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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

A realidade dos cristãos ex-muçulmanos no Norte da África


Ao se converterem, são chamados de infiéis por abandonar o islã e a primeira fonte de perseguição é a própria família

Cristãos ex-muçulmanos no Norte da África não desfrutam de liberdade nem mesmo no círculo familiar. Ore por eles
Cristãos ex-muçulmanos no Norte da África não desfrutam de liberdade nem mesmo no círculo familiar. Ore por eles
O Domingo da Igreja Perseguida (DIP) é o maior evento nacional e interdenominacional de oração pela Igreja Perseguida. A cada ano, cristãos de todo o Brasil se mobilizam para organizar o DIP em sua igreja local. Em 2020, o DIP será em 7 de junho e o tema é Cristãos ex-muçulmanos. Hoje você conhecerá um pouco mais sobre a perseguição aos cristãos ex-muçulmanos no Norte da África. Esses cristãos deixaram o islã para seguir a Jesus e a perseguição que enfrentam é forte e tem diferentes faces. Quando conversamos com esses “infiéis” (como são chamados pela maioria islâmica), uma coisa fica clara: o preço que eles pagam é alto.
A primeira e mais comum fonte de perseguição em toda a região é a família do novo convertido. O cristão ex-muçulmano do Marrocos, Aziz*, de 33 anos, explica: “As pessoas são expulsas da família por causa da conversão. Elas não têm seus direitos respeitados. Alguns são forçados pela família a se divorciar e outros são presos dentro de casa. É mais difícil para as mulheres, pois culturalmente meninos e homens têm mais liberdade e direitos, então estão em uma posição melhor que as mulheres. As mulheres, às vezes, são forçadas a se casar com um muçulmano”.
Aziz explica que no âmbito familiar os convertidos enfrentam violência e são agredidos, e há a constante pressão da família dizendo que o que estão fazendo é errado. Aizah, uma cristã da Tunísia, acrescenta que “geralmente também significa que a família não vai pagar pelos estudos de um filho ou filha ‘infiel’”. Ela acrescenta que ser expulso de casa também significa que não participará de nenhuma celebração em família, pois o cristão não é mais bem-vindo nas reuniões e celebrações da família.
Perseguidos pela sociedade, pela justiça e pela mídia
A segunda fonte de perseguição é a sociedade. Aziz explica: “Um cristão não tem direitos na sociedade. É difícil achar um emprego e trabalhar para o governo é impossível. Quando já trabalha para o governo, ou em outra área, eles começam a compilar um dossiê sobre você para se livrarem de você. A sociedade o pressiona para ir à mesquita. Você não pode viver a sua fé como cristão, não pode orar ou cultuar publicamente e não pode ir a um culto na igreja formalmente”.
O último tipo é a perseguição legal, mas essa difere em cada país. Aziz nos conta: “No Marrocos, a polícia tem um dossiê de cristãos, e pode até colocar nesse documento coisas que não são verdade. No passado, um cristão foi preso por ser acusado de uso de drogas, por exemplo. O governo vê os cristãos como pessoas que estão abalando a fé dos muçulmanos, e isso é proibido por lei. Evangelismo também é proibido e distribuir Bíblias é um crime no Marrocos. Se alguém comer durante o Ramadã, pode pegar seis meses de prisão”. Halima*, esposa de Aziz, também uma cristã marroquina, exemplifica o que o marido diz: “No trabalho, eu como no banheiro durante o Ramadã”.
Além disso, a mídia no Marrocos passa uma falsa imagem da igreja. Isso também acontece em outros países da região, mas não em todos. Na Síria e Iraque, por exemplo, a imprensa algumas vezes publica histórias positivas sobre a igreja e o que ela está fazendo. Aziz afirma sobre a mídia do Marrocos: “Ela diz que a igreja é algo estrangeiro. Ela escreve que muitos vão à igreja por dinheiro. Outros, ela diz, se unem à igreja porque querem sair do país, que não sabem sobre religião, mas o que querem é casar com um estrangeiro. Quando você olha para nós, isso não é verdade, pois ficamos em uma situação ainda mais difícil financeiramente e não queremos deixar nosso país. Tanto eu como minha esposa temos alto nível de conhecimento tanto do islamismo quanto do cristianismo e somos dois marroquinos casados. A mídia nos ataca, mas não está dizendo a verdade”.
Halima expressa seu desejo de que a perseguição desapareça de seu país, dizendo: “A perseguição pode ser comparada ao Drácula, pois suga a vida da igreja”. Diante dessa realidade, os cristãos do Norte da África necessitam do apoio da igreja livre para prosseguir na caminhada e não serem “sugados pela perseguição”, como expressou Halima. Participar do Domingo da Igreja Perseguida é sua oportunidade de apoiá-los. Faça seu cadastro e envolva sua igreja no DIP 2020.
*Nomes alterados por segurança.


por Portas Abertas

Bebendo suco de laranja para a glória de Deus



“Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”.



