Fotos

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Adolescente testemunha cura do câncer após campanha de oração: “Deus cuida de mim”


Adolescente testemunha cura do câncer após campanha de oração: “Deus cuida de mim”A superação de um câncer gerou em um adolescente a certeza da existência de Deus e da abrangência de Seu poder, além de gerar um testemunho belo sobre cura.

Josh Martin, 14 anos, descobriu que tinha câncer na véspera do Natal do ano passado, com dores, que inicialmente geraram a suspeita de que fosse apendicite. No entanto, após exames detalhados, descobriu-se que suas dores eram resultado de um câncer agressivo no abdômen.

De acordo com informações do Christian Today, os pais de Josh – que são pastores da Bangor Elim Baptist Church, na Irlanda do Norte – criaram uma campanha na internet, usando a hashtag PrayForJosh (“ore por Josh”, em tradução do inglês), enquanto seu filho enfrentava longas sessões de quimioterapia, internações e cirurgias.

Na última semana, ao receber os resultados dos exames mais recentes, os pais de Josh tiveram a notícia de que o câncer havia desaparecido. O jornal Belfast Telegraph entrevistou o adolescente, que se tornou uma personalidade no país devido à campanha de oração promovida por seus pais, e ouviu dele um verdadeiro testemunho.

“Eu percebi que existe um Deus e Ele está cuidando de mim”, afirmou Josh, demonstrando que não apenas recebeu as orações, mas acreditava na cura.

Ele contou que estava jogando em seu computador quando seus pais deram a notícia de sua cura: “Eles me disseram que estiveram no hospital, mas eu não estava prestando atenção. Então, eles disseram que não havia mais tumores e que eu não tinha mais câncer”, relatou.

“Quando me disseram isso eu fiquei muito chocado, mas eu não estava tão surpreso porque eu tinha fé de que ficaria saudável. Eu acreditava que eu iria ficar melhor, e eu tinha fé que eu ficaria”, acrescentou o adolescente.

Questionado se não teve dúvidas em nenhum momento, Josh contou que sentiu medo de não sobreviver à doença, mas que esses pensamentos só vieram “por uma hora, um ou dois dias”, e que depois sentia segurança em sua fé.

Publicado por Tiago Chagas



Igreja na Síria é atingida por granada durante Missa



Granada atingiu o teto da igreja durante uma Missa, mas explodiu do lado de fora e não chegou a causar maiores danos.

Na noite deste domingo, 25, uma granada atingiu a Igreja latina de Aleppo, na Síria, dedicada a São Francisco. O incidente aconteceu durante a celebração da Missa dominical. A granada veio de uma área dominada por rebeldes que são contra o ditador Bashar Al-Assad.

A granada atingiu o teto, criando um buraco na cúpula, mas não entrou na igreja, explodindo do lado de fora. “Era por volta de dez para as seis da noite, na igreja havia cerca de 400 pessoas e a liturgia tinha chegado no momento da comunhão”, disse o vigário apostólico de Aleppo para os católicos de rito latino, Dom Georges Abou Khazen.

“Se a granada tivesse explodido dentro, teria sido um estrago. Em vez disso, foram sete feridos sem gravidade pela queda dos escombros e danos materiais no telhado. Agradecemos a Deus e à Virgem Maria e também aos nossos irmãos que logo vieram verificar os danos da paróquia e limpar o interior da Igreja, de modo que hoje já foi celebrada a Missa matutina”, acrescentou Dom Georges.

Por: Canção Nova


Mulher é curada milagrosamente e passa a evangelizar norte-coreanos



"Eu presenciei um milagre em meu próprio corpo, e senti na pele a presença de Jesus"27_CoreiadoNorte_0360100157

A Sra. Shelter como ela é conhecida em um dos abrigos da Portas Abertas, para refugiados norte-coreanos, há cinco anos adoeceu gravemente e quase chegou à morte. Ela foi curada milagrosamente, e este foi o seu primeiro passo em direção à fé cristã. Hoje em dia, ela considera seus dias como um "tempo emprestado" por Deus, e arrisca sua vida para fazer o reino de Cristo avançar.

Sua casa fica numa rua escura, a energia elétrica não funciona em nenhum dos postes que antes iluminavam o local. É um abrigo que se parece com qualquer outro, mas o que ninguém sabe é que ali é um ponto de pregação, onde cristãos se reúnem em secreto, graças à ousadia da Sra. Shelter.

"Eu estive à beira da morte, e então um pastor veio me visitar e orou por mim. Eu presenciei um milagre em meu próprio corpo, e senti na pele a presença de Jesus. E hoje, eu sei exatamente o motivo de Deus ter me curado, Ele queria me usar no ministério. Eu vejo as pessoas vagando pelas ruas, à procura de lugares para dormir. Eu simplesmente ofereço esse lugar, e quando eles vão embora querem saber por que eu faço isso sem pedir nada em troca, é quando eu compartilho com eles sobre Jesus e sobre a Bíblia", explica ela.

Ela também conta que, normalmente estas pessoas voltam e pedem os ensinamentos bíblicos e é por este motivo que o grupo está crescendo a cada dia: "Deus está salvando os norte-coreanos, é por isso que nós seguimos em frente, orientando, guiando e orando com muita fé".

 Hoje em dia, a Sra. Shelter é alvo das autoridades chinesas e norte-coreanas, mas ela não teme: "o Espírito Santo me capacitou no discernimento, e eu consigo identificar os espiões assim que eles chegam. Eu os trato com o amor de Cristo, e no final de suas visitas, eles confessam que vieram para escrever seus relatórios a meu respeito, mas eles acabam escrevendo a meu favor", finaliza a valente cristã.

