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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Governo da Eritreia fecha instituições de ensino



Após apreensão e fechamento dos centros de saúde administrados pela igreja, sete escolas também tiveram que encerrar atividades

Todas as escolas fechadas eram dirigidas por organizações religiosas e, por isso, tiveram que encerrar as atividades
Todas as escolas fechadas eram dirigidas por organizações religiosas e, por isso, tiveram que encerrar as atividades
Após a notícia de que os centros de saúde administrados pela igreja da Eritreia foram fechados neste ano, o governo já apreendeu sete escolas secundárias. Todas essas escolas eram dirigidas por organizações religiosas: católicos, outras denominações cristãs e muçulmanos. A Eritreia ocupa hoje a 7ª posição na Lista Mundial da Perseguição, e os irmãos precisam do nosso apoio em oração.
A ordem de entrega das escolas foi dada na terça-feira, 3 de setembro. O governo da Eritreia diz que os fechamentos estão alinhados com os regulamentos que foram introduzidos em 1995, que impõem um limite às atividades das instituições religiosas. Esses regulamentos raramente foram aplicados e acredita-se amplamente que os fechamentos sejam na verdade uma retaliação às críticas da igreja ao presidente Isaias Afwerki.
Após o acordo de paz com a Etiópia, os bispos católicos da Eritreia fizeram um apelo público à reforma do governo em uma carta de 30 páginas. As escolas que foram fechadas são frequentadas em grande parte por estudantes de origens economicamente desfavorecidas, e várias delas foram fundadas há mais de 70 anos. Tudo isso revela que a perseguição a cristãos no país está se intensificando.
Além da apreensão e fechamento dos centros de saúde administrados pela igreja em junho, mais de 150 cristãos foram presos por serem membros de igrejas pertencentes a denominações não registradas. A polícia invade regularmente as casas dos cristãos de denominações “ilegais”. Quando os cristãos são presos, muitas vezes lhes é pedido que renunciem à fé como condição para libertação. Centenas de membros de igrejas ainda estão na prisão, com alguns sendo mantidos em cativeiro por mais de uma década.

Pedidos de oração
  • Peça que Deus conceda sua paz a estudantes e professores no meio desta situação.
  • Clame em favor dos alunos, que estão enfrentando vigilância e forte pressão para ceder às demandas relacionadas às práticas religiosas.
  • Interceda por coragem e sabedoria para os pais cristãos, para que ajudem os filhos a ficarem firmes na fé.
por Portas Abertas

Menina de 13 anos é sequestrada para casar com muçulmano


Ação é comum na Nigéria, onde meninas cristãs são tiradas da família e forçadas a se converter ao islamismo

Christiana, de 13 anos, ficou sequestrada por 5 meses, adotada legalmente por um muçulmano e forçada a se casar
Christiana, de 13 anos, ficou sequestrada por 5 meses, adotada legalmente por um muçulmano e forçada a se casar
Christiana, de 13 anos, filha dos cristãos Jacob e Blessing Abimaje é uma estudante da escola secundária do governo em Zaria, no estado de Kaduna na Nigéria. Eles moravam no campus da bem conhecida universidade Ahmadu Bello, uma das melhores instituições educacionais da África. Em março de 2017, Christiana desapareceu; ela foi levada pelo hakeemi (título honorífico dado a um líder muçulmano local; em hausa significa “sábio”) do estado de Borno.
Após procurar a filha por uma semana, Jacob foi chamado ao palácio do hakeemi, onde encontrou a filha totalmente vestida em trajes muçulmanos, coberta da cabeça aos pés, inclusive os olhos. O hakeemi disse a Jacob que a filha dele, Christiana, agora era muçulmana e que ficaria com ele, negando o pedido de Jacob para que devolvesse sua filha.
Jacob e Blessing são da etnia igala, do sul da Nigéria. Pelo fato de seu povo ter uma posição desprivilegiada, eles acharam que não faria diferença levar o caso à polícia. Na verdade, eles até temiam serem mortos. Quando os pais de Christiana deixaram um pouco de ir atrás da filha, os captores dela foram ao tribunal com uma declaração juramentada para mudar o nome dela para Aisha Yakubu Suleiman, um nome muçulmano. Isso também significou que um teólogo islâmico se tornou seu pai perante a lei, com o direito de decidir qualquer coisa sobre ela. Então, Christiana foi prometida em casamento, apesar de ter apenas 13 anos de idade.
Em 29 de julho de 2017, depois de 5 meses, Christiana foi devolvida aos pais, na semana em que se casaria com um muçulmano. Foi uma operação bastante conturbada, com fugas e conspiração com a polícia. Mas, finalmente o delegado sênior da delegacia de Saramu entregou Christiana aos pais biológicos. A Constituição da Nigéria regula que um menor está sob responsabilidade dos pais biológicos e ninguém tem o direito de tirá-lo à força dos pais, nem em nome da religião.
No próximo dia 25 de dezembro de 2019, Christiana completará 15 anos. Que você ore por ela, para que não haja dúvidas em seu coração quanto a sua identidade em Cristo. Interceda também por tantas outras famílias cristãs que enfrentam situações semelhantes a essa, tendo as filhas sequestradas para casamento forçado com homens muçulmanos. Clame pelo fim desses ataques e para que as meninas cristãs sejam guardadas e protegidas de todo mal.
Revista Portas Abertas
Na revista deste mês relembramos a história das 276 meninas sequestradas em Chibok, na Nigéria, em abril de 2014. Muitas delas continuam em cativeiro e os pais seguem aguardando a volta delas. Para saber mais notícias sobre a Igreja Perseguida, assine a Revista Portas Abertas e receba em casa, todo mês, informações, testemunhos e pedidos de oração atualizados.
Centro Shalom na Nigéria
A Portas Abertas ajuda cristãos que passaram por situações traumáticas de perseguição. Em março de 2019, foi inaugurado na Nigéria o Centro Shalom, que recebe esses cristãos para temporadas de aconselhamento pós-trauma e também oferece treinamento nessa área. Com sua contribuição, mais líderes podem ser treinados como conselheiros. Leve cura para a Nigéria.