Quando me perguntam certa vez: “A doutrina de depravação total é bíblica?”, minha resposta foi apenas “sim”. Uma das coisas que tentei dizer com esta resposta é que todas as nossas ações [sem a graça salvadora] são moralmente ruins. Em outras palavras, tudo o que um incrédulo faz é pecaminoso e, portanto, inaceitável a Deus.


Sabe, uma de minhas razões para crer nisto está em 1 Coríntios 10.31: “Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”. Eu pergunto: “É pecado desobedecermos este mandamento das Escrituras?”, a resposta e igualmente “sim”.
Por isso, cheguei a uma triste conclusão: é pecado alguém comer, beber, ou fazer qualquer outra coisa, se isso NÃO for para a glória de Deus. Em outras palavras, o pecado não é apenas uma lista de coisas prejudiciais (como matar, roubar, etc.). Pecado é quando deixamos Deus fora das coisas mais triviais de nossa vida. Pecado é qualquer coisa que façamos, que não seja para a glória de Deus.
Mas e o que os incrédulos fazem para a glória de Deus? Nada. Consequentemente, tudo o que eles fazem é pecaminoso. É isso que tento explicar quando afirmo que, sem a graça salvadora, tudo que fazemos é moralmente ruim.
Alguns então podem replicar com um questionamento prático: como podemos “comer e beber” para a glória de Deus? Pensemos em algo, por exemplo, como beber suco de laranja no café da manhã.
Uma das respostas está em 1 Timóteo 4.3-5: “proíbem o casamento e o consumo de alimentos que Deus criou para serem recebidos com ação de graças pelos que creem e conhecem a verdade. Pois tudo o que Deus criou é bom, e nada deve ser rejeitado, se for recebido com ação de graças, pois é santificado pela palavra de Deus e pela oração”.
Então, o suco de laranja foi criado “para ser recebido com ações de graças, pelos fiéis e pelos  que conhecem plenamente a verdade”. Portanto, os incrédulos não podem sequer usar o suco de laranja para cumprir o propósito de Deus – ou seja, uma ocasião para ações de graça sinceras, dirigidas a Ele, vindas de um coração cheio de fé.
Mas os crentes podem, e assim é que eles glorificam a Deus. Até o suco de laranja que eles bebem é santificado “pela palavra de Deus e pela oração”. A Palavra de Deus ensina que o suco e nossa força para bebê-lo, são uma dádiva gratuita de Deus (1 Co 4:7, 1 Pe 4:11). A oração é a nossa humilde resposta de agradecimento. Crer nesta verdade, nos apresentada pela Palavra de Deus, e oferecer ações de graça, em oração, é uma das maneiras que podemos  beber suco de laranja para a glória de Deus.
A outra maneira é bebermos com amor. Por exemplo, não insista em ficar com a porção maior. Isto é ensinado no contexto de 1 Co 10:33: “Assim como também eu procuro,
 em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o
de muitos, para que sejam salvos”. “Sede meus imitadores, como também
eu sou de Cristo” (1 Co 11:1). Tudo o que fazemos – incluindo beber suco de laranja –
 pode ser feito com a intenção e a esperança de que será proveitoso para muitos,
 a fim de que sejam salvos.
Louvemos a Deus pois, pela sua graça, fomos libertos da ruína completa de todos os nossos atos. Façamos tudo, quer comamos, quer bebamos, para a glória de nosso grande Deus!
Doutor em Teologia pela Universidade de Munique e fundador do desiringGod.org e chanceler no Bethlehem College & Seminary.

Encoraje a família de Leah Sharibu, sequestrada na Nigéria


Envie sua mensagem de esperança e amor pela campanha de cartões da Portas Abertas

