, quando conversamos, ele me disse que só tinha um sonho para realizar antes de morrer, que era se casar comigo – conta Michele.
A organização da cerimônia contou com a ajuda da equipe do hospital, como lembra a técnica em enfermagem Kelly Cristina da Silva, de 23 anos. Segundo ela, os funcionários fizeram uma “vaquinha”, organizaram a festa que ficou pronta em dois dias, com direito a bolo e salgadinhos, além da presença de um pastor.
- Ela saiu triste da sala perguntando se seria possível casar dentro do hospital. Sabíamos que não era fácil, nem comum, mas agimos com o coração – afirmou Kelly, que lembrou também de como o cuidado e amor que a jovem tinha com o noivo surpreendeu os profissionais do hospital.
- Ela não saía de lá por nada, ficava até mais que a mãe – relatou a enfermeira, que diz não estar acostumada a ver provas de amor como esta.
Michele conta que ficou surpresa com o pedido do noivo, mas afirma que nunca cogitou a ideia de desistir de realizar esse sonho.
- No começo fiquei com receio, porque não era o lugar apropriado onde eu gostaria de realizar este sonho, eu tinha planejado de outra maneira, na igreja. Mas na hora vi que era um sonho nosso que precisava ser realizado e que eu precisava disso para poder ficar em paz comigo mesma e concluir tudo o que fiz por ele e que passamos juntos. E também receber a bênção de Deus – afirma a noiva, que afirmou ter ficado emocionada com a presença de tantas pessoas e afirma ter ficado muito feliz com a cerimônia.
- Eu não esperava que seria tudo aquilo, imaginava que ia abrir a porta e ver ele em uma maca, com apenas 10 pessoas que as enfermeiras falaram que estavam autorizadas a entrar. Na hora fui surpreendida porque ele estava no altar de terno, gravata, me esperando com a maioria da nossa família ali. Pai, mãe, tio, amigos, pastor. Foi muito bonito, fiquei muito emocionada. E ele estava lindo – recorda.
Mesmo com a tristeza de ter perdido o noivo apenas 3 dias após o casamento, Michele lembra com serenidade dos momentos que viveu ao lado dele, e revela que teve que fazer uma promessa ao noivo após aceitar o pedido de casamento.
- Ele disse que estava em paz com seu coração, e falou que eu tinha que prometer a ele que eu me casaria, teria filhos e seria feliz. Aí me agradeceu por tudo o que passei ao lado dele – contou Michele.
- Foi difícil vivenciar isso, mas vejo tudo que aconteceu ali dentro do hospital como uma forma de despedida dele e que todo o sofrimento que passamos naquela semana, eu, o pai, a mãe dele, depois dessa cerimônia é como se tivessem arrancado do peito toda a dor, angústia. Foi como um conforto – concluiu.
Cristãos protegem palestinos dentro de igreja na Faixa de Gaza
Nas últimas semanas o conflito entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza ganhou grande destaque na imprensa em todo o mundo, devido aos constantes bombardeios que tem ceifado centenas de vidas diariamente. Diante do extensivo ataque nas Forças Armadas israelenses na Faixa de Gaza, cristão tem utilizado uma igreja para abrigar os palestinos.
A região possui uma única Igreja Ortodoxa, a Igreja de São Porfírio, que nos últimos dias tem sido usada como abrigo para os palestinos que tiveram que deixar suas casas devido ao bombardeio israelense. Segundo o Globo, o lugar mais comum para esses abrigos são as 69 escolas da ONU na região, mas elas já abrigam, em média, 17 mil pessoas cada uma.
- Quando escapávamos dos bombardeios, encontramos gente da Igreja Ortodoxa e eles disseram que nos refugiássemos no templo – relatou o palestino Hiyazi ao jornal espanhol “El Mundo”.
O palestino afirma que ele e muitos de seus vizinhos receberam alertas do Exército israelense avisando que suas casas seriam bombardeadas, devido à suspeita de que estariam abrigando integrantes da resistência.
- Nos telefonaram e disseram: vocês escondem gente da resistência palestina, têm cinco minutos para sair de casa – disse Hiyazi, que nega a suposta acusação, sem direito de defesa, feita por Israel.
O arcebispo Alexios, líder da igreja que está abrigando os palestinos, explicou sua atitude ao “El Mundo” afirmando que deve oferecer o amor ao próximo.
- Necessitavam de ajuda e nós dissemos que daríamos porque, se ofereces amor, vencerás. Damos o mínimo, amor, água, comida, medicamentos – explicou.
