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terça-feira, 20 de junho de 2017

Feminista lança “versão inclusiva” da Bíblia, que usa “termos neutros” para Deus



Resultado de imagem para Feminista lança “versão inclusiva” da Bíblia, que usa “termos neutros” para Deus   Ativista defende nova versão, alegando ser “acessível a todos”

A questão de como melhor traduzir termos bíblicos do original em hebraico e grego divide especialistas há séculos. Contudo, versões das Escrituras que mudam substancialmente seus ensinamentos são geralmente tratadas como “heréticas”, como é o caso da Tradução do Novo Mundo, usada pelas Testemunhas de Jeová.
Agora, uma ativista lésbica anunciou o lançamento de um aplicativo da Bíblia que se refere a Deus somente em “termos neutros”, num esforço para torna-la “acessível” para aqueles que se sentem “marginalizados” pelos cristãos, particularmente a comunidade LGBT.
Este é o discurso de Crystal Cheatham, idealizadora do aplicativo Our Bible [Nossa Bíblia]. Ela foi criada em uma Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas entrou em “crise de fé” quando ouviu de seus líderes que o cristianismo e a homossexualidade não eram compatíveis.
Na página de financiamento coletivo onde explica suas propostas, ela justifica que deseja fazer com que a Bíblia seja “acessível a todos”.
“No seu núcleo, o texto sagrado foi escrito para incluir toda a criação de Deus, especialmente aqueles que são marginalizados. O nosso aplicativo incluirá traduções que se referem a Deus em termos neutros de gênero e oferece uma biblioteca de devocionais progressivos, além de outros recursos”.
Cheatham, que afirma ser uma ativista gay e feminista, reclama: “Eu não conseguia encontrar nenhum livro de devocionais que me representasse. Criei o nosso aplicativo da Bíblia porque todos merecem ser nutridos espiritualmente”.
Segundo ela, além da versão bíblica “inclusiva”, há mais de 300 devocionais e também artigos especiais, podcasts e textos de meditação para usuários. A previsão de lançamento nos EUA é para o final de junho, mas o preço do aplicativo não foi divulgado.
“Há tantos cristãos lá fora que querem aceitar as pessoas LGBT, mas não sabem como e por que se não receberam as informações”, disse Cheatham no vídeo que gravou para divulgação de seu projeto.
Esta não é a primeira vez que a Bíblia foi modificada de alguma maneira para “incluir” a comunidade gay.
Conforme amplamente divulgado, desde a década de 1970 existem movimentos que procuram criar igrejas onde a homossexualidade é vista como normal, as chamadas inclusivas.
Já existem algumas versões que preferem trocar o nome de Deus por “divindade”, que seria “neutro”. Nelas, termos como “Senhor”, “Pai”, “Filho” e termos masculinos para se referir a Deus são evitados ou substituídos por outros como “Força divina”, “Pai/Mãe”.
Algumas delas também reescrevem os trechos bíblicos onde a prática homossexual é condenada.

por Jarbas Aragão

Pastor da Assembleia de Deus se “converte” ao catolicismo e leva fiéis junto



Resultado de imagem para Pastor da Assembleia de Deus se “converte” ao catolicismo e leva fiéis junto   Joshua Mangels afirmou que estava “frustrado com os vaivéns da doutrina e a comercialização da igreja”.

