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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Casal brasileiro fala sobre as dificuldades da vida missionária


Luiz Felipe e Bruna estão em Cabo Verde  



Casal brasileiro fala sobre as dificuldades da vida missionária Miss. Bruna em ação da Missão Brava.
 
Deixar sua família, amigos e emprego para atender ao chamado missionário não é uma decisão fácil. Todos os anos centenas de brasileiros tomam essa difícil decisão e deixam o país para levar o Evangelho para outros povos.

“Sempre falo que o maior desafio do missionário realmente não é o ir, mas sim o deixar, e você deixar a família, é muito difícil, porque você não sabe se quando retornar poderá abraça-los outra vez, e você não tem a garantia de voltar, porque você está indo para se entregar totalmente a vontade de Deus”, diz o missionário Luiz Felipe Lopes.

Ele e sua esposa, Bruna, estão há quase dois anos trabalhando em Cabo Verde, na África Ocidental, mas passaram também pelo Paraguai.

A saudade dos familiares é inevitável, deixar de conviver com pai, mãe e irmãos e até mesmo não conhecer os sobrinhos que nasceram após a partida é doloroso, mas o casal afirma que Deus tem capacitado cada um deles não só para realizar o trabalho, mas para suportar a dor da saudade.

Felipe e Bruna sabiam que deixariam seus familiares e seus pais não só apoiaram a decisão como se sentem honrados por terem filhos que aceitaram o chamado de Deus e foram ganhar vidas para Cristo. Para o casal esse apoio foi o grande diferencial para que eles pudessem partir rumo ao cumprimento de uma promessa.

Missionário Luiz Felipe
Miss. Luiz Felipe em ação da Missão Brava.

O casal tem trabalhado em prol do evangelho, eles foram chamados separadamente para a obra com o tempo tiveram a confirmação de que deixariam o Brasil para evangelizar.

“Costumo falar que eu não apenas casei com a minha esposa, mas também com o chamado missionário dela, e Deus me deu a alegria o privilégio, a honra de vir para a obra missionária, de compartilhar o chamado que estava na vida da minha esposa”, disse ele.

Além da escolha, outros fatores como a cultura local e situações políticas e econômicas pesam no dia a dia dos missionários que muitas vezes não atuam só com a evangelização, mas também com trabalhos sociais que incluem a educação de crianças, distribuição de alimentos e outros serviços completamente gratuitos que servem para aproximá-los da população.

Em Cabo Verde os brasileiros trabalham com projetos sociais entre eles o Pão e Leite voltado para crianças e o Projeto BRAVA (Brasil Alimentando Vidas na África, parceria com o próprio Gospel Prime). Fora isso eles ainda realizam evangelismos, discipulados, cursos de teologia e cultos. Eles ainda pastoreiam uma igreja e supervisionam o pastoreio de outra congregação.

O país onde Felipe e Bruna estão não é muito diferente do Brasil, é uma nação cosmopolita onde há imigrantes de diversas nacionalidades como americanos, árabes, chineses, italianos, portugueses, indianos e africanos vindos de outros países. “Culturalmente falando aquilo que não é prejudicial para a vida cristã você se adapta, culinária, o idioma ou a língua, o convívio social e o que é prejudicial a vida cristã você rejeita e com o evangelho você confronta para que haja mudança na vida dos outros.”

Ao contrário de outros países da África, Cabo Verde não tem conflitos religiosos até por conta da sua colonização e da mistura de povos que convivem nas dez ilhas que formam o país. “Passamos algumas vezes por algumas pequenas resistências da igreja católica, mas nada de violência ou discussões, foi um pequeno ato rejeição por parte dos líderes e catequistas da Igreja Católica onde tentaram fazer com que as crianças de uma determinada comunidade não participassem da nossa programação de ‘evangelismo'”, conta ele.

Mesmo sem ter violência e discussões religiosas, os brasileiros enfrentam outros problemas para cumprirem o chamado. Uma das principais delas é a resistência da população em receber a mensagem que é pregada. Felipe diz que a colonização portuguesa que incluiu a tradição católica também é “uma grande barreira”, citando também a cultura vinda de outros povos não-cristãos que também dificultam a expansão da mensagem da Cruz.

Pensar em desistir dos trabalhos quase todo missionário já pensou e o casal de brasileiros não nega. “Mas este é um pensamento momentâneo”, disse ele. “Nestes momentos o Espírito Santo nos conforta e nos encoraja a continuar nesta caminhada, nos mostrando o quão precioso e valioso é o continuar com a mão no arado”.

O sustento do casal vem da Igreja Assembleia de Deus de Içara, pelo departamento Ceifeiros da Hora Final – presidido pelo Pastor Cirço de Lima – além da ajuda vinda de outras assembleias de Deus é assim que o casal se sustenta e também realiza os trabalhos sociais que se comprometeram a realizar em Cabo Verde.

por Leiliane Roberta Lopes

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Estado Islâmico marca data para o Armagedom: 2025


Jihadistas pretendem decapitar o papa e transmitir pela internet  


Estado Islâmico marca data para o Armagedom: 2025 Estado Islâmico marca data para o Armagedom: 2025 
 
Robert Spencer é um estudioso do Islã e mantém o conhecido site Jihah Watch. Ele está lançando um novo livro, chamado “Infidel’s Guide to ISIS” [O guia do infiel para compreender o ISIS]. ISIS ou ISIL é o nome original do grupo terrorista que prefere ser chamado de Estado Islâmico (EI) desde que inaugurou o novo califado.

Segundo o entendimento dos radicais islâmicos, a “batalha final”, que os cristãos chamam de Armagedom, ocorrerá em 2025. Porém, antes disso eles acreditam que algumas profecias precisam se cumprir.

Uma das mais importantes é a conquista de Roma, incluindo o Vaticano. O EI fala constantemente sobre a necessidade de se preparar o retorno do messias muçulmano: o Mahdi.

Segundo Spencer, “O EI trabalha com um calendário onde em 10 anos, perto do ano 2025, ocorrerá o Armageddon, a luta final entre o bem e o mal, ou entre os muçulmanos e os não-muçulmanos”. Contudo, a conquista de Roma deve ocorrer dentro dos próximos cinco anos, até 2020.

Eruditos muçulmanos dizem que Maomé profetizou que as duas grandes cidades romanas seriam conquistadas: Roma e Constantinopla. A antiga Constantinopla chama-se hoje Istambul, e já é uma cidade muçulmana.