Sequestrada aos 14 anos de idade, Leah está presa pelo Boko Haram na Nigéria há quase dois anos
Sequestrada aos 14 anos de idade, Leah está presa pelo Boko Haram na Nigéria há quase dois anos
Desde 19 de fevereiro de 2018, a família da nigeriana Leah Sharibu vive a angústia da espera pela libertação da filha sequestrada pelo Boko Haram. Mesmo com a intervenção do presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, as negociações com os extremistas islâmicos ainda continuam. Em agosto de 2019, o líder africano garantiu que a garota ainda está viva.
Leah foi sequestrada com um grupo de 111 meninas em uma escola de segundo grau em Dapchi, no estado de Yobe. Mas um mês depois, todas as adolescentes foram libertadas, menos a cristã, por não negar a fé. “Leah ia entrar no veículo que as traria de volta, mas então o Boko Haram disse que ela teria de se converter ao islamismo. As amigas tentaram convencê-la, mas ela disse que não se converteria. Então eles disseram que ela ficaria. Foi assim que a deixaram. Ela está sozinha”, conta a mãe, Rebecca Sharibu.
Houve uma comoção mundial para que as autoridades do país apressassem a libertação da garota que agora tem 16 anos. Na Nigéria, as igrejas se mobilizaram entre 2 a 4 de outubro de 2018 para orar e jejuar pela libertação da jovem em segurança. O mês era o tempo máximo que os terroristas deram para manter Leah viva.
No mesmo período, os envolvidos no caso receberam uma fotografia da garota e um áudio de 35 segundos. “Quando eu ouvi a voz dela e vi sua foto sentada com um hijab (véu muçulmano), comecei a chorar, dizendo ‘oh, Deus, veja minha pequena Leah, ela foi forçada a usar o hijab. Senhor, traga-a de volta para mim’.” “Toda vez que me sinto desanimada, Deus envia alguém para me visitar ou telefonar e me encorajar. Quando lembro que cristãos de todo o mundo estão orando por Leah, isso me dá força para prosseguir”, conclui a mãe da jovem cristã.
Uma equipe da Portas Abertas vem acompanhando o drama dessa família nigeriana por meio de visitas de oração e encorajamento. E você pode fazer parte disso enviando seu cartão com mensagens de amor, graça e esperança. Seja um canal de conforto e ânimo para os pais de Leah. Descubra como enviar seu cartão para os pais de Leah Sharibu.
por Portas Abertas

Educação financeira para cristãos mostra a importância de manter as contas em ordem



Há 2.350 versículos bíblicos que tratam sobre administração e finanças

 Dinheiro e mudas de árvores. (Foto: Nattanan Kanchanaprat / Pixabay)

Tem ficado cada vez mais forte a presença de consultores financeiros focado no público evangélico, grupo que hoje deve representar 30% da população brasileira.

Ajudar os cidadãos a consertarem suas finanças ganha um discurso bíblico que mostra a importância de ter a vida organizada.
A Universidade da Família, entidade educacional focada em evangélicos, oferece um curso financeiro bíblico que ensina a metodologia Crown [coroa] que foca nos 2.350 versículos bíblicos que tratam sobre administração e finanças.
Aluna do método Crown, a engenheira Mirna Borges já tinha um dos maiores canais de finanças pessoais do país quando resolveu unir o tema com sua fé.
“Eu sentia falta de unir meu conhecimento de educação financeira à palavra de Deus”, disse ela ao jornal O Globo que tem 900 mil inscritos no Youtube.
Mas focar no público religioso trouxe várias críticas para um projeto que já mantinha um público fiel.
“Algumas pessoas pararam de me seguir, criticaram ou me ofenderam quando comecei com esses estudos, mas quero mostrar que é possível ter uma vida próspera e também orientada pela palavra”, declarou.
Há anos a jornalista Patrícia Lages tem falado sobre o assunto através do site Bolsa Blindada. No primeiro livro, a escritora – que é membro da Igreja Universal do Reino de Deus, chegou a falar sobre a importância do dízimo para ter uma vida financeira saudável.
Patrícia tem quatro livros sobre o assunto: “Bolsa Blindada”, Bolsa Blindada 2″, “Virada Financeira” e “Sucesso Não Cabe na Bolsa”, sendo que o público feminino é o alvo principal dessas obras.
Pelas redes sociais também encontramos páginas de finanças pessoas focadas em cristãos, como é o caso do Cristão Rico, um curso que ensina a controlar as finanças para iniciar investimentos e realizar sonhos.
Gospel Prime tem em sua linha de colunistas Rodrigo Colombo, economista e investidor e Reinaldo Domingos, doutor em Educação Financeira, autor do best-seller Terapia Financeira. Em sua coluna no nosso site ele traz lições interessantes para quem deseja manter as contas em ordem.
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O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.
Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso;
refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam.
Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda.
Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre.
Salmos 23:1-6


Milhares aceitam a Cristo durante culto promovido por Kanye West



Mais de 6 mil pessoas participaram do evento na capital de Lousiana.

Culto em Baton Rouge. (Foto: Reprodução / Instagram)

Na última sexta-feira (1º), o rapper Kanye West ministrou para milhares de pessoas na cidade Baton Rouge, estado de Louisiana (EUA).

