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sexta-feira, 28 de junho de 2019

Cristãos iranianos não pedem fim da perseguição, mas o avanço do evangelho



Novos convertidos acreditam que a perseguição está ajudando a espalhar o cristianismo no país árabe.

 Cristãos iranianos. (Foto: CBN News)


A igreja que mais cresce no mundo está no Irã, onde muitas pessoas estão se afastando do islamismo xiita e se voltando para Jesus por conta dos estragos causados naquele país pelos extremistas do Estado Islâmico.

Ainda que sofram perseguição por estarem em um estado muçulmano, os cristãos iranianos não oram para que a perseguição acabe, mas sim para que o Evangelho se multiplique a alcance mais pessoas.
“O que está acontecendo no Irã agora é espetacular”, diz o fundador e diretor da Frontiers Alliance International (FAI), organização que está produzindo um documentário chamado Sheep Among Wolves para apresentar a igreja iraniana aos cristãos em todo o mundo.
Segundo ele, é impressionante que a igreja que mais cresce no mundo não tenha edifícios, propriedades, contas bancárias, liderança centralizada nem uma inclinação denominacional.
Ainda segundo ele, o evangelismo resulta em intensa perseguição e isso leva os crentes iranianos a buscar a oração, mas não são preces para que a perseguição acabe.
“Normalmente, a maneira que oramos por eles ou pensamos que eles colocam seus pedidos de oração é para que a perseguição termine. Mas quando ouvem sobre isso eles dizem: ‘não, não, não faça isso’. A resposta deles é esta, porque entendem que a perseguição está levando a Igreja a crescer. Quando a perseguição para, o crescimento também para. Eles dizem: ‘O que queremos é que o Evangelho se espalhe por toda parte e com profundidade no Irã'”, contou em entrevista à CBN News.
por Redação Gospel Prime

Morte na panela!


Liberalismo e pós-liberalismo teológico são veneno com o mesmo potencial mortífero do “fermento dos fariseus”

Panela ao fogo. (Photo by Siim Lukka on Unsplash)

Convido o prezado leitor a examinar com interesse o texto de II Rs 4.38-41, que narra um dos vários episódios da vida do profeta Eliseu, lá pelos idos do Séc. IX a.C., no que chamamos de “Reino do Norte” (Israel depois da divisão).

