Fotos

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A mentira e o ambientalismo como a nova “religião mundial”





A criação sacralizada sem referencia ao Criador.

Emmanuel Macron. (Foto: Francois Walschaerts / Reuters)

A questão dos incêndios no Brasil permite-me afirmar que a verdade está passando por maus bocados.
Estão tentando construir um New Deal Verde alicerçado sobre a mentira e o medo, não sobre fatos. Apresentam uma galeria de horrores.
Vamos pegar apenas um episódio. Sabe o que Macron, Gisele Bündchen, Leonardo Di Caprio, o filho de Will Smith, Cristiano Ronaldo, Lewis Hamilton, Daniel Alves, Luis Soarez, Djokovic, Madonna, Ricky Martin, BBC World News e tantos outros tem em comum?
Todos, sem exceção, mentiram. Todos berraram contra os incêndios publicando fotos falsas sobre o assunto. Isto deve nos lembrar que a verdade será sempre a salvaguarda contra o erro. Quer eles gostem ou não, a verdade é concordar com a realidade.
É por isto que cada vez mais se escuta pessoas afirmando “verdade ou não”… Isto não existe, o que temos é a verdade e ponto.
Cada vez mais acredito que o ambientalismo é uma nova ideologia que deve ter um principio central e unificador em torno do qual a sociedade mundial deverá se basear.
Ela cada vez mais se tangencia da verdade para satisfazer o coletivo e o individuo, e ser aceita tanto no Ocidente como no Oriente.
Ela se desvia da verdade para evitar qualquer sensibilidade religiosa ou filosófica e está realmente se tornando uma nova “religião mundial”.
Mas é a criação sacralizada sem referencia ao Criador. O homem apaga-se diante do imperativo da “gestão ambiental”.
Não é uma coisa estupida supor que nós, brasileiros, não queremos ao menos que nossos filhos possam herdar o colosso amazônico?
A maioria absoluta dos brasileiros está comprometida com um Brasil mais limpo e mais verde. E provamos não com retórica, mas com fatos.
Mas dizer a verdade hoje é entrar em uma luta. O que deveria ser motivo de aplauso, é de desconfiança. Estas celebridades e lideres precisam reaprender que a verdade é essencial para a civilização.
Seja aqui, ou seja onde eles moram. Onde não há verdade, não pode haver confiança, e onde não há confiança, não pode haver sociedade.
Antônio Cabrera
 ( Gospel Prime)

O futuro da igreja no Norte da África

Para Sofia, líder de uma igreja doméstica na região, é preciso saber como lidar com os jovens e investir muito neles


Momento da refeição após o culto doméstico na casa de Sofia
Momento da refeição após o culto doméstico na casa de Sofia
Após Mustapha, do Norte da África, aceitar a Jesus, decidiu começar uma igreja doméstica em sua casa. A igreja na região está em diversas cidades e vilas como igreja doméstica. Cristãos se reúnem em uma casa enquanto o resto do mundo não sabe o que acontece lá dentro. Para os vizinhos pode ser uma “comemoração de aniversário” ou “uma refeição entre amigos”. Mas, na realidade é um encontro com oração, adoração, pregação, comunhão, comidas e bebidas.
Sofia, esposa de Mustapha, aceitou a Jesus depois do marido, mas hoje é líder de uma igreja doméstica. Ela explica: “O culto é um momento privilegiado. Eu posso até falar o horário que começa, mas não quando termina. As pessoas vão embora quando quiserem. Quando estamos juntos, ninguém quer ir embora. Começamos orando, de cinco a dez minutos, então adoramos, às vezes, por mais de trinta minutos. Depois, lemos ou estudamos a Bíblia. Quando temos um convidado, lhe damos a palavra. Outras vezes, sou eu, meu marido ou outra pessoa quem ensina sobre a Bíblia. No final, sempre encerramos com uma oração”.
Mas esse não é o fim do encontro. Eles continuam juntos. As crianças brincam, eles têm uma refeição juntos. Alguns trazem bolo e preparam jogos. Ficam juntos de cinco a seis horas, apenas passando tempo juntos, nada formal. “Nós podemos passar horas conversando porque é a única oportunidade que temos. Se eu encontro pessoas da igreja na rua não posso dizer oi e conversar. Isso porque se seus familiares virem, perguntarão de onde eles me conhecem”, ela explica.
A igreja em nosso país está crescendo. Na pequena cidade onde Sofia vive, agora há duas igrejas. “Antes não havia nenhum cristão, apenas meu marido”, ela compartilha. Quando se está em uma cultura muçulmana e uma pessoa se converte a Cristo, alguns pensam que a mudança acontecerá imediatamente. Acham que é fácil para uma pessoa que passou anos no islamismo, em meio a essa cultura, mudar radicalmente da noite para o dia porque conheceu a Jesus. "A mudança virá, mas aos poucos. É preciso ser paciente. Você tem que perdoar e, especialmente, ser muito gentil e moderado, principalmente quando fala com jovens. Não deve apressá-los, para que não fujam da igreja. Eu penso que o futuro da igreja no Norte da África depende da juventude. Eles são a próxima geração e devemos investir muito neles”, conclui Sofia.
Pedidos de oração
  • Interceda em favor dos jovens cristãos do Norte da África, para que permaneçam firmes em Cristo, apesar da perseguição.
  • Ore pela liderança da igreja local, para que possa capacitar cada vez mais pessoas.
  • Peça a Deus para que os cristãos tenham mais oportunidades de se encontrar com objetivo de louvar e aprender mais de Deus.
  • por  Portas Abertas