O pastor Jonathan Stockstill, da Bethany Church, apresentou o rapper para a multidão após um anúncio feito de última hora, pois não estava programada a participação dele.
Ao lado de sua filha, North, West falou sobre criar os filhos nos caminhos do Senhor.
“Traga sua família. Deem as mãos e orem. … Crie seus filhos. Treine-os na fé, em meio as tentações. Verifique se eles estão bem acordados. Siga Jesus. Ouça e obedeça”, declarou ele enquanto cantava uma das canções de seu mais novo álbum.
Através do Instagram, o pastor e músico Curvine Brewington declarou que milhares levantaram as mãos em adoração, o nome de Cristo foi honrado e poderosas orações foram feitas.
“Hoje à noite, a adoração foi levantada, o nome de Cristo foi exaltado, a Palavra de Deus foi pregada, uma multidão orou juntos, o Evangelho foi claramente proclamado e uma oportunidade de resposta foi dada”, escreveu Brewington.
“Em uma multidão de 6.000 pessoas de todas as esferas da vida, de todas as idades e raças, testemunhei pessoalmente que mais de 1.000 indivíduos aceitam Jesus como seu Senhor e Salvador!”.
O pastor declarou que a noite foi incrível e disse que pode notar que Kanye West realmente mudou e tem sido usado por Deus.
“Eu dancei, chorei, fiquei admirado com a obra redentora de Deus, e posso dizer honestamente que hoje à noite eu testemunhei uma nova onda de avivamento em primeira mão”, concluiu.
por Redação Gospel Prime

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Crianças perdem as pernas, mas não a esperança



Jovens sonham com o futuro após serem atingidos por explosões de granadas na República Centro-Africana


Jeovanni, Dieu e Steven mantém a fé em Cristo na República Centro-Africana
Jeovanni, Dieu e Steven mantém a fé em Cristo na República Centro-Africana
Desde 2013, a Portas Abertas tem acompanhado três jovens que perderam suas pernas em um ataque a uma igreja cristã na República Centro-Africana. O futuro deles foi mudado por meio de extremistas islâmicos que atiraram três granadas durante um culto. Mas os sentimentos de raiva e desesperança não encontraram lugar no coração desses pequenos cristãos.
Jeovanni foi atingido por uma das granadas e lembra bem o dia em que perdeu as duas pernas no atentado. Ele foi à igreja com a tia mesmo sem vontade e estava comendo um bolo no momento em que o dispositivo caiu aos seus pés. “[A explosão] foi tão forte que minha irmãzinha ao meu lado voou para trás da igreja. Minha tia e eu não voamos. Nós continuamos no mesmo lugar. Tinha uma fumaça grossa e as pessoas gritavam e corriam por todo lugar”, relembra.
Após o incidente, ele foi socorrido pela Cruz Vermelha e levado ao hospital. Lá tiveram que esperar pelo médico, já que era um domingo e não havia especialista para fazer o atendimento imediato. Quando a mãe de Jeovanni encontrou o filho sendo atendido pelas enfermeiras, não resistiu ao choque e desmaiou.
Depois da cirurgia de emergência, o garoto acordou sem as pernas e sempre que vê fotos de como era antes do incidente, fica triste. Porém, o desejo dele não é por vingança; ele espera um dia encontrar a pessoa que atirou as granadas para dizer que já a perdoou. “Eu penso que ele não sabe realmente como é terrível o que ele fez. Eu o saudaria e diria: Deus perdoa você, e eu quero perdoar você também", testemunha.
Apesar de Jeovanni ser uma criança como as outras, enfrenta limitações mesmo usando pernas artificiais. Ele não pode correr e vive apoiado em uma bengala para andar bem. Com o crescimento do garoto, os membros artificiais precisarão ser trocados e, nesse momento, ele continuará contando com a generosidade de alguns médicos de uma clínica próxima a sua casa.
Essas novas dificuldades não fazem o jovem cristão perder a esperança de um futuro promissor. “Eu estou muito feliz porque a Portas Abertas paga as despesas médicas e as taxas escolares, já que eu gosto muito de ler e estudar. Quando eu crescer,  quero ser médico  para ajudar outras pessoas”, planeja.
Jeovanni recebeu incentivo e amor também de outros cristãos de todo mundo por meio de cartões. “Esse é o motivo porque leio frequentemente esses cartões, de novo e de novo. Eu quero agradecer todo mundo que escreveu um cartão para mim. Vocês são todos meus amigos”, comemora. (Essa história continua)

por Portas Abertas

“É meu trabalho deixar as pessoas saberem o que Jesus fez por mim”, diz Kanye West



Rapper se converteu no ano passado e tem vivido uma grande transformação

Kanye West. (Foto: Reprodução / Facebook)

Em entrevista recente ao radialista Zane Lowe, o cantor Kanye West falou sobre a transformação radical de mudança de vida que ele sofreu ao longo do ano passado após ter um encontro com Deus.

