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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Homem desiste de suicídio após ouvir pregação




Resultado de imagem para Homem desiste de suicídio após ouvir pregação     Em uma temporada no Brasil, um casal de missionários testemunhou um caso atípico em suas trajetórias como líderes. Em uma pregação, ocorrida em Salvador, um homem decidiu desistir do suicídio.
O casal Charles e Camila Marques atuam no Sul da Ásia com missões desde o ano de 2014 com o projeto Lar da Paz. Na viagem rápida ao Brasil, na cidade de Salvador, metrópole capital da Bahia, o casal teve o desafio de pregar em português, sem tradutores.
Charles, embaraçado, aceitou o desafio e falou em português durante trinta minutos em um culto, com a ajuda do pastor e dos fiéis presentes no local. O pastor que o chamou ainda chegou a dizer que “o Espírito Santo” o ajudaria.
De acordo com informações divulgadas pela Junta de Missões Mundiais, Charles foi abordado por um homem de 48 anos, com sinais de depressão, que estava prestes a tentar o suicídio.
Segundo Charles, um dos motivos que provocou a angústia do homem era o fato de sua esposa, com quem era casado durante 26 anos e com três filhos, tinha o deixado. Antes de sair para se jogar do Elevador Lacerda, deixou um bilhete final em cima da geladeira.
Antes de chegar no local em que encerraria seu ciclo de vida, passou por frente da igreja. Nas palavras do homem, sentiu vontade de entrar. A princípio, decidiu sair pelo pouco domínio de português do missionário, mas decidiu permanecer pela palavra sobre família.
“Quando compartilhei que, no casamento, as finanças pertenciam aos dois, essa parte tocou seu coração porque ele nunca tinha compartilhado do seu dinheiro com a esposa, que o deixou”, afirmou Charles.
Na ocasião, o homem chorou juntamente com Charles, que o levou para um café da manhã e apresentou seu caso ao pastor local. Em sua residência, a filha já chorava, pensando que o pai tinha se suicidado.
“Todos nós tivemos um tempo de chorar e orar por ele. Louvado seja Deus, que restaurou a vida desse homem”, disse Charles.
por Tiago Abreu

Como vivem os cristãos na Jordânia



Evangelizar os muçulmanos é proibido; aqueles que desafiam a lei para falar de Cristo podem enfrentar interrogatórios, agressões e ameaças

Como vivem os cristão na Jordânia
Jordânia ocupa o 27º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição e se localiza no Oriente Médio, na margem leste do rio Jordão. A nação faz fronteira com a Arábia Saudita, Iraque, Síria e Israel. Como estado independente, desde 1946, conquistou a Cisjordânia na guerra árabe-israelense de 1948. É uma das nações que assinou o acordo de paz com Israel. Para os cristãos, é uma terra hostil e violenta. O número de convertidos vem diminuindo no decorrer dos anos.
A Jordânia já foi um dos países mais livres da região, em termos de liberdade de religião, hoje, porém, a evangelização aos muçulmanos é proibida. Desafiar a legislação para falar de Cristo é perigoso na maioria das vezes. A Portas Abertas já recebeu relatos de que cristãos foram interrogados pela polícia, agredidos fisicamente e ameaçados de morte. Alguns são considerados “loucos” pela família por causa da fé e enviados para clínicas psiquiátricas.
No ano passado, Nahed Hattar, um escritor cristão foi morto a tirospor um suposto muçulmano fundamentalista. O motivo da violência se deu por causa de uma publicação que ele fez, de uma caricatura considerada blasfema pelo islã. O escritor já estava enfrentando um julgamento e estava a caminho do tribunal na hora do incidente. Por conta desse cenário violento, o número de relatos sobre os cristãos que fogem do país por razões relacionadas à fé aumentou. Ore pela Igreja Perseguida na Jordânia.
por Portas Abertas

Destruindo fortalezas em nossa mente



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Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; 2 Coríntios 10:4