Por Portas Abertas

Mãe acorrenta filho na igreja para exorcismo diário



Há dois anos o garoto não fala direito, não come e tentou fugir de casa por inúmeras vezes  



Mãe acorrenta filho na igreja para exorcismo diário Mãe acorrenta filho na igreja para exorcismo diário
 
Um menino de 12 anos foi acorrentado pela mãe dentro de uma igreja no Peru. A mulher queria que seu filho passasse por um exorcismo por acreditar que ele estava possuído.

A peruana Deisith Tapullima disse à imprensa local que estava preocupada com seu filho, Dany, que estava se comportando “como um animal” nos últimos dois anos. Ela afirmou que o garoto não falava direito, não comia como deveria e fugiu de casa várias vezes.

Desesperada, ela buscou apoio em vários lugares, mas nunca encontrou alguém que se comprometesse a tratá-lo.  “O que eu podia fazer com ele? Com o passar do tempo ele foi ficando maior e mais forte e eu não conseguia lidar com ele”, disse ela segundo o jornal britânico Mirror.

Na última vez que tentou fugir de casa, Dany foi contido por quatro homens e nem eles conseguiram controlar a força do garoto.

A mãe não teve dúvidas, recorreu à religião e acorrentou o filho na igreja para que os membros orassem por ele três vezes ao dia. Dany tentou fugir mesmo acorrentado, mas segundo a mãe os demônios que estão no garoto “estão sendo expulsos lentamente” e por isso ele já consegue falar e comer sem jogar comida para todos os lados.
por Leiliane Roberta Lopes


Líderes religiosos das duas Coreias se encontrarão no Norte


Os participantes serão católicos, protestantes e budistas

Líderes religiosos das duas Coreias se encontrarão no Norte Encontro reúne líderes religiosos das duas coreias
 
Nos dias 9 e 10 de novembro líderes de ordens religiosas norte-coreanas se reunirão com representantes das sete maiores religiões sul-coreanas que fazem parte da Conferência Coreana sobre Religião e Paz (KCRP).

O evento vai acontecer na Coreia do Norte próximo ao Monte Kumgang e segundo a KCRP, “durante o evento o, eles se reunirão com dezenas de representantes de ordens religiosas norte-coreanas para serviços de oração e diversos eventos para amizade, incluindo caminhadas na montanha”.

Essa será a primeira vez que líderes religiosos das duas Coreias estarão reunidos desde 2011, e serão cerca de 150 representantes católicos, protestantes e budistas.

A organização desse congresso começou no início deste ano, a ideia é que estes grupos se juntam para orar pela paz e estabilidade da Península Coreana. A ideia também é promover a reconciliação entre os dois países. Com informações Sputinik

por Leiliane Roberta Lopes
 

domingo, 25 de outubro de 2015

A humilhação de Cristo, o filho de Deus



A humilhação de Cristo, o filho de Deus

Foto: Internet
Foto: Internet

O apóstolo Paulo falando sobre a humilhação de Cristo, escreve: “A si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.8). Cristo se esvaziou e se humilhou quando ele se fez homem. Depois desceu mais um degrau nessa escalada da humilhação, quando se fez servo; mas, desceu às profundezas da humilhação quando suportou a morte e morte de cruz. Por seu sacrifício, ele transformou esse horrendo patíbulo de morte no símbolo mais glorioso do Cristianismo (Gl 6.14).

A cruz de Cristo é a grande ênfase de toda a Bíblia, tanto do Velho como do Novo Testamento (Lc 24.25-27). Dois quintos do Evangelho de Mateus são dedicados à última semana de Jesus em Jerusalém. Mais de três quintos do Evangelho de Marcos, um terço do Evangelho de Lucas e quase a metade do Evangelho de João dão a mesma ênfase. O apóstolo João fala da crucificação de Cristo como a “a hora” vital para a qual Cristo veio ao mundo e seu ministério foi exercido (Jo 2.4; 7.30; 8.20; 12.23; 12.27; 13.1; 17.1). Cristo morreu para remover o pecado (1Pe 2.24; 2Co 5.21), satisfazer a justiça divina (Rm 3.24-26) e revelar o amor de Deus (Jo 3.16; 1Jo 4.10).

A morte de cruz tinha três características:

Ela era dolorosíssima. Era a pena de morte aplicada apenas aos escravos e delinquentes. Havia um adágio que dizia que uma pessoa crucificada morria mil mortes. Muitas vezes, o crucificado passava vários dias pregado na cruz e morria lentamente com câimbras, asfixia e dores atrozes.

Ela era ultrajante. A pessoa condenada era açoitada, ultrajada e cuspida e, depois, tinha que carregar a cruz debaixo do escárnio da multidão até o lugar da sua execução.

Ela era maldita. Uma pessoa que era dependurada na cruz era considerada maldita (Dt 21.23; Gl 3.13). 

Assim, enquanto Jesus estava pendente na cruz, embaixo Satanás e suas hostes o assaltavam; em volta os homens o escarneciam; de cima, Deus o cobria com um manto de trevas, símbolo de maldição e de dentro prorrompia o amargo grito: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” De fato, Cristo desceu a este inferno, o inferno do Calvário. O Senhor da Igreja consentiu em terminar sua vida num patíbulo romano e do ponto de vista judaico, morrer sob condenação divina. Assim, Jesus nos conduz como num imenso mergulho, dos mais elevados píncaros aos mais profundos vales, da luz de Deus para a escuridão da morte.