A profecia que mata



“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema”. Gl 1:8

 reprodução redação Gospel Prime

Nos dias atuais o tema “Profecia” está muito em voga. Há pessoas no meio evangélico que nem mais congregam em uma igreja local; vivem de igreja em igreja correndo atrás de “profetas”, guiando suas vidas por profecias, tratando-as como verdade absoluta, afinal, muitas dessas profecias são anunciadas por homens com verdadeiro testemunho cristão. Mas será que isso é suficiente? Faremos uma análise minuciosa do capítulo 13 do livro I Reis, e veremos os cuidados que precisamos tomar quando o tema é profecia.
O texto em tela trata de um homem de Deus (é assim que a Bíblia o retrata) que fora enviado de Judá para Betel, cidades estas que ficavam cerca de 33 km de distância uma da outra. Esse Homem havia sido enviado por Deus para profetizar acerca do que aconteceria com a nação, bem como com os seus sacerdotes.
Na análise desse texto, vou abordar três eixos principais, quais sejam: (1) O Homem de Deus como Profeta; (2) A Responsabilidade do Profeta Velho e (3) Postura ao Ouvir uma Profecia.

O Homem de Deus como Profeta

É importante iniciar esse tópico com a afirmação de que as Escrituras testificam que aquele homem, de fato, era um homem de Deus: “E eis que, por ordem do SENHOR, veio, de Judá a Betel, um homem de Deus; e Jeroboão estava junto ao altar, para queimar incenso”. I Rs 13:1. Assim, precisamos entender que quem diz se determinado profeta é ou não um verdadeiro homem de Deus são as Escrituras e as diretrizes emanadas pela Palavra.
Ademais, o verdadeiro profeta de Deus tem suas palavras, então profetizadas, cumpridas em determinado momento. Nessa ocasião, o homem de Deus profetizara que os ossos daqueles sacerdotes instituídos por Jeroboão, sacerdotes estes sem qualquer temor diante de Deus, que tampouco pertenciam à linhagem de Levi (requisito obrigatório ao sacerdócio no Antigo Testamento) seriam queimados por um rei que seria levantado por Deus, de nome Josias: “E ele clamou contra o altar por ordem do Senhor, e disse: Altar, altar! Assim diz o Senhor: Eis que um filho nascerá à casa de Davi, cujo nome será Josias, o qual sacrificará sobre ti os sacerdotes dos altos que sobre ti queimam incenso, e ossos de homens se queimarão sobre ti”. I Rs 13:2.
Ora, de fato, tal profecia se cumpriu. Vejamos: “E, virando-se Josias, viu as sepulturas que estavam ali no monte; e mandou tirar os ossos das sepulturas, e os queimou sobre aquele altar, e assim o profanou, conforme a palavra do Senhor, que profetizara o homem de Deus, quando anunciou estas palavras”. II Rs 23:26
Veja, assim aprendemos que quando uma profecia vem da parte de Deus, necessariamente ela se cumprirá. Esse é um dos filtros que devemos adotar quanto às profecias recebidas. Se for de Deus, então se cumprirá! Simples assim.
Além disso, é importante que o homem de Deus tenha bastante cuidado com o que lhe é ofertado, seja pelo mundo, seja por irmãos em Cristo. É que se o profeta estiver voltado à oferta, há grande de risco de que seu coração se corrompa. Veja, no caso em questão, o homem de Deus rejeitou a oferta do rei Jeroboão, depois de demonstrar poder da parte de Deus ao profetizar, realizar um sinal de que falava pela boca de Deus e orar para que a mão do rei fosse sarada. Após realizar esses feitos, Jeroboão lhe oferece uma recompensa, que é prontamente rejeitada: Então respondeu o rei, e disse ao homem de Deus: Suplica ao Senhor teu Deus, e roga por mim, para que se me restitua a minha mão. Então o homem de Deus suplicou ao Senhor, e a mão do rei se lhe restituiu, e ficou como dantes. E o rei disse ao homem de Deus: Vem comigo para casa, e conforta-te; e dar-te-ei um presente. Porém o homem de Deus disse ao rei: Ainda que me desses metade da tua casa, não iria contigo, nem comeria pão nem beberia água neste lugar. I Rs 13:6-8.
Portanto, o homem de Deus precisa tomar muito cuidado com o que lhe ofertado, guardando seu coração. Não que oferta não seja de Deus. O que a oferta não pode virar é uma recompensa; nesse caso deixa de ser oferta e passa a ser pagamento. Cuidado!