Com o recém-lançado “Jesus is King”, seu mais novo álbum, o rapper falou sobre fé e declarou a soberania de Deus durante a conversa com Lowe que foi compartilhada pelo CBN News.
“Eu tenho algumas visões, mas quanto mais eu estou a serviço de Deus, apenas limpo a cabeça e acordo mais vazio todos os dias e deixo Deus dirigir e apenas me usar como ele puder. Você faz planos e Deus ri”, responde Kanye.
“Agora que estou a serviço de Cristo, meu trabalho é espalhar o evangelho, para que as pessoas saibam o que Jesus fez por mim”, explicou Kanye, acrescentando mais tarde que tudo o que ele faz agora é “para a igreja”.
“Tudo o que faço, mesmo projetando um sapato, é para a Igreja. É minha única missão e chamado: espalhar o evangelho.”

Relacionamento com Deus

A mudança em Kanye ficou evidente no ano passado. Para Kanye, o maior momento de mudança ocorreu em abril, quando ele pediu que Jesus se tornasse seu Senhor e Salvador.
“Esta é uma vitória para o Reino”, afirmou Kanye. “Para Kanye voltar para casa, passando de ‘Jesus Walks’ para ‘I Love It’, para dizer a Deus: ‘Eu tentei do meu jeito, não está dando certo. Tudo está em frangalhos. Estou terminando em dívida, ganhando esse dinheiro, mas ainda terminando em dívida”.
“Minha posição pública está em frangalhos”, acrescentou. “Não estou em boa forma. Estou tendo altos e baixos com minha saúde. Pessoas me chamando de louco. Pessoas que não querem sentar comigo. Eu tive que desistir de Deus”, completou.
Kanye compartilhou que ele finalmente se sente em paz em sua vida, creditando a Deus esse sentimento indescritível.
“Sim, estou em paz”, Kanye compartilhou. “Eu entrego tudo a Deus.”
Kanye ainda compartilhou com Lowe que ele reza por mais graça em sua vida, que ele sempre lutou com um espírito rude e é algo em que ele está constantemente trabalhando.
Com o recém-lançado “Jesus is King”, seu mais novo álbum, o rapper falou sobre fé e declarou a soberania de Deus durante a conversa com Lowe que foi compartilhada pelo CBN News.
“Eu tenho algumas visões, mas quanto mais eu estou a serviço de Deus, apenas limpo a cabeça e acordo mais vazio todos os dias e deixo Deus dirigir e apenas me usar como ele puder. Você faz planos e Deus ri”, responde Kanye.
“Agora que estou a serviço de Cristo, meu trabalho é espalhar o evangelho, para que as pessoas saibam o que Jesus fez por mim”, explicou Kanye, acrescentando mais tarde que tudo o que ele faz agora é “para a igreja”.
“Tudo o que faço, mesmo projetando um sapato, é para a Igreja. É minha única missão e chamado: espalhar o evangelho.”

Relacionamento com Deus

A mudança em Kanye ficou evidente no ano passado. Para Kanye, o maior momento de mudança ocorreu em abril, quando ele pediu que Jesus se tornasse seu Senhor e Salvador.
“Esta é uma vitória para o Reino”, afirmou Kanye. “Para Kanye voltar para casa, passando de ‘Jesus Walks’ para ‘I Love It’, para dizer a Deus: ‘Eu tentei do meu jeito, não está dando certo. Tudo está em frangalhos. Estou terminando em dívida, ganhando esse dinheiro, mas ainda terminando em dívida”.
“Minha posição pública está em frangalhos”, acrescentou. “Não estou em boa forma. Estou tendo altos e baixos com minha saúde. Pessoas me chamando de louco. Pessoas que não querem sentar comigo. Eu tive que desistir de Deus”, completou.
Kanye compartilhou que ele finalmente se sente em paz em sua vida, creditando a Deus esse sentimento indescritível.
“Sim, estou em paz”, Kanye compartilhou. “Eu entrego tudo a Deus.”
Kanye ainda compartilhou com Lowe que ele reza por mais graça em sua vida, que ele sempre lutou com um espírito rude e é algo em que ele está constantemente trabalhando.
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Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo;
o qual é, na verdade, a menor de todas as sementes, e, crescida, é maior do que as hortaliças, e se faz árvore, de modo que as aves do céu vêm aninhar-se nos seus ramos.
Mateus 13:31,32



Igreja chinesa em Porto Alegre celebra cultos em português e mandarim


Fundada na década de 1980, a igreja tem visto o número de fiéis chineses cair

Igreja Presbiteriana Chinesa. (Foto: Google Maps)

A Igreja Presbiteriana Chinesa, localizada em Porto Alegre (RS), tem cultos ministrados em mandarim e português simultaneamente.