Mas, não devemos olhar a morte de Cristo na cruz apenas sob a perspectiva do sofrimento físico. A grande questão é: por que ele morreu na cruz? Cristo não foi para a cruz porque Judas o traiu por ganância, porque os sacerdotes o entregaram por inveja ou porque Pilatos o condenou por covardia. Ele foi para a cruz porque o Pai o entregou por amor e porque ele a si mesmo se entregou por nós. Ele morreu pelos nossos pecados (1Co 15.3). Nós o crucificamos. Nós estávamos lá no Calvário não como plateia, mas como agentes da sua crucificação.

A cruz de Cristo é a maior expressão do amor de Deus por nós e a mais intensa expressão da ira de Deus sobre o pecado. O pecado é horrendo aos olhos de Deus. A santa justiça de Deus exige a punição do pecado. O salário do pecado é a morte. Então, Deus num ato incompreensível de eterno amor, puniu o nosso pecado em seu próprio Filho, para poupar-nos da morte eterna. Na cruz Jesus bebeu sozinho o cálice amargo da ira de Deus contra o pecado. Na cruz Jesus foi desamparado para sermos aceitos. Ele não desceu da cruz para podermos subir ao céu. Ele se fez maldição na cruz para sermos benditos de Deus. Ele morreu a nossa morte para vivermos a sua vida!

::Hernandes Dias Lopes

Deus fala na prisão



Irmãos são presos injustamente, mas recebem promessa do Senhor através da Palavra24_AsiaCentral_0250100197.jpg

Amir* e Vahid* são cristãos na Ásia Central e também irmãos, não só na fé, mas de sangue. Eles foram parados por líderes muçulmanos e levados à delegacia de polícia depois de participarem de um evento de divulgação nas ruas, organizado em parceira com um colaborador da Portas Abertas. Depois de 24 horas de detenção, sem comida e bebida, eles foram escoltados para o tribunal.

“Fomos acusados de perturbar a paz pública. Disseram que havíamos bebido álcool e que fizemos muito barulho. Nos acusaram de incomodar os cidadãos locais", compartilha Amir. Eles foram condenados à prisão, mas o juiz sequer informou quanto tempo seria a detenção. Quando eles entraram na cela da prisão, um dos guardas mencionou que eles não iriam sair da prisão vivos. "A falta de informação é uma tortura. Foi terrível estar lá, não tendo nenhuma pista de quanto tempo seria a nossa permanência", explica Vahid.

Os irmãos passaram os primeiros dois dias em constante oração. No segundo dia à tarde, eles receberam a primeira visita, a esposa de Vahid. Ela contou que passou toda a noite orando por eles e na manhã daquele dia, Deus havia mostrado a ela uma passagem da Bíblia que está em Apocalipse 2.10: "Não tenha medo do que você está prestes a sofrer. Saibam que o diabo lançará alguns de vocês na prisão para prová-los, e vocês sofrerão perseguição durante dez dias. Seja fiel até a morte, e eu lhe darei a coroa da vida.”

"No início, não acreditei que a passagem estava relacionada a nós, mas quanto mais pensávamos nisso, mais percebíamos que era Deus quem estava falando através de minha esposa sobre o nosso prazo lá dentro. Depois que acreditamos que essa revelação foi dirigida a nós, começamos a falar corajosamente a outros presos sobre Jesus. Sabíamos que quando completasse dez dias sairíamos daquele lugar, mas o restante dos prisioneiros ainda precisava ouvir o evangelho", diz Vahid. Ele e Amir passaram exatamente dez dias na prisão. Durante o tempo de refeição ou passeios no pátio, eles evangelizavam outros prisioneiros.

Apesar das circunstâncias iniciais, Amir e Vahid ainda eram capazes de reconhecer a voz de Deus.
Em parceria com uma organização cristã local, os irmãos continuam participando de projetos de distribuição de Bíblias e literatura cristã na Ásia Central, compartilhando com as pessoas o evangelho e seu testemunho incrível -fato que só foi possível por meio do poder transformador da Palavra.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

Por Portas Abertas

Consciência Cristã discutirá pontos em comum do calvinismo e arminianismo


Os debates entre calvinistas e armininanos serão um dos temas discutidos durante o 18º Encontro para a Consciência Cristã, evento... 



Consciência Cristã discutirá pontos em comum do calvinismo e arminianismo Consciência Cristã tratará de calvinismo e arminianismo 
 

Os debates entre calvinistas e armininanos serão um dos temas discutidos durante o 18º Encontro para a Consciência Cristã, evento que acontecerá em Campina Grande (PB) entre os dias 04 e 09 de fevereiro de 2016.

O assunto será debatido em um painel, que será intitulado “Quem disse que calvinistas e arminianos não se entendem?”. O painel ocorrerá no sábado, dia 06 de fevereiro, à tarde, e terá a participação de alguns dos preletores convidados para a Consciência Cristã 2016.

O objetivo do painel é o de discutir pontos convergentes entre calvinistas e arminianos, buscando promover a unidade em meio à beligerância que tem havido por parte de grupos mais extremados de ambos os lados. Com isso, o Encontro para a Consciência Cristã espera cumprir um de seus objetivos, que é o de permanecer fiel às verdades centrais da fé cristã, de modo a contribuir com a Igreja de Cristo de um modo geral.

