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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Pastor é expulso de programa de TV após pisar em bandeira gay




Resultado de imagem para Pastor é expulso de programa de TV após pisar em bandeira gay   Javier Soto disse que apresentador gay precisava ser "curado"

No programa El Interruptor, da rede de TV Via X, do Chile, que foi ao ar nesta segunda-feira (19), o convidado era o pastor Javier Soto. Conhecido por sua postura de enfrentamento da agenda LGBT, ele seria entrevistado pelo apresentador José Miguel Villouta.
Desde o início, Soto deixou claro que estava ali para “defender o que diz a Palavra de Deus”. Para surpresa de Villouta, logo após ser apresentado, o líder religioso começou a fazer uma oração, onde pedia que Deus “curasse quem ele tinha de curar”.
Assumidamente homossexual, o apresentador se disse ofendido pelo gesto do pastor, a quem acusou de tentar “impor” suas crenças e ser mal-educado, uma vez que muitos que estavam assistindo o programa podiam não concordar com suas crenças.
Em tom de desafio, Javier Soto sacou do bolso uma bandeira com as cores do arco-íris, conhecido símbolo do movimento gay no mundo todo. O pastor a colocou como um tapete e disse que costumava usar aquele “trapo de imundícia” para limpar os pés e fazia o gesto para deixar “o programa mais divertido”.
A bandeira trazia a inscrição “candidatos presidenciais que são a favor da agenda diversidade sexual”. O pastor fez questão de dizer “Hoje estamos em uma forte campanha denunciando, como igreja evangélica, os candidatos que estão apoiando esta agenda”.
Isso deixou Villouta ainda mais irritado, fazendo um desabafo: “Eu sou gay, este é o meu programa e isso me parece ser uma falta de respeito”. O líder evangélico insistiu que não estava ofendendo o apresentador, mas insistiu que ele precisava “ser curado, fortalecido e bem aconselhado”.
Ao ouvir os protestos do dono do programa, a diretora de conteúdo do canal, entrou no estúdio e exigiu que o pastor recolhesse a bandeira ou a entrevista não seria feita.
Apesar do visível constrangimento, o pastor Javier Soto disse que não voltaria atrás em sua postura. Ele acabou sendo convidado a se retirar do estúdio e o programa foi interrompido.
Assista:

por Jarbas Aragão

Líderes hindus juram que vão “eliminar” cristianismo da Índia em 5 anos



 

Resultado de imagem para Líderes hindus juram que vão “eliminar” cristianismo da Índia em 5 anos    Questões políticas e religiosas geram onda de perseguição a quem aceita Jesus


Uma série de organizações hindus da Índia se reuniram para o sexto Adhivesha, reunião nacional onde debateram questões políticas e religiosas referentes ao seu país.
Eles decretaram sua intenção de tornar o país uma nação totalmente hindu até 2023. O líder do partido Vishwa Hindu Parishad (VHP), Sadhvi Saraswati, conclamou os hindus a pegarem em armas para proteger sua fé, enquanto vários outros líderes defenderam que as leis indianas precisavam ser alteradas.
Saraswati disse ainda que ninguém irá impedi-los de criar uma nação hindu e acrescentou que os cristãos e os muçulmanos serão forçados a se converter ou deveriam sair do país. Ele reclamou que os cidadãos indianos se esqueceram que a sua “constituição foi escrita [pelos deuses] Ram e Krishna”.
Os radicais hindus querem ainda um posicionamento mais claro do primeiro-ministro Narendra Modi sobre suas promessas de fortalecer a religião hindu no país.
Esse tipo de promessa de grupos radicais hindus de eliminar o cristianismo não são novas, mas é um movimento que vem crescendo. Eles querem transformar o país em uma “zona livre” de igrejas e templos de qualquer outra religião.
O Movimento Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), desde 2014 vem promovendo práticas designadas como “purificação religiosa”, e “reconversão”, sobretudo na região norte.
Seus brutais ataques incluem o sequestro e tortura de hindus convertidos a Jesus, no processo que eles chamam de reconversão. Igrejas são invadidas e colocam-se imagens de deuses hindus, no altar, além de uma pira com o fogo sagrado hindu. Depois, declara-se que a igreja e seus seguidores precisam de purificação, pois “são imundos”. Conforme anunciado, eles tentam livrar primeiro o interior rural, onde as autoridades são complacentes. Com informações Times of India

por Jarbas Aragão

A última semana do Ramadã



Os ataques aos cristãos costumam aumentar nos últimos dias do mês de jejum e oração dos muçulmanos