Um pastor pentecostal, acompanhado de sua família e um grupo de fiéis desligaram-se da Igreja Assembleia de Deus de Tucson, no Arizona, Estados Unidos, e se converteram ao catolicismo, passando a seguir o rito bizantino.
As igrejas desse rito pertencem a um antigo ramo do catolicismo, embora sejam autônomas em relação ao rito e disciplina. De modo geral, estão igualmente submetidas ao papa e ao Vaticano.
A revista National Catholic Register divulgou recentemente a história do pastor Joshua Mangels, que renunciou ao seu cargo na Assembleia de Deus no final do ano passado. Ao anunciar seu desligamento, afirmou que quem assim desejasse, poderia ir com ele.
Surpreendentemente, vários membros tomaram essa decisão. Cerca de um mês depois do anúncio, foram batizados em uma igreja católica de Tucson.
O pastor comentou que, embora o seu ministério na igreja pentecostal lhe desse prazer, nos últimos anos começou a se sentir “frustrado pelos vaivéns da doutrina, as modas e pressões da comercialização da igreja”.
Ao voltar para casa depois de uma conferência de pastores sentia-se decepcionado e começou a escutar as homilias de um padre que um amigo lhe tinha indicado. O conteúdo das pregações, segundo Mangels, era impressionante. “Era como um gole de água fresca. Escutei durante horas”.
Ele afirma que recebeu informações sobre os Padres de Igreja e parte de sua história que não conhecia. Decidiu fazer sua própria pesquisa. “Quando li os pais da Igreja, os sacramentos começaram a ter significado e comecei a ver como a Eucaristia era central para a Igreja primitiva. Se a Eucaristia foi ordenada por Cristo, quero receber isso do Senhor”, relata.
Conta que ele e a esposa começaram a ler constantemente sobre a história do catolicismo e começou a ensinar os fiéis de sua igreja sobre tudo que aprendera. “Adorava pastorear, adorava pregar. Eu falava em reuniões de todo tipo, mas descobri que agora eu era católico no meu coração”, lembra Mangels.
Quando ele conheceu o padre Bob Rankin, da Igreja Católica Bizantina de Tucson, começou a ouvir mais sobre a teologia dogmática e a eclesiologia católica, até que se convenceu que precisava tomar essa decisão, mesma sabendo que seria rejeitado pelos membros da sua igreja.
Para sua surpresa, mais de uma dezena decidiu juntar-se a ele, enquanto a maioria continuou fazendo parte da Assembleia de Deus e procurou outro pastor para a congregação. Com informações ACI Prensa

por Jarbas Aragão

Feministas evangélicas negam que a Bíblia seja a Palavra de Deus para defender ideologia



Resultado de imagem para Feministas evangélicas negam que a Bíblia seja a Palavra de Deus para defender ideologia       “A Bíblia não deve ser entendida como a voz de Deus, mas sim como a memória de um povo”. Com essa sentença, a feminista evangélica Valéria Vilhena defende a reinterpretação dos textos bíblicos sob a ótica pós-moderna. 

A postura não é isolada e mostra o quanto o movimento feminista atual pretende negar a Palavra de Deus em prol de uma ideologia extremista.

O crescimento do movimento feminista nas igrejas evangélicas ainda é incipiente, mas definitivamente, faz barulho. Portais de internet, jornais e revistas – sempre em defesa do aborto, por exemplo – citam aspas de mulheres evangélicas que se apresentam como representantes do movimento no meio cristão.
O portal Metrópoles, recentemente, produziu uma matéria sobre a presença do feminismo nas igrejas e destacou a fala de uma sobrinha de pastor e defensora do assassinato de bebês ainda em gestação. “No ambiente acadêmico eu sou aceita até o momento que digo que não sou ateia. Isso só é esquecido no decorrer da minha militância. Na igreja há o estranhamento, mas também a curiosidade”, comentou Camila Galetti, socióloga.
A frase ousada que abre essa matéria foi proferida por uma evangélica de origem pentecostal que se apresentou como teóloga. Incoerente, Valéria Vilhena nega que a Bíblia seja uma manifestação divina, mas usa as palavras de Jesus para defender sua ideologia: “O feminismo é forma de luta política e a Bíblia tem muitos textos que pautam por essas lutas”.
A pastora luterana e teóloga Romi Bencke, militante “progressista”, vê como machismo a visão de parte do meio cristão em não ordenar mulheres ao ministério, mas desconsidera que não há registro de ordenação de mulheres a posições de liderança na Bíblia Sagrada.
“Existe muita resistência em aceitar mulheres ordenadas, mesmo nas congregações que já permitem isso”, comentou. “Da mesma forma que somos excluídas da sociedade, também estamos fora das principais rodas da igreja”, acrescentou a pastora.
Para Bencke, isso se deve à interpretação equivocada da Bíblia: “Assim como hoje, nos tempos bíblicos também se justificava a submissão das mulheres com o argumento de que era ordem de Deus. Não é. Todas as interpretações que colocam as mulheres nesse papel são tendenciosas e manipuladas”, argumenta.
Romi Bencke diz que é possível conciliar o feminismo atual com os princípios cristãos: “São muitos os textos do Evangelho em que Jesus se dirige às mulheres de igual para igual. Muitas exerciam protagonismo no movimento de Jesus, como Maria Madalena. O feminismo problematiza as relações desiguais de poder e nos evangelhos existem muitos textos que criticam essas relações também”, disse.
Por fim, o episódio que marca o ápice da trajetória de Jesus na Terra é apontado também como argumento feminista pela pastora: “Basta ver a história da crucificação. As únicas que correm o risco de ficar junto à cruz são as mulheres. Também são elas as primeiras testemunhas da ressurreição”, concluiu.
por Tiago Chagas