por Portas Abertas

Médicos preferem deixar trabalho a serem obrigados a fazer aborto ou cirurgia de gênero


Governo Trump tenta aprovar leis para garantir a liberdade de consciência dos profissionais de saúde

Médico. (Foto: Online Marketing / Unsplash)

Nos Estados Unidos há um crescente debate acerca do direito de consciência que tem colocado médicos e enfermeiros contra seus empregadores quando estão diante de casos onde são obrigados a fazer procedimentos aos quais se opõem por razões morais.

Dois exemplos são a realização do aborto e realização de cirurgia de mudança de sexo.
O caso é tão intenso que o governo de Donald Trump está executando novos regulamentos para implementar e fazer cumprir cerca de 25 leis de consciência.
À CBN News, o Dr. Davis Stevens, CEO emérito da Christian Medical & Dental Associations (CMDA), explicou que a importância da defesa do direito de consciência.
“O direito de consciência é a liberdade de praticar atendimento médico de acordo com suas convicções religiosas, morais ou éticas profundamente enraizadas”.
Uma pesquisa realizada pela Heart + Mind Strategies mostra que os norte-americanos estão ao lado dos médicos e do direito de consciência deles.
Para 83% dos entrevistados, médicos e enfermeiros não devem ser forçados a executar procedimentos que eles rejeitam moralmente. O estudo também revelou que 85% das mulheres mantêm essa visão.
“Também vimos um forte acordo entre as filiações partidárias: 93% dos republicanos, 78% dos democratas, 81% dos independentes e 76% dos libertários”, disse Greg Schleppenbach, da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB), que co-patrocinou o pesquisa.
Ainda segundo a pesquisa, 91% dos médicos cristãos disseram que iriam embora de seus trabalhos caso fossem obrigados a violar sua consciência.
“Enquanto conversamos com nossos membros, essa é a questão mais importante para eles. E eles percebem que se perdermos essa batalha, eles não estarão mais praticando medicina”, observou Stevens.
A pesquisa mostra também que 97% dos profissionais de saúde baseados na fé insistem em cuidar de pacientes em necessidade, independentemente de sua orientação sexual, identificação de gênero ou casamento homossexual.
Contudo, eles relatam serem vítimas de preconceito por conta de sua fé. Um caso clássico foi da enfermeira de Vermont que foi forçada a participar de um aborto e depois foi demitida, o que gerou um processo contra o Estado.