O autor do livro enfatiza que imediatamente após a tomada de Roma, o EI pretende conquistar a Arábia Saudita e o Irã. Para ele, a primeira fase desse plano já está em andamento. Spencer acredita que existem centenas, talvez milhares de soldados do ISIS entrando na Europa em meio a atual crise de refugiados.

O Estado Islâmico revela parte de seu plano em uma publicação on-line chamada “Bandeiras negras de Roma”. Ele vai usar células terroristas que já estão reunindo muçulmanos que serviram nos exércitos europeus e recrutando novos simpatizantes.

No seu “Guia”, o estudioso mostra que a conquista de Roma “será o sinal completo da superioridade do Islã sobre o cristianismo, marcando a derrota do cristianismo”. Para isso, o papa deverá ser decapitado em praça pública, com a execução transmitida para o mundo todo.

Dentro de sua visão escatológica, tudo culminará em uma batalha contra os exércitos infiéis próximos a Dabiq, na Síria, cidade que eles já conquistaram. “Essa é a sua versão do Armagedom, ressalta Spencer. 

“Então Jesus se unirá ao profeta muçulmano, o Mahdi, e juntos irão conquistar e islamizar o mundo”, finaliza
Ao mesmo tempo, o autor e especialista em Islã William McCants também lançou um livro sobre o tema. 

O título é sugestivo “The Apocalypse ISIS” [O Apocalipse do ISIS], onde faz as mesmas alegações. Para ele, o Estado Islâmico já está na Europa e tem bases do outro lado do mar, no Norte da África. Essa crença dos soldados na vitória que teria sido profetizada por Maomé não os deixa desistir de lutar e acreditar que a conquista de Roma virá em breve. Com informações CBN

por Jarbas Aragão

Arqueólogos anunciam que podem ter encontrado ruínas das cidades de Sodoma e Gomorra


Arqueólogos anunciam que podem ter encontrado ruínas das cidades de Sodoma e Gomorra
Professor Steve Collins na área de pesquisa das ruínas de Sodoma
As cidades que até hoje são citadas como sinônimo de pecado, imoralidade e perdição, Sodoma e Gomorra, podem ter tido seus alicerces encontrados por arqueólogos da Universidade Southwest Trinity, sediada no estado do Novo México (EUA).

O líder da equipe de pesquisa, professor Steve Collins (foto), afirmou que a descoberta das reuínas das cidades antigas aconteceu após 10 anos de escavações e análises dos materiais encontrados.

“A equipe de arqueólogos desenterrou uma mina de ouro das antigas estruturas monumentais, revelando uma enorme cidade-estado da Idade do Bronze que dominava a região sul do Vale do Jordão”, disse Collins, segundo informações do Christian Today.

O professor, que chefiou o projeto chamado de “Tall el-Hammam”, disse que a década de trabalho aumentou exponencialmente o conhecimento sobre a região: “Sabia-se muito, muito pouco sobre a Idade do Bronze no Al-Ghor (área no sul do Vale do Jordão) antes de começarmos nossas escavações em 2005”, afirmou.

“O que temos em nossas mãos é uma grande cidade-estado que era, para todos os efeitos práticos, desconhecida para os estudiosos antes de começarmos o nosso projeto”, acrescentou o professor.

As análises feitas no material recolhido das ruínas foram comparadas com vestígios coletados de outras cidades antigas próximas, e com o resultado, Collins aponta que o atual local é o que possui maior probabilidade de ser a “cidade perdida” de Sodoma: “O projeto ‘Tall el-Hammam’ atendeu cada critério que Sodoma exigia pelo texto”, disse ele, fazendo referências às menções existentes sobre ambas as cidades nos Velho e Novo Testamentos, na Torá, no Alcorão e no chamado Livro da Sabedoria.

Verídica

Outros estudos também apontam na direção que as cidades realmente existiram, e que o relato bíblico sobre sua destruição pode ser real, embora a ciência aponte motivos “naturais” para o evento que resultou no colapso de Sodoma e Gomorra. Saiba mais neste link.

Publicado por Tiago Chagas




Papa defende injeção de espírito familiar na vida cotidiana


Na catequese de hoje, Santo Padre defendeu o espírito familiar, lembrando que a família é fundamental para o testemunho do amor de Deus.

O espírito familiar foi o tema da catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira, 7. Enquanto os bispos estavam reunidos na assembleia sinodal que começou no último domingo, 4, Francisco falou aos fiéis reunidos na Praça São Pedro, destacando as contribuições que a família oferece para a humanidade.

“A família que caminha na via do Senhor é fundamental no testemunho do amor de Deus e merece, por isso, toda a dedicação de que a Igreja é capaz”, disse o Papa ao anunciar que, neste período de Sínodo, as catequeses serão inspiradas na relação entre a Igreja e a família.

O Papa considerou que o estilo das relações de hoje – civis, econômicas, jurídicas, profissionais e cidadãs – é muito racional e formal, tornando-se, às vezes, insuportável, o que mostra a necessidade de uma injeção de espírito familiar. Segundo o Papa, esse espírito familiar é uma carta constitucional para a Igreja.

Mesmo diante da contribuição que a família oferece para a formação humana, o Papa lembrou que não é dado a ela o devido peso, reconhecimento e apoio. Lembrando que Jesus transformou Pedro em “pescador de homens”, Francisco destacou que hoje a família é uma das redes mais importantes para a missão de Pedro e da Igreja. “Não é uma rede que faz prisioneiros, pelo contrário, liberta das águas más do abandono e da indiferença, que afogam muitos seres humanos no mar da solidão e da indiferença”.

E com base nisso, Papa Francisco manifestou o desejo de que os padres sinodais – aqueles que estão reunidos no Sínodo – possam fomentar a dinâmica de uma Igreja que abandona as velhas redes e se coloca a pescar confiando na Palavra de Deus.

Fonte: Canção Nova



“Evangelho da esposa de Jesus” teria sido forjado por empresário alemão em troca de dinheiro


“Evangelho da esposa de Jesus” teria sido forjado por empresário alemão em troca de dinheiro
O papiro apelidado de “evangelho da esposa de Jesus”, que faz referência a uma suposta companheira do nazareno, foi analisado por pesquisadores e apontado como fraude. Agora, com mais análises, estudiosos acreditam que forja do documento teria sido realizada décadas atrás.

