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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Cristão adota mais de 100 crianças que seriam abortadas



Resultado de imagem para Cristão adota mais de 100 crianças que seriam abortadas   Pedreiro vietnamita afirma: “essas crianças agora têm um lar 
seguro”

Em 2001, quando a esposa do vietnamita Tong Phuoc Phuc estava grávida, ela teve muitas complicações e um parto difícil. Enquanto visitava a esposa que se recuperava no hospital, Phuc percebeu que muitas mulheres entravam grávidas numa sala de parto, mas saiam sem nenhuma criança no colo.

Quando viu os médicos jogando fetos no lixo, entendeu o que estava acontecendo. Tocado, pediu para levar os corpos das crianças. Usando as poucas economias que juntara em seu trabalho como pedreiro, comprou um pequeno terreno para poder enterrar aqueles bebês.

A esposa pensou que ele tivesse enlouquecido, mas por ele continuou fazendo o que achava correto. No local estão enterrados mais de 11.000 fetos abortados. Algumas mães começaram a ir ao cemitério improvisado fazer orações pelos filhos que abortaram, conforme a tradição religiosa local. Sua fama se espalhou e grávidas que pensavam em abortar começaram a pedir ajuda a ele.

                            Cemitério de fetos abortados.
                                 Cemitério de fetos abortados.

Phuc é parte da minoria cristã, num Vietnã onde mais de 85% da população se identifica com o budismo.

Por acreditarem na reencarnação, muitas mães não sentem-se culpadas. Preocupado com as gestantes que vinham até ele, decidiu usar a própria casa para que elas tivessem onde ficar. Também se ofereceu para assumir os bebês indesejados. Acabou adotando mais de cem crianças que seriam abortadas. Com o tempo, conseguiu convencer 27 delas a voltar para buscar os filhos. Outras 35 mulheres ficaram morando numa casa que ele construiu especialmente para isso, até conseguirem condições melhores de vida.

Tradição na escolha dos nomes

Desde que começou o processo de adoção, todos os meninos recebem o nome de Vihn (honra), e as meninas são chamadas de Tam (coração). O segundo nome sempre é o da progenitora, ou a cidade de origem dela, para facilitar a identificação caso a mãe volte para busca-lo. Para deixar claro que considera todos como seus filhos, o último nome de todos é Phuc, parte de sua grande família.

                  Alguns dos filhos de Tong Phuoc.
                    Alguns dos filhos de Tong Phuoc.

Ele continua gastando a maior parte do seu salário no sustento das crianças e também recebe doações. Já foi elogiado pelo presidente do Vietnã, mas não recebe verbas do governo. Seu trabalho possui uma página no Facebook que mostra como ele ficou conhecido em várias partes do mundo.

“Essas crianças agora têm um lar seguro. Estou disposto a ajudar e a ensiná-las a serem boas pessoas”, explica. Embora sua vida não seja fácil, o pedreiro de 50 anos não pensa em parar de adotar bebês nesta situação. “Continuarei a fazer esse trabalho até meu último suspiro de vida, e encorajo meus filhos a continuarem ajudando outras pessoas desprivilegiadas”, enfatiza. Com informações de Thanhnien e Aleteia

Por Jarbas Aragão

ONU não reconhece genocídio de cristãos por muçulmanos



Resultado de imagem para ONU não reconhece genocídio de cristãos por muçulmanos    São abundantes as denúncias de meninas e mulheres sendo oferecidas e vendidas em mercados de escravos gerenciados pelo Estado Islâmico. Além disso, espancamentos, estupros coletivos, assassinatos e torturas realizados pelo grupo terrorista contra homens e mulheres de todas as idades impõem “condições de vida que provocam uma morte lenta”.

Tudo isso está presente no relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito das Nações Unidas sobre a Síria, presidida pelo brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro. O problema é que o Estado Islâmico do Iraque e Al-Sham (ISIS na sigla em inglês) só está sendo condenado por praticar genocídio contra a minoria étnica-religiosa yazidi.