As Santas Escrituras nos ensinam que o diabo é astuto, e tentar de qualquer forma “implantar” fortalezas em nossa mente. Quando estamos abatidos e fracos espiritualmente, devemos identificar as fortalezas que nos foram implantadas por ele.
Vemos no capítulo 10 do livro de 2 Coríntios, o apóstolo defendendo sua autoridade apostólica, ensinando aos seus discípulos em Corinto que as armas das nossas milícias não são carnais, mas poderosas em Deus para destruição das fortalezas.
O Apóstolo Paulo, enfrentava grande oposição na Igreja de Corinto, pois seus opositores incentivavam que a igreja o desprezasse, forjando assim sua autoridade apostólica. Na igreja de Corinto muitos consideravam Paulo um poderoso escritor de cartas, mas se envergonhavam de sua aparência. (2 Co 10:10).
Por conseguinte, na época de Paulo, os militares romanos controlavam a guerra com seus soldados bem treinados. Suas máquinas de guerra denominada de “tormentas – catapulta” lançavam dardos e pedra contra seus inimigos.
Embora as armas dos romanos fossem poderosas, Paulo reconhece outras ainda mais eficazes (2 Co 10:4).
As armas da milícia do cristão não são carnais. São poderosas em Deus e excedem em muito quaisquer armas que os homens possam produzir. Elas poder fazer coisas que a sabedoria e o poder humano não podem realizar.
Paulo afirma que as armas do exército de Deus são poderosas para destruir fortalezas, anulando SOFISMAS (argumento falso formulado de propósito para induzir outrem a erro).

A igreja é um exército que marcha vitoriosa:

  • A igreja não é uma fortaleza que tenta resistir ao inimigo. O inimigo é que está na fortaleza tentando resistir contra a igreja.
  • “Mas Jesus disse: Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16:18).
Paulo descreve o reino satânico como uma fortificação. Essas fortificações malignas são os corações carregados de pensamentos mundanos, hábitos do pecado, idolatria, impiedade, dentre outros.
A verdadeira fortaleza de Satanás está no coração do homem. O inimigo tenta erguer ao redor de nossos corações fortalezas malignas.
O Diabo mantém os homens cativos (sem liberdade) dentro dos muros de sua fortaleza.
Nossos pensamentos devem estar firmados em Deus. “Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Colossenses 3:2). Deixar permanecer em nossa mente pensamentos contrários à santidade de Deus nos levará ao pecado e consequentemente a morte espiritual.
“Se um comportamento negativo se torna repetitivo, é sinal de que Satanás está edificando uma fortaleza dentro de você. Deus destruirá as fortalezas do Diabo em sua vida, se você buscá-lo”¹.

O que é uma fortaleza?

É uma fortificação que é usada como meio de proteção contra o inimigo.

O que é uma fortaleza espiritual?

“A mente é o órgão de controle geral do ser humano, quem a controlar, controlará também todo o seu corpo”.
São exemplos de fortalezas que dominam a vida do cristão:
  • Temperamento explosivo
  • Dificuldade de perdoar
  • Avareza – Orgulho
  • Falta de tempo
  • Dúvidas acerca da Fé
  • Inveja
  • Medo – Insegurança
  • Depressão
  • Murmurações
  • Vícios cibernéticos
  • Pornografia
  • Comportamentos que limitam o crescimento espiritual
  • Palavras Torpes

O diabo é paciente

Como sabemos em João 8:44, Jesus chama o Diabo de “mentiroso” e “Pai da Mentira”.
“Ele mente para você e para mim. Ele nos diz coisas sobre nós mesmos, sobre outras pessoas e sobre as circunstâncias que simplesmente não são verdadeiras. Ele não nos diz, entretanto, a mentira toda de uma vez. Ele começa bombardeando nossa mente com um padrão astuciosamente delineado de pequenos pensamentos importunos, suspeitas, dúvidas, medos, perguntas, questionamentos e teorias. Ele se move vagarosa e cautelosamente (afinal de contas, planos bem elaborados tomam tempo). Lembre-se: ele tem uma estratégia para a sua guerra. Ele tem nos estudado há um longo tempo. Ele sabe do que gostamos e do que não gostamos. Conhece nossas inseguranças, nossas fraquezas e nossos medos. Sabe o que mais nos aborrece. Ele está pronto para investir o tempo que for necessário para nos derrotar. Um dos pontos fortes do diabo é a paciência”². (MEYER, 2006, p. 8). (Grifei).

Como destruir estas fortalezas?

