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segunda-feira, 30 de setembro de 2013
União Batista perde terreno utilizado em acampamentos
No dia 20 de setembro, o Tribunal Econômico da cidade de Tashkent decidiu que um terreno pertencente à União de Igrejas Batistas do Uzbequistão fosse devolvido ao Estado. Apesar das provas contrárias, Tribunal decidiu em favor do governo uzbeque
O caso teve início em junho, quando o Departamento de Privatização de Propriedades (DPP) da cidade de Tashkent abriu um processo contra a União Batista por causa de um terreno que os membros dela usavam em acampamentos e atividades recreativas.
O DPP afirmou que o terreno fora adquirido ilegalmente em 2000, e deveria ser devolvido ao Estado.
Na audiência de 10 de setembro, a União Batista refutou a acusação do DPP com documentos comprovando que o terreno havia sido comprado de maneira legal.
Em contrapartida, o DPP apresentou um abaixo-assinado de 2004, supostamente feito pelos vizinhos do acampamento batista, que se opunham ao uso daquela propriedade. No entanto, como apontou o advogado da União Batista, o documento não continha “o primeiro nome dos assinantes, além de outras informações importantes como data de nascimento e endereço. Fora isso, a maior parte das assinaturas era de indivíduos cazaques, que não conhecem o idioma uzbeque, e que talvez não tenham redigido nem firmado pessoalmente o abaixo-assinado”.
Problemas legais como esse são uma fonte de opressão à Igreja em toda a Ásia Central, que enfrenta dificuldades para legalizar seus templos e suas propriedades.
No mês de outubro, o pastor Kubã, do Cazaquistão, outro país da Ásia Central, estará visitando igrejas brasileiras. Confira a agenda de visitas e não perca esta oportunidade de conhecê-lo!
Fonte: Portas Abertas Internacional e Forum18
Tradução: Daila Fanny
O Egito após Tahrir
A queda do regime de Mubarak em fevereiro de 2011 desencadeou uma onda imensa e contagiante de otimismo. Imagens de cristãos e muçulmanos de mãos dadas na praça Tahrir foram transmitidas por todo o mundo e deram credibilidade à narrativa de que um novo Egito, mais liberal e democrático, estava nascendo
Para melhor entendimento do texto abaixo, leia
A Igreja no Egito: os desafios da perseguição ao longo do tempo.
A chegada de MubarakHosni Mubarak substituiu Sadat no comando do Egito em 1981. Sua tarefa imediata era desativar a bomba que seu antecessor havia armado com as prisões em massa dos opositores em todo o espectro político, e lidar com a rebelião islâmica que sucedeu o assassinato de Sadat. Os problemas dos coptas ocupavam o fim de sua lista de prioridades, se é que constava dela.
A rebelião islâmica no sul do Egito durante a década de 1990 ultrapassou em muito qualquer outra ameaça a que os coptas tenham sido submetidos em tempos modernos. Como o governo perdeu o controle efetivo do sul, coptas foram deixados à mercê de grupos islâmicos. Embora despercebida na época, a gravidade dos ataques levou a uma emigração maciça copta do sul para os subúrbios e favelas do Cairo. Alguns conseguiram escapar para mais longe: o ocidente.
O governo enfrentou a rebelião com violência em massa. Centenas de rebeldes foram mortos e milhares presos e torturados. Enquanto a rebelião islâmica estava sendo derrotada pela força, o aumento da violência popular de cidadãos comuns despontava como o maior problema para os coptas. O aumento da participação de seus vizinhos e colegas de trabalho em ataques violentos foi o que mais os alarmou.
Um massacre em El Kosheh em 2 de janeiro de 2000, que deixou 21 coptas mortos depois de três dias de violência popular, foi um excelente exemplo. Ataques populares geralmente iniciavam após rumores diversos: a construção de uma igreja, uma relação sexual entre um cristão e uma muçulmana, um suposto insulto ao islamismo. Os detalhes de cada ataque variavam, mas o resultado final, não. Eles resultavam em casas queimadas, lojas saqueadas e a polícia forçando uma sessão de conciliação, o que significava que os autores nunca seriam levados a julgamento e punidos. A multidão tinha boas razões para acreditar que poderia atacar os coptas sem que houvesse represálias.
Com o maior controle da rebelião islâmica, Mubarak estava disposto a ser mais complacente com os coptas. Em 2000, concedeu licenças a 35 novas igrejas e renovou a permissão de 200. Em 2005, Mubarak delegou aos governadores a autoridade para lidar com petições de renovação, mas mantendo para si a autoridade de decidir sobre a construção de novas igrejas. Essa decisão ajudou a aliviar a situação dos coptas em algumas províncias sua, ao passo que o fanatismo das autoridades de outras províncias não permitia que muito fosse feito para resolver o problema. Em 2002, Mubarak agiu em favor dos coptas devolvendo a maioria de suas terras confiscadas para doação e declarando o Natal Copta como um feriado nacional.
Apesar disso, os coptas continuavam a ser sub-representados em todos os cargos eletivos e governamentais. Não havia coptas entre os reitores de universidades, decanos de departamentos ou dirigentes de empresas públicas. A representação copta na força militar e policial foi limitada a um mínimo.
Os últimos anos do governo de Mubarak testemunharam uma abertura significativa das esferas políticas e meios de comunicação no país. Tal abertura ajudou evidenciou ao mundo os problemas dos coptas e a discriminação que sofriam. Entretanto, a divulgação não resultou em soluções práticas. O Estado egípcio insistia em que os coptas não enfrentavam dificuldade — ideia essa compartilhada pelos muçulmanos, que sustentavam que os coptas eram a minoria mais sortuda do mundo.
Os próprios membros da elite copta continuaram a negar a existência do problema, consolando-se com a ideia de que a discriminação e a perseguição existiam apenas em aldeias distantes, e esperando que sua negação pudesse ajudá-los a viver em paz. Suas fantasias eram de pouca ajuda, uma vez que os ataques continuavam, e cada vez mais perto deles.
Os protestos na praça Tahir
As promessas de fevereiro logo deram lugar à realidade de maio, quando as igrejas de Imbaba foram atacadas, e de outubro, época do massacre de Maspero. O completo colapso da polícia e do aparelho de repressão do Estado liberou os muçulmanos de quaisquer constrangimentos. Em nível nacional, eles logo venceram as eleições e dominaram a esfera política; em nível local, os islamitas, muito mais encorajados pelo aumento de seus irmãos por todo o país e pelo colapso da polícia, afirmaram o seu poder nas ruas egípcias e aldeias e aplicaram suas visões.
Os padrões de perseguição continuaram e foram reforçados após a revolução. O número e o alcance dos ataques cresceram drasticamente, e não se limitavam mais às aldeias escuras ou favelas, mas se espalhavam pelas ruas do Cairo e em frente à sede da televisão oficial. Edifícios da igreja foram atacados e queimados, a violência popular contra os coptas crescia a cada dia e o novo terror de evacuações forçadas de aldeias estava se tornando mais comum. Acusações de blasfêmia e de insulto à religião aumentaram, tendo os coptas como alvos principais. O aspecto mais preocupante para os coptas continuava a ser o fato de serem atacados por vizinhos, colegas de trabalho e pessoas com quem haviam crescido.
Em nível nacional, a situação também era sombria. A Irmandade Muçulmana fez belos discursos a respeito das preocupações dos coptas e do ocidente antes de sua ascensão ao poder, prometendo igualdade e liberdade para todos; contudo, essas promessas foram esquecidas. A nova Constituição egípcia, aprovada em dezembro de 2012, consagrou ainda mais a natureza islâmica do Estado e assim comum o status de segunda classe dos coptas.
A Igreja Copta por um fioAs perspectivas para os coptas no Egito são, no mínimo, desoladoras. Diferentemente dos emigrantes judeus que escaparam do Egito nos anos 40 e 50, não existe um Israel para onde os coptas expulsos de sua pátria-mãe possam escapar. Nem mesmo a sua percentagem total no Egito lhes permite desempenhar um papel relevante na formação de seu futuro. A única opção é fazer as malas e ir embora, pondo fim a dois mil anos de cristianismo no Egito.
Uma nova onda de emigração copta já começou e é imensa. A maior parte dos emigrantes está se dirigindo para os países onde seus irmãos se estabeleceram em décadas passadas. A triste realidade, no entanto, é que nem todos poderão fugir. Não há espaço no ocidente para milhões de imigrantes coptas. No fim das contas, os coptas com um melhor inglês e mais habilidades conseguirão escapar, deixando seus irmãos mais pobres para trás. A comunidade vai perder os seus melhores elementos, aqueles que oferecem postos de trabalho para seus irmãos, aqueles que fazem doações para a igreja, o que vai aumentar ainda mais a sua miséria.
A saída dos coptas dos Egito não significa apenas uma perda para seu povo e sua Igreja. O país vai perder parte de sua identidade e história. A história copta tem sido uma narrativa interminável de declínio e desespero, mas também de sobrevivência, de resistência em face de perseguição e de coragem; o sangue dos mártires é a semente da Igreja. A perseguição deixou suas marcas sobre a Igreja e sobre os coptas. Mas a história copta é também de triunfo em meio ao desespero e de proteção do Senhor ao seu povo.
O êxodo copta do Egito representa um desafio colossal para a Igreja Copta. Hoje, a Igreja Copta tem mais de 550 igrejas fora do Egito. Em um futuro não tão distante, o centro de gravidade da Igreja Copta não será mais dentro das fronteiras do Egito.
Adaptado de “The Coptic Church in peril: The Islamization of Egypt and the end of Egyptian Christianity”, de Samuel Tadros (Australian Broadcasting Company, 15 de setembro de 2013).
Conheça e participe da campanha Ajude o Egito, Agora!
Fonte:Portas Abertas Internacional
Tradução:Daniela Cunha
Arqueólogos acreditam ter encontrado as lendárias “minas do rei Salomão”
Descoberta pode oferecer comprovação histórica dos reinados de Davi e Salomão
Arqueólogos acreditam ter encontrado as "minas do rei Salomão"
O termo “As Minas do Rei Salomão” é um romance publicado
pelo autor inglês Henry Rider Haggard, que fez sucesso no mundo todo. É
a narrativa ficcional sobre uma jornada em meio as selvas do interior
da África, onde um grupo de aventureiros busca uma grande riqueza
escondida nas minas que pertenceriam ao rei de Israel, que fora um dos
homens mais ricos do mundo em seus dias. O interesse sobre o tema chegou
a ser mostrado em filmes de Hollywood.Uma exploração real, na década de 1930, liderada pelo arqueólogo americano Nelson Glueck afirmou ter encontrado as verdadeiras “minas do Rei Salomão”, não no interior da África, mas na região onde ficava o reino bíblico de Edom.
Pesquisas realizadas ao longo do século 20 questionavam as afirmações de Glueck, especialmente após a descoberta de um grande templo egípcio no centro do vale, em 1969. Para um grupo de influentes arqueólogos, os antigos egípcios construíram as minas no século 13 a.C., em um período muito anterior ao reinado de Salomão no século 10.
As recentes escavações em minas de cobre no extremo sul de Israel podem oferecer novas evidências sobre o reinado de Salomão, que dominou a região durante 40 anos. Sabe-se que durante a chamada “Idade do Ferro”, teve início a exploração dos depósitos de cobre no Vale de Timna, que hoje fazem parte de Israel.
Existem milhares de antigas minas e dezenas de locais de fundição naquele distrito. O debate atual dos arqueólogos é sobre quem controlava essas minas, e quando isso ocorreu. As escavações recentes realizadas no Vale de Timna revelaram ao mundo artefatos do século 10 a.C, o que coincidiria com o período do rei Salomão. Contudo, especialistas acreditam que as minas eram exploradas pelos edomitas, um povo que várias vezes guerreou com Israel.
Possível local das minas do rei Salomão.
Desde o ano passado, Ben-Yosef e sua equipe fazem escavações em uma área conhecida como “Colina dos Escravos”, um local de fundição inexplorado, que contém centenas de fornos e camadas de cobre restante da extração do metal.
Embora não existam ruínas arquitetônicas significativas no local, os arqueólogos encontraram pedaços de roupas, cordas, tecidos e objetos de cerâmica, além de restos de alimentos. Foram recolhidas 11 amostras desse material e submetidas a testes de datação de carbono na Universidade de Oxford, Inglaterra. Os resultados mostram que os itens datam da época do reinado de Salomão.
Ben-Yosef comemora, “No Vale de Timna, certamente descobrimos uma sociedade com alto grau de desenvolvimento, organização e poder”.
A importância da descoberta se dá por que na arqueologia existe um antigo debate se os reis Davi e Salomão de fato existiram. Até recentemente, as únicas menção a eles encontravam-se nos textos do Antigo Testamento e na tradição judaica. Ben-Yosef acredita que sua descoberta poderá provar que essas figuras bíblicas tinham controle sobre as minas do Vale de Timna, apelidadas agora de “as minas do Rei Salomão”.
A descoberta ainda precisa passar pelo longo e criterioso processo de reconhecimento arqueológico, mas deve entrar para a história quando for publicada em breve na conceituada revista científica American Schools of Oriental Research. Parece receber uma importância maior no momento em que cresce em Israel a possibilidade de se reconstruir o Templo de Salomão, pois o principal argumento dos muçulmanos que dominam o local é que não existem provas científicas provando que Salomão sequer existiu. Com informações de Live Science.
Especialista desmente afirmações de que a Bíblia não condena a mudança de sexo
A ex-reitora de teologia Heather Ann Clements veio a público após
passar por uma operação de mudança de sexo defendendo a ideia de que a
Bíblia defende aqueles que decidem mudar de sexo. Heather, que passou a
se chamar Heath Adam Ackley, afirma que abraçou sua nova identidade,
como homem, e afirma que isso não mudou sua capacidade de amar a Deus e
aos outros.
Ackley que em um sermão afirmou que a cirurgia lhe fez uma pessoa melhor, com maiores condições para seguir uma conduta correta de vida, defende sua ideia de que a Bíblia não condena a mudança de sexo destacando que há passagens nos livros de Genesis, Mateus e Gálatas que são tolerantes com a sua mudança de corpo.
- Antes eu estava morrendo, pois eu não poderia viver desse jeito. Eu tentei se a melhor mulher cristã que eu poderia ser e hoje eu consigo ser o melhor que eu posso ser como homem cristão, além de ser a melhor pessoa que eu posso ser – declarou a ex-reitora, que cita a passagem bíblica de Gálatas 3:28, para declarar que a Bíblia sugere que todos devem ser tratados de forma semelhante, independente de sua vida.
- Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus – diz a passagem bíblica.
Porém, o professor do Novo Testamento no Seminário Teológico de Pittsburgh, Robert A. J. Gagnon, rebateu as afirmações de Ackley afirmando se tratar de uma interpretação inaceitável das Escrituras. De acordo com o professor, esse tipo de operação pode ser vista como uma grave profanação diante do que Deus criou.
- A Bíblia revela que todas as tentativas de trocar de sexo são abomináveis, um sacrilégio contra as estruturas de masculinidade ou feminilidade criadas por Deus, e enfim, uma rebelião contra o que o Criador concebeu para nossos corpos – explicou Gagnon, segundo o The Christian Post.
Considerado um dos maiores especialistas sobre Bíblia e homossexualidade nos Estados Unidos, Gagnon afirma que a dedução de Ackley sobre as passagens bíblicas são algo distorcido. Segundo o especialista, não há como usar a Palavra de Deus como base para “eliminar a diferenciação sexual ou legitimar tentativas de mudança de sexo”.
O estudioso completa afirmando que o ser humano não pode ferir um projeto concedido pelo Senhor com tanto apreço.
Ackley que em um sermão afirmou que a cirurgia lhe fez uma pessoa melhor, com maiores condições para seguir uma conduta correta de vida, defende sua ideia de que a Bíblia não condena a mudança de sexo destacando que há passagens nos livros de Genesis, Mateus e Gálatas que são tolerantes com a sua mudança de corpo.
- Antes eu estava morrendo, pois eu não poderia viver desse jeito. Eu tentei se a melhor mulher cristã que eu poderia ser e hoje eu consigo ser o melhor que eu posso ser como homem cristão, além de ser a melhor pessoa que eu posso ser – declarou a ex-reitora, que cita a passagem bíblica de Gálatas 3:28, para declarar que a Bíblia sugere que todos devem ser tratados de forma semelhante, independente de sua vida.
- Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus – diz a passagem bíblica.
Porém, o professor do Novo Testamento no Seminário Teológico de Pittsburgh, Robert A. J. Gagnon, rebateu as afirmações de Ackley afirmando se tratar de uma interpretação inaceitável das Escrituras. De acordo com o professor, esse tipo de operação pode ser vista como uma grave profanação diante do que Deus criou.
- A Bíblia revela que todas as tentativas de trocar de sexo são abomináveis, um sacrilégio contra as estruturas de masculinidade ou feminilidade criadas por Deus, e enfim, uma rebelião contra o que o Criador concebeu para nossos corpos – explicou Gagnon, segundo o The Christian Post.
Considerado um dos maiores especialistas sobre Bíblia e homossexualidade nos Estados Unidos, Gagnon afirma que a dedução de Ackley sobre as passagens bíblicas são algo distorcido. Segundo o especialista, não há como usar a Palavra de Deus como base para “eliminar a diferenciação sexual ou legitimar tentativas de mudança de sexo”.
O estudioso completa afirmando que o ser humano não pode ferir um projeto concedido pelo Senhor com tanto apreço.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
“Atrocidades indescritíveis” são relatadas em inquérito sobre Coreia do Norte
O presidente da Comissão de Inquérito da ONU para os Direitos Humanos na Coreia do Norte, Michal Kirby, afirmou nesta terça-feira (17) que sua equipe recolheu relatos de abusos generalizados e graves no país, incluindo sequestros e torturas, bem como "atrocidades indescritíveis" em campos de detenção
"O
que temos visto e ouvido até agora – a especificidade, o detalhe e o
caráter chocante do testemunho pessoal – demanda, sem dúvida, medidas de
acompanhamento por parte da comunidade internacional e prestação de
contas pela Coreia do Norte", disse Kirby.
A comentar o trabalho da comissão ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra, na Suíça, Kirby disse que os testemunhos recebidos durante as recentes audiências públicas na Coreia do Sul e Japão mostraram abusos em grande escala que podem constituir violações dos direitos humanos sistemáticas e flagrantes no país cuja capital é Pyongyang.
Kirby citou uma série de supostos abusos que
vão desde sequestros, torturas e uma política de punição entre gerações,
até detenção arbitrária em campos de prisioneiros marcados pela fome
deliberada e outras "atrocidades indescritíveis".
"Nós ouvimos pessoas comuns que enfrentaram a
tortura e a prisão por fazer nada mais do que assistir novelas
estrangeiras ou pela sua crença religiosa", disse o presidente da
comissão.
Kirby observou que seu comitê convidou
autoridades norte-coreanas a participar das audiências públicas em Seul,
capital da Coreia do Sul, mas não recebeu resposta. A Coreia do Norte
não permitiu a entrada da comissão para realização do seu trabalho.
"Em vez disso a agência de notícias atacou o
testemunho que ouvimos como uma ‘calúnia’ contra a Coreia do Norte,
apresentadas pela ‘escória humana’. A verdade é sempre uma defesa contra
acusações de difamação. Se algum dos depoimentos sobre os campos de
prisioneiros políticos, sequestros internacionais, tortura, fome,
punição entre gerações e assim por diante são falsos, a comissão convida
a Coreia do Norte a provar a hipótese", disse Kirby.
A comissão foi nomeada pelo Conselho de
Direitos Humanos da ONU em março passado e tem mandato de um ano. Também
inclui a fundadora e presidente do Comitê de Helsinque para os Direitos
Humanos na Sérvia, Sonja Biserko, e o ex-procurador-geral da Indonésia e
atual relator especial da ONU sobre a situação dos direitos humanos na
Coreia do Norte, Marzuki Darusman.
O grupo fará o seu último relatório ao Conselho de Direitos Humanos em março próximo.Há onze anos consecutivos, a Coreia do Norte ocupa o primeiro lugar na Classificação de países por perseguição
Fonte: ONU Brasil
Polícia vietnamita reprime protesto contra a prisão de cristãos
A fim de controlar os manifestantes, que protestavam contra a detenção de dois católicos, policiais usaram gás lacrimogêneo, cassetetes e cães. Cerca de 40 pessoas ficaram feridas
O protesto aconteceu no dia 4 de setembro em Nghi Phuong, sul de Hanói, em resposta à prisão dos cristãos Nguyen Van Hai,43 anos, e Ngo Van Khoi, 53. Ambos foram presos em 22 de maio por "perturbar a ordem pública".
Os manifestantes alegaram que a polícia havia prometido libertar os cristãos em 4 de setembro, embora ela tenha negado essa afirmação. Durante o protesto, cerca de 15 pessoas foram presas.
"As leis do Vietnã tornaram-se um meio eficaz de as autoridades reprimirem seu próprio povo sempre que quiserem", dizia a declaração.
O Vietnã ocupa o 21º lugar na Classificação de países por perseguição. Nos próximos anos, é improvável que a situação mude em favor da minoria cristã. As autoridades começaram a colocar mais e mais restrições em assuntos que sofreram uma abordagem mais "frouxa" do governo ao longo dos anos.
Fonte:World Watch Monitor
Tradução: Ana Luíza Vastag
Cristão é vítima de ataque a ácido na Tanzânia
Esse foi o quinto ataque com ácido em Zanzibar desde novembro passado, de acordo com a agência de notícias BBC. Razões do ataque ainda são desconhecidas
Amselmo Mwangamba foi atacado na sexta-feira, 13 de setembro, e está internado, recebendo tratamento e cuidados nas queimaduras em seu rosto, tórax e braços.
No mês passado, duas jovens britânicas foram alvo de um ataque que ocuparam as manchetes dos jornais no Reino Unido por várias semanas. Líderes políticas consideraram o ataque contra as britânicas uma “vergonha para o povo de Zanzibar”, e ofereceram uma recompensa equivalente a seis mil dólares por informações que levem à prisão dos agressores.
Amselmo foi atacado enquanto saía de uma lan house em Stone Town, uma cidade muito popular entre turistas. Foi também em Stone Town que as jovens britânicas sofreram o ataque.
Ainda se desconhece a razão deste último ataque, embora haja muita tensão entre os habitantes muçulmanos e a minoria cristã da ilha.
O presidente do Zanzibar, Ali Mohammed Shein, visitou Amselmo no hospital e disse à mídia que “o incidente gerou caos e confusão dentro e fora do país”. Ele pede aos habitantes da ilha que se mobilizem para evitar novos ataques.
“Não podemos continuar vivendo com medo e tendo pessoas como alvo de bandidos que utilizam ácido”, disse ele.
O delegado de polícia da cidade, Mussa Ali Mussa, disse que alguns suspeitos foram interrogados, mas nenhuma prisão foi feita ainda.
A Tanzânia passa por uma reforma constitucional. A nova proposta será votada em um referendo em abril de 2014. Os cristãos são maioria na Tanzânia, mas a ilha de Zanzibar (de maioria islâmica) tem, há alguns anos, expressado seu desejo de se tornar independente e se declarar um Estado Islâmico.
A Tanzânia ocupa a 24ª posição na Classificação de países por perseguição, uma lista anual dos 50 países em que os cristãos enfrentam mais dificuldades por conta de sua religião. A lista afirma que “No arquipélago de Zanzibar, militantes islâmicos estão empenhados em expulsar todos os cristãos das ilhas, queimando e saqueando igrejas, e ameaçando-os de morte”.
Fonte:Portas Abertas Internacional
Tradução:Marcelo Peixoto
Voluntários cristãos fazem campanha pró-Jesus na saída do Rock in Rio
Ação ‘Eu sou’ é organizada pela Juventude Batista Carioca (JBC)
Os 85 mil amantes de música, que lotam a Cidade do Rock, na zona leste do Rio de Janeiro (RJ), em cada um dos sete dias da edição 2013 do festival Rock in Rio, estão sendo surpreendidos no final do evento: voluntários cristãos aguardam os fãs das bandas nacionais e internacionais, que se apresentam nos palcos Mundo e Sunset, para mostrar à eles a Palavra de Jesus e como Esta pode transformar a vida de todos.
(Foto: The Christian Post/Maria Carolina Caiafa)
Voluntários cristãos participam da campanha Eu Sou - pró-Jesus - na saída do Rock in Rio na noite de 14 de setembro de 2013O movimento ‘Eu Sou’, que faz parte dos projetos da Juventude Batista Carioca (JBC),
traz ações oferecendo abraços grátis, leques (ventarolas) e folhetos
para quem participa do festival. Nesses instrumentos são apresentados
frases motivacionais como “Jesus transforma”, “Renove sua esperança
hoje!” e “Se a vida começasse agora...o que você faria?”A ideia é utilizar a linguagem e o contexto do Rock in Rio para fazer a evangelização. Um exemplo é o próprio nome ‘Eu Sou’, que faz referência ao célebre lema ‘Eu vou’, sempre utilizado pelos frequentadores da Cidade do Rock. Essa coerência temática também pode ser observada na seguinte mensagem, que busca levar os foliões à reflexão: “A música é uma expressão da alma que busca dizer tudo aquilo que não conseguimos. Dê uma oportunidade de ser música nessa vida e viver todo dia uma novidade, um grande ‘Rock in Rio’ [...] Viva uma música com Deus por um mundo melhor!”.
Em 2011, na última edição do evento, a JBC esteve presente com 250 voluntários. Segundo o site institucional, o objetivo era dobrar esse número em 2013 para 500 agentes. “Vamos compartilhar do amor de Deus para tantos que se perdem, ore para que pessoas sejam impactadas pelo poder do Espírito Santo de Deus”, motiva o site da Igreja Batista local.
O planejamento religioso inclui ações de evangelização nos dias 13, 14, 20 e 21 de setembro, com três tipos de estratégia: concentração, por meio de pirofagia, mágica e solos instrumentais; alcance, distribuindo copos de água, ventarolas e pulseiras da salvação; e conscientização, utilizando recursos como Abraço Grátis e Pare, Pense e Siga. Todos os voluntários passaram por um treinamento. Textos bíblicos fazem parte do material entregue à maioria jovem, que frequenta a festa do Rock in Rio. Para saber mais, acesse o Eu Sou.
Nívea Soares anuncia gravidez de gêmeos
“O Senhor nos trouxe essa bênção maravilhosa”, diz Nívea Soares

Nívea Soares divulgou nessa terça-feira (17), um vídeo em que anuncia sua gravidez de gêmeos. A cantora, que já está no quarto mês de gestação, disse que ela e seu esposo estão muitos felizes e que os bebês estão bem.
“Nós estamos muito felizes com a bondade e a fidelidade do Senhor para com a nossa casa. Os nossos bebês estão crescendo com saúde… Ter filhos já é um desejo nosso há algum tempo e o Senhor nos trouxe essa bênção maravilhosa, mais do que esperávamos, dois bebês”, declarou.
No vídeo, Nívea também pediu orações não só pela gravidez, mas também pela sua casa e seu ministério. Finalizando, a cantora disse que no mês de novembro dará um tempo em seu trabalho, pois precisará fazer repouso; mas que no ano que vem estará de volta cumprindo sua agenda de ministrações.
Em dezembro do ano passado, Nívea sofreu um aborto espontâneo.
Assista:
Nívea Soares divulgou nessa terça-feira (17), um vídeo em que anuncia sua gravidez de gêmeos. A cantora, que já está no quarto mês de gestação, disse que ela e seu esposo estão muitos felizes e que os bebês estão bem.
“Nós estamos muito felizes com a bondade e a fidelidade do Senhor para com a nossa casa. Os nossos bebês estão crescendo com saúde… Ter filhos já é um desejo nosso há algum tempo e o Senhor nos trouxe essa bênção maravilhosa, mais do que esperávamos, dois bebês”, declarou.
No vídeo, Nívea também pediu orações não só pela gravidez, mas também pela sua casa e seu ministério. Finalizando, a cantora disse que no mês de novembro dará um tempo em seu trabalho, pois precisará fazer repouso; mas que no ano que vem estará de volta cumprindo sua agenda de ministrações.
Em dezembro do ano passado, Nívea sofreu um aborto espontâneo.
Assista:
Lésbicas desrespeitam culto evangélico e acabam detidas; Pr. Silas comenta
Por
meio de seu twitter, o deputado federal e pastor Marco Feliciano
esclareceu o motivou de ter pedido que duas jovens que estavam se
beijando no “Glorifica Litoral”, em São Sebastião (SP), no último
domingo (15), fossem retiradas do local pela polícia.
Ele era o preletor da noite e destacou
que o local de culto é protegido por lei e que as manifestantes feriram o
código penal. “Toda vez que indivíduos adentram o local de culto, seja
onde for, e atentam sem pudor contra nossos princípios, ferem nossos
direitos”, escreveu.
As jovens Joana Palhares, 18 anos, e
Yunka Mihura, de 20, foram retiradas pela Polícia Militar e depois de
serem levadas à delegacia passaram a afirmar que foram agredidas pelos
guardas, mas segundo Feliciano elas é que chutaram os
policiais. “Indivíduos invadem o culto, desrespeitam crianças, idosos,
agridem as autoridades, chutam os policiais, e por fim dizem ser
vitimas?”, questionou. As jovens ameaçam processar os PMs e o pastor.
Antes de serem retiradas do local, o
Feliciano pediu cautela aos guardas, pois sabia que os ativistas alegam
agressão física nesses casos. “Alguém está por trás disto usando estes
indivíduos como massa de manobra para tentar desestabilizar a ordem. Já
detectamos em vários lugares que tais ‘ativistas’ são insuflados por
professores e por partidos políticos. Ganham dinheiro para isto”, disse.
Não intimidado com a repercussão do caso,
Feliciano diz que isso só acontece com os evangélicos porque “somos
pacatos”, mas deixa um alerta: “Não somos trouxas”, prometendo chamar a
lei sempre que for necessário.
Cada vez mais fica provado o que o
ativismo gay quer: privilégios para fazerem e falarem o que bem
desejarem contra qualquer um que se levante contra suas práticas e ao
mesmo tempo se protegerem para que tenham imunidade sobre o que bem
entenderem fazer. E o que me espanta é ver a imprensa a favor desses
absurdos, num tremendo preconceito em relação à religiosidade.
Essas duas lésbicas mereciam ir para a
cadeia porque cometeram dois crimes. Um, contra a lei maior, a
Constituição Brasileira, que no artigo 5º, no inciso 6 diz: “É
INVIOLÁVEL A LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE CRENÇA, SENDO ASSEGURADO O
LIVRE EXERCÍCIO DOS CULTOS RELIGIOSOS E GARANTIDA, NA FORMA DA LEI, A
PROTEÇÃO AOS LOCAIS DE CULTO E SUAS LITURGIAS”. Veja que a lei não fala
do templo, mas do lugar do culto, no caso, a prefeitura cedeu a praça
para realização do culto, portanto, o local não pode ser violado.
O segundo crime é contra o artigo 208 do
Código Penal, que prevê de um mês a um ano de cadeia e multa por quem
perturba ou escarnece de culto religioso. Isto é apenas um pequeno sinal
do que eles desejam impor à sociedade e o que eu lamento é que ainda
tem muitos pastores e cristãos que estão na cegueira espiritual e não
conseguem ver a trama diabólica para nos obrigar a aceitar suas
práticas. A coisa é mais feia do que a gente pensa! ACORDA, POVO DE
DEUS! ACORDEM, CIDADÃOS DE BEM DO BRASIL!
Morre na Bahia a cantora gospel Dani Voguel
Morre cantora gospel Dani Voguel, ex-vocalista do Sampa Crew
Dani deixou banda secular no final de 2011
Dani Voguel, 37 anos, ex-vocalista da
banda secular Sampa Crew, e que atualmente era cantora gospel, morreu em
Salvador na madrugada desta quarta-feira (18). A informação foi postada
no perfil oficial do grupo no Facebook: “Descanse em paz amiga. No
Sampa Crew você será eterna”, afirmou a banda.
Segundo o produtor Daniel Gustavo, Dani
Voguel ficou no Sampa Crew por oito anos e saiu do grupo no final de
2011. A partir de então, a artista entrou para a música gospel. A
cantora era casada com o irmão do atual vocalista do Sampa Crew, informa
o produtor, e saiu de São Paulo para a Bahia por conta da transferência
do marido.
A fotógrafa e amiga de Dani, Jucy
Ribeiro, disse que os médicos suspeitam que ela podia ter leucemia ou
lúpus, mas o diagnóstico não foi feito. Ribeiro afirma que Dani estava
com infecção no pulmão, anemia profunda e estava tomando bolsas de
sangue antes de falecer.
“Estava com ela antes de falecer, ela
estava com sonda, com dificuldade de respirar. No dia 11 de setembro,
aniversário dela, passou internada. Ela tinha feito um show na igreja de
São Cristóvão (bairro de Salvador), e depois agravou mais”.
Dani Voguel nasceu em Jaraguá do Sul, em
Santa Catarina, e o corpo vai ser velado no Balneário Camboriú. Os
admiradores da cantora e da banda lamentaram a morte em redes sociais.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
PC Baruk assina com a Sony Music e anuncia novo álbum: “Graça”
Baruk é, além de cantor, produtor musical e diretor da gravadora Salluz Productions. A nova parceria com a Sony Music se estenderá sobre boa parte do casting de artistas da Salluz. Questões ligadas ao marketing, vendas, distribuição física e digital dos cantores que possuem contrato com a Salluz serão administradas pela Sony,
Mauricio Soares, diretor da Sony Music, afirmou que esse tipo de parceria é uma tendência mundial entre as empresas do ramo fonográfico: “Esta é uma tendência que já observamos em muitos países e também aqui mesmo no Brasil. Já no nosso projeto gospel atualmente administramos os catálogos da AB Records e Uni Records. Agora com a chegada da Salluz ampliamos ainda mais nosso catálogo. Tudo indica que ainda neste ano teremos mais duas ou três outras parcerias neste mesmo modelo sendo firmadas”, anunciou.
Baruk deverá anunciar nos próximos dias os detalhes de seu novo álbum, que deverá ter a gravação iniciada em breve: “O título deste novo trabalho será ‘Graça’ e eu já tenho algumas canções para o repertório. Estou muito animado para este novo projeto e muito feliz por fazer parte desta equipe da Sony Music. É um novo momento para minha carreira e creio que Deus está cuidando de tudo desde o início!”.
Fonte:Gospel+
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Pastor é acusado de blasfêmia
Em uma discussão com um muçulmano no dia 24 de agosto, o pastor Sattar Masih, 37, foi acusado de dizer que Maomé foi um assassino brutal. Sattar nega as acusações. Ele afirma não ter dito nada depreciativo sobre o islã nem seu profeta.
O pastor foi convidado a comparecer diante de clérigos islâmicos para julgarem seu caso. “Os clérigos vão decidir se ele blasfemou contra nosso profeta. Caso ele se recuse a comparecer, então iremos matá-lo”, disse seu delator, Ali Hassan, 18 anos.
Temendo não ter um julgamento justo, Sattar fugiu de Lahore com Wasim Raza (um cristão de 21 anos, que havia apresentado Ali Hassan ao pastor), depois que um grupo de muçulmanos foi de casa em casa à procura deles.
Sattar contou ao World Watch Monitor que um clérigo islâmico lhe perguntou se ele havia afirmado que Maomé fora um homem cruel. “Eu neguei. Disse-lhe que, na ocasião, eu apenas tinha defendido que a Bíblia permanece em sua forma original”, ele conclui.
Medo generalizado
No dia 2 de setembro, mais de 250 muçulmanos concordaram em discutir o caso de Sattar. Sete parentes de Sattar e Wasim os defenderam, dizendo que não proferiram nenhuma palavra contra o islã ou seu profeta.
No dia seguinte, professores de uma escolar no vilarejo questionaram os alunos sobre que tipo de ensino religioso Sattar lhe dava. Mais de cem alunos foram mandados de volta para casa, o que deixou suas famílias alarmadas e levou muitas delas a fugir.
Um representante da polícia disse que os oficiais intervieram, e que não havia perigo de os cristãos sofrerem ataques. Contudo, os cristãos estão relutantes em retornar para a vila, particularmente Sattar e Wasim, que temem serem mortos.
O Paquistão sustém um histórico de violência contra pessoas acusadas de blasfemar. Em 2012, um jovem hindu foi brutalmente morto e queimado. No ano passado, um muçulmano foi levado para fora da delegacia onde foi interrogado e queimado vivo.
Em julho de 2010, dois irmãos cristãos, Sajid Emmanuel e Rashid Emmanuel, foram mortos a tiros no mesmo tribunal onde haviam sido declarados inocentes.
O Paquistão é o 14º país na Classificação de países por perseguição, uma lista dos 50 países nos quais os cristãos têm mais dificuldade para praticar sua fé. A lista é publicada pela Portas Abertas, um ministério que ajuda cristãos que vivem sob severa perseguição por causa de sua fé.
De acordo com a lista, “os cristãos paquistaneses se veem presos no meio de organizações radicais islâmicas, uma cultura islamizante e um governo fraco, que coopera militarmente com grupos islâmicos”.
Fonte:World Watch Monitor
Tradução:Marcelo Peixoto
Igreja Sara Nossa Terra de SP promove a Conferência TOP 361º
Bandas e pastores consagrados estarão presentes nos dois dias de evento
“Cremos que Deus vai liberar algo muito importante e especial nestes dias e
que você será impactado com as palavras que serão ministradas”, diz a coordenação da igreja.
Para estes dias foram convidados os preletores Bispo Hugo, Felippe Borges, Wesley Rebustini e Nilton Fernandes. Também terá apresentações musicais com a Banda TOP, Sozo e Love2Move.
Os presentes aprenderão através das ministrações como levar o Reino de Deus para as famílias, amigos, comunidade e igreja. “A palavra de Deus diz, em diversos textos, que Jesus por onde andava anunciava o Reino de Deus. Diz ainda, que os sinais, os milagres, as maravilhas, as curas e as salvações o acompanhavam. Esta é a premissa e o objetivo da TOP 361 °: levarmos o Reino para onde quer que formos.”
A Conferência TOP 361º é voltada para jovens evangélicos que tenham interesse no avivamento e estejam dispostos a influenciar sua geração. “Nesses dois dias, vamos mover o mundo espiritual com adorações apaixonadas e pregações profundas”, diz o convite da igreja.
Para poder participar desse evento é preciso se inscrever através do site www.top361.com.br.
Serviço:
Conferência TOP 361º
Dia 27/09 a partir das 19h
Dia 28/09 1º culto às 9h 2º às 14h
Local: Igreja Sara Nossa Terra
Endereço: Rua Augusta, 2027 – Jardins (Próximo ao metrô Consolação)
Mais informações: www.top361.com.br.
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