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terça-feira, 27 de junho de 2017

A Igreja não é objeto de consumo do mundo moderno



Resultado de imagem para A Igreja não é objeto de consumo do mundo moderno   Pessoas buscam consumir entretenimento nas igrejas


Um mundo globalizado tal como está configurado atualmente é conduzido por uma tendência que privilegia o lucro e estimula à concorrência, mudanças rápidas são necessárias para atender o vazio dos clientes, por isso, o filósofo Bauman chama nossa modernidade de “líquido”, porque, como todos os líquidos, ela jamais se imobiliza, nem conserva sua forma por muito tempo.
Estamos falando de um mundo moderno que sempre nos surpreende, o que hoje parece correto e apropriado amanhã pode muito bem se tornar fútil, fantasioso ou lamentavelmente equivocado. Talvez, o pesadelo da informação insuficiente que fez nossos pais sofrerem foi substituído pelo pesadelo ainda mais terrível da enxurrada de informações que ameaça nos afogar, nos impede de nadar ou mergulhar.
Por exemplo, até a forma de se relacionar mudou nos dias atuais, como estamos na era do consumo desenfreado, na medida em que os relacionamentos são vistos como investimentos, como garantias de segurança e solução de seus problemas, eles parecem um jogo de cara ou coroa. A solidão produz insegurança, mas o relacionamento não parece fazer outra coisa.
Ao falar de uma era do consumo, é preciso entender que o que caracteriza o consumismo não é acumular bens (quem o faz deve também estar preparado para suportar malas pesadas e casas atulhadas), mas usá-los e descartá-los em seguida a fim de abrir espaço para outros bens e usos, a vida consumista favorece a leveza e a velocidade. E também a novidade e a variedade que elas promovem e facilitam, por isso, quando a qualidade o decepciona; você procura a salvação na quantidade. Quando a duração não está disponível, é a rapidez da mudança que pode redimi-lo.
Esse desenho da sociedade, infelizmente paira sobre nossos grupos de jovens, células e os ministérios eclesiásticos. Pessoas buscam consumir entretenimento nas igrejas; querem o espetáculo pop-rock no louvor, pregações com a alto e fina oratória cativante de uma peça de teatro e ensinos que farão os fiéis ganharem alto estima para o dia a dia. Crentes que buscam consumir o que é mundano nos templos, ou fazem da Igreja as mudanças da sociedade para se sentirem satisfeitos, tornam-se um objeto frágil e se desumanizam.  

Victor Santos

Victor dos Santos, mora em Santo André-SP. Blogueiro (Vida ao Inverso). Bacharel em Teologia pela Universidade da Bíblia, graduado em Logística pela Uniban e estudante da PUC SP.

Lei alemã prevê prisão a quem falar mal de muçulmanos



Resultado de imagem para Lei alemã prevê prisão a quem falar mal de muçulmanos   Polícia alemã tem emitido notificações a quem publica “discurso de ódio” na Internet