Todo o imbróglio envolvendo a divulgação do papiro se arrasta desde 2012, quando a professora Karen King revelou o material, que possui uma linha onde é possível traduzir a frase “Jesus disse-lhes: ‘Minha esposa…’”, e em outra parte, há referência a uma mulher chamada “Maria”, que seria Madalena.

A professora King obteve o papiro em 2011 de um colecionador que o havia comprado 12 anos antes, em 1999, de um alemão chamado Hans-Ulrich Laukamp, que o havia adquirido em 1963, na cidade de Postdam, parte leste da Alemanha, que nessa época ainda era dividida em duas.

O site Live Science foi atrás dos detalhes da história e descobriu que Laukamp não poderia ter obtido o material no local e data alegados, pois a separação entre os dois países impunha inúmeras dificuldades para que os moradores viajassem de um lado para o outro. Laukamp vivia na chamada Alemanha Ocidental.

O advogado que representa o patrimônio deixado por Laukamp, Rene Ernst, diz que não há registros de que seu cliente tenha sido proprietário do papiro, pois como vivia na parte oeste de Berlim, não tinha autorização para frequentar a parte leste da cidade.

Ernst destaca ainda que, caso Laumkamp se aventurasse pela Berlim Oriental estaria correndo risco de morte, e a posse do tal papiro só agravaria sua situação do ponto de vista legal. Ainda segundo o advogado, Laukamp jamais manifestou interesse em juntar antiguidades.

Uma hipótese levantada pelo Live Science é que algum dos funcionários de Laukamp tenha produzido uma falsificação. O empresário alemão era proprietário de uma fábrica de ferramentas chamada American Coporation for Milling and Boreworks, com uma unidade em Berlim e uma filial na Flórida.

Essa empresa tinha entre seus funcionários representantes comerciais, engenheiros, e, curiosamente, cientistas, que poderiam ter produzido uma falsificação. Essa hipótese é levantada por questões ligadas à gramática incomum a documentos da mesma época a que o papiro supostamente pertenceria, assim como a escrita rudimentar.

O motivo que poderia ter levado o empresário a falsificar o papiro seria a expansão dos negócios de sua empresa, pois um ano antes de vender o papiro, Laukamp abriu uma nova fábrica em Berlim e comprou uma casa na cidade de Venice, na Flórida.

A teoria do Live Science sugere que, por necessidades financeiras, Laukamp teria ordenado a falsificação, usando técnicas modernas de envelhecimento, para que posteriormente o vendesse por um valor que custeasse suas novas despesas.

A professora que trouxe o documento à tona em 2012, Karen King, desconfia dessa teoria, já que testes com carbono apontam que o papiro teria sido fabricado e escrito há mais de 1.200 anos.

Publicado por Tiago Chagas 





Estado Islâmico decapita mais três cristãos e pede milhões para libertar outros 200


Estado Islâmico decapita mais três cristãos e pede milhões para libertar outros 200
Abdel-Maseeh Aniyah, Bassam Issa Michael e Ashur Rustam Abraham são os três cristãos transformados em mártires pelo Estado Islâmico na Síria, em mais uma ação de extremismo religioso do grupo de radicais.

A morte dos três, por decapitação, foi filmada pelos extremistas, que posteriormente divulgaram o vídeo, exigindo a quantia de US$ 14 milhões para a libertação de aproximadamente 200 cristãos que são mantidos em cativeiro.

As vítimas viviam nas cidades de Tal Jazirah e Tal Shamiram, que ficam no vale do rio Khabur, em Hasakah, no norte da Síria, de acordo com informações do Christian Post.

No vídeo da execução, o porta-voz do grupo diz que “a Igreja cristã é responsável” pela morte dos três reféns, que são obrigados por seus algozes a se identificarem para a câmera, dizendo “Eu sou um nazareno”, antes de serem decapitados.

A pedida do resgate dos 200 outros reféns era, inicialmente, de US$ 100 mil por refém, o que totalizaria US$ 20 milhões. No entanto, o Estado Islâmico baixou a pedida para US$ 14 milhões por saber que seria impossível conseguir o montante inicial.

A Rede de Direitos Humanos assíria e o Observatório Sírio-britânico para os Direitos Humanos acreditam que a execução ocorreu há duas semanas, durante a celebração do ‘Eid al-Adha’, festa muçulmana celebrada depois do hajj, a peregrinação a Meca.

“Condenamos este último ato de barbárie nos termos mais fortes possíveis. A limpeza étnico-religiosa sistemática dos assírios, sírios e caldeus continua. Eles são impotentes. Eles são crianças, mulheres. Eles são pais e irmãos de alguém”, dizia trecho de um comunicado divulgado pelos defensores dos Direitos Humanos. “Nós clamamos que a comunidade internacional intervenha imediatamente. Fomos expulsos de nossas terras ancestrais. Temos sido mortos e crucificados. A Comunidade Internacional deve agir agora para salvar vidas de outros sequestrados”, acrescentou o documento.

Publicado por Tiago Chagas





“Sou cristão e dedico tudo o que faço a Deus”, diz ator Hugh Jackman


“Sou cristão e dedico tudo o que faço a Deus”, diz ator Hugh Jackman
O ator australiano Hugh Jackman, conhecido por dar rosto ao personagem Wolverine, falou sobre sua fé e disse que, antes de ter sua carreira artística consolidada, acreditava que em algum momento se tornaria pregador.

As declarações foram feitas numa recente entrevista à revista Parade, quando o ator frisou que dedica tudo que faz a Deus, como forma de reconhecer sua gratidão. “Talvez isto soe estranho para você. Em Carruagens de Fogo, o corredor Eric Liddell diz: ‘Quando eu corro, eu sinto o prazer dEle [Deus]’. Eu sinto este prazer quando eu atuo e está indo tudo bem, particularmente no palco”, afirmou o ator, fazendo referência à sua carreira no teatro.

Sem deixar margens para dúvidas, Jackman disse que é um seguidor de Jesus: “Eu sou um cristão. Eu costumava ir a diferentes templos de evangelistas o tempo todo. Quando eu tinha uns 13 anos, eu tinha um pressentimento estranho que um dia eu estaria no púlpito, como os pregadores que eu vi”.

Jackman afirmou ainda que enxerga nas pessoas a busca por Deus, mas que muitas vezes isso fica em segundo plano: “Eu sinto que todo mundo está procurando um sentimento ou alguém que possa nos unir. O chamemos de ‘Deus’. Antes de eu entrar no palco todas as noites, eu paro e dedico o meu desempenho para Deus, no sentido de que ‘eu possa me render a Ele’”, concluiu.