Fundada na década de 1980, a igreja promove cultos bilíngues todos os domingos, onde o dois microfones são ocupados no púlpito. Tudo o que é dito é português, é repetido em mandarim.
Na hora dos cantos e leituras coletivas da Bíblia, o fiel pode escolher o idioma que preferir, como relata o site Zero Hora.
“Deus entende todos os idiomas”, afirmou Kuo Wan Feng, 71 anos, que se apresenta como Marcos no Brasil. Ele é o membro mais antigo da igreja e conta que a denominação foi iniciada por sua mãe quatro anos depois que sua família se mudou de São Paulo para a capital gaúcha.
A comunidade cresceu com a presença de chineses e seus descendentes. Os primeiros cultos eram feitos por um pastor de Mogi das Cruzes (SP) que a cada 15 dias viajava até Porto Alegre para pregar. Quando ele não conseguia viajar, enviava uma fita cassete com o culto gravado.
A casa da família de Kuo Wan Feng precisou ser reformada para virar uma igreja e assim se consolidou o ministério que hoje é liderado pelo pastor Jurandir da Silva.
Brasileiro, o líder religioso chegou a morar na China entre os anos de 1993 e 2005 e por isso consegue entender a cultura que tem muita importância para os membros da igreja.
“Eles dão muito valor à cultura, e eu tive bastante contato com ela, por ter morado lá. Tem muitas diferenças. Algumas comidas, por exemplo, eu não gosto, mas como para me integrar. Hoje é uma comunidade heterogênea”, disse o pastor. É seu filho Calebe quem traduz do português para o mandarim.
Apesar da forte cultura, hoje os membros mais velho são chineses, mas são um número cada vez menor.
“Penso que, daqui a 10 ou 15 anos, vai virar uma igreja brasileira. Mas eu não vejo problema. O mais importante é manter as pessoas, principalmente as crianças, no caminho certo”, diz Kuo Wan Feng.
oão 14:23,24
Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada.
Quem não me ama não guarda as minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai, que me enviou.

Amaldiçoada por recusar rituais tradicionais para viúvas



Cristãs de tribos da República Centro-Africana que perdem seus maridos enfrentam desafios com as tradições locais


Leonie é de uma tribo Yakoma que tem diversos ritos para viúvas (foto representativa)
Leonie é de uma tribo Yakoma que tem diversos ritos para viúvas (foto representativa)
Leonie, de 45 anos, é uma viúva da cidade de Bangassou, na República Centro-Africana. Quando o marido morreu em 2017, Leonie esperava encontrar algum consolo com a família do falecido marido. Mas como cristã, ela recusou completamente o tradicional ritual de luto que os parentes tentaram impor. A tradição levaria ao afastamento e total separação daqueles que ela esperava que cuidassem dela. O marido de Leonie, pastor Aimé Kombaneya, servia em uma igreja em Bangassou. O casal teve cinco filhos. Durante sua vida, embora ele tenha vindo de uma família muito tradicional, regularmente pregava contra cristãos que mantinham rituais tradicionais, sem saber o sofrimento que causaria à própria esposa mais tarde.
Durante uma rebelião em 2013, que seguiu uma guerra, Bangassou foi afetada seriamente por ataques Seleka. Pastor Aimé era hipertenso e seu corpo simplesmente não pôde enfrentar o aumento de estresse por causa da insegurança. Em julho de 2017, com 63 anos, ele teve um colapso e, infelizmente, morreu a caminho do hospital. Leonie estava grávida de seu sexto filho. “Eu decidi voltar com nossos filhos para a vila do meu marido, próximo a Ngarakpa, a caminho de Bema. Eu não raspei meu cabelo, como exigido das viúvas, mas o escondi. Eu também me vesti normalmente, não usando o tradicional traje de luto. Minha chegada foi desastrosa! Assim que coloquei o pé no local, minha cunhada gritou uma condenação sobre a forma que eu aparentava”.
Leonie e o falecido Aimé são de uma tribo Yakoma que tem, entre outros, extensos ritos para viúvas. “Eu deveria me submeter a um ano de luto, exigindo que não mudasse minhas roupas, não cumprimentasse nenhum homem e não bebesse ou comesse sem a permissão de um membro nomeado da família. Os parentes também deveriam supostamente pagar por cada uma de minhas necessidades até que eu recebesse o banho ritual e me casasse com o irmão mais novo do meu marido. Isso acontece porque um dote foi pago por mim, eu fui comprada por um preço não reembolsável. Como não havia nenhum irmão mais novo, eu deveria me casar com um sobrinho de Aimé”, ela conta.
No ano de luto, a viúva ou sua família, deve pagar uma quantia de dinheiro fixada pela irmã mais velha do falecido ou suas tias. Então, esses membros da família levam a viúva para um banho ritualístico no rio, muito cedo de manhã. Eles tiram as roupas de luto da viúva, que não podem ter sido trocadas por um ano, e jogam água sobre a viúva três vezes, então a lavam. Eles viram o rosto da viúva para leste e oeste por razões desconhecidas antes de trazê-la de volta para o novo marido, para que a vida “normal” possa continuar. (Essa história continua)
Capacite cristãos perseguidosCristãos perseguidos na África Subsaariana precisam do seu apoio para auxiliar no crescimento do Reino de Deus. Por meio de discipulado e estudo da Bíblia, cristãos, como Leonie, podem ser livres das tradições culturais de sua comunidade. Com uma doação, você permite que um cristão dessa região participe de discipulado durante 3 meses.
por Portas Abertas