A ONU se recusa a reconhecer que os crimes contra a humanidade e crimes de guerra dos radicais islâmicos também incluem cristãos. Infelizmente, a organização internacional segue a decisão do governo Obama, que se recusa a admitir o fato.

Por outro lado, o Congresso americano aprovou por 393 a 0 o reconhecimento que o genocídio na região inclui os cristãos. Decisão similar foi feita pelo Parlamento Europeu.

Aparentemente, a vida dos yazidis tem um valor diferente da de qualquer cristão. O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) publicou o documento que aborda as violações aos direitos humanos na região. Ele pode ser lido aqui.

A única menção aos cristãos, no parágrafo 162 afirma: “No território controlado pelo ISIS as condições de vida são difíceises e muitas vezes precárias…. O direito de existir dos cristãos dentro de qualquer estado islâmico existente em qualquer tempo, é reconhecido, desde que paguem o imposto religioso da jizya”.

Repressão é igual para todos as minorias

Não há repreensão pública contra os atos igualmente bárbaros cometidos contra os cristãos.  Contudo, a imprensa mundial vem divulgando há pelo menos dois anos que os yazidis sofrem o mesmo tipo de perseguição que todos os outros grupos “não muçulmanos”.

A diferença é apenas geográfica, uma vez que essa minoria se concentra no norte do Iraque enquanto os cristãos estão espalhados pela maior parte do Iraque e da Síria, bem como no norte da África, onde outros grupos extremistas fazem uma limpeza étnica e religiosa similar, jurando fidelidade ao Estado Islâmico.

A comissão da ONU pediu o reconhecimento internacional do genocídio, mas ressalta a necessidade de se “garantir a proteção da minoria religiosa yazidi no Oriente Médio”. Agora, pede que esses crimes sejam levados a um tribunal internacional.

Foi encaminhado ainda um pedido para o Conselho de Segurança que leve “urgentemente” a situação na Síria ao Tribunal Penal Internacional, ou para estabeleça outro tribunal que julgue as violações do direito internacional cometidas na região.

Por Jarbas Aragão

Espião do Estado Islâmico se infiltra em igreja para matar cristão, mas termina aceitando Jesus



Resultado de imagem para Espião do Estado Islâmico   Um agente terrorista do Estado Islâmico foi incumbido de uma missão, e para isso, precisava se infiltrar como espião em uma igreja evangélica na Turquia. No entanto, ele não imaginava que sua vida seria mudada completamente ao conhecer o Evangelho na prática.

Mohammed (nome fictício) chegou a uma igreja frequentada pela pessoa que ele deveria assassinar, pois era um sobrevivente de um ataque feito anos antes pelos extremistas muçulmanos.

A igreja que Mohammed deveria se infiltrar é dirigida pelo pastor Ghassan Thomas, um iraquiano que saiu de Bagdá sob perseguição e se refugiou na Turquia, onde montou uma igreja para receber outros refugiados. “Eu era um refugiado e podia me colocar no lugar deles. Eu os entendia”, contou o pastor à emissora Christian Broadcasting News (CBN).

A missão de Mohammed o obrigou a frequentar alguns cultos, o que o pôs em contato com a pregação do Evangelho e o tratamento dado pelos cristãos a qualquer um que passa a frequentar uma comunidade de fé, e isso causou conflitos internos ao então extremista: “Eu vi as pessoas, como eles me receberam mesmo sem me conhecer”, relembrou, acrescentando que costumava pensar sobre a situação: “Eu odeio essas pessoas e elas me mostram o amor”.

Certo dia, Mohammed recebeu uma oração que mudou alguma coisa em seu coração: “Quando eles oraram por mim, eu comecei a chorar como uma criança. Eu senti como se algo muito pesado tivesse saído do meu corpo. Quando o culto terminou, fui para casa, mas havia uma pessoa andando comigo, e eu sentia que não estava na terra. Eu disse: ‘Eu estou voando? Eu sinto que não estou andando. É como se alguém me levasse’”, testemunhou.