Entre os próximos trabalhos que Jackman fará no cinema está o filme que vai falar sobre a vida do apóstolo Paulo. No longa-metragem, o ator vai interpretar o apóstolo que fundou diversas igrejas, além de ser um dos responsáveis pela produção, ao lado dos também atores Matt Damon e Ben Affleck.

Chamado de “Apostle Paul”, o filme vai abranger a história de vida do apóstolo quando ele ainda se chamava Saulo e perseguia os cristãos, o encontro com Jesus na estrada de Damasco (Atos 9), sua conversão ao Evangelho e sua dedicação à missão de plantar igrejas, que rendeu a ele muitas prisões e sua morte.

Publicado por Tiago Chagas




O que acontece com quem carrega uma Bíblia na Arábia Saudita


País é o sexto com maior perseguição aos cristãos.  


O que acontece com quem carrega uma Bíblia na Arábia Saudita A pena por ter uma Bíblia na Arábia Saudita 
 
Circula no Facebook a imagem de uma pessoa com os dedos cortados e a legenda diz que se trata da punição para quem possuir uma Bíblia na Arábia Saudita.

A imagem não é nova e vem sendo usada desde 2013, na tradução de um artigo do site The Muslim Issue. Em português, imagem e texto foram compartilhados milhares de vezes nas redes sociais. Algumas versões pedem orações pelos cristãos perseguidos. Contudo, como mostra o site Boatos, a informação não é verdadeira.

A imagem na verdade é de um acidente de escritório com uma daquelas máquinas de triturar papel.

A verdade, infelizmente, é muito pior. Relatórios de organizações de direitos humanos confirmam que na Arábia Saudita a lei impõe a pena de morte a qualquer pessoa que carregue Bíblias ou distribua materiais religiosos que não sejam muçulmanos.

“A nova lei inclui a importação de todas as drogas ilegais e ‘todas as publicações que tragam prejuízo às crenças religiosas do Islã’”, denunciou a Sociedade Missionária HeartCry, liderada pelo pastor Paul Washer. “Em outras palavras, qualquer um que tenta levar Bíblias ou literatura evangélica para o país terá todo material confiscado, será preso e condenado à morte.”

O pastor aponta para a percepção dos sauditas que Bíblias e material cristão são comparados a drogas ilícitas e as chamadas “publicações indecentes” (pornografia).

Repórteres tentaram confirmar a informação com a Embaixada Arábia Saudita nos EUA em Washington, mas ninguém quis confirmar. Tampouco negaram que seja verdade.  A ONU também se recusou a comentar sobre o caso.

A HeartCry lembra que a Arábia Saudita tem uma longa história de hostilidade para com os cristãos. Sempre foi ilegal alguém se converter ao cristianismo no país, um crime considerado apostasia contra o Islã e punível com a morte.

Washer enfatiza: “Há casos de cristãos sendo sequestrados, assassinados e sofrendo violência física regularmente. Um saudita que aceita Cristo como seu Salvador sabe que corre o risco de perder o emprego, o acesso à educação para os seus filhos, ou até mesmo o direito de ter água e eletricidade em casa”.

Embora a lei seja para os cidadãos do país, existem milhares de imigrantes cristãos que vivem ali e centenas deles já foram detidos e expulsos do país por não professarem sua fé no profeta Maomé.

A Missão Portas Abertas afirma que, existe uma pequenina comunidade cristã subterrânea no país e que muitos têm se convertido por meio da internet e de programas de televisão via satélite.

Segundo o relatório anual Portas Abertas, a Arábia Saudita é o sexto pais com maior perseguição aos cristãos. Foi lá que nasceu e está enterrado Maomé. Todo muçulmano fiel deve fazer uma vez na vida a peregrinação para Meca, que fica na Arábia. Com informações de Christian News


por Jarbas Aragão







Papa recebe presente de famílias brasileiras


Na manhã desta sexta-feira (09/10), o Papa Francisco recebeu um presente em nome das famílias brasileiras. 

O presente foi entregue por Ketty Abaroa de Rezende e Pedro de Rezende, o casal brasileiro que participa do Sínodo na qualidade de auditores. O Programa Brasileiro presenciou o momento da entrega e os entrevistou na sequência:

“Nós trouxemos do Brasil para o Papa Francisco uma pala, que foi criada manualmente, completada por senhoras que quiseram especialmente que o Papa recebesse uma lembrança das famílias brasileiras.”
Por sua vez, o Papa respondeu:

“Ele disse que tem muito carinho pelo Brasil e que agradece as orações. Nós dissemos a ele que há uma corrente de orações no Brasil e isso o alegrou muito, então é para continuar com essas orações pelo Sínodo.”

“Mostramos a ele que sob a pala que trouxemos estavam os bilhetes e desenhos feitos por nossos netos. E o Papa então, se referindo a eles, disse: ‘Esses são os mais importantes’.

O casal brasileiro tem sete filhos e cinco netos.

Fonte: News.va

 

 

 


quinta-feira, 8 de outubro de 2015



“Namoro não é um test drive”, diz Ney Matos

Em entrevista, fundador do Instituto Relacionamento em Santidade fala sobre vida a dois
Ney, sua esposa, Júlia, e os filhos, Josué e Emanuel
Ney, sua esposa, Júlia, e os filhos, Josué e Emanuel

Como posso encontrar a pessoa certa? Quanto tempo de oração antes do namoro? É possível viver um relacionamento em santidade nos dias de hoje? Essas são apenas algumas perguntas que surgem na mente de muitos jovens cristãos que desejam se relacionar. Para buscar respostas a essas e outras questões relacionadas à vida a dois, o Lagoinha.com entrevistou Ney Matos, fundador do Instituto Relacionamento em Santidade, em Londrina (PR), e casado com Júlia Matos, coautora dos livros “Agora, sim, o noivo pode beijar a noiva” e “Entendi e decidi, mas e agora?”.

Confira a entrevista:

O que fazer antes de começar um namoro?
No livro “Entendi e decidi, mas e agora?”, todas as etapas lançam a pessoa para uma experiência com Deus. A primeira etapa é você ter a convicção em Deus. A gente não orienta uma pessoa a entrar em um relacionamento sem ter essa convicção. O namoro não é um test drive.

O período de oração é muito importante, senão o mais importante. A grande questão é a motivação, porque muitos casais começam o tempo de oração inclinados 99% a iniciar o relacionamento. Então, muitas vezes, eles fazem isso porque a igreja mandou, mas, na verdade, eles já decidiram namorar. Eles tomaram a decisão, só estão cumprindo um protocolo religioso.