Refugiados do Iraque retornam a suas casas




No Dia do Refugiado, conheça a história dos moradores de Karamles, no Iraque

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O governo iraquiano tem trabalhado para afastar o Estado Islâmico (EI) da cidade de Mossul. A 30 km ao leste está a cidade de Karamles, que foi libertada há 6 meses. Seus moradores, que viviam como refugiados no país, estão voltando para reconstruir suas casas.
Noeh, de 12 anos, visita a sua escola pela primeira vez desde 2014, quando ele e sua família fugiram dos ataques do EI. Ele está feliz por ver sua antiga escola e entrar na sala onde assistia as aulas. "Não posso passar daqui. O Estado Islâmico pode ter colocado bombas na sala", diz o menino enquanto observa de longe. Depois de deixarem o lar, a família dele se refugiou em um campo de deslocados internamente em Erbil, a 67 km de Karamles. Ali, Noeh frequentou uma escola para crianças refugiadas.
A situação da segurança é uma constante preocupação para pessoas como Noeh. O líder cristão Thabet, que também fugiu para Erbil com outros cristãos, admite que ainda tem medo. Apesar disso, ele motiva os irmãos a retornarem e reconstruírem a cidade. "É nossa missão vivermos como cristãos no lugar onde o cristianismo começou. Sem fé, não há razão para estar aqui. Mas eu tenho fé", afirma ele.
A maioria das 797 casas em Karamles foi destruída. Quase cem estão reduzidas a entulhos e o restante, severamente danificadas. Reconstruir é um processo lento e começou com 20 casas, mas o objetivo é restaurar a cidade completamente. Coloque em oração os refugiados iraquianos e peça a Deus que atenda às necessidades deles.

por Portas Abertas

“Portanto, o que Deus uniu, ninguém o separe” (Marcos 10.9)




Continue lendo a história de amor que aconteceu em meio à guerra no Iêmen, e que serve de exemplo a outros iemenitas que estão determinados a seguir Jesus