Em uma campanha coordenada, realizada em 14 estados, a polícia alemã visitou na semana passada as casas de 36 pessoas. Elas são acusadas de fazer “postagens de ódio” nas redes sociais, incluindo ameaças, coação e incitamento ao racismo. Foram tomados depoimentos e feito notificações, mas ninguém foi preso, relata o The New York Times.
Segundo o Escritório Federal de Polícia Criminal, a maioria do que foi publicado era incitações de motivação política. Os policiais realizaram pesquisas domiciliárias e interrogatórios. Mas as investigações também levaram a duas pessoas acusadas de conteúdo extremista de esquerda, bem como uma pessoa acusada de fazer ameaças ou assédio com base na orientação sexual.
“A incidência ainda alta de postagens de ódio puníveis mostra uma necessidade de ação policial”, defendeu em um comunicado Holger Münch, presidente do Escritório Federal de Polícia Criminal. “Nossa sociedade livre não deve permitir um clima de medo, ameaça, violência criminal e violência na rua ou na internet”.
O maior alvo dessas postagens são os refugiados islâmicos, embora haja casos de divulgação do ideal nazista.
Em 2016, a polícia visitou a casa de 60 pessoas pelos mesmos motivos. A ação policial deste ano ocorreu enquanto os alemães estão debatendo a proposta de uma nova lei de mídia social, destinada a reprimir o discurso de ódio. Para uma série de especialistas, trata-se de uma medida inconstitucional.
A medida, defendida pelo ministro da Justiça, Heiko Maas, custaria ao Facebook, Twitter e outras redes sociais até US$ 53 milhões (R$ 160 mi) se eles não conseguirem remover o discurso do ódio e outras formas de conteúdo agora considerado “ilegal”.
De acordo com o direito alemão, os usuários de redes sociais estão sujeitos a uma série de punições ao publicar material ilegal, que inclui até uma pena de prisão de cinco anos por incitação ao ódio racial.
O projeto defendido pelo governo alemão assegura que as redes precisam oferecer um serviço de reclamação prontamente disponível para postagens que possam ser ameaças, discurso de ódio, difamação ou incitamento para cometer-se um crime, entre outras ofensas.
As mídias sociais teriam 24 horas para excluir “conteúdo obviamente criminoso” e até uma semana para decidir sobre casos “ambíguos”. A lei, aprovada em primeira instância em abril, poderá aplicar multas assim que for sancionada.
De acordo com um recente estudo do governo, o Facebook eliminou apenas 39% do “discurso de ódio ilegal” dentro de 24 horas em janeiro e fevereiro. A empresa havia assinado um código de conduta em 2015 comprometendo-se a seguir este padrão. O Twitter apagou apenas 1 por cento.
“Estamos decepcionados com os resultados”, disse Klaus Gorny, porta-voz do Facebook, em um comunicado sobre o estudo. “Temos regras claras contra o discurso do ódio e trabalhamos duro para mantê-lo fora de nossa plataforma”.
Bernd Holznagel, professor da Universidade de Münster e um dos especialistas ouvidos pelo congresso alemão, apontou pelo menos duas violações constitucionais à liberdade de expressão. “Nosso tribunal constitucional não permitirá tal estatuto”, disse Holznagel.  “Há incentivos para tirar conteúdo se houver alguma dúvida, mas e os direitos de quem publica o conteúdo?”, questiona.
Christian Mihr, outro painelista e diretor-gerente da Repórteres Sem Fronteiras, disse que a lei transferirá indevidamente a autoridade do sistema de justiça da Alemanha para empresas como Facebook e Twitter.

Inteligência artificial

O Facebook já colabora, na Alemanha e na França, com o que é chamado de Iniciativa Online de Coragem Civil (OCCI na sigla original). Trata-se de uma campanha de conscientização que visa “combater o extremismo”.
Sheryl Sandberg, diretora de operações da rede social, disse: “Não há lugar para o ódio ou violência no Facebook. Utilizamos tecnologia como a Inteligência ArtificiaI para encontrar e remover e manter conteúdo extremista fora da nossa plataforma”.
Curiosamente, Fiyaz Mughal, líder da Iniciativa de Combate ao Ódio Anti-islâmico, um dos fundadores da OCCI, comemora: “Esta iniciativa é muito necessária, uma vez que uma grande quantidade de material online pode ser ofensivo e às vezes estimule o ódio, embora não ofereça base para a ação jurídica. Estamos em uma batalha por corações e mentes e esta iniciativa é uma ferramenta para mobilizar a enorme força para o bem que está nas comunidades”. Com informações Sky 
por Jarbas Aragão