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Falta uma semana para os muçulmanos ao redor do mundo celebrarem o fim do Ramadã, tempo especial de oração e jejum. A última semana de jejum é, geralmente, a mais difícil. Durante esse período, muitos muçulmanos que não levaram o jejum e a oração a sério querem recompensar o comportamento para serem abençoados. Isso significa que eles ficam mais rígidos em relação às práticas da época.
A opressão aos cristãos também aumenta nesse período. Em muitos casos, ser um muçulmano sério significa se voltar contra os cristãos, considerados infiéis. A partir desse pensamento, muitos cristãos são perseguidos e severamente punidos. Nos últimos dias, garotas cristãs que usavam calças – e por isso foram identificadas – foram atacadas nas ruas do Cairo por extremistas islâmicos. Em motos, homens se aproximaram delas pelas costas e jogaram substâncias químicas.
Aproveite para interceder pelos muçulmanos. Peça a Deus que mostre seu amor e seu nome seja glorificado. Peça também pelos cristãos perseguidos. Que eles possam testemunhar do amor de Cristo, apesar da perseguição e, clame pela completa restauração dos cristãos atacados. Que o Espírito Santo os console e mantenha firme na fé.
por Portas Aragão

Claudio Duarte prega contra idolatria dentro de igreja católica



Resultado de imagem para Claudio Duarte prega contra idolatria dentro de igreja católica     Vídeo gerou irritação em grupos católicos  


O pastor Cláudio Duarte ficou bastante conhecido no país devido ao seu estilo bem-humorado. Muitos de seus vídeos fazem sucesso na internet e ele constantemente está com a agenda lotada, fazendo palestras em todo o país.
Sua fama já gerou, inclusive, convites para falar em igrejas católicas. Contudo, nos últimos dias há uma verdadeira campanha contra ele nas redes sociais. Iniciada por grupos católicos descontentes com a maneira como ele se referiu à idolatria, mais especificamente sobre a maneira como os católicos veem Maria, a mãe de Jesus.
Trechos de uma pregação recente, onde ele conta que pregou sobre o tema dentro de uma igreja católica. Ainda que tenha lembrado a todos que Maria foi uma mulher diferente, por ter sido escolhida para gerar Jesus, Duarte reiterou o relato bíblico de que ela não é uma “santa” merecedora de adoração e não poderia ser chamada de “mãe de Deus”.
O pastor reiterou que ela não morreu virgem e que esse é apenas um dogma católico.  As igrejas evangélicas, apesar de respeitarem o papel de Maria na concepção de Cristo, defendem a doutrina bíblica de que ela teve outros filhos e que não possui esse status divino atribuído a ela pela tradição católica.
Ainda que no vídeo em questão, ele não especifique onde fez tais afirmações, a campanha de protesto contra o pastor, onde católicos o acusam de “falso ecumenismo” apontam que teria sido na Paróquia Nossa Senhora Rainha, de Belo Horizonte.
Diferentes páginas católicas nas redes sociais reproduziram o vídeo e pedem que o pastor não seja mais convidado para falar em igrejas católicas, por “respeito a Maria”.  Uma delas é a do conhecido padre Rodrigo Maria, um dos primeiros a se manifestar contra a pregação de Claudio Duarte.
O site Fides Press reclama que “Existe uma profunda desorientação na Igreja. Os nossos pastores (padres e bispos) resolveram por fogo na sacristia e os fiéis? Ahh, esses que inalem as fumaças da confusão de Satanás enquanto riem das babozeiras dos “Omoristas” do evangelho.”
Assista ao vídeo:
por Jarbas Aragão


terça-feira, 20 de junho de 2017

Líderes de todas as religiões do mundo fazem campanha por “união”


