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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Após 2 anos da guerra em Marawi, como está a cidade agora?



Apesar do apoio pós-trauma dado pela Portas Abertas à população, muitos ainda estão abatidos por não conseguirem retornar a sua comunidade


Em Marawi, mais de 2.000 famílias ainda estão em abrigos temporários, e muitas outras estão longe de sua comunidade
Em Marawi, mais de 2.000 famílias ainda estão em abrigos temporários, e muitas outras estão longe de sua comunidade
Você se lembra da cidade filipina de Marawi, na ilha de Mindanao? Era meio dia, 23 de maio de 2017, quando centenas de homens armados, ligados ao Estado Islâmico (IE), invadiram Marawi queimando casas, igrejas e outros edifícios privados. O banho de sangue de cinco meses entre o grupo terrorista e as Forças Armadas das Filipinas não apenas destruiu propriedades, mas também custou mais de mil vidas e deslocou mais de 300.000 pessoas.
Agora, em seu segundo ano após o início da guerra, mais de 2.000 famílias ainda estão em abrigos temporários, 500 famílias estão em centros de evacuação e mais de 11.000 famílias ainda vivem com parentes e amigos, desejando voltar para Marawi e retomar suas vidas. Mas, as operações militares de análise de bombas e minas terrestres não detonadas, e atrasos na realização de projetos de reabilitação, impedem os habitantes de se restabelecerem na cidade.

A atuação da Portas Abertas pós-conflito
Algumas semanas após o início do cerco, a Portas Abertas conseguiu fornecer produtos de socorro, como comida, água e roupas para pessoas nos centros de evacuação. Meses após a libertação da cidade, foi possível conceder apoio financeiro a cristãos para reconstruírem suas casas ou iniciar um pequeno empreendimento de subsistência. Juntamente com este apoio prático, a  Portas Abertas realizou um Seminário de Gestão de Crise, com 30 pastores e estudantes de Marawi, cujo principal resultado foi um plano de contingência no caso de outra crise acontecer.
Sessões de aconselhamento pós-trauma para as vítimas da crise em Marawi também foram realizadas, assistidas por mais de cem crentes e não crentes, crianças e adultos. “Muitos adultos, agora, estão capacitados para lidar com os reflexos da crise. Nas primeiras sessões muitos deles choravam e tremiam enquanto compartilhavam suas experiências, mas graças a Deus, eles estão melhores. No entanto, as crianças precisam de mais tempo de acompanhamento, pois sinto que muitas delas ainda estão traumatizadas”, disse May*, conselheira de pós-trauma da Portas Abertas.
O pesquisador de campo da Portas Abertas, Hadassah* disse: “Ainda estou triste porque até agora alguns cristãos ainda estão no abrigo temporário, e continuamente oram para que possam voltar para sua área e reconstruírem suas casas. Pela graça de Deus, eles foram capazes de enfrentar o desconforto e prosperar em meio às dificuldades, mas ainda assim desejam retornar à comunidade e à igreja. Apesar do que aconteceu há dois anos, sou grato a Deus por abrir as portas para ministrarmos aos irmãos de Marawi”.

Pedidos de oração
  • Interceda por cura contínua para todas as vítimas da crise de Marawi. Ore para que o Senhor liberte as pessoas das memórias ruins que as assombram, e peça força para seguirem em frente.
  • Clame para que o Senhor ofereça mais oportunidades para as vítimas da guerra, para conseguirem suprir suas necessidades e voltar para sua comunidade.
  • Peça pela equipe local da Portas Abertas, para que o Senhor continue a abençoá-los, e lhes dê sabedoria para estender seu amor às vítimas.

*Nomes alterados por segurança.

por Portas Abertas

Descobertas ruínas do que seria a igreja mais antiga do Egito


A equipe acredita que este foi o primeiro local de evangelização no Mediterrâneo

Ruínas de igreja no Egito. (Foto: T. Skrzypiec / pcma.uw.edu.pl)