Essa experiência sobrenatural o obrigou a estudar a Bíblia Sagrada, e inevitavelmente, Mohammed passou a compará-la com o alcorão: “Eu descobri que este é o Deus que eu estava tentando encontrar. Este é o verdadeiro Deus. Isso é o que eu quero para a minha vida”, afirmou.

Nos tempos em que professava a fé islâmica, Mohammed disse que topava qualquer parada para o aproximar da divindade de sua religião, Alá: “Naquele tempo, eu pensava desta forma: eu deveria matar. Eu deveria fazer muitas coisas sangrentas apenas para estar mais perto de Alá”, revelou.

Ele pontuou ainda que o Estado Islâmico é movido por uma sede insaciável de sangue: “Se você não é muçulmano, você precisa ser muçulmano ou então devemos te matar e tomar tudo o que é seu — dinheiro, mulheres e tudo. Está escrito no Alcorão”, contextualizou.

O pastor Thomas usou a conversão de Mohammed para explicitar o quanto a Europa precisa de missionários nos dias atuais: “Precisamos de mais pessoas vindo e servindo a Deus na Europa com os refugiados, para fazer o contrário do que o Estado Islâmico faz”, resumiu.

Por Thiago Chagas

Governo apoia e financia refugiados cristãos


A colaboração desses países parece querer demonstrar uma amizade entre cristãos e muçulmanos; ainda que haja interesses políticos internacionais, os gestos amigáveis são muito bem-vindos

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De acordo com as últimas informações vindas dos Emirados Árabes Unidos, o 47º país da atual Classificação da Perseguição Religiosa, a nação está ganhando fama por apoiar e financiar os cristãos iraquianos que fugiram para a Jordânia. Esse já é o segundo ano consecutivo que o sheik Khalifa bin Zayed al Nahyan, de 62 anos, que está entre os dez monarcas mais ricos do mundo, colaborou financeiramente para que famílias cristãs vivam em casas alugadas em vez de campos de refugiados. 


O rei do país anfitrião, o jordaniano Abdullah II Ibn Al Hussein, também disse várias vezes que os cristãos árabes são importantes para o Oriente Médio. A colaboração desses países parece querer demonstrar uma amizade entre cristãos e muçulmanos. Ainda que haja interesses políticos internacionais nessas ações, os gestos amigáveis são muito bem-vindos durante esse momento de tensão entre os diferentes grupos religiosos e, principalmente, para os cristãos que enfrentam uma grande pressão por causa de sua fé.

A Jordânia (27ª da Classificação) tem abrigado grandes grupos de refugiados, principalmente vindos do Iraque e da Síria, motivo pelo qual houve forte desestabilização na economia do país que, por um longo tempo, teve um dos governos mais liberais em termos de religião. Hoje, porém, a perseguição contra os cristãos cresceu bastante, especialmente para os ex-muçulmanos. Em suas orações, interceda pelos cristãos perseguidos dos Emirados Árabes Unidos e da Jordânia.

Portas Abertas

Em luto, Eyshila quebra o silêncio e diz que ter Jesus a mantém de pé: “Eu preciso seguir”



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A cantora Eyshila quebrou o silêncio em seu luto pela perda de seu filho mais velho, Matheus, que faleceu no último dia 14 de junho, vítima de uma meningite viral, e falou sobre a necessidade de permanecer de pé e continuar em sua jornada de fé.

Em um extenso texto publicado em sua página no Facebook, a cantora pontuou que “a saudade dói”, mas as situações de dor fazem questionar se “realmente sabemos fazer distinção entre o que é trivial ou importante”.

Eyshila pontuou que as divergências que existem no meio evangélico contribuem apenas para acabar com a paz: “Somos tão dedicados a causas e debates que, na maioria das vezes só servem pra expor o que há de pior em cada um de nós que, no anseio de provar a nossa razão, ofendemos e magoamos quem mais amamos. Não estou me referindo a princípios, pois estes não se discutem”.