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Na sexta-feira, contamos a história de Nadeen*, uma cristã que se sentia solitária por não poder participar de grupos de oração como os demais cristãos. Até que, um dia, conheceu um irmão na fé que se tornou especial em sua vida e que, futuramente, veio a ser seu marido. Ambos eram muçulmanos antes de conhecer a Cristo.
Para agradar a família de Nadeen, eles aceitaram realizar uma cerimônia de casamento islâmica, mas depois tiveram seu verdadeiro casamento com a comunidade cristã. Segundo ela, a história de amor do casal é, acima de tudo, o amor de Deus em meio à guerra, e serve de exemplo a outros iemenitas que estão determinados a seguir Jesus.
"Por causa do meu casamento, sou capaz de servir e compartilhar o evangelho livremente, de forma segura, e ainda sou discipulada pelo meu próprio marido", conta ela e reconhece com gratidão a Deus que foi uma alegria conseguir compartilhar essa felicidade tanto com sua família natural quanto com a espiritual.
"Eu tive uma cerimônia islâmica organizada pela minha família, mas essa celebração longa e tradicional não significou nada quando comparada a meia hora que estivemos com nossa família na fé. Nosso líder abençoou nossa união em Cristo e, eu e meu marido sentimos tanto a presença de Deus ali, foi muito forte. Senti-me realizada ao ver nossos amigos e as crianças cantando e adorando a Deus.
Alguns meses depois, Nadeen descobriu que estava grávida. Agora o casal aguarda a vinda do primeiro filho. A família está determinada a permanecer no Iêmen para manter a igreja viva e garantir que o Reino de Deus prevaleça naquele lugar.
*Nome e fotos alterados por motivos de segurança.
por Portas Abertas

Confrontar o pecado com a Bíblia não é falta de amor, alerta pastor a evangélicos “sentimentalistas”



Resultado de imagem para Confrontar o pecado com a Bíblia não é falta de amor, alerta pastor a evangélicos “sentimentalistas”     O tempo da pós-verdade, sustentado pelo mantra do amor pregado em verso e prosa na mídia, vem seduzindo cristãos e criando resistência à verdade bíblica. Diante desse cenário, o reverendo Augustus Nicodemus, da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia, publicou um artigo alertando sobre os riscos dessa tendência.

Em sua reflexão, o pastor diz que não se pode “aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade”, uma vez que os apóstolos pregaram a correção de erros mesmo que isso causasse desconforto.
“Confrontar é falta de amor? Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor […] Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto”, enfatizou.
“Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “… com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33.31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus”, frisou.
Augustus Nicodemus observa que “o amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções”, e lembra, em sua conclusão, que “o amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade”.
Na conclusão, o alerta final para as mentiras pregadas em nome do politicamente correto: “O amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão”.
Confira a íntegra do artigo do reverendo Augustus Nicodemus Lopes:
Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor.
É possível que no calor de uma argumentação, durante um debate, saiam palavras ou frases que poderiam ter sido ditas ou escritas de uma outra forma. A sabedoria reside em conhecer “o tempo e o modo” de dizer as coisas (Eclesiastes 8.5). Todos nós já experimentamos a frustração de descobrir que nem sempre conseguimos dizer as coisas da melhor maneira.
Todavia, não posso aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade, assim como Paulo confrontou Pedro, quando este deixou de andar de acordo com a verdade do Evangelho (Gálatas 2:11). Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto.
Considerar como falta de amor o discordar dos erros de alguém é desconhecer a natureza do amor bíblico. Amor e verdade andam juntos. Oséias reclamou que não havia nem amor nem verdade nos habitantes da terra em sua época (Oséias 4.1). Paulo pediu que os efésios seguissem a verdade em amor (Efésios 4.15) e aos tessalonicenses denunciou os que não recebiam o amor da verdade para serem salvos (2Tessalonicenses 2.10). Pedro afirma que a obediência à verdade purifica a alma e leva ao amor não fingido (1Pedro 1.22). João deseja que a verdade e o amor do Pai estejam com seus leitores (2João 3). Querer que a verdade predomine e lutar por isso não pode ser confundido com falta de amor para com os que ensinam o erro.
Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “… com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33.31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus. Paulo criticou isso nos crentes de Corinto, que se gabavam de ser uma igreja espiritual, amorosa, ao mesmo tempo em que toleravam imoralidades em seu meio:
– “andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou? Não é boa a vossa jactância…” (1Co 5.2,6).
Tratava-se de um jovem “incluído” que dormia com sua madrasta. O discurso das igrejas que hoje toleram todo tipo de conduta irregular em seus membros é exatamente esse, de que são igrejas amorosas, que não condenam nem excluem ninguém.
Ninguém na Bíblia falou mais de amor do que o apóstolo João, conhecido por esse motivo como o “apóstolo do amor”. Ele disse que amava os crentes “na verdade” (2João 1; 3João 1), isto é, porque eles andavam na verdade. “Verdade” nas cartas de João tem um componente teológico e doutrinário. É o Evangelho em sua plenitude. João ama seus leitores porque eles, junto com o apóstolo, conhecem a verdade e andam nela. A verdade é a base do verdadeiro amor cristão. Nós amamos os irmãos porque professamos a mesma verdade sobre Deus e Cristo.
Todavia, eis o que o apóstolo do amor proferiu contra mestres e líderes evangélicos que haviam se desviado do caminho da verdade:
– “Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos” (1Jo 2.19).
– “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho” (1Jo 2.22).
– “Aquele que pratica o pecado procede do diabo” (1Jo 3.8).
– “Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo” (1Jo 3.10).
– “todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1Jo 4.3).
– “… muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo… Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus… Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo 7-1).
Poderíamos acusar João de falta de amor pela firmeza com que ele resiste ao erro teológico?
O amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções. O amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade. E quando se vê diante do erro seguido de arrependimento e da contrição, perdoa, esquece, tolera, suporta. O Senhor Jesus, ao perdoar a mulher adúltera, acrescentou “vai e não peques mais”. O amor perdoa, mas cobra retidão. O Senhor pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, que não sabiam o que faziam; todavia, durante a semana que antecedeu seu martírio não deixou de censurá-los, chamando-os de hipócritas, raça de víboras e filhos do inferno. Essa separação entre amor e verdade feita por alguns evangélicos torna o amor num mero sentimentalismo vazio.
Portanto, o amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão.
por Tiago Chagas