Foto: pixabay.com
Foto: pixabay.com

Quanto tempo é preciso orar?

O tempo necessário para Deus lhe dar todas as confirmações possíveis, porque esta é uma das decisões mais sérias da sua vida. Com “20” e poucos anos você toma uma decisão que vai repercutir nos outros “70” anos da sua vida.

Tive a experiência de ouvir de Deus quem era a minha esposa. Decidi não escolher. Então, falei “Me mostra quem é essa pessoa”. Fiquei orando, e Ele me deu a experiência, falou com ela também, e nós iniciamos um período de relacionamento em santidade. Mas fui falar com ela depois que eu tive todas as confirmações. Tem muita gente que inverte. A pessoa fala com a outra pessoa e, juntas, buscam um sinal de Deus, mas tem um problema: envolve uma coisa chamada emoção, e aí você já está propenso, você já quer. E entra a questão da voz do “eu” junto à voz “dEle”.

É possível viver um relacionamento em santidade com beijo?

É possível. Por quanto tempo? Não sei. O beijo não é pecado. Então, o fato de eu beijar não significa que eu não estou vivendo um relacionamento em santidade. Eu posso ter um relacionamento em santidade com beijo, mas se nós formos entender a Palavra de Deus, na lei de Moisés, no legalismo, a pessoa tem que se deitar com a outra para cometer adultério. Jesus eleva o nível e fala que se você apenas olhar e desejar, já cometeu adultério.

A única regra para um relacionamento em santidade é ouvir o Espírito Santo, porque o ser humano vive atrás de regrinhas, de legalismo, de normas para viver, porque é mais fácil obedecer a uma norma do que ouvir o Espírito Santo.

A minhã decisão foi de não beijar a Júlia no namoro, e essa decisão foi consciente, não porque a minha igreja obrigou ou por uma moda, mas foi o padrão que eu estabeleci na minha vida. Dentro do namoro, a gente sempre orienta os casais a ouvirem de Deus. Cada um pode ouvir do Espírito Santo. Creio que os limites dos toques físicos não são o foco do relacionamento, mas, sim, o resultado da sua vida com Deus.

Foto: pixabay.com
Foto: pixabay.com

Por que você decidiu por santidade?

Estávamos vivendo muitas experiências com Deus, e essa presença dEle nos impactou de forma muito profunda. Então percebemos que isso é algo tão valioso que não vale a pena colocar em risco. Qualquer coisa que coloque isso em risco, eu não quero!

Todos podem esperar a confirmação de Deus?

Sim, com certeza. O Espírito Santo fala com todos. Deus é o mais interessado que você construa uma família debaixo da vontade dEle, que você viva bem com uma outra pessoa. Jesus foi conduzido em todas as coisas e pode nos conduzir também.

Como a pressão da sociedade influencia?

O ser humano é pressionado pela sociedade, e não estou falando de algo longe, não. Mesmo entre nossos parentes, dentro de casa. Por exemplo, você está terminando o colegial. “E aí, que faculdade você vai fazer?” Você começa a faculdade. “E aí, vai namorar não?” Em festinha de aniversário de família. “Cadê o namorado?” Você começa a namorar. “E o casamento, quando é que vai ser?” Você se casa. “E o filho, quando é que vem?”.

A sociedade está sempre pressionando para tentar acelerar o processo para justamente tudo ser fora do tempo. Vivemos num tempo em que está tudo muito acelerado. Hoje em dia, esperar é algo difícil, então, muita gente luta com essa ansiedade e toma decisão errada. Na verdade, a plataforma de tudo isso é a falta de confiança em Deus.

Qual é o papel da Igreja diante de tanta erotização na mídia?

Antigamente, você tinha que procurar para ver pornografia. Hoje, você tem que fugir para não vê-la. O tempo todo, o mundo está nos “bombardeando” com esse tipo de conteúdo. Se nós, a Igreja, não nos posicionarmos para falar sobre isso, cada vez mais teremos cristãos com padrões do mundo. Por isso, a Bíblia diz “não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Romanos 12.2).

Só experimentaremos a boa, perfeita e agradável vontade de Deus se nos posicionarmos contra os padrões deste mundo, termos a nossa mente renovada e entendermos que Deus deseja que andemos em santidade. Então, dentro disso, é muito importante a Igreja se posicionar e, principalmente, apresentar a cultura do Reino de Deus. Porque quando a cultura do Reino chega e os padrões dela são estabelecidos, as pessoas podem ter a opção de escolha.

Foto: pixabay.com
Foto: pixabay.com

Deixe cinco dicas para ter um relacionamento em santidade

1ª Viver um relacionamento íntimo com Deus; gastar tempo orando, lendo a Bíblia, tendo experiências e buscando a presença dEle juntos.

2ª Fechar as portas para o pecado. Construímos ambientes propícios para o pecado, abrimos portas para ele vir e lutar diretamente com a gente. Portanto, se você tem problema com pornografia, evite ficar na internet nas madrugadas; se o pecado está no relacionamento com a namorada, não fiquem a sós em casa ou dentro do carro.

3ª Tenha relacionamento com seus pais, com os pais dele (a), com seus amigos. Sua vida não gira em torno do seu namorado (a).

4ª Mantenha a transparência com os seus pastores. Esteja sempre acompanhado de pessoas que amam e buscam ajudar você.

5ª Viva uma aliança de transparência. Quando você estiver sendo tentado, abra o jogo, não lute sozinho. Quando seu namorado faz alguma coisa que a provoca, seja transparente com ele e peça para não fazer isso. Quando a namorada veste uma roupa que mostra uma parte do corpo que o incita, diga a ela.

Para conhecer mais o trabalho de Ney e Júlia Matos, acesse o site do Instituto Relacionamento em Santidade.


:: Dayane Cristina

Túnica que Jesus teria usado antes de morrer será exposta ao público


Uma graça especial dentro do Ano da Misericórdia – e dados reveladores sobre o que aconteceu com a túnica após a Revolução Francesa


O bispo de Pontoise e “guardião da Santa Túnica”, Stanislas Lalanne, decidiu fazer uma ostentação excepcional da vestimenta que Jesus de Nazaré teria utilizado em seu caminho rumo ao lugar da sua crucificação, por ocasião do Ano da Misericórdia, que começará no próximo dia 8 de dezembro, por vontade do Papa Francisco.

