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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Auto de Páscoa deve atrair 40.000 pessoas em São José dos Campos



Musical produzido pela Igreja da Cidade conta o verdadeiro significado da Páscoa

Auto de Páscoa
Auto de Páscoa. (Foto: Reprodução / Instagram))

A Igreja da Cidade, de São José dos Campos (SP), começou esta semana a ensaiar o Auto de Páscoa, evento anual que é realizado pelos membros da igreja há 16 anos e que tem se tornado uma das principais atrações da cidade.

Marcos Sanches, um dos coordenadores do projeto e regente do coro, nos contou que tudo começou em 2004 quando a igreja se apresentou em um shopping da cidade.
“Foram tantas pessoas que acabou a comida da praça de alimentação”, lembra ele.
Desde então o evento tem tomado proporções maiores e para este ano há 600 artistas envolvidos contando com o coral, teatro, orquestra e dança. “Todos são voluntários”, esclarece o pastor ao dizer que há também outras 1.300 pessoas envolvidas no espetáculo.
Todos os anos eles contam a história da crucificação e ressurreição de Jesus, mas sempre adicionando novos elementos e personagens. A apresentação ganhou o nome de “Neshamah”  (palavra que no hebraico significa “fôlego de vida”),  e serão oito apresentações de segunda a sábado (de 15 a 20 de abril), durante a semana da Páscoa.
Auto de Páscoa.
Auto de Páscoa. (Foto: Reprodução / Instagram)
por Redação ( Gospel Prime)

Mudanças Políticas no Cazaquistão não trazem liberdade religiosa




Apesar da renúncia do presidente, líderes de igrejas locais acreditam que alteração não fará diferença para cristãos
Mudanças políticas no Cazaquistão não trazem liberdade religiosa Cristãos perseguidos da Ásia Central têm dificuldade para ter aceso a literatura cristã. Ore por eles.
Contra o cenário de crescente descontentamento e desafios econômicos, o Cazaquistão, país da Ásia Central, passou por uma grande reforma governamental, mas cristãos não esperam que sua situação tenha nenhuma melhora tão breve.
Nursultan Nazarbayev, presidente do Cazaquistão de 30 anos, primeiro demitiu seu ministro – que culpa por protestos no país quanto a assistência social, incluindo habitação e desemprego – antes de decidir renunciar. No final de março, seu sucessor, Kassym-Jomart Tokayev, foi empossado como presidente interino até as próximas eleições.
Líderes das igrejas no Cazaquistão disseram a Portas Abertas que eles não esperam que a situação da liberdade religiosa melhore no governo de Tokayev, o antigo presidente do Senado que estudou em Pequim.
O declínio gradual em sua liberdade de adoração que começou sob o comando de Nazarbayev provavelmente vai continuar, eles dizem. Igrejas registradas são checadas com mais frequência e enfrentam um aumento de restrições. Líderes de igrejas não registradas disseram que está ficando mais difícil de se encontrarem.
No começo do mês de março, a polícia antiterrorismo interrompeu um culto pela manhã em uma igreja no sul da cidade de Taraz e multou dois membros da igreja, segundo relado do site Forum18. Foi a terceira operação em um mês em igrejas que pertencem ao Conselho de Igrejas Batistas, uma instituição que não é registrada oficialmente pelo governo.
O cristianismo no Cazaquistão era visto como uma religião russa e que “alguma mídia controlada pelo governo retrata o cristianismo protestante como uma ameaça a segurança e a sociedade”.
Pedidos de oração
  • Ore em favor dos políticos do país, que essas mudanças possam sim resultar em melhoria para os cristãos.
  • Interceda em favor dos líderes das igrejas, para que saibam como lidar com essas operações da polícia.
  • Peça em favor dos cristãos do país, que eles possam se manter firmados em Cristo apesar da perseguição.
  • por Portas Abertas

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Pastor Koh foi vítima de desaparecimento forçado pelo Estado