A equipe de arqueólogos liderada pelo Dr. Krzysztof Babraj, do Museu de Arqueologia de Cracóvia, encontrou o que pode ser as ruínas da igreja cristã mais antiga do Egito.
A descoberta foi feita durante trabalhos de escavação em uma antiga basílica cristã e o grupo acredita que este material possa guiá-los a entenderem como foi a disseminação do cristianismo através do Egito e circundante do Mediterrâneo.
As ruínas encontradas estão próximas ao porto de Tide, em Marea, uma área portuária que servia a cidade de Alexandria até que os árabes conquistaram aquela região e porto foi abandonado depois de um terremoto.
“No final da última temporada de pesquisas, encontramos sob o piso da basílica os restos de uma parede, que se revelaram ser as paredes externas de uma igreja ainda mais antiga. Este é um dos mais antigos templos cristãos descobertos no Egito até agora”, revelou o Dr. Krzysztof.
A igreja que está debaixo da basílica foi construída com paredes em forma de cruz e tem medidas de 22 por 13 metros, ricamente ornamentado por azulejos policromados. Como foi construída a partir de calcário, a equipe foi capaz de determinar a idade do local a partir dos testes com a cerâmica encontrada dentro dela.
Se a data for realmente o século IV, coincidirá com o mesmo período em que Roma adotou o cristianismo pela primeira vez. Isso pode significar também que o Egito foi um dos primeiros centros de evangelização do Mediterrâneo.
por Redação Gospel Prime

Fiel até a morte


Saiba como vivem os cristãos norte-coreanos que estão presos em campos de trabalho forçado no país por causa de sua fé
Na Coreia do Norte, não é necessário cometer um crime para ser preso
Na Coreia do Norte, não é necessário cometer um crime para ser preso
Em junho, mês em que o ocorre o Domingo da Igreja Perseguida (DIP), a Revista Portas Abertas continua tratando sobre a realidade vivida na Coreia do Norte. Neste mês será possível conhecer um pouco mais como vivem os cristãos dentro dos campos de trabalho forçado.
A matéria de capa mostra um breve histórico sobre a família Kim e como o Estado controla a vida da população. Além da falta de direitos humanos, a vida nos campos também é abordada, descrevendo as condições a que os presos são submetidos. Isso é revelado por meio das histórias de Chin In Geun, norte-coreano que nasceu dentro de um campo de trabalho forçado, e Soon Ok Lee, que nasceu em uma família privilegiada, mas acabou presa apesar de sua inocência.
A seção Frutos trata sobre a pressão imposta no país para descobrir quem é cristão. Por conta das proibições, os cristãos secretos na maioria dos casos não têm acesso à Bíblia. O testemunho de Hye mostra uma família cristã que possuía Bíblias e como era o seu relacionamento com as Escrituras. A campanha do mês oferece materiais de estudo bíblico para cristãos norte-coreanos por meio das doações.
Palavra que fortaleceEm meio a tanta perseguição e opressão, cristãos norte-coreanos precisam de uma fonte de vida e refrigério. E isso é possível por meio do estudo da palavra de Deus, que os fortalece e encoraja. Com sua contribuição, você possibilita que cinco cristãos da Coreia do Norte recebam material para estudo bíblico.
Revista Portas AbertasAlém disso, você pode conhecer o contexto do Sri Lanka, que foi palco de ataques recentes, na área da Lista Mundial da Perseguição. Confira também como foi o encontro entre pastores e líderes que se reuniram para ouvir o testemunho de Hea-Woo, cristã norte-coreana que visitou o Brasil recentemente. Disponível nesta edição estão pedidos de oração diários em favor da Igreja Perseguida, principais eventos e novidades da Portas Abertas, mensagens enviadas por nossos parceiros e muito mais. Faça uma contribuição e receba uma revista por mês durante um ano.
por Portas Abertas

Idoso de 84 anos doa o próprio rim para uma mulher após ver pedido de socorro em placa



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por Gospel Mais


Um ato de solidariedade e amor ao próximo que por si só reflete a graça de Deus na vida quem o pratica. É assim que podemos classificar o gesto de um idoso de 84 anos, chamado Frank Dewhurst, que decidiu doar o próprio rim para uma estranha.