Quando não é possível esquecer





Segundo os sobreviventes de um ataque do Al-Shabaab, é impossível apagar da memória as cenas marcantes do que aconteceu
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Quando os militantes do Al-Shabaab sitiaram o campus da Universidade de Garissa, no nordeste do Quênia, a realidade da perseguição religiosa foi vista claramente: muçulmanos foram poupados e cristãos foram alvejados. Todos os alunos que estavam presentes numa reunião de oração, morreram naquela manhã. Atualmente, muitos estudantes se reúnem para lembrar-se de seus amigos, apesar da tristeza que ainda sentem.
"Infelizmente, o número de não-muçulmanos dispostos a estudar nesta Universidade é bem pequeno agora", explicou um funcionário. "O medo ainda existe e o local não é considerado seguro. Muitos ficam preocupados e ansiosos quando algum evento é organizado", disse ele.
"Eu gostaria de poder apagar esse dia da minha memória", confessou um dos sobreviventes que pediu para não ser identificado por motivos de segurança. Ele conta que alguns muçulmanos tentaram proteger os estudantes cristãos, dizendo que eles eram muçulmanos também, mas como eles não conseguiram recitar algumas partes do alcorão, foram mortos no local.
Quênia é o 18º país na atual Lista Mundial da Perseguição, onde os cristãos continuam enfrentando a pressão do governo, da família e da sociedade. Com a chegada cada vez mais próxima das eleições, que vão acontecer no dia 6 de agosto, o clima fica ainda mais tenso. A comunidade cristã está trabalhando arduamente para que não haja conflitos por razões políticas, nem violência contra os cristãos durante esse período. Ore pela igreja no Quênia. 
por Portas Abertas

domingo, 25 de junho de 2017

Como vivem os cristãos na Etiópia




Seguidores de Cristo não podem participar de reuniões de adoração e as crianças enfrentam hostilidade nas escolas, por causa da fé de seus pais

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Etiópia, que ocupa o 22º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição, é um dos primeiros países da África a aceitar o cristianismo. Lá, existem muitos grupos étnicos, dos quais alguns tratam de forma hostil os seguidores de Cristo. Em alguns lugares as regiões estão interligadas pelo islã e o partido no poder bloqueou todos os canais para a liberdade de expressão e de reunião, e também tentou controlar todas as instituições religiosas buscando conter desavenças.
Possuir materiais cristãos e participar de reuniões de adoração são práticas cada vez mais difíceis. Há vários problemas específicos a serem enfrentados, um deles, por exemplo, é enterrar um cristão, o que é muito difícil em áreas onde muçulmanos dominam. Crianças cristãs são obrigadas a frequentar escolas islâmicas e são perseguidas por causa da fé de seus pais.
Por meio de parceiros locais e igrejas, a Portas Abertas apoia os cristãos etíopes há mais de 30 anos. O trabalho é focado em prepará-los para enfrentar a perseguição, fortalecendo a fé e ajudando-os a compartilhar o evangelho com seus vizinhos. É na vida privada que os cristãos mais enfrentam perseguição, além disso, o extremismo islâmico tem aumentado rapidamente, representando uma nova ameaça para o Estado e para os cristãos. Ore pela Igreja Perseguida na Etiópia.

por Portas Abertas

Festival W. Music chega a PE, RN e PB



   Estados nordestinos receberão evento com jurados reconhecidos 

O Festival W. Music, do produtor musical Wellington Correa, notório por trabalhar com artistas independentes do cenário evangélico, estará nos estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba a partir do dia 27 deste mês.
Os candidatos serão avaliados por uma comissão de jurados na grande final que trará, além do produtor e músico Wellington, nomes evangélicos como Cristina Mel, Fernanda Brum, Robinson Monteiro e Rose Nascimento.
As cidades escolhidas são Campina Grande (28), João Pessoa (30), Natal (01), Caruaru (05), Jaboatão dos Guararapes (06) e, por fim, Recife (08). Os inscritos não pagam taxas e, para serem avaliados, bastam ir nos locais indicados nos horários previstos.
Os cinco vencedores do festival ganharão uma gravação de um álbum produzido por Wellington Correa, que trabalha com música há mais de 18 anos.
Confira o cartaz:
por Tiago Abreu