Aluna é proibida de agradecer a Jesus em discurso de formatura



Resultado de imagem para Aluna é proibida de agradecer a Jesus em discurso de formatura   Mesmo contrariando a direção da escola, não negou a sua fé

Uma aluna cristã chamou atenção da mídia na semana passada após ser proibida pela direção de sua escola de agradecer a Jesus em seu discurso de formatura. O First Liberty Institute, ONG jurídica que está representando a menina. O texto escrito por ela, que foi eleita porta-voz da turma, passou por uma censura prévia, onde foram apagadas todas as menções a Deus.
A atitude de Moriah Bridges foi corajosa. Ela desafiou os administradores, mesmo sendo ameaçada de sanções e fez o discurso na íntegra, diante de seus colegas, professores e os pais presentes na cerimônia de formatura.
Segundo o The Blaze, a jovem estudante da Beaver High School, havia escrito originalmente uma oração de agradecimento, onde ela usava termos como “Pai celestial” e “Senhor”.
Contudo, a superintendente escolar, Carrie Row determinou que fossem eliminadas “referências religiosas”. Moriah concordou em reescrever o texto, mas disse que não se sentia bem em ter de negar a sua fé.
Na hora de representar sua turma, no entanto, ela disse que encontrou coragem e encerrou o discurso dizendo: “Sempre segui as regras. Quando disseram para não mascar chiclete em aula, eu não masquei. Quando disseram para não usar o celular, eu não usei o meu celular. Mas hoje, vou desafiar as expectativas e talvez pela última vez nesta escola, “em falo no nome justo de Jesus Cristo, Amém”.
Este é o segundo caso divulgado recentemente de alunos que são proibidos de expressar sua fé em nome da laicidade do Estado.
O adolescente Seth Clark, de 13 anos, seria o orador de sua turma na colação de grau de Ensino Fundamental de Akin, no estado de Illionois.
Ele faria um discurso com menções à Jesus, sua igreja, a prática do perdão como lições para todos os alunos, mas a direção da escola o proibiu de ler o que havia escrito. De modo similar a Moriah Bridges, ele não negou a sua fé.
Assista:
por Jarbas Aragão