A Responsabilidade do Profeta Velho

Nesse ponto quero trazer à baila a responsabilidade dos profetas mais velhos do Senhor. No caso descrito nesse capítulo da Bíblia, o homem de Deus havia deixado claro que a ordem do Senhor era para que ele não comesse nem bebesse naquele lugar, e que não voltasse pelo mesmo caminho. E ele mesmo, o homem de Deus, tinha plena consciência disso, até que, ao descansar embaixo de uma árvore, aparece um homem que o convida para comer em sua casa. De pronto, o homem de Deus, mais uma vez recusa o convite do desconhecido.
Em seguida, aquele homem diz o seguinte: “E ele lhe disse: Também eu sou profeta como tu, e um anjo me falou por ordem do Senhor, dizendo: Faze-o voltar contigo à tua casa, para que coma pão e beba água (porém mentiu-lhe)”. I Rs 13:18.  Ao ouvir que quem lhe falara também era profeta, o homem de Deus flexibiliza a ordem do Senhor e cede ao convite.
Talvez aquele pedido tenha sido visto pelo homem de Deus como um cuidado do Senhor, afinal ele estava sem comer e sem beber, depois de uma viagem de no mínimo 33 km a pé ou de jumento. O que precisamos aprender é que a Palavra do Senhor deve sempre ser seguida, ainda que as credenciais daqueles que nos falam sejam incontestáveis e independentemente da dor que estejamos sentindo! O homem de Deus tinha uma Palavra expressa da parte do Senhor, nós também a temos hoje, a Bíblia Sagrada. Não deixemos a Palavra do Senhor de lado, vislumbrados pelas credenciais de quem fala conosco, ainda que, aparentemente, fale em nome de Deus.
O profeta velho tinha a responsabilidade de falar a verdade, de falar em nome do Senhor. Ao invés disso, ele mente. Essa mentira gera a morte do homem de Deus, que desobedeceu ao Senhor em função da falsa profecia do profeta velho. Irmãos, se uma falsa profecia tem o poder de matar um homem de Deus, quiçá um fraco na fé ou um novo convertido! Os profetas mais experientes têm a responsabilidade de preservar a Palavra do Senhor em seu meio!

Postura ao Ouvir uma Profecia

Finalizando, quero deixar algumas orientações quanto à qual deve ser nossa postura ao ouvir uma profecia. Primeiramente, não devemos desprezar as profecias. Precisamos tomar cuidado para que nossos corações não se fechem ao que é profetizado: “Não desprezeis as profecias”. 1 Ts 5:20. Em seguida, temos que ter cravado em nossos corações que é a Palavra de Deus a única autoridade para confirmar uma profecia, ou seja, se determinada profecia contraria a Palavra de Deus deve ser imediatamente descartada! Nunca aceite uma profecia que não passe pelo crivo da Palavra do Senhor.
Outro ponto que deve ser observado é que as profecias precisam ser julgadas! Ora, se a profecia precisa ser julgada é porque ela não é absoluta em si mesma: E falem dois ou três profetas, e os outros julguem. 1 Co 14:29. Precisamos julgar as profecias, segundo a Palavra do Senhor! Queridos irmãos, não podemos seguir nossas vidas segundo profecias! Precisamos viver segundo a Palavra!
Por fim, precisamos entender a finalidade da profecia. A profecia tem 3 finalidades: Edificação, Exortação e Consolação: Mas o que profetiza fala aos homens, para edificação, exortação e consolação. 1 Co 14:3
Queridos irmãos, em nome de Jesus, não corram atrás de profetas! Se Deus quiser falar com você, Ele falará! Seja por meio da Bíblia, seja por meio de sonhos, seja por meio de visões, seja por meio de uma pregação! E se Ele quiser falar com você por meio de um profeta, Ele enviará um profeta até a sua casa ou onde você estiver, porque Ele é Deus Todo-Poderoso. Não viva correndo atrás de “profetadas”, ouvindo “recados” segundo a carne. Viva a Palavra do Senhor. Não queira ajudar Deus a ser Deus. Viva segundo as Escrituras; julgue as profecias, segundo a Palavra, independentemente do profeta; e se a profecia for de Deus, ela se cumprirá.
“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema”. Gl 1:8
Grande Abraço,
Casado com Hellen Sousa e pai da princesa Acsa Sousa. Servidor Público Federal, graduado em Teologia e em Gestão Pública. Diácono e Líder do Ministério de Acolhimento da Igreja Batista Cristã de Brasília. Professor e Superintendente da Escola Bíblica Dominical (Ministrando aulas sobre a Epístola aos Romanos) e amante da apologética."

A Amazônia e a fumaça da desinformação



Quem usa da pós-verdade não quer informar ou alertar para um fato.