Essa é a conclusão a que chegou o inquérito da Comissão de Direitos Humanos da Malásia, publicada nesta quarta-feira
Pastor Koh foi vítima de desaparecimento forçado pelo Estado Famílias dos desaparecidos: Susanna Koh e filhos à direita e Norhayati e filha à esquerda
A Comissão de Direitos Humanos da Malásia (Suhakam) publicou hoje suas conclusões e decisões finais sobre o desaparecimento do pastor Raymond Koh, Joshua e Ruth Hilmy e Amri Che Mat. O relatório lido dizia: “O júri tem a opinião unânime de que o pastor Raymond Koh é vítima de desaparecimento forçado ocorrido no dia 13 de fevereiro de 2017 às 10h45. As evidências diretas e circunstanciais do caso do pastor Raymond Koh provam, em um saldo de probabilidades, que ele foi sequestrado por agentes do Estado, a saber, a Filial Especial, Bukit Aman, Kuala Lumpur”.
O júri também fez um comentário semelhante sobre o ativista Amri Che Mat, que é um muçulmano xiita, grupo que é proibido na Malásia. O presidente do júri apontou as seguintes semelhanças nos dois casos:
  • Que eles foram vítimas de autoridades religiosas e da polícia sob alegações de que eles estavam envolvidos em questões contra o islamismo na Malásia.
  • Que havia vigilância direta de suas atividades antes de desaparecerem.
  • Que o modo como os sequestros de ambos foram realizados carregam semelhanças inegáveis – como seus carros foram “fechados” por três veículos 4x4 e as pessoas envolvidas usavam roupa preta.
  • A presença de um Toyota Vios dourado em ambos os casos. No caso de Amri, uma testemunha afirmou que viu o carro estacionado perto da casa do ativista três dias antes do desaparecimento. No caso de Raymond, outra testemunha afirmou que o carro estava na cena do sequestro.
Recomendações da Suhakam
Entre as recomendações, a Suhakam pede que o caso do pastor Raymond Koh seja reclassificado como desaparecimento forçado (diferente de simples desaparecimento) e que toda investigação necessária seja conduzida sob a nova classificação. A Comissão também recomenda a implementação de uma força-tarefa especial para investigar novamente o desaparecimento do pastor Raymond Koh como um caso de desaparecimento forçado.
A força-tarefa especial deverá ser composta de investigadores independentes apontados por um procurador-geral que não tenha conexões (nem no passado nem no presente) com a Filial Especial, Bukit Aman, Kuala Lumpur, assim como nenhuma ligação com membros atuais ou ex-membros de autoridades religiosas. “Todo esforço deve ser feito para rastrear os sequestradores do pastor Raymond Koh”, conclui a recomendação.
O ponto de vista da família Koh
Ao final dos procedimentos, Susanna Koh, esposa do pastor Raymond Koh, disse: “Estamos felizes com a decisão de que eles foram vítimas de desaparecimento forçado. Somos gratos por tudo que foi feito, mas gostaríamos de ter nossos maridos de volta sãos e salvos. Não sabemos porque eles foram levados. A Malásia é um país moderado, onde deveria haver liberdade de religião para praticar a fé de cada um”.
Esther Koh, filha de Raymond Koh, acrescentou: “Ficamos muito abalados, nunca foi o mesmo sem ele. Ter que lidar com a polícia foi estressante para todos nós. Não saber o que aconteceu é uma perda ambígua e causa estresse”. Susanna afirmou que dará seis meses para ter uma resposta e que se nada acontecer, terá que abrir uma causa civil contra a Filial Especial. Ela reconhece que isso é apenas o começo da luta por liberdade religiosa e direitos humanos. Antes de encerrar sua fala, ela agradeceu a Deus por ajudá-la durante essa jornada de mais de dois anos. Deus tem sido real para ela e a tem confortado. Ela também expressou gratidão à comunidade cristã pelas orações e apoio.
Pedidos de oração
  • Ore por direção do Senhor para Susanna Koh, família e advogados, para saberem qual o próximo passo nessa batalha.
  • Interceda por Susanna e Norhayati, esposa de Amri Che Mat, que ainda estão muito abaladas. Ambas choraram durante os procedimentos conforme recontavam sua experiência.
  • Clame para que o governo aceite as recomendações da Suhakam sobre liberdade de religião e direitos humanos.
  • Por Portas Abertas

Revista médica chama de “cura espontânea” milagre ocorrido após oração



Jovem com gastroparesia foi curado após ir a culto em igreja   


Quarto de hospital (Photo by Daan Stevens on Unsplash)

Um caso de cura após oração em nome de Jesus foi registrado por uma revista médica nos EUA como “cura espontânea”.

Toda a documentação e exames sobre a restauração de um jovem que por 16 anos sofreu com gastroparesia estão edição de abril da revista Complementary Therapies in Medicine. O registro do caso de um jovem cujo nome não foi divulgado mostra que ele não era capaz de comer sem um tubo de alimentação.
O artigo intitulado “Relato de caso de cicatrização por gastroparesia: 16 anos de síndrome crônica resolvida após a oração intercessória” mostra como ele foi diagnosticando com a doença nas duas primeiras semanas de vida.
Gastroparesia é um distúrbio que afeta o sistema digestivo. Durante a digestão normal, o estômago quebra a comida e depois se contrai para empurrar o alimento para o intestino delgado. Quando a pessoa sofre de gastroparesia, a comida se move lentamente através do trato digestivo, ou não se move de forma alguma. Seguidamente a comida endurece e causa obstruções, náuseas e vômitos.
O bebê precisou ser submetido a uma cirurgia onde foi colocado um tubo de gastrostomia e um tubo de jejunostomia para alimentação. Muitos anos depois, quando adolescente, ele experimentou a cura.
“Em novembro de 2011, ele estava na igreja e recebeu orações de intercessão. Ele relata que e sentiu um ‘choque elétrico’ pelo corpo. Após essa experiência, passou inesperadamente a tolerar a alimentação oral. Os tubos foram removidos quatro meses depois e ele não precisou de nenhum outro tratamento para sua condição, já que todos os sintomas haviam desaparecido. Mais de sete anos depois, continua livre dos sintomas “, explicam os autores do artigo.
A revista médica fala sobre as orações como “terapia complementar”, usadas quando se esgotam as alternativas médicas. Embora chame de “cura espontânea”, o texto traz o relato do jovem que foi curado.
“Durante a oração, eu senti um choque elétrico que começou no meu ombro direito e passou através do meu estômago. Naquele momento que soube que tinha sido tocado pelo Espírito Santo. Desde que eu fui curado da minha doença, tenho mais energia do que nunca, e passei a desfrutar completamente dessa nova aventura que é experimentar todos os tipos diferentes de alimentos”.
O jovem, que não tem mais gastroparesia, tem agora 23 anos. O artigo aponta que seus familiares eram cristãos que acreditavam que os milagres ocorriam na era bíblica, mas hoje em dia não mais, numa visão conhecida como cessacionismo. Quando ele foi curado, eles estavam frequentando uma igreja que defendia essa visão.
No dia específico em que ele foi curado a família havia ido a uma igreja pentecostal que defende a posição teológica conhecida como continuísmo. Ou seja, curas milagrosas continuam ocorrendo na atualidade.
por Redação (Gospel Prime)

O modismo evangélico

É tempo de voltar às bases e de nos centrarmos mais na glória de Deus do que na dos homens.
Evangélicos
Evangélicos. (Foto: Photo by Edwin Andrade on Unsplash)

O povo evangélico é tendencialmente de modas. Parece que os líderes estão sempre a descobrir a pólvora.

