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segunda-feira, 11 de março de 2019

PERSEVERANÇA NA PERSEGUIÇÃO



Conheça a história de uma cristã perseguida de Bangladesh que usa seus talentos para abençoar e servir a comunidade

Perseverança na perseguição Louvado seja Deus pelas mãos abençoadoras de Mansuri, que geram vida
Mansuri nasceu em uma família muçulmana de Bangladesh, mas se converteu em 1996. Ela fugiu de casa para se casar com um cristão ex-muçulmano, Rahim. Através do testemunho de Rahim, toda sua família se converteu a Cristo. Quando eles se mudaram para outra região, ela se reunia com cerca de outros 20 cristãos para orar, compartilhar a ceia e aprender a palavra de Deus juntos. Mansuri chegou a batizar sete mulheres, principalmente ex-muçulmanas, pois na cultura local seria inapropriado para um homem tocar uma mulher. Após batizá-las, ela continuou discipulando essas mulheres.
A perseguição atingiu a família em seu lado mais sensível: os filhos. Eles eram insultados e zombados pelos alunos e professores da escola. Isso deixava Mansuri muito chateada e ela decidiu se posicionar por seus direitos. Ela foi conversar com o professor e diretor da escola e disse para eles: “Religião é uma questão pessoal. Temos o direito de escolher. Por que meus filhos são tratados assim?”, questionou.
Em outro episódio, a pressão partiu dos próprios familiares, que um dia se reuniram para tentar forçá-los a negar a fé e voltar ao islamismo. Mas eles se recusaram veementemente. Como vingança, a família construiu um banheiro na frente da casa deles. O problema é que em Bangladesh, situações como essa são consideradas regra, pois os muçulmanos têm o direito de menosprezar e maltratar a minoria cristã.
Multiplicando o que aprendeu
Por causa da perseguição, a família decidiu mudar-se para a capital, Daca, onde seu marido começou a fazer um seminário de três meses. Ela também queria estudar a Bíblia mais profundamente, mas eles não tinham condições financeiras para isso. Mas foi aí que ela conheceu o curso de discipulado da Portas Abertas, onde poderia estudar de graça. Assim ela fez e depois de um ano de estudos se formou. Imediatamente, Mansuri começou a multiplicar o que havia aprendido. Ela começou um grupo de discipulado com algumas famílias uma vez por semana. No total, havia dez mulheres participando do grupo, inclusive sua filha.
Mansuri também começou a visitar famílias de uma comunidade carente perto de sua casa. Ela levou seis crianças para casa, onde lhes dava um lanche e ensinava inglês, matemática etc. Não se dando por contente, há cerca de um ano ela decidiu abrir uma classe dentro da comunidade, onde ensina 18 crianças. Ela encoraja as mulheres que discipula a se envolverem em projetos sociais. Uma vez por semana elas fazem uma vigília de oração e têm visto milagres acontecerem na vida daqueles por quem oram.
Revista Portas Abertas
Na revista Portas Abertas deste mês, você vai conhecer o testemunho de outras mulheres que também têm sido agentes de transformação em sua comunidade. Apesar da perseguição que enfrentam, elas são expressão do amor de Deus. Ao receber a revista mensalmente, você fica a par de informações, histórias e pedidos de oração da Igreja Perseguida. Assine a revista e conecte-se com essa causa.
Invista na alfabetização
Em muitos países do Sudeste Asiático, os cristãos são excluídos e não têm acesso à educação. Por isso, iniciativas como a de Mansuri são tão impactantes. Com uma doação, você também pode causar um impacto positivo, ajudando cristãos perseguidos a serem alfabetizados.

Por Portas Abertas

Como ser ético em uma sociedade tão rápida e individualista?



Devemos nos voltar para os evangelhos.
Homem sozinho ao celularHomem sozinho ao celular. (Photo by Ali Yahya on Unsplash

Vivemos em uma sociedade rápida e imediatista, onde não existe tempo para as relações humanas, mas, apenas para o aqui e o agora, o que reflete a cultura do fast-food, já que tudo tem que ser rápido e para ontem, como sinaliza o sociólogo Baumann:  “O velho limite sagrado entre o horário de trabalho e o tempo pessoal desapareceu. Estamos permanentemente disponíveis, sempre no posto de trabalho”.
Portanto, este é o reflexo de uma sociedade liquida, onde tudo tem que ser diluído com muita rapidez, o que explica, o porque muitas pessoas leem pouco, conversam pouco e não tem tempo para reflectir, mas, apenas para executar.
Sendo assim, em uma sociedade cada vez mais rápida, as pessoas acabam se esquecendo do necessário e só pensam no urgente, portanto, precisamos reorganizar nossa agenda e rever nossas prioridades, já que a vida passa muito rápido, e o tempo não volta mais, e dentro do contexto da sociedade atual, é importante repensarmos a importância de um proceder ético e comunitário, como sinaliza Paul Ricoeuer: “A ética é a intenção da vida boa para si e para o outro, em instituições justas”.
Portanto, este conceito de “viver bem consigo e com o outro”, evoca, ainda, a ideia de estima e solicitude que contribuem para estabelecer o respeito entre as pessoas.
Infelizmente, vivemos em uma sociedade cada vez mais individualista, onde as pessoas acabam se esquecendo do essencial e só pensam no mundo virtual e deste modo, acabamos tendo mais de “1000 amigos”, em uma rede social, mas, não sabemos, até que ponto aquelas “amizades” são saudáveis.
De acordo com o frei Leonardo Boff: “A sociedade contemporânea, chamada sociedade do conhecimento e da comunicação, está criando, contraditoriamente, cada vez mais incomunicação e solidão entre as pessoas. A Internet pode conectar-nos com milhões de pessoas sem precisarmos encontrar alguém. Pode-se comprar, pagar as contas, trabalhar, pedir comida, assistir a um filme sem falar com ninguém. Para viajar, conhecer países, visitar pinacotecas, não precisamos sair de casa. Tudo vem à nossa casa via online”.
Sendo que, vivemos o tempo da globalização, onde tudo acontece de modo muito rápido e intenso, onde ninguém tem tempo para ninguém, e diante deste quadro, precisamos fazer a seguinte pergunta: “Nossa atitude perante o próximo, tem sido marcado pela cooperação mutua ou pelo individualismo?”.
Enfim, para que possamos refletir a importância das relações humanas, devemos nos voltar para os evangelhos, onde podemos analisar as sábias palavras de: “O filho do homem, não veio para ser servido, mas, para servir” (Marcos 10:45).
Dentre muitos ensinamentos, Jesus nos deixou este importante conselho, já que diante de cada desafio, devemos imitar o exemplo de Cristo, através de nosso caráter e integridade pessoal, o que nos leva a refletir a importância de um comportamento ético e altruísta, como um modelo de vida que nos torna mais parecidos com Jesus, e nos conduz ao caminho da verdadeira espiritualidade, que irá se materializar por meio de um viver ético e cristão, centrado muito mais nos “nós” do que no “eu”, o que é resumido na oração do pai “nosso”, o que nos ensina o caminho da verdadeira espiritualidade, que se centra sempre no próximo, e nunca em nós mesmos.
Por Nuno de Ornelas

