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domingo, 18 de agosto de 2013
Piora o estado de saúde do pastor Saeed Abedini
Após uma visita a Saeed, na Prisão de Evin, no Irã, a
família do pastor informou que o estado de saúde do cristão piorou,
seguido de constantes desmaios e dores. Ele cumpre uma pena de oito anos
de detenção
"Infelizmente, nós ficamos sabendo que as lesões internas do pastor Saeed estão causando um aumento da dor", revelou o Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ, sigla em inglês), uma organização que representa sua esposa e filhos nos Estados Unidos.
"O pastor Saeed está sofrendo uma hemorragia interna, em consequência das fortes pancadas que sofreu na prisão por causa de sua fé", relatou o ACLJ.
Em julho, após ter sido retirado da solitária e alguns de seus sintomas terem desaparecido sua família relatou que ele estava com uma aparência melhor e mais animado.
O pastor foi preso em 2012 e mais tarde foi condenado a oito anos de prisão por supostamente colocar em perigo a segurança nacional e atentar contra o regime iraniano. Na prisão, Abedini tem sido pressionado a negar sua fé em Cristo por meio de tortura.
Uma campanha internacional apoiada por milhares de pessoas busca a sua libertação, mas até agora as autoridades iranianas se recusam a lhe dar liberdade.
As autoridades também negaram assistência médica ao pastor, levando o ACLJ a denunciar a República Islâmica por "tratamento desumano aos prisioneiros de consciência."
Naghmeh Abedini, esposa do pastor, propôs uma vigília de oração no mês de setembro, em virtude do longo período de encarceramento. Cerca de 44 cidades dos Estados Unidos conseguiram permissão para realizar a vigília de oração no dia 26 de setembro.
"Infelizmente, nós ficamos sabendo que as lesões internas do pastor Saeed estão causando um aumento da dor", revelou o Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ, sigla em inglês), uma organização que representa sua esposa e filhos nos Estados Unidos.
"O pastor Saeed está sofrendo uma hemorragia interna, em consequência das fortes pancadas que sofreu na prisão por causa de sua fé", relatou o ACLJ.
Em julho, após ter sido retirado da solitária e alguns de seus sintomas terem desaparecido sua família relatou que ele estava com uma aparência melhor e mais animado.
O pastor foi preso em 2012 e mais tarde foi condenado a oito anos de prisão por supostamente colocar em perigo a segurança nacional e atentar contra o regime iraniano. Na prisão, Abedini tem sido pressionado a negar sua fé em Cristo por meio de tortura.
Uma campanha internacional apoiada por milhares de pessoas busca a sua libertação, mas até agora as autoridades iranianas se recusam a lhe dar liberdade.
As autoridades também negaram assistência médica ao pastor, levando o ACLJ a denunciar a República Islâmica por "tratamento desumano aos prisioneiros de consciência."
Naghmeh Abedini, esposa do pastor, propôs uma vigília de oração no mês de setembro, em virtude do longo período de encarceramento. Cerca de 44 cidades dos Estados Unidos conseguiram permissão para realizar a vigília de oração no dia 26 de setembro.
Chefe de Direitos Humanos da ONU pede fim da violência no Egito
A alta comissária da Organização das Nações Unidas
(ONU) para os Direitos Humanos, Navi Pillay, fez um apelo nessa
quinta-feira (15) para que todas as partes envolvidas no conflito no
Egito iniciem um processo de negociação a fim de frear a onda de
violência que se instalou no país deixando centenas de mortos e milhares
de pessoas feridas
“Lamento a a morte de tantas pessoas e apelo a todos no Egito a busca de uma saída para o fim da violência. Exorto as autoridades egípcias e forças de segurança a agirem com a máxima moderação”, disse Navi Pillay, segundo informações da agência de notícias da ONU. “Apelo por um diálogo urgente a fim de evitar mais violência e ódio, e se restaure a ordem constitucional por meio de eleições livres e democráticas”, acrescentou.
Quarta-feira (14), as forças de segurança entraram em confronto com manifestantes exigindo a reintegração do presidente deposto, Mohamed Mursi. "O número de pessoas mortas ou feridas aponta para um excesso de violência contra os manifestantes”, disse a chefe da ONU. “Deve haver uma investigação independente, imparcial e eficaz da conduta das forças de segurança. Qualquer pessoa considerada culpada deve ser responsabilizada”, disse.
Navi Pillay ressaltou que as forças de segurança devem agir com respeito aos direitos humanos, de liberdade de expressão e de reunião pacífica dos cidadãos. “Toda pessoa privada de liberdade deve ser tratada com humanidade e com todas as garantias judiciais no âmbito do direito internacional”, disse.