#Shockwave2017: Reflita sobre a sua liberdade




Comece agora mesmo a se preparar: faça seu cadastro, marque dia e hora e convide todos os seus amigos para orar pelos cristãos perseguidos
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Shockwave é um movimento de milhares de jovens que usam a liberdade que possuem para orar pelos nossos irmãos que enfrentam violência e hostilidade por causa do cristianismo, em dezenas de países no mundo. O underground (UG), ministério de jovens da Portas Abertas, organiza o evento desde 2001, e investe na comunicação voltada para a juventude brasileira. O nome underground foi escolhido para ser uma homenagem às igrejas clandestinas, organizadas pelos líderes cristãos perseguidos.
"Somos um movimento de jovens comprometidos com Deus e com sua palavra. Somos a voz que conta a história de milhões de pessoas ao redor do mundo que são perseguidas por seguirem a Jesus. Somos jovens que oram pelos cristãos perseguidos e se colocam no lugar deles. Somos pessoas desafiadas pelo evangelho e dispostas a impactar a igreja brasileira. Somos um só corpo, e quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele (1 Coríntios 12.26)", explica o responsável.
Faça parte desse movimento. Use sua liberdade em favor da Igreja Perseguida. O objetivo do UG é unir jovens em prol dessa causa. O Shockwave 2017 acontecerá entre os dias 22 a 24 de setembro. O tema deste ano é "liberdade", que propõe uma reflexão sobre os muitos cristãos são colocados em prisões, cativeiros ou campos de trabalhos forçados. Escolha o dia e a hora para reunir os seus amigos que estão dispostos a orar pelos cristãos perseguidos. Organize-se desde já, faça seu cadastro e tenha acesso a materiais exclusivos para sua reunião.

por Portas Abertas

“Pastor Michael Jackson” faz sucesso em igrejas cantando e dançando



 

Resultado de imagem para “Pastor Michael Jackson” faz sucesso em igrejas cantando e dançando    Silvio Maia ficou conhecido pela coreografia do vídeo “Dia de Alegria”   


O cantou Michael Jackson, falecido em junho de 2009 é uma das inspirações do pastor Silvio Maia, que lidera em uma igreja em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro. Após ter investido todas as economias na gravação do seu primeiro CD, passava por momentos difíceis.
O disco não obteve o sucesso esperado no concorrido mercado gospel. Mas tudo mudou após um vídeo com uma de suas apresentações fazer sucesso no YouTube. Enquanto cantava e dançava, o pastor acabou deixando o sapato escapar. A apresentação, que aconteceu três dias antes da morte de Michael, viralizou rapidamente.
“Ninguém me chamava de Pastor Michael Jackson. Durante uma apresentação em uma igreja, entrei no palco para cantar uma música que compus, “Dia de alegria”, fui fazer um passo e o sapato voou. Três dias depois, Michael morreu. Alguém gravou e postou o vídeo assim: ‘Michael não morreu, virou crente’ “, explica.
Maia se declara fã do cantor americano e em sua casa coleciona objetos com o rosto do astro.  Ele admite que nem todos entendem seu “estilo”. Para muitos evangélicos, afinal, dança e religião não se misturam.
“Deus é alegria. E Ele fez essa maravilha na minha vida, no momento em que mais precisava. Só tenho a agradecer ao sapato que saiu, aos passos do Michael e a essa alegria que é Jesus”, assevera.
O pastor faz várias apresentações pelo Brasil desde a morte de Michael Jackson, unindo a pregação do Evangelho com os passos do cantor (incluindo o famoso moonwalk).
Hoje conhecido como “Pastor Michael Jackson”, ele lembra que tudo começou com uma brincadeira. “Já era fã do Michael, e sempre achei que Jesus era fonte de alegria. Por que não juntar as duas coisas? Uma vez, dançando em casa, usei passos do Michael em uma música que tinha composto, “Dia de alegria”, e o famoso gritinho, “Au!”. Meu filho adorou, e eu percebi que poderia dar certo”.
O sucesso na web rendeu a ele convites para cantar em várias igrejas pelo Brasil. “Um dia recebi um telefonema perguntando se eu era o Pastor Michael Jackson. Acabei convidado para cantar em mais de 40 igrejas. Consegui reformar minha casa e comprar um carro para a minha esposa”.
Em entrevista ao programa “Fique Ligado” , ele admite: “Sou muito criticado. A verdade é que Jesus também foi criticado e eu não vou ser diferente… A Bíblia diz que o homem segundo o coração de Deus também era um dançarino”. Com informações de Extra
Assista:
por Jarbas Aragão