EX-MUÇULMANA DA MALÁSIA ENCONTRA MOTIVAÇÃO PARA SERVIR EM JESUS

Nora é a primeira líder cristã ex-muçulmana malaia. Casada não oficialmente com um cristão, ela optou por não ter filhos devido a restrições que a perseguição impõe
Ex-muçulmana da Malásia encontra motivação para servir em Jesus Que na igreja malaia se levantem mais mulheres como Nora, dispostas a servir apesar da perseguição (foto representativa)
A história que compartilhamos hoje vem do país que ocupa a 42ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019, a Malásia. No país, a igreja oficialmente reconhecida pelo governo não pode aceitar cristãos ex-muçulmanos, o que acarretaria em perseguição para a própria igreja. A lei também não permite que se pregue o evangelho ao povo malaio. Então como aqueles que se convertem do islamismo na Malásia podem crescer na fé? Conheça a história de Nora* e veja como.
Na escola, Nora tinha aulas de religião e prática islâmica. “Mas eu nunca tive paixão por seguir o islã; desde o primário, eu não gostava dos estudos islâmicos, pois achava muito difícil”, relembra. Nora conheceu Daniel (que viria a ser seu futuro marido) no trabalho e ele a levou à igreja, onde ela começou a participar de um estudo bíblico nos fins de semana. Quando decidiu seguir Jesus, Nora sabia que essa decisão mudaria toda sua vida, mas diz: “Por Deus e com Daniel ao meu lado, estou preparada para encarar tudo. Aconteça o que acontecer, nós vamos considerar como um teste e treinamento de Deus para nossa fé”.
Como Daniel e Nora não puderam se casar na igreja oficial à qual Daniel pertencia (para um muçulmano se casar com um não muçulmano, este tem que se converter ao islã, segundo as leis da Malásia), eles foram à igreja do pastor Ishak*, que era formada por cristãos ex-muçulmanos. Mesmo assim, o pastor não aceitou fazer o casamento assim que os conheceu. Hoje ele compartilha: “Eu os mantive em oração por meses, só para testá-los. Eu perguntava a Deus se ele havia enviado aquele casal, e eles se mostraram fiéis. Toda semana estavam na igreja, nunca faltavam e participavam ativamente das programações”. Assim, depois de um ano, pastor Ishak batizou Nora, em junho de 2008, e fez o casamento dela com Daniel em dezembro do mesmo ano.
Casada, mas sem filhos
Mas Nora não pôde convidar seus pais para o casamento, pois eles não sabiam que ela havia abandonado o islã para seguir a Cristo. Eles ainda não sabem e Nora explica porque: “Eu não falo sobre minha fé não por medo, mas porque não quero perder meu relacionamento com minha família, principalmente com meus pais, que já estão ficando velhos”. Assim, o dia do casamento foi um dia de muito choro para toda a igreja, pois eles sabiam o que aquele tipo de casamento significava. Eles só casaram na igreja, mas não no civil. “Se tivéssemos filhos, eles seriam levados pelas autoridades islâmicas se descobrissem que sou uma cristã ex-muçulmana. Ter filhos é impossível para nós”, explica Nora em lágrimas, expressando profunda dor no coração.
Alguns casais cristãos optam por se converter ao islã somente para poder registrar os filhos, o que faria com que os filhos se tornassem oficialmente muçulmanos também. Mas Nora sentiu que isso não era a coisa certa a fazer. Apesar de sua luta, ela encontra esperança e força para perseverar e compartilha: “Eu fiz o discipulado na igreja por vários anos e usamos o material da Portas Abertas, Permanecendo Firme Através da Tempestade. O que eu aprendi realmente me fortaleceu. Os princípios bíblicos me dão esperança para o futuro. É difícil obedecer a todos os ensinamentos, mas eles dão esperança, e isso é o que me fortalece”.
Hoje Nora é uma das poucas líderes cristãs do sexo feminino entre o povo malaio. A igreja local é muito fraca e dispersa e não tem nenhuma instituição oficial. Aqueles que se dedicam ao ministério são poucos e a maioria pertence às igrejas oficiais, que são formadas por outros grupos étnicos. Entre os menos de dez líderes de grupos cristãos malaios, apenas três tiveram estudo teológico, que são o pastor Ishak, Nora e um outro. Eles são os precursores da igreja local malaia. A Portas Abertas apoiou Nora em seus três anos de seminário bíblico, que finalizou em 2017.
*Nomes alterados por segurança.
Pedidos de oração
  • Clame para que Deus levante mais líderes locais malaios que sejam treinados teologicamente.
  • Interceda por Nora e sua missão de discipular e servir seu próprio povo.
  • Ore por unidade e solidariedade entre as igrejas oficialmente reconhecidas e as igrejas de cristãos ex-muçulmanos.
por Portas Abertas