Antes, um lembrete: o ministério do profeta Eliseu é absolutamente incomum, e está preenchido por episódios estranhos, inserindo-se no rol daquelas histórias bíblicas que desafiam a mentalidade do Séc. XXI. Na verdade, toda a Escritura desafia a mente (e a vontade) humana em qualquer época, mas eu me refiro aqui a narrativas que de tão formidáveis ou aparentemente sem propósito exigem de nós um esforço adicional de interpretação – e, mais do que isso, de aplicaçãoaos nossos dias.
Em resumo, estando em Gilgal, numa época de muita fome, o profeta pediu que um dos seus discípulos providenciasse um caldo de ervas, mas o moço, sem conhecer a natureza de certa “parra brava” (espécie de trepadeira venenosa), utilizou-a no cozimento, para logo perceberem, durante a refeição, que havia “morte na panela”. Eliseu resolveu o problema adicionando farinha, e todos puderam se alimentar.
Como sói acontecer em registros veterotestamentários, e especialmente nas intrigantes cenas da vida de Eliseu, o episódio não se faz acompanhar por uma “moral da história” nem por explicações sobre o significado doutrinário-teológico da ocorrência. O autor apenas registra o fato e passa adiante.
De acordo com a International Standard Bible Encyclopaedia, a planta em questão seria a Citrullus colocynthis. Sua ingestão pode provocar irritação severa no estômago e no intestino, diarreia com sangue, problemas nos rins, urina com sangue e incapacidade de urinar, além de convulsões, paralisia e morte. Para combater a intoxicação, aponta-se a ingestão de uma solução diluída de ácido tânico, seguida de grandes quantidades de bebidas contendo ovos, em virtude da albumina (informações extraídas do site WebMD, citado abaixo).
Minha esposa, que é agrônoma, disse-me que a adição bem-sucedida de farinha, afastando o veneno do caldo de ervas, somente poderia ser explicada por reação química se a farinha empregada fosse sorgo, porque este contém muito tanino – registre-se que, à luz do contexto escriturístico, considero fortemente o caráter miraculoso, que pode ter consistido na determinação divina para que Eliseu, ainda que sem conhecimento da planta, fizesse a coisa certa, ou pode ter sido a atribuição à farinha de efeitos que ela naturalmente não teria.
Prosseguindo, minha esposa disse-me que em situações de estresse, como a seca, as plantas podem concentrar determinado princípio ativo. Pode ter acontecido de os frutos (colocíntidas) estarem com uma concentração maior da substância, algo que poderia ser fatal, mas cujos efeitos foram interrompidos porque alguém – ainda antes do milagre de Eliseu – clamou “morte na panela!”. E aqui vale frisar: o milagre serviu para que todos se alimentassem, mas antes disso houve um gesto natural de reação à possibilidade da morte.
A interpretação do texto conduz-nos ao entendimento de que houve ali um dentre tantos milagres no ministério de Eliseu, sucessor de Elias, milagre este que, como tantos milagres do Antigo e do Novo Testamento, apontam para a imanência de Deus, Seu cuidado para com o Seu povo, Seu interesse nas coisas humanas, Seu poder sobre a natureza, e especialmente Seu compromisso com o ofício de Eliseu.
Em sede de aplicação, podemos afirmar que o mesmo Deus Se importa conosco hoje, está atento às nossas necessidades e tem poder sobre todas as coisas. Recorrendo ao conjunto da Bíblia, podemos igualmente afirmar que milagres acontecem em nossos dias, e que, se o Senhor quiser, podemos ser agraciados com benefícios sobrenaturais de Sua parte, ainda que isto não seja a regra cotidiana – não podemos desprezar a bendita Providência.
Estando o leitor e eu munidos dessas informações, proponho uma reflexão que está relacionada a temas como revelaçãoinspiração e canonicidade.
Sendo um herdeiro (pentecostal) do Cristianismo protestante e ortodoxo, estou convicto de que a Bíblia narra a história da salvação, e que é com base nessa história que devo interpretar a Palavra de Deus e suas muitas histórias, entendendo que nada na Escritura é desprezível, insignificante ou de menor densidade espiritual.
Tomando de empréstimo do mundo jurídico o provérbio “Não existe letra morta na lei”, compreendo que tudo o que está na Bíblia é proveitoso para o Homem em qualquer tempo e lugar (cf. Rm 15.4; I Co 10.11; II Tm 3.16), embora nem sempre estejamos suficientemente atentos a determinados princípios, profecias, narrativas ou doutrinas que a Bíblia condensa desde a Antiguidade.
Cabe, neste passo, uma nota: acredito que no curso da jornada da Igreja surgem movimentos legítimos, não com novas doutrinas, mas com novas ênfases, para que retornemos à Palavra. É desse modo que enxergo, por exemplo, o luteranismo, o calvinismo, o puritanismo, o pietismo, o metodismo, o movimento holiness, o pentecostalismo, entre outros. E não será desarrazoado afirmarmos que a essência da mensagem dos profetas do Antigo Testamento era uma convocação ao cumprimento autêntico, dedicado e espiritual da Lei de Deus entregue a Moisés (cf. Is 8.20; Jr 8.8; 9.13; 26.4; 44.10; Ez 22.26; Dn 9.10,11,13; Os 4.6; 8.1,12; Am 2.4; Mq 4.2; Hc 1.4; Sf 3.4; Zc 7.12; Ml 2.7-9; 4.4).