Reserva Florestal Jamanxim, na AmazôniaReserva Florestal Jamanxim, na Amazônia (Foto: Leonardo Milano/Agência Brasil

Estava ouvindo o brilhante comentarista político da rádio Joven Pan, Caio Coppolla, e ele fazia um discorria sobre a situação atual envolvendo a Amazônia, que é nossa e não dos franceses, como tentou dizer o Macron, que é o presidente da França.
No seu comentário, Coppolla destrinchava o conceito de pós-verdade, que é a valorização do “apelo emocional em detrimento da verdade dos fatos” na comunicação contemporânea, ou seja, a opinião pública é moldada mais pela emoção do que pela razão, de modo que sentimentos e sensações passam a importar mais do que números e dados.
O terreno da pós-verdade é bastante fértil para a construção de narrativas falaciosas, de acordo com o comentarista da Pan. E o método adotado é o da repetição e o da reprodução em massa deste tipo de abordagem dos acontecimentos.
Quem usa da pós-verdade não quer informar ou alertar para um fato, e sim manipular as massas para que, pelo apelo emocional e por meio de incitações ao pânico geral, possam reverberar a narrativa (que muitas vezes é falaciosa) para o alcance mais longínquo possível.
As redes sociais se tornam num instrumento importante de disseminação de falsas informações ou de propagandas que visam tão somente jogar no lixo a reputação do Brasil.
O presidente Macron divulgou uma foto de um fotógrafo morto em 2003 para falar de um suposto fato deste ano. Qual é o nome disso? FAKE NEWS.
Logicamente, cabe ao leitor não ser ingênuo ao ponto de achar que este problema ambiental no país inexiste ou que é “tudo bem” o presidente acusar ONG’s sem provas. A questão ambiental é séria, tem implicações na subsistência humana e uma coisa não podemos deixar de mencionar: há muitos interesses em jogo.
Pensa comigo. Você sabia que o Brasil é o país que mais preserva a natureza no mundo? São 2/3 de preservação ambiental, enquanto nos EUA são apenas 15% do território e outros países da Europa – estes mesmo que estão dando gritos de histeria na mídia – possuem um percentual ainda mais pífio.
Será que estão preocupados mesmo com o futuro do Planeta ou estão preocupados com as políticas do governo atual que estão reavaliando contratos e concessões para a exploração da Amazônia por parte desses internacionalistas?
A meu ver, estão alarmando tanto porque o Brasil tem um potencial de crescimento da produtividade agrícola que nenhum outro país da Europa poderá ter, e isso tem implicações comerciais contundentes.
Cabe-nos buscar uma informação que não esteja afetada pela militância que instrumentaliza uma causa nobre para atingir fins de interesses próprios ou mesmo de terceiros, que sempre relacionado ao dinheiro e também ao poder.
A soberania nacional é colocada em xeque com o subterfúgio perverso de que os países do G7 “estão preocupados com a Amazônia” – que é nossa, mas que eles pensam ser deles também.
Tenha cautela com o que você lê e ouve por aí, pois muita coisa não é verdade, e sim pós-verdade.
Casado com Ana Talita, seminarista e colunista no site Gospel Prime. É pregador do evangelho, palestrante para família e casais, compositor, escritor, músico, serve no ministério dos adolescentes e dos homens da Betânia Igreja Batista (Sulacap - RJ) e no ministério paraeclesiástico chamado Entre Jovens. Em 2016, publicou um livro intitulado “Aos maridos: princípios do casamento para quem deseja ouvir”.

Iraque: cristão relata fuga do Estado Islâmico


Há exatos 5 anos, a invasão do Estado Islâmico no Iraque levou muitos cristãos a fugir para salvar a vida

O cristão iraquiano Basman teve que fugir com a família quando o Estado Islâmico invadiu sua cidade, em agosto de 2014
O cristão iraquiano Basman teve que fugir com a família quando o Estado Islâmico invadiu sua cidade, em agosto de 2014
Como taxista e DJ, o iraquiano Basman conseguia sustentar a família com facilidade na cidade de Bartella, no Iraque, que é de maioria cristã. Mas tudo mudou para esse pai de família cristão em agosto de 2014, quando o autoproclamado Estado Islâmico (EI) ameaçou invadir os vilarejos na Planície do Nínive. Ele precisou fugir para salvar sua vida e da família.
O cristão de 41 anos tinha casa própria em Bartella. Apesar de terem pequenos problemas com um grupo de muçulmanos, ele não esperava que tudo mudasse do dia para a noite. Mas foi o que aconteceu. Somente em 2017, ele recomeçou a vida como DJ de casamentos usando o microcrédito, concedido através de parceiros locais da Portas Abertas. Basman é um dos mais de 200 beneficiários de microcrédito e nos conta um pouco de sua história. Em resumo, ele diz: “Vocês salvaram minha vida”.
Exatamente em 6 de agosto de 2014, a ameaça do EI foi tanta que todos os moradores de Bartella tiveram que fugir. Além da própria família, formada por esposa e três filhos, Basman também era responsável pelos pais idosos e pela família da irmã viúva. Quando todos começaram a fugir, a família de Basman ficou na cidade até o último momento, até que ficaram sem opção. “Estávamos quietos em casa quando, de repente, os guardas cristãos do vilarejo bateram a nossa porta dizendo que precisaríamos sair imediatamente, pois o EI estava vindo”, relembra.
Basman conta que foi um momento muito difícil, pois não sabiam se conseguiriam chegar a Erbil. Ele descreve: “Houve bombardeios e tiros naquela noite e não sabíamos de onde eles estavam atirando e quem estava lutando. Eu me senti tão responsável por minha família – estava com todas essas vidas comigo no meu veículo. Não sabíamos o que aconteceria conosco, se ficaríamos a salvo ou não”.
Ele conseguiu um lugar para a família em uma fazenda na região de Erbil, onde 52 pessoas se abrigaram. Mas pensava que seria por dois ou três dias. “No verão era bom, mas quando o inverno chegou, foi difícil viver lá, por estar muito longe da cidade”, explica. Como o preço do aluguel de casas na cidade era alto, Basman só tinha uma opção: “Eu decidi que deveríamos sair do país, então vendi meu micro-ônibus e fugimos para o Líbano, onde fomos registrados como refugiados. Eu pedi visto para a França, mas não obtivemos”, diz. (Essa história continua).
Assim com o Iraque, a Síria também foi atingida pela invasão do Estado Islâmico. Hoje, os cristãos de ambos os países ainda dependem de ajuda externa para conseguir sobreviver. Com uma doação, você permite que três cristãos sírios recebam uma cesta básica, o que faz uma grande diferença para que famílias possam se manter.
por Portas Abertas