Houve a fase dos usos e costumes (eufemisticamente denominada de “santificação”), a da guerra espiritual, do louvor, das técnicas de evangelismo, do crescimento da igreja, da teologia da prosperidade, da igreja contemporânea, do G-12, da mega-igreja, do culto sem pregação, da igreja na política, da igreja franchising, da igrejaDisney (como diz um amigo meu), da pregação de auto-ajuda travestida de espiritual e sei lá o que mais.
Não quero dizer com isto que a igreja não deva ser contextualizada ao seu tempo e espaço próprios, como não pode deixar de ser. Pelo contrário. O problema que observamos é outro. É que a igreja perdeu a criatividade e anda a reboque da sociedade copiando-lhe as técnicas e a cultura. Deus é o Pai de toda a criatividade e nós andamos curvados a apanhar bolotas do chão em vez de endireitarmos a espinha e colhermos os frutos do alto.
Por outro lado, em muitos lugares perdeu-se o foco na apresentação do Evangelho aos homens e na edificação dos fiéis, optando-se por colocar a ênfase no tamanho do rebanho, lançando mãos de técnicas de puro marketing religioso. É hábito de alguns pastores, quando se conhecem, perguntar: “Quantas pessoas tem a sua igreja?”… Como se o nível de espiritualidade, pureza doutrinária ou fidelidade a Cristo pudesse ser traduzida em números. Parece que o foco não está na obediência a Cristo e a uma visão recebida de Deus, mas sim na opinião pública, na influência e poder que se possam vir a alcançar no meio religioso e ainda, em inúmeros casos, na influência política.
É tempo de dizer que o rei vai nu. É tempo de voltar às bases e de nos centrarmos mais na glória de Deus do que na dos homens.
Líder espiritual que corra de moda em moda é porque não está seguro do que Deus o chamou a fazer, ou então porque pensa que a obra de Deus se faz com técnicas e truques humanos e não com persistência, fidelidade e renovação pessoal. Quantos obreiros vão a congressos e conferências de igreja, ouvem um pregador internacional e regressam para irem pregar nas suas comunidades de fé o que ouviram. Parece que é mais fácil reproduzir o sermão de um pregador de prestígio do que parar, meditar e ouvir o Deus a quem dizem servir. A questão é que no tal congresso Deus falou num contexto definido, num tempo e a uma audiência específica. Papaguear em contexto diverso aquilo que foi dito é como aplicar uma peça dum carro no lugar errado. Não resulta e pode até causar estragos.
A melhor maneira de evitar entrar na corrente vertiginosa da moda pastoral, eclesiástica e teológica é definir uma identidade própria. Saber quem se é no reino de Deus é das coisas mais básicas e necessárias no ministério. Quem passa a vida a imitar os outros é porque não tem consistência para fazer o seu próprio caminho, isto é, para saber qual é o seu lugar no corpo de Cristo e cumprir a chamada divina que recebeu.
Simão, o mágico, estava disposto a pagar para aprender o que ele supunha serem truques ou técnicas que desconhecia e considerava apelativas (Actos 8:18,19). O que se verifica hoje é que muitos obreiros fazem o mesmo. Pagam para adquirirem novas “técnicas”, “visões” e métodos para as suas comunidades de fé, mas fazem-no de forma diferente. Querem estar na crista da onda, têm receio de ficar para trás, pensam que, se determinada visão resulta ali, também deve resultar aqui. Funcionam mais como imitadores dos outros.
Bem sei que o apóstolo Paulo exortou a que o imitassem (I Coríntios 11:1), mas o contexto refere-se a uma modelação espiritual: “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo”. Como se vê o apelo não é para sermos macaquinhos de imitação de estilos de pregação, de liturgias, de formas de comunicação ou métodos, mas para uma imitação na fé e segundo o carácter de Cristo. Ele, sim, é o modelo a seguir, não os pregadores famosos ou os ministérios mais mediáticos, que tantas vezes acabam por tornar-se pedra de escândalo para os fiéis.
Pessoalmente sempre tive alergia a imitar quem quer que fosse. Gosto de pensar pela minha cabeça e agir em consciência. Gosto de fazer o meu caminho com a ajuda de Deus. Como pastor há trinta e quatro anos nunca tive gurus, apenas companheiros e amigos de ministério. Só há um que gostaria de conseguir imitar, e não é difícil entender quem é. Esse mesmo, o mestre da Galileia.