Família cristã está desabrigada



Depois de se converter ao cristianismo, Vang Mo* e sua família foram expulsos de sua aldeia e forçados a viver na beira de uma estrada

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Na semana passada, Vang Mo e sua família foram forçados a sair de sua aldeia, que fica no noroeste do Vietnã. Dois meses atrás, ele entregou sua vida a Jesus e tornou-se membro de uma igreja. Desde sua conversão, seus caminhos foram mudados e ele passou a ser um ótimo pai e também marido amoroso.
No dia 16 de junho, porém, o prefeito, em conjunto com o líder da polícia e mais 20 pessoas foram até a casa do cristão para expulsá-lo da aldeia, pelo fato da família ter se decidido pelo cristianismo. Eles tiveram que montar uma barraca na beira da estrada com alguns de seus pertences. No momento, eles vivem em situação totalmente vulnerável e necessitam das nossas orações.
A igreja no Vietnã, país que ocupa o 17º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição, enfrenta momentos difíceis. A nação comunista vê com maus olhos todos os cidadãos que se convertem a Cristo. A liderança política acredita que a igreja seja uma potência estrangeira, por isso limita a liberdade de culto e adoração a Deus. Os fiéis vindos do budismo ou de religiões místicas enfrentam uma perseguição ainda mais severa, por serem considerados apóstatas.
*Nome alterado por motivos de segurança.
Pedidos de oração
  • Ore para que Deus seja o refúgio de Vang Mo e sua família nesse momento tão difícil.
  • Peça que muito em breve eles sejam novamente abrigados e protegidos.
  • Interceda pela Igreja Perseguida no Vietnã, para que continue perseverando na fé, apesar da violência e hostilidade.
Por Portas Abertas

Canadá proíbe escola cristã de ensinar partes “ofensivas” da Bíblia



 

Resultado de imagem para Canadá proíbe escola cristã de ensinar partes “ofensivas” da Bíblia    Conselho proibiu instituição de ensinar partes da Bíblia consideradas “ofensivas”


A Cornerstone Christian Academy, no Estado de Alberta, Canadá, foi proibida de ensinar os trechos das Escrituras que podem ser consideradas “ofensivos”.
A presidente do Distrito Escolar de Battle River, Lauri Skorki, mandou avisar a diretora da escola que “qualquer versículo que possa ser considerado ofensivo a indivíduos em particular não deve ser lido nem estudado na escola”.
Skori acredita ainda que seria inadequado que a escola compartilhe “qualquer ensinamento que denigra ou vilipendie a orientação sexual de alguém”.  “Estamos falando sobre liberdade de culto, mas também de liberdade de expressão”, disse Deanna Margel, diretora da escola.
“Precisamos que cada palavra da Bíblia venha nos desafiar, nos chamar a uma compreensão maior. Isso é tão importante”.
No último dia 15, a diretoria da escola se reuniu para debater a questão, mas a presidente do distrito escolar reclamou que a instituição estava transformando a “discussão em um espetáculo público”.
Ela também reclama que a escola Cornerstone “quebrou nossa confiança” e estava tentando “criar polêmicas” ao chamar atenção para esse assunto.
“Essas ações junto a sociedade não apenas prejudicaram nosso relacionamento, mas colocaram nossos filhos, nossa equipe, nossa escola e nosso distrito escolar em perigo”, alegou, sem detalhar como isso ocorreria.
A Conerstone é uma escola confessional, mas como recebe subsídios do governo aparece na categoria “escola alternativa”. Ela defende ter o direito de ensinar valores cristãos, mas Skori está pressionando a instituição para cessar essa prática.
Vários passos nesse sentido vêm sendo dado desde o início do ano. O distrito escolar, que supervisiona as atividades escolares, mandou que a Cornerstone apagasse de seu site uma passagem de 1 Coríntios que condenava a homossexualidade.
Também foi pressionada a remover um versículo sobre imortalidade que estava escrito em uma das paredes da escola.
Cansada das ameaças contra a liberdade de culto, a escola cristã procurou os advogados que trabalham no Centro de Justiça para a Liberdade Constitucional. A questão se judicializou e pode abrir precedente de um debate que atinge todas as escolas públicas do Canadá.
John Carpay, presidente do Centro de Justiça, lembra que “O compromisso de neutralidade do governo, exigido pela Suprema Corte do Canadá, significa que um conselho escolar não pode determinar se os versículos da Torá, do Alcorão, do Novo Testamento ou do Guru Granth Sahib são aceitáveis ou não”.
Ele comunicou que levará adiante a defesa da escola ensinar seus princípios, inclusive os bíblicos, sem ser censurada pelo Estado. Com informações CBN
por Jarbas Aragão