A abrangência universal da salvação




Subsídio para a Escola Bíblica Dominical da Lição 6 do trimestre sobre “A obra da salvação”
 

Homem com joelhos dobrados dentro de igreja. (Foto: Pexels / Pixabay)
A Lição de hoje traz como tema A abrangência universal da salvação, com três objetivos básicos a serem alcançados ao longo do estudo: I. Explicar o que é a obra expiatória de Cristo; II. Discutir a respeito do alcance da obra expiatória de Cristo; III. Apontar que Cristo oferece salvação a todos.

 1 – O QUE É A OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO

Já apresentamos na Lição passada um conceito de expiação, e que retomamos aqui, visto que é pertinente:
Segundo Myer Pearlman, teólogo do pentecostalismo na primeira metade do século XX, “A palavra ‘expiação’, no hebraico, significa literalmente ‘cobrir’ (…) A expiação, no original, inclui a ideia de cobrir tanto os pecados (Sl 78.38; 79.9; Lv 5.18) quanto o pecador (Lv 4.20). Expiar o pecado é ocultá-lo da vista de Deus (…) A morte de Cristo foi uma morte foi uma morte expiatória, porque seu propósito era apagar o pecado (…) Expiar o pecado significa leva-lo embora, de modo que ele é afastado do transgressor, o qual é considerado, desse modo, justificado de toda injustiça, purificado de toda contaminação e santificado para pertencer ao povo de Deus” (1). Há muitos termos e conceitos nas línguas originais bíblicas envolvendo o assunto da expiação, mas achamos suficiente as definições acima trazidas pelo irmão Pearlman.
Os sacrifícios expiatórios no Antigo Testamento, cobriam os pecados dos homens para que Deus não mais os considerasse, e assim a sua ira contra o pecador fosse aplacada. Quando o ofertante punha a sua mão sobre a cabeça do animal, diante do sacerdote, ali estava um ato simbólico de transferência de culpa, onde o animal, e não o homem, receberia a punição pelo pecado do transgressor (Lv 1.2-4). No Novo Testamento, o sacrifício é o de Cristo, mas ele não apenas “cobre” os nossos pecados, no sentido de ocultá-los. Ele “tira” (Jo 1.29), “remove” o pecado do mundo! Como disse o apóstolo João, “o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (1Jo 1.7).
  • A necessidade da expiação
A cruz se fez necessária, porque o pecado se fez real. Se fez necessária porque estávamos vendidos ao pecado, e ‘sem derramamento de sangue não há remissão’ (Hb 9.22)” (A Mensagem da Cruz). Sem o sacrifício expiatório de Cristo, nossos pecados estariam sempre à vista de Deus, e não havendo por eles uma oferta agradável, seríamos fatalmente condenados e consumidos no fogo da ira de Deus! Os ensinos de Jesus não seriam suficientes para salvar-nos se não houvesse a morte expiatória. Seus ensinos revelam os valores do reino de Deus, mas é seu sangue que nos faz dignos de entrar no reino.
O pregador congregacional D.L.Moody, que levou aproximadamente meio milhão de almas à Jesus nos Estados Unidos da América no século 19, disse que “sem expiação toda pregação é um mito. A crucificação de Cristo é o fundamento de tudo. Se um homem não tem uma base sólida sobre o sangue, tudo quanto diz é avariado” (2). Que a aula deste domingo possa despertar-nos para um resgate da mensagem da cruz em nossos hinos e pregações!
  • A abrangência do pecado
“Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” é uma das mais fortes declarações do apóstolo Paulo, ele que se reconheceu como “o principal” dos pecadores (1Tm 1.15). Este texto fala-nos da extensão universal do pecado: o pecado atingiu todos os homens, de modo que nenhum, a exceção de Cristo, não tenha sido contaminado por esta chaga espiritual. Salomão constatou essa mesma verdade: “Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque” (Ec 7.20)
Todavia, não apenas a todos os homens o pecado desgraçou, mas a cada homem individualmente por completo! Ou seja, pecado afetou todos os homens e ao homem todo, integralmente. Cada célula, cada pensamento, cada palavra, tudo está sob a contaminação do pecado. Em Romanos 3.12-18 Paulo discorre, citando passagens do Antigo Testamento, sobre como todo nosso ser, à parte da graça regeneradora, está poluída pela mancha do pecado. Em extensão e em profundidade a raça humana estava miseravelmente perdida. Veja como o pregador inglês John Wesley tratava com tamanha seriedade a gravidade e extensão do pecado:
“O homem, por natureza, é repleto de todo tipo de maldade? É vazio de todo bem? É totalmente caído? Sua alma está totalmente corrompida? Ou, para fazer o teste ao contrário: ‘toda imaginação dos pensamentos de seu coração [é] só má continuamente’? Admita isso, e até aqui você é um cristão. Negue isso, e você ainda é um pagão” (3)
Todos pecaram! Não há um justo sequer! Enquanto os filósofos dizem que o homem é bom, a sociedade é que o corrompe, a doutrina bíblica ensina-nos que o homem é mau e só Deus é bom. Jesus disse: “vós que sois maus…” (Mt 7.11) e “Ninguém há bom, senão um, que é Deus” (Lc 18.19).
Tiago Rosas
Por
 Tiago Rosas