por Jose Brissos-lino

Influenciadores se encontram com cristã perseguida da Coréia do Norte



A Portas Abertas convidou personalidades do meio evangélico a "serem a voz dos que não têm voz" e um com eles
 Personalidades cristãs se reuniram na sede da Portas Abertas para ouvir o testemunho da cristã perseguida Hea-Woo
Ontem (3), a Portas Abertas realizou um café da manhã com alguns influenciadores do meio evangélico brasileiro. O objetivo do evento foi convidar essas personalidades para se envolverem ainda mais e multiplicarem a causa dos mais de 245 milhões de cristãos que são perseguidos no mundo somente por seguirem a Jesus.
Quando passamos a desejar as tempestades
O público teve o privilégio de ouvir o testemunho de Hea-Woo, que ficou presa em campos de trabalho forçado na Coreia do Norte por ser cristã. O país, além de ser o mais fechado do mundo, é também o que mais oprime os cristãos. “Quando estava na prisão, sendo torturada a ponto de desistir, clamei ao Senhor e ouvi sua doce voz: ‘Minha filha pense no sofrimento de Cristo. Hoje eu te farei andar sobre as águas’. Jesus estava comigo o tempo todo. Ele estava comigo no meio do sofrimento”, garantiu.
Hea-Woo também compartilhou um pouco de como Deus amadureceu seu relacionamento com ela enquanto estava presa. “Quando vinham as tempestades, eu pensava: os pássaros têm seus ninhos, as raposas suas tocas, mas eu não tenho onde me cobrir da chuva”. Porém, ela ouviu a voz de Deus, que lhe disse: “Quando você estiver com frio e a ponto de desistir, louve a mim”. Assim, Hea-Woo começou a louvar a Deus no meio da chuva. “Os guardas não podiam me ouvir! Quando eu começava a louvar ao Senhor, todo o frio e toda dor que eu sentia iam embora. Assim, passei a desejar as tempestades.”
Ainda na prisão, Deus já trabalhava em Hea-Woo a vontade de fazê-la um instrumento dele: “O Senhor me disse: ‘Compartilhe e se santifique’. Então, eu comecei a compartilhar a minha porção de milho com as demais presas. Eu não tinha o suficiente, mas mesmo assim entendi que era melhor dar do que receber”. Ao finalizar, a cristã compartilhou que mesmo na prisão pedia que o Senhor a usasse: “Eu pedi ao Deus que me libertou que me levasse aos confins da terra para testemunhar do amor dele. Queria ser uma trombeta do Senhor!”.
“Precisamos aprender com elas a amar melhor”
O cantor Thiago Grulha foi um dos convidados e compartilhou: “Recebemos muita informação que forma algo em nós, principalmente uma sensação de ‘meu Deus, o que está acontecendo e eu não estou percebendo?’. Uma pessoa ser presa, ser levada a extrema tortura, ser colocada em um ambiente insalubre, tudo porque ela crê e ama a Jesus. E o interessante da história é que normalmente pensamos que a perseguição acontece contra alguém que é muito engajado, que está fazendo grandes coisas. Mas no caso dela, não estamos falando de uma estratégia de evangelização, estamos falando de uma mulher que é presa porque quer orar, cantar, segurar uma Bíblia na mão. Para mim, ficam as expressões de alguém que apesar de tudo que passou, mantém uma alegria e satisfação em Cristo Jesus. Com certeza eu saio daqui desafiado a dizer para as pessoas que Deus está se movendo, o que ele está fazendo entre os cristãos perseguidos e como conta com as nossas orações para que eles não se sintam abandonados. A nossa oração não é só um instrumento de libertação, é também uma prova do abraço de Deus. Que em nome de Jesus a gente possa se mobilizar para amar essas pessoas e aprender com elas a amar melhor”.
“Eu costumo dizer que um cristão neste mundo nunca vai ser completamente feliz, a não ser que ele seja um egoísta. Se ele abrir a janela verá dor, é na dor do próximo, servindo ao próximo que a gente entende tudo o que a gente crê, toda a nossa teologia; e é cumprindo a missão que nós compreendemos o amor de Cristo", afirmou o pastor Zé Bruno, um dos fundadores da Banda Resgate.
“Foi impactante e impressionante, eu sabia que existia a perseguição, mas não desse jeito. Ouvir este testemunho foi incrível, um renovo para minha fé e forças. Às vezes, vêm os problemas tão pequenos e a gente fica tão fraco e ver o que ela passou é algo surreal”, disse Wiliquer Aljona Labate, assessor do Daniel Araújo, conhecido como Paxtorzão.
Eles precisam de vozes que clamem por eles
O pastor Carlos Alberto Bezerra Júnior, atual secretário municipal de esportes, também esteve presente e contou sobre seu relacionamento com a causa: “A Igreja Perseguida é uma das causas da minha vida, eu acompanho o trabalho da Portas Abertas desde a minha infância. A presença da Hea-Woo, neste momento no país, é muito importante porque ela dá voz, ela encarna a realidade de milhares de cristãos perseguidos ao redor do mundo, sem que a maioria esmagadora dos cristãos saiba o que está acontecendo”.
Ele aconselha os cristãos a se solidarizarem, orarem, e se moverem em prol daqueles irmãos que hoje são perseguidos: “Nós precisamos recuperar a perspectiva cristã do martírio, do sofrimento. Esses homens e mulheres precisam ser encontrados, apoiados e precisam de vozes que clamem por eles, para que cessem as barbáries e as violações de direitos humanos que eles enfrentam”.
O cantor e pastor Adhemar de Campos reforça o conselho ao pedir que as igrejas abram espaço para falar da importância e existência dos mais de 245 milhões de cristãos perseguidos, lembrando que o Domingo da Igreja Perseguida (DIP) é uma ótima oportunidade para se engajar

por Portas Abertas

Inspirado em lei islâmica, Brunei punirá gays e adúlteros com apedrejamento



Sharia pune roubo com amputação de pé ou mão e com pena de morte quem blasfemar contra Maomé 

Sultão de Brunei, Hassanal Bolkiah. (Foto: AFP)

O sultanato realizou uma reforma em seu código penal inspirada na Sharia, a lei extremista muçulmana. Com isto, o país se torna o primeiro do sudeste asiático a usar a lei islâmica.
Ladrões também serão punidos severamente pela nova lei, com a amputação de um pé ou uma das mãos. Estupro e ofensas a Maomé serão punidos com a pena de morte.
Em seu discurso nesta quarta, sultão Bolkiah, que lidera a monarquia desde 1967, não fez referência à entrada em vigor das novas leis, mas defendeu um islã mais forte. “Quero que os ensinamentos islâmicos neste país sejam reforçados”, disse
O secretário-geral da ONU, António Guterres, criticou as novas leis e considerou que são uma clara violação dos direitos humanos. “A proteção dos direitos humanos de todas as pessoas para que possam estar com aqueles queiram e amar a quem desejam”, defendeu.
Uma nota do secretário-geral apresentada pelo porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, declarou: “Creio que os direitos humanos devem ser respeitados nas relações de todas as pessoas, em todos os lugares sem nenhum tipo de discriminação”.
Personalidades como George Clooney e Elton John também se manifestaram contra o novo código penal  pediram um boicote aos hotéis de luxo vinculados ao sultão de Brunei, Hassanal Bolkiah.
por Redação ( Gospel Prime)

quarta-feira, 3 de abril de 2019

“Jesus” da Record mostra crucificação com superprodução




Cenas foram comparadas com filme “A Paixão de Cristo”

A novela Jesus, da Rede Record, que foi ao ar na segunda-feira (01), chegou a seu ponto alto. Em sua reta final, a produção brasileira mostrou as cenas da crucificação de Cristo com qualidade comparável ao filmes de Hollywood.

Desde a maquiagem, passando pela trilha sonora e os efeitos, ficou bastante clara a inspiração em “A Paixão de Cristo”, do diretor Mel Gibson, que foi sucesso no mundo todo no início da década passada.
No capítulo 178 da trama exibida na Record TV mostrou Jesus (Dudu Azevedo) sendo pregado na cruz, entre dois homens: Dimas e Gestas. Mantendo a narrativa do texto bíblico, apresentou os apóstolos angustiados enquanto Maria e as outras mulheres estavam horrorizadas.
Em um determinado momento, Jesus encara Satanás com firmeza. Depois, influenciados pelo diabo, os sacerdotes Anás e Caifás humilham a Cristo.
Ao seu lado, Dimas se mostra arrependido e é confortado pelo Mestre. O Messias percebe o céu sendo encoberto por nuvens. Neste momento, Satanás começa a temer.
O capítulo desta terça mostrará os momentos finais do Salvador e, ao longo da semana, será mostrada a cena da ressurreição, que também necessitou o uso de efeitos especiais de última geração.



Selos descobertos em Israel remetem a relato bíblico



Inscrição está ligada a personagem mencionado em 2 Reis


Selo de Natã-Meleque (Foto: Eliyahu Yanai / City of David)

Um selo de 2.600 anos com a inscrição “(pertence) a Natã-Meleque, Servo do Rei” foi descoberto no sítio arqueológico “cidade de Davi”, em Jerusalém.

Revelado ao público neste domingo (31) pelo Dr. Anat Mendel-Geberovich, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e pelo Centro para o Estudo da Jerusalém Antiga, trata-se de uma pequena peça de argila usada para assinar documentos nos tempos bíblicos.
“Embora não seja possível determinar com absoluta certeza que o Natã-Meleque mencionado na Bíblia era de fato o dono do selo, é impossível ignorar alguns dos detalhes que os ligam”, ressaltou Mendel-Geberovich em um comunicado.
Entre os aspectos distintivos estão o fato de ser um nome raro e que a datação remete ao mesmo período em que Natã-Meleque é citado, em 2 Reis 23:11, onde é descrito como um oficial na corte do rei Josias.
O selo ou “bula”, juntamente com outros artefatos, foi descoberta em um edifício público que foi destruído na mesma época que o Templo de Salomão. O achado arqueológico é bastante significativo, explica o Dr. Yiftah Shalev, da Autoridade de Antiguidades de Israel.
Doron Spielman, vice-presidente da Fundação Cidade de David, comemora: “Esta é uma descoberta extremamente interessante pessoas em todo o mundo. O selo pessoal de Natã-Meleque, um oficial graduado do governo de Josias, rei de Judá, conforme descrito no segundo livro dos Reis”.
Um segundo artefato foi localizado durante a escavação. Trata-se de selo feito de ágata azulada, com a inscrição “[pertence] a Ikar, filho de Matanyahu”.
“A descoberta desses dois artefatos em um contexto arqueológico claro que pode ser datado é muito emocionante”, disse o professor Yuval Gadot. Não são as primeiras bulas com nomes escritos em hebraicos antigos desenterradas na cidade de Davi, cujo nome remete ao local do antigo palácio do rei bíblico.
“Esses artefatos atestam o sistema de administração altamente desenvolvido no Reino de Judá e trazem informações importantes sobre a compreensão do status econômico de Jerusalém e seu sistema administrativo durante o período do Primeiro Templo”, destacou a nota assinada pelos dois arqueólogos.
Eles acrescentaram que a descoberta ajuda a fornecer uma visão mais clara sobre “a estrutura de Jerusalém durante este período e o tamanho de sua área administrativa. A destruição deste edifício pelo fogo, aparentemente durante a conquista babilônica da cidade em 586 a.C., fortalece nossa compreensão da intensidade da destruição na cidade.”
por Redação ( Gospel Prime)

Graça para curar vítima de trauma



Como Deus tem restaurado as vidas de cristãos que sobrevivem a ataques do grupo radical islâmico Al-Shabaab, no Quênia
 Margaret também é uma sobrevivente do ataque à Universidade de Garissa, no Quênia
Hoje completam quatro anos desde o ataque do Al-Shabaab à Universidade de Garissa, no Quênia. Na ocasião, 147 pessoas foram mortas, sendo que a maioria foi morta por causa da fé em Jesus. Mas Garissa não é um caso a parte. No litoral do Quênia há uma cidade de cerca de 50 mil habitantes chamada Mpeketoni. Em 2014, militantes do grupo islâmico Al-Shabaab iniciaram uma série de ataques na cidade e vilas próximas, que mataram 92 pessoas. Grace, uma cristã, testemunhou os efeitos do trauma em jovens e idosos. Apesar disso, ela tem visto como o Senhor tem trazido cura, principalmente para as crianças.
Grace, que tinha cerca de 20 anos, estava em casa quando o Al-Shabaab realizou o ataque. Apesar da atuação do grupo no local para introduzir o islamismo radical e expulsar os cristãos ser ativa, o ataque foi inesperado. Ela então percebeu as marcas do trauma não apenas em seus familiares, mas em toda a comunidade. Além disso, a frequência à igreja caiu radicalmente.
Devido à situação, a Portas Abertas ofereceu aconselhamento pós-trauma para os líderes da igreja, que pediram para que o seminário fosse dado também aos professores da escola dominical. Grace foi uma das participantes e aprendeu a usar arte e jogos, além de criar um ambiente seguro para que as crianças falassem sobre suas experiências. Os participantes do seminário trabalharam com 30 crianças, de 6 a 12 anos, que tinham sobrevivido ao ataque do Al-Shabaab.
Agora, vários anos depois, Grace conta que tem visto Deus tirar o bem dessa situação terrível. Antes, quando a escola dominical acabava, as crianças podiam ir brincar ou voltar para casa, mas agora elas participam do culto principal. Muitas pessoas se converteram depois dos ataques. “Isso fez as pessoas pensarem sobre a vida e o que significaria morrer antes de se acertar com Deus. Muitos aceitaram a Cristo”, conta. Além disso, ela também percebe que os ataques geraram unidade aos cristãos.
Esse é o nosso Deus. O único que pode gerar graça mesmo em meio a momentos de dor e perda. Ele consegue transformar o mal em bem e ter o seu nome glorificado, independentemente da situação. E isso pode ser percebido por meio da vida de nossos irmãos e irmãs quenianos que sobreviveram a ataques do Al-Shabaab.
Pedidos de oração
  • Agradeça ao Senhor pela oportunidade de realizar o aconselhamento pós-trauma na igreja após os ataques.
  • Peça para que ele continue usando o treinamento oferecido para trazer cura aos sobreviventes traumatizados pelo ataque, independente da idade.
  • Ore pela proteção do Senhor sobre os cristãos quenianos.
  • por Portas Abertas