Linda Nall, também idosa de 72 anos, estava muito debilitada devido a uma doença que afetou os seus rins, o Lúpus. Se trata de uma doença inflamatória de origem autoimune que pode afetar múltiplos órgãos.
Precisando urgentemente de um transplante de rim, Linda resolveu fazer uma placa para colocar na frente da sua residência, em Wimberly, no Texas, Estados Unidos, apelando para que alguém visse e pudesse lhe ajudar de alguma forma.
“Eu tenho [sangue] tipo O e preciso de um transplante de rim”, escreveu a idosa em seu pedido de socorro. Algum tempo depois, o idoso Frank, que é chefe do comitê de fundações da associação de proprietários de imóveis e ex-jogador, bateu na porta de Linda.
Inicialmente a mulher pensou que ele mandaria ela retirar a placa do seu jardim, mas sua reação foi completamente diferente. “Eu sou [tipo] O positivo e estou aqui para oferecer meu rim a você”, disse Frank à Linda.
A notícia deixou Linda perplexa. Como alguém que nunca havia lhe conhecido na vida poderia bater em sua porta para lhe oferecer um órgão, e em idade tão avançada? Mas foi isso o que aconteceu, para surpresa de todos.
“Quando ele me disse que queria me dar o rim, fiquei chocada”, disse Linda, segundo informações do Faith Wire. “Eu não posso agradecê-lo o suficiente”.
Segundo Hassan Ibrahim, diretor do programa de doadores de rins vivos do Houston Methodist Hospital, ao Houston Chronicle, Frank talvez não pudesse doar seu órgão por conta do seu estado de saúde, devido à idade, mas após alguns exames, os médicos constataram que o rim do idoso estava plenamente saudável.
A cirurgia foi realizada com sucesso e os dois idosos se recuperam bem. “Eu sou saudável e tinha o que ela precisava, um rim funcional”, declarou Frank, feliz por ter ajudado Linda, que agora espera viver o melhor possível o resto da sua vida.
“Eu não posso esperar para passar mais tempo com a família e amigos e apenas socializar mais. Eu vivi muito tempo não sendo capaz de comer o que eu gostaria e fazer o que eu queria. Vou aproveitar ao máximo o generoso presente de Frank e viver a vida ao máximo. Eu mal posso esperar”, disse ela.
por Will R. Filho

Em meio à perseguição, a esperança floresce



Sharda é uma cristã indiana que, mesmo diante da perseguição, se posicionou como uma voz de crianças e mulheres na comunidade

Mulheres e crianças são vítimas constantes de violência, agressão e discriminação ao redor do mundo

Mulheres e crianças são vítimas constantes de violência, agressão e discriminação ao redor do mundo
Hoje, no Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão, queremos apresentar a irmã Sharda* que, mesmo diante da perseguição contra cristãos na Índia, iniciou um projeto em favor de mulheres e crianças em sua comunidade. Sharda é uma senhora do norte da Índia, que vive em circunstâncias hostis devido a sua fé. Após enfrentar um período de oposição e discriminação de sua família ao receber a Cristo, as coisas começaram a melhorar.
A vida continuou e ela iniciou uma pequena escola e uma igreja em sua comunidade. Mas, recentemente, a cristã indiana tem enfrentado algo que descreve como a fase mais difícil de sua vida. Conheça a história de Sharda e una-se conosco em oração por sua vida.
Sharda compartilhou sua história com os parceiros locais da Portas Abertas. “Meu nome é Sharda e eu sou da Índia Central. No entanto, casei com um homem do norte da Índia e me mudei para a sua casa. Foi muito difícil ajustar-me às diferenças culturais quando cheguei lá. Havia restrições sociais que eu nunca havia imaginado”, iniciou Sharda.
“Eu estava restrita às quatro paredes da casa e não tinha permissão para interagir com qualquer pessoa de fora. Além disso, eu estava sujeita a constantes situações de violência doméstica pelos membros da família dele”, continuou. Diante dessa situação e meses de sofrimento, Sharda tomou uma decisão: “Fiquei deprimida e fugi para a casa de amigos que viviam em uma cidade próxima. Foi aí que conheci cristãos que me ensinaram sobre Cristo e seu amor. Então, comecei a frequentar os cultos da igreja”.
Respeito na comunidade
Depois de alguns meses, seu sogro descobriu onde Sharda estava morando e foi buscá-la. “Ele veio e me levou de volta para casa, prometendo-me que as coisas melhorariam. As coisas, de fato, melhoraram, mas quando descobriram que eu havia decidido seguir a Cristo, todos se opuseram a mim e me pressionaram a desistir da minha fé”, relatou a cristã.
No entanto, eles notaram que houve mudanças no comportamento de Sharda. “Eu não era rebelde como antes, e eles perceberam isso. Então, compartilhei com eles sobre o amor de Cristo, mas mesmo não aceitando a verdade, eles me permitiram continuar com a minha fé”, compartilhou.
A partir desse dia, Sharda se tornou um importante apoio à comunidade do norte da Índia. “Eu, então, comecei a trabalhar com as mulheres e crianças da minha comunidade, com foco no desenvolvimento social. Eu iniciei uma pequena escola e logo a escola cresceu. Também dei início a uma pequena comunidade que começou a crescer. As pessoas começaram a me respeitar pelo meu trabalho, e as coisas continuaram bem por anos”. (Essa história continua.)

*Nome alterado por segurança.

