Uma peça infantil, com crianças entre 4 e 7 anos de idade, causou revolta em Israel nos últimos dias. Em abril, o canal de televisão do grupo político-militar Hamas exibiu imagens de um ‘festival cultural’ para telespectadores em Gaza e na Cisjordânia.
Em cena, meninos e meninas vestindo roupas militares encenam uma preparação para o combate com réplicas de facas, armas, metralhadoras e canhões. O objetivo seria ensinar sobre a guerra contra Israel.
Chama atenção que ele não revela como eventualmente deveriam se defender, mas ensina como atacar.
Na televisão, a peça mostra uma das apresentações do festival, onde uma menina palestina tenta matar guardas judeus com uma faca. Ela é baleada e cai no chão em meio aos gritos da plateia. Outras meninas se aproximam e choram sobre seu “corpo”.
“Não fique zangadas com ela”, diz uma voz no alto-falante. “Ela é o seu sangue, sua carne e sua honra”, insiste a voz. A plateia aplaude. Na cena seguinte, um menino usando a máscara típica dos terroristas palestinos atira em um soldado e liberta um companheiro da “prisão”.
Com o nome de “Festival Palestino para Crianças e pela Educação”, o evento foi patrocinado por várias ONGs internacionais que dizem fazer investimentos na área educacional.
Ofir Gendelman, porta-voz do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comparou a peça aos vídeos de recrutamento do Estado islâmico. “Se eles fazem isso em peças da escola não é de admirar que seus filhos façam ataques reais quando forem mais velhos”, disparou.
As Forças de Defesa de Israel estão exibindo na internet parte de outro vídeo para alertar o mundo sobe a doutrinação extremista muçulmana. Com data de maio e contando com crianças mais velhas que o primeiro, a ideia é a mesma. Mesmo para quem não fala árabe, é possível ver na peça que o “inimigo” está por trás de uma bandeira de Israel.
Esse tipo de ação na televisão e nas escolas da Autoridade Palestina não é nova. Em várias outras ocasiões, programas de TV ensinavam crianças a odiar Israel desde a primeira infância. Com informações de Daily Mail e Times of Israel
por Jarbas Aragão


"De
todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos
perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados;
abatidos, mas não destruídos." (2 Coríntios 4.8 e 9). Essa é a passagem
bíblica que mais se encaixa à situação dos cristãos nigerianos que,
apesar de tanto luto e tristezas, conseguem sorrir pelo simples fato de
terem concontrado o seu salvador. Mais de 1 milhão deles foram expulsos
de suas casas ou tiveram suas igrejas destruídas. Em algumas regiões do
país, a presença cristã foi praticamente extinta. A igreja nigeriana
está consciente da perseguição religiosa, mas não estava preparada para a
dimensão da violência que teria de suportar.
Um documentário que foi ao ar na TV inglesa nesta quarta (25) está
gerando um amplo debate sobre o limite da ideologia e da insanidade.
“Pup play”, como é chamado em inglês, revela-se como uma tendência no
mínimo bizarra. Homens adultos que se vestem e se comportam como
cachorros.