Resultado de imagem para Líderes de todas as religiões do mundo fazem campanha por “união”    Papa Francisco diz que sua experiência religiosa foi “enriquecida” pela sua convivência com pessoas de outras confissões

Alguns dos principais líderes religiosos do mundo se uniram para uma campanha promovida pelo Instituto Elijah Interfé.
Um vídeo que compila apelos de cristãos, judeus, muçulmanos, hindus, budistas e sikhs pretende popularizar a ideia de união das pessoas de fé, em especial diante dos ataques terroristas que se multiplicam pelo planeta.
No vídeo, o aiatolá muçulmano Sayyid Fadhel Al-Milani disse: “Nosso conselho é ser amigos de todas as pessoas, independentemente da religião”, enquanto Papa Francisco disse que sua experiência religiosa foi “enriquecida” pela sua convivência com pessoas de outras confissões, que ofereciam outras “explicações” sobre a vida.
A arcebispo anglicano Justin Welby, disse no vídeo que “amizades através da fé são a chave para fortalecer-se o trabalho contra a discriminação”.
O rabino Alon Goshen-Gottstein Doctor, diretor do Instituto Elijah e um dos idealizadores da campanha, afirma que essa é “uma inovação teológica” e que “quando os principais líderes religiosos do mundo pregam unidade e amizade, estão consolidando uma nova forma de praticar a religião e rejeitando a velha”.
Essas declarações visam encorajar que, independentemente de sua religião, todos deveriam se unir, pois “amizade e conhecimento mútuo” seriam os “antídotos para a negatividade e as divisões na sociedade”.
Eles também pedem que todos façam orações para que “essa mensagem e o exemplo de unidade dos líderes” possa influenciar as pessoas a iniciar conversas com pessoas de credos diferentes e todos possam aprender uns com os outros, portanto sugerem o uso hashtag #FazAmigos.
Segundo o Instituto Elijah – versão em inglês para Elias – o objetivo é mostrar que não há alguém “certo” enquanto os demais estão “errados”. Inclusive, o nome da organização, sediada em Israel e parcialmente financiada pela ONU e pela Fundação Rockfeller, é inspirado na figura do profeta bíblico e pretender ser um “porta-voz” no debate sobre uma “compreensão mais profunda sobre Deus”. Com informações CBN
Assista:
por Jarbas Aragão

O que é o Ramadã para um cristão ex-muçulmano



Saiba como um cristão de origem muçulmana entende o Ramadã depois de conhecer a Cristo