Pedidos de oração
  • Interceda em favor das crianças vítimas de agressão em todo o mundo, e peça que Deus as proteja e transforme as suas realidades.
  • Peça a Deus por leis mais justas contra agressores e violência contra crianças e contra mulheres ao redor do mundo.
  • Clame por Sharda e pela Índia. A perseguição aos cristãos no país é intensa e todos precisam das nossas orações.
  • por Portas Abertas

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Ter fé é diferente de usá-la, alerta pregadora Joyce Meyer




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por Redação Gospel Mais

A fé em Deus é uma ferramenta que aqueles que creem a usam diariamente, de forma objetiva ou indireta. A medida, no entanto, é relativa a cada indivíduo, segundo um artigo da pregadora Joyce Meyer.
“Mesmo que você não se sinta como um gigante espiritual de fé, você pode ter esperança na Palavra de Deus que diz que, como um crente, você tem uma medida de fé plantada dentro de você”, contextualizou Joyce Meyer.
A necessidade de colocar a fé em prática, no entanto, é algo que poucas pessoas se dão conta. “Alguns de vocês podem dizer: ‘Bem, eu tenho fé. Eu creio em Jesus’. Francamente, uma coisa é dizer que você tem fé, mas outra totalmente diferente é aplicar sua fé aos desafios da vida”, destacou a pregadora no artigo publicado em seu site.
As adversidades, em geral, são uma oportunidade de descobrir se praticamos a fé ou se nos acovardamos, conceituou Meyer: “É fácil sentir que temos muita fé quando as coisas vão bem ou se desenrolam como queremos. E é fácil ter fé quando algo novo surge e a vida é empolgante. Mas coisas acontecem. E quando as coisas acontecem, como sua fé responde?”, questionou. “Nós operamos com fé o tempo todo e nem sequer pensamos nisso. Não estou me referindo apenas a grandes eventos dramáticos que acontecem. Também estou me referindo às pequenas coisas que surgem e podem facilmente desviar você”, acrescentou.
O uso de todo o potencial da fé só será possível diante de situações que estimulem e desafiem a confiança em Deus, sugeriu a pregadora: “Você pode possuir fé, mas deve usá-la. Um músculo que não é usado fica fraco e encolhe. Se você não usa sua fé, então não é diferente de não ter nenhuma”.
Ela ilustrou esse conceito com algo simples, cotidiano: “Você não começa a suar e tremer de medo dizendo ‘tenho medo de me sentar nesta cadeira, não sei se deveria estar fazendo isso!’. É uma ilustração tola para enfatizar: você simplesmente vai se sentar na cadeira porque tem um pouco de fé”.
“Entregue sua circunstância a Jesus e esteja confiante de que Ele tem tudo sob controle. Sua vida vai mudar drasticamente quando você liberar sua fé. Não basta ter fé apenas em seu coração — coloque-a para fora, coloque-a à prova e se surpreenda com o que Deus faz através de sua vida”, concluiu.
por Tiago Chagas ( Gospel Mais)

Pastor mata outro pastor a facadas após discussão teológica nos fundos da igreja


Pastor assassinado pelo colega após discussão teológica
(Por Redação Gospel Mais)

Uma discussão entre dois pastores sobre questões teológicas terminou com a morte de um deles a facadas e pedradas. O caso foi registrado na cidade de Timbaúba (PE).
José Carlos da Silva, 54 anos, deu facadas em Paulo Germano da Silva, 58 anos, após uma discussão por causa de interpretações da Bíblia Sagrada, de acordo com informações do portal G1.
O pastor que assassinou o colega de ministério foi preso em flagrante e levado para a delegacia local. A Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, revelou que a conversa que se transformou em discussão aconteceu nos fundos do templo em que os dois atuavam, na última quarta-feira, 28 de maio.
José Carlos se exaltou, pegou duas facas e desferiu golpes contra Paulo Germano, que tentou correr, mas foi apedrejado e acabou falecendo. Após o crime, o pastor tentou se esconder na casa de um irmão, mas foi encontrado pelos policiais e confessou o crime.
O pastor foi levado para audiência de custódia no Fórum de Timbaúba, onde foi ouvido pelo juiz de Direito da Comarca.
Caso semelhante
Em setembro de 2016, um debate teológico entre dois pastores terminou com o assassinato de um deles após a troca de ideias descambar para a intolerância. Uma câmera de segurança gravou o momento em que um pastor atirou no outro.
Sem divulgar os detalhes do que teria levado à ação intempestiva, a Polícia da cidade de Chicago, Illinois (EUA) afirmou que o pastor Ted Merchant estava debatendo teologia com o colega, Allen Smith, em um pátio do Centro de Idosos local.
Segundo testemunhas afirmaram à Polícia, eles tinham como hábito trocar ideias a respeito de questões ligadas à Bíblia e espiritualidade. No fatídico dia em questão, as imagens mostram que Merchant puxou a arma e deu dois tiros na cabeça de Smith.
De acordo com o Chicago Tribune, Smith morreu na hora. Ted Merchant era pastor no Centro de Idosos, num dos bairros suburbanos da cidade. “Os dois muitas vezes sentavam-se na varanda de trás do centro”, disse um colega aposentado, confirmando que eles discutiam questões teológicas durante horas. “Eles falavam sobre passagens bíblicas e ideias a respeito de Deus. Eles sempre tinham pequenos debates sobre coisas assim”, acrescentou.
Smith cresceu em Indiana, se formou na Yale Divinity School e ajudou a iniciar uma igreja em Connecticut, antes de assumir a Primeira Igreja Batista como pastor principal. Ele nunca se casou e não teve filhos. “Ele era uma pessoa muito agradável, muito extrovertida, muito amigável”, comentou uma das testemunhas.
Por Tiago Chagas ( Gospel Prime)