Voltando ao ponto, entendemos que, ao lado da infalibilidade da Escritura Sagrada – suas promessas e profecias não podem falhar – e da inerrância da mesma Escritura – os textos autógrafos não continham nenhum erro, incluindo seus dados cronológicos, históricos, geográficos, culturais ou de qualquer outra natureza -, cremos que a Bíblia é plena em sua extensão, caracterizando-se as suas partes como igualmente inspiradas, sem distinção quanto ao teor, digamos, “revelacional”.
Se pensássemos, como pensam teólogos liberais, que existem na Escritura partes divinamente inspiradas e partes não divinamente inspiradas, teríamos um grave problema, e faríamos substituir em nossos corações a autoridade da Bíblia pela autoridade de professores modernistas de teologia, os quais até hoje discutem quais seriam realmente as porções de seu “cânon dentro do cânon”.
Selecionando, pelo método histórico-crítico, as passagens de sua preferência, teólogos liberais costumam escolher textos que lhes pareçam compatíveis com suas ideias pré-concebidas, ou textos morais e doutrinários, com exclusão de textos supostamente carregados de mitologia judaica. Nesse sentido, excluem de seu cânon particular passagens que teriam sido elaboradas, segundo eles, em conformidade com aspectos sociais e culturais que não mais se aplicariam à atualidade.
É nessa esteira que liberais, por exemplo, classificam Paulo como misógino e alguns de seus textos como inaplicáveis à sexualidade contemporânea, o que também passa a ser utilizado pelos teólogos pós-liberais (pós-modernistas infiltrados na teologia cristã).
Liberais e pós-liberais são irmãos siameses: enquanto o primeiro grupo, trabalha com as ferramentas da chamada “Alta Crítica”, manipula o texto bíblico para submetê-lo ao racionalismo e ao existencialismo, o segundo grupo, por meio do emprego de teorias literárias desconstrucionistas, interpreta a Bíblia como um conjunto de narrativas que contam a trajetória de Deus em Sua relação com a humanidade, sendo a Escritura, em sua concepção, não exatamente a revelação escrita, mas a maneira como judeus e cristãos interpretaram as experiências que tiveram com Deus nessa trajetória.
Pensando especificamente no que chamamos de “pós-liberalismo teológico”, a ideia subjacente é que não importa propriamente o texto em si (de papel), pois o conceito de texto estaria relacionado a discurso, perspectiva, narrativa, construção ou argumentação, tudo isto carregado de idiossincrasias, pressupostos e interesses de diversas espécies. É assim que o teólogo pós-liberal não se preocupa tanto com a estrutura do texto, nem com uma interpretação regida por métodos racionalmente engendrados, mas, sim, com aquilo que o texto tem significado para o leitor ou comunidade de leitores, e com o modopropósito pelos quais o texto vem a ser administrado pelos leitores contemporâneos.
Se o prezado leitor houver clamado agora “Morte na panela!”, penso que caminhamos juntos, porque é disso que se trata: liberalismo e pós-liberalismo teológico são “morte na panela”, veneno com o mesmo potencial mortífero do “fermento dos fariseus” (cf. Mt 16.6,12; Lc 12.1), “que é a hipocrisia” (cf. Lc 12.1, in fine). Estamos prontos, então, para dizer de maneira muito clara: diante da intoxicação mortal, a atitude correta é alertar que, sim, existe veneno na panela. Não precisamos morrer silenciosamente. Precisamos vencer o mal.
É certo que II Rs 4.38-41 não é uma história sobre venenos espirituais, e se disséssemos algo assim poderíamos ser justificadamente arrolados entre os que adotam o equivocado método alegórico. Todavia, utilizo a passagem para, aproveitando a eloquente expressão “Morte na panela!”, convidar o leitor a estar atento quanto a falsas doutrinas e ideias espúrias que teimam em adentrar ao campo cristão como se fossem frutos colhidos da árvore da Palavra do Senhor.
Meu ponto aqui é a necessidade de imitarmos o exemplo dos discípulos de Eliseu, que, na iminência da morte, reagiram como seria natural. Mais uma vez, o texto em análise não é sobre o que poderíamos denominar “atitude apologética”, mas remanesce o princípio de que, ao identificar toxina, a reação correta e natural deve ser a de combatê-la imediatamente.
Dito de outro modo: partindo da premissa de que II Rs 4.38-41 conta uma história real sobre um milagre que resolveu um problema de fome comunitária, podemos, no entanto, aproveitar a expressão “Morte na panela!” como metáfora para qualquer veneno espiritual identificado entre o povo de Deus, o que deveria despertar nos crentes em Jesus a mesma reação que houve entre os discípulos do sucessor de Elias.
É triste constatar que em nossos dias o liberalismo e o pós-liberalismo têm sido ingeridos gostosamente no meio cristão evangélico, agora com uma intromissão organizada no meio pentecostal, embora vestindo-se de roupas belas. Não temos Eliseu, mas temos o Senhor Jesus Cristo, que é Maior do que Eliseu. E então? Por que não sentimos o estômago doer? Por que não percebemos o perigo dessas ervas venenosas? Talvez estejamos no estágio inicial: alguém já come o fruto, e os males virão.
Referência bibliográfica:
International Standard Bible Encyclopaedia, The. Jamer Orr (editor geral). Grand Rapids: Eerdmans Publishing, 1946, V. III (2107-2820).
Endereço eletrônico: https://www.webmd.com/vitamins/ai/ingredientmono-798/colocynth.
por Alex Esteves ( Redação Gospel Prime)