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Por 30 dias, todos os muçulmanos adultos e saudáveis realizam jejum durante o dia, e muitos deles se tornam mais devotos durante esse período. Este é o Ramadã. Em uma conversa com um cristão secreto de origem muçulmana do Sudeste Asiático, perguntamos o que este tempo significava para ele quando ainda era um seguidor do islã, e o que é agora que ele segue a Jesus Cristo.
Quando você era um muçulmano, o que normalmente fazia durante o mês de jejum?
Meu jejum começava no nascer e ia até o pôr do sol. Era um jejum completo, em que eu não podia comer ou beber coisa alguma. Antes de começar, fazia minha niyat e recordava da minha intenção de manter o jejum durante o Ramadã.
No dia seguinte, acordava às 4h30 para tomar o café da manhã. Em nossa refeição havia arroz frito ou macarrão com alguma carne e vegetais. Depois de comer, realizava a oração da manhã durante cinco minutos, depois voltava a dormir e acordava em minha hora habitual de ir ao trabalho.
Para mim, o trabalho era normal, mas alguns muçulmanos reduziam suas atividades para economizar energia. Muçulmanos, portanto, têm permissão de sair do trabalho mais cedo, tempo de ir para casa cozinhar ou comprar comida para o desjejum.
No pôr do sol, fazia a oração para a quebra do jejum: "Ó, Alá! Eu jejuei por você e acredito em você e eu rompo meu jejum com o seu sustento".
Qual é sua visão do jejum agora que você crê em Cristo?
Meu motivo para jejuar é diferente agora. Quando era muçulmano, jejuava para ter alguma vantagem espiritual. Eu precisava de muitas delas para que no dia do julgamento, quando Alá avaliaria minhas obras, minhas virtudes compensassem meus pecados [e eu pudesse entrar no paraíso]. Por essa razão eu tentava ser um bom muçulmano, cumprindo todas as leis do islã, orando cinco vezes por dia, dando esmolas aos pobres, e tentando converter cristãos.
Mas ainda assim, eu ainda não podia ter certeza de que Alá aceitaria meus méritos. Isso sempre esteve na mente de muitos muçulmanos, inclusive na minha. Mas não nos é permitido questionar isso. Quando olho para trás e vejo minha vida como muçulmano, me sinto enganado e sinto que foi injusto eu não ter tido liberdade de religião.
Mas graças a Deus agora eu sou um cristão. Eu tenho a certeza de Cristo que meus pecados foram lavados por seu sangue. Eu não preciso mais ter medo. Agora eu jejuo para aprofundar meu relacionamento com Deus e para conhecer mais a Cristo. Agora eu jejuo e oro para que Deus salve outros muçulmanos que ainda estão tentando agradá-lo. Agora eu jejuo para que muçulmanos descubram a bênção que é conhecer a Cristo como eu descobri!
Você ainda jejua durante o Ramadã? Se sim, por quê?
Como cristão secreto, tenho que fingir que estou jejuando na frente dos meus colegas muçulmanos. Não fazer isso resultaria em suspeitas e interrogatórios. É apenas quando estou sozinho ou com outros cristãos secretos que eu posso ser eu mesmo. Não é fácil viver uma vida dupla.
Muitos cristãos secretos como eu não ousam revelar a fé porque, se forem descobertos, serão mandados para centros de reabilitação islâmicos. Eu ouvi histórias de lavagem cerebral, tortura e abuso mental para fazer que cristãos de origem muçulmana neguem a fé em Cristo.
Se isso um dia acontecer comigo, eu não sei como iria responder a tamanha perseguição. Ainda assim, tenho pavor de negar a Jesus. Portanto, ore por mim e por meus amigos ex-muçulmanos, para que Deus nos dê força para não negá-lo.
Ore agora…
Pelos cristãos de origem muçulmana, para que tenham força para se apegar a Cristo, mesmo se sua fé for descoberta e eles encararem sérias consequências. E ore para que Deus revele seu Filho, Jesus, a muitos muçulmanos durante o Ramadã.
por Portas Abertas

Viver e morrer: há um modo bom de se fazer isso?



Resultado de imagem para Viver e morrer: há um modo bom de se fazer isso?   E aí, você está vivendo ou apenas existindo?