Na Flórida, uma médica foi rejeitada para o emprego em uma clínica porque os ginecologistas e obstetras daquele hospital tomaram conhecimento de que ela era membro de uma associação pró-vida.
por Redação Gospel Prime

Alisson recebe prêmio como melhor goleiro do mundo: “Valorizei no pouco, Deus me honrou no muito”


Ele foi indicado pela primeira vez em 2017, mas ficou em oitavo lugar

Alisson Becker. (Foto: Reprodução / Youtube)

Atualmente vestindo a camisa 1 do Liverpool, o brasileiro fez questão de agradecer à sua família e a Deus pelo prêmio recebido.
“É um grande prazer receber esse prêmio porque representa tudo o que eu trabalhei para chegar até aqui. Gostaria de agradecer especialmente à minha esposa, minha filha, Helena, meu filho, Matteo, recém-nascido, aos meus pais e a todos aqueles que me ajudaram a chegar até aqui. Realmente, obrigado a Deus por me abençoar com tanta honra de estar aqui, num lugar como esse, recebendo este prêmio das mãos de uma grande atleta, a rainha Marta, do nosso país”, disse.
Ainda em seu discurso ele citou a parábola bíblica de Mateus 25:21 que diz: “E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor”.
Sobre isso ele declarou: “Acredito que eu represento todo jovem brasileiro que sonha em ser jogador de futebol. Gostaria de dizer a todos vocês para não desistirem dos seus sonhos. Lutem sempre porque eu saí do nada, lutei e valorizei o que sempre tive. Valorizei o pouco, honrei a Deus no pouco e Deus está me honrando no muito. Muito obrigado”, completou Alisson.

por Redação Gospel Prime

Feiticeiro que matou mãe, esposa e filho para ter “poder” se rende a Cristo


Conversão o fez ser expulso da aldeia onde era o feiticeiro chefe.

Jacob e outros irmãos. (Foto: The Timothy Initiative)

Um senhor africano se tornou feiticeiro após a morte de seu avô, seguindo então a tradição de seu povo e mantendo-a viva.
Identificado com Jacob, o homem se tornou muito poderoso e passou a ser procurado por pessoas de outros países que chegavam até a sua tribo interessados no seu poder.
Muitas pessoas o procuravam para pedir por cura, morte, para acalmar mentes e até mesmo para enlouquecer outras pessoas.
Mas para se manter poderoso, ele precisava sacrificar pessoas e em nome dessa magia, ele sacrificou seu primo, sua mãe, sua esposa e um filho.
Realizar esses sacrifícios o deixou aflito e ele se tornou alcoólatra, procurando no álcool uma forma de amenizar a dor, a culpa e o sofrimento pelo que ele fez.
A vida de Jacob começou a mudar quando um dia, dentro do bar, ele ouviu algumas pessoas comentando sobre um filme que estava sendo exibido na vila naquela noite. Curioso, ele decidiu participar.
O filme em questão era sobre a história de Jesus, um projeto realizado por missionários ligados à The Timothy Initiative, que prepara e envia plantadores de igrejas para várias partes do mundo, inclusive para a África.
A mensagem do filme tocou a vida de Jacob que entendeu sua necessidade de ter Jesus como Salvador. Foi por isso que ele procurou o missionário Alex, confessou as atrocidades que havia feito e entregou sua vida para Jesus.
Cansado da vida que levava e da culpa que o consumia, Jacob resolveu apagar os laços com o passado e queimou todos os seus amuletos diante da vila, o que deixou a todos furiosos, forçando-o a abandonar a aldeia.
Alex levou Jacob para sua casa e começou a discípula-lo. Ele o encorajou a crescer em sua fé e a se tornar um discípulo, passando a compartilhar o Evangelho com pessoas que o procuraram anteriormente em busca de magia e muitos deles aceitaram a Jesus.
por Redação Gospel Prime

Cientistas descobrem Edom, reino fundado por Esaú

Equipe analisou o resíduo restante da extração de cobre que era o material explorado e que fazia de Edom uma terra rica.

Arqueólogos escavam em Edom. (Foto: E. Ben-Yosef e do Projeto Central Timna Valley)