terça-feira, 2 de abril de 2019

Esperança de um novo tempo no Iraque e Síria



Como está a vida dos cristãos no Iraque e Síria diante das transformações trazidas pela guerra
 A família do Dr. Rabia é uma das que decidiram ficar no Iraque e expressar o amor de Deus em meio à guerra
Neste mês de abril a Revista Portas Abertas aborda Iraque e Síria, países do Oriente Médio abalados pela guerra em anos recentes. Você vai saber como está a situação atual da Igreja Perseguida nesses países e como Deus tem agido, manifestado seu poder e trazido esperança em meio à guerra.
Graças a Deus, nossos irmãos sírios estão esperançosos que a guerra acabe e se sentem apoiados pelo governo do presidente Bashar Al-Assad. Por outro lado, os cristãos iraquianos já não confiam tanto no governo para protegê-los. O que ouvimos de um líder cristão do Iraque é: “Esperamos ter plenos direitos no Iraque – essa é a coisa mais importante que precisamos para continuar no país. As coisas materiais são muito importantes, mas para continuar existindo precisamos de nossos plenos direitos como reais cidadãos do Iraque”. Como igreja livre, precisamos continuar apoiando nossos irmãos a restaurar suas casas, igrejas e cidades e, assim, construir um futuro na nação.
Você vai conhecer um pouco mais sobre a perseguição na Rússia, país que voltou à Lista Mundial da Perseguição, em que esteve presente pela última vez em 2011. Se você ainda não se cadastrou para fazer o Domingo da Igreja Perseguida na sua igreja, na revista você encontrará uma matéria especial explicando como fazer o cadastro aqui no site. O DIP será no dia 16 de junho e abordará a Coreia do Norte. Cadastre-se e envolva sua igreja no maior evento de oração pela Igreja Perseguida.
Na revista você ainda vai encontrar um devocional inspirador e o Vamos Orar, com pedidos diários de oração pelos cristãos perseguidos. Além de ficar por dentro de outras informações pertinentes à causa dos nossos irmãos, que enfrentam a perseguição por amor a Jesus. Para receber a revista em casa por 12 meses, basta fazer uma doação no valor de R$ 39,00. Ao assinar a revista, você se torna um parceiro da Portas Abertas no serviço à Igreja Perseguida.
A reconstrução no Iraque continua
Ao conhecer melhor a realidade dos nossos irmãos do Iraque e Síria, você pode orar por eles com mais propriedade. Você também tem a oportunidade de contribuir para a reconstrução de suas casas e igrejas. Doe e ajude nossos irmãos a reconstruir.

por Portas Abertas

Sacerdotes católicos queimam livros de Harry Potter para combater a magia





Outros objetos também foram queimados

Entre os vários objetos queimados por um grupo de sacerdotes católicos da Polônia encontra-se os livros de Harry Potter. A ação tinha como objetivo combater a magia e os falsos ídolos e foi realizada pela fundação “SMS do Céu”.
Entre os vários objetos queimados por um grupo de sacerdotes católicos da Polônia encontra-se os livros de Harry Potter. A ação tinha como objetivo combater a magia e os falsos ídolos e foi realizada pela fundação “SMS do Céu”.
Conservadora, a organização católica também queimou guarda-chuva da Hello Kitty, elefante da sorte, máscara de madeira africana, talismãs e outros itens que, para eles, são contrários ao respeito “a Deus”.
As redes sociais da “SMS do Céu” divulgaram a ação que aconteceu em Gdansk, neste final de semana, nas imagens é possível ver vários sacerdotes empilhando livros e outros objetos que foram levados, com a ajuda de crianças, para o local onde aconteceria a fogueira.
A entidade católica explica que a queima é feita em obediência a Deus, e lista algumas passagens da Bíblia para justificar a fogueira.
“Usar horóscopo, astrologia, quiromancia, profecias ou presságios são manifestações do desejo de controlar o tempo, a história e a humanidade e, ao mesmo tempo, do desejo de ganhar poderes ocultos, por isso se trata de práticas contrárias à reverência e ao respeito a Deus”, diz o anúncio do Facebook.
por Redação (Gospel Prime)

Terroristas do Hamas criticam Bolsonaro e pedem “pressão” de árabes contra Brasil



A decisão do governo brasileiro de criar um “escritório diplomático” em Jerusalém desagradou o grupo palestino

Militantes do HamasMilitantes do Hamas. (Foto: Reuters)

A visita do presidente Jair Bolsonaro a Jerusalém não agradou ao Hamas, o grupo terrorista palestino que controla a Faixa de Gaza. Através de uma nota, o movimento condenou a passagem do líder brasileiro pela região disputada por israelenses e palestinos.