Que armas espirituais são estas que Paulo tanto indaga?
A primeira arma oração: talvez seja a mais poderosa que você irá utilizar em toda sua vida: a oração. A oração é a grande tarefa à qual todo cristão foi chamado.
Oswald Chambers (pastor protestante escocês) escreveu: “A oração não nos equipa para as ‘obras maiores’. Ela é a maior obra de todas”.
Isso nos leva à segunda arma de nossa guerra: o Espírito Santo. A oração nos dá acesso ao trono de Deus onde ele mantém todo poder e autoridade. O Espírito Santo é parte da natureza trinitária de Deus que habita em cada cristão. Ele transporta o poder do céu ao nosso coração para sermos conformes à imagem de Cristo.
O apóstolo João escreveu: “(..) porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1 Jo 4.4).
Muitos anos atrás, um grande pregador proclamou o Evangelho, e uma jovem entregou seu coração a Cristo. Ao término da reunião, o pregador perguntou à jovem: “O que você fará quando o diabo bater na porta do coração?”
A jovem parou e pensou antes de responder: “Eu acho que só vou pedir para Jesus atender a porta”.
Ela compreendeu uma grande verdade bíblica. A vitória não está no nosso poder, mas no poder daquele que vive em nós. Ele é nossa força.
A oração nos dá acesso ao trono de Deus e nos permite tomar posse do poder e da autoridade de Cristo. O Espírito Santo habita em nós e nos dá poder para demolir as fortalezas. A oração libera o Espírito Santo para nos tornar iguais a Cristo. Quando nós voltamos a Deus em oração, descobrimos que sua força se aperfeiçoa em nossa fraqueza (2 Co 12.9), e as paredes das fortalezas ruirão.
Considerações finais
Satanás espera encontrar uma fraqueza em nós e ele constrói uma barreira, uma cerca bem forte e instala esta fraqueza em nosso coração e mente. A mudança de nossas vidas tem início em nossas mentes e corações.
Reflexão: Você não pode impedir que Satanás faça voo em cima de sua cabeça, mas pode impedir que ele faça ninho em sua cabeça, ou seja, NÃO podemos impedir as TENTAÇÕES, mas podemos decidir não CEDER.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1 MEYER, Joyce. Devocional: Quebrando Fortalezas. Disponível em: <http://www.joycemeyer.com.br/jmbrasil/engine.php?pag=br_catdaily&br_sec=4&br_cat=7&pg=8>. Acesso em: 03 jan. 2017;
2 MEYER, Joyce. Campo de Batalha da Mente: Vencendo a Batalha em sua Mente. 2. ed. Brasil: Joyce Meyer, 2006. 208 p.

Anderson Coelho Carvalho

Membro da ADBrás - Assembléia de Deus Ministério Madureira, professor de EBD, estudante do curso de Direito, casado e grande admirador das Santas Escrituras.

42 meninas sequestradas pelo Boko Haram se formam


Elas escaparam logo após o sequestro e hoje estão graduadas

42 meninas sequestradas pelo Boko Haram se formam
Segundo a África News, 42 das primeiras 56 meninas do Chibok que escaparam do cativeiro do Boko Haram, na Nigéria, se formaram na terça-feira, 25. Elas receberam auxílio do governo do Estado de Borno e de uma organização humanitária sem fins lucrativos para frequentar duas escolas privadas: a Academia Cristã Internacional Betel para estudantes cristãos e a Escola Secundária de Ciências Ulul-Albab para estudantes muçulmanos nos Estados de Katsina e Plateau.
O governador Kashim Shettima participou da cerimônia de graduação. As meninas foram sequestradas em 14 de abril de 2014 pelo grupo militante Boko Haram na Escola Secundária em Chibok durante um exame final. Ao que tudo indica, elas escaparam durante ou logo após o sequestro.
O Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas pediu na segunda-feira, 24, ao governo nigeriano que intensifique os esforços e resgate todas as mulheres e meninas sequestradas pelo Boko Haram, Além disso, garanta que elas retornem à escola. O governo lamentou o fato de não ter tido mais libertações. As negociações entre ele e o Boko Haram ainda estão em andamento dois meses depois que 82 das meninas foram libertadas.

Pedidos de Oração
  • Louve a Deus por essa conquista das 42 meninas que enfrentaram a experiência de um sequestro.
  • Continue orando pela graça do Senhor para as meninas libertadas e suas famílias.
  • Peça por um avanço nas negociações por aquelas que ainda estão em cativeiro e pela contínua provisão e encorajamento do Senhor, onde quer que elas estejam.
  • por Portas Abertas

Ministério resgata mais de 700 vítimas do tráfico sexual


Resultado de imagem para Ministério resgata mais de 700 vítimas do tráfico sexual     Adolescentes são vendidas pelas próprias mães no Camboja