Para este painel, alguns dos principais preletores da 18ª Consciência Cristã foram convidados: Russell Shedd, Solano Portela, Ricardo Bitun e Ciro Sanches Zibordi. Russell Shedd é pastor e missionário, que atua no Brasil desde 1962, e fundador das Edições Vida Nova. Já Solano Portela é escritor e professor convidado de cursos na Universidade Presbiteriana Mackenzie e no Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper.

Ricardo Bitun, por sua vez, é pastor da Igreja Evangélica Maanaim, em São Paulo, e coordenador do programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Por fim, Ciro Sanches Zibordi é pastor da Igreja Assembleia de Deus de Niterói (RJ) e colunista do CPAD News desde 2010, além de ser autor de vários livros.

Além deste painel, a Consciência Cristã 2016 terá também a realização de plenárias, pela manhã e à noite, e de eventos paralelos à tarde. As plenárias são abertas ao público, mas os eventos paralelos requerem inscrição prévia, que deve ser feita, gratuitamente, no site do evento.

Outros 22 palestrantes estão confirmados para a 18ª Consciência Cristã. Nomes como Conrad Mbewe, Hernandes Dias Lopes, Augustus Nicodemus, Jonas Madureira, Franklin Ferreira, Norma Braga, Renato Vargens e outros estarão no evento, além do grupo Vencedores por Cristo, na parte musical. Eles falarão sobre diversos temas, como liderança, apologética, sexualidade, fé e ciência, família e outros.

O Encontro terá, além das plenárias e palestras, a realização da 4ª Feira do Livro da Consciência Cristã, a FELICC. A feira será feita em parceria com algumas das maiores editoras evangélicas do país, entre elas a Sociedade Bíblica do Brasil, a CPAD, as editoras Fiel, Vida Nova, Hagnos, Cultura Cristã, Vida, PES e a Visão Cristocêntrica Publicações, selo editorial oficial da Consciência Cristã. Todos os títulos comercializados estarão com preços especiais.

A VINACC, entidade que realiza o encontro, oferece apoio a caravanas formadas para o evento e que desejam hospedagem alternativa. A instituição ajuda grupos, de no mínimo 20 pessoas, a conseguir hospedagem em locais como escolas e igrejas de Campina Grande. Os interessados devem preencher um formulário, disponível no site do evento: www.conscienciacrista.org.br.

Faça sua caravana, se programe, participe! De 04 a 09 de fevereiro de 2016, 18ª Consciência Cristã, em Campina Grande, Paraíba!

por Mariana Gouveia

Donald Trump afirma que fechará mesquitas caso seja eleito presidente dos Estados Unidos


Donald Trump afirma que fechará mesquitas caso seja eleito presidente dos Estados Unidos
Donald Trump, o folclórico pré-candidato do Partido Republicano à presidência dos Estados Unidos, afirmou recentemente que deseja fechar mesquitas no país caso seja eleito.

A declaração, incendiária, foi feita durante uma entrevista à Fox Business. Segundo o líder das pesquisas na corrida para a indicação da vaga nas eleições do ano que vem, essa seria uma das estratégias para o enfrentamento do Estado Islâmico.

O apresentador Stuart Varney construiu um enunciado de sua pergunta, falando sobre a postura de enfrentamento recém-adotada pelo Reino Unido em relação às ameaças de terrorismo do Estado Islâmico, que incluem a revogação de passaportes e fechamento de templos muçulmanos. E só então perguntou a Trump se ele faria o mesmo caso fosse eleito.

“Eles têm toda uma nova série de propostas para lidar com isso, incluindo a retirada dos passaportes de algumas dessas pessoas que já demonstraram disposição para ‘lutar’”, disse o apresentador.

“Absolutamente. Bom, bom”, respondeu Trump, de acordo com informações do WND.

Varney continuou: “E estão fechando algumas mesquitas. Você faria a mesma coisa na América?”. Trump respondeu afirmativamente: “Eu faria isso. Absolutamente. Eu acho que é ótimo”, afirmou o pré-candidato.
Em seguida, o apresentador lembrou Trump da legislação que preserva a liberdade religiosa nos Estados Unidos e questionou se, legalmente, o governo poderia fazer isso.

“Bem, eu não sei”, disse Trump. “Quero dizer, eu nunca havia ouvido falar sobre o fechamento de mesquitas. Depende, se a mesquita é, você sabe, suspeita… Eu não sei. Você vai ter que certamente olhar para [essa questão do ponto de vista legal]”, ponderou.

O pré-candidato, descrito como “fanfarrão” por muitos opositores, já afirmou anteriormente que, se eleito, mandará deportar refugiados sírios que forem enviados para os Estados Unidos, pois a seu ver, essa é uma estratégia de guerra do Estado Islâmico, que usaria a imigração como disfarce para invadir o país.

Publicado por Tiago Chagas 






Eu Escolhi Esperar fala sobre sexualidade em Florianópolis



O pastor Nelson Jr. respondeu as dúvidas dos jovens sobre sexualidade  


Eu Escolhi Esperar fala sobre sexualidade em Florianópolis Escolhi Esperar fala sobre sexualidade em Florianópolis
 
A Igreja Assembleia de Deus Mais de Cristo, em Florianópolis (SC), recebeu no sábado (17) o Seminário Eu Escolhi Esperar, temporada Amor & Sexo. O evento atraiu mais de 500 jovens vindos de diversas denominações evangélicas para acompanhar as palestras do pastor Nelson Jr. sobre um dos grandes problemas da juventude atual: a sexualidade.