NA NIGÉRIA, UMA CATIVA DO BOKO HARAM ENCONTRA AMOR EM JESUS



Esther foi sequestrada pelo Boko Haram aos 16 anos, engravidou e tem uma filha que muitos chamam de “bebê do Boko Haram”
Na Nigéria, uma cativa do Boko Haram encontra amor em Jesus No aconselhamento pós-trauma, Esther desenhou a si mesma como uma mulher bonita pela primeira vez
A jovem Esther, agora com 20 anos, é de Gwoza, estado de Borno, NigériaEla foi sequestrada pelo Boko Haram em 2014 e ficou cativa por mais de três anos. Durante o tempo no cativeiro, passou por experiências traumáticas, como abuso sexual e ver pessoas serem mortas. Ela conseguiu escapar e, depois de três dias, foi encontrada por forças do exército. Mas isso não trouxe a liberdade que ela esperava, pois ela foi mantida em uma condição de “semi-prisão” até que um médico cristão conseguiu conectá-la com sua família. Em um recente evento de aconselhamento pós-trauma, pudemos ouvir Esther e entender melhor como tudo realmente aconteceu.
Como o Boko Haram estava atacando vilarejos vizinhos, os moradores de Gwoza dormiam em cavernas e só iam em casa para cozinhar. Esther estava doente e com febre. Certo dia, se sentindo um pouco melhor, decidiu ir ao vilarejo para pegar comida em casa. Mas quando chegou ao engenho, a febre começou a voltar, ela ficou com tontura e dormiu ali mesmo onde estava. “Eu sonhei que ouvia tiros em todos os lugares, mas quando abri os olhos, percebi que era real. Vi pessoas correndo. Eu mal consegui levantar e tentei fugir também, mas tropeçava toda hora, pois estava muito fraca. As balas voavam em todas as direções e quando algumas atingiram o solo na minha frente, eu me abaixei e deitei no chão”, relembra. Esther foi capturada junto com outras mulheres. Os agressores separaram as muçulmanas das cristãs e começaram a andar em direção à floresta de Sambisa.
Escrava e “esposa" do Boko Haram
Todas as mulheres foram colocadas em fila e divididas entre os homens para serem suas esposas. As que se recusassem seriam vendidas como escravas. “Eu não queria casar e achei que seria melhor ser escrava. Então me colocaram em um carro e me levaram à casa de um dos líderes do grupo para trabalhar para ele, suas quatro esposas e filhos. Eu lavava as roupas e a louça, cozinhava, fazia tudo”, relembra a jovem.
Mas as esposas do líder começaram a ficar com ciúme de Esther por ela ser jovem e bonita. A solução encontrada foi casá-la com outro líder que já tinha outras três mulheres. Devido ao abuso sexual e intimidação que enfrentava, Esther teve crises de fé e de auto aversão. Ela explica: “A cada dia que passava, eu me odiava mais e mais. Eu sentia que Deus tinha me abandonado e estava brava com Deus, mas não conseguia negá-lo. Então começava a lembrar suas promessas de nunca me deixar”.
Em 2015, os conflitos entre facções do Boko Haram se intensificaram e o “marido” de Esther, que era um dos líderes do grupo, decidiu ficar com o Estado Islâmico da Província do Oeste da África e foi para Camarões, levando suas quatro mulheres. Mas acabou sendo morto nos conflitos. As quatro mulheres, então, decidiram fugir juntas. “Caminhamos na floresta por três dias sem comida, água nem calçados. Estava chovendo e a água chegava aos nossos joelhos. Eu estava grávida de sete meses”, conta Esther.
Foi aí que foram encontradas por oficiais do exército e enviadas para um quartel em Maiduguri. Mas foi outro “inferno na terra” para Esther, pois os que escaparam ou foram resgatados eram tratados como colaboradores dos terroristas ao invés de sobreviventes. “Havia cerca de 500 mulheres em um cômodo. Eu era a única cristã, todas as outras eram ‘mulheres do Boko Haram’. Não tinha espaço para deitar, tínhamos que dormir em pé. O banheiro era imundo. E nos trancaram lá, era como uma prisão. Eu fiquei muito doente e comecei a expelir sangue pela boca, nariz e ouvidos, até que desmaiei e fui levada ao hospital do quartel”, explica. Lá havia um médico cristão que Deus usou para mudar as circunstâncias de Esther, pois pelo nome ele reconheceu que ela era cristã e ele conhecia o avô dela que morava em Maiduguri. Assim, ela foi reunida à sua família.
Volta para casa
No começo, os avós de Esther estavam felizes por tê-la de volta, mas depois as fofocas dos vizinhos fizeram com que eles mudassem de ideia. No fim, ela foi apoiada pelo avô, mas não pela avó. Ela foi ajudada pela irmã e pela igreja. Mas a comunidade em Maiduguri continuava a menosprezá-la e dizer palavras cruéis em relação ao bebê, sua filhinha Rebecca.
Desde então, Esther tem participado de aconselhamentos pós-trauma realizados pela Portas Abertas, o que a tem ajudado a lidar com sua situação. Ela diz: “Mesmo que eles zombem da minha filha, eu não sinto mais dor, porque sei que não é isso que meu bebê é”. Ao zombar de Rebecca, os vizinhos se referem a ela como “bebê do Boko Haram”. Esther também agradece porque pediu orações e conseguiu passar em seus exames finais na escola.
Apesar dos problemas que ainda enfrenta – por exemplo, quando Rebecca fica doente e não há ninguém para ajudar –, Esther se sente amada por Deus. “Eu sei que Deus me ama e não consigo descrever todas as coisas boas que ele fez por mim. Ele me ama tanto que sinto como se fosse a pessoa que Deus mais ama no mundo! Obrigada por esse programa. Se eu não tivesse participado, acho que teria sérios problemas de saúde. Não tenho palavras para agradecer. Quero que todos saibam que as mulheres daqui precisam de aconselhamento pós-trauma. E os que têm recursos podem ajudar para que muitas outras mulheres sejam ajudadas”, conclui Esther.

Por Portas Abertas

Assalto em igreja termina com criminosos arrependidos após oração




Pastor que orou por criminosos. (Foto: Reprodução / TV Ponta Negra)
Pastor que orou por criminosos    “Eu coloquei a mão sobre a cabeça dele e comecei a orar”, conta o pastor.

O jornal Notícias da Manhã RN, transmitido pela TV Ponta Negra, afiliada do SBT, reportou na última sexta-feira (7) a notícia de que um pastor foi assaltado durante um culto, mas os criminosos resolveram pedir oração e, depois, se arrependeram e devolveram os pertences roubados.
A vítima, que preferiu não se identificar, lidera uma igreja evangélica em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Natal (RN) e afirmou que teria visto Deus operando naquela situação.
“Eu disse a um deles: ‘Você já tem minha carteira, meu celular, deixe o culto rolar tranquilo’. Começamos a falar de Deus para ele. Ele disse que queria me fazer um pedido: ‘Ore por mim?’. Eu coloquei a mão sobre a cabeça dele e comecei a orar”, contou o pastor.
O religioso fez a oração, então o criminoso guardou sua arma e devolveu o que havia roubado do pastor. “Orei por ele e, na mesma hora, ele escondeu a arma, me entregou o celular e a carteira e disse: ‘Pastor, eu vou fazer o que o senhor está me pedindo. Eu vou para a minha casa'”, relatou.
Os assaltantes saíram da igreja sem incomodar os membros, todavia, o pastor cobra das autoridades mais segurança para o bairro, que tem sofrido com a violência.

Por Redação Gospel Prime

O PRIVILÉGIO DE CONHECER A PALAVRA DE DEUS


Neste Dia da Educação Cristã, conheça como um jovem iraniano se relaciona com a Bíblia e seu estudo
O privilégio de conhecer a palavra de Deus Akeem é um jovem iraniano que se aprofunda na leitura e estudo da palavra de Deus (foto representativa)
Akeem (pseudônimo), de 27 anos, coloca suavemente sua mão no ombro de outros participantes, e até mesmo de líderes, para orar por eles. Depois da adoração, regularmente se aproxima de outros com imagens proféticas que recebe durante a oração. “Um verdadeiro irmão spiritual” é como o líder da conferência o chama. “Eu vim a Cristo pelo meu pai. Ele foi o primeiro cristão na nossa família. Agora meu irmão, minha mãe e eu cremos em Cristo também”, compartilha. O pai deu uma recaída na fé, o que realmente preocupa o jovem, já que para ele é importante ter uma base cristã forte em casa, afinal não tem uma grande igreja para recorrer. “Ele perdeu o brilho. Por favor, ore por meu pai, como eu faço”, pediu.
O rapaz tem uma calma e paz que raramente se vê. E embora tenha muito conhecimento, você não o vê em primeiro plano durante as reuniões, a menos que seja para responder uma pergunta da Bíblia. “Eu gostaria de ter discussões teológicas profundas. Leio muito a Bíblia e vou cada vez mais profundo. Quero desenvolver minhas habilidades para a glória de Deus”, ele fala.  Não é de se surpreender que Akeem venceu o prêmio de “melhor conhecimento bíblico” no final da noite. Ele olha para o prêmio – um livro de estudo da Bíblia – como um grande tesouro, já que é difícil de encontrar esse tipo de livros de onde vem.
Ele é um líder natural, alguém em quem você gostaria de investir. Não seria uma surpresa ele se tornar um dos grandes líderes do movimento da igreja secreta no país. O programa de liderança de jovens do qual participou seleciona potenciais líderes de igrejas domésticas em um ambiente estritamente muçulmano. Durante o programa de cinco dias, os jovens recebem treinamento aprofundado da Bíblia, participam de sessões de aconselhamento pós-trauma juntos e têm momentos de oração e adoração. Também têm a chance de conversar com líderes e conselheiros individualmente. Alguns participantes são selecionados para um programa de treinamento mais intenso, mas todos são encorajados a reconhecer seu chamado e se esforçar para servir a igreja secreta com seus talentos.
Neste dia da Educação Cristã, vemos a importância de capacitar, principalmente nossas crianças e jovens no caminho em que devem andar. No caso de países onde há perseguição, isso só é possível por meio da sua ajuda e contribuição. No Brasil, temos o privilégio de ter acesso a diversos materiais sobre o assunto e liberdade para estudar e conversar sobre o tema. Que você aproveite essa oportunidade e busque cada vez mais conhecimento sobre a palavra de Deus.

Por Portas Abertas

“Não se pode negar que aconteceu um milagre”, diz atriz sobre “Superação”



Resultado de imagem para “Não se pode negar que aconteceu um milagre”, diz atriz sobre “Superação”    Longa baseado em fatos reais conta a história do jovem John Smith que vive um milagre sobrenatural

Estreia no dia 11 de abril o filme “Superação – O Milagre da Fé”, que conta a história de John Smith, um adolescente que cai em um lago gelado é declarado morto.
A mãe do jovem, Joice Smith (interpretada por Chrissy Metz) não aceita aquela situação e usa sua fé para lutar pela vida de seu filho.
“É um filme muito bonito porque não importa no que você acredita…não pode negar que aconteceu um milagre”, diz Metz que vive na pele essa história baseada em fatos reais.
A atriz comenta que o filme mostra que “cada pessoa tem uma participação na história” de milagre que a família Smith vivenciou.

“Cada pessoa é importante”, completa ela citando todos que contribuíram no resgate e na recuperação de John.
“Acho que o ponto decisivo é a certeza do amor na vida dessa família, é a crença no bem maior de todas essas pessoas que amam John”, declara.
Por Redação Gospel Prime

sexta-feira, 1 de março de 2019

TENSÕES ENTRE ÍNDIA E PAQUISTÃO


Tudo começou com ataque de grupo radical islâmico do Paquistão a um comboio de veículos de funcionários da segurança da Índia
Tensões entre Índia e Paquistão Soldados indianos examinam local da explosão do carro-bomba no dia 14 de fevereiro (foto: Reuters)
Um conflito entre Índia e Paquistão está surgindo, com riscos de ataque da força aérea de ambos os lados. Tudo começou em 14 de fevereiro, quando um comboio de veículos com funcionários da segurança da Índia foi atacado por um carro-bomba em uma avenida perto da cidade de Srinagar, no distrito de Pulwama, na Caxemira indiana.
O ataque resultou na morte de 40 pessoas da Força Central de Polícia de Reserva da Índia e do homem-bomba. Um ônibus ficou destruído e outros cinco veículos foram atingidos pela explosão. O grupo militante islâmico Jaish-e-Mohammed (JeM), com sede no Paquistão, assumiu a responsabilidade pelo ataque. Trata-se de um grupo rebelde que luta contra o domínio da Índia na região. A Caxemira é disputada entre a Índia e o Paquistão e rebeldes lutam contra o controle indiano desde 1989.
No dia 19, o primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan, pediu provas de envolvimento do seu país e alertou a Índia de que se houvesse qualquer resposta militar, haveria retaliação. O ministro indiano de Assuntos Externos respondeu criticando Khan por não condenar o ataque e nem oferecer condolências pelas vítimas.
Contra-ataque indiano
No domingo (24), manifestantes em Nova Déli queimaram cartazes com imagens de autoridades paquistaneses e do grupo JeM. Em várias cidades do país foram registradas agressões contra pessoas vindas da Caxemira. Após uma onda manifestações populares e pedidos de vingança, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, prometeu que os responsáveis pelo atentado "pagarão", segundo informa o site G1.
Em 26 de fevereiro, 12 jatos Mirage 2000 da Força Aérea Indiana cruzaram a linha de controle e atiraram bombas em Balakot, no Paquistão. A Índia alegou que atacou um campo de treinamento do grupo Jaish-e-Mohammed, matando um grande número de terroristas – cerca de 300 a 350. O Paquistão, por sua vez, usou sua Força Aérea contra instalações militares na Índia em resposta às operações antiterrorismo. As ações do Paquistão, no entanto, foram frustradas, embora um piloto indiano esteja desaparecido, disse o ministro de Assuntos Externos. 
Conforme as tensões continuam a aumentar entre os dois países, pedimos orações por paz e segurança da população tanto na Índia como no Paquistão. Ambos os países estão no Top 10 da Lista Mundial da Perseguição 2019, onde os cristãos são mais perseguidos por seguir a Jesus.
Por Portas Abertas

TAJIQUISTÃO PROÍBE CRIANÇAS DE IR À IGREJA



Nova Lei de Religião exige mais informações das igrejas e proíbe participação de menores de 10 anos em atividades religiosas
 Menores de 10 anos são proibidos de participar de atividades religiosas no Tajiquistão
As autoridades do Tajiquistão estão implementando uma nova lei que barra a participação de crianças em qualquer atividade religiosa. Emendas à Lei de Religião do país entraram em vigor em janeiro de 2018, dando ao Estado maior controle sobre educação religiosa. As emendas também aumentaram a quantidade de informações que organizações religiosas precisam passar para o Estado.
O Comitê Estadual de Questões Religiosas e Regulação das Tradições, Cerimônias e Rituais (SCRA) passou a exigir “todos os tipos de informações sobre o número de membros, finanças e atividades” das comunidades religiosas, disse um membro dessas comunidades à agência de direitos humanos Forum 18. Eles também colhem informação sobre o número de crianças menores de 10 anos que participam das reuniões, usando a Lei de Religião e a Lei de Responsabilidade Paterna para pressionar os pais e as comunidades religiosas.
Em dezembro, o oficial responsável por comunidades não muçulmanas fez uma visita surpresa a uma comunidade cristã para obter informação. Enquanto estava lá, viu algumas crianças menores de 10 anos. Na hora ele não disse nada, mas alguns dias depois convocou os líderes da comunidade para interrogatório. Ele os obrigou a escrever uma declaração explicando porque as crianças estavam presentes. Alguns dias depois, a comunidade foi multada no equivalente ao salário médio de quase oito meses de trabalho por violar a Lei de Religião.
Tajiquistão é o país da Ásia Central com a maior porcentagem de muçulmanos, cerca de 97% da população. Mas a ex-república soviética está determinada a ser secular e manter o islamismo sob controle. Isso explica os dois principais tipos de perseguição aos cristãos presentes no país: opressão islâmica e paranoia ditatorial. O Tajiquistão ocupa a 29ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2019 e precisa de suas orações.