Cresce a perseguição no Nepal



Houve 36 incidentes contra cristãos somente no primeiro quadrimestre de 2019

Ore pela Igreja Perseguida no Nepal, onde, só neste ano, casos de perseguição a cristãos chegam a quase 40
Ore pela Igreja Perseguida no Nepal, onde, só neste ano, casos de perseguição a cristãos chegam a quase 40
Somente nos primeiros quatro meses de 2019, parceiros locais da Portas Abertas no Nepalregistraram 36 incidentes de perseguição a cristãos. Entre eles, seis casos de pessoas que foram obrigadas a deixar sua casa, três casos de boicote social, quatro de abuso físico e dois de detenção. Tudo isso por um único motivo: a fé cristã. Houve também casos de fake news e discurso de ódio contra cristãos.
Um parceiro local da Portas Abertas no Nepal explica que esses números ainda não dão conta do quadro geral, pois a comunicação e viagens dentro do país são muito difíceis. Há muitos lugares remotos e não alcançados onde pessoas enfrentam perseguição por seguir a Cristo. Assim, é muito difícil ter informação desses lugares. “Mas uma coisa é certa: a maioria das pessoas que se convertem a Cristo e anunciam isso publicamente são marginalizadas pela sociedade de imediato porque a comunidade acredita que a conversão seja uma violação da sua fé tradicional”, observa.
Além da pressão social e violência, recentes casos de prisões de cristãos por proselitismo exemplificam os perigos que os cristãos do país enfrentam, sobretudo os que querem declarar a fé abertamente. O código penal do Nepal proíbe conversão religiosa forçada e proselitismo. Os que forem considerados culpados de tais ofensas podem ser presos por cinco anos e multados em 50 mil rúpias nepalesas (o equivalente a cerca de 1.770 reais). Essa lei, promulgada dois anos atrás, está sendo implementada agora e usada contra cristãos que falam sobre o cristianismo ou que têm alguma organização não governamental entre os pobres.
O Nepal é um país de maioria hindu que ocupa a 32ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019 e os cristãos do país contam com as orações da igreja livre para que prevaleçam diante das adversidades. Os grupos radicais hindus querem transformar o Nepal em um Estado hinduísta novamente, sendo esta a principal fonte de perseguição aos cristãos no país.
Pedidos de oração
  • Ore para que o Senhor guarde seus filhos de todo mal e os sustente mesmo em meio à perseguição.
  • Interceda para que os cristãos sejam fortalecidos na fé e não se abalem diante das injustiças cometidas contra eles.
  • Clame pela provisão, cuidado e direção de Deus sobre a vida dos cristãos que passaram por algum caso de perseguição.
por Portas Abertas

“A salvação não se compra”, afirma papa Francisco



Papa Francisco. (Foto: Associated Press)


Líder católico falou sobre a importância do Espírito Santo e da Palavra de Deus

Durante uma Audiência Geral que se iniciou nesta quarta-feira (29), o papa Francisco ministrou sobre o primeiro capítulo do livro de Atos dos Apóstolos, dando ênfase ao que ele chamou de “casal vivo e eficaz”: a Palavra de Deus e o Espírito Santo.
“A Palavra de Deus corre, é dinâmica, irriga todo terreno sobre o qual ela cai. E qual é a sua força? São Lucas nos diz que a palavra humana se torna eficaz não graças à retórica, que é a arte do belo discurso, mas graças ao Espírito Santo, que é a dýnamis de Deus, a dinâmica de Deus, a sua força, que tem o poder de purificar a palavra, torná-la portadora de vida”, ensinou de acordo com o Vatican News.
O líder católico ensinou que as palavras da Bíblia são tomadas pelo Espírito Santo, por isso é diferente de qualquer outro livro de histórias.
Francisco também falou que Espírito Santo nos ajuda a entrar “numa comunhão pessoal com Deus” e assim participar do desejo universal de salvação.
E ao falar em salvação, o líder católico lembrou que não é possível comprá-la.
“Não é preciso lutar para ganhar ou merecer o dom de Deus. Tudo é dado gratuitamente e no seu tempo. O Senhor doa tudo gratuitamente. A salvação não se compra, não se paga. É dom gratuito”.
por Redação Gospel Prime