Entre os ensinamentos, foram citados os benefícios de poder esperar a hora certa para se relacionar sexualmente com alguém.

O seminário aconteceu ao longo do dia tendo alguns intervalos entre uma ministração e outra. Durante esses intervalos, a equipe de organização selecionava perguntas e curiosidades relacionadas ao tema para que o pastor pudesse responder, o que tornou o evento mais atrativo e participativo.

EEE em Floripa
Assembleia de Deus Mais de Cristo

O Líder dos Jovens Mais de Cristo (JMC) e organizador do Seminário em Florianópolis, Leandro Ziegler, falou da importância de ter eventos como temas relevantes para os jovens: “precisamos, como líderes, estar sempre prontos para responder a todas as dúvidas que chegam até nós, ganhando assim confiança e credibilidade de nossos jovens, não permitindo que os mesmos busquem tais respostas em locais que em nada edificam a nossa fé”.

Por conta do sucesso do evento, a igreja já planeja realizar um novo encontro em 2016.

por Leiliane Roberta Lopes







Reunião secreta em cafeteria para ouvir a voz de Deus


 
Na Ásia Central, pequenos grupos de oração se reúnem em cafeterias para estudar a Bíblia e orar uns pelos outros. A estratégia é uma das melhores encontradas pela igreja secreta
25_AsiaCentral

Quando você pensa sobre o termo "igreja secreta", fotos de grupos cristãos em casas com pouca iluminação vêm à mente. Mas feche os olhos e tente imaginar isto: o cheiro de café em grão, luz baixa, e o murmúrio suave e constante de conversas amigáveis. Abra seus olhos. Você está em uma cafeteria em uma cidade grande da Ásia Central, onde as pessoas gostam de tomar uma xícara de café no final do seu dia de trabalho. Agora olhe para a esquerda. Você vê um grupo de pessoas? Está acontecendo uma reunião da igreja secreta.

"É melhor nos reunirmos em um lugar público, como um café, do que secretamente em um apartamento", diz Raikhan*, esposa de um pastor local. De acordo com a lei religiosa do país, os seguidores de Cristo podem se reunir e realizar suas atividades religiosas apenas em prédios de igrejas registradas. A obtenção de um prédio e autorização são quase impossíveis. Muitos cristãos como Raikhan são forçados a viver em clandestinidade e tornam-se parte da igreja secreta.

"Nossos vizinhos podem saber quem somos e chamar a polícia a qualquer minuto, por isso decidimos nos reunir em lugares públicos para estudar a Bíblia. Uma cafeteria é ideal. Nós só precisamos seguir algumas pequenas regras para nossa segurança. Estamos estudando uma série de lições que explicam os frutos do Espírito Santo”, conta Raikhan.

Quando nos reunimos, fechamos os olhos e mantemos nossas Bíblias nas bolsas em todos os momentos. "Somos forçados a agir assim para não atrair atenção desnecessária. No entanto, estamos felizes e satisfeitos porque, juntos, podemos estudar e aprender com a Palavra de Deus! Depois que estudamos, oramos pelas necessidades uns dos outros e o encontro termina”, ela compartilha.

Você pode saber mais sobre como a Palavra tem transformado a vida de muitas pessoas da Igreja Perseguida na Revista Portas Abertas de Outubro. Se você é nosso parceiro, a revista já está em sua casa. Caso ainda não seja, aproveite a oportunidade e conheça mais sobre a realidade dos nossos irmãos que compartilham nossa fé em Jesus, mas não a mesma liberdade.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

Por Portas Abertas

Papa indica silêncio e oração para entender sinais dos tempos


Na Missa de hoje, Papa disse que silêncio, reflexão e oração são bons caminhos para entender os sinais dos tempos.

“Os tempos mudam e nós cristãos devemos mudar continuamente”, com liberdade e na verdade da fé. Foi o que afirmou o Papa Francisco, na Missa desta sexta-feira, 23, na Casa Santa Marta. O Santo Padre falou do discernimento que a Igreja deve ter, observando os ‘sinais dos tempos’, sem ceder à comodidade do conformismo, mas se deixando inspirar pela oração.

Os tempos fazem o que devem: mudam. Os cristãos devem fazer aquilo que Cristo quer: avaliar os tempos e mudar com ele, permanecendo ‘firmes da verdade do Evangelho’. O que não se admite é o tranquilo conformismo que, na prática, deixa as pessoas imóveis.

Sabedoria cristã

O Papa se inspirou no trecho da Carta de São Paulo aos Romanos, na qual ele prega com muita força a liberdade que salvou a humanidade do pecado. No Evangelho do dia, Jesus fala do sinal dos tempos, definindo hipócritas aqueles que sabem compreender o tempo, mas não fazem o mesmo com o tempo do Filho do Homem. Deus criou os homens livres, lembrou o Papa, e para ter esta liberdade é preciso abrir-se à força do Espírito Santo e ter discernimento.

“Temos esta liberdade de julgar o que acontece fora de nós, mas para julgar temos que saber bem o que ocorre fora de nós. E como se pode fazer isto? Como se pode fazer o que a Igreja chama ‘conhecer os sinais dos tempos’? Os tempos mudam; é justamente a sabedoria cristã a conhecer estas mudanças, conhecer os diferentes tempos e também os sinais dos tempos. O que significa uma coisa e a outra. Fazer isto sem medo, com liberdade”.