Segundo informações da ONU, o Conselho de Segurança se reuniu hoje, à portas fechadas, para analisar a situação no Egito. “O ponto de vista dos membros do conselho é importante para acabar com a violência no Egito. Houve um desejo comum sobre a necessidade de acabar com a violência e promover a reconciliação nacional”, disse a embaixadora argentina Maria Cristina Perceval, país que ocupa a presidência rotativa do conselho em agosto.
O site de notícias R7 relatou que, de acordo com as agências internacionais, cerca de 20 igrejas cristãs foram atacadas na quarta-feira (14), durante os confrontos entre partidários da Irmandade Muçulmana — apoiadores do presidente deposto Mohamed Mursi — e as forças policiais do governo interino no Egito.
O maior temor dos cristãos com a atual radicalização dos conflitos é que o grupo se torne não só foco de ataques, mas, principalmente, que as iniciativas políticas pautadas pelo islamismo possam levar o país a aderir à lei do Alcorão, conhecida como Sharia. Neste cenário, seus direitos e sua segurança estariam ainda mais ameaçados.
“Lamento a a morte de tantas pessoas e apelo a todos no Egito a busca de uma saída para o fim da violência. Exorto as autoridades egípcias e forças de segurança a agirem com a máxima moderação”, disse Navi Pillay, segundo informações da agência de notícias da ONU. “Apelo por um diálogo urgente a fim de evitar mais violência e ódio, e se restaure a ordem constitucional por meio de eleições livres e democráticas”, acrescentou.
Quarta-feira (14), as forças de segurança entraram em confronto com manifestantes exigindo a reintegração do presidente deposto, Mohamed Mursi. "O número de pessoas mortas ou feridas aponta para um excesso de violência contra os manifestantes”, disse a chefe da ONU. “Deve haver uma investigação independente, imparcial e eficaz da conduta das forças de segurança. Qualquer pessoa considerada culpada deve ser responsabilizada”, disse.
Navi Pillay ressaltou que as forças de segurança devem agir com respeito aos direitos humanos, de liberdade de expressão e de reunião pacífica dos cidadãos. “Toda pessoa privada de liberdade deve ser tratada com humanidade e com todas as garantias judiciais no âmbito do direito internacional”, disse.
Segundo informações da ONU, o Conselho de Segurança se reuniu hoje, à portas fechadas, para analisar a situação no Egito. “O ponto de vista dos membros do conselho é importante para acabar com a violência no Egito. Houve um desejo comum sobre a necessidade de acabar com a violência e promover a reconciliação nacional”, disse a embaixadora argentina Maria Cristina Perceval, país que ocupa a presidência rotativa do conselho em agosto.
O site de notícias R7 relatou que, de acordo com as agências internacionais, cerca de 20 igrejas cristãs foram atacadas na quarta-feira (14), durante os confrontos entre partidários da Irmandade Muçulmana — apoiadores do presidente deposto Mohamed Mursi — e as forças policiais do governo interino no Egito.
O maior temor dos cristãos com a atual radicalização dos conflitos é que o grupo se torne não só foco de ataques, mas, principalmente, que as iniciativas políticas pautadas pelo islamismo possam levar o país a aderir à lei do Alcorão, conhecida como Sharia. Neste cenário, seus direitos e sua segurança estariam ainda mais ameaçados.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Ancião Cláudio Marçola ameaça seus irmãos na fé
Ancião Cláudio Marçola ameaça
seus irmãos na fé
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52 igrejas queimadas e centenas de cristãos mortos no Egito
A ira islâmica recai sobre cristãos às vésperas de uma guerra civil.
52 igrejas queimadas e centenas de cristãos mortos no Egito
O
mundo olha horrorizado para o Egito esta semana. Os números oficiais
falam de 525 mortos, incluindo 43 policiais, e 3.000 feridos em todo o
país. A Irmandade Muçulmana aumentou o número de mortos para 4.500.Após a destituição de Mohamed Morsi, o país se viu tomado pela disputa de vários grupos pelo poder. Manifestações em todo o país evoluíram para uma verdadeira batalha campal. Especialistas afirmam que o Egito está numa encruzilhada que pode mudar radicalmente o país caso os aliados da Irmandade Muçulmana vençam. Um dos motivos é por que eles já falam em uma guerra contra Israel.