“As pessoas têm me perguntado como eu consigo continuar de pé. Eis a resposta: Eu tenho Jesus. Ele é o dono da paz. Isso não me impede de chorar e clamar até cansar. Mas eu tenho certeza de que vai passar, e alguma coisa Deus vai me ensinar com tudo isso. Matheus foi recolhido por Deus, mas [o pastor] Odilon Santos [seu esposo] e Lucas [Oliveira, seu filho caçula] continuam comigo na jornada. Eu preciso seguir!”, afirmou.

Veja a íntegra da publicação da cantora:
Malaquias 4:6 – “E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais”.

A saudade dói, mas também nos leva a refletir sobre o que realmente vale a pena. O que tem valor pra nós? Será que realmente sabemos fazer distinção entre o que é trivial ou importante? O que é permanente e passageiro? Será que de fato temos investido naquilo que é precioso? Somos tão dedicados a causas e debates que, na maioria das vezes só servem pra expor o que há de pior em cada um de nós que, no anseio de provar a nossa razão, ofendemos e magoamos quem mais amamos. Não estou me referindo a princípios, pois estes não se discutem. Sou adepta dos princípios bíblicos. 

Creio na inerrante Palavra de Deus. Mas creio que, independente de religião ou opinião, uma coisa todos querem; paz na família. Paz, apesar das lutas e batalhas diárias. Paz, apesar das tragédias e notícias inesperadas. Paz que que nos faz abrir mão do que temos como certo, afinal é melhor ter paz do que ter razão. Essa paz a qual me refiro tem dono: Jesus. Ele é o príncipe da paz. As pessoas têm me perguntado como eu consigo continuar de pé. Eis a resposta: Eu tenho Jesus. Ele é o dono da paz. 
Isso não me impede de chorar e clamar até cansar. Mas eu tenho certeza de que vai passar, e alguma coisa Deus vai me ensinar com tudo isso. Matheus foi recolhido por Deus, mas @odilonsantospr e @sarievilo (Lucas) continuam comigo na jornada. Eu preciso seguir! Não posso desistir de mim nem daqueles que eu tanto amo. Alguns já encerraram a sua jornada, mas não eu. Quem pode compreender os desígnios desse Deus cujos pensamentos e intenções são impenetráveis? Se eu pudesse entender tudo sobre Ele, eu seria seu deus e não Ele o meu. Que Jesus, o Príncipe da Paz, visite a sua casa e traga a reconciliação necessária para que venha o grande avivamento. Mais um dia de vida, Senhor! Obrigada!

Por Thiago Chagas
        

Violência toma conta das ruas no Quênia



Os últimos dois anos apresentaram perseguição aos cristãos por meio de ataques a ônibus, locais de trabalho e até instituições educacionais

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Aumenta o perigo para os cristãos quenianos que já enfrentavam a violência do Al-Shabaab no país.


Recentemente, a população ficou alarmada por causa dos manifestantes e líderes da oposição que atiravam pedras, exigindo a renúncia da Comissão Eleitoral Independente (na sigla inglesa IEBC – Independent Electoral and Boundaries Commission). A polícia queniana teve que usar canhões de água e gás lacrimogêneo para dispersar as pessoas. 

As próximas eleições, previstas para 2017, é um desafio para o país que, teve um cenário violento nas últimas escolhas, marcadas por vários incidentes que resultaram na morte de 12 pessoas, sendo 6 policiais. O empenho da população e das forças de segurança pretende evitar que isso ocorra novamente. Em 2013, houve inclusive uma série de atentados na fronteira com a Somália. Os manifestantes estão reivindicando uma Comissão Eleitoral mais íntegra e com a participação de todos os partidos. 