Filha de pastor, atriz do filme ‘Aladdin’ faz ação social na África por sua fé em Cristo



Atriz de Aladdin é filha de pastor
por Redação Gospel Mais


Naomi Scott está no seleto grupo de atores e atrizes da nova geração de Hollywood. Com apenas 26 anos, ela já está entre às estrelas do cinema. Um papel de destaque interpretado por ela recentemente foi no filme Aladdin, da Disney, como uma princesa, mas fora das câmeras outra coisa chama mais atenção na vida da atriz.
Naomi é filha de um pastor britânico de origem indiana. A atriz mora atualmente nos Estados Unidos, mas seus pais vivem na Inglaterra, onde lideram a congregação The Bridge Church, no nordeste de Londres.
Questionada como faz para conciliar sua fama e carreira com a fé cristã, a atriz é precisa em sua resposta: “Meu marido e eu estávamos falando sobre isso ontem. Às vezes nos perguntam: ‘Como você concilia sua fé e o que faz?’ Mas para mim, não sei como faria da vida sem a minha fé”, disse ela.
A atriz integra um projeto junto com a sua igreja, chamado Compassion International, que faz ações voluntárias em países como Ruanda e Etiópia, na África. Naomi fala da sua experiência como jovem missionária e o quanto isso lhe fortalece ainda mais na fé em Jesus Cristo.
“Essa paz que você sabe que é amada e valorizada é algo que me mantém incrivelmente firme, incrivelmente focada. Honestamente, eu não vejo isso [fé e trabalho] como algo distinto, isso é uma soma. Minha fé é apenas uma parte de quem eu sou e o que faço”, explica a atriz.
Vivendo entre celebridades e os holofotes da mídia, onde a imagem e outros atrativos superficiais pensam muito, Naomi diz não sentir este peso, porque mantém a sua identidade como pessoa focada em sua fé cristã, algo que independe de qualquer circunstância.
“Não importa o que aconteça, não importa o que alguém diga sobre mim no Twitter, o que quer que seja no futuro, saber que isso não me define é incrível”, disse ela, segundo o Eonline.
“Saber que [essas coisas] não afetam minha identidade de qualquer maneira ou formato (embora seja mais fácil dizer do que fazer às vezes), isso é a coisa que me mantém seguindo, focando no que é o principal, a coisa principal a todo momento”, conclui.
por Will R. Filho ( Gospel Mais)

Equipe encoraja cristãos em região remota do Golfo



Em encontro raro, apoiado pela Portas Abertas, cristãos isolados do Golfo Pérsico foram encorajados e lembrados de que não estão sozinhos

Essas são algumas das mulheres que se arriscaram para participar da programação e foram edificadas ao desfrutar da comunhão

Essas são algumas das mulheres que se arriscaram para participar da programação e foram edificadas ao desfrutar da comunhão
A Portas Abertas atua na região do Golfo Pérsico em parceria com uma organização formada por uma rede de igrejas chamada ALIVE. Uma das equipes de evangelismo da ALIVE viajou até uma região remota e extremamente fechada à presença cristã, onde é quase impossível que cristãos se reúnam em segurança.
Uma das parceiras que participou da viagem é professora de alfabetização da ALIVE, estuda direito na faculdade, é líder na igreja e professora em um seminário. Ela nos contou sua experiência durante a viagem, dizendo: “Apesar da situação tensa e da violência na cidade, equipes da ALIVE puderam divulgar a programação e as pessoas vieram. Elas puderam ler a palavra de Deus, ter comunhão e discutir sobre como servir essa geração de cristãos negligenciados na região. O resultado foi fantástico. Foi especialmente encorajador ver que as mulheres foram ousadas e não tiveram medo de comparecer. Precisamos do Senhor mais do que nunca.”
Também há o testemunho de um dos cristãos da região: “Quando meus colegas da ALIVE vieram à minha cidade, eu fui tão encorajado. Foi um lembrete de que milhares de pessoas em todo o mundo estão orando por nós e não somos esquecidos. Essas visitas nos animam, pois nos lembram de que não estamos sozinhos nesse país onde milhões de cristãos são esquecidos e deixados de lado”.
Pedidos de oração
  • Agradeça a Deus pela equipe que fez a viagem em segurança e pela programação que conseguiram fazer, encorajando os cristãos locais.
  • Interceda pela vida de cristãos isolados na região do Golfo, para que tenham acesso a discipulado e à comunhão do corpo de Cristo.
  • Ore por mais recursos para os ministérios da ALIVE, para que continuem alcançando e fortalecendo muitos cristãos na região.
  • por Portas Abertas