Pesquisadores israelenses descobriram evidências que sustentam o relato bíblico do antigo reino de Edom, citado em Gênesis 36 como sendo fundado por Esaú.
Edom existiu durante os séculos 12 a 11 a.C, e estava localizado na Transjordânia, entre Moabe, a nordeste, Arabah, a oeste, e o vasto deserto da Arábia, ao sul e leste.
Os relatos bíblicos dizem que a terra de Edom era muito próspera antes de “qualquer rei israelita reinar”, mas não havia nenhum registro arqueológico confirmando que essa terra realmente existia, levando muitos estudiosos a duvidarem do relato bíblico.
Um estudo inovador publicado no PLOS One fala sobre o achado de uma equipe de cientistas israelenses e americanos que descobriu que Edom realmente existia na época que a Bíblia descreve.
“Usando a evolução tecnológica como proxy dos processos sociais, fomos capazes de identificar e caracterizar o surgimento do reino bíblico de Edom”, explicou o professor Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv, no Central Timna Valley Project .
“Nossos resultados provam que aconteceu antes do que se pensava anteriormente e de acordo com a descrição bíblica”.
Ben-Yosef, o professor Tom Levy, da Universidade da Califórnia, em San Diego, e sua equipe foram ao deserto de Arava, no atual Israel e na Jordânia, para analisar a fonte da riqueza do reino: o cobre.
Especificamente, a equipe analisou a escória, o resíduo restante da extração de cobre, para determinar que Edom não só existia no momento em que a Bíblia descreve, mas também que era poderoso e tecnologicamente avançado.
“Com técnicas avançadas de análise química, análise arqueológica e investigação microscópica, conseguimos entender como as pessoas produziam cobre e descobrir se ele era organizado por um corpo central de pessoas. Os resultados são surpreendentes e eles nos dizem que algo o grande estava acontecendo muito cedo, pelo menos no século 11 a.C”, disse Ben-Yosef à CBN News.
A análise do cobre data o reino de Edom cerca de 300 anos antes do que se pensava – exatamente na época em que a Bíblia diz e antes de qualquer rei governar os filhos de Israel.
“Ele apóia a noção de que de fato não só havia pessoas na região naquele período, mas um reino forte. Foi responsável por tornar essa indústria de larga escala na produção de cobre. Você não pode exagerar a importância do cobre na época”, completou o pesquisador.
O cobre era um material precioso usado nos tempos antigos para criar armas, ferramentas agrícolas e muito mais. “Se você queria ser forte, precisava ter cobre”, disse Ben-Yosef.
A equipe também encontrou evidências ligando Edom a outro grande evento bíblico – a invasão da Terra Santa pelo faraó Shoshenq I (o bíblico “Shishak”), que despediu Jerusalém no século 10 a.C.
Ben-Yosef disse que o faraó não estava interessado em destruir os edomitas, mas apresentou-os à tecnologia de cobre que transformou completamente a região.
“Como consumidor de cobre importado, o Egito tinha um grande interesse em agilizar a indústria. Parece que, através de seus laços de longa distância, eles foram um catalisador de inovações tecnológicas em toda a região. Por exemplo, o camelo apareceu pela primeira vez na região imediatamente após a chegada de Shoshenq I”, disse ele.
Ben-Yosef explicou que suas novas descobertas sugerem fortemente que a Bíblia estava certa, mesmo quando as evidências arqueológicas originais não pareciam somar.
“Nossas novas descobertas contradizem a visão de muitos arqueólogos de que o Arava foi povoado por uma aliança frouxa de tribos, e eles são consistentes com a história bíblica de que havia um reino edomita aqui”, concluiu Ben-Yosef.
Por Redação Gospel Prime

Jovem cristão se torna médico de comunidade tribal em Bangladesh



Após orar pedindo por mudança na situação médica em sua comunidade, Deus respondeu o preparando para o serviço

Philip, um médico rural, realizando um atendimento a paciente
Philip, um médico rural, realizando um atendimento a paciente
Philip, jovem cristão que hoje atua como pastor e médico em Bangladesh, tem um pequeno lucro de sua farmácia, cerca de 8 dólares por mês. Ele até poderia ganhar mais, mas não cobra pelas visitas às casas e serviços. O pastor está muito feliz com o valor que ganha, já que ajuda a prover as necessidades de sua família e de outras famílias.
Agora, Philip é muito conhecido pelos moradores locais por seus serviços à comunidade. ”Pessoas vêm à nossa vila e perguntam sobre mim quase todos os dias. Eu também conheço muitas pessoas. Elas ouvem minhas opiniões e dão importância às minhas palavras. Realmente gosto de servi-las”, diz.
Ao ser avaliado, seis meses após Philip completar o treinamento de médico rural, ele manteve boas práticas e realizou serviços efetivos para os pacientes. Porém, como possui uma renda limitada, não pode comprar remédios caros e mantém apenas um número limitado de remédios na farmácia. O jovem pastor está interessado em adquirir mais conhecimentos sobre medicina e deseja participar de futuros treinamentos.
Graças a suas orações e apoio, a Portas Abertas vai prover apoio financeiro para que Philip possa expandir seus serviços. Ele é grato ao Senhor pelo privilégio de fazer esse trabalho. “Eu nunca imaginei que um dia eu pudesse me tornar um médico rural. Tudo mudou. Para os moradores, não sou apenas um curandeiro, sou um bom médico”, compartilha.
Pedidos de oração
  • Que Philip trabalhe com um coração disposto a servir, como pastor e médico rural. Ore para que ele transmita alegria e paz e que os outros vejam e perguntem sobre isso.
  • Peça a Deus que muitos de seus vizinhos encontrem salvação em Jesus por meio desse ministério.
  • Interceda para que Deus o ajude a crescer em suas habilidades e conhecimentos médicos.
  • Por Portas Abertas 

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Antes de tirar a própria vida, pastor pregou em funeral



Jarrid Wilson entrou para uma lista crescente de líderes cristãos que estão tirando a própria vida.