Por Portas Abertas

Grupo internacional diz que refugiados cristãos sofrem perseguição da ONU



O número de exigências impostas aos refugiados cristãos que saem do Paquistão para buscar abrigo na Tailândia são absurdas, denuncia o grupo de defesa internacional Jubilee Campaign USA, chefiado pela advogada americana Ann Buwalda.
Ann esteve na última terça-feira (27) em um encontro com membros do Congresso americano que integram o subcomitê de Relações Exteriores da Câmara, para dar detalhes das informações que tem colhido sobre o asilo de refugiados cristãos na Tailândia.
Atualmente, cerca de 3.000 a 4.000 refugiados cristãos paquistaneses vivem na Tailândia. No entanto, ao solicitar a oficialização de asilo ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), órgão que pertence à Organização das Nações Unidas (ONU), eles encontram uma série de dificuldades.
“Descobrimos que em muitos dos casos no ACNUR em Bangcoc, há negações porque há um padrão não razoável e ônus de prova colocados sobre eles”, explicou a advogada.
A suspeita é que os funcionários da ACNUR estão criando empecilhos para conceder abrigo aos cristãos, muitos dos quais fugidos do radicalismo islâmico, criando exigências desproporcionais para tentar barrar a permanência deles na Tailândia.
“Temos muitos casos, assim como nossos colegas, que auxiliam no processamento de refugiados. Parece claramente que o ACNUR em Bangcoc colocou um ônus de prova mais elevado nos requerentes de asilo cristãos paquistaneses”, explica Ann.
Muitos que não conseguem asilo terminam deportados e são colocados no Centro de Imigração e Detenção (IDC) da capital paquistanesa, um local descrito pela advogada como “deplorável” e com poucas condições humanas.
“Eles estão em uma situação horrível no centro de detenção do IDC, onde na verdade existem mães separadas de seus filhos e não lhes é permitido sequer amamentar”, revela Ann.
Os políticos presentes na reunião prometeram buscar soluções para a crise. Uma das iniciativas foi do deputado Chris Smith, que enviou um comunicado cobrando explicações da ACNUR, mas sem sucesso.
“Mandei cartas para eles. Eu falei com funcionários. Conversamos com o ACNUR e parece que não conseguimos chegar a lugar nenhum”, disse ele, segundo informações do Christian Post.
Por Gospel Mais

DISPOSTA A MORRER POR JESUS



Precious, uma cristã ex-muçulmana das Filipinas, se dedica a apresentar a paz de Deus para moradores de Marawi
Disposta a morrer por Jesus Precious é uma cristã ex-muçulmana do sudeste das Filipinas
Precious*, uma cristã ex-muçulmana, arriscou sua vida ao compartilhar o evangelho com seus perseguidores. Ela vem de uma das treze tribos muçulmanas encontradas no sudeste das Filipinas. Ela não está sendo dramática quando fala sobre morrer por Cristo – há cristãos em sua região que foram mortos por sua fé.
Precious discipula alguns cristãos de Marawi, mas felizmente não estava lá quando ataques começaram. Ela disse: “Deus me poupou. Todos os dias, eu ia compartilhar o evangelho, mas naquele período, Deus não me permitiu ir”. Muitos cristãos fugiram do local durante o cerco. A cristã compartilhou: “A pior experiência foi quando deixaram Marawi, trazendo apenas suas roupas e nada mais. Nem mesmo seus celulares. Eles só trouxeram suas roupas para o centro de evacuação”.
As contribuições e orações ajudaram a prover ajuda vital para esses cristãos. Agora que o cerco acabou, parceiros locais da Portas Abertas também ajudam cristãos a reconstruir suas casas e começar pequenos negócios. Precious está envolvida em um projeto de reconciliação, encontrando pessoas em suas comunidades para ensiná-las sobre como ter paz com Deus, com o próximo e consigo mesmo. Ela vê quão vital é a ajuda prática para fazer a paz possível.
“Eu acredito que Marawi nunca será um lugar pacífico se Jesus não for o Senhor e salvador da minha tribo. Jesus é a única esperança da cidade de Marawi. Eu oro para que Deus envie trabalhadores para a colheita do campo. Eu oro para que cristãos ex-muçulmanos se levantem e estejam dispostos a morrer por Jesus. Eles são mais efetivos no campo porque têm a mesma cultura, a mesma linguagem”, concluiu.
*Nome alterado por segurança.
Pedidos de oração
  • Ore em favor de Precious, que ela possa continuar sendo usada para discipular novos convertidos.
  • Peça que os cristãos ex-muçulmanos possam compartilhar do amor de Cristo com seus amigos, vizinhos e familiares.
  • Interceda em favor de Marawi, que esta cidade possa experimentar a paz de Deus.
  • por Portas Abertas