Eventos como esse mostram o quanto as pessoas estão vulneráveis no Quênia, o 16º país na Classificação da Perseguição Religiosa. A Anistia Internacional chegou a denunciar os espancamentos brutais por parte das forças de segurança no país. No mês de maio, as imagens de um manifestante sendo capturado e agredido pelas tropas de choque, deixaram a população revoltada. Dá para se ter uma ideia de como os cristãos são tratados no país. Os últimos dois anos apresentaram perseguição aos cristãos por meio de ataques a ônibus, locais de trabalho e até instituições educacionais. Ore por essa nação.

Por Portas Abertas

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Maioria das pessoas que param de ir à igreja mantêm fé cristã



Resultado de imagem para Maioria das pessoas que param de ir à igreja mantêm fé cristã    Mais de 182 milhões de pessoas “sem igreja” no mundo se consideram cristãos 

Segundo levantamentos recentes, mais de 182 milhões de pessoas “sem igreja” no mundo se consideram cristãos. A tendência de crescimento dos “desigrejados”, sobretudo na Europa, é uma espécie de “efeito colateral da secularização”.

Embora nasçam em famílias de tradição cristã, a partir de uma certa idade, eles simplesmente abandonam toda forma de religião organizada.

De acordo com o Christian Today, uma pesquisa recente, contudo, mostra que isso não significa o “fim da fé”. Steve Aisthorpe, que trabalha com a Igreja Nacional da Escócia, disse em uma conferência sobre estatísticas da igreja: “O quadro geral é de mudança. As pessoas estão expressando sua fé cristã de maneiras menos institucionais.”

A pesquisa, conduzida por ele, nos últimos cinco anos, envolveu 10.000 pessoas. Cerca de dois terços das pessoas que abandonaram a igreja declaram que isso não prejudicou a sua fé. Segundo ele, “as pessoas geralmente não ficaram com raiva nem viam a igreja como algo negativo”.

Quando questionadas, por que pararam de ir à igreja, a maioria dos entrevistados “tomou essa decisão depois de um longo período de decepção, frustração e dificuldades”. As queixas mais comuns eram com a irrelevância dos sermões diante de sua vida cotidiana. Cerca de metade delas “sentia-se em outro planeta quando ia à igreja”.

O líder da igreja anglicana em Manchester, David Walker, comentou sobre o estudo: “Às vezes, na igreja, tem-se a sensação de que não queremos saber a verdade inconveniente [do evangelho]. Somente quando compreendemos a realidade deste mundo é que decidimos nos envolver de verdade [na fé].”

Crise teológica e declínio

Apesar do aparente otimismo de seus líderes, o levantamento mais recente mostra que Igreja da Inglaterra possui menos de 800.000 fiéis indo a um de seus templos aos domingos. Os índices são menos de metade do que na década de 1960, quando o liberalismo teológico se tornou a norma.

Atualmente a igreja anglicana aceita o casamento homossexual e possui líderes abertamente gays.

No último censo do governo, o cristianismo ainda é a maior religião na Inglaterra e no País de Gales, com 33,2 milhões de seguidores. Uma redução de 4,1 milhões em relação ao censo anterior, de 2001.

Em média, nas últimas duas décadas, são fechados 25 templos cristãos por ano no país A previsão para 2016 é de fechar pelo menos 2.000 templos. Algumas dessas igrejas estão em projetos para se tornar feiras, centros comunitários e até circos.

Por Jarbas Aragão

Você pode atravessar da amargura para a doçura



Resultado de imagem para ponte Êxodo 15:22-27

Uma nação que não conhecia a liberdade murmurava, pois não havia entendido que a liberdade tinha um preço. Havia chegado o momento de deixar a comida que o Egito fornecia quando escravos, para a comida de um povo livre. A questão não é o tipo de comida, mas a liberdade de comer. Não adianta deixar o cativeiro e permanecer com a mentalidade de escravo. Para ser livre sua mente tem que ser de uma pessoa livre.