Anunciada composição da força-tarefa que investigará caso do pastor Koh


Composição não agradou às famílias dos sequestrados e caso do pastor Koh não será prioritário

Susanna Koh e Norhayati, esposas de Raymond Koh e Amri Che Mat, respectivamente, não aprovam nomes da força-tarefa especial
Susanna Koh e Norhayati, esposas de Raymond Koh e Amri Che Mat, respectivamente, não aprovam nomes da força-tarefa especial
O Ministério do Interior da Malásia anunciou os nomes dos membros da força-tarefa especial estabelecida para investigar as conclusões da Comissão de Direitos Humanos (Suhakam), segundo as quais o braço especial da polícia (Bukit Aman) estava envolvido no desaparecimento forçado do pastor Raymond Koh e do ativista Amri Che Mat.
O Ministério também anunciou que investigaria o caso de Amri Che Mat primeiro e retardaria o caso do pastor Koh, devido a um caso pendente contra Lam Chang Nam, acusado de extorquir o filho do pastor Koh. No entanto, advogados da família Koh apontam que já foi esclarecido pelo antigo Inspetor Geral de Polícia que Lam Chang Nam não tem nenhum envolvimento no sequestro do pastor Koh.
Segundo os advogados, os casos não estão relacionados e deveriam ser analisados paralelamente. A família Koh aponta que já foi permitido que a polícia, um dos alvos da investigação, usasse o caso contra Lam Chang Nam para pausar temporariamente o inquérito da Suhakam no começo deste ano e que não deveria obstruir o trabalho da justiça de novo.
A família Koh afirmou que “é importante que os casos de Amri e de Raymond sejam investigados juntos, pois há muitas evidências factuais semelhantes e o mesmo modus operandi, veículos parecidos, assim como o mesmo policial do Bukit Aman (polícia especial) estava encarregado de ambas as investigações”.
Resultado da investigação deve sair em seis meses
A força-tarefa especial tem seis meses para investigar o caso e produzir um relatório a ser entregue ao Ministério do Interior e ao gabinete (quadro de oficiais do alto escalão do Executivo). Mas, se a investigação do caso de Lam Chang Nam levar mais de seis meses, uma extensão do prazo será considerada.
O ministro do Interior ressaltou que a força-tarefa especial não é uma Comissão Real de Inquérito, o que permite à investigação permanecer confidencial até a publicação do relatório, que será anunciado por interesse público. Ele disse: “Não queremos nenhuma pressuposição de que essa força-tarefa seja a polícia investigando a polícia, é por isso que temos um juiz da Alta Corte liderando-a”.
Entretanto, as famílias de Amri Che Mat e do pastor Koh apresentaram suas objeções à composição da força-tarefa especial. Ambas as famílias estão felizes com o fato de o governo dar passos para formar essa força-tarefa especial, mas expressaram profunda preocupação com a composição da mesma, o que pode impactar a autonomia e imparcialidade necessárias para uma investigação digna de confiança.
Pedidos de oração
  • Ore pelas famílias dos sequestrados, que tiveram suas esperanças um pouco abaladas com o anúncio da composição da força-tarefa especial. Peça para que eles tenham força para enfrentar todo esse processo e renovem suas esperanças no Senhor.
  • Interceda para que os líderes do país busquem justiça e vejam seus próprios erros.
  • Clame para que o Senhor advogue a causa de seus filhos, manifestando sua justiça e perfeita vontade.
  • por Portas Abertas

Menino que não conseguia falar é curado e lança livro sobre fé aos 7 anos



“Eu escrevi porque queria que as pessoas soubessem que podem ser o que quiserem”, disse Jordan Ford

 Jordan Ford. (Foto: Reprodução / WISN 12 News)


Aos 7 anos de idade o pequeno Jordan Ford, da cidade de Milwaukee, em Wisconsin (EUA), lançou um livro sobre fé e perseverança. Autor de “The Plane Who Couldn’t Fly” [“O Avião que Não Poderia Voar”], ele viveu uma grande cura.

Jordan tinha problemas de fala e linguagem até os quatro anos de idade. “Quando Jordan nasceu, ele teve muitos desafios em termos de fala e linguagem. As pessoas queriam rotulá-lo e dizer que ele não seria capaz de falar”, disse o pai de Jordan, Raphael Ford, à CBN News.
Cristãos, os pais do pequeno se apegaram à Deus e um milagre aconteceu. “Minha esposa e eu o colocamos na fonoaudiologia, terapia ocupacional e nunca desistimos de nossa fé em Deus”.
Ao falar sobre o livro que escreveu, Jordan diz que quer levar esperança e inspiração a outras crianças. “Eu escrevi porque queria que as pessoas soubessem que podem ser o que quiserem”, disse ele que tem o sonho de ser um cientista, um engenheiro robótico e um filantropo.
O pai do pequeno autor adiantou que livro “é sobre nunca desistir, é sobre ficar enraizado e fundamentado na fé para que você não tenha medo do vento sempre que os desafios aparecerem em seu caminho”.
E reafirmou a fé da família que sempre acreditou que Deus reverteria a condição dele.
“Mas, é claro, Deus mostrou ao mundo que ele não apenas fala, mas é muito inteligente. E agradeço a Deus por isso, porque a fé é tudo”, finalizou Raphael.
Por Redação Gospel Prime

Letra e música: ouça ‘Pertenço a Ti’, de Jéssica Augusto



Jéssica Augusto, clipe Pertenço a TiFoto: divulgação Musile Records

A cantora Jéssica Augusto lançou a canção Pertenço a Ti nesta quinta-feira, 27 de junho. A música está disponível nas plataformas digitais com distribuição da Musile Records e também há um clipe no canal do YouTube. Ao final desse post você confere a letra da música.
“Apesar de ser uma das maiores representantes do estilo Black Music no Brasil, a cantora Jéssica Augusto mostra toda a sua versatilidade ao interpretar Pertenço a Ti, música no gênero Louvor e Adoração”, diz a nota de divulgação produzida pela assessoria de imprensa da gravadora.
A faixa tem como referência a passagem de Salmos 42: “Assim como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus”.
Jéssica Augusto declarou que sua expectativa é que a música motive as pessoas a terem uma vida dirigida totalmente por Deus: “Quero que todos entendam que não pertencemos a nós mesmos, que somos totalmente d’Ele. Que Ele reine e direcione nossos passos”, afirmou.
Além da carreira como cantora, Jéssica divide seu tempo sendo missionária na Igreja de Deus em Cristo (COGIC), em Osasco, e integra o time de atores do musical Azusa, da Cia de Artes Nissi.

‘Pertenço a Ti’

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Tu és o centro de tudo em mim
És o meu prêmio, minha glória
Início e fim
E o meu lugar na criação encontrei 
Te adorar é maior que tudo que eu sonhei
Teu amor me cerca 
Me revela que eu pertenço a Ti
A minh’alma espera 
Vem depressa 
Me encher de Ti
Jesus, Jesus
Vem me encher de Ti
Autor: Marcos Rodrigues
por Redação Gospel Mais

Como é ser um cristão no Vietnã?


Em entrevista à Portas Abertas, o pastor Thang relatou as dificuldades de seguir a Cristo em um país que não gosta de cristãos
Pastor Thang relata como é ser um cristão no Vietnã, país de maioria budista
Pastor Thang relata como é ser um cristão no Vietnã, país de maioria budista
O pastor Thang* é líder de uma igreja no Vietnã. Ele enfrentou rejeição por parte de sua família e assédio do governo por causa de sua fé em Jesus. Mas ele vê outros cristãos como sua família agora, e seu apoio e orações estão capacitando-o a cuidar de outros que também estão enfrentando perseguição.
Recentemente, uma equipe da Portas Abertas o visitou, e ele respondeu suas perguntas sobre a vida de um cristão no Vietnã, os desafios que ele enfrentou e o encorajamento que ele encontra em saber que tem uma família global que está com ele.

Contra sua própria cultura
“Os cristãos são conhecidos por seus estilos de vida e pela maneira como falam. No Vietnã, os cristãos têm problemas com vizinhos, amigos e familiares. Isso porque ser cristão significa que você é contra sua família e contra a cultura do povo vietnamita. É por isso que eles não gostam e oprimem os cristãos”, relatou o pastor.
Segundo ele, no Vietnã “as pessoas podem bater em você”. E relatou: “Uma das dificuldades que tivemos no passado foi que nossa igreja não foi reconhecida pelo governo. Nós não tínhamos status legal, então eles nos impediram de adorar. Eles até fizeram gravações em vídeo de nossa congregação e nos impediram de ter reuniões da igreja”.
De forma geral, o governo vietnamita acha que os cristãos são uma seita de americanos. “Eles nos perguntam quanto dinheiro temos e quanto podemos pagar. O governo acha que trabalhamos para os americanos e nos perguntam quanto recebemos deles e quanto pagamos pelas pessoas da igreja”, completou o Thang.

Antes e depois de Cristo
“Porque me tornei cristão, minha vida mudou”, revelou o cristão. “Quando você é cristão, você quer compartilhar o evangelho com as pessoas. E, quando você faz isso no Vietnã, o problema está feito, pois as pessoas passam a te odiar e querem bater em você”, afirmou Thang.
“Antes de me tornar cristão, minha família fazia refeições e ficava bêbada. Mas quando me tornei cristão, deixei de beber. Para eles, isso significa que eu não posso mais fazer parte da família porque não bebo. Mas agora tenho uma nova família, os outros cristãos, que são muito especiais”, contou o pastor.
“Eu senti que Deus nos deu experiência, por exemplo, fui rejeitado pela família, vizinhos e sociedade. Essa foi a minha realidade. Então, agora eu posso ter compaixão pelas pessoas com quem compartilho o evangelho. Eu leio na Bíblia para me alegrar com aqueles que se alegram e chorar com os que choram. Isso é muito especial para mim, porque podemos compartilhar a felicidade juntos e ficar tristes com as pessoas quando estão tristes, e não precisamos fazer isso sozinhos. Meus irmãos e irmãs cristãos tornaram-se minha família”, completou o pastor vietnamita.

*Nome alterado por segurança.

por Portas Abertas

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Tataravó de 105 anos continua pregando toda semana



Hattie Mae Allen tem 57 anos de ministério

Hattie Mae Allen. (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

A pastora Hattie Mae Allen prega semanalmente na igreja “Jesus”, localizada na cidade de Temple, no Texas (EUA), mesmo tendo 105 anos. Todos os domingos ela ministra para a comunidade, seguindo seu ministério que completou 57 anos recentemente.

Na pregação do começo do mês, Hattie foi homenageada por suas décadas de serviço e dedicação à obra. Naquela noite, ela ministrou sobre o amor de Deus, declarando que, quando as pessoas têm o amor de Deus, isso as ajuda a amar a todos.
“Ele quer que a gente esteja apaixonado”, disse ela. “O amor é algo lindo. Eu amo todo mundo. Eu tenho duas filhas, uma delas tem 84 anos e a outra tem 70 anos. Eu as amo, mas eu não as amo o suficiente para colocar Deus para baixo e ir com elas”, disse.
A igreja de Hattie Mae Allen é supervisionada pelo bispo Aaron Toliver, que também é responsável por outras sete igrejas, ele comentou que a idosa é filha de um bispo e outros cinco irmãs dela, de uma família de 12, também se tornaram pastores.
Ruth Freeman, uma das filhas da pastora, declarou em entrevista à Fox News que admira a fé de sua mãe que lê a Bíblia diariamente.
Ela também comentou que é “maravilhoso” ver a mãe sendo honrada por essa dedicação ao ministério e por ela manter o desejo de continuar ministrando a Palavra. “Isso é uma benção”.
por Redação Gospel Prime

Igrejas estão sendo fechadas na Etiópia



Mesmo após 10 anos de atividades no país, igreja evangélica na região central da Etiópia recebeu ordens de desocupar seu prédio


Tensão na Etiópia aumenta, e igrejas estão sendo fechadas no país
Tensão na Etiópia aumenta, e igrejas estão sendo fechadas no país
A Igreja Evangélica Mekane Yesus, na cidade de Robe, a cerca de 400 km da capital Adis Abeba, na Etiópia, foi ordenada pelas Autoridades Estaduais Regionais de Oromia a deixar suas instalações dentro de 30 dias. As reuniões da igreja com autoridades locais, até agora, não os fizeram mudar de ideia. Além disso, igrejas em outras partes da Etiópia também dizem que a pressão contra os cristãos está aumentando.

"Nada mais do que uma demonstração de aversão"
A carta de despejo, assinada pelo prefeito Birhanu Dadi Tafesse, disse que os vizinhos da igreja se queixaram de barulho. Eles alegaram que os cristãos presentes na reunião não eram da área e que o prédio não era adequado para cultos religiosos. “Com base no consenso que chegamos no comitê formado, é preciso procurar outro lugar e deixar o atual dentro de 30 dias”, dizia a carta.
"Esta é realmente uma medida surpreendente", disse uma fonte, não identificada por razões de segurança, ao World Watch Monitor. "Se o barulho é o problema, as igrejas protestantes não podem ser as primeiras a serem acusadas de poluição sonora. Outras instituições religiosas usam sistemas de som muito mais potentes em todo o país. Ruídos de mesquitas e igrejas ortodoxas da Etiópia, por exemplo, podem ser ouvidos durante todo o dia e até mesmo à noite. Esta decisão nada mais é do que uma demonstração de aversão às igrejas protestantes da região”, declarou a fonte. A mesma ainda disse que a congregação adquiriu o prédio de um proprietário privado há 10 anos.

Cristãos temem queixas e tensões semelhantes
Existe a preocupação de que essas medidas sejam parte de um esforço conjunto para desencorajar a atividade cristã no estado de Oromia, o berço do presidente do país, Abiye Ahmed. Líderes cristãos dizem que também temem que, se essas ações do governo forem bem-sucedidas, possam incentivar os muçulmanos de outras comunidades a iniciar queixas semelhantes.
"Tensões similares estão borbulhando sob a superfície em outras partes do estado", disse a fonte. “Nós até ouvimos falar de lugares onde os muçulmanos mandaram que os cristãos desocupem a área. E embora esse chamado seja velado como rivalidade étnica por alguns meios de comunicação, é em sua essência uma questão religiosa”, afirmou.
Mas, não são apenas as igrejas protestantes do país que enfrentam problemas. Algumas igrejas ortodoxas também relataram aumento da perseguição. Na cidade de Woliso, 120 km da capital, as autoridades confiscaram as terras da igreja e as entregaram aos seguidores da Religião Tradicional Africana de Wakefeta. A lei da Etiópia promete liberdade de religião, mas o país está em 28º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2019 e os cristãos experimentam hostilidade do governo, da família e da comunidade.
por Portas Abertas

achado arqueológico confirma a bíblia


Foi encontrada torre de vigia do tempo do rei Ezequias



Recentemente, foi descoberta uma torre de vigia de aproximadamente 2700 anos, que teria sido construída durante o reinado do rei Ezequias. O achado bíblico, foi encontrado durante uma escavação realizada na parte sul de Israel, pela brigada de paraquedistas de Israel e alguns recrutas da unidade de comando. Entretanto, por motivos e segurança, o local exato da torre não pode ser divulgado.

Antigamente, era comum a construção de torres de vigia para ajudara manter a segurança dos reinos, pois dessa forma, os soldados poderiam emitir um alerta caso inimigos se aproximassem. Atualmente, algumas torres de vigia no mesmo estilo, ainda são utilizadas pelas forças de defesa locais.

construção possui dois andares e 5 x 3,5 metros e algumas pedras que compõem a torre chegam a pesar 8 toneladas.
“A localização estratégica da torre serviu como um mirante e um ponto de alerta contra o inimigo filisteu, cujas cidades eram Ashkelon “, aafirmaram Sa’ar Ganor e Valdik Lifshitz, em um comunicado. Ambos são diretores da escavação da Autoridade de Antiguidades de Israel.
“Nos dias do Primeiro Templo, o reino de Judá construiu uma série de torres e fortalezas como pontos de comunicação, alerta e sinalização, para transmitir mensagens e inteligência de campo”, disseram eles
Ezequias teve seu reinado em VIII aC, sendo o 12º rei de Judá. Assim que assumiu o trono, ele restaurou e reabriu os portões da cidade.
“Esta torre é um dos pontos de observação que conectam as grandes cidades da região, localizadas nos locais Beit Mirsim (Mirsham ), Tel Eton e Tel Laish”, acrescentaram eles.
“Nos tempos antigos, para transmitir mensagens, faróis de fumaça eram acesos durante o dia e faróis de fogo à noite. É provável que a torre de vigia agora descoberta seja uma das torres que levaram alguns dos faróis”, completaram. 
“Em suas muralhas, ó Jerusalém, eu coloquei vigias; todo o dia e toda a noite eles nunca ficarão em silêncio. Você, que lembra o Senhor, não descansa.” Isaías 62: 6.
por Redação Buxixo Gospel

Médico pode perder registro por falar de Deus com os pacientes



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Dr. Richard Scott. (Foto: Will Wintercross)

Em sua defesa, Richard Scott diz que órgão está “cedendo ao secularismo agressivo”

Um médico do Reino Unido pode perder seu registro por conta de um processo movido contra ele por um grupo secularista que o acusa de envolver a religião durante o tratamento de pacientes com depressão e ansiedade.

O Dr. Richard Scott foi denunciado pela National Secular Society (NSS) por ter orado por um paciente. O caso foi reportado para a General Medical Council (GMC), que é órgão público que mantém o registro oficial de médicos no Reino Unido.
A denuncia registrada no site Telegraph diz que alguém próximo do paciente fez a denúncia, pois a pessoa se sentiu “altamente vulnerável” e desconfortável com a oração durante a consulta.
O médico denunciado dirige uma clínica chamada Bethesda Medical Center, na cidade de Margate, em Kent, um espaço que cuida de 20 mil pacientes. Em sua defesa, Dr. Scott diz que o GMC está “cedendo ao secularismo agressivo”.
A denúncia cita um caso de 2012 quando o doutor recebeu uma advertência “por expressar suas crenças religiosas de uma forma que afligia um paciente ‘psicologicamente problemático'”.
A queixa diz também que o médico teria dito ao paciente que “o diabo assombra pessoas que não se voltam para Jesus”. Desde então, ele recebeu três queixas informais e uma pequena queixa por escrito.
Ao se defender, o médico disse que o NSS está o perseguindo e querendo que ele perca seu emprego. “Eles não gostam de mim. Bem, para ser honesto eu não gosto deles, mas eu não estou atirando para que eles percam. Eles pensam que eu sou irresponsável e perigoso e eu diria o mesmo sobre eles”, respondeu Scott.
O profissional cita dados da Organização Mundial de Saúde que falam sobre a importância da espiritualidade e das evidências científicas que afirmam que a fé beneficia a saúde.
Mas segundo um porta-voz da GMC, as queixas contra o médico estão sendo investigadas e são preocupantes.
“Uma queixa ou preocupação levanta questões sobre a capacidade do médico de praticar com segurança ou ameaçar a confiança do público”, disse.
por Redação Gospel PrimeA denuncia registrada no site Telegraph diz que alguém próximo do paciente fez a denúncia, pois a pessoa se sentiu “altamente vulnerável” e desconfortável com a oração durante a consulta.
O médico denunciado dirige uma clínica chamada Bethesda Medical Center, na cidade de Margate, em Kent, um espaço que cuida de 20 mil pacientes. Em sua defesa, Dr. Scott diz que o GMC está “cedendo ao secularismo agressivo”.
A denúncia cita um caso de 2012 quando o doutor recebeu uma advertência “por expressar suas crenças religiosas de uma forma que afligia um paciente ‘psicologicamente problemático'”.
A queixa diz também que o médico teria dito ao paciente que “o diabo assombra pessoas que não se voltam para Jesus”. Desde então, ele recebeu três queixas informais e uma pequena queixa por escrito.
Ao se defender, o médico disse que o NSS está o perseguindo e querendo que ele perca seu emprego. “Eles não gostam de mim. Bem, para ser honesto eu não gosto deles, mas eu não estou atirando para que eles percam. Eles pensam que eu sou irresponsável e perigoso e eu diria o mesmo sobre eles”, respondeu Scott.
O profissional cita dados da Organização Mundial de Saúde que falam sobre a importância da espiritualidade e das evidências científicas que afirmam que a fé beneficia a saúde.
Mas segundo um porta-voz da GMC, as queixas contra o médico estão sendo investigadas e são preocupantes.
“Uma queixa ou preocupação levanta questões sobre a capacidade do médico de praticar com segurança ou ameaçar a confiança do público”, disse.
por Redação Gospel Prime

Educação religiosa na infância está ligada a melhor saúde e bem-estar na idade adulta



Estudo foi produzido por pesquisadores de Harvard.


Menino com a Bíblia na mão. (Photo by Ben White on Unsplash)

Segundo um estudo da Escola de Saúde Pública Chan Chan, de Harvard, participar de práticas espirituais durante a infância e adolescência pode ser um fator de proteção para uma série de resultados de saúde e bem-estar no início da vida adulta.