Os conflitos desde quarta-feira são os mais sangrentos já registrados no país na era moderna. A violência utilizada pelas forças de segurança dos partidários da Irmandade Muçulmana, que controlava o governo deposto, desencadeou uma onda de raiva e vingança em todo o país. Tudo piorou com a renúncia do vice-presidente Mohamed ElBaradei. Ganhador do Nobel da Paz ele justificou que não poderia “assumir a responsabilidade por decisões com as quais não estou de acordo”.
Em meio a isso, muitos muçulmanos se voltaram contra os cristãos, a quem muitos acusam de ter apoiado os inimigos de Morsi. Existem registros que pelo menos 52 igrejas foram queimadas em várias cidades do país, alguns possuíam um grande valor histórico. Escolas cristãs, mosteiros e instituições como a Sociedade Bíblica também foram atacadas. Um grande número de casas pertencentes a cristãos também foram atacadas, os mortos podem passar de 200.
A Igreja Copta, maior grupo cristãos do país, relata que na cidade de Assiut, no centro do país, os fiéis tiveram de fugir por uma janela enquanto uma multidão cercava e apedrejava o seu templo. Nas cidades de Minya, Fayoum e Sohag várias igrejas coptas foram queimadas e já existem vídeos mostrando isso no Youtube.
De acordo com um relato do jornal New York Times, “muçulmanos têm pintado um ‘X’ preto nas lojas cristãs para marcar quais seriam queimadas. Multidões atacaram igrejas e cristãos sitiados em suas casas. Sabe-se de cristãos que foram mortos com golpes de facas e facões em suas casas.” Representantes da liderança cristã do país afirmam que os ataques ocorreram “sem motivo algum, o único crimes que eles cometeram é serem cristãos em um país onde uma das facções políticas está travando uma guerra religiosa e apela para a violência visando ganhos políticos.”
Uma das justificativas para os ataques religiosos é que Tawadros, líder espiritual dos oito milhões de cristãos coptas do Egito, expressou seu apoio à retirada dos militares que apoiavam Morsi e a suspensão da Constituição do Egito. Os cristãos são cerca de 10% dos 85 milhões de habitantes do Egito.
Embora o exército tenha declarado “estado emergência”, ninguém sabe que rumos essas manifestações podem tomar. A maioria da população não apoia o golpe de Estado ocorrido no início de julho contra o Governo eleito.
Vários países europeus como o Reino Unido, França e Alemanha manifestaram o pesar pela violência no Egito. O presidente francês chegou a falar em uma intervenção internacional para evitar uma guerra civil. O Governo da Turquia, país igualmente muçulmano, pediu que “a comunidade internacional, liderada pelo Conselho de Segurança da ONU e da Liga Árabe” possam intervir e impor medidas radicais para parar os assassinatos. Com informações CNN, Christianity Today e Daily News Egypt.
Caio Fábio anuncia que está com problemas de saúde
Ele terá que passar por tratamento cardiovascular, mas está tranquilo e certo que tem muitos anos de vida.
O pastor Caio Fábio, 58 anos, usou sua página no Facebook para comunicar que está com um problema de saúde e terá que passar por tratamento médico. A notícia foi dada na madrugada desta quinta-feira (15) quando o religioso transcreveu a avaliação de um cardiologista de sua confiança dizendo que ele tem uma extensa doença coronariana.
O médico anunciou que o tratamento será difícil, pois Caio Fábio não tem vasos bons para que outra cirurgia seja realizada. Ao que parece o religioso já passou por uma angioplastia, mas foi “pouco eficaz” para melhorar a circulação de sangue “devido a extensa doença” que impede que uma nova operação seja feita.
As conclusões médicas sobre o caso do pastor não foram as melhores e ele pediu uma reunião com o paciente e seus familiares para poder dizer quais os passos terão que ser seguidos explicando os prós e os contras dos procedimentos médicos que podem ser realizados.
Caio Fábio escreveu que tanto ele, como sua esposa e filhos estão tranquilos com a notícia e que ele já se consultou com outro médico em São Paulo que deu mais esperanças para sua recuperação.
“Ontem, em S. Paulo, fui levado a um homem de atitude de anjo sábio e que se propôs, como cientista do coração, a fazer uma série de coisas boas comigo; digo: comigo como um todo, no corpo, clinicamente [pois, pasme: eles todos dizem que tudo o mais em mim está forte e jovem, exceto o coração. rsrsrs] e com o coração, especificamente”.
A decisão de falar sobre sua saúde publicamente partiu dele mesmo para evitar fofocas.
“Como não tenho nada a esconder, prefiro deixar tudo límpido. Além disso, estou certo que o tempo da minha partida ainda não deve ser agora. É o que sinto no meu íntimo.”
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