Neste mês de junho, a CNN produziu um documentário que conta histórias de famílias pobres no Camboja que são reféns do tráfico sexual. Sem recursos para manter os filhos, mães acabam comercializando suas filhas virgens por alguns dólares.
Um dos casos relatados foi Sephak, de 13 anos, que foi vendida pela mãe por 800 dólares. A mãe, Ann, afirma que vendeu pelas dívidas da família acumuladas e que era a única forma de se ver livre do problema.
O pastor Don Brewster, líder do Ministério Internacional Ágape, contou como ocorreu. “Ela foi levada para um hospital, recebeu um certificado que confirmava sua virgindade e foi levada para um quarto de hotel onde foi estuprada por dias. Ela voltou para casa depois de três noites”.
Ann, a mãe da jovem de 13 anos que foi vendida, se arrepende do que fez. Depois da adolescente perder a virgindade, foi forçada a trabalhar em um bordel. Mas, atualmente, vive uma rotina diferente como voluntária do ministério missionário.
“Hoje eu sinto muito mais estabilidade do que antes. Agora eu tenho um trabalho decente. Eu realmente quero que outras pessoas tenham o tipo de trabalho que tenho”, disse a jovem, que produz utensílios e roupas para pessoas em situação de fragilidade.
Ela comentou o fato de ter sido vendida pela própria mãe. “Elas não têm dinheiro, então fazem suas filhas trabalharem. Mesmo agora, vejo muitas mães que não entendem os sentimentos de suas filhas. Elas não entendem que suas filhas têm corações, que sofrem”, afirmou.
Don ainda afirma que a situação é crítica no Camboja, especialmente em uma vila chamada Syay Pak, que reúne pescadores próximos a capital do país, Phnom Penh.
“Quando falamos sobre o tráfico sexual infantil, este é um epicentro. Quando chegamos a Svay Pak, o índice era de 100% — se você fosse uma garota nascida aqui, você seria traficada. Hoje a taxa é inferior a 50%”, contou.
O pastor, que está no país desde 2005, diz que decidiu ajudar após conferir uma reportagem. “As crianças que eu dei as mãos e vi correndo pelas ruas não estavam apenas tentando sobreviver à pobreza. Muitas viviam no inferno, sofrendo torturas. Eu não podia acreditar que tudo estava bem debaixo do meu nariz”, afirma.
por Tiago Abreu

Radical muçulmano que quer Israel destruída está no Brasil


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Chegada de Mohsen Araki foi abafada para evitar protestos


Mohsen Araki, radical muçulmano que prega a destruição de Israel, chegou em São Paulo. Seu objetivo é de dar uma palestra em um evento cujo tema é o terrorista islâmico.
Araki é uma das personalidades mais notórias do islamismo xiita e é conhecido por defender a destruição do Estado de Israel. Em sua visão, a federação “é um tumor que precisar ser extirpado do Oriente Médio”.
De acordo com a revista Veja, desde que a visita de Araki foi noticiada no país, organizações e autoridades foram contra a sua presença. Para evitar conflitos, os responsáveis pela sua chegada passaram a falar que o líder não estaria mais no Brasil.
Mohsen desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e foi acompanhado pelo chefe da Arresala, o sheik Taleb Khazraji, que foi citado dos relatórios produzidos pelos investigadores do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita (AMIA), considerado interlocutor dos terroristas que explodiram a instituição em julho de 1994.
Araki, por sua vez, afirma que os Estados Unidos da América (EUA) e os judeus são os responsáveis pelos problemas econômicos vividos pelos países islâmicos e das divisões hoje existentes entre as mais diferentes correntes do islã.
Em uma recente visitação ao Líbano, disse aos líderes do Hamas, o grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, que poderia ser feita uma união estratégica entre as organizações terroristas que estão em atividade no Líbano e Palestina com o objetivo de “banir Israel do mapa”.
por Tiago Abreu

Jovem é amarrado pela família durante 12 horas após se converter



Resultado de imagem para Jovem é amarrado pela família durante 12 horas após se converter     “Eles me disseram que preciso retornar à antiga fé e que devo negar a Cristo.”, afirmou.