Somos mais criativos para a murmuração do que para criar solução, por isso Deus vai esvaziá-lo da crítica e enchê-lo de resolução. Toda pessoa amarga contamina as pessoas que estão ao redor. Para atravessarmos da amargura para a doçura, precisamos ser guiados, conduzidos. Deus instituiu no deserto como eles iriam andar, sem a nuvem o povo perece. Antes de atravessarem o mar vermelho, a nuvem os protegeu confundindo o inimigo.

Voltar ou continuar, o que fazer? De um lado montanhas, do outro deserto juntamente com o acampamento dos filisteus, atrás faraó com seu exército e se desejo de vingança, na frente o mar vermelho. Talvez você se sinta assim, cercado de todos os lados. Nessas horas o que precisa fazer é levantar o cajado para que Jesus, o sumo pastor, lhe conduza a vitória.

Não eram apenas as águas que estavam amargas, mas pessoas. Veja o que trouxe a amargura e o que trouxe a doçura. A escassez os amargura e a murmuração interrompe a graça divina. A sua conquista só virá depois da cura. Ninguém vai chegar as setenta palmeiras e doze fontes com águas amargas, quem faz essa transformação não é o líder, mas sim o Senhor. Saiba que para curar as amarguras é necessário aceitar a possibilidade delas existirem. Você também precisa saber identificar, reconhecer, expor, submeter, crer e descansar no Senhor.

Jesus interrompe a amargura de um deserto e ao apontar para Ele, as águas se tornaram doces. Esse é o resultado de uma intervenção divina. Guarde os mandamentos para ser preservado das maldições. Sua amargura vai se transformar em águas doces.

“Não adianta deixar o cativeiro e permanecer com a mentalidade de escravo. Para ser livre sua mente tem que ser de uma pessoa livre”

::Joel Pereira

Boato de que padre Fábio de Melo teria saído da Igreja Católica para se casar e virar pastor é falso



Resultado de imagem para Boato de que padre Fábio de Melo teria saído da Igreja Católica para se casar e virar pastor é falso      Na última semana, circularam boatos de que o padre Fábio de Melo teria abandonado o sacerdócio na Igreja Católica para se casar e virar pastor metodista. O sacerdote católico negou.
Famoso por sua maneira descontraída e vídeos bem-humorados no Snapchat, Fábio de Melo se tornou um padre sem precedentes no relacionamento com os fiéis através das mídias sociais.

No texto falso que circula na rede, o padre teria falado sobre seu casamento no último domingo, durante uma celebração: “Ontem o padre Fabio de Melo celebrava missas na Igreja Católica, mas durante o sermão deste domingo ele anunciou que estava largando a batina para se casar, ato longamente aplaudido pelos fiéis.

 A saída de Fabio, de 45 anos, já era conhecida, mas o site da igreja justificava que o pároco deixaria o posto por motivos de saúde. A verdade veio à tona neste domingo quando ele disse estar apaixonado por uma mulher que conheceu em uma festa de casamento, com quem planeja se casar e construir uma família. De acordo com a imprensa, o sermão de Fabio foi ouvido em profundo silêncio. Ao final, os fiéis, emocionados, começaram a aplaudir”, diz a publicação.

Usando seu perfil no Twitter, o padre negou os boatos na última sexta-feira, 17 de junho: “Arrumaram um casamento pra mim na outra rede. Mas não me convidaram. A gente morre e não vê tudo […] Os fanfarrões me tornaram pastor metodista, e, de quebra, me arrumaram esposa”, disse ele, aparentemente irritado.

Embora tenha evitado citar o nome do site que originou a boataria, o padre continuou reclamando: “Já tenho um suspeito pelo crime cibernético que contra minha honra foi orquestrado. Você já deve saber de quem falo […] O print da notícia infame está rodando neste site. Causou-me tremendo desconforto, mas já estou medicado”, concluiu.