Jarrid Wilson. (Foto: Reprodução / Youtube)

Na tarde da última segunda-feira (9) o pastor Jarrid Wilson foi responsável por ministrar no funeral de uma mulher que havia se suicidado.
Pelo Twitter, o então responsável pelo ministério de saúde mental da Harvest Christian Fellowship em Riverside, Califórnia (EUA), comentou o que faria naquele dia: “Oficiar um funeral de uma mulher apaixonada por Jesus que tirou a própria vida hoje. Suas orações são muito apreciadas pela família”, escreveu ele por volta das 15h (horário local).
Na noite daquele mesmo dia, foi Wilson que resolveu acabar com a própria vida. Aos 30 anos, o pastor que enfrentava uma depressão não suportou a doença. Ele deixou esposa e dois filhos pequenos.
Jarrid Wilson tinha um grupo de apoio para pessoas com problemas emocionais e dava suporte para homens e mulheres, de todas as idades, que tinham pensamento suicidas. Na sua rede de amigos estão pessoas como o casal Kay e Rick Warren, pastores da Saddleback Church, que perderam um filho para o suicídio.
Kay comentou o tuíte do pastor e foi respondida por ele. “Rezando, Jarrid. Sua família devastada precisa de tanta ternura e compaixão agora. Grata por sua disposição de ser os braços de Jesus para eles”, escreveu a pastora.
Minutos depois Jarrid lhe respondeu: “Obrigado, Kay”. No dia seguinte, ao saber da morte de Jarrid, a pastora escreveu em seu Twitter que chorou muito.
“Estive chorando a manhã toda. Coração partido. Sinto muito pela perda de seu querido amigo @JonathanMerritt e para todos que amam @JarridWilson”, escreveu ela.
Jarrid Wilson entra para uma lista crescente de líderes cristãos que estão tirando a própria vida. Nos EUA nomes como Andrew Stoecklein e Jim Howard assustaram fiéis por essa decisão.
No Brasil também há casos de grande destaque, como o pastor Djalma Maranhão (Igreja Batista em Planaltina), pastor Júlio César Silva (ex-presidente da Assembleia de Deus Ministério Madureira em Araruama-RJ) e pastor Ricardo Moisés (Igreja Assembleia de Deus Cornélio Procópio – PR).

Suicídio: a intensidade de uma dor incompreendida


Experiências extremamente negativas e situações insuportáveis são as grandes causadoras da ideia de suicídio.

Suicídio. (Foto: Ian Espinosa /Unsplash)