Um homem em Laos, cujo nome não é identificado por motivos de segurança, teve seu drama divulgado pela missão Portas Abertas. Ele, que possui o dilema de talvez abandonar sua família por conta de sua fé, vive num dos países mais hostis ao cristianismo.
Com 20 anos, é perseguido e atacado pelos próprios familiares. Justamente pelo não apoio de quem mais precisa, o jovem passa por dificuldades. Entre as ações contra ele, envolvem um espancamento do irmão e de um tio, que o amarraram com cordas e o bateram.
De acordo com informações divulgadas pela Portas Abertas, o Laos ocupa o vigésimo quarto lugar entre os países selecionados na Lista Mundial da Perseguição, que mostra os locais mais difíceis de se exercer a fé cristã.
“Eles me disseram que preciso retornar à antiga fé e que devo negar a Cristo. Fiquei amarrado das 7 horas da manhã até 7 da noite. Doeu ouvir o que saiu da boca deles”, disse o jovem.
Ele, que é casado e possui um filho de 4 meses de idade, faz parte de um grupo étnico asiático, a tribo Hmong, localizada em uma das províncias de Laos, país asiático próximo da China e Vietnã.
“Um dia, um de seus parentes, que já participou de um aconselhamento pós-trauma da Portas Abertas, pregou a ele o evangelho e ele então se decidiu por Cristo”, disse um missionário que conheceu o jovem.
“Minha esposa estava doente e nós fomos ver o xamã da nossa aldeia. Ele nos aconselhou a sacrificar muitos animais para que ela fosse curada, mas minha família é muito pobre e não conseguimos comprar tudo o que ele pediu. Foi quando meu tio orou por ela e minha esposa foi curada”, disse o homem.
Após a cura, que trouxe maior qualidade de vida ao casal, os jovens passaram a praticar a fé cristã, o que levou perseguição ao ambiente familiar.
por Tiago Abreu

“Quanto mais dificuldades, mais perto de Deus podemos chegar”



Cristã conta que foi abandonada pelo marido e filhos e que enfrentou muitas tempestades para seguir em frente com a fé em Cristo

Quanto mais dificuldades, mais perto de Deus podemos chegar
Há poucos dias, a equipe da Portas Abertas visitou os cristãos perseguidos na Ásia Central e teve um encontro com Ma Thay*, que vive num país de maioria budista. Por causa do posicionamento firme do marido em não abandonar a religião, ela teve de suportar muitas dificuldades para seguir a Cristo. A cristã tem 56 anos e também cresceu numa família de crenças budistas, mas por meio de sua mãe e irmã mais nova ela conheceu Jesus.
No início, ela foi contra a decisão delas, e tentou fazer com que permanecessem na mesma fé, alegando que estavam seguindo uma crença estrangeira, mas ao final, ela mesma se converteu ao cristianismo. “Meu irmão não aceitou essa mudança, então agiu com violência, quebrou o telhado da casa, queimou as roupas da minha mãe e destruiu muitos objetos. Ele chegou a expulsar minha mãe de casa”, disse.
Na ocasião, Ma Thay conta que achou certo o que ele fez. “Eu a repreendi também, mas depois que me converti, expliquei ao meu irmão que Deus é bom”, reconhece. “Foi numa madrugada, quando uma voz dentro de mim disse que eu deveria conhecer o Salmo 23. Como eu não sei ler, pedi para minha sobrinha que abrisse a Bíblia e lesse. Foi maravilhoso para nós duas”, lembra ela, contando que na época o marido a pressionava e ela tinha até mesmo que esconder a Bíblia. “Quando ele estava bêbado, me batia. Uma vez ele machucou minha cabeça e sangrou bastante. Os vizinhos me socorreram. Tive raiva dele, mas depois orei e o perdoei”, lembra.
Para manter a família unida, a cristã suportou essa vida durante um tempo. “Ele lutou muito para eu retornar ao budismo. Depois, foi embora de casa, levou nossos filhos, nossos móveis e só deixou a Bíblia e uma tigela vazia. Eu chorei muito. Mas eu segui em frente, aprendi a consertar bicicletas e assumi a pequena oficina que era dele. Tive a ajuda de irmãos na fé e da equipe da Portas Abertas, participei de seminários e mais tarde consegui o divórcio. Quando minha filha mais velha se casou eu não fui convidada, mas orei por ela”, conta.
Com o tempo, os filhos passaram a visitá-la, escondidos do pai. “Quando minha segunda filha se casou, fui autorizada a participar da cerimônia e tudo foi acontecendo. Agora meus netos me visitam também e um deles já aceitou Jesus”, se alegra ao contar. Seu desejo e oração é que todos os filhos encontrem ao Senhor. “Apesar de tudo, eu permaneci firme em Cristo e pude enfrentar as tempestades que vieram sobre minha vida. Eu sei que sem ele não poderei ver o céu. Ele é a minha salvação. Aprendi que quanto mais dificuldades enfrentamos, mais perto de Deus podemos chegar”, conclui Ma Thay.
*Nome alterado por motivos de segurança.
por Portas Abertas