Presença cristã pode ser extinta em Burkina Faso



Líderes de igrejas enfrentam assassinatos, sequestros e discriminação


Cristãos são deslocados pela perseguição de grupos extremistas em Burkina Faso
Cristãos são deslocados pela perseguição de grupos extremistas em Burkina Faso
O aumento do extremismo islâmico tem tirado a paz dos cristãos em Burkina Faso. Os deslocamentos forçados, a fome e o medo fazem parte do dia a dia de irmãos e irmãs, e os líderes cristãos do país estão clamando por ajuda para enfrentarem os resultados da violência física e emocional. Apesar da Constituição de 2012 prever a liberdade religiosa, os jihadistas têm ignorado as leis. “Os valores da tolerância, perdão e amor, que têm sempre guiado o país, foram agredidos. A liberdade de adorar, consagrada em nossas leis, também foi desafiada”, afirma o pastor Henri Ye, líder da Federação de Igrejas e Missões Evangélicas (FEME).
Com 60% da população professando a fé islâmica, Burkina Faso tem 25% de cristãos e o restante segue as religiões tradicionais africanas. A maioria dos muçulmanos vive ao norte do país, já os cristãos ficam localizados no centro e no sul. O cristianismo chegou no país no início do século 20 com a presença de missionários franceses. Porém, as práticas das religiões tradicionais africanas têm encontrado lugar entre muitos muçulmanos e cristãos, resultando em um sincretismo religioso.
Sequestros, assassinatos e discriminação de cristãos estão se intensificando mesmo com o apoio das Forças de Segurança Nacional. Nesse momento, o líder cristão Laurent Birfuoré Dabiré pede ajuda internacional: “Se o mundo continuar a não fazer nada, o resultado será a eliminação da presença cristã”.
Os grupos extremistas islâmicos têm migrado para o interior do país e enfraquecido a segurança com ataques às instituições governamentais e civis e até pessoas. “Os grupos armados vêm para promover divisão e ser o combustível para tensão com o assassinato de líderes das comunidades e religiosos”, esclarece o componente da FEME. Apesar de o governo atual de Christian Kaboré fortalecer a democracia e incentivar o respeito aos direitos humanos, os ataques dos extremistas islâmicos têm ofuscado a liberdade no país.
Mais 19 pessoas são vítimas de extremistas
Jihadistas são suspeitos de matar 19 pessoas em ataque no nordeste da Burkina Faso, no fim de semana do dia 25 de outubro. De acordo com a rádio Omega, pistoleiros invadiram a vila de Pobe Mengao, na região do Sahel, no norte do país, e assassinaram 16 pessoas. Veículos foram roubados e lojas incendiadas. Na sexta-feira e sábado, três pessoas foram mortas em Rouga, na provícia de Lorum, reportou a agência Burkina Faso News.

Por Portas Abertas