O louvor que trouxe cura a um menino de 2 anos


Música composta em um momento de oração pelo pequeno Jaxon faz parte do novo álbum da Bethel Music
Família de JaxonFamília de Jaxon. (Foto: Reprodução / Instagram)



Na semana do Natal de 2017 a família do pequeno Jaxon, na época com 2 anos, precisou da ajuda de um helicóptero para levá-lo a um hospital, onde ficou internado na unidade de tratamento intensivo (UTI) com síndrome hemolítico-urêmica (SHU) causada por uma infecção por E. coli, uma doença que interrompeu o funcionamento de seus rins e causou convulsões e outras complicações fatais.
Evangélicos, os pais do pequeno ficaram por semanas ao lado do leito clamando a Deus por um milagre até que um médico chegou dizendo que precisariam operá-lo e que o menino poderia não resistir.
“Eu pensei que estava perdendo meu filho”, afirmou sua mãe, Janie Taylor. “Mesmo que ele sobreviva, eu não sei se ele vai me conhecer de novo. Ele foi embora”, lembra ela se referindo a uma das possíveis sequelas.
Joel Taylor, pai de Jaxon e líder da Bethel Music, disse que precisava de um milagre de Natal e enviou as notícias para sua rede. Um de seus amigos, os líderes de louvor Jonathan David e Melissa Hesler na Carolina do Norte, receberam as notícias devastadoras e imediatamente tiveram uma resposta.
“Eu apenas senti que esse gigante da incredulidade estava na minha frente e eu pensei, ‘Jaxon vai morrer hoje à noite. Nós não vamos ver o milagre'”, conta Jonathan David Hesler que começou a cantar uma canção espontânea.
“Eu levanto um aleluia na presença de meus inimigos/ Minha arma é uma melodia/o céu vem lutar por mim”, diz trechos da canção.
Jonathan gravou um áudio com a música que acabara de compor e enviou aos pais de Jaxon que começaram a tocá-la para ele, iniciando um processo milagroso de cura.
“Nosso filho foi milagrosamente curado e hoje está perfeitamente saudável. Para nós, a vitória se tornou uma declaração de verdade sobre a falta de esperança, uma declaração profética na tempestade ou adversidade e um grito de guerra diante do impossível. A batalha pertence ao nosso Deus. e nosso Deus é vitorioso”, declara Taylor.
A música “Raise a Hallelujah” faz parte do álbum “Victory” que está sendo lançado pela Bethel Music.
Por Redação Gospel Prime

NORTE-COREANOS ENCORAJADOS POR PROGRAMAS DE RÁDIO



Os programas incluem ensino bíblico, músicas cristãs e mensagens de encorajamento de cristãos do mundo todo

Norte-coreanos encorajados por programas de rádio Oração e gratidão são marcas dos cristãos perseguidos da Coreia do Norte
Ano passado, começamos a transmitir mensagens de encorajamento de parceiros da Portas Abertas para cristãos norte-coreanos via rádio. Os irmãos e irmãs da Coreia do Norte gostam muito das mensagens. Um líder cristão conta como são impactados com as mensagens de cristãos de outros países.
Ele conta que uma das mensagens que o impactou foi baseada em Apocalipse 3.7-13. Ele diz: “A mensagem nos encorajava a manter a fé apesar do sofrimento diário e da perseguição que enfrentamos e a nos apegar às promessas de Deus. Deus abre portas através da oração. Nossas orações vão desfazer as trevas, assim como o amanhecer desfaz a escuridão da noite”.
Vários programas são transmitidos durante a semana, todos no meio da madrugada, pois é o horário mais seguro para os cristãos norte-coreanos ouvirem rádio. O líder cristão diz: “Às vezes o sinal é cortado, mas no geral conseguimos ouvir os programas sem problema”.
Na Coreia do Norte, não se pode confiar no vizinho, pois as pessoas recebem recompensas por entregar cristãos ou outros que não sejam leais ao regime. Isso torna praticamente impossível que os cristãos encorajem um ao outro. Com os programas de rádio, preenchemos uma lacuna ao ajudar os cristãos norte-coreanos a entender e aplicar a Bíblia em seu contexto.
A Portas Abertas também distribui Bíblias e outros materiais cristãos secretamente no país. Esse ministério só é possível graças às doações dos parceiros. O líder cristão conclui: “Oramos para que Deus unja todos os cristãos que nos enviaram uma mensagem de encorajamento. Oramos para que o Senhor abençoe todos os cristãos do mundo. Obrigada pelos programas de rádio”.
Pedidos de oração
  • Ore para que os cristãos norte-coreanos possam ouvir os programas de rádio em segurança.
  • Clame para que as transmissões ajudem a igreja secreta a crescer espiritualmente.
  • Interceda para que o trabalho da Portas Abertas no país seja guardado e dê muito fruto.
Ore e ajude-os a sobreviver
Neste Dia Mundial da Oração, lembramos que os cristãos norte-coreanos oram com muita frequência e por muito tempo. É capaz que orem mais por você do que você por eles. Suas orações partem de corações cheios de gratidão. Não deixe de orar pela Igreja Perseguida da Coreia do Norte. Além de orar, doe e os ajude a sobreviver.
Participe do DIP 2019
O Domingo da Igreja Perseguida deste ano será sobre a Coreia do Norte, no dia 16 de junho. O país número um na Lista Mundial da Perseguição desde 2002 conta com o envolvimento da igreja brasileira. Cadastre-se e seja o organizador do DIP na sua igreja.
por Portas Abertas