Silêncio, reflexão e oração

Francisco reconhece que essa não é uma tarefa fácil, pois são muitos os condicionamentos externos que pressionam também os cristãos e induzem muitos a um mais cômodo “não fazer”.

“Este é um trabalho que, com frequência, não fazemos: nos conformamos, nos tranquilizamos com ‘me disseram, ouvi, as pessoas dizem, eu li…’. Assim estamos tranquilos… Mas qual é a verdade? Qual é a mensagem que o Senhor quer me passar com este sinal dos tempos? Para entender os sinais dos tempos, antes de tudo é preciso o silêncio: silenciar e observar. E, em seguida, refletir dentro de nós. Um exemplo: por que existem tantas guerras hoje? Porque aconteceu algo? E rezar… Silêncio, reflexão e oração. Somente assim poderemos entender os sinais dos tempos, o que quer nos dizer Jesus”.


Livres na verdade do Evangelho

Entender os sinais dos tempos não é uma tarefa exclusiva de uma elite cultural. Jesus, recordou o Papa, não diz “vejam como fazem os universitários, como fazem os doutores, os intelectuais…”. Jesus fala aos camponeses que “em sua simplicidade” sabem “distinguir o joio do trigo”.

“Os tempos mudam e nós cristãos devemos mudar continuamente. Devemos mudar firmes na fé em Jesus Cristo, firmes na verdade do Evangelho, mas o nosso comportamento deve se mover continuamente de acordo com os sinais dos tempos. Somos livres. Somos livres pelo dom da liberdade que Jesus Cristo nos deu. Mas o nosso dever é olhar o que acontece dentro de nós, discernir os nossos sentimentos, os nossos pensamentos; e o que acontece fora de nós e discernir os sinais dos tempos. Com o silêncio, com a reflexão e com a oração”.

Fonte: Canção Nova

 



Gangues muçulmanas saqueiam igrejas alemãs


Estado Islâmico está agindo dentro de campos de refugiados


Gangues muçulmanas saqueiam igrejas alemãs Gangues muçulmanas saqueiam igrejas alemãs 
 

Gangues islâmicas na Alemanha estão invadindo igrejas e escolas cristãs e saqueando caixas de coleta e roubando objetos valiosos, além de derrubar cruzes e outros símbolos sagrados.

Segundo a denúncia do site The Local, todo o dinheiro conseguido com esses saques é usado para financiar soldados que se juntam ao Estado Islâmico na Síria e no Iraque. A promotora-chefe Nadja Gudermann abriu um processo para se investigar e punir as invasões em Colônia, uma cidade conhecida por suas muitas igrejas históricas. Ao todo, as gangues muçulmanas são acusadas ​​de roubar mais de 21.000 dólares.

Durante os arrombamentos, que ocorreram ao longo dos últimos anos, um dos líderes é um marroquino de 26 anos de idade. Embora não tenha seu nome divulgado, ele foi identificado em vídeos postado no YouTube incentivando os muçulmanos a se juntarem ao Estado Islâmico e lutarem em sua jihad [guerra santa] contra os infiéis judeus e cristãos.

Os promotores já sabem que o marroquino viajou para a Síria, onde recebeu treinamento militar.

Em outro caso de ataques contra cristãos após a onda de imigrantes muçulmanos, um homem de 24 anos foi brutalmente espancado dentro de um local onde viviam refugiados. O motivo é que ele se converteu ao cristianismo. O agressor é um afegão, que fugiu, informa o jornal alemão Die Welt.

No final de agosto, em dois campos de refugiados, uma multidão tentou linchar um homem afegão depois que ele rasgou páginas do Alcorão. Quando a polícia tentou intervir, foram atacados por muçulmanos que atiravam contra eles pedras e blocos de concreto.

Também houve relatos de um número crescente de estupros de mulheres em campos de refugiados na Alemanha e França. Está mais do que provado que o Estado Islâmico está agindo dentro de campos de refugiados

Não é só na Alemanha

Embora as autoridades europeias não tratem do assunto publicamente, preocupa o fato de que 70% dos refugiados serem muçulmanos homens, entre as idades de 18 e 45. Entre eles existem ex-soldados do Estado Islâmico encarregados de montar células terroristas e recrutar jovens para o terrorismo.
O ministério Christian Aid Mission vem denunciando que existem gangues muçulmanas em todos os campos de refugiados do Oriente Médio mantidos pelas Nações Unidas. Eles têm ameaçado e até matado cristãos que estão nesses locais.

Fica evidente que não existe qualquer tipo de controle e nenhuma providência tem sido tomada para evitar isso. Um dos motivos para isso provavelmente é o país que lidera a Comissão de Direitos Humanos da ONU é a Arábia Saudita. Naquela nação uma pessoa pode ser condenada à pena de morte simplesmente por carregar uma Bíblia. Com informações de Christian Today

por Jarbas Aragão

 

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Uma criança comove o sínodo: o menino que dividiu a hóstia com seu pai, que é divorciado recasado


Relato feito por um bispo evoca o sofrimento dos católicos em situações irregulares que os impedem de receber sacramentos.

O papa Francisco e os 270 padres sinodais ouviram com emoção, na Sala do Sínodo, a história relatada por um bispo que celebrou uma missa de primeira comunhão numa paróquia: um menino foi até o altar para receber na mão a hóstia consagrada e, por iniciativa própria, partiu-a em duas partes, dando a metade ao pai que o acompanhava, mas que, sendo divorciado e tendo se casado pela segunda vez, não podia receber a comunhão.