É consenso entre os especialistas que o suicídio – longe do que diz o mito popular – é uma forma desesperada de se livrar da dor. Ou seja, a pessoa que pensa no suicídio, ela quer se livrar de uma dor intensa e incompreendida, que rouba a alegria e o prazer de viver.
Essa questão é muito importante para uma abordagem séria sobre o assunto. Fugindo dos achismos e dos devaneios de quem aborda a questão sem conhecimento de causa, os especialistas entendem que a perda do sentido da vida é um fator para o desejo pela morte.
Quando alguém pensa em dar fim a própria vida, já perdeu o sentido existencial, essa pessoa foi frustrada por traumas, agonias, estresse agudo ou depressão. Experiências extremamente negativas e situações insuportáveis são as grandes causadoras da ideia de suicídio.
Como escrevi recentemente, a crise e o desespero são os principais fatores que levam a decisão de tirar a própria vida. O descontentamento e a falta de perspectiva levam essas pessoas ao extremo.
Os acontecimentos são diversos, as motivações são variadas, mas a crise, seja ela qual for, é o estopim para que a busca pela morte passe a ser considerada como uma saída. Uma decisão desesperada em meio a agonia.
Problemas na família, crises financeiras, conjugais e sociais, dores crônicas, problemas de relacionamento, doenças psicossomáticas, tais como depressão, síndrome do pânico e ansiedade, são algumas das questões que levam a busca pela morte.
As pessoas que pensam nesta possibilidade, elas estão sendo oprimidas por sentimentos de dor, frustração, desamor, desamparo, desanimo, de forma que suas mentes não conseguem raciocinar, tornando a dor insuportável a ponto de a pessoa não ver outra saída.
Uma das questões que precisa ser avaliada sobre o tema, é que muitas vezes a publicidade do ato se torna um incentivo para que outras pessoas em situação extrema pensem em tirar a própria vida.
Se a imprensa continuar a noticiar essas tragédias, a fila aumenta, mais e mais pessoas pensarão nesta possibilidade. Não estou dizendo que o tema não deveria ser tratado.
A questão ainda é um tabu em nossa sociedade, o que me leva a crer que devemos tratar do tema de maneira responsável, apresentando soluções para quem enfrenta situações que possam levar ao pensamento suicida.
Para identificarmos quem tem tendência ao pensamento suicida, precisamos sobre as questões que podem ser um estopim para esses pensamentos. Devemos abordar em nossas reuniões a maneira saudável de lidarmos com a crise, o estresse, a ansiedade, a depressão, etc.
Se as principais causas para o suicídio são as doenças psicossomáticas, resultantes das crises enfrentadas mundo afora, então devemos tratar destes temas, abordar essas questões.
Nestes tempos maus, precisamos apresentar a esperança às pessoas, compartilhar a importância da fé e cuidar uns dos outros. Demos mostrar o amor de Deus e o propósito divino de nossa existência.
Cristão, advogado, esposo, escritor, discípulo e Presidente da Assembleia de Deus em Madureira.

Ansiedade: quando o medo do amanhã me sequestra o hoje



Ou a gente remonta a nossa própria percepção do futuro a partir da realidade vivida no presente, ou a gente viverá cada “hoje” nosso angustiado e frustrado.

Mulher com insônia. (Foto: Envato / amenic181)

O Brasil é o país da maior festa da humanidade – o carnaval. Tornou-se um patrimônio cultural do mundo. É o campeão da folia, mas também em transtorno de ansiedade. O Brasil sofre uma epidemia de ansiedade.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o País tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com o transtorno.
Tal País, no entanto, é o maior País cristão do mundo. Ainda assim temos índices altíssimos de violência, corrupção, fome, depressão e suicídio (33/dia).

O que é a ansiedade?

A ciência diz que é uma sensação ou sentimento (reações inerentes ao ser humano) decorrente da excessiva excitação do sistema nervoso central consequente à interpretação de uma situação de perigo. O perigo não adoece. O que adoece é a interpretação que o indivíduo faz de uma situação de perigo.
Para a psicologia, a ansiedade é um estado emocional de apreensão, uma expectativa de que algo ruim aconteça. Enquanto o medo tem um objeto definido, a ansiedade é uma emoção difusa, voltada para o futuro.

Outra definição é: uma preocupação intensa, excessiva e persistente e medo de situações cotidianas.
Para o meu pastor e mentor, Neil Barreto, o ansioso é vítima de um sequestro existencial.  Para ele, a ansiedade é o desejo de controle e antecipação do futuro unida ao medo de tal controle e antecipação do futuro não acontecerem.

Então, qual é o problema da ansiedade?

É que nós já sabemos inconscientemente que esta possibilidade, de antecipar e controlar o futuro, é uma falácia. Não podemos lidar com os “amanhãs”. Tudo o que temos é o “agora”.
Na prática, a ansiedade é um sentimento que, de qualquer forma, frustrará quem o possui. Quem foi sequestrado pela ansiedade não poderá viver uma vida plena. Ou a gente remonta a nossa própria percepção do futuro a partir da realidade vivida no presente, ou a gente viverá cada “hoje” nosso angustiado e frustrado.
Eu também diria que a ansiedade é um tipo de incredulidade, uma negação da soberania de Deus. O cristão deveria sempre abandonar tais sentimentos e sensações de forma livre e consciente, pois as promessas do evangelho nos apontam para um futuro de glorificação e alegria eterna.
Três caminhos para a liberdade da prisão que é a ansiedade:
  • Troque a ansiedade pela comunhão com Deus (Filipenses 4.6-9);
  • Pregue a si mesmo o evangelho. Diga ao próprio coração que o seu socorro vem do Senhor (Salmos 121);
  • Mude hábitos, reconheça limitações e separe um tempo nutrir seus relacionamentos.
Casado com Ana Talita, seminarista e colunista no site Gospel Prime. É pregador do evangelho, palestrante para família e casais, compositor, escritor, músico, serve no ministério dos adolescentes e dos homens da Betânia Igreja Batista (Sulacap - RJ) e no ministério paraeclesiástico chamado Entre Jovens. Em 2016, publicou um livro intitulado “Aos maridos: princípios do casamento para quem deseja ouvir”.