sábado, 1 de junho de 2019

Três motivos para orar durante o Ramadã



Que nesse mês você lembre de orar por cristãos que vivem em países islâmicos e são perseguidos por muçulmanos extremistas

Durante o período do Ramadã, os muçulmanos só podem comer depois que o sol se põe até antes dele nascer no dia seguinte

Durante o período do Ramadã, os muçulmanos só podem comer depois que o sol se põe até antes dele nascer no dia seguinte
Cerca de 1,8 bilhão de pessoas ao redor do mundo se identificam como muçulmanas. E independente do país em que vivem, elas cumprem o Ramadã, um mês de jejum e oração realizado para marcar a primeira revelação do Alcorão a Maomé. Pedimos que nossos parceiros se unam a nós em oração durante esse período. Mas pelo que devemos orar?
  1. Cristãos enfrentam aumento da perseguição durante o RamadãCristãos que vivem em países muçulmanos afirmam que a perseguição é sempre mais intensa durante o Ramadã. Se eles decidem não jejuar, se destacam. “Assim como o mês sagrado islâmico traz empolgação para os muçulmanos, também traz muitos fardos e preocupações para a comunidade cristã. São 30 dias muito longos em que cristãos receberão olhares duros e perseguição de extremistas por causa da fé. Eles são ridicularizados por não jejuarem como os muçulmanos. Há até mesmo alguns casos em que cristãos enfrentam violência física por serem pegos almoçando por colegas de trabalho ou vizinhos que estão jejuando”, disse um cristão egípcio.
  2. Desejamos que muitos muçulmanos venham à fé em Cristo durante o RamadãMuitos muçulmanos jejuam durante este mês na esperança de se aproximarem de Alá, mas com frequência, estão mais abertos também para a verdade do evangelho. São incontáveis as histórias de muçulmanos que encontraram Jesus durante o Ramadã. Em alguns países, quase 30% dos cristãos se convertem por meio de sonhos e visões.
Um ano, durante o Ramadã, Mushir, um muçulmano devoto, jejuava e orava. Ele estava em um quarto de sua casa, clamando a Deus e pedindo para realmente conhecê-lo. De repente, um quadro caiu da parede e se quebrou em pedaços.  Era uma velha e tradicional pintura que ele tinha na parede por muitos anos. Mas atrás, tinha uma figura de Jesus na cruz.
“Eu fiquei sem palavras, em choque, mas em meu coração, sabia que era a resposta que eu pedia. Eu sabia que encontrara Deus e ele me mostrou quem era – Jesus era a resposta”, disse Mushir. Pedimos a Deus que use cristãos ao redor do mundo para compartilhar a verdade de Jesus com muçulmanos nesse período.
  1. Jesus ensina a orar por quem nos persegue
Extremistas islâmicos, como integrantes do Estado Islâmico e Boko Haram, são alguns dos piores perseguidores de cristãos ao redor do mundo. Porém, em Mateus 5.44, Jesus mostra como devemos responder a isso: “Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem”.
Denis Nicholas é um cristão que entendeu esse ensinamento. Ele estava em sua igreja, no Quênia, quando atiradores do Al-Shabaab entraram no culto e dispararam contra a congregação. Denis foi atingido três vezes. “Eu senti a vida saindo de mim, mas estava determinado a perdoar quem atirou em mim antes de morrer. Me lembro de sussurrar ou pensar: ‘Senhor, eu os perdoo. Por favor, os perdoe também’, e então perdi a consciência”, conta.
Por ter sido gravemente ferido, acabou declarado como morto. Entretanto, a caminho do necrotério, ele espirrou. Denis foi levado às pressas de volta para o hospital e recolocado no oxigênio. “Estou vivo por causa de Deus”, explica.
Pedidos de oração
  • Ore por muçulmanos que buscam seu deus durante o Ramadã, para que tenham uma revelação de Jesus como seu Senhor e Salvador.
  • Interceda por cristãos ex-muçulmanos e que agora vivem como cristãos secretos. Peça por sua proteção enquanto enfrentam mais perseguição nesse período.
  • Apresente os cristãos que vivem em países muçulmanos, que sejam fortalecidos pelo Espírito Santo e tenham coragem de compartilhar o evangelho.
  • por Portas Abertas