Embaixador brasileiro defende liberdade religiosa na ONU



Nestor Forster agradeceu a Polônia por ter levado o tema ao Conselho de Segurança da ONU.

Nestor Forster. (Foto: Reprodução)


O embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Nestor Forster, defender a liberdade religiosa ao discursar nesta quinta-feira (22) ao Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC).
Foster falou sobre a importância da liberdade religiosa no mundo, destacando as ações do presidente Jair Bolsonaro na promoção de políticas públicas que abordam a questão.
O embaixador aproveitou também para agradecer ao governo da Polônia, através do Ministério das Relações Exteriores, comandada por Jacek Czaputowicz, que levantou a questão no Conselho de Segurança da ONU.
Ao discursar, ele também destacou o trabalho do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do Brasil, Damares Alves.
Desde que assumiu o governo, Bolsonaro tem buscado defender a liberdade religiosa e denunciar a perseguição contra os cristãos no mundo.
Essa não é a primeira vez que um representante do governo fala sobre o tema na Organização das Nações Unidas.
por Michael caceres ( Gospel Prime)

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Movimento Brasil de Joelhos convoca 21 dias de oração e jejum por “nação livre”



Convocatória pede intercessão em favor do país.


Homem orando num bosque. (Photo by Naassom Azevedo on Unsplash)

O Movimento Brasil de Joelhos iniciou uma “convocatória de intercessão”, com o objetivo de iniciar 21 dias de oração e jejum por “uma nação livre”.
Liderado pelo apóstolo Hudson Medeiros, a convocatória recebeu o apoio de diversos líderes do país, como Neuza Itioka, líder da Ágape Reconciliação.
A convocatória inicia neste domingo (18) e se estende até o dia 7 de setembro, data de comemoração da Independência de Brasil.
Diariamente um propósito de oração e uma meditação é disponibilizada através do site da organização Brasil de Joelhos.
No primeiro dia de oração e jejum, a intercessão está focada na busca pela Justiça, pedindo para que as instituições “instruções e diretrizes claras que vem do Senhor Justiça nossa, em conformidade com a Justiça estabelecida na cruz por Jesus, o Justo Juiz”.
por Michael Caceres

“Nada a Perder 2” supera “O Rei Leão” nas bilheterias



História de vida do bispo Edir Macedo foi a mais vista em 800 salas de cinema de todo país.

Petrônio Gontijo interpretando Edir Macedo em Nada a Perder. (Foto: Divulgação)Petrônio Gontijo interpretando Edir Macedo em Nada a Perder. (Foto: Divulgação)

O filme “Nada a Perder 2” estreou na liderança das bilheterias do país, tendo sido exibido em 800 salas de cinema na última quinta-feira (15), desbancando “O Rei Leão”, superprodução da Disney.
Há quatro semanas seguidas o remake que conta a história do fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo, vinha ocupando posição de liderança.
Os dados foram divulgados pela Comscore Movies BRA, que mede os resultados de venda de ingressos no país, revelando a preferência do público pelo filme religioso.
A produção é a segunda parte da sequência, que mostra a história de vida do bispo, e segue com bons números em relação ao primeiro filme.
Vale lembrar que o primeiro filme foi o mais visto da história do cinema brasileiro, tendo vendido mais de 11 milhões e 450 mil ingressos.
por Michael Caceres ( Gospel Prime)

A Bíblia, o melhor presente

Como sua ajuda tem garantido Bíblias ilustradas a mais de meio milhão de crianças no Vietnã