Autoridades de Berlim querem impedir Igreja Universal de comprar prédio histórico


Subprefeito critica a denominação pela forma como arrecada dinheiro dos fiéis

Igreja Universal em Berlim. (Foto: DW / Deutsche Welle)

A sede da Igreja Universal do Reino de Deus na Alemanha está localizada na Nova Igreja Nazareth, no distrito de Mitte, em Berlim, local alugado desde 2016 e que agora a igreja tenta comprar o templo, tendo autoridades locais como um grande impedimento.
A antiga igreja luterana é tombada como patrimônio histórico da cidade, um prédio de 78 metros de altura localizado na praça Leopold. A estrutura neogótica foi construída no século XIX.
O dono do imóvel é a Comunidade de Deus da Alemanha que já deu seu aval para à denominação brasileira, mas o subprefeito do Mitte, Stephan von Dassel, se colocou contra a venda.
“A presença da Universal não enriquece nosso distrito nem a região”, afirmou ele.
O político do Partido Verde entende que o histórico da Universal e seus métodos são incompatíveis com a região, acusando a igreja de arrecadar doações usando falsas promessas.
Para impedir a concretização da compra, as autoridades locais ameaçam entrar na Justiça.
A ideia é usar um contrato assinado em 1993 que prevê que a igreja só pode ser vendida com aval da prefeitura.
por Redação Gospel Prime

México: 209 anos de independência



Embora seja considerado um país de maioria cristã, os irmãos são efetivamente perseguidos por crerem em Cristo
O México ocupa a 39ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019 e o crime organizado é a principal fonte de perseguição contra cristãos no país
O México ocupa a 39ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019 e o crime organizado é a principal fonte de perseguição contra cristãos no país
México foi colonizado pelos espanhóis a partir do início do século 16. Os astecas, que habitavam o território mexicano, foram dominados e explorados pelos espanhóis, liderados por Hernán Cortéz. O território era chamado pelos espanhóis de Vice-Reino da Nova Espanha, e passou a ser chamado de México somente a partir de 1821.
Até 1810, ano da declaração da Independência do México, os espanhóis exploraram o território e as populações nativas. O povo mexicano seguia, inclusive, as leis da Espanha. O movimento pela independência do México teve início em 1810 e foi liderado, em seus primeiros momentos, por dois padres: Miguel Hidalgo e José Maria Morelos.
No dia 16 de setembro de 1810 foi declarada a Independência do México. Porém, ela não foi bem aceita pela Espanha, que buscou reprimir o movimento, dando início a uma guerra que durou 11 anos. Os colonos mexicanos venceram a guerra, conquistando efetivamente a independência. 
Religiosamente, o cristianismo chegou ao México durante a conquista espanhola dos nativos astecas. Cerca de 91% da população cristã do México é católica. O país tem uma das maiores populações católico-romanas do mundo. Nos últimos anos houve um declínio na população católica e um aumento no número de protestantes. 
Apesar dos números, o México ocupa a 39ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019, e os principais tipos de perseguição contra cristãos no país são a corrupção e crime organizado, o  antagonismo étnico e a intolerância secular. Você pode orar por nossos irmãos mexicanos neste dia?

Pedidos de oração
  • Clame pela proteção dos cristãos perseguidos, especialmente, nas áreas indígenas e rurais do México.
  • Peça pelos irmãos que têm o acesso a serviços sociais básicos negado. Ore por provisão e graça de Deus, sobretudo nas regiões de Chiapas, Hidalgo e Oaxaca.
  • Interceda pela paz nesta que é uma das nações mais violentas do mundo e pelo fim dos cartéis de drogas, que geralmente perseguem cristãos por se oporem ao seu trabalho ilegal.
  • por Portas Abertas

Universidade de Jerusalém promove congresso de arqueologia bíblica


Maiores especialistas da área ministrarão aulas online.