“Em particular, o Hamas denuncia a visita do presidente brasileiro à Cidade Sagrada de Jerusalém acompanhada do primeiro-ministro de Israel”, diz o texto. “O Hamas também condena os planos de abertura de um escritório de negócios do Brasil em Jerusalém.”
Pedindo para que os países árabes reajam contra a abertura do escritório diplomático, o Hamas declarou que “esta política não ajuda a estabilidade e segurança da região” e que tal medida “ameaça os laços do Brasil com países árabes e muçulmanos”.
A decisão de abrir um escritório diplomático em Jerusalém foi a alternativa do governo para não prejudicar o comércio com os países árabes, principais exportadores dos produtos brasileiros. Bolsonaro prometeu transferir a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém, mas resolveu adiar tal medida para não impactar negativamente essas negociações, um pedido feito pelo Ministério da Agricultura.
por Redação (Gospel Prime)

Família cristão do México é ameaçada de expulsão


Por se negar a pagar taxas à igreja católica, pai de família já foi preso duas vezes e pode ser expulso da comunidade
Família cristã do México é ameaçada de expulsão Ore pela minoria cristã de Hidalgo, no México, para que seus olhos estejam em Jesus, apesar de toda perseguição
Uriel Hernández é um jovem cristão da comunidade de Coamontax, no município de Huazalingo, no estado de Hidalgo, no México. Ele mora com a esposa e o pai, de 60 anos. O pai de Uriel, também cristão protestante, desobedeceu às ordens dos líderes tribais de limpar a igreja católica e pagar as taxas recolhidas para os festivais religiosos. Por causa disso, foi preso juntamente com outros cristãos da comunidade. Depois ele foi libertado e enviado novamente à prisão pelo mesmo motivo.
Uriel diz: “Eu posso continuar lutando, mas meu pai é de idade e está cansado. O confronto com as pessoas da nossa cidade começou em novembro de 2018. Os moradores da comunidade tiraram sarro do meu pai e o forçaram a entrar na igreja católica para limpar. Nós os denunciamos ao Escritório de Direitos Humanos e desde então não paramos de denunciar suas ações contra nós”.
Casa cercada com arame farpado
Ele disse à Portas Abertas que o que mais deixou os líderes comunitários enfurecidos foi o fato de Uriel tê-los denunciado formalmente por suas ações contra a minoria cristã evangélica. Como é de costume, os líderes (geralmente há de 2 a 3 em cada comunidade) não vão sozinhos a essas audiências, mas acompanhados de um grupo de moradores para intimidar os cristãos. Na audiência específica do caso do pai de Uriel, eles levaram 30 pessoas.
Mas o pior momento desses cinco meses de conflito com os líderes aconteceu no começo de fevereiro. Um grupo de pessoas armadas com pedaços de pau foram à casa de Uriel para instalar arame farpado ao redor da casa. Quando terminaram, eles alertaram: “Paguem as taxas em dez dias ou deixem a cidade”. Desde então, Uriel já entrou em contato com o governo local e regional, mas ainda não recebeu nenhuma ajuda. Há um vácuo oficial que deixa as minorias cristãs impotentes diante do abuso dos moradores de suas próprias comunidades, no estado de Hidalgo.
A Portas Abertas no México já começou a planejar uma estratégia para apoiar essa família, avaliando várias opções para a defesa jurídica. Ore por essa família e por todos os cristãos perseguidos do México, pressionados a negar a fé no Deus vivo e verdadeiro. Suas orações os ajudarão a serem fortalecidos e sustentados pelo Senhor.
por Portas Abertas

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Jovem muçulmana das Filipinas ajuda cristãos



Hidaya trabalha com igreja cristã, através da qual providencia ajuda a 11 mil pessoas afetadas pela guerra em Marawi, nas Filipinas
Jovem muçulmana das Filipinas ajuda cristãos  Jovens das Filipinas em acampamento, onde participam de atividade em grupo
No sul das Filipinas, grupos islâmicos estão engajados em uma revolta pela independência da província na região sul de Mindanao, que tem uma forte maioria muçulmana, há décadas. Cerca de dois anos atrás, um desses grupos atacou a cidade de Marawi e a tomou por cinco meses, destruindo grande parte da cidade e causando o deslocamento de quase meio milhão de pessoas. Eles também fizeram mais de dez cristãos cativos, inclusive um líder cristão.
Foi esse evento que levou a jovem Hidaya Macaapar Sultan, uma muçulmana de 22 anos, a agir. Ela decidiu ajudar as pessoas em colaboração com grupos religiosos. Hoje, ela trabalha como assistente social com uma igreja cristã local. Eles providenciam ajuda humanitária para mais de 11 mil pessoas, inclusive 300 famílias cristãs, que ainda estão esperando para voltar para casa em Marawi. Ela diz que a fé não deveria impedir a colaboração de pessoas de diferentes religiões.
Hidaya afirma: “Eu vi muita gente sofrer por causa da guerra, mas também testemunhei como vidas podem ser salvas quando diferentes religiões trabalham juntas”. O envolvimento de jovens muçulmanos como Hadaya ajuda na implementação de programas, pois eles conhecem o cenário social e cultural.
Pedidos de oração
  • Neste Dia Mundial da Juventude, ore para que haja um espírito de cooperação entre jovens cristãos e muçulmanos.
  • Clame para que a tolerância, amor e respeito sejam a marca dos jovens cristãos, atraindo muitos outros a Cristo.
  • Ore para que mais jovens brasileiros se engajem com a causa da Igreja Perseguida.
Por Portas Abertas

Em Marrocos, papa desaconselha católicos a evangelizar: “Converter não é a missão”



Levar um islâmico ao cristianismo pode render prisão naquele país  


Papa Francisco em Marrocos. (Foto: REUTERS/Youssef Boudlal)

Durante sua visita ao Marrocos, na manhã deste domingo (31), o papa Francisco surpreendeu ao dizer que a missão dos católicos é ilustrar os ensinamentos da Igreja e não evangelizar.