John foi uma das primeiras crianças no Vietnã a receber uma Bíblia ilustrada
John foi uma das primeiras crianças no Vietnã a receber uma Bíblia ilustrada
John* é um adolescente que vive na Cidade de Ho Chi Minh, no Vietnã. “Eu lembro quando tinha três ou quatro anos e meu pai me deu uma Bíblia infantil. Ficava impressionado com as imagens, mas não sabia como ler. Então, meu pai lia as histórias”, diz. Ele foi uma das primeiras crianças no Vietnã a receber uma Bíblia ilustrada para crianças, impressa com apoio da Portas Abertas.
O tempo passou e, por fim, ele estava pronto para ler por si mesmo. Ele conta: “Toda manhã, levanto e leio a Bíblia. Ela me deu conhecimento da palavra, me levou a aprender como posso orar e como falar para meus amigos sobre Deus. Muitos me perguntavam: ‘O que é aquele livro e por que aquelas pinturas são tão bonitas?’. Eu explicava que era a Bíblia, a palavra de Deus. Sou grato ao meu pai por trazê-la para casa. Eu li e me fundamento nela para entender o Senhor”, explica.
O projeto de Bíblias para crianças teve início em 2006, quando o primeiro Novo Testamento para crianças começou a sair das editoras no Vietnã. O colorido dos livros ilustrados representava uma nova forma das crianças vietnamitas aprenderem sobre Jesus – uma nova forma para os pais ajudarem os filhos a crescer na fé.
Em 2009, os Novos Testamentos foram atualizados com ideias de pastores, colaboradores de ministério infantil e pais de todo o Vietnã. Em seguida, o Velho Testamento foi produzido em um volume próprio. No ano seguinte, Antigo e Novo Testamento foram combinados para formar a Bíblia ilustrada para crianças – a primeiro do tipo no país. E foi essa Bíblia que ajudou a introduzir a palavra de Deus a John e a mais de meio milhão de outras crianças desde então. John diz: “Foi o melhor presente do meu pai e de Deus”.
Houve um tempo quando era raro ter uma Bíblia no Vietnã, ainda mais um Bíblia especialmente para crianças. Um parceiro da Portas Abertas lembra de entrar em uma competição para ganhar uma Bíblia quando era adolescente – havia apenas algumas Bíblias em sua igreja secreta, e poucas pessoas tinham sua própria cópia. “Eu memorizei muitos versículos da Bíblia para ganhar a Bíblia para minha mãe”.
*Nome alterado por razão de segurança.
Pedidos de oração
  • Ore para que ainda mais crianças tenham acesso à Bíblia no Vietnã.
  • Interceda por aqueles que fazem parte desse projeto, para que o Senhor continue os capacitando.
  • Peça que as crianças que receberam a Bíblia possam ter suas vidas transformadas pelo poder da palavra de Deus.
  • por Portas Abertas

Descanso no Senhor


Disse pois: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar.  (Ex 33.14)

Banco em bosque. (Foto: Pepper Mint por Pixabay)

Descanso. Eis aí uma palavra que tenta nossos corpos e corações na atualidade. Vivemos em períodos conturbados, onde diariamente encontramo-nos em situações indesejadas, com prazos a serem cumpridos, trabalhos a serem apresentados, atividades a serem elaboradas – e nada disso nos traz paz!
Enchemo-nos, então, de incontáveis vícios e prazeres, em uma vã tentativa de aliviar tão grande e terrível aflição. Dos litros de café às horas de uma noite em claro a pensar. Das caminhadas nas praças e parques, aos mais alaranjados pores-do-sol que nossos olhos podem contemplar, nada disso consegue saciar aquela sede que nos corrói o interior, no âmago de nosso ser. Nenhuma destas coisas consegue dar precisamente o que nossas almas, de longe, anseiam: descanso.Convido-te, leitor, a analisar sua vida. Observe seu dia a dia. Enxergue os detalhes de sua trajetória. Quantas vezes, em um único dia, você reclamou do clima? Quantas outras, talvez ainda maiores, você se preocupou com o dinheiro a faltar? Quão aflito seu coração vive e está por culpa desta ansiedade que de perto lhe atormenta?
Aqui, neste breve texto, proponho-lhe a solução para seu maior problema. O abrigo que lhe protegerá das tempestades que se anunciam, o oásis para o deserto de aflições: O descanso.
Proponho-lhe Jesus Cristo, o Filho de Deus.
No versículo em questão, tema e abertura deste texto, vemos Deus dialogando com Moisés. O Senhor, após ser indagado por seu servo, ensina a todos os Seus filhos qual a real fonte de descanso para almas abatidas e feridas: Sua presença.
É a doce, tão meiga e maravilhosa presença de Deus em nossas vidas, transformando nosso caráter, acalentando nossos corações, que nos garante a certeza do descanso que tanto ansiamos.
Mais à frente, no evangelho de Mateus, vemos este mesmo Jesus falar:
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mt 11:28-30)
Cristo não manda que o aflito apenas “converse com Ele”. Não determina que apenas ore ao Senhor. Ele chama, com Sua irresistível Graça, para caminhar em Sua direção. Através de seus “laços de amor” (Os 11.4) este meigo Jesus atrai o vil pecador – eu e você – à presença do Altíssimo.
Após isso, querido leitor, estando sua vida na presença do Senhor, cumprir-se-á o que foi exposto acima. Você encontrará descanso para sua alma. Poderá suspirar, aliviado, pois o pior Cristo suportou.
Sob a Graça,
Membro da Igreja Presbiteriana de Florianópolis, é advogado, especialista em Direito Digital e Compliance. Atua na liderança do grupo de jovens de sua igreja, além de auxiliar como professor de Escola Bíblica Dominical. Autor do livro "A Reforma Protestante e a Gênese do Estado Moderno", lançado pela Teneo Publishing House.