Hiyazi destacou a importância da ajuda oferecida pelos cristãos, e ressaltou a importância de as diferenças religiosas não se colocarem entre muçulmanos e cristãos nesse momento.
- Muçulmanos ou cristãos, somos um mesmo povo. Todos sob as bombas. Todos somos um – diz Hiyazi.
Produção do filme bíblico “Êxodo” é acusada de racismo por escolha de elenco “branco”
A hashtag #BoycottExodusMovie (#BoicoteOFilmeExodus) explodiu no Twitter na última semana, como uma forma encontrada pelo público para expressar sua raiva e decepção com o elenco “branco” da produção “Exodus: Gods and Kings” (Êxodo: Deuses e Reis, em tradução livre) de Ridley Scott. A escolha de atores caucasianos para interpretar papéis como dos egípcios é encarada por muitos como uma forma de racismo.
O filme terá o ator Christian Bale como Moisés, e tem também em seu elenco nomes como Aaron Paul, John Turturro, Ben Kingsley e Sigourney Weaver. Após fotos da filmagem terem sido divulgadas, muitas pessoas usaram a internet para rapidamente apontar que as figuras bíblicas e realeza egípcia foram interpretadas por atores brancos, enquanto escravos são representados no filme por atores negros
- Parem de tentar reescrever e encobrir a história. Não está funcionando. Os antigos egípcios não eram brancos – escreveu um usuário do Twitter.
- Por que ainda estamos vivendo com uma mentalidade de que o povo do Egito era branco? Estamos em 2014 – escreveu outro.
Essa não é a primeira fez que os estúdios de Hollywood foram acusados de escolher atores de forma “indevida” para uma produção por causa de sua cor de pele. Críticas semelhantes foram endereçadas a outro épico bíblico recente: “Noé”.
Segundo o Christian Headlines, em novembro do ano passado, Ryan Herring escreveu uma carta aberta aos estúdios criticando este tipo de escolha de elenco.
- Historicamente, esta prática foi usada para discriminar os atores, tanto homens como mulheres, de cor. Os exemplos mais comuns de tal prática no passado eram atores brancos vestir-se no que é conhecido como blackface, redface e yellowface – afirmou a carta, em referência a termos que se referem ao uso de maquiagem para “disfarçar” a etnia do ator.
Ele afirma ainda que tal prática continua hoje de uma forma diferente, quando “os papéis de scripts que seriam claramente para uma pessoa de cor são dadas aos atores brancos”.
Música gospel abraça diversos estilos e cria segmento de mercado atraente e lucrativo
Nos últimos anos a música gospel tem crescido e se consolidado no gosto do brasileiro. Rompendo barreiras de estilos e regionalidade, esse crescimento da música gospel já a coloca como o segundo maior segmento no mercado musical brasileiro. Com músicas sempre presentes entre as mais tocadas nas rádios e CDs nas listas dos mais vendidos, o gospel conta com o engajamento e fidelidade de seu público para alavancar esse crescimento.
Um grande exemplo desse crescimento do gospel está no estado de Goiás, como destacou uma reportagem especial do Jornal Opção. De acordo com a publicação, o estado que era antes marcado por exportar duplas sertanejas para o mercado nacional hoje movimenta um intenso mercado gospel, com nomes como Alda Célia e Kléber Lucas e as bandas Pedras Vivas e Radicais Livres.
Expansão do mercado
Um dos coordenadores da Gospel Fair (feira goiana voltada ao público evangélico), empresário Jeferson Baick, comenta o crescimento da música gospel. Apesar de afirmar que a música gospel é o segmento que mais vende no Brasil atualmente, ele destaca que isso não o faz de equiparar ou superar o sertanejo no gosto do público.
- Esta é uma opção utópica. O sertanejo está arraigado nacionalmente, mas o gospel é o segmento que mais vende. É uma prova de que não se trata de uma febre ou que tenha curta vida. O gospel tem trazido cada vez mais novos nomes e se estabelecido comercialmente – afirma Baick.
Porém, a grande vantagem da música gospel está no engajamento de seu público, o que reflete diretamente nos números de vendas. Segundo o empresário, o total de produtos pirateados no segmento gospel não chega aos 10% frente aos 60% da música sertaneja.
- O evangélico não compra só pelo gosto, também pelo engajamento – explica.
A cantora goiana Renata Guerra, de 23 anos, afirma que o mercado em seu estado está hoje muito mais atrativo do que foi há cinco anos, o que tem permitido a chegada de novos artistas no segmento.
