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sábado, 8 de julho de 2017

O evangelho e o homossexual




Resultado de imagem para O evangelho e o homossexual  O evangelho é o poder de Deus para salvar pecadores e é poderoso para desfazer as maiores inimizades.

Nos últimos meses tenho pensado em muita coisa que envolve as pessoas que se consideram LGBT.
Percebo à minha volta um mundo chato, hostil e que se recusa a debater sobre qualquer assunto sem prévia desqualificação e/ou rotulação do outro – e isso me incomoda demais.
No entanto, o que importa é que no último dia 28/06/2017 foi celebrado o dia internacional do orgulho LGBT. As pessoas têm uma necessidade de colocar esta pauta em destaque, e estou começando a aceitar o fato de que os tempos atuais exigem de nós uma reflexão maior e mais profunda sobre como o Reino de Deus enxerga esta parcela da sociedade que está ativa no mundo à procura de direitos civis, conquistas sociais e legitimidade nas diversas esferas existenciais.
Primeiramente eu quero desconstruir alguns equívocos do nosso espírito cristão. Não estamos sendo equilibrados quando tratamos disso, de modo que ou pisamos num extremo ou no outro, fazendo com que leiamos a atual conjuntura com misericórdia demais ou sem misericórdia alguma.
Eu quero dizer que o nosso chamado em Deus é para levar a oferta do evangelho a todas as pessoas, principalmente as que ainda não ouviram. E se há um homossexual que não ouviu o evangelho, mais importante do que debater com ele sobre a ordem genética de sua condição social é apresentar-lhe Cristo e este crucificado para a sua redenção. Quando pregamos “você é um pecador”, até não erramos na fala, mas agimos com parcialidade no discurso. O certo é dizermos a toda gente: “todos somos pecadores!”, pois isso é mais honesto. Diria que este é o pressuposto inteiro, o ponto de partida mais bíblico e menos legalista.
Não quero aqui me sujeitar ao orgulho de ninguém, nem pagar de bonzinho e sair pedindo perdão porque o Malafaia ou o Feliciano disse algo. Quero ser fiel à vocação que recebi de Deus e construir pontes para que o evangelho chegue em todos os ouvidos.
O problema maior que eu vejo é que a gente não sabe ser equilibrado quando tem de tratar deste assunto. Vejo crentes dizendo “é uma condição natural, é a vontade de Deus!” e outros dizendo “é uma aberração, e Deus vai matar a todos!” – e, para mim, ambos estão completamente equivocados. Porque simplesmente ESTE NÃO É O PONTO! O ponto é o evangelho! É preciso anunciar a boa notícia da Encarnação, da Expiação, da Redenção e apelar às pessoas para que creiam no nome do Filho. É tudo o que eles precisam ouvir, e quem crer será salvo.
Será que não é possível que a gente se ocupe mais na evangelização do que no debate político? Será que não podemos simplesmente pregar a verdade em amor? Não é uma questão de nós aceitarmos o outro ou não, nem de defendermos causa alguma na coisa pública, mas simplesmente de sermos instrumentos de Deus para anunciar a oferta do evangelho a todos, incluindo os que são LGBT.
Hoje eu vejo o ódio em tudo quanto é lado. Ódio numa massa evangélica extremista que põe as pessoas no inferno, ódio nos que se sentem ofendidos (não com a verdade, mas com o preconceito velado destes evangélicos extremistas), ódio nos evangélicos que perverteram a mensagem para fazer chegar mais “light” aos ouvidos e inclusive ódio em mim, que não vejo uma evolução ou melhora destas relações a partir de mim, do que posso e tenho contribuído. Entretanto, estou me posicionando, me expondo publicamente na internet para dizer que está tudo errado, começando em nós, os do Corpo, que somos os portadores da maior notícia desta vida. A gente se esqueceu de que o Espírito Santo convence as pessoas pela pregação e decidiu criar uma faixa de Gaza imaginária onde de um lado ficam os preconceituosos e do outro os magoados com o preconceito, enquanto o evangelho fica de fora.
O evangelho é o poder de Deus para salvar pecadores e é poderoso para desfazer as maiores inimizades.
Não temos nenhuma necessidade de julgar as pessoas ou condená-las; no entanto, também não fomos chamados para adulterarmos o evangelho para que possa caber no coração de quem ainda não recebeu o Cristo. Se a gente tão somente trocar o discurso moralista pelo anúncio das glórias de Jesus no mundo através do seu sacrifício vicário e de sua ressurreição corporal, certamente – e mesmo que não tenhamos muitos resultados numéricos – faremos a vontade de Deus, que se consiste em ser conhecido dos ouvidos de toda criatura.
Quem precisa se arrepender primeiro neste tempo é a própria Igreja, por falhar tanto na missão e por discipular os cristãos de um modo tão irresponsável. Nós deixamos os falsos mestres da teologia liberal se criarem e ganhar voz para chamar o errado de certo. Abrimos mão de chorar por tanta gente que não conhece a Jesus e ignoramos a necessidade de um “tato” pastoral para ouvir alguém que sofre com desejos e sentimentos que afetam a sua sexualidade. Nós estamos nos extremos, mas Cristo quer nos colocar no centro, onde Ele está, e onde a esperança ressurge.

Maycson Rodrigues

30 anos, é casado com Ana Talita, estudante de Teologia Reformada e estuda Filosofia na UFRJ. É compositor, escritor e músico e trabalha no ministério paraeclesiástico e missionário chamado Entre Jovens. Recentemente publicou um livro intitulado “Aos maridos: princípios do casamento para quem deseja ouvir”.

Unidade médica cristã atenderá mais de 100 mil refugiados



Resultado de imagem para Unidade médica cristã atenderá mais de 100 mil refugiados   A construção foi financiada por pessoas em diferentes locais do mundo.

Uma iniciativa promovida pelos integrantes da Adventist Help e da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) no Curdistão, trará unidade médica em território iraquiano e pretende alcançar 100 mil pessoas.
A unidade médica de urgência, que está em levantamento desde o início do ano, se localizará na cidade de Mossul, no Iraque, onde a luta contra o terrorismo tem sido intensa e a situação de calamidade pública é notável.
A ação visa promover ajuda aos moradores da região que, por conta das guerras, tem sofrido com a violência, o calor extremo, e a escassez de alimentos e remédios. Muitos refugiados estão no acampamento de Hasan Sham U2, que fica ao leste do município de Mossul.
O médico Michael Von Horsten está à frente do projeto afirma que a construção do hospital está a caminho conforme planejado e que, ainda por cima, trará novidades aos refugiados do acampamento.
“A ADRA e a Adventist Help começaram a segunda fase da obra, que se divide em unidade de primeiros socorros, unidade para cuidados de saúde mental e unidade odontológica, no campo de refugiados Hassan Sham U2”, disse.
A construção foi financiada por pessoas em diferentes locais do mundo. Os valores foram coletados sob organização das instituições adventistas e também da Organização das Nações Unidas (ONU).
“Queremos agradecer o esforço da Divisão Sul-Americana, na pessoa de Paulo Lopes, que vai nos ajudar aqui a trabalhar em boas condições, e também à ADRA Internacional, que está nos dando um apoio para nossas atividades”, disse Marcelo Dornelles, diretor da agência humanitária adventista no Curdistão.
O projeto também conta com a ajuda de voluntários das mais diferentes áreas de saúde para que possam ajudar os refugiados pelo tempo que considerem possível. Os candidatos devem entrar em contato com as respectivas instituições com seus currículos.
por Tiago Abreu

Ética e moral: o que pode ou não pode fazer?



Resultado de imagem para Ética e moral: o que pode ou não pode fazer?      O ser humano precisa ser moral, ou seja, viver sua humanidade verdadeira e autêntica, que é ser a imagem e semelhança de Deus.

Diante de tantas análises e estudos a respeito do tema, faremos uma sucinta diferenciação entre ética e moral. De início, diremos que “moralidade” é o que vivemos, enquanto “ética” é o que estudamos.
Precisamente como área de interesse acadêmico, a ética pode ser definida como estudo da moralidade, uma pesquisa ponderada do que é moralmente apropriado fazer. Já a moralidade, no sentido de práticas de ações moralmente boas e apropriadas, é a rotina que concretiza nossos esforços para ser cada vez mais verdadeiro e plenamente humanos, e viver deste modo.
Podemos enunciar a seguinte questão: Precisamos viver moralmente bem, fazer o certo; mas o que é moralmente bom? O que pode ou não pode fazer? Então, para responder a questão do nosso dilema na prática, de nosso desafio moral, vamos estudar, sistematizar, refletir sobre essa questão. Este estudo, de modo sistêmico, chamamos de ética.
Para determinarmos o que é certo ou errado temos que partir de um critério. E o que define para nós o que é certo ou errado? A primeiro momento como bons cristão responderíamos “a Bíblia”. Mas, a ética é um assunto que pertence a cristãos e não cristãos, é um tema universal, e sua base para estudo não parte “diretamente” de nosso texto Sagrado. Além disso, no meio evangélico, existem tantas discrepâncias nas interpretações bíblicas, tantas opiniões e comentários diferentes do que pode ou não pode, que confirmam o dilema moral de qualquer cristão, porque ele mesmo tendo uma Bíblia, sempre se confronta com as perguntas: “o que pode ou não fazer? O que é certo ou errado?”
O critério que a ética utiliza para saber o que é certo ou errado é seu próprio objeto de estudo, o ser humano. No ponto de vista da moralidade é nossa humanidade verdadeira e autêntica que serve de ponto de referência para o que é bom em nossas relações humanas. Em outras palavras, viver imoralmente é empenhar-se em um processo de verdadeira profanação de si mesmo, frustração e, no fim autodestruição. O que é imoral? É a decisão de viver de maneira desumana ou falsamente humana.
Podemos concluir até aqui que a ética é um campo de estudo que procura guiar nossos esforços para levar uma vida moral boa. E o que é uma moral boa? O que é o certo a se fazer? É uma vida que reflita o verdadeiro significado da humanidade.
O cristão também deseja saber o significado de sua própria humanidade, e para isso, ele se fundamenta nos valores básicos da tradição judeo-cristã. Isso é o que chamamos de ética cristã, uma tentativa de expressar de forma sistemática e consistente o que Jesus faria em nosso lugar, para que possamos saber o que é certo ou errado.
Como verdadeiro divino e humano, Cristo é o melhor indício que temos do caráter de Deus e também do significado pleno da humanidade. Então, se a ética quer saber o que é próprio do ser humano para definir o que é certo ou errado, a ética cristã demonstra Cristo como modelo do que é próprio do ser humano, do que é bom ou não para ele.
A revelação da vida e do amor de Jesus serve efetivamente para expor nossas raízes e nos lembrar que nosso verdadeiro destino nasce em nossos princípios, já que como cristãos afirmamos que não só os seres humanos são formados à imagem de Deus (Gn 1.26-27), mas também que Deus é amor (1Jo 4.8). Não é atoa que quando perguntaram a Jesus no que se resume a lei (em outras palavras: o que se pode ou não fazer?), ele respondeu: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com toda a sua força. E amarás o teu próximo como a ti mesmo (cf. Mc 12.29-31; Mt 22.37-40).
O que um cristão pode fazer? Amar. E o que ele não pode fazer? Deixar de amar. Se Jesus é o nosso referencial, a chave dos questionamentos éticos foram revelados em sua encarnação. É certo para o ser humano amar, não fazer isso é imoral. Ora, um exemplo simples que ateste esse fato é os valores universais que percorrem toda a humanidade. Por exemplo, as pessoas acreditam que não se pode roubar, isso é errado. Tirar do outro o que ele tenha, e principalmente roubar de alguém que tenha pouco é um absurdo! Quem comete tal crime? Aquele que não tem amor, o qual não consegue olhar o outro com misericórdia ou respeitar o que é do outro.
O que é moral sempre tem relação com o amor e o que é imoral sempre tem relação com o egoísmo. O que rouba, o faz por egoísmo, assim como aquele que dá ao que necessita o faz por amor (é bem verdade que alguém pode dar algo para outro pensando em seu próprio egoísmo, como busca de status).
Diante da pergunta “o que pode ou não fazer?” A resposta pode ser encontrada na ética cristã, que num olhar para Jesus, vê o resumo do manual de regras no amor. Isso significa que não adianta um código de leis do que se pode ou não realizar, isso é pouco. Pois, dizer que você deve fazer caridade não significa tudo, porque ao fazer a caridade sem amor, nada vale. Do mesmo modo, dizer que você não pode adulterar, quando você não dá valor na pessoa que está do seu lado e vive na sua mente pensando no adultério, o que dignifica sua omissão sem amor? O mal já está presente.
O ser humano precisa ser moral, ou seja, viver sua humanidade verdadeira e autêntica, que é ser a imagem e semelhança de Deus. A ética estuda e sistematiza o que moral, para que nas nossas relações com o mundo possamos fazer o certo. Para a ética cristã, pela revelação de Jesus Cristo, que restaura nossa humanidade, o certo a se fazer está baseado no Amor. Por isso, defini que ser imoral é viver de forma desumana ou falsamente humana. Ou seja, viver sem amor é desumano, e fazer coisas fingindo que ama, também é imoral.

Victor Santos

Victor dos Santos, mora em Santo André-SP. Blogueiro (Vida ao Inverso). Bacharel em Teologia pela Universidade da Bíblia, graduado em Logística pela Uniban e estudante da PUC SP.

MK disponibiliza discos remasterizados nas plataformas digitais



Resultado de imagem para MK disponibiliza discos remasterizados nas plataformas digitais    Gravadora tem quase todo o catálogo completo, exceção está nos discos relacionados ao Catedral

A gravadora carioca MK Music concluiu, em 2017, a inclusão de quase todo o seu catálogo lançado durante 30 anos, nas plataformas digitais. A empresa, que realizava o processo desde 2011, editou recentemente alguns dos últimos discos que faltavam chegar ao streaming.
Os álbuns são predominantemente obras lançadas nos primeiros anos de existência da gravadora e que foram distribuídos em vinil e fita cassete. Entre eles, está o disco 3, da banda Complexo J. O projeto, que chegou a figurar na 13ª posição na lista dos maiores álbuns da história da música cristã publicada pelo Super Gospel, é um deles.
3, em especial, foi lançado originalmente de forma independente em 1991. Quando a banda assinou com a gravadora, o disco foi relançado em 1992 e, depois de mais de 25 anos de lançamento, é considerado um dos projetos mais ambiciosos lançados pela empresa carioca nos seus primeiros anos.
Além do Complexo J, que se fez presente também com Riqueza de Sons (1994), a gravadora disponibilizou todos os álbuns do cantor João Marcos, como Universo de Emoção e Canto Livre. Dentre os projetos, o mais popular é o primeiro disco de Carlinhos Felix pela gravadora – Basta Querer (1993), cuja faixa-título é um dos maiores sucessos evangélicos da década de 1990.
Por fim, a distribuição também se deu em nomes pouco conhecidos, que tiveram passagens rápidas pela gravadora. É o caso de Maurizete Catarina, com o disco Luminosidade (1994) e Edilson Maia, com o álbum Tanto Te Procurava (1993), ambos produzidos pelo cantor e tecladista Pedro Braconnot, do Rebanhão. Além disso, também pode ser ouvido Herança (1993), de Elaine de Carvalho.
Catedral
A única exceção é, justamente, uma das contratações de maior sucesso da gravadora. O Catedral, que lançou vários discos pela gravadora entre os anos de 1994 e 1998, está disponível apenas com o álbum A Revolução (1998), disponível nos canais de streaming desde 2015. Os discos do vocalista Kim e o Duo Project também não foram disponibilizados.
A relação da banda Catedral com a gravadora MK Music se tornou negativa desde 2001, quando a empresa decidiu, com um anúncio público, parar com a distribuição de seus discos pela polêmica reportagem publicada pelo extinto portal Usina do Som. Em 2010, o grupo carioca venceu na justiça um processo milionário contra a gravadora.
por Tiago Abreu

Ore por uma aldeia queniana que está sendo atacada



Uma delegacia, uma torre de comunicação e uma escola de não-muçulmanos já foram atingidos


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Alguns homens suspeitos de fazer parte do grupo extremista islâmico Al-Shabaab estão atacando a área de Pandanguo, que fica na cidade de Lamu, cerca de 200 km ao norte de Mombaça, próximo da Somália. De acordo com relatórios, os ataques começaram na manhã de ontem, primeiro a uma delegacia e eles também atingiram uma torre de comunicação.
Segundo fontes locais, porém, os disparos já começaram a ser ouvidos a partir do dia 11 (terça) às 23hs. Eles também atacaram uma escola (de estudantes não-muçulmanos). Até o momento, não se sabe se há vítimas entre os civis. “Eles estão muito bem armados e até tentaram derrubar um helicóptero militar que estava rastreando seus movimentos terrestres. O exército já cercou a aldeia de Pandanguo e está se movimentando lentamente”, disse uma fonte que não foi identificada por motivos de segurança.
“Agora nossa oração é para que as pessoas não sejam capturadas por eles durante os ataques, como já vimos acontecer anteriormente. Oramos pela segurança de todos os estudantes e que eles possam voltar para suas casas. A situação alarmou também os moradores de Mpeketoni. O Al-Shabaab está tentando estabelecer um estado islâmico na Somália e nas imediações. Espero que as forças de segurança nessa área possam controlar a situação. Precisamos de orações, urgente, por favor, intercedam por nós”, pediu a fonte.

por Portas Abertas

“Vivi o que preguei”, diz pastor preso pelo evangelho



Resultado de imagem para “Vivi o que preguei”, diz pastor preso pelo evangelho   Alonso compartilhou sua fé com comunidades


A história do pastor Alonso, do México, foi divulgada pela missão Portas Abertas. O líder, que chegou a ser preso por compartilhar sua fé, contou sua trajetória como cristão que, atualmente, completa 15 anos.
De acordo com seu depoimento, seu primeiro contato com a fé cristã se deu há 15 anos, no ano de 2002, quando conheceu um grupo musical que se apresentou em um local próximo à sua comunidade.
“Até aquele momento, eu estava muito envolvido com as tradições religiosas, mas eu não gastava tempo lendo a Palavra de Deus. Quando resolvi ler a Bíblia, eu percebi que não estava vivendo de acordo com as Escrituras, então eu decidi mudar e entregar a minha vida a Cristo”, afirmou.
Os anos seguintes se seguiram com entusiasmo por parte de Alonso, que contou tudo o que sabia com familiares, vizinhos, amigos e demais pessoas que viviam em sua comunidade. O auge de seu êxito se deu em 2011, quando construiu um templo, fruto de várias conversões.
No entanto, a fé a e as ações do pastor começaram a incomodar indivíduos da comunidade e autoridades locais. No ano de 2013, Alonso foi tirado à força de sua residência por um grupo formado por quase 400 pessoas. Além disso, foi espancado e ficou preso por três dias. A igreja também sofreu com as ações: Foi destruída e, também bens materiais e gado do pastor foram levados.
“No momento em que eles começaram a me bater, o Espírito Santo me fez lembrar da Palavra de Deus. Eu pensei em Estêvão e como ele viu a glória de Deus, quando estava sendo acusado e insultado. Eu também pensei em Jesus”, relembrou.
“Até aquele momento, eu nunca pensei que eu poderia viver o que eu havia pregado. Mas Deus me mostrou que não se trata de pregar e falar sobre o Evangelho, mas sobre viver colocá o Evangelho em prática”, afirmou.
Ele disse que, durante o momento, não se sentiu só. “Eu louvo ao Senhor porque sei que Ele estava comigo o tempo todo. Eu senti claramente a mão de Deus tocando minhas feridas e removendo toda a dor. Quando eu estava na prisão, sua presença era real e forte demais. Senti as orações da igreja naquele lugar”.
Depois dos três dias de prisão, um representante de Assuntos Religiosos do México negociou a liberdade de Alonso. O pastor foi obrigado a assinar uma declaração que visava expressar que deveria deixar sua comunidade.
Por isso, ele e seus familiares se mudaram para uma cidade localizada nos arredores da capital de Oaxaca. Mesmo assim, ele comemora o fato de estar livre e vivo para poder expressar sua crença em um novo lugar.
por Tiago Abreu

Mulher abandona crack com a ajuda do evangelho



Resultado de imagem para Mulher abandona crack com a ajuda do evangelho     Raquel, hoje, vive com o filho e está empregada

A Missões Mundiais divulgou uma história de final feliz. Raquel, 43, já foi uma usuária de drogas e, hoje, vive uma rotina totalmente diferente da situação crítica de seu passado como viciada.
De acordo com as informações divulgadas, a mulher teve uma infância difícil e perdeu a mãe durante a adolescência. Por fim, conheceu o crack aos 22 anos e, embora não tivesse experimentado outras drogas psicoativas, acabou por se viciar com a influência dos amigos.
Depois do seu contato com o crack, Raquel teve três filhos, no entanto, perdeu a guarda dos dois. A situação piorou em sua vida, quando morou nas ruas com o filho caçula. Na época, chegou a sofrer abuso sexual e psicológico e teve risco de morte.
A vida de Raquel começou a mudar no ano de 2013, quando com 29 kg e residindo numa casa abandonada, Raquel pediu ajuda a uma vizinha, que a conduziu à Cristolândia. Depois, a vida da mulher começou a mudar, com o tratamento feito na Casa Rosa, em São Paulo.
Anos depois, Raquel mora com o filho caçula e trabalha.
por Tiago Abreu