O episódio evoca o sofrimento dos católicos em situações irregulares que os impedem de receber sacramentos e mostra que os “filhos do divórcio”, percentual considerável das crianças de hoje, não aceitam a exclusão dos seus pais desta dimensão central da vida cristã.

De fato, muitas dessas crianças não continuam o seu caminho de fé na Igreja precisamente porque veem como uma injustiça a exclusão do pai ou da mãe divorciado e recasado. Este é um dos desafios que o sínodo sobre a família está enfrentando. Alguns padres sinodais, como destacou o porta-voz do sínodo para o idioma alemão, Bernard Hagenkord, tomaram partido “em defesa da doutrina católica atual, reiterando o ensinamento da Igreja sobre o casamento e argumentando que ninguém tem a autoridade de ‘mudar a Palavra de Deus’. Muitos outros, no entanto, disseram que, ao seguir o caminho de Jesus, a Igreja não pode excluir ninguém permanentemente dos sacramentos. Esta posição contou com representação mais numerosa na sala do sínodo: os seus promotores não dominam a discussão, mas são notáveis”. O porta-voz para a língua alemã definiu o debate em andamento como “construtivo e de alta qualidade”.

Entre as possíveis soluções, foi proposto que a admissão de divorciados recasados ​​aos sacramentos seja decidida “caso a caso”.

“Estou impressionado com a riqueza das propostas práticas em termos de ajuda aos casais e de preparação para o matrimônio”, declarou o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi.

Fonte: Aleteia

 

 

 



Campanha incentiva cristãos a se juntarem às Forças de Defesa de Israel


“Servir nas forças de segurança é uma honra ao invés de um dever", diz líder cristão 


Campanha incentiva cristãos a se juntarem às Forças de Defesa de Israel Campanha pede cristãos no exército de Israel 
 

Diante da recente onda de terror e tumultos violentos de palestinos em Israel, surgiu um novo lobby no Knesset (parlamento israelense). O objetivo é incentivar fiéis de grupos religiosos minoritários a participarem das Forças de Defesa de Israel (IDF) e do Serviço Nacional.

O movimento que iniciou o lobby para recrutamento dessas minorias para o IDF foi o “Im Tirtzu”, realizado na sede do parlamento na última semana. O co-diretor do lobby, Miki Zohar, que é membro do Knesset, criticou a tentativa dos árabes (20% da população israelenses) de pedir que os muçulmanos boicotassem o serviço militar.

Zohar afirmou no discurso de abertura: “o estímulo contra a adesão ao IDF, encorajado pelos deputados árabes, representa uma ameaça direta à integração das minorias na sociedade israelense”.

O deputado Meirav Ben-Ari, um dos coordenadores do lobby, afirmou: “nestes tempos difíceis, a montagem deste lobby para incentivar e promover o recrutamento das minorias para o IDF e ao Serviço Nacional destaca a força e a unidade da sociedade israelense”.

Matan Peleg, chefe do “Im Tirtzu”, comemorou a ocasião. “É uma celebração da força e fé nacional no Sionismo”.

Gabriel Naddaf, líder do Fórum Cristão do Exército de Israel, comentou a situação: “Nesses dias, quando o Oriente Médio está se afogando em poças de sangue, quando os nossos irmãos e irmãs cristãos e outros grupos minoritários estão sendo abatidos, o Estado de Israel se destaca como uma ilha de sanidade no Oriente Médio. Servir nas forças de segurança é uma honra ao invés de um dever”.

Este ano, cerca de 200 cristãos se alistaram no IDF. Pode parecer baixo, mas é um recorde desde a fundação da IDF, em 1948. Dos quase 10 milhões de pessoas vivendo em Israel, apenas 4% são cristãos. Com informações IB Times e Matzav

por Jarbas Aragão

Anticristo será muçulmano, afirmam estudiosos


Joel Richardson e Perry Stone vem pregando e escrevendo sobre o assunto 


Anticristo será muçulmano, afirmam estudiosos Anticristo será muçulmano, afirmam estudiosos 
 

Embora para os cristãos a Bíblia seja um livro que não envelhece nem muda, a sua interpretação (teologia) sempre foi influenciada por situações históricas.

Durante o segundo e terceiro séculos depois de Cristo, muitos pais da igreja eram antissemitas em suas interpretações. Vários escritos comprovam isso, como os de Irineu (Heresias, vol. 302) e Hipólito (De Christo et Antichristo).

Ambos ensinavam que o anticristo seria um judeu da tribo de Dã, segundo a interpretação de Jeremias 8: 15-16 e outras passagens do Antigo Testamento. Durante o período da Reforma protestante, Lutero, Calvino, Melâncton, Bucer, Beza, Calisto, Bengel e quase todos os escritores protestantes da Europa diziam que o papa era o Anticristo.

Existe ainda um grupo minoritário, que defende que o anticristo não seria uma pessoa, mas um sentimento e que foi visto na história em figuras como os imperadores Nero e Vespasiano e também em Adolf Hitler.

Se a identidade ainda é um mistério, sobre as características a maioria concorda. Mais recentemente, eruditos tem escrito livros tentando mostrar que o cenário histórico aponta para a vinda do anticristo dentre o Islã. Perry Stone estudou o assunto por mais de 30 anos. Ele vem afirmando em seus DVD e artigos que o Anticristo será um muçulmano.