“Deusa” robô prega em templo budista


Máquina com inteligência artificial explica os ensinamentos de Buda no Templo Kodaiji

Mindar. (Foto: Kyodo)

Um robô com feições humanas foi criado segundo a imagem de Kannon Bodhisattva, a Deusa budista da compaixão. Batizada de “Mindar”, ela fez sua primeira pregação sobre o Sutra do Coração, uma escritura importante do budismo.
O jornal Japan Times reporta que os ensinamentos anunciados pelo robô oferecem um caminho para “superar todos os medos, destruir todas as percepções erradas e alcançar o perfeito nirvana”.
Enquanto Mindar anunciava a Sutra, legendas em inglês e chinês eram projetadas na parede enquanto a música tocava ao fundo.
O líder do templo Kodaiji, de Kyoto, Tensho Goto, afirmou em uma coletiva de imprensa: “Se uma imagem de Buda falar, os ensinamentos do budismo provavelmente serão mais fáceis de entender. Queremos que muitas pessoas vejam o robô para pensar sobre a essência do budismo”.
Mindar, que mede 1,95 metro de altura e pesa 60 quilos, foi construída pela A-Lab Co., com sede em Tóquio. Seu corpo é de alumínio, com silicone usado para moldar o rosto e as mãos.
O robô será revelado ao público dia 8 de março.
Por Redação Gospel Prime

“Deus é brasileiro e venezuelano”, diz Bolsonaro a Juan Guaidó



Presidente interino da Venezuela agradeceu o apoio do governo brasileiro

Jair Bolsonaro e Juan GuaidóJair Bolsonaro e Juan Guaidó. (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Nesta quinta-feira (28) o presidente Jair Bolsonaro recebeu o presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, para discutirem a situação de crise que o país vive sob comando de Nicolás Maduro.
Guaidó comentou a crise financeira do seu país, defendendo que para ter uma economia forte é preciso ter democracia e, para isso, é preciso defender todas as instituições.
“Não é um dilema entre ideologias, mas sim sobre a democracia e a ditadura”, declarou o presidente interino dizendo que o Brasil pode esperar pelo apoio de uma Venezuela prospera.
Bolsonaro discursou declarando que o Brasil, por pouco, não teve uma crise tão grave quanto a Venezuela. Dizendo que sua eleição livrou o país de ter o mesmo destino.
Inclusive, ele considerou dois ex-presidentes brasileiros culpados pela situação crítica do país vizinho e questionou: “Como pode um país rico, prospero e com um povo maravilhoso chegar a esta situação caótica que chegou?”.
Defendendo a democracia no país, Bolsonaro criticou o populismo da esquerda que gerou a pobreza extrema. “Nós queremos uma igualdade por cima, na prosperidade”, declarou ele dizendo que deseja ver a Venezuela próspera.
“Nós não pouparemos esforços dentro da legalidade, da nossa Constituição e de nossas tradições para que a democracia seja restabelecida na Venezuela. Sabemos que isso só será possível através de eleições limpas e confiáveis”, completou.
Por fim, Bolsonaro declarou: “Deus é brasileiro e também venezuelano”, confirmando o apoio de seu governo para com a luta que ele tem enfrentado contra Maduro.
Por Redação Gospel Prime

Islâmicos buscam transformar local profético para judeus em mesquita


O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu determinou que fossem proibidas orações no local.

Muçulmanos no Portão DouradoMuçulmanos no Portão Dourado. (Foto: Ammar Awad / Reuters)


Na última semana, intensificaram-se os conflitos entre muçulmanos e as autoridades israelenses junto à Porta Dourada, no Monte do Templo.
O local, também chamado de Portão Dourado e Portão da Vida Eterna é visto por muitos judeus como “profético”. Por ali, diz a tradição baseada em Ezequiel 43 e Zacarias 9, o Messias entraria.
O Portão atual fica no mesmo local em Jerusalém onde Jesus atravessou durante a “entrada triunfal” [cf. Mt 21 e Jo 12]. Fechado desde a Idade Média, é um dos oito portões da muralha que cerca a Cidade Velha de Jerusalém.
Agora, palestinos tentam fazer com que seja construída ali uma nova mesquita. Seria a quinta no alto do Monte do Templo. Desde a última sexta-feira (22) ocorreram manifestações violentas e a polícia interviu.
Sessenta muçulmanos foram presos, incluindo dois representantes do Waqf islâmico, organização jordaniana que administra os locais sagrados do Islã.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu determinou que fossem proibidas orações no local.
Ismail Haniyeh, líder do Hamas, chegou a convocar um marcha dos palestinos e islâmicos “fiéis” até o portão.

Foco de debate

Existe um antigo debate sobre o significado da Porta Dourada, que originalmente dava acesso direto ao Templo de Salomão para quem vinha pelo lado Oriental da cidade, subindo do Vale do Cedron.
Totalmente destruídas no ano 70, as muralhas foram reconstruídas por ordem do sultão Solimão, o Magnífico, que governou Jerusalém entre 1520 e 1566.
No ano de 1541 a Porta foi fechada com blocos, impedindo a passagem. Solimão sabia da crença dos judeus que ali ocorreria a entrada do Messias, o rei máximo de Israel.
Ciente de que as leis judaicas viam como impuro quem tocasse um morto, no lado externo da Porta foi colocado um cemitério muçulmano, que permanece lá até hoje.

Por Redação Gospel Prime