A última exposição pública aconteceu em 1986, e naquela ocasião atraiu 80 mil peregrinos. No ano que vem, o acontecimento coincidirá com os 150 anos da basílica e com o 50º aniversário da diocese francesa de Pontoise. O responsável pela basílica, Guy-Emmanuel Cariot, prepara-se para receber mais de 150 mil peregrinos em 2016 (de 25 de março a 10 de abril).

A relíquia é venerada na França há um milênio, e já recebeu peregrinos ilustres, como os reis da França Luís VII, São Luís, Francisco I, Henrique III, Luís XIII e as rainhas Maria de Médici e Ana da Áustria.
Essa túnica, originalmente de uma só peça, corresponde à descrição que se faz dela no Evangelho de São João (19, 23-24):

“Depois de os soldados crucificarem Jesus, tomaram as suas vestes e fizeram delas quatro partes, uma para cada soldado. A túnica, porém, toda tecida de alto a baixo, não tinha costura. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas deitemos sorte sobre ela, para ver de quem será. Assim se cumpria a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e deitaram sorte sobre a minha túnica. Isso fizeram os soldados.”

A túnica foi rasgada durante a Revolução. O pároco de Argenteuil a cortou em vários pedaços e a confiou aos paroquianos, para escapar da confiscação dos bens da Igreja. O sacerdote foi preso durante dois anos e, uma vez libertado, recompôs da melhor maneira possível a relíquia, mas alguns pedaços nunca mais foram encontrados.

A túnica de Argenteuil havia chegado à França em 800, ano da coroação de Carlos Mano, oferecida como presente ao novo imperador, pela imperatriz Irene de Constantinopla.

Foi o próprio Carlos Magno quem confiou a custódia da relíquia ao Mosteiro da Humildade de Nossa Senhora de Argenteuil, do qual sua filha Theodrade era priora.

A túnica passou por inúmeras peripécias desde então: escondida pelos normandos dentro de um muro, reencontrada pelos beneditinos de São Dênis.

Sua última aventura remonta a 1983: roubada por um desconhecido, foi devolvida misteriosamente, com a promessa de jamais denunciar o ladrão.

Fonte: Aleteia



Padre ataca homossexualidade, mas defende pedofilia


Mais um líder católico é afastado após declaração polêmica


Padre ataca homossexualidade, mas defende pedofilia Padre ataca homossexualidade, mas defende pedofilia 
Está ocorrendo na Itália o Sínodo da Família, entre 4 a 25 de outubro, onde cerca de 400 cardeais e bispos, de todos os continentes, debatem os desafios encarados pela família diante das mudanças da sociedade moderna. Ao mesmo tempo, o Vaticano se vê obrigado a afastar mais um padre por causa de declarações polêmicas.

É o segundo caso esta semana. O primeiro foi o polonês Krysztof Olaf Charamsa, 43 anos. Ele revelou a dois jornais que é homossexual e tem um companheiro. Disse ainda: “O clero é amplamente homossexual e também, infelizmente, homofóbico até a paranoia”.

Desta vez foi o padre Gino Flaim, da igreja San Pio X, em Trento, Itália. Falando à emissora La7 TV, defendeu os casos de pedofilia “Conheço as crianças e infelizmente, algumas delas precisam de atenção que não recebem em casa. Se encontram um padre e ele cede… Isso eu entendo”, disparou.

Durante o programa L’aria che tira, foi instigado a responder se as crianças são responsáveis pelo comportamento pedófilo. Sua resposta foi chocante: “em grande parte sim”. Curiosamente, ao abordar a questão da homossexualidade, a classificou como doença. E asseverou: “Isso não surpreende, pois, a igreja é uma comunidade de pecadores”. Sem citar nomes, declarou ainda que está acostumado a lidar com essas situações.

Ao sugerir que as crianças são responsáveis pelas relações de pedofilia, foi contra o que a Igreja Católica diz estar combatendo. Por isso, acabou afastado do cargo por seus superiores.

Segundo o Conselho Europeu, mais de 200 casos de pedofilia foram denunciados na Itália em 2014.

O papa Francisco tem afastado líderes católicos envolvidos em escândalos. Durante sua visita os Estados Unidos, declarou: “Não podemos encobrir atos de padres pedófilos e daqueles que são culpados, incluindo alguns bispos”. Contudo, desde que assumiu o pontificado, não há notícia que nenhum desses homens tenha sido entregue à justiça para responder às acusações. Com informações Repubblica


  
por Jarbas Aragão

Cristãos refugiados não se sentem seguros na Alemanha



Albergues são controlados por muçulmanos
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De acordo com o jornal alemão Die Welt, cristãos que buscam albergues para refugiados, na Alemanha, estão sendo ameaçados por muçulmanos conservadores. Segundo o líder religioso conhecido como Martens, que atende a estes refugiados: "Os muçulmanos estão dominando estes locais e impondo a sharia, que é a lei islâmica".
 
Analistas da Portas Abertas disseram que cristãos são proibidos de frequentar a cozinha e alguns locais dos albergues: "Mas esta é apenas a ponta do iceberg, pois há ameaças de morte e atos de violência contra os cristãos de várias denominações, mas em especial aos muçulmanos convertidos ao cristianismo, que são considerados traidores por eles", explica um dos analistas.

Turíngia, um dos 16 estados federais da Alemanha, introduziu um sistema de separação das religiões, mas a maioria das autoridades alemãs locais são contra isso. "É difícil ver como os refugiados são atacados por todos os lados: precisam respeitar os muçulmanos radicais, mas eles estão dentro da Alemanha. Por outro lado, eles estão ali porque fugiram da perseguição religiosa de seus países, mas as ameaças continuam mesmo na Europa", comenta o líder cristão.

"Esses refugiados não podem contar com uma vida segura, independente de onde estejam. Estes são fatos que nos remetem a alertar sobre o sério desafio que as igrejas da Alemanha e da Europa vão enfrentar daqui para a frente", conclui o líder.

FontePortas Abertas Internacional

Nos EUA, políticos temem que país termine como Sodoma e Gomorra por causa do casamento gay


Nos EUA, políticos temem que país termine como Sodoma e Gomorra por causa do casamento gay
A aprovação do casamento gay pela Suprema Corte dos Estados Unidos levou os legisladores de uma região do país a pedirem a Deus que os poupem de Seu julgamento.