As informações fazem parte da Harvard T. H. Chan School of Public Health divulgado em 2018, onde pesquisadores descobriram que pessoas que frequentavam serviços religiosos semanais ou praticavam orações ou meditações diárias quando eram mais novos apresentaram maior satisfação com a vida e positividade em seus 20 anos.
Isso porque essas pessoas tinham menos probabilidade de apresentar sintomas depressivos, fumar, usar drogas ilícitas ou ter uma infecção sexualmente transmissível. Esses resultados foram comparados com pessoas criadas sem hábitos religiosos ou com hábitos menos frequentes.
“Essas descobertas são importantes tanto para nossa compreensão da saúde quanto para nossa compreensão das práticas parentais”, disse a primeira autora, Ying Chen, que concluiu recentemente sua bolsa de pós-doutorado na Harvard Chan School.
“Muitas crianças são criadas religiosamente, e nosso estudo mostra que isso pode afetar poderosamente seus comportamentos de saúde, saúde mental e felicidade e bem-estar geral”, completou a pesquisadora no site da instituição.
Para chegar nesta conclusão foram usados dados de saúde de mães no Nurses ‘Health Study II (NHSII) e seus filhos no Growing Up Today Study (GUTS). A amostra incluiu mais de 5.000 jovens que foram acompanhados por entre 8 e 14 anos. Os pesquisadores controlaram muitas variáveis, como saúde materna, status socioeconômico e histórico de abuso de substâncias ou sintomas depressivos, para tentar isolar o efeito da educação religiosa.
Os resultados mostram que as pessoas que frequentavam os serviços religiosos pelo menos uma vez por semana na infância e na adolescência eram aproximadamente 18% mais propensos a relatar mais felicidade quando adultos (entre 23 e 30 anos) do que aquelas que nunca frequentaram espaços religiosos. Eles também foram 29% mais propensos a serem voluntários em suas comunidades e 33% menos propensos a usar drogas ilícitas.
“Embora as decisões sobre religião não sejam moldadas principalmente pela saúde, para adolescentes que já possuem crenças religiosas, incentivar o atendimento e práticas privadas podem ser caminhos significativos para proteger contra alguns dos perigos da adolescência, incluindo depressão, abuso de substâncias e risco. Além disso, essas práticas podem contribuir positivamente para a felicidade, o voluntariado, um senso maior de missão e propósito e para o perdão”, disse Tyler VanderWeele, um dos pesquisadores.
por Redação Gospel Prime

Uma casa e uma igreja para um evangelista da Índia


Portas Abertas providencia casa e trabalho para cristão ex-hindu que teve que fugir de seu vilarejo

Após ser expulso de seu vilarejo, o evangelista Tilak foi ajudado pela Portas Abertas, graças às contribuições de parceiros
Após ser expulso de seu vilarejo, o evangelista Tilak foi ajudado pela Portas Abertas, graças às contribuições de parceiros
Na Revista Portas Abertas de janeiro deste ano, contamos a história de Tilak, um cristão ex-hindu da Índia, que foi morto por naxalitas (grupos de militantes comunistas que operam em diferentes partes da Índia), mas que miraculosamente voltou à vida. Pelo fato de Tilak ser um evangelista que conduziu muitos a Cristo, as ameaças contra ele e sua família continuaram. Por isso, tiveram que fugir do vilarejo, indo para o povoado mais próximo, onde ficaram na casa de um amigo. Enquanto estavam hospedados com esse amigo, parceiros locais da Portas Abertas o conheceram e supriram suas necessidades emergenciais, como comida, e o convidaram para participar do curso de preparação para perseguição.
Tilak conta em suas próprias palavras: “Quando eu e minha família fugimos da nossa aldeia e nos abrigamos na casa de um amigo, Deus supriu todas as nossas necessidades, mas foi difícil. A casa tinha apenas um cômodo pequeno e tínhamos que colocar uma cortina no meio do cômodo; de um lado da cortina, dormíamos eu e minha família e do outro lado, a família do meu amigo. Os parceiros da Portas Abertas me conheceram e me encorajaram naquele momento. Depois de alguns meses, eles construíram uma casa para mim. Agora tenho uma casa boa e espaçosa, onde também fazemos os cultos de domingo. Eu realmente agradeço à Portas Abertas por providenciar uma casa tão bonita”.
A Portas Abertas, através de parceiros locais, também ajudou Tilak a abrir uma pequena granja, para que possa sustentar sua família. Também o ajudamos a cavar um poço perto da sua casa para providenciar água para eles. Isso tudo graças às contribuições de nossos parceiros.
Campanha Global Índia
É para socorrer cristãos em situações semelhantes a de Tilak que lançamos a Campanha Global Índia. Com o objetivo de socorrer e apoiar cristãos perseguidos em situações de emergência, enviamos equipes de resposta rápida até eles, mesmo em vilarejos isolados, onde a perseguição é mais aguda. Você pode fazer parte do socorro aos nossos irmãos indianos. Sua contribuiçãoajuda a transformar vidas!
por Portas Abertas