- Era muito fechado. O mercado está cada vez maior e abrangente – afirma a cantora.
Jerferson Baick falou também sobre a controvérsia entre a lógica mercadológica e a fé cristã, que é motivo para críticas dentro e fora das igrejas evangélicas.
- No meu ponto de vista, devemos encarar essa relação sem tabus. Antigamente, as pessoas olhavam a nomenclatura ‘mercado’ de forma negativa, mas é um mercado. A compreensão disso facilita muito a qualificação do artista. Se não encararmos isso como uma questão profissional, a tendência é continuar na mesmice – afirma o empresário.
Diversos estilos e artistas “convertidos”
Apesar de ser destacado como um segmento do mercado musical no Brasil, o gospel não abraça somente um gênero musical, e tem atraído artistas de diversos estilos e ritmos. Heavy Metal, Axé, Sertanejo e até mesmo Funk têm sido usados por cantores gospel de todo o país como ferramentas para expressar sua fé.
A música gospel tem atraído também vários artistas de vários estilos antes conhecidos no mercado não religioso. Muitos nomes com carreiras consagradas no chamado mercado secular, hoje tem se apresentado como convertidos à fé evangélica e reconstruído suas carreiras musicais em meio a esse público. A exemplo, temos Mara Maravilha, a ex-funkeira Perla, a ex-sertaneja Sula Miranda e até rumores recentes de que os integrantes da Banda Calypso se renderiam ao gospel.
Até mesmo artistas que não se apresentam como “convertidos” têm gravado músicas gospel. Como é o caso do funkeiro Naldo, que gravou uma música com o cantor gospel Thalles Roberto e da cantora Beyoncé que participou de uma produção gospel ao lado das parceiras da extinta girl band Destiny Child.
Ramadã: Cristão tem os lábios queimados em praça pública no Irã como punição por comer durante período de jejum do islã
Um cristão foi condenado por um juiz no Irã a ter seus lábios queimados com um cigarro por ter comido durante o mês do Ramadã, mês em que a tradição religiosa islâmica defende que se deve jejuar.
De acordo com o Mail Online, a punição contra o cristão foi realizada em praça pública, na cidade de Kermanshah, no Irã. Segundo o governador da cidade, Ali Ashraf Karami, cinco muçulmanos também foram condenados por não terem jejuado durante o período religioso do Ramadã. A pena deles foi receber 70 chibatadas em público.
As punições para pessoas que não cumprem o jejum do Ramadã foram denunciadas pelo Conselho Nacional de Resistência do Irã, grupo político oposto ao governo, que as classificou como “selvagens” e pediu ajuda a países ocidentais para que tomassem uma providência.
- O silêncio da comunidade mundial, principalmente dos países ocidentais, está frente a frente a essas punições medievais sob a desculpa de que conversas nucleares com o Irã intensificaram a violação brutal e sistemática dos direitos humanos no Irã – afirmou o porta-voz do Conselho.
As práticas do Irã contra cristãos, incluindo as punições executadas no Ramadã, já são conhecidas pela comunidade internacional, e no começo desse ano a Organização das Nações Unidas (ONU) condenou o país por perseguir os cristãos, cujas igrejas foram consideradas pelo país como “ameaças à segurança nacional”. O relatório da ONU mostrou também a perseguição sofrida no país por outras minorias religiosas, como a Judia, Baha’is e Zoroastra.
Jovem muçulmano conhece Jesus lendo o alcorão e se converte ao Evangelho
Um jovem muçulmano se converteu ao cristianismo depois de ler sobre Jesus no alcorão, livro sagrado do islamismo. Após o contato com a narrativa do filho de Deus, o desejo por conhecer mais o levou a buscar ajuda de missionários, que o evangelizaram e discipularam.
O relato da Missão Portas Abertas conta a história de Roton, um muçulmano devoto, tomou contato com os relatos sobre Jesus ao precisar ler o alcorão para seu pai, que havia ficado cego.
Durante as leituras, o exercício que era apenas um favor ao seu combalido pai, se tornou um interesse pessoal, e o levou a buscar maiores informações sobre Jesus. “No começo, eu estava apenas lendo para o meu pai. Mas, depois de alguns dias, eu percebi que estava cada vez mais curioso para descobrir a verdade sozinho. Por causa das histórias escritas no Alcorão, passei a crer em Jesus e me tornei cristão”, afirmou o jovem.