Rodrigo Silva. (Foto: Reprodução / Youtube)

A Universidade Hebraica de Jerusalém está promovendo, de 24 a 27 de outubro, o 3º Congresso Internacional de Arqueologia Bíblica, com aulas totalmente online.
Os participantes recebem certificado da universidade, que é considerada a melhor de Israel e está entre as 100 melhores do mundo.
Através de uma área exclusiva para membros, os inscritos podem conversar com os professores na comunidade do congresso, além de poder assistir as aulas quantas vezes quiser no período de 60 dias.
Com palestras traduzidas em português, inglês e espanhol, o participante acompanha os maiores especialistas ensinando sobre arqueologia.
São estudos ministrados por arqueólogos, pesquisadores, historiadores e biblistas de Israel, Estados Unidos, Inglaterra, Brasil e México.
Serviço:Congresso Internacional de Arqueologia Bíblica
Data: De 24 a 27 de outubro
Informações: bit.ly/congressodearqueologiabiblica
por Michael Caceres (Gospel Prime)


Professores de escola dominical na Colômbia recebem treinamento


Neste Dia Nacional da Escola Dominical, conheça as dificuldades enfrentadas por professores de crianças na Colômbia

Professores de escola dominical participam de treinamento oferecido pela Portas Abertas na Colômbia
Professores de escola dominical participam de treinamento oferecido pela Portas Abertas na Colômbia
Enquanto grupos armados ilegais enganosamente recrutam crianças, a Portas Abertas treina centenas de professores de escola dominical em diversas regiões da Colômbia. Esses professores são encorajados a trabalhar dentro e fora da igreja alcançando pessoas no país. Há muitas crianças que não podem ir à escola por razões econômicas e seu único local de aprendizado é a igreja. Em suas aulas da escola dominical, eles recebem ensinamentos bíblicos a cada domingo. 
Os professores buscam formas criativas de ensinar as Escrituras para ajudar as novas gerações a se apaixonarem pela palavra. Nos treinamentos para professores de crianças, a Portas Abertas prepara esses professores das boas novas com ferramentas excelentes.
Ultimamente, as guerrilhas têm reforçado a prática de recrutar crianças. Porém, uma nova estratégia foi adotada, ela não foca em pegar crianças à força, mas por meio de presentes e mentiras que gradualmente ganham os corações dos pequenos. As guerrilhas visitam as comunidades e oferecem armas como presentes para as crianças que se unirem a eles. 
Nas comunidades indígenas de Wounan Togoromá, no departamento de Chocó, as guerrilhas pegaram um menino de oito anos e o trouxeram de volta quatro anos depois. Agora, esse jovem de 12 anos é responsável por ensinar outras crianças na comunidade a como brincar com armas de brinquedo e gostar das guerrilhas. Ele ensina as crianças a como atirar em alvos e fazer armas de pedaços de madeira. Aqueles que fizerem as melhores apresentações serão recompensados, podendo passar horas com as guerrilhas e atirando com armas reais, relata Fredy, um missionário local.
Programas de treinamento
A igreja nessas áreas tem a liberdade de realizar seus encontros, mas é restrita sobre certos tópicos. Ela não pode falar contra a guerra e armas ou sobre o que Deus fala sobre atirar e matar alguém. É nesse ambiente que os professores da escola dominical procuram formas criativas para ensinar as Escrituras. Estas igrejas e professores têm recursos muito limitados para materiais educacionais específicos para crianças.
Em territórios como esse, a Portas Abertas chega com programas de treinamento feitos para líderes de igrejas que trabalham diretamente com as crianças das igrejas. O interesse e a presença têm superado todas as expectativas. Os programas oferecidos têm trazido pastores e líderes dispostos a viajar muitas horas de carro, a pé ou pelo rio, para aprenderem, já que não há outras oportunidades de receber tais treinamentos e materiais.
“Da minha casa até a estrada, eu ando duas horas, então, viajo de barco por mais três horas. Posso gastar mais tempo se levar crianças comigo. Mas faço um esforço porque é uma oportunidade que não posso perder”, disse Francisco Robledo, pastor de uma igreja na área rural de “Vigia del Fuerte”, no departamento de Chocó.
Além de ensinar, a Portas Abertas entrega um kit de escola dominical para cada igreja, que contém sete livros para professores, 14 livrinhos por criança, cola líquida, recortes de cartolina e papel colorido. Em apenas um ano, a Portas Abertas entregou 800 kits para escolas dominicais.
Pedidos de oração
  • Neste Dia Nacional da Escola Dominical, interceda em favor dos professores de escola dominical de todo o mundo.
  • Peça a Deus que lhes dê sabedoria e estratégia para ensinar a palavra, independente da faixa etária.
  • Ore para que cada vez aumente o número de igrejas que oferecem escolas dominicais.
  • por Portas Abertas