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terça-feira, 20 de junho de 2017

Confrontar o pecado com a Bíblia não é falta de amor, alerta pastor a evangélicos “sentimentalistas”



Resultado de imagem para Confrontar o pecado com a Bíblia não é falta de amor, alerta pastor a evangélicos “sentimentalistas”     O tempo da pós-verdade, sustentado pelo mantra do amor pregado em verso e prosa na mídia, vem seduzindo cristãos e criando resistência à verdade bíblica. Diante desse cenário, o reverendo Augustus Nicodemus, da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia, publicou um artigo alertando sobre os riscos dessa tendência.

Em sua reflexão, o pastor diz que não se pode “aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade”, uma vez que os apóstolos pregaram a correção de erros mesmo que isso causasse desconforto.
“Confrontar é falta de amor? Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor […] Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto”, enfatizou.
“Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “… com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33.31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus”, frisou.
Augustus Nicodemus observa que “o amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções”, e lembra, em sua conclusão, que “o amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade”.
Na conclusão, o alerta final para as mentiras pregadas em nome do politicamente correto: “O amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão”.
Confira a íntegra do artigo do reverendo Augustus Nicodemus Lopes:
Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor.
É possível que no calor de uma argumentação, durante um debate, saiam palavras ou frases que poderiam ter sido ditas ou escritas de uma outra forma. A sabedoria reside em conhecer “o tempo e o modo” de dizer as coisas (Eclesiastes 8.5). Todos nós já experimentamos a frustração de descobrir que nem sempre conseguimos dizer as coisas da melhor maneira.
Todavia, não posso aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade, assim como Paulo confrontou Pedro, quando este deixou de andar de acordo com a verdade do Evangelho (Gálatas 2:11). Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto.
Considerar como falta de amor o discordar dos erros de alguém é desconhecer a natureza do amor bíblico. Amor e verdade andam juntos. Oséias reclamou que não havia nem amor nem verdade nos habitantes da terra em sua época (Oséias 4.1). Paulo pediu que os efésios seguissem a verdade em amor (Efésios 4.15) e aos tessalonicenses denunciou os que não recebiam o amor da verdade para serem salvos (2Tessalonicenses 2.10). Pedro afirma que a obediência à verdade purifica a alma e leva ao amor não fingido (1Pedro 1.22). João deseja que a verdade e o amor do Pai estejam com seus leitores (2João 3). Querer que a verdade predomine e lutar por isso não pode ser confundido com falta de amor para com os que ensinam o erro.
Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “… com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33.31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus. Paulo criticou isso nos crentes de Corinto, que se gabavam de ser uma igreja espiritual, amorosa, ao mesmo tempo em que toleravam imoralidades em seu meio:
– “andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou? Não é boa a vossa jactância…” (1Co 5.2,6).
Tratava-se de um jovem “incluído” que dormia com sua madrasta. O discurso das igrejas que hoje toleram todo tipo de conduta irregular em seus membros é exatamente esse, de que são igrejas amorosas, que não condenam nem excluem ninguém.
Ninguém na Bíblia falou mais de amor do que o apóstolo João, conhecido por esse motivo como o “apóstolo do amor”. Ele disse que amava os crentes “na verdade” (2João 1; 3João 1), isto é, porque eles andavam na verdade. “Verdade” nas cartas de João tem um componente teológico e doutrinário. É o Evangelho em sua plenitude. João ama seus leitores porque eles, junto com o apóstolo, conhecem a verdade e andam nela. A verdade é a base do verdadeiro amor cristão. Nós amamos os irmãos porque professamos a mesma verdade sobre Deus e Cristo.
Todavia, eis o que o apóstolo do amor proferiu contra mestres e líderes evangélicos que haviam se desviado do caminho da verdade:
– “Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos” (1Jo 2.19).
– “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho” (1Jo 2.22).
– “Aquele que pratica o pecado procede do diabo” (1Jo 3.8).
– “Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo” (1Jo 3.10).
– “todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1Jo 4.3).
– “… muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo… Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus… Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo 7-1).
Poderíamos acusar João de falta de amor pela firmeza com que ele resiste ao erro teológico?
O amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções. O amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade. E quando se vê diante do erro seguido de arrependimento e da contrição, perdoa, esquece, tolera, suporta. O Senhor Jesus, ao perdoar a mulher adúltera, acrescentou “vai e não peques mais”. O amor perdoa, mas cobra retidão. O Senhor pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, que não sabiam o que faziam; todavia, durante a semana que antecedeu seu martírio não deixou de censurá-los, chamando-os de hipócritas, raça de víboras e filhos do inferno. Essa separação entre amor e verdade feita por alguns evangélicos torna o amor num mero sentimentalismo vazio.
Portanto, o amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão.
por Tiago Chagas

Aluna é proibida de agradecer a Jesus em discurso de formatura



Resultado de imagem para Aluna é proibida de agradecer a Jesus em discurso de formatura   Mesmo contrariando a direção da escola, não negou a sua fé