Turquia amplia supervisão de conteúdo no país



O país ocupa a 26ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019, e cristãos precisam das nossas orações

A supervisão de conteúdo é mais uma estratégia de controle contra cristãos no paísA supervisão de conteúdo é mais uma estratégia de controle contra cristãos no país

Segundo o Diário Oficial da Turquia, divulgado pela mídia internacional, o país concedeu ao órgão de fiscalização de rádio e televisão uma supervisão abrangente de todo o conteúdo on-line veiculado na nação, incluindo plataformas de streaming. A medida obriga todos os provedores de conteúdo a obter licenças de transmissão da RTUK, que supervisionará as informações disponibilizadas à população. Apesar de sua grandeza em conexões culturais, a Turquia é um país extremamente fechado ao evangelho.
Neste novo cenário, além dos serviços de assinatura, os veículos de notícias on-line gratuitos, que contam com publicidade para suas receitas também estarão sujeitos às mesmas medidas. “O objetivo é estabelecer métodos e princípios para regulamentar a apresentação e prestação de serviços de radiodifusão, televisão e por demanda”, diz a publicação oficial. Para os cristãos, essa mudança é um alerta, afinal, a Turquia é o único país do mundo onde a religião oficial, o islamismo, está totalmente combinada com o nacionalismo feroz.
As principais fontes de perseguição contra cristãos na Turquia são funcionários do governo. Em geral, a opinião é que um verdadeiro turco deve ser muçulmano. Em um nível mais local, há uma forte oposição das famílias sobre os convertidos ao cristianismo, pois deixar o islamismo é trair a identidade turca, islâmica e da família. Esse tipo de opressão é vista como "normal" e dificilmente é relatada ou documentada, a menos que haja violência física.
A Turquia está atualmente passando por uma mudança gradual de um país estritamente secular para um país baseado em normas e valores islâmicos. A supervisão de conteúdo, portanto, é apenas mais uma estratégia de controle contra cristãos no país. Os não muçulmanos são silenciosamente banidos de empregos na burocracia estatal e nas forças de segurança. Quando se alistam para o serviço militar, por exemplo, sua filiação religiosa é observada por seus superiores e também há um "controle de segurança". 

Pedidos de oração
  • Interceda pelos cristãos perseguidos na Turquia, para que coloquem sempre a esperança em Deus, diante do aumento da influência islâmica e discriminação no país.
  • Peça pelos cristãos ex-muçulmanos para que ministrem com graça e sabedoria diante dos familiares.
  • Clame a Deus em favor de mudanças na Turquia. Peça que as autoridades turcas encontrem a verdade de Cristo, e que o evangelho tenha liberdade para crescer, mesmo diante das restrições. 
  • por Portas Abertas

Pastores pedem socorro


Muitos se valem da índole idônea de seus líderes (…) e os vampirizam, com um relacionamento “líder – liderado” doentio.

Homem cansado com as mãos no rosto. (Foto: Gerd Altmann por Pixabay)