Ele se tornou o primeiro cristão da família, e a ânsia por conhecer aquilo que o alcorão e a doutrina islâmica omitem, Roton buscou apoio num grupo criado por missionários da Portas Abertas.
O trajeto entre o lugar em que vivia e o local de reunião do grupo de cristãos era longo. Roton precisou caminhar por sete longas horas durante a noite, e chegou a Daca, capital de Bangladesh exausto, sujo e faminto.
No acampamento, se deparou com um grande número de jovens ex-muçulmanos que estavam reunidos para aprender sobre Jesus com os missionários da Portas Abertas, e isso restaurou suas forças, pois acreditava que seria impossível haver outras pessoas como ele: “Estou tão feliz por estar aqui. Agora vejo que não estou sozinho!”, bradou Roton, segundo relato dos missionários.
A Missão Portas Abertas envia e sustenta missionários em diversos lugares do mundo, incluindo países onde a pregação do Evangelho é proibida. Ore para que Deus mantenha a obra missionária firme no propósito de espalhar a Salvação de Cristo ao mundo.
domingo, 27 de julho de 2014
Estudo Sobre Arrebatamento
Quando Jesus prometeu aos Seus discípulos: “Eu voltarei” (João 14:3), Ele criou uma esperança que têm ardido no coração de quase todos os cristãos por 2.000 anos. E, raras vezes desde o primeiro século dC tem esta esperança queimado mais intensamente nos corações dos cristãos do que hoje.
Esta esperança é escurecida, no entanto, por uma sombra. Segundo a Bíblia, um momento terrível de angústia, muitas vezes chamado de “tribulação” – terá lugar na Terra pouco antes da segunda vinda de Cristo. Por quase 1.800 anos, os cristãos acreditavam que todo o povo de Deus iria passar por essa tribulação. No entanto, cerca de 200 anos atrás, uma nova teoria foi proposta – que Deus levará os verdadeiros cristãos para fora do mundo e os transportará para o céu antes da Tribulação. Aqueles que ficarem para trás passarão pela Tribulação, durante a qual milhões de judeus serão convertidos ao cristianismo. A segunda vinda de Cristo ocorrerá no final da Tribulação.
A deportação dos santos para o céu antes da Tribulação é chamada de “arrebatamento”. Segundo os que defendem essa teoria, o arrebatamento será secreto no sentido de que, num primeiro momento, ninguém vai saber que ele ocorreu. Aqueles que são deixados para trás na terra só irão perceber que isso aconteceu quando eles se tornam conscientes de que muitas pessoas desapareceram de repente, sem qualquer razão. Uma série de filmes religiosos tentou retratar este arrebatamento nos últimos anos. Estes filmes mostram tipicamente pessoas espantadas perguntando o que aconteceu com seus amigos e entes queridos. Outra cena comum é a de carros desgovernados e aviões caindo, porque seus motoristas e pilotos foram “arrebatados”.
Em certo sentido, esta visão do fim do mundo poderia ser chamada de uma teoria dupla da segunda vinda, porque divide o retorno de Cristo para o nosso planeta em duas partes, o arrebatamento antes da Tribulação e a Segunda Vinda na sua conclusão. Neste artigo, examinaremos a evidência bíblica sobre o fim do mundo e a segunda vinda de Cristo.
Quatro razões para questionar o arrebatamento secreto
Um estudo cuidadoso da Bíblia sugere pelo menos quatro razões principais para questionar o ponto de vista de uma segunda vinda de Cristo em duas fases:
1. O vocabulário do Segundo Advento não oferece respaldo para tal ponto de vista
Nenhuma das três palavras gregas usadas no Novo Testamento para descrever o retorno de Cristo ou seja, parousia-vinda, apokalypsis-revelação, e epiphaneia-aparecimento, sugere um arrebatamento secreto antes da tribulação (muitas vezes chamado de “arrebatamento pré-tribulacionista”) como objeto da esperança cristã no Advento.