Uma aluna cristã chamou atenção da mídia na semana passada após ser proibida pela direção de sua escola de agradecer a Jesus em seu discurso de formatura. O First Liberty Institute, ONG jurídica que está representando a menina. O texto escrito por ela, que foi eleita porta-voz da turma, passou por uma censura prévia, onde foram apagadas todas as menções a Deus.
A atitude de Moriah Bridges foi corajosa. Ela desafiou os administradores, mesmo sendo ameaçada de sanções e fez o discurso na íntegra, diante de seus colegas, professores e os pais presentes na cerimônia de formatura.
Segundo o The Blaze, a jovem estudante da Beaver High School, havia escrito originalmente uma oração de agradecimento, onde ela usava termos como “Pai celestial” e “Senhor”.
Contudo, a superintendente escolar, Carrie Row determinou que fossem eliminadas “referências religiosas”. Moriah concordou em reescrever o texto, mas disse que não se sentia bem em ter de negar a sua fé.
Na hora de representar sua turma, no entanto, ela disse que encontrou coragem e encerrou o discurso dizendo: “Sempre segui as regras. Quando disseram para não mascar chiclete em aula, eu não masquei. Quando disseram para não usar o celular, eu não usei o meu celular. Mas hoje, vou desafiar as expectativas e talvez pela última vez nesta escola, “em falo no nome justo de Jesus Cristo, Amém”.
Este é o segundo caso divulgado recentemente de alunos que são proibidos de expressar sua fé em nome da laicidade do Estado.
O adolescente Seth Clark, de 13 anos, seria o orador de sua turma na colação de grau de Ensino Fundamental de Akin, no estado de Illionois.
Ele faria um discurso com menções à Jesus, sua igreja, a prática do perdão como lições para todos os alunos, mas a direção da escola o proibiu de ler o que havia escrito. De modo similar a Moriah Bridges, ele não negou a sua fé.
Assista:
por Jarbas Aragão

quarta-feira, 14 de junho de 2017

A dor... A cura... O socorro!



A dor... A cura... O socorro!


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O amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado.  ROMANOS 5.5

Algumas pessoas dizem ou fazem coisas que o machucam, mas você tem a habilidade dada por Deus para amar essas pessoas. Uma boa forma de começar é seguir a bem conhecida regra de ouro. Não é fácil. De fato, requer disciplina. 
Mas Deus o ajudará se você realmente desejar fazê-lo. A disciplina é sua amiga, é a habilidade que Deus lhe dá para caminhar nos caminhos dEle. Embora seja difícil, a disciplina é um desconforto temporário que pode trazer alegria permanente ou prazer em longo prazo.Se você é ferido e aprende a vencer isso, terá uma valiosa ferramenta para ajudar os outros. Deus nos conforta para que possamos confortar outras pessoas. 
Aqui está a progressão: somos feridos... Permitimos que Deus nos cure... Estamos prontos a socorrer os outros. Ferida... Cura... Socorro! É um processo que, literalmente, pode mudar sua vida e a vida de muitas outras pessoas ao seu redor.

por Joyce Meyer

Ore pelos cristãos djibutianos




Devido a pressão da sociedade e também familiar, muitos tiveram que frequentar a igreja subterrânea, para não chamar a atenção do governo

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O Djibuti é um pequeno país, localizado no Chifre da África, região que acolhe também a Somália, Eritreia e Etiópia, todos países com governos repressivos e que aderiram ao islã como principal religião. Historicamente, o islamismo está enraizado na sociedade do Djibuti, uma nação que foi pouco comentada neste ano, mas que ocupa o 40º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição.O cristianismo chegou ao país há séculos, em parte devido aos seus laços com a Etiópia. A maioria dos djibutianos, porém, é de conservadores sunitas-muçulmanos, com fortes ligações na Somália e Iêmen. As comunidades cristãs formadas enfrentam uma forte pressão familiar, da comunidade e, por este motivo, seus líderes tiveram que optar pela igreja subterrânea.
O governo ditador do presidente em exercício procura controlar a sociedade de várias formas, sufocando a liberdade de associação, religião e expressão. A Portas Abertas tem incentivado esses cristãos a perseverar na pregação do evangelho, fornecendo aos líderes um treinamento adequado, distribuição de literatura cristã e seminários de conscientização sobre a perseguição.
Pedidos de oração
  • Interceda pelos líderes cristãos que atuam no Djibuti, para que sejam sábios e estratégicos ao compartilhar o evangelho com os demais cidadãos.
  • Ore pelos cristãos perseguidos, para que tenham a graça de continuar seguindo Jesus e que sempre possam experimentar a provisão e conforto dele.
  • Peça ao Senhor para que continue a construir a sua igreja no país.
por Portas Abertas

Imã pede que muçulmanos matem judeus para “apressar o juízo final”


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Resultado de imagem para Imã pede que muçulmanos matem judeus para “apressar o juízo final”      Comunidade judaica na Dinamarca pediu investigação sobre o ocorrido