Autor de vários livros, Stone afirma que embora o entendimento tradicional é que o Anticristo seria um líder político/militar. Atualmente, existem no mundo cerca de 1,6 bilhão de muçulmanos e que eles nunca seguiriam um líder judeu ou cristão. Existem 52 nações cuja população é predominantemente islâmica e está na mão delas a maior parte da produção de petróleo do mundo.

O pastor Stone aponta para a estátua do capítulo 2 do Livro de Daniel. Lembra que os impérios representados têm paralelos com os animais listados no capítulo 7. Todos eles eram grandes opositores e/ou invadiram Israel. O último desses impérios seria o califado Otomano, que acabou após a primeira guerra mundial, mas tenta ressurgir pelas mãos dos jihadistas como Estado Islâmico.

Um dos motivos para Perry Stone defender essa crença é um estudo profundo que fez da percepção que os muçulmanos possuem do Apocalipse. O mesmo pensa Joel Richardson, outro estudioso do assunto. Ele já escreveu livros sobre o assunto, incluindo “The Islamic Antichrist” e “Mideast Beast: The Scriptural Case for an Islamic Antichrist”.

De fato em nossos dias, mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica uma pesquisa recente do Instituto Pew Research.

O Estado Islâmico já está marcando a data para a “guerra do fim do mundo”. Além disso, líderes muçulmanos têm anunciado a volta de Issa (Jesus) e a iminente chegada do Mahdi.

Anticristo-e-o-Madhi
Um ebook sobre o assunto está disponível em português e pode ser baixado aqui. Com informações de Charisma News [2]

por Jarbas Aragão


Seita aguarda volta de Jesus trancada em vilarejo

O líder do grupo está preso e o governo estuda uma intervenção para resgatar as crianças, muitas estão doentes 
Seita aguarda volta de Jesus trancada em vilarejo Seita aguarda volta de Jesus trancada em vilarejo 
 

Cerca de 650 pessoas estão vivendo em um vilarejo na Nicarágua esperando o arrebatamento. Elas fazem parte da seita “O corpo místico de Cristo” e a situação em que elas vivem despertou o interesse da imprensa.

Uma jornalista nicaraguense teve autorização para visitar o vilarejo El Viejo, em Chinandega, e relatou que os membros da seita vivem de forma precária, principalmente as crianças e adolescentes.
“Há ali mais de 600 pessoas, muitos adolescentes e crianças em estado vulnerável e todas amontoadas”, disse Carol Munguía em entrevista a BBC.

Além de nicaraguenses, a seita atraiu fiéis de El Salvador, Guatemala e Honduras. Eles são coordenados por 11 pastores que moram em casas de cimento, com computadores e acesso à internet enquanto que os fiéis vivem “amontoados em cabanas feitas com folhas de palmeira, plástico e madeira e dormem em redes”.

As crianças não vão à escola e tão pouco têm acesso a tratamentos de saúde. A jornalista afirma que muitas estão com catapora, mas os adultos não permitem que elas sejam atendidas pelas brigadas médicas que o governo enviou para a região.

“Existe o perigo de que haja um surto epidemiológico, mas eles insistem que têm um único salvador: Jesus”, revela a jornalista.

Por conta do estado de saúde das crianças, o governo nicaraguense estuda uma intervenção no local. A primeira-dama, Rosario Murillo, é a favor da liberdade religiosa, mas entende que o bem-estar das crianças também precisa ser respeitado.

A ministra da Família, Adolescência e Infância, Marcia Ramírez, esteve na semana passada para monitorar a situação pensando principalmente nos menores.

Os membros da seita estão no local há dois meses esperando pelo arrebatamento. A seita existe há dez anos e há a crença de que o Espírito Santo virá arrebata-los nos próximos meses.

As autoridades prenderam o pastor Javier Sánchez, líder do movimento, no final de semana passado quando ele estava entrando no país vindo de Honduras com outros pastores e seus parentes. O próximo passo do governo pode ser a intervenção no vilarejo.

por Leiliane Roberta Lopes


Hospital católico recusa ligadura de trompas em paciente


A instituição garante que não irá descumprir com as regras da igreja e não autorizou o procedimento



Hospital católico recusa ligadura de trompas em paciente Hospital católico recusa laqueadura em paciente 
 

Um hospital católico de Michigan, Estados Unidos, está envolvido em uma grande polêmica que reacende o debate sobre a liberdade religiosa no país.

Alegando motivos religiosos, o hospital negou a autorização de uma ligadura de trompas para uma mulher de 33 anos.

A paciente, Jessica Mann, está grávida de seu terceiro filho e enfrenta o tratamento de um tumor no cérebro. Sua médica recomendou que durante o parto ela seja submetida a uma laqueadura, mas o hospital Genesys Regional Medical Center, em Grand Blanc, não aceita fazer o procedimento.

A União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês) entrou no caso para garantir que a mulher seja atendida, mas o hospital não deseja mudar de opinião.

A decisão da ACLU foi apresentar uma queixa ao departamento responsável pela licença e regulação de instituições médicas do Estado. A ideia é que o hospital seja investigado e obrigado a atender a mulher ou então ter sua licença revogada.

“Estamos levando a luta à agência estadual responsável pelo hospital porque é obrigação deles garantir que mulheres como Jessica obtenham os cuidados de que precisam”, diz a advogada da ACLU em Michigan, Brooke Tucker.

O hospital afirmou que não irá comentar o caso e que vai manter sua decisão com base nas diretivas da Igreja Católica. Com informações Terra

por Leiliane Roberta Lopes