Os pré-tribulacionistas alegam que em 1 Tessalonicenses 4:15, Paulo usou a palavra parousia-vinda para descrever o arrebatamento secreto. Mas em 1 Tessalonicenses 3:13, ele usou a mesma palavra para descrever “a vinda de nosso Senhor Jesus com todos os seus santos” (NVI) – uma descrição, de acordo com os pré-tribulacionistas, da segunda fase da volta de Cristo. Em 2 Tessalonicenses 2:8, Paulo de novo emprega o termo parousia para se referir à vinda de Cristo que causará a destruição do anticristo – um evento que, de acordo com os pré-tribulacionistas, supostamente ocorrerá na segunda fase da vinda de Cristo (ver também Mateus 24:27, 38, 39). Da mesma forma, as palavras apokalypsis-revelação e epiphaneia-aparecimento, são utilizadas para descrever tanto o que os pré-tribulacionistas chamam de arrebatamento (1 Cor 1:7; 1 Tim 6:14) como o que chamam de Retorno, ou segunda fase da Vinda de Cristo (2 Tess 1:7-8, 2:8). Assim, o vocabulário da Bendita Esperança não propicia base alguma para uma distinção da volta de Cristo em duas fases. Seus termos são utilizados para descreverem um único, indivisível, pós-tribulacional Advento de Cristo que vai trazer salvação aos crentes e retribuição aos descrentes.
2. O Novo Testamento não contém traços de um secreto e invisível arrebatamento instantâneo da Igreja.
Na verdade, 1 Tessalonicenses 4:15-17, que dá a descrição mais notória do Segundo Advento, sugere exatamente o oposto. Ela fala que o Senhor desce do céu “dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus” . . . “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares”. “(versículos 16, 17).
A ”palavra de ordem”, ”a trombeta”, e o grande ajuntamento dos vivos e santos ressurretos dificilmente sugeriria um evento secreto, invisível e instantâneo. Pelo contrário, como tem sido freqüentemente apontado, essa talvez seja a passagem mais barulhenta da Bíblia. As referências a uma trombeta ressoando em paralelo com as passagens de Mateus 24:31 e 1 Coríntios 15:52 corroboram a natureza pública do Segundo Advento. Nenhum traço de um arrebatamento secreto pode ser encontrado em qualquer uma destas passagens.
3. As Passagens bíblicas sobre a Tribulação não oferecem suporte para um arrebatamento pré-tribulacional da Igreja.
Em seu discurso no Monte das Oliveiras, Jesus falou da grande tribulação que irá preceder imediatamente a Sua vinda, prometendo que “por causa dos escolhidos tais dias serão abreviados”(Mateus 24:22). Argumentar que ”os eleitos” são apenas os crentes judeus e não membros da igreja é ignorar o fato de que Cristo estava se dirigindo a Seus apóstolos que representavam não só o Israel nacional, mas também a igreja em geral. Isto é confirmado pelo fato de que tanto Marcos como Lucas, que escreveram seus evangelhos para a Igreja gentílica, relatam o mesmo discurso (Marcos 13:20, Lucas 21).
Notável também é a semelhança entre a descrição de Cristo da Sua segunda vinda em Mateus 24:30, 31 e a de Paulo em 1 Tessalonicenses 4:16, 17. Ambos os textos mencionam a descida do Senhor, a trombeta que soa, os anjos acompanhantes e a reunião do povo de Deus. No entanto, os pré-tribulacionistas dizem que a passagem de 1 Tessalonicens descreve o arrebatamento antes da Tribulação, mas a passagem de Mateus descreve a segunda vinda de Cristo após a tribulação. O paralelismo entre as duas passagens indica claramente que o arrebatamento da Igreja não precede, mas, pelo contrário, segue-se à grande tribulação.
4. Por fim, Paulo e o livro do Apocalipse negam a noção de um arrebatamento secreto pré-tribulacional.
Em 2 Tessalonicenses 2, Paulo refutou um equívoco que era predominante entre os cristãos de Tessalônica. Aparentemente, eles acreditavam que o dia do Senhor já tinha chegado. Para refutar esse equívoco, Paulo citou dois grandes eventos que devem ocorrer antes da vinda do Senhor, ou seja, a rebelião e o aparecimento do ”homem da iniqüidade” que perseguirá o povo de Deus (2 Tessalonicenses 2:3). Se Paulo esperasse que a Igreja fosse arrebatada deste mundo antes da tribulação causada pelo aparecimento do anticristo, ele dificilmente teria ensinado que os crentes veriam tal evento antes da vinda do Senhor.
O livro de Apocalipse trata dos eventos associados com a grande tribulação em maior detalhe do que qualquer outro livro do Novo Testamento, eventos tais como o aparecimento de uma besta que persegue os santos de Deus e o derramamento das sete últimas pragas (Apocalipse 8-16).