"Eu desejei viver eternamente"



Um homem começa a ler a Bíblia na prisão e tem sua vida totalmente transformada: "eu escolhi a vida"

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Ontem, começamos a contar a história de Viktor*, um cristão que vive numa pequena aldeia da Ásia Central e tem um comércio de produtos alimentícios para animais. Relembrando seu passado, ele disse como foi parar na prisão, onde acabou conhecendo a palavra de Deus. Durante suas leituras, ele se deparou com a questão da vida eterna: "Eu desejei viver eternamente, muito mais do que desejava ser liberto daquela prisão".
"Pude sentir a presença de Deus naquele lugar e, como eu não sabia orar, eu simplesmente gritei para Jesus: ‘Eu não tenho certeza da sua existência, você sabe disso, mas eu quero a vida eterna e também quero nascer de novo’. E continuei a ler a Bíblia", conta. Pouco tempo depois, Viktor recebeu um pacote em sua cela. "Entre os presos, costumávamos enviar uns aos outros algumas coisas amarradas em uma corda. Naquele dia, eu recebi um pequeno pacote com drogas. Eu sentei e fiquei me perguntando ‘o que é isso?’. Eu sabia muito bem o que sentiria se usasse; eu ficaria louco. Então pensei ‘isso é morte’. Depois olhei para aquela Bíblia e disse ‘isto é vida’. Eu devolvi as drogas e escolhi a vida", relembra Viktor.
Confiança em Deus
"Eu estava tão certo que iria para o céu e me sentia confiante. Uma alegria pura entrou em meu coração e ninguém entendeu nada. Posso dizer que conheci Jesus na prisão. Eu estava condenado a seis anos, mas durante uma avaliação médica, descobriram que eu estava doente e que só tinha um ano e meio de vida. Eu não tive medo, porque sabia que estava salvo. Ali, decidimos abrir uma espécie de igreja, um dos irmãos tocava alguns instrumentos e sempre nos reuníamos. Eu pregava, sem saber o que estava fazendo e orava com os outros presos.
"Aos poucos minha vida foi transformada. Eu me reconectei com minha família e eles foram muito gentis comigo enquanto eu estava preso. O diagnóstico do médico foi substituído por uma vinda longa. Depois que fui libertado, participei de seminários e escolas bíblicas, trabalhei pelos drogados em um centro de reabilitação e compartilhei da palavra de Deus com eles. Hoje em dia, sou pastor numa igreja da cidade e, aqui na aldeia, ministro o evangelho à dez cristãos. É perigoso porque não temos registro, mas somos cautelosos. Além disso, administro também meu negócio e, hoje, entendo que tudo foi um plano de Deus", conclui Viktor.
*Nome alterado por motivos de segurança.