“A morte própria é, pois, inimaginável, e quantas vezes o tentamos pudemos observar que, em rigor, permanecemos sempre como espectadores”. A frase em tela foi escrita pelo psicanalista Sigmund Freud em seu ensaio intitulado como “A Nossa Atitude Diante da Morte”. A frase retrata bem o modo excludente como decidimos tratar a questão da morte, que, para todos nós, será um fato, cedo ou tarde.
O poeta Fernando Pessoa disse, certa vez, que “o próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela”. Com está frase ele descreveu bem que a morte há de nos pegar um dia e fazer de nós um ex-vivente.
Pensar sobre a morte, quase todos os grandes filósofos pensaram. Inclusive Freud inventou a teoria da “Pulsão de Vida e Pulsão de Morte”, que busca traduzir essa nossa ânsia por continuar vivendo.
Para Freud, nessa teoria, nossa “relação de amor/apego” com o mundo, as pessoas e até com nós mesmos (narcisismo) é que nos move na pulsão de vida, pois o ID (Idílico – elemento que busca a satisfação dentro do que entende a Teoria Psicanalítica de Freud) usa a satisfação dos desejos para promover a “pulsão de vida” – comemos para não morrer, temos filhos para poder perpetuar a vida, nos satisfazemos, de várias maneiras, para “nos sentirmos mais vivos’ etc. A “pulsão de morte”, para o pai da psicanálise, está ligada à “pulsão de vida”, porque, para viver, até mesmo matar nós matamos – animais para comer sua carne, e até outros humanos que ameaçam nossa vida e/ou estado de bem estar.
Já que nossa pulsão por vida depende do nosso prazer de viver, Freud acredita que talvez seja por isso que prestamos tantas continências a quem partiu. Isto, numa forma de “eternizar” quem se foi, e para não podermos deixar em voga, de maneira tão acentuada, o tema da morte.
Para o pensador Sogyal Rinpoche, “os efeitos desastrosos da negação da morte vão muito além da esfera individual: eles afetam o planeta inteiro. Crendo basicamente que esta vida é a única, as pessoas do mundo moderno não desenvolveram uma visão a longo prazo. Assim, nada as refreia de saquear o planeta em que vivem para atingir suas metas imediatas, e agem com um egoísmo que pode tornar-se fatal no futuro”. A nossa negação à morte, segundo essa premissa, nos desconectaria 50% do que nos faz semelhante aos demais seres humanos, pois além de sermos semelhante no ato de ter vida, o somos também no fato de que um dia haveremos de morrer.
Até mesmo o rei Salmão entendeu que não deveríamos viver com esse ranço de negação à morte, vide: “Melhor é ir à casa onde há luto do que ir a casa onde há banquete; porque naquela se vê o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração” (Ec 7.2). No ato de vivenciarmos o luto, ao invés de só as festas, nos reconectamos uns com os outros novamente, e somos constrangidos a voltar ao caminho da reflexão que envolve o outro e que não se atem à falsa eternidade deste plano da existência concernente ao fôlego de vida que há em nós.
Viver só pelo prazer que a satisfação de nossos desejos nos causa, é jogar a curta existência no lixo, pois não teremos vivido plenamente, mas teremos, ao final, sido servos de nós mesmos. “Quem não tem uma razão pela qual viver, ainda não está vivendo, de fato; está apenas existindo”, disse o já falecido conferencista norte-americano  Myles Monroe. Ele disse isto com base na declaração de Paulo aos Filipenses: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Fp 1.21).
Quem vive para si, ao morrer, terá perdas, pois não deixará um legado de servo. Mas é uma perda que se resume ao morto, somente. Mas quando se tem pelo que viver (algo nobre), como disse Paulo, a morte pode ser considerada um ganho, pois a morte de quem morre fazendo alguma coisa boa, mobiliza forças pró à obra em andamento deixada por quem quer seja o bem feitor.
O sonho de liberdade que Tiradentes tinha para o Brasil, e pelo qual morreu se tornou realidade tempos depois de seu martírio. Milhões de cristãos foram martirizados por sua fé em Jesus nos primórdios da Igreja, mas o Cristianismo, ao invés de se acabar, foi vitaminado e fortalecido pelo sangue daqueles que eram mortos por se negarem a abandar sua fé no salvador, e hoje é a maior religião da terra com bilhões de seguidores.
Viver e lutar por verdades e princípios que transcendem nossa existência, nos fará grandes sem mesmo que empreguemos muito esforço. A grandeza da nossa existência consiste nos sacrifícios que fazemos pró ao próximo. Jesus já nos alertou para isso quando disse, em Mateus 12. 30 e 31: “Amarás ao Senhor teu Deus… E ao teu próximo como a ti mesmo (…)”.
E aí, você está vivendo ou apenas existindo?

Fernando Pereira

Jornalista e acadêmico dos cursos de História e de Teologia.