Gospel mais

Estado Islâmico decapita menina e obriga mãe a molhar mãos com o sangue



Resultado de imagem para Estado Islâmico decapita menina e obriga mãe a molhar mãos com o sangue       Terror de grupo muçulmano parece não ter limites 

O terror infligido pelos soldados do grupo terrorista Estado Islâmico parece não ter limites. A agência de notícias iraniana Al Alam divulgou que em Raqqa, na Síria, uma mãe testemunhou a filha de 4 anos de idade ser decapitada. Em seguida, a mulher foi obrigada a mergulhar as mãos no sangue da própria filha.

Segundo relatos, a menina desobedeceu ordens da mãe que, irritada, gritou: “Vá para casa ou eu juro por Deus que irei cortar sua cabeça, se você não fizer isso”.  Um membro do Estado Islâmico ouviu isso e ordenou à mulher na frente de todos que estavam na rua: “Uma vez que você fez um juramento a Deus [Alá], você deve decapitá-la”.

Como ela se negou, os jihadistas assumiram para si “o dever” de executar a criança. Após o crime bárbaro, fizeram a mãe mergulhar as mãos no sangue da filha.

A testemunha que narrou essa história fugiu da cidade e pede que seu nome não seja revelado. Conta ainda que o EI tem enchido a praça Al-Naeem em Raqqa com cabeças de pessoas executadas por eles para criar terror entre o povo.

Primeiramente eram apenas cristãos, mas agora até mesmo um jovem muçulmano que se recusou a se juntar ao grupo terrorista foi morto e teve a cabeça pendurada publicamente. “Eles estupram mulheres, levam as crianças para a guerra, saqueiam casas e ameaçam o povo de Raqqa com decapitações, caso não concordem em dar suas filhas em casamento aos membros do Estado Islâmico”, revelou.

Há casos ainda mais horrendos, como um jovem que foi morto e partes do seu corpo cozinhados junto com arroz e dado de comer à mãe dele.

Morte por causa da fé

 

O Gospel Prime denunciou várias vezes as atrocidades cometidas pelos extremistas muçulmanos nos últimos anos. Quando eles ainda respondiam pelo nome de ISIS, foram expostas aqui as crucificações e execuções de cristãos no Iraque e na Síria.

Após declararem ao mundo que tentavam restaurar o califado islâmico, passaram a ser denominados Estado Islâmico e ganharam apoio de terroristas em diversas partes do mundo. Ainda que grande mídia se negue a reconhecer, o alvo principal sempre foi exterminar judeus e cristãos, seguindo uma interpretação literal do Alcorão. 

Eles nunca pouparam mulheres nem crianças. Apesar de saber das consequências, existem vários relatos de cristãos que preferem morrer a negar a fé.Nos últimos meses, é visível a diminuição do espaço dedicado às ações do grupo pela maioria dos órgãos de imprensa.

Por Jarbas Aragão

Extrema violência também atinge os cristãos


A quantidade de mortes de cidadãos comuns levanta sérias questões sobre as circunstâncias dos incidentes


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Atualmente, a violência em El Salvador, um dos países da América Central, tem impressionado com seus números. A nação que tem cerca de 6 milhões de habitantes, exibe uma taxa de 103 homicídios para cada 100 mil cidadãos. Para efeito de comparação, no ano de 2014, a taxa do Brasil foi de 29 homicídios para cada 100 mil, sendo que a população tem um pouco mais que 200 milhões de habitantes.


Só no ano de 2016, mais de 2 mil pessoas morreram de forma violenta, 600 apenas no mês de março. Isso quer dizer que o número de homicídios subiu 78% em relação ao mesmo período do ano anterior. 


O governo já perdeu o controle da violência causada pelas gangues de El Salvador. Execuções extrajudiciais se destacam, além da impunidade e agora a liderança do país se vê diante de um grande desafio: preservar o Estado de direito da nação. 


Os cristãos são os mais vulneráveis e se encontram praticamente na mesma situação dos cristãos do México, Colômbia, Argentina e Cuba, que lutam para manter a igreja num país que está cada dia mais entregue ao crime organizado e ao narcotráfico. Ore pelos cristãos nesses países.

Por Portas Abertas