Cristão queimado vivo pelo Estado Islâmico 3 vezes viveu milagre: ‘Ele falou comigo’



Um cristão iraquiano contou que Jesus apareceu a ele duas vezes em seus sonhos e testemunhou que foi preso pelo Estado Islâmico, torturado e colocado para ser queimado vivo três vezes pelo grupo terrorista, mas milagrosamente, não sofreu danos.
O homem, pertencente à etnia yazidi, relatou sua história angustiante em um documentário produzido por Sean Feucht e pelo ministério Bethel Music. “Os yazidis […] foram realmente alvos do genocídio do Estado Islâmico… foram estuprados, espancados, executados”, disse o diretor do documentário à emissora de TV Fox News. “O Estado Islâmico nem queria aprisioná-los, eles só queriam matá-los, limpá-los do mapa”.
Feucht entrevistou o homem, que não teve seu nome revelado durante uma ação de seu projeto Light A Candle (que pode ser traduzido do inglês como “acenda uma luz”), uma iniciativa sem fins lucrativos que oferece auxílio a pessoas em situação de vulnerabilidade em todas as partes do mundo, mas principalmente no Iraque, onde o Estado Islâmico estava no auge de sua brutalidade e impôs alguns dos piores sofrimentos do mundo.
O homem yazidi diz que ele foi queimado vivo três vezes pelo Estado Islâmico depois que descobriram que ele era um seguidor de Cristo. Ele disse que seu corpo “não ardeu” quando foi preso e torturado pelos terroristas islâmicos radicais por dois meses. “Ele falou comigo”, compartilhou o cristão perseguido, referindo-se a Jesus em seus sonhos.
Feucht disse a ele: “Jesus apareceu duas vezes para você em um sonho porque Ele ama você”.
O homem disse que ele havia sido apedrejado e drogado para ser queimado, antes dos membros do Estado Islâmico o encharcarem com 20 galões de gasolina. Mas apesar de ter sido queimado vivo, ele disse que inexplicavelmente sobreviveu ileso, e atribui sua experiência de milagre a Jesus. “E eles me queimaram, mas eu não queimei”, disse ele.
A história do cristão iraquiano é um relato do próximo documentário Hearts and Hands: Iraq (“Corações e mãos: Iraque”), que deve ser lançado ainda este ano. Uma prévia foi mostrada na conferência “Heaven Come” em Los Angeles.
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Feucht enfatizou que o documentário mostra o que os cristãos perseguidos enfrentam no exterior. Seu projeto recentemente arrecadou mais de US$ 100 mil para distribuir alimentos, cobertores, colchões e outros materiais, além de oferecer aconselhamento sobre terapia de trauma e programas para crianças, ensinar música e orar com cristãos perseguidos na região onde o cristianismo floresceu, mas está quase extinto, segundo relatos dos líderes da comunidade de fé na região.
“Eu sinto que somos realmente chamados para os lugares mais perseguidos, fechados, escuros e marginalizados”, disse o diretor do documentário. Nos últimos 15 anos, o líder de adoração da Bethel Music foi para a Coreia do Norte, Índia, Afeganistão, que ele resume como sendo “alguns dos países mais fechados e lugares onde é ilegal ser cristão”.
Mas Feucht disse que ele e seus parceiros de missão viram e ouviram histórias de incríveis milagres, e que se sente encorajado pelo crescimento da igreja no Iraque, China e Índia, lugares onde os cristãos são mais perseguidos.
“Nossa equipe está no Iraque agora, e o Departamento de Estado dos EUA acabou de enviar uma notificação dizendo que ‘todo o pessoal dos EUA deixou o Iraque’ e todas as ONGs foram embora, mas nossos caras ainda estão lá. Estávamos lá por causa do Estado Islâmico. Nós estivemos lá durante o pior dos piores [momentos]“, disse Feucht.
“Todos achavam que éramos loucos. Assim que todos estavam saindo, chegamos e, por causa disso, temos um próspero projeto lá”, reiterou Feucht, comentando que o trabalho missionário está no DNA de sua família.
Como filho de médicos missionários que o levaram em viagens a pessoas não alcançadas e lugares remotos, ele viu o que a maioria dos americanos cristãos, que representam apenas 5% da população cristã global, não conseguem ver: “Queremos redefinir as missões de uma geração para as quais somos realmente os primeiros a responder. Essa é a essência do Evangelho: entrar em lugares onde ninguém mais está disposto a ir”, concluiu o missionário.

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