“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão amantes de si mesmos, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes”, 2 Tm. 3:1-5.
O texto paulino exposto acima é, segundo alguns, um vislumbre do que Paulo tinha já em seus dias, que ele considerava como “os últimos”. Seja como for, o fato é que por toda a história da Igreja os homens mostraram-se relutantes à ação do Espírito Santo.
Fosse por “conversões” políticas, convenientes e interesseiras, no período da consolidação do cristianismo como religião oficial do império romano, no século IV d.C., fosse por causa da religiosidade passando de geração a geração, na Idade Média, fosse após os questionamentos da Idade Moderna, ou a extrema subjetividade da contemporaneidade, os homens sempre se mostraram relutantes à ação do Espírito. E antes que se diga que isso se dá obviamente pelo pecado, gostaria de frisar que me refiro aos da Igreja mesmo! Portanto, o texto paulino faz-se mais atual do que nunca.
Tenho sido procurado por pastores e líderes das mais diversas denominações, os quais tem constantemente solicitado ajuda para a instrução do seu povo, a partir das lideranças, pois muitos creem que só pela instrução bíblica haverá mudança. Concordo. Mas, mais ainda, creio que a dimensão do problema atual não tem sido muito bem percebida pelos pastores.
Cientes de que precisam “dar a vida por suas ovelhas”, como descreve a Bíblia sobre “o bom pastor”, estes líderes não conseguem perceber que, atualmente, as pessoas – e falo de modo geral – vivem numa época de absoluta auto-comiseração, fruto de uma geração que aprendeu a fugir das mais mínimas responsabilidades. Sabe-se que a Igreja é uma das únicas reservas morais existentes e, a despeito de todo o esforço midiático contrário, as pessoas ainda creem em pastores e os tem, geralmente, como homens sérios, respeitáveis, cuja palavra ainda vale.
E, sabendo disto, muitos se valem da índole idônea de seus líderes (refiro-me aos verdadeiros, àqueles verdadeiramente comprometidos com o Reino), e os vampirizam, com um relacionamento “líder – liderado” doentio, baseado em uma eterna cobrança inclusive do mínimo, sem dar sequer o mínimo em troca. Resultado: líderes cada vez mais enfermos.
Sei que sempre houve isto, mas, a percepção é que a situação tem se tornado cada vez mais grave. Lembro-me de uma pesquisa, há uns dez anos, que mostrava que mais de 50% dos pastores não terminavam seus dias como pastores. Uns (e não eram poucos!) abandonavam a vocação ministerial para nunca mais voltarem. Creio que o repúdio destes à condição humana de pecaminosidade indômita também se dá pela primeira característica elencada por Paulo, a Timóteo, para ilustrar os “dias difíceis”: o narcisismo.
É uma prática egocêntrica e que está no centro do egoísmo. O narcisismo não é apenas querer para si, mas amar a si mesmoao ponto de não se ver mais ninguém. E, se há uma característica contundente da subjetividade pós-moderna, onde todo mundo quer falar, mas muitas vezes com pouco ou nada a dizer, é o narcisismo.
A auto-deificação do indivíduo, incentivada cada vez mais pelos veículos de comunicação de massa, através de propagandas, livros com mensagens narcisistas disfarçadas de auto-ajuda e por aí vai, é um dos maiores problemas para a Igreja, pois a mensagem do Evangelho, ensinada por líderes sérios, é a renúncia pessoal, o amor ao próximo como regra e a abnegação em prol do Reino de Deus.
Nada poderia estar mais longe do espírito do nosso tempo. Se pessoas erram, na atualidade, imediatamente fazem caras feias, para que os que naturalmente as repreenderiam, seus líderes, fiquem constrangidos e frustrados, sentindo-se – pasme – até mal, por causa da necessidade às vezes de uma simples palavra de correção. O que é esta prática, se não um dos mais fortes sintomas da auto-deificação do Homem?
Minha palavra para os líderes cansados, que se sentem frágeis, vazios e desesperançados, ante uma sociedade que insiste em posicionar-se cada vez mais contrária aos preceitos do Evangelho, é que continuem fazendo seu trabalho, sabendo que o fim da labuta não se encontra no reconhecimento humano, nas palmas após uma preleção, ou em simples palavras de elogio favoráveis a determinadas posturas que se tome.
Muito mais do que isso, o fim dar-se-á na volta do “Senhor da Seara”, conforme descreve o Evangelho nas palavras de Jesus, através de algumas parábolas, nas quais ele afirma categoricamente que o “Senhor do Reino”, o “Rei”, voltará e multiplicará àquele que tem. E o que não tem, até o que tem ser-lhe-á tirado! As lutas são muitas, é verdade, difíceis e até desumanas.
Nada fere mais do que a ingratidão, e vivemos em uma era de pessoas inchadas de ingratidão. Mas, é justamente neste momento que precisamos ouvir as palavras do apóstolo Paulo a Timóteo, como sendo do próprio Deus para todos nós, que labutamos no Reino: “Tu pois, filho meu, fortifica-te na Graça que há em Cristo Jesus”, 2 Tm. 2:1.
Bacharel em Teologia e Filosofia. Pós-graduado em Gestão EaD e Teologia Bíblica. Mestre e Doutorando em Filosofia pela UFPE. Doutor em Teologia pela FATEFAMA. Diretor-presidente do IALTH -Instituto Aliança de Linguística, Teologia e Humanidades. Pastor da IEVCA - Igreja Evangélica Aliança. Casado com Patrícia, com quem tem uma filha, Daniela.

Assembleia de Deus constrói mais de 100 casas para famílias necessitadas


“Missão de Construção de Casas para famílias necessitadas” é um ministério da AD em Belém do Pará.

Casa entregue para família necessitada (Foto: Reprodução / Facebook)

Um trabalho social desenvolvido pela Igreja Assembleia de Deus em Belém do Pará, igreja mãe das assembleias no Brasil, vem ganhando repercussão nacional.
A igreja vem construindo e reformando casas de famílias carentes de forma gratuita, sendo que já entregou 109 residências na cidade.
O projeto é uma iniciativa do pastor Samuel Câmara e de sua esposa, pastora Rebekah Câmara, lideres da Assembleia de Deus em Belém.
Esse projeto conta também com o apoio de uma equipe da “Missão de Construção de Casas para famílias necessitadas”.
Nas redes sociais o trabalho vem sendo bastante elogiado, ganhando repercussão positiva entre os internautas, que parabenizam a instituição pela iniciativa.

Por Michael Caceres