No condado de Blount, no estado do Tennessee (EUA), os membros da comissão legislativa (equivalente a vereadores) resolveram aprovar uma resolução em que pedem a Deus para ter misericórdia dos cidadãos por causa da aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

De acordo com informações do Christian Post, os legisladores querem que todo o estado do Tennessee se una contra a decisão da Suprema Corte.

“Com uma firme confiança na providência do Deus Todo-Poderoso, nós do Legislativo do Condado de Blount convocamos todos os oficiais do estado de Tennessee, o governador, o procurador-geral e membros Legislativo do Tennessee, para se juntarem a nós e utilizar de suas autoridades para proteger o casamento tradicional dos ataques de opiniões judiciais sem lei e dos sistemas financeiros dos inimigos da justiça, para defender os padrões morais do Tennessee”, diz um trecho da resolução aprovada.

Os legisladores acrescentaram ainda ao texto a admissão de que a resolução foi aprovada por temer que a ira divina recaia sobre o condado: “Adotamos esta resolução diante de Deus, para que ele Ele passe de nós Sua ira vindoura e não destrua nosso município como fez com Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas”.

Por fim, a resolução diz não reconhecer a legitimidade da decisão da Suprema Corte, pois os magistrados teriam usado um “poder não delegado a eles” para legalizar o casamento gay, desprezando os direitos dos Estados e as prerrogativas do Poder Legislativo.

Publicado por Tiago Chagas




Caminhadas pela Paz reúnem milhares de pessoas



Eventos mobilizaram fiéis de várias cidades brasileiras




Diversas dioceses aderiram à proposta da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e promoveram, no último domingo, dia 4, Caminhadas pela Paz, como gesto concreto do Ano da Paz, aprovado pela 52ª Assembleia Geral da entidade. As ações, de norte a sul do país, buscaram ajudar na superação da violência e despertar para a convivência mais respeitosa e fraterna entre as pessoas. Milhares de pessoas, em diferentes localidades, manifestaram-se a favor da paz.

Criciúma

A diocese de Criciúma (SC), por meio de dez paróquias de uma de suas comarcas, reuniu 8 mil pessoas no trajeto entre o Parque das Nações e a Praça Nereu Ramos. Os participantes, vestidos de branco, foram conduzidos com cantos, orações e reflexões.

Incentivando os participantes, o bispo diocesano, dom Jacinto Inácio Flach,(à direita) convidou os fiéis a fazerem um momento de silêncio para recordar as pessoas que perderam a vida pela falta da paz. “Vamos rezar, com eles, por suas famílias e comunidades”, conclamou.

Durante a missa de encerramento do evento, o bispo recordou São Francisco de Assis, cuja festa foi celebrada ontem e falou sobre a importância de as instituições e religiões manifestarem seu clamor pela paz. 

“A paz, que é um presente do céu para nós aqui na terra. Pedimos por nós, pessoalmente, um pouco mais de paz e sabemos aonde ela se encontra: com Deus, participando das celebrações e da comunidade, de onde saímos abençoados e renovados, levando paz para nossas famílias”, disse.

Divinópolis

Em Divinópolis (MG), a Caminhada Diocesana pela Paz levou aproximadamente 5 mil pessoas à Praça do Santuário de Santo Antônio(foto à esquerda). Por volta das 9 horas, os fiéis seguiram em direção à Praça da Catedral, onde aconteceu a missa, presidida pelo bispo emérito da diocese, dom José Belvino. Ao final da celebração foi exibido um vídeo com uma mensagem do bispo local, dom José Carlos de Souza Campos, que se recupera de um infarto do miocárdio.

No mesmo dia, na parte da tarde, houve o Dia Nacional da Juventude (DNJ) diocesano e o I Simpósio da Pastoral Familiar.

Cachoeiro do Itapemirim

Mais de 3 mil fiéis das paróquias de Cachoeiro de Itapemirim (ES) saíram em carreata ou caminhada pelas ruas da cidade, tendo como ponto de partida as igrejas matrizes. O Pavilhão de Eventos da Ilha da Luz foi o local escolhido para a celebração eucarística presidida pelo bispo diocesano, dom Dario Campos.

Em sua homilia, dom Dario agradeceu a presença dos fiéis e ressaltou que a missa não era um ato de encerramento da manifestação pela paz, mas o início da “missão de paz, que deve ser vivida no dia a dia”. “Todo seguidor de Jesus Cristo deve ser príncipe da paz, seguidor da paz”, afirmou o bispo.

Belo Horizonte

Centenas de fiéis participaram da Caminhada pela Paz e Meio Ambiente promovida pela arquidiocese de Belo Horizonte (MG), por meio do Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política e a Região Episcopal Nossa Senhora da Conceição (Rensc), na tarde de sábado, 3 de outubro. O evento foi concluído com uma missa presidida pelo bispo auxiliar dom Edson Oriolo dos Santos.

Rio de Janeiro

Na arquidiocese do Rio de Janeiro, a Caminhada da Paz aconteceu no contexto das festividades dos 380 anos do Santuário de Nossa Senhora da Penha, na capital fluminense. Durante as celebrações, o arcebispo local, cardeal Orani João Tempesta, recordou a memória de São Francisco de Assis e a unidade com o papa Francisco, que abriu a XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema “Vocação e missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”.

A caminhada foi realizada nos 382 degraus da escadaria do santuário, localizado em um penhasco. Durante a missa, o cardeal falou do exemplo de Maria na manifestação da paz. “Mesmo diante de todas as vicissitudes contrárias à vida, à paz e à família, somos convidados, a exemplo de Maria, como missionária da paz e da esperança, a arrancar todas as armas do coração, a conviver com o diferente, a obedecer à vontade de Deus e ao seu plano de amor, cuja Revelação foi transmitida em plenitude pelo Cristo”, disse dom Orani.

Também aconteceram eventos em Brasília (DF), Palmas (TO), Florianópolis (SC) e Campina Grande (PB).

Fonte: CNBB



Cristãos indianos levantam questões sobre os direitos das minorias

O governo se diz protetor dos cristãos mas não interfere na perseguição religiosa
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A agência de notícias Fides informou que o governo do estado indiano de Andhra Pradesh, assegura serviços e direitos para as minorias cristãs, bem como a proteção das propriedades da igreja. As autoridades afirmam que este foi o resultado de uma reunião que aconteceu no mês passado, onde estiveram reunidos o governo da Índia e a Federação de Igrejas de Andhra Pradesh, com o ministro-chefe, Nara Chandrababu Naidu. 