O imã Mundhir Abdallah é líder da mesquita Masjid Al Faruq, uma das maiores de Copenhague, capital da Dinamarca. É sabido que o local tinha vínculo com correntes do Islã radical no país.
Durante uma reunião de oração recente, o líder religioso citou uma hadith – tradição baseada em citações de Maomé – lembrando que “o Dia do Juízo não chegará até que os muçulmanos combatam e matem os judeus”.
Segundo a tradução do árabe para o inglês, divulgada pelo Instituto Americano Middle East Media Research (MEMRI), o hadith diz: “Os judeus se esconderão atrás de rochas e de árvores, mas as árvores e as rochas dirão: ‘Oh, muçulmano, Oh, servidor de Alá, há um judeu atrás de mim, venha matá-lo'”.
A comunidade judaica na Dinamarca, pediu à polícia a abertura de uma investigação por incitação ao ódio. Seu líder, Dan Rosenberg Asmussen, afirmou “Tememos que esse tipo de pregação seja visto como um chamado para se praticar atos de violência ou terror contra os judeus”.
No começo de maio, a Dinamarca publicou uma lista de estrangeiros expulsos do país acusados de incitação ao ódio, que incluía cinco pregadores muçulmanos. Com informações BBC

por Jarbas Aragão

“A novela me aproximou mais da Bíblia”, disse César Pezzuoli



Resultado de imagem para “A novela me aproximou mais da Bíblia”, disse César Pezzuoli     Ator participa do elenco de O Rico e o Lázaro, exibido pela TV Record

O ator César Pezzuoli, que atualmente participa do elenco da telenovela O Rico e o Lázaro, exibida pela emissora TV Record, falou em entrevista à Universal, da experiência de interpretar Zabaia, vilão da trama.
“É desafiador para mim. Eu vim de um personagem de boa índole em Escrava Mãe, então receber esse papel foi um desafio. Queria muito acreditar que durante a novela ele pudesse mudar, despertar um lado bom. Esse personagem, sem dúvida, tem sido um grande aprendizado para a minha carreira”, afirmou.
O ator contextualiza o seu personagem. “Naquela época os valores eram outros. Era tudo em torno de se dar bem”, afirmou. “O fato dele ter vendido a própria filha já foi algo forte. Na minha cabeça é difícil isso, pois tenho um filho pequeno e isso está totalmente fora da minha realidade”, disse César, que considerou uma abordagem fria do personagem.
Pezzuoli também falou da sua relação com o cristianismo. “Sou um cara de fé, de muita fé. Fazer essa novela me levou a saber mais sobre esse assunto e essa época. Eu me aproximei mais da leitura bíblica e sempre que possível eu vou à igreja. Inclusive gosto muito das palestras realizadas pelo bispo Jadson Santos”, contou.
Ainda, elogiou a iniciativa da emissora em trazer uma produção baseada em temas bíblicos. “Até então, ninguém tinha feito uma novela bíblica e a emissora faz e muito bem-feito. É isso que as pessoas precisam, ter uma visão diferente das coisas, encarar a vida com mais fé. A novela tem transmitido esse conhecimento ao público”, opinou.
Por fim, César reiterou que interpretar um vilão trouxe frescor ao seu trabalho como ator. “Quando o ator faz um papel diferente da sua realidade transita por um universo maior, adquire maturidade na carreira e como pessoa”.
por Tiago Abreu

Mídia do Ocidente diz que ataques terroristas são o “novo normal”



Resultado de imagem para Mídia do Ocidente diz que ataques terroristas são o “novo normal”   Políticos pedem que devemos aceitar terror como algo natural

Quando ocorrem ataques terroristas, está se tornando comum ouvir-se os políticos ocidentais tentando classificar isso como o “novo normal.” O mesmo é feito por grande parte da mídia, já que boa parte dela insiste em negar a ligação das mortes com a motivação religiosa.
Sadiq Khan, o prefeito de Londres, que é islâmico, tentou fazer isso recentemente, bem como o ex-presidente francês Nicolas Sarkozy no final do ano passado.
A ideia de que devemos aceitar os ataques terroristas como algo corriqueiro, como mortes causadas por acidentes de trânsito, é extremamente perigosa.
A doutrina islâmica da jihad, expansão e dawah (conversão ao Islã) dependem muito tanto do terrorismo quanto da targhib wal tarhib – doutrina islâmica que significa “seduzir e aterrorizar”.
Ela é usada como ferramenta para conquistar nações e forçar os cidadãos a se sujeitarem à sharia (Lei religiosa islâmica). A filosofia reinante é como uma manipulação das partes instintivas do cérebro, com pressões opostas extremas de prazer e dor – recompensadoras e punições exemplares. Isso gera uma espécie de lavagem cerebral para a aceitação do Islã.
Essa doutrina está presente nos livros islâmicos e no discurso dos principais sheiks como Salman Al Awda, que falou sobre o tema na TV Al Jazeera no programa “Sharia e Vida”. O clérigo recomendou o uso de extremos “para exagerar… recompensar e punir, moralmente e materialmente… nos dois sentidos”. “O uso do terrorismo segundo essa doutrina”, salientou “é uma obrigação legítima da sharia”.
Ora, a maioria das pessoas que vivem no Ocidente acreditam que o terrