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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Estudantes são presos e proibidos de adorar na Etiópia


Para serem liberados, os cristãos prometeram cultuar em outra região


Cristãos protestantes não podem mais fazer cultos em Debark, na Etiópia
Cristãos protestantes não podem mais fazer cultos em Debark, na Etiópia
Estudantes do estado de Amhara, na Etiópia, estão proibidos de se reunir para adoração em Debark, noticiou o site World Watch Monitor. No dia 3 de novembro, um número desconhecido de cristãos, entre eles estudantes e líderes, foi preso. Todos estavam participando de um evento da Sociedade Etíope de Estudantes Evangélicos. A polícia explicou que o motivo das detenções foi porque a região deve ser exclusiva da Igreja Ortodoxa.
Em maio, o grupo recebeu ordem para se reunir apenas em Gonder, 100 km distante de Debark. As autoridades foram informadas, para tomarem uma posição diante dessa ameaça, mas ignoraram os pedidos dos estudantes. Os membros do grupo de jovens tiveram que assinar um acordo prometendo que não fariam mais seus eventos em Debark. Após assinar o documento, eles foram liberados da prisão. Cerca de sete líderes cristãos ficaram detidos até o dia 6 de novembro e também tiveram que assinar papéis semelhantes.
A pressão na região tem aumentado bastante e, com um ataque a uma igreja em 2008, a perseguição tem feito com que os protestantes da região se desloquem para Gonder. Apesar da Constituição etíope garantir a liberdade religiosa, as divisões étnicas e religiosas se sobressaem e, por medo, poucos protestantes se mantêm em Debark.  
A Etiópia foi um dos primeiros países a adotar o cristianismo como religião oficial. E por consequência disso, várias denominações têm surgido. Assim, a Igreja Ortodoxa Etíope (EOC) tem perdido a exclusividade e influência no governo. Essas mudanças reforçam ainda mais a perseguição aos cristãos na região, que já enfrentam opressão islâmica, paranoia ditatorial e antagonismo étnico. Todos os fatores colocaram o país na 28ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2019.
Pedido de oração
  • Ore para que o Senhor proteja os crentes de Debark de qualquer perigo. Que Cristo os mantenha fortes na fé e ajude-os a não serem vencidos pelo medo.
  • Peça que Deus dê calma e sabedoria aos líderes da igreja neste momento difícil, para serem modelos de fé e determinação.
  • Interceda para que os funcionários do governo da região reconsiderem ações e tratem seus cidadãos da mesma forma, sem preconceitos e favoritismos.
  • portas Abertas

Praça em São Paulo ganhará nome de irmã Wanda Freire da Costa



Família, lideranças religiosas e políticas estarão reunidas para a inauguração da praça no bairro da Mooca

  José Wellington e Wanda Costa. (Foto: Reprodução / Facebook)

No próximo sábado (30) a prefeitura de São Paulo inaugurará a Praça Wanda Freire da Costa, no bairro da Mooca, homenagem feita à esposa do pastor José Wellington Bezerra da Costa, ex-presidente da Convenção Geral das Assembleia de Deus no Brasil, que faleceu no dia 5 de junho deste ano.
Localizada na Rua Pires do Rio, sem número ( altura do número 2.576 da Avenida Alcântara Machado) a praça receberá esse nome a pedido da vereadora Rute Costa (PSD), filha do casal, e irmã do pastor José Wellington Costa Júnior, atual presidente da CGADB.
Toda a família Bezerra da Costa estará presente na inauguração, assim como autoridades políticas da capital paulista, incluindo o prefeito Bruno Covas, pastores e membros da AD Belém que foram convidados para esta solenidade.
O pedido para que a nova praça ganhasse o nome da irmã Wanda foi feito através do projeto de lei 582/2019 já aprovado na Câmara da capital paulista.
A nova praça está localizada bem próximo à nova sede da Assembleia de Deus Belém e também ficará em frente ao Instituto Brasileiro de Combate ao Câncer, Unidade Mooca.
por Redação Gospel Prime

Após encontro com Deus, médico deixa indústria do aborto



Hoje, Haywood Robison lidera grupo pró-vida

   Haywood Robinson. (Foto: Reprodução / Facebook)

Antes de se tornar um ativista pró-vida, o médico Haywood Robinson realizou centenas de aborto, mas um encontro com Deus o fez mudar sua vida completamente e o levou para o time de defesa da vida.

Ao podcast “The Pure Flix”, Robinson revelou que desde criança desejou ser médico, quando iniciou a residência, ele aprendeu a fazer os procedimentos de dilatação e curetagem, utilizados em abortos.
Robinson foi treinado na década de 1970 depois de Roe v. Wade – o caso da Suprema Corte que legalizou o aborto em todo os Estados Unidos.
“As instalações de aborto estavam espalhadas por todo o sul da Califórnia”, disse Robinson. “Aprendi a fazer o procedimento em 1978 e passei três anos treinando em medicina de família”.
Robinson conheceu sua esposa, Noreen, durante seu treinamento em residência e os dois começaram a realizar abortos juntos.
Mas tudo mudou em 1986, quando o casal participou de um evento em uma igreja e o pregador fez uma ligação para quem quisesse “estar bem com Deus”. Até aquele momento, o médico nunca tinha ouvido falar do Evangelho ou no que significava ser cristão.
Foi ao se converterem que ele e sua esposa entenderam que o trabalho deles estava errado. “[Deus] abriu nossos olhos para o quão hedionda é essa guerra contra bebês e ele nos lançou em uma carreira pró-vida”, disse ele.
“Você fica dessensibilizado a ponto de o médico desumanizar o bebê dentro do útero e não ser mais algo sagrado – não é mais uma vida humana preciosa”, disse ele.
Ele acredita que Deus realmente o transformou – e ofereceu uma mensagem a qualquer pessoa que esteja procurando por uma mudança de vida.
“Jesus, ele entra e muda tudo. Nós nos tornamos uma nova criatura”, disse Robinson. “Ele transforma nossa mente e nos alinhamos à sua palavra pelo seu espírito, por isso é uma nova vida.”
Hoje o Robinson tem 66 anos e é diretor de assuntos médicos e educação do grupo pró-vida 40 Days for Life.
por Redação Gospel Prime

México: cristã é expulsa de vila por não negar a fé



Após ter a casa incendiada, a mexicana recomeçou a vida em outro local


Apesar da expulsão, Rosário não guarda rancor no coração e vive nova vida em outra cidade
Apesar da expulsão, Rosário não guarda rancor no coração e vive nova vida em outra cidade
A certeza de ser filha do rei Jesus manteve Rosario Pérez Martinez firme até quando perdia a casa onde morava, no estado de Chiapas, México. Em agosto de 2017, um grupo de moradores da comunidade de Yatzil Tres Lagunas destruiu o encanamento e as instalações elétricas da casa do irmão dela, Brígido. Mais tarde, a mesma coisa foi feita na residência da cristã. Mas ela não ficou aflita pelas perdas materiais, e sim pela segurança dos filhos. Para alívio de Rosario, eles foram levados para outro lugar e estavam protegidos.
No dia seguinte, a cristã estava com o coração angustiado. "Eu disse aos meus filhos que iria fazer algumas compras, mas me senti obrigada a dizer-lhes que, se algo acontecesse comigo, eles deveriam pegar algum dinheiro e ir até a tia Hortensia, esposa do meu irmão Brígido, e ficar lá", conta.
Então, após andar alguns metros, Rosario foi agarrada pelos braços e levada por um grupo de mulheres até as autoridades municipais. Ela ficou em um local sujo e repleto de fezes de morcego, desde as 6h da manhã até o dia seguinte. “Pedi a Deus por paciência e autocontrole. Foi muito difícil. Não pude conversar com meus filhos por várias horas. Estava muito frio e eu ainda usava as mesmas roupas. Finalmente, meu filho mais velho veio e me trouxe uma camisola”, lembra.
Enquanto a cristã estava detida, os pais dela cuidavam dos filhos. O primogênito foi a Comitán procurar ajuda para soltar a mãe, mas não encontrou. Ele resolveu fazer uma denúncia no jornal local, então os policiais prenderam o garoto também, por dois dias. A mãe e o filho foram libertados após assinarem um documento concordando em deixar a comunidade e ter a casa incendiada.  “Assinei o documento porque meus pais vieram com muitas pessoas de outra comunidade próxima que estavam dispostas a nos ajudar. Não pude voltar para minha casa, não aguentava vê-la sendo destruída”, explica.
Novas perspectivas de vida
Rosario foi cercada pelos moradores e todas as estradas também foram bloqueadas por eles. Mas o pastor da igreja que ela frequentava a ajudou a deixar o local, levando-a para a rodoviária. Finalmente, a cristã se estabeleceu em Villa de Las Rosas, cidade próxima a Comitán. O marido dela trabalha em outro estado por causa de melhores oportunidades de emprego e salário.
Além de cuidar dos cinco filhos, a cristã administra uma fazenda de porcos, criada com microcrédito fornecido pela Portas Abertas. Dessa maneira, ela tem uma fonte de renda para sustentar a família.  “Eu odiava todas essas pessoas, mas percebi que o ódio não é bom. Estamos começando uma nova vida, tentando curar e esquecer completamente. Meus filhos ainda estão ressentidos. Eles me dizem que nunca desejam voltar a nossa cidade natal”, completa.
Pedidos de oração
  • Ore para que o perdão seja derramado em todos os cristãos envolvidos, principalmente no coração dos filhos de Rosario.
  • Peça que Deus encha o coração deles de esperança para viverem um dia de cada vez conforme a vontade dele.
  • Agradeça por essa nova comunidade que recebeu a cristã e os filhos, e que o Senhor transforme essa situação em bênção para todo o vilarejo.
  • por Portas Abertas

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Com igrejas fechadas na Argélia, cristãos se reúnem nos lares



Pastor conta os desafios e benefícios dessa nova maneira de ser o corpo de Cristo

O Pastor Salah agradece as orações e pede que os cristãos continuem a pedir a Deus e pressionar o governo da Argélia
O Pastor Salah agradece as orações e pede que os cristãos continuem a pedir a Deus e pressionar o governo da Argélia
O salão de uma igreja em Tizi Ouzou, Argélia, ficou cheio de policiais na tarde do dia 15 de novembro. Foi o encerramento oficial do prédio. Até agora, 13 igrejas foram fechadas no país desde o início de 2018. Irmãos e irmãs ao redor do mundo têm acompanhado a perseguição do governo argelino aos cristãos; alguns líderes até movimentaram os governos de outros países para pressionar as autoridades da maior nação africana. O pastor da Full Gospel Church, Salah Challah, conta que agora os membros da congregação dele estão se reunindo em casas.
Há um mês, o prédio da igreja do pastor foi interditado, mas isso não indicou o fim dela. “Nós já temos seis igrejas domésticas. Esperamos ter mais. Precisamos de famílias que possam receber pessoas nos lares”, explica o líder cristão. Com esta nova configuração, é comum que as pessoas que se dão melhor frequentem as mesmas casas, porém, esse fato intimida aqueles que desconhecem os anfitriões. Entretanto, há pontos positivos: “As igrejas em casas são muito mais poderosas. O governo não pode monitorar sempre, como fez com nosso prédio. Também, a lei não nos proíbe de receber pessoas em casa. É claro que nós precisamos ser sábios nesses encontros, para  não perturbar os vizinhos”, afirma Sallah.
Outra maneira que o pastor encontrou de manter os membros reunidos e alimentados foi sugerir que eles começassem a frequentar outras igrejas que não foram fechadas. Mas para muitos essa opção é inviável, já que precisariam dirigir entre 30 a 40 km de distância. “A coisa mais importante é a comunhão. Nós sabemos que a salvação é algo principal, mas a vida cristã é vivida em comunidade”, lembra.
O líder cristão também teve a rotina de trabalho alterada. Antes o prédio da igreja era local para cultos, aconselhamentos, discipulados e batizados. Mas agora as residências são os locais dessas atividades e o pastor está pronto para ir onde for necessário. Ele conta que passou o número de telefone para todas as pessoas que frequentavam a igreja e está disponível quando qualquer um precisar dele. “Eu falo com eles quando precisam de mim e, claro, fico feliz quando visito as casas”, completa o líder.  
Pedidos de oração
  • Ore para que a igreja cristã doméstica na Argélia cresça e seja testemunho vivo de Cristo.
  • Peça que o Senhor levante governantes tementes a ele e que as igrejas cristãs tenham liberdade de adorar em seus locais de costume.
  • Interceda pelo sustento físico, emocional e espiritual dos líderes cristãos. Para que eles não percam a esperança e sejam supridos em todas as necessidades.
  • por Portas Abertas

Irã chama manifestantes de terroristas e condena “mídia satânica”



País vive ditadura imposta pelo aiatolá Ali Khamenei.

  Líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei durante reunião em Teerã. (Foto: AFP)

O Exército do Irã divulgou nota nesta terça-feira (19) condenando as manifestações que tomaram o país e que pedem o fim da ditadura imposta pelo líder supremo, Ali Khamenei, onde mais de 100 pessoas já foram mortas pela repressão, segundo informa a Anistia Internacional.

O exército chama os manifestantes de “terroristas apoiados pelos Estados Unidos” e condena a “mídia satânica maligna” por atacar a Revolução Islâmica, que desde 1979 impõe um regime totalitário islâmico no país, que é regido pela Sharia.
“No momento em que a frente de resistência superou os terroristas apoiados pelos Estados Unidos e em que a República Islâmica do Irã resistiu fortemente à pressão máxima do inimigo, os inimigos do Islã e da Revolução se aproveitaram dos mercenários ou da mídia satânica maligna para atacar a Revolução Islâmica”, diz a nota.
Segundo o comunicado, nas últimas quatro décadas “inimigos da Revolução Islâmica” tentaram derrubar o que classificam como “sistema sagrado do Irã”.
O Irã é um dos países mais perigosos para um cristão, pois não há liberdade religiosa e os cristãos são perseguidos e condenados com base nas leis religiosas aplicadas por muçulmanos.
Por Michael Caceres ( Gospel Prime)

Pecadinho e pecadão. Sim, eles existem



Toda injustiça é pecado….

   Pecado. (Foto: Julio Rionaldo / Unsplash

Sim! Ao contrário do que diz o senso comum entre cristãos, há diferenciação entre pecados, que os tornam mais ou menos graves, segundo a teologia Joanina (apóstolo João).


Vamos ao texto bíblico.
“Se alguém vir seu irmão cometer 1) PECADO QUE NÃO LEVA À MORTE, ore, e Deus dará vida ao que pecou. Refiro-me àqueles cujo pecado não leva à morte. 2) EXISTE PECADO QUE CONDUZ À MORTE, não estou ensinando que se deva orar por esse. Toda injustiça é pecado, contudo há pecado que não induz à morte. Ora, sabemos que todo aquele que é nascido de Deus 3) NÃO É ESCRAVO DO PECADO; antes, Aquele que nasceu de Deus o protege, e não permite que o Maligno o possa tocar.” 1 João 5.16-18
A partir deste texto, quero analisar junto com você, caro leitor, as três ênfases que destaquei para melhor compreensão.

Ênfase 1 – O pecadinho

Aqui João afirma que há pecados que não levam à morte. Ao pecador deste pecadinho, admite-se que ore para que seu pecado seja perdoado. Quero destacar que João não apontou quais seriam estes pecados, porque, em verdade, na tônica do texto, João não está dizendo que é um tipo de pecado que está sendo cometido que definirá sua gravidade, mas COMO isto está sendo cometido. Vai ficar claro, acalme-se.

Ênfase 2 – O pecadão

Aqui João afirma que há pecados que conduzem à morte, mas ainda não citou quais pecados, e ainda afirma que não se admite oração a tal pecador.
Parece confuso, mas na terceira ênfase tudo fica esclarecedor.

Ênfase 3 – A escravidão

Aqui todas as dúvidas caem por terra.
João está afirmando que qualquer pecado pode ser mortal, se vier a ser motivo de escravidão.
Uma mentira, por exemplo (pode ser qualquer pecado), pode ser um pecadinho ou um pecadão. O que vai definir sua gravidade é se foi cometida em um deslize e houve arrependimento (pecado que não é para morte)…
Caros filhinhos, estas palavras vos escrevo para que não pequeis. Se, entretanto, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; 2e Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente por nossas ofensas pessoais, mas pelos pecados de todo o mundo” 1 Jo 2.1-2
…ou se o tal pecador, o mentiroso, já é escravo da mentira (pecado que conduz à morte), ou seja, a mentira já não é mais um deslize, tornou-se uma prática comum em sua vida.
O próprio João escreve que “Todo aquele que é nascido de Deus NÃO SE DEDICA À PRÁTICA DO PECADO, porquanto a semente de Deus permanece nele e ele não pode continuar no pecado, pois é nascido de Deus. Deste modo, conhecemos quem são os filhos de Deus e quem são os filhos do Diabo: quem não pratica a justiça não procede de Deus, nem tampouco aquele que não ama seu próprio irmão. 1 Jo 3.9-10
Consegue compreender o sentido de tudo isto?
Aos Hebreus, o escritor chegou a escrever algo que confunde (e assusta) muita gente. Perceba…
Ora, é impossível para aqueles que uma vez foram iluminados, experimentaram o dom celestial e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram os benefícios da Palavra de Deus e os poderes da era que há de vir, mas apostataram da fé, sim, é impossível que tais pessoas sejam reconduzidas ao arrependimento; tendo em vista que contra si mesmos estão crucificando outra vez o Filho de Deus, e zombando publicamente dele. Porquanto a terra que absorve a chuva que cai de tempo em tempo, e dá colheita proveitosa àqueles que a cultivam, recebe a bênção de Deus. Todavia, a terra que produz espinhos e ervas daninhas é inútil, e logo será amaldiçoada. Seu fim é ser lançada ao fogo”. Hebreus 6.4-8
Concluímos, portanto, que existe SIM pecadinho e pecadão, mas não é a classificação ou sua nomenclatura que a define, mas a forma como é praticada.
Sejamos, portanto, terra boa, frutífera ao Senhor, no sentido mais essencial desta palavra, que é obedecendo aos mandamentos de Jesus de maneira CONSTANTE, sendo escravos SIM, mas de Jesus, e caso venhamos a pecar (deslize), que haja genuíno arrependimento.
Deus nos ajude.
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Eldos experimenta cuidado de Deus e aguarda visto para mudança



Desde a conversão, o jovem já foi agredido e réu por testemunhar a Cristo

Eldos recebeu roupas de inverno da Portas Abertas e agradeceu cristãos pelo apoio
Eldos recebeu roupas de inverno da Portas Abertas e agradeceu cristãos pelo apoio
Seguir a Cristo teve consequências graves para Eldos, custou a saúde física e emocional do ex-muçulmano no Quirguistão. Em outubro de 2018, a casa dele foi invadida e ele apanhou de três extremistas islâmicos para que voltasse à antiga fé. O resultado da violência levou o jovem a ficar entre a vida e a morte no hospital, e fez com que a irmã dele perdesse o bebê que gerava. No tribunal, Eldos tornou-se réu e seus agressores, juntamente com a comunidade, o acusaram de ouvir música religiosa alta, distribuir material cristão e fazer propaganda religiosa. Diante de tantos problemas, o jovem mudou-se para outro país, onde vivia na casa de diferentes irmãos e irmãs.
Além de orações e apoio, a Portas Abertas liderou uma campanha de cartões para encorajar Eldos e levou até ele 1000 mensagens de pessoas ao redor do mundo. “Eu não sabia que eu tinha uma família tão grande. Eu estou muito tocado por tantas pessoas que enviaram cartões e estão orando por mim”, testemunhou na época.
Atualmente, o jovem e o tio Nubek residem e trabalham em um local onde acontece um seminário, e estão aguardando os vistos para mudar de país. Ambos participam de grupos domésticos e também servem via WhatsApp, por onde aconselham, conversam e oram pelas pessoas. Eldos está com dificuldades para aprender a língua do local em que está, mas os relacionamentos com as pessoas e a liberdade que têm são suficientes para que deseje viver onde está.
A irmã de Eldos, Nurzhan, enfrentou dificuldades ao contar para o marido sobre a fé em Cristo. Ela foi ameaçada de divórcio, mas o esposo mudou de ideia e a tem tratado de maneira mais respeitosa. Os pais deles foram auxiliados na compra de quatro touros para iniciar um novo negócio. Eles ficaram surpresos em ver que quando os cristãos dizem que amam, eles se ajudam. Diante de tantas bênçãos, Nubek agradece a todos que têm cooperado. “Obrigado por tudo que vocês fazem por seus irmãos e irmãs, obrigado por tudo que vocês fazem pelo Senhor”, afirma.
A história de Eldos é apenas um dos testemunhos de muitos cristãos da Ásia Central. Assine e receba todos os meses, durante um ano, conteúdos exclusivos, pedidos de oração e devocionais que contam o que Deus está fazendo na vida de pessoas ao redor do mundo por meio dos projetos apoiados por você e por irmãos e irmãs de diferentes países.
Pedidos de oração:
  • Ore para que Eldos continue a crescer na fé e seja canal do amor e da graça de Deus onde estiver.
  • Agradeça pela família do jovem cristão. Peça que o Senhor cuide da irmã dele, Nurzhan, e do marido dela, e que os pais de Eldos possam andar com Cristo.
  • Interceda para que os vistos de Eldos e Nubek sejam aprovados e que eles consigam mudar para um país onde continuem a ser benção.
  • Clame ao Senhor por sabedoria e entendimento a Eldos na adaptação à língua e à cultura do país que ele está. 
  • por Portas Abertas

Evangelista morre após ser esfaqueado no coração nas ruas da Turquia


Cristãos lamentam e falam sobre perseguição do governo.

   Jinwook Kim e família. (Foto: Reprodução)

Na última segunda-feira (19), um evangelista cristão foi assassinado no sudeste da Turquia. Missionário coreano Jinwook Kim foi esfaqueado na cidade de Diyarbakir em um ataque violento.

Segundo o International Christian Concern (ICC), a Direção de Segurança Pública do Departamento de Homicídios da Turquia prendeu um jovem de 16 anos por suspeita de que ele tenha sido o autor do atentado.
Segundo relatos, ele foi esfaqueado três vezes – duas vezes no coração e outra nas costas, sucumbindo aos ferimentos em um hospital local.
O missionário de 41 anos pastoreava uma pequena congregação de cristãos e foram os membros da igreja que forçaram as autoridades a investigarem o crime como um assassinato, não como um latrocínio.
“Isso não foi apenas um assalto; eles vieram para matá-lo”, disse um líder da igreja local em entrevista ao ICC.
“Sempre recebemos ameaças. Um irmão profetizou há alguns dias que eles (o governo) vão expulsar esses estrangeiros e provavelmente matar alguns irmãos turcos. Eles vão causar o caos. Eles sabem que estou tentando espalhar o evangelho, para que também possam me atingir. Isso pode ser um sinal”, continuou.
Embora a Turquia tenha prendido e maltratado inúmeros pastores nos últimos anos, Kim é o primeiro líder cristão a ser assassinado desde 2007, quando três crentes foram mortos na Editora Zirve, em Malatya.
por Redação Gospel Prime

Vândalos depredam templo da Sara Nossa Terra, rasgam Bíblias e urinam no altar


por Redação Gospel Prime

Crime aconteceu na madrugada da última  sexta-feira no Distrito Federal

  Templo da Sara Nossa Terra depredado. (Foto: Reprodução / WhattsAp

O templo da Igreja Sara Nossa Terra de Santa Maria Sul, Distrito Federal, amanheceu depredado.


Vândalos invadiram a igreja na madrugada desta sexta-feira (23), rasgaram bíblias, quebraram instrumentos musicais e de som, derrubaram bebida alcoólica e urinaram no altar.
Segundo o site Metrópoles, o gabinete do deputado distrital Rodrigo Delmasso (Republicanos), que é membro da denominação, está organizando uma vaquinha para ajudar a repor os itens depredados.
No Instagram, o bispo Robson Rodovalho, líder da Sara Nossa Terra, postou um vídeo que mostra o estragado causado na igreja.
 igreja.

Cristãs são agredidas por não deixarem o evangelho


Conheça algumas histórias e ore pelos projetos que buscam devolver a dignidade dessas irmãs que enfrentam agressões físicas e sexuais


Ore pelas cristãs perseguidas de todo o mundo
Ore pelas cristãs perseguidas de todo o mundo
Hoje é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra Mulheres, para combater um problema que afeta países de todo o mundo.  De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência física e/ou sexual. Em 35% dos casos, os agressores são os próprios parceiros. As consequências são prejuízos à saúde física, mental e reprodutiva.      
O perfil comum do agressor é baixa escolaridade, vítima de maus-tratos na infância,  ter presenciado a mãe sofrer violência, uso de álcool e outras drogas, crença na inferioridade das mulheres e pensamento de ser dono delas. Já as característas da agredida são baixa escolaridade, ter visto a mãe sofrer violência do parceiro, vítima de abusos na infância, culpa pela violência sofrida e considerar o homem como superior e detentor de poder.
Infelizmente, as mulheres cristãs estão incluídas nesses dados, e, nos países em que há perseguição aos cristãos, a escolha delas pelo cristianismo as torna ainda mais vulneráveis. De acordo com o relatório de 2019 da Portas Abertas intitulado “Perseguição Religiosa Específica de Gênero”, em 59% dos países pesquisados, a perseguição à mulher cristã está diretamente relacionada à agressão sexual e 47% também incluíram o estupro como maneira de punir a escolha da mulher pelo cristianismo. Em sociedades onde a noção de honra e vergonha são muito fortes, os crimes sexuais são usados como maneira de desclassificar e manchar a reputação da cristã diante de todos. “Mulheres e meninas devem manter normas elevadas em relação a sua sexualidade e trará vergonha para a família se  deixar de fazê-lo. Elas são, portanto, propensos à violência (sexual), especialmente quando fazem escolhas não esperadas delas, como a conversão ao cristianismo”, explica o relatório em relação às cristãs na Líbia.
Em países como o Egito, os extremistas muçulmanos costumam usar a “sedução” para atrair as mulheres cristãs. Muitos deles prometem tornarem-se cristãos e proverem as necessidades delas, mas quando casam não cumprem as promessas. A jovem tem sua identidade destruída e sente-se culpada e incapaz de sair do relacionamento, já que perdeu a honra e a reputação.
As mulheres que escolhem a Cristo após estarem casadas com pessoas de outras religiões podem enfrentar o divórcio como maneira de punição. E as consequências disso podem significar que viverão em situação de rua, mendigando e sem ter lugar para morar em segurança. Isso aumenta a vulnerabilidade delas diante das agressões de outros homens. “A perseguição explora todas as vulnerabilidades disponíveis que as mulheres têm, incluindo: falta de acesso à educação, saúde ou infraestrutura; divórcio forçado; proibições de viagem; tráfico; abortos ou contracepção forçada; acesso ao trabalho ou a escolha de um cônjuge cristão negados”, revela o estudo.
A igreja cristã como resposta
A Portas Abertas compartilha vários testemunhos de mulheres que enfrentam todos os tipos de perseguição para continuar seguindo a Cristo e contaram com a ajuda de nossos parceiros locais para seguir em frente. Um exemplo é Sadia, uma cristã de 19 anos de Camarões. Por ser expulsa de casa, a jovem passou a viver com uma família cristã, e mais tarde descobriu que estava com câncer. Hoje ela enfrenta a doença e a pressão para voltar para casa dos pais. Conheça mais a história dela.
Outra que encontrou a Cristo e tem enfrentado problemas desde então é Alima*. Ela vive no Norte da África e tem sido beneficiada com os grupos de discipulados de mulheres. Logo no início da vida cristã, após ter que fugir de casa, ela casou com um homem que prometeu ser cristão e dar a ela família e segurança. Na verdade, o marido era um extremista muçulmano e passou a agredi-la sempre. Mas a Portas Abertas continua a investir na vida de Alima. Veja como.
*Nome alterado por segurança
Pedidos de oração
  • Ore para que o Senhor proteja as mulheres que decidiram andar com ele e que as sustente em todas as necessidades.
  • Peça que Deus dê sabedoria e consolo para as mulheres que estão passando por divórcios e estão impedidas de verem seus filhos porque amam mais a Jesus do que a si mesmas.
  • Interceda pelos projetos em que a Portas Abertas discipula mulheres e homens a serem como Jesus, e assim amar e respeitar uns aos outros.
  • Clame ao pai que continue a sustentar os projetos que auxiliam as mulheres a voltarem a estudar e trabalhar.
  • por Portas Abertas

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

O avanço do islamismo na Ásia



Os maiores países islâmicos estão no continente asiático, onde cristãos ex-muçulmanos enfrentam o desafio de viver a nova fé

A China é um dos países asiáticos com grande população muçulmana

A China é um dos países asiáticos com grande população muçulmana
Ao ouvir a palavra “muçulmano”, provavelmente o que vem a sua mente seja a imagem de um xeique árabe e países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito, Iraque ou qualquer país do Oriente Médio. Parece óbvio que essa seja a região mais muçulmana do mundo, mas não é. A maior população islâmica se encontra no Sudeste Asiático. Para surpresa de muitos, alguns dos maiores países muçulmanos do mundo estão na Ásia: Indonésia, Paquistão, Índia e Bangladesh. O islamismo avançou, e muito, além das fronteiras do seu berço, o Oriente Médio. E hoje a Indonésia é o país com a maior população islâmica, seguido pela Índia.
O Estado Islâmico (EI) pode estar sendo derrotado no Oriente Médio lentamente, mas o movimento está apenas mudando de endereço: indo do Oriente Médio para o Extremo Oriente, onde, longe da vista da grande mídia, está construindo novas fortalezas. Paquistão, Afeganistão, Malásia, Sul das Filipinas e até mesmo a Ásia Central e o noroeste da China são ameaçados pela ideologia extremista islâmica e têm seus próprios afiliados do EI. Um dos exemplos mais chocantes foi a ocupação da cidade filipina de Marawi em 2017, quando muitos cristãos foram executados. Nos países islâmicos do Sudeste Asiático, os cristãos ex-muçulmanos enfrentam muitos desafios para permanecerem fiéis ao Senhor.
O que está acontecendo na Ásia islâmica?
Existe um movimento muçulmano fundamentalista que quer implementar a sharia (conjunto de leis islâmicas) e varrer os cristãos do continente asiático. De certa forma, a igreja foi condenada à morte, mas não com uma bala, uma cadeira elétrica ou uma forca. O método deles é bem mais cruel, pois é uma morte lenta, feita aos poucos – um ataque a uma igreja aqui, uma mulher sequestrada ali, uma criança abusada, um mártir de cada vez.
Em meio a tudo isso, há uma igreja secreta de cristãos ex-muçulmanos; uma igreja apaixonada, mas secreta e silenciada. Há também as “igrejas abertas” – abertas, mas em muitos casos fechadas para os irmãos e irmãs que nasceram em uma família muçulmana e creram em Cristo em algum ponto da vida.
A família geralmente é o primeiro perseguidor. Se a família não “fizer nada”, a comunidade fará. Ameaças verbais, surras, sequestros e expulsão são as punições mais frequentes para os apóstatas do islamismo. O lado positivo disso é que como esses irmãos e irmãs sabem o preço que terão que pagar, eles dependem mais de Deus e geralmente são muito apaixonados por compartilhar o evangelho com os parentes, amigos e colegas de trabalho. Eles estão dispostos a correr os riscos.
É por eles que nos uniremos em clamor, no maior movimento nacional e interdenominacional de oração pela Igreja Perseguida. E o convidamos para participar conosco do Domingo da Igreja Perseguida, no dia 7 de junho. Não fique de fora, faça já o seu cadastro no DIP 2020 e saiba como realizar o evento em sua igreja local.
por Portas Abertas

Após incêndio, igreja é reconstruída na Índia


A resiliência do pastor e dos cristãos atraiu mais pessoas aos cultos

O número de membros da igreja aumentou após a perseverança do pastor Sameer
O número de membros da igreja aumentou após a perseverança do pastor Sameer
A Portas Abertas contou a história do pastor Sameer*. O indiano nasceu em lar cristão, mas quase se tornou ateu na adolescência. Quando começou a estudar a Bíblia, decidiu entregar-se inteiramente a Cristo e pastorear uma igreja em uma vila distante. Com uma grande frequência, a igreja que era doméstica, tornou-se cada vez maior e atraiu a atenção dos membros de partidos políticos extremistas hindus. Mesmo com ameaças, o líder e os cristãos continuaram as reuniões. Porém, o resultado dessa desobediência foi alegações falsas e antipatia da comunidade.
No dia das eleições locais, os cristãos do vilarejo estavam apreensivos com os resultados das urnas, pois foram acusados de convencer as pessoas a votarem contra o partido hindu. Entretanto, naquela data, não aconteceram tumultos e nem violência. Tempos depois, algumas igrejas começaram a ser incendiadas, e a do pastor Sameer também foi atacada por extremistas hindus. A opressão, a vergonha e o medo tomaram conta dele e o impediram de continuar com as viagens de evangelização pelos vilarejos. Mesmo apreensiva, a liderança permaneceu com os cultos de domingo na tenda e continuou orando para que a situação mudasse.
A intervenção de Deus
Ao conhecer a história do pastor indiano, a Portas Abertas entrou em ação na construção de um salão, maior do que o anterior, e convidou Sameer para participar de um seminário de liderança. “Naquele momento, eu não podia entender a situação, mas depois eu entendi que era a vontade de Deus que uma nova e próspera igreja fosse construída no mesmo local”, testemunhou o líder cristão.
Ao ver a resiliência da igreja, mais pessoas passaram a frequentar o local, e tudo isso aconteceu graças às orações de irmãos e irmãs. “Eu não sabia dos parceiros da Portas Abertas que oram e ajudam o corpo de Cristo perseguido na Índia. Primeiro, nós recebemos ajuda por orações. Então, também os recursos necessários foram providenciados para completar a construção da igreja e continuação do ministério aqui. Encorajou muito a nossa fé saber que há outros conosco.”
O pastor Sameer viu Deus transformar a perseguição em bênção: “Eu considero esse acidente uma intervenção de Deus para ajudar a igreja a permanecer forte e unida em meio à perseguição”. Por isso, o desejo de agradecer está no coração do líder indiano: “Eu não consigo expressar totalmente minha gratidão pela ajuda. Seu amor significa tanto para nós; isso me lembra 1João 4.12, que diz: ‘Ninguém jamais viu a Deus; se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor está aperfeiçoado em nós".
A Portas Abertas trabalha no país para suprir as necessidades emergenciais de irmãos e irmãs. Os auxílios vão desde fornecimento de itens básicos para a sobrevivência, como a promoção de estudos bíblicos, assistência jurídica e até construção de casas e igrejas. Faça a sua doação e seja um instrumento de perseverança na Campanha Global Índia.
*Nome alterado por segurança.
por Portas Abertas

Igreja Anglicana do Canadá pode deixar de existir até 2040



De viés liberal, igreja promove casamento gay e flerta com o ecumenismo.

  Linda Nicholls. (Foto: Tanya Phibbs / Rev. Canon Todd Townshend)

Durante o Conselho do Sínodo Geral da Anglican Church of Canada (ACC), o reverendo Canon Neil Elliot apresentou estatísticas que mostram que a denominação poderá ficar sem membros até 2040, caso sua taxa atual de declínio continue.

A Igreja Anglicana do Canadá tinha em 2017 aproximadamente 357.000 membros, representando 1% da população nacional. Em 2001, quando o primeiro relatório foi feito, a denominação tinha 641.000 membros. Em 1961, era mais de 1,3 milhão, cerca de 7% da população canadense.
Como observou Elliot, de 1961 a 2001, o número de membros diminuiu cerca de 50%, levando-o a projetar que o corpo da igreja não terá mais membros até 2040 se o declínio seguir nesta taxa atual.
Comparando os números de 2001 e 2017, Elliot descobriu que a participação média no domingo caiu de 162.168 para 97.421 e o número de “doadores regulares identificáveis” caiu de 212.577 para 130.456.
A arcebispo Linda Nicholls, chefe do ACC, disse em comunicado que o relatório foi um “alerta”, enfatizando a necessidade da denominação se concentrar na missão em questão.
“Somos chamados a fazer e ser o povo de Deus em um lugar específico, com o objetivo de compartilhar as boas novas de Jesus Cristo, e a única pergunta é: ‘Como precisamos compartilhá-las, para que possam ser ouvidas por aqueles que estão ao nosso redor?'”, afirmou Nicholls, conforme relatado pelo jornal nacional do ACC, o Anglican Journal.
“Espero que, quando sairmos daqui, a mensagem que recebemos não seja ‘Ah, não, a igreja está morrendo’, mas ‘Oh, nós temos um desafio’ … Mas também temos uma maneira esperançosa de abordar isso”.
O ACC passou por um debate divisivo sobre questões LGBT, com muitos deixando a igreja nos últimos anos devido à direção teologicamente liberal da denominação.
Por Redação Gospel Prime

Cristãos protestam contra aumento de ataques na Índia



Ministro indiano ignora dados e diz que o país é “paraíso” para minorias

Índia passa por processo de hinduização, perseguição aos cristãos aumenta no país
Índia passa por processo de hinduização, perseguição aos cristãos aumenta no país
Cristãos indianos protestaram em frente à casa do ministro de assuntos internos, Amit Shah, em Nova Deli. O motivo principal foi o crescimento da violência contra eles. No dia 30 de outubro, a minoria religiosa também apresentou um memorando exigindo que o governo abandonasse os planos de aprovar o Projeto Nacional de Liberdade Religiosa, mais conhecido como “lei anticonversão”.
A liberdade religiosa está prevista na Constituição da Índia, mas oito estados ainda permitem a conversão forçada, e o partido nacional hindu utiliza diversas leis para pressionar as religiões minoritárias. De acordo com os membros, os cristãos atraem os pobres com comida, dinheiro e perspectivas de educação, e as pessoas acabam se convertendo ao cristianismo. Mas não há evidência de que essas acusações sejam reais.
Desde 2014, com o partido nacionalista hindu Bharatiya Janata (BJP) no poder, o cerco tem se fechado para os cristãos no país. Apenas no primeiro trimestre de 2018, o número de ataques violentos aos seguidores de Jesus foi igual ao número de investidas em 2015. Dez dias antes do protesto, alguns videntes e líderes do partido do governo promoveram um evento para que 500 dalits e povos tribais retornassem à antiga fé. O objetivo maior é transformar a Índia em uma nação hindu.
Durante a visita de Sam Brownback, embaixador geral para liberdade religiosa dos Estados Unidos, o ministro de assuntos de minoria da Índia, Mukhtar Abbas Naqvi, negou a gravidade dos ataques contra os cristãos. Segundo o político, a Índia deveria ser considerada um paraíso, quando o assunto for intolerância religiosa. Ele reiterou que os ataques são incidentes criminais, não merecendo assim uma atenção internacional.
Desde a infância, os cristãos indianos são rejeitados, violentados, agredidos e até mesmo mortos por causa da fé. A Portas Abertas promove a Campanha Global Índia para encorajar as crianças a permanecerem na caminhada com Cristo. Com uma doação você fornece itens básicos e estudos bíblicos, assim elas podem crescer fortes e resilientes à perseguição.  
por Portas Abertas

Papa Francisco cria o “pecado ecológico”



Conceito deve ser introduzido no Catecismo da Igreja Católica.

  Francisco com participantes do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia. (Foto: Remo Casilli / Reuters)

O papa Francisco revelou, em audiência com advogados penais na última sexta-feira (15), que deseja incluir oficialmente o conceito de “pecado ecológico” na doutrina da Igreja Católica. O tema foi tratado no Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia.

No encontro, bispos, missionários e “especialistas”da região amazônica propuseram que o desrespeito à natureza seja interpretado como pecado. Durante o Sínodo, o papa fez duras críticas às queimadas na Amazônia.
Aprovado em 26 de outubro, o conceito de “pecado ecológico” foi definido como uma “ação ou omissão contra Deus, contra o próximo, a comunidade e o ambiente” e o chamado à conversão e o cuidado da ‘casa comum'”.
Francisco já havia alterado o Catecismo uma vez para tornar inadmissível a pena de morte “em todas as circunstâncias”.
por Neto Gregório - Gospel Prime

Escola católica fará teste de drogas em todos os alunos



Os alunos serão testados uma vez por ano e a recusa de fazer o teste já será considerado como resultado positivo.

  Stephen T. Badin High School. (Foto: Reprodução / Google maps)

A ação da Escola Steohen T. Badin tem como objetivo melhorar a saúde e bem-estar dos alunos garantindo que eles fiquem longe das drogas.
“O impacto do uso de drogas nos jovens estudantes e suas famílias é impressionante e nossa comunidade não está imune a esse problema”, disse a escola no site oficial.
Conforme publicação da NBC News, o colégio informou aos alunos sobre a nova política na semana passada dizendo que esta é uma “postura agressiva contra a ameaça do uso de drogas” e uma ferramenta para combater a pressão dos colegas e ainda pode “proporcionar maior tranquilidade aos pais”.
Todos os alunos serão testados pelo menos uma vez por ano de acordo com a política. Os alunos também podem ser testados aleatoriamente e se houver suspeita de um funcionário da escola de estar sob a influência de uma substância controlada.
Se um aluno tiver um resultado positivo, os pais ou responsáveis ​​devem ser notificados e o aluno deve passar por uma avaliação de um profissional médico e ser testado novamente dentro de 90 dias. A recusa em fazer um teste será considerada positiva.
“Acreditamos que existe um aspecto espiritual em todo abuso de drogas e álcool e que o abuso dessas substâncias é uma tentativa em algum nível de preencher um vazio que deveria ser preenchido apenas por Deus”, disse a escola no site oficial.
por Redação Gospel Prime