Embora João descreva estes eventos tribulacionais em grande detalhe, ele nunca menciona ou sugere um Advento de Cristo secreto e pré-tribulacional para levar embora a Igreja. Isto é tanto mais surpreendente tendo em conta o expresso propósito de João de instruir as igrejas a respeito dos eventos finais. Na verdade, João explicitamente menciona uma incontável multidão de crentes que passarão pela grande tribulação: “Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro” (Apocalipse 7:14).
Os pré-tribulacionistas argumentam que esses crentes são todos da raça judaica, supostamente porque, durante os eventos descritos em Apocalipse 4 à19, a igreja não está mais na terra mas no céu. Este raciocínio é desacreditado, em primeiro lugar, pelo fato que em nenhum lugar João faz uma distinção entre os santos judeus e gentios, na Tribulação. Ao contrário, João afirma explicitamente que os crentes vitoriosos da Tribulação vêm “de toda nação, tribo, povo e língua “(Apocalipse 7:9). Esta frase ocorre repetidamente no Apocalipse para designar não exclusivamente os judeus mas inclusivamente muitos membros da família humana, independentemente da sua origem étnica ou nacional (Apocalipse 5:9; 10:11, 13:07, 14:6). Obviamente, Cristo não resgatou somente judeus, mas pessoas de todas as raças.
Em Apocalipse 22:16 Jesus reivindica ter enviado o Seu anjo a João “para testificar estas cousas à Igreja”. É difícil ver como as mensagens dadas pelo anjo a João poderiam ser um testemunho para as Igrejas se a Igreja não está diretamente envolvida nos eventos descritos nos capítulos 4 à 19, em outras palavras – na maior parte do livro.
O fato é que o Apocalipse descreve a Igreja como sofrendo perseguição por poderes satânicos durante a tribulação final mas não como sofrendo a ira divina. Como os antigos israelitas desfrutaram da proteção de Deus durante as dez pragas (Êxo. 11:7), assim o povo de Deus será protegido quando Sua ira divina cair sobre os ímpios. O Apocalipse representa essa divina proteção através de um anjo que sela os servos de Deus em suas testas (Apoc. 7:3) para que sejam protegidos quando a ira de Deus sobrevir sobre os impenitentes (Apoc. 9:4). Por fim, o povo de Deus será resgatado pelo glorioso Retorno de Cristo (Apoc. 16:15; 19:11-21). O apocalipse então, não retrata um arrebatamento pré-tribulacional da Igreja, mas um Retorno pós-tribulacional de Cristo.
Em face das razões aqui discutidas, concluímos que o ensino popular de uma Vinda Secreta de Cristo para arrebatar a Igreja antes da tribulação final é desprovida de qualquer apoio bíblico. Tal crença torna a Deus culpado de dar tratamento preferencial à Igreja removendo-a da terra, deixando os crentes judeus a sofrer a tribulação final. As Escrituras ensinam que a Segunda Vinda de Cristo é um evento único que ocorre após a grande tribulação e será experimentada pelos crentes de todas as eras e de todas as raças. Esta é a Bendita Esperança que une “toda nação, e tribo, e língua e povo” (Apoc. 14:6).
Arrebatamento Atrasado
Quanto tempo se espera que levará para o desaparecimento maciço dos verdadeiros cristãos de todas as nações? Muitos acreditam que esse evento está iminente porque sua principal pré-condição, ou seja, o restabelecimento do Estado de Israel e a posse da antiga Jerusalém, já tiveram lugar.
De acordo com cálculos iniciais de Hal Lindsey, em seu livro “The Late Great Planet Earth”, esse arrebatamento secreto da Igreja já passou do prazo. Em 1970 ele predisse que “em quarenta anos desde 1948 [ano da formação do Estado de Israel], ou por volta disso, tudo isso poderia ter lugar. Lindsey calcula os “quarenta anos” da duração bíblica de uma geração e alega, com base na parábola da Figueira (Mateus 24:32-33) que a formação do Estado de Israel em 1948 assinala o início da última “geração” (Mateus 24:34) que verá primeiramente o arrebatamento, daí os sete anos de tribulação, e finalmente o Retorno de Cristo em glória. Sendo que o arrebatamento, de acordo com Lindsey e a maioria dos dispensacionalistas, ocorre sete anos (Daniel 9:27) antes do Retorno visível de Cristo em glória, já deveria ter ocorrido em 1981 ou 1982. O que isso significa é que o tempo já se esgotou para essas predições sensacionais, porém sem sentido.
Que Deus te Abençoe!!!
Um Forte Abraço
Até uma próxima oportunidade !!!
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