“Continuem próximos daqueles que são frequentemente excluídos, os pequenos e os pobres, os prisioneiros e os migrantes. Os caminhos da missão não passam através do proselitismo, que leva sempre a um beco sem saída, mas pelo nosso modo de estar com Jesus e com os outros”, declarou, segundo site oficial do Vaticano.
De maioria muçulmana, em Marrocos levar um islâmico ao cristianismo pode render prisão, e o pontífice alertou contra a tentativa de conversão religiosa. “ A que é semelhante um cristão nestas terras? Com que posso compará-lo? É semelhante a um pouco de fermento que a mãe Igreja quer misturar com uma grande quantidade de farinha, até que toda a massa se levede. De fato, Jesus não nos escolheu nem enviou para que nos tornássemos os mais numerosos!”, declarou, em um discurso que contrasta com textos bíblicos como Mateus 28:19-20.
O pontífice concluiu declarando que “ser cristão não é aderir a uma doutrina, a um templo, ou a um grupo étnico; ser cristão é um encontro. Somos cristãos, porque Alguém nos amou e veio ao nosso encontro, e não por resultados do proselitismo”.
A postura de conciliação com os islâmicos é comum nos discursos de Francisco, que disse anteriormente que cristãos e muçulmanos “são irmãos”.
por Redação Gospel Prime

Pastor do Laos é convocado pra reunião com o governo


Um documento foi apresentado com acusações contra os cristãos do vilarejo. Ore por graça e sabedoria durante a reunião
Pastor do Laos é convocado para reunião com o governo Ore pelos líderes cristãos do Laos e, em especial, pelo pastor Xay e seu vilarejo (foto representativa)
O pastor Xay (pseudônimo), do Laos, foi convocado pelo chefe de seu vilarejo para uma reunião com as autoridades da província, o parlamento provincial e autoridades do distrito. Ou seja, pessoas do alto escalão do governo estarão presentes na reunião, marcada para hoje, 1 de abril. O assunto a ser discutido será religião.
O chefe do vilarejo apresentou um documento que continha três acusações sobre cristãos da aldeia. Em primeiro lugar, alega que os cristãos não comunicam suas reuniões aos vizinhos. Em segundo, diz que os cristãos não pagam seus impostos e, em terceiro lugar, afirma que os cristãos causam problemas.
Esteja em oração no dia de hoje, enquanto o pastor Xay se encontra com esses oficiais de alto escalão do governo. Ore para que ele tenha as palavras certas e que seja sensível à direção do Espírito Santo. Interceda para que Deus o ajude a representar os cristãos do seu vilarejo e para que essa reunião não seja o começo de contínua importunação para os cristãos do Laos. O país ocupa a 19ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019 e os cristãos laosianos necessitam muito de oração para que sejam fortalecidos em meio à perseguição.

Por Portas Abertas

Cristã perseguida da Coreia do Norte vem ao Brasil contar seu testemunho



Ela chegou a ser presa e condenada a trabalhar nos campos de trabalho forçado   
Hea-Woo
Hea-Woo (Ilustrativo) (Foto: Portas Abertas)

Desde o dia 21 de março a cristã Hea-Woo, 74 anos, tem passado por igrejas de diversas partes no Brasil para contar sobre a perseguição que sofreu na Coreia do Norte e na China.
Ela ficará no país até dia 8 de abril, relatando sua história de vida, fé e coragem. Mostrando aos cristãos brasileiros como é viver em um país onde ser cristão é motivo de perseguição, tortura e morte.
A história de Hea-Woo começa com sua mãe a levou consigo para fugir da guerra da Coreia do Norte, em 1950, elas caminharam por dois meses rumo à fronteira com a China. Durante esta longa caminhada, Hea viu que sua mãe usava uma cruz em sua corrente pendurada no pescoço. Ao questionar o que era, a pequena ouviu como resposta que nunca comentasse com ninguém sobre aquele pingente.
Hea-Woo e sua irmã viveram na China com sua avó por sete anos, até que houve uma ordem para que todas as crianças norte-coreanas voltassem para suas casas. Foi então que ela pode ter contato com sua mãe que era cristã e cuidava de viúvas e pobres.
“Ela morreu em 1990 e eu me tornei cristã sete anos mais tarde”, conta Hea-Woo, criada como uma comunista que aprendeu que missionários cristãos estavam tentando se infiltrar no país para converter as pessoas. Como os cristãos eram incapazes de fazer “atos revolucionários”, eram inimigos.
“Eu ouvia histórias de que cristãos iam aos hospitais, levavam as pessoas ao porão, as matavam e tiravam seu sangue para vender. Pensar nisso era horripilante para mim”, conta a cristã.
Hea-Woo cresceu pensando que o líder do regime, Kim Il-sung, era um deus e, como tal, não comia nem dormia. A mãe dela, que trabalhava em um hospital como parteira, tentava lhe contar a verdade, dizendo que ele era humano, mas isso não fazia sentido para a jovem Hea-Woo.
Ela voltou a morar na China e mais tarde foi levada diretamente para o campo de concentração da Coreia do Norte por professar o Evangelho, juntamente com o seu marido. Seis meses após deixar a prisão, seu esposo faleceu e ela foi condenada a fazer trabalhos forçados. Seis anos depois ela conseguiu fugir dos campos e hoje vive refugiada em outro país.
Por Redação Gospel Prime