Durante a reunião, os cristãos apresentaram um memorando a Naidu, levantando a questão dos direitos relativos às minorias e propriedades da igreja. Foi pedido para que o estado interferisse nos assuntos administrativos de igrejas, dioceses e instituições relacionadas, que já estão regulamentados pela Constituição Indiana.

O analista da Portas Abertas salienta que Andhra Pradesh tem uma longa história de incidentes de perseguição religiosa. "É claro que, politicamente, o estado é visto como protetor dos cristãos e de suas propriedades, o que parece ser algo positivo, mas quando há violência contra os seguidores do cristianismo pouco se vê qualquer tipo de intervenção por parte do governo, finaliza ele.

FontePortas Abertas Internacional

Para “não ofender muçulmanos”, bispa sugere remoção da cruz dos templos cristãos; Entenda


Para “não ofender muçulmanos”, bispa sugere remoção da cruz dos templos cristãos; Entenda

Em plena época de intensa perseguição aos cristãos por extremistas muçulmanos, uma bispa da Igreja Luterana na Suécia sugeriu que todas as cruzes dos templos no país sejam removidas para evitar ofensas aos seguidores de Maomé.

A ideia da bispa de Estocolmo Eva Brunne, de “não ofender os muçulmanos”, foi justificada pela própria como uma forma de se mostrar “menos mesquinha diante das pessoas de outras religiões”.

A bispa diz que a capital da Suécia recebe, diariamente, turistas e imigrantes seguidores do islamismo, e que na cidade não há nenhum gesto de boas-vindas a eles. No artigo publicado em seu blog pessoal, Eva Brunne diz que se os símbolos cristãos forem removidos dos templos e no lugar, forem colocados indicativos da direção de Meca, os muçulmanos poderiam fazer suas preces por lá mesmo.

Um dos argumentos de Brunne para sustentar a ideia – que pode ser encarada como absurda – é que nos aeroportos existem salas ecumênicas, onde os viajantes podem fazer suas orações.

No entanto, de acordo com informações do WND, a sugestão da bispa – que é lésbica assumida e vive com outra sacerdotisa – foi considerada “teologicamente impensada” por um colega de ministério, o bispo Patrik Petterson.

Já o pastor responsável pelo templo que fica ao lado do porto de Estocolmo, Kiki Wetterberg, afirmou que as portas do local se mantém abertas a todos, mas que a identidade cristã deve ser preservada: “Não tenho nenhum problema com os marinheiros muçulmanos ou hindus que desejam vir aqui e fazer suas orações. Mas acredito que somos uma igreja cristã, por isso, devemos manter os símbolos”, afirmou.

A Suécia é um país que vem sofrendo uma forte influência do secularismo europeu, e como forma de responder a essa mudança cultural, muitos líderes cristãos adotaram um discurso multiculturalista, que na prática equaliza a fé em algo homogêneo, ignorando as diferenças existentes entre as religiões.

Publicado por Tiago Chagas 




Ben Carson lança campanha “Eu sou um cristão”


Uma forma de solidariedade às vítimas do ataque no Oregon - EUA 


Ben Carson lança campanha “Eu sou um cristão” Ben Carson lança campanha "Eu sou um cristão"
 
O ataque à Faculdade Comunitária Umpqua (Umpqua Community College), no estado norte-americano do Oregon, na semana passada, deixou o mundo mais uma vez estarrecido. Ao todo, o atirador Chris Mercer matou nove pessoas e feriu treze.

Este foi o 45º ataque com este perfil nos EUA apenas em 2015, novamente numa “gun free zone” (área onde não é liberado o porte de armas para nenhum cidadão).  Um elemento novo, porém, deu contornos religiosos a tragédia. Segundo testemunhas, Mercer perguntava a religião de suas vítimas e atirava na cabeça somente daqueles que se diziam cristãos – os demais alvejados receberam tiros nas pernas.

Um dos principais candidatos nas prévias do Partido Republicano para a eleição presidencial de 2016, Dr. Ben Carson prestou solidariedade às famílias das vítimas em seu Facebook, e aproveitou o momento adverso para reafirmar publicamente sua fé em Cristo. Na sexta-feira (2) ele postou uma foto segurando um cartaz que dizia: “Yes, I Am A Christian” (Sim, eu sou Cristão).

Em seguida, Carson convocou seus seguidores e eleitores a fazerem o mesmo, lançando em suas redes sociais a campanha “I Am A Christian”, em que pede para que considerem substituir a foto de perfil no Facebook por uma imagem com a hashtag “#IamAChristian”.


A ação seria uma maneira de honrar as vítimas e seus familiares. Na página do candidato é possível notar à adesão de muitas pessoas, inclusive de brasileiros.

Dando sequência a campanha, já esta semana, Carson pediu que enviassem para o e-mail pics@bencarson.com fotos segurando um cartaz como o seu, escrito “Yes, I Am A Christian”. Ele já publicou algumas fotos que recebeu.

Membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia americana, Ben Carson ficou mundialmente conhecido quando em 1987 tornou-se o primeiro neurocirurgião a separar gêmeos siameses unidos pelo crânio, história contada posteriormente em filme sobre sua vida: “Mãos Talentosas: A história de Benjamin Carson”.

por Fernando Henriques



Cristãos são isolados e excluídos da sociedade por causa da sua fé




Embora o país se declare secular, na prática não há liberdade de religião
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De acordo com os relatórios da ONU (Organização das Nações Unidas), Bangladesh apresentou um resultado misto, conforme as especificações da Liberdade de Religião e Crença no país. A declaração diz que o Estado é secular, mas ao mesmo tempo afirma que o islã é a religião oficial da nação.

Embora pareça uma declaração positiva para os cristãos, na prática não há o que comemorar, porque a questão da conversão ao cristianismo continua a ser um grande problema. O relator da ONU chegou a mencionar o "ostracismo social", um termo político que caracteriza a realidade dos cristãos, que são isolados e até mesmo excluídos da sociedade, por não seguirem as regras das autoridades
.
O analista da Portas Abertas afirma que isto realmente ocorre no Bangladesh, logo após uma conversão à fé cristã, e que além do ostracismo ainda existe a perseguição religiosa, já que os cristãos são agredidos fisicamente e tratados com certa violência.

Pedidos de oração
• Clame ao Senhor pelos nossos irmãos em Bangladesh, que eles possam ser bem tratados e acharem conforto em Deus.
• Peça pelas autoridades de Bangladesh, que Deus abra os olhos deles.
• Interceda por igualdade para todos no país.

FontePortas Abertas Internacional