por Portas Abetas

Convertida, Suzane Richthofen quer ser missionária (e não é boato)



Resultado de imagem para Convertida, Suzane Richthofen quer ser missionária (e não é boato)   “O perdão vem de Deus”, afirma pastor da Quadrangular que a discipula

O caso de Suzane von Richthofen é um dos mais conhecidos do Brasil. Em 2002, a jovem foi parar atrás das grades por ter planejado o assassinato dos pais e ajudado na execução. Atualmente com 33 anos, ela está no presídio feminino de Tremembé, interior de São Paulo.
Seu noivo, o empresário Rogério Olberg, 38, e ela, pertencem à Igreja do Evangelho Quadrangular em Itapetininga. Os dois desejam casar até o fim do ano  e estão sendo discipulados pelo pastor Euclides Vieira. Também revelarem recentemente o interesse em virarem missionários.
O projeto inclui pregar o Evangelho a pessoas como moradores de rua e usuários de drogas.   “Perguntei a Suzane se ela está preparada para a possibilidade de as pessoas se levantarem e irem embora da igreja, para andar na rua e ouvir xingamentos”, relatou Vieira à reportagem de Veja São Paulo.
O líder religioso disse também: “Ela olhou firme nos meus olhos, afirmou que faria aquilo por Deus e enfrentaria o que viesse. Senti bastante firmeza.”
A primeira pregação pública de Suzane será em agosto, quando ela terá direito a saída provisória do Dia dos Pais. Se a Justiça lhe der o aval, ela contará seu testemunho aos dependentes químicos na Casa de Recuperação Jeová Rafá, mantida pelo pastor Vieira em São Miguel Arcanjo, também no interior paulista.
Naquela local Olberg fez sua primeira pregação no último dia 2. Aos usuários em reabilitação, admitiu que sua futura esposa “é a mais odiada do Brasil”. Ele possui uma pequena empresa de serviços de transporte, mas ficou sem trabalho desde que o romance com Suzane foi revelado.
Condenada a 39 anos de reclusão, dos quais já cumpriu 15, ela apresenta boa conduta e trabalha, tentando conseguir a transferência para o regime aberto até 2020, na hipótese mais otimista. O pastor conta que ela estuda a Bíblia e frequenta os cultos semanalmente. Para se tornar missionária, Suzane precisa fazer um curso básico no Instituto Teológico Quadrangular, com a duração de um ano.
Vieira sugeriu que ela fizesse por correspondência. As apostilas seriam encaminhadas à penitenciária. A aprovação dependeria de uma entrevista com uma liderança da igreja, onde mostraria sua capacitação.
“Nessa etapa, sentimos a espiritualidade e a verdade do candidato, então nenhum ator consegue nos enganar”, revela o pastor Davi Rodrigues, membro do Conselho Nacional de Diretores da Quadrangular. “Toda pessoa tem direito a uma segunda chance, se estiver mesmo arrependida”, insiste, numa referência a Suzane.

O perdão vem de Deus

O noivo dela, que frequenta a Quadrangular desde jovem, foi quem a evangelizou. Olberg  pregava o Evangelho por meio de cartas enviadas à Suzane, que conheceu por intermédio da irmã Luciana, também presidiária de Tremembé.  Vieira pastoreia o rapaz desde 2005.
À Veja, o pastor Vieira tem uma história pessoal de superação. Ele  venceu o vício em cocaína que durou dezesseis anos. Com a abertura da casa de recuperação, já ajudou dezenas de famílias.
No início do namoro do casal, Vieira disse a Olberg: “Falei: ‘Se é amor verdadeiro, assuma a bronca e bola pra frente’ ”, lembra. “Alguns conhecidos comentaram ser inadmissível eu estar ao lado de Suzane, mas tenho exemplos de criminosos recuperados. O perdão vem de Deus”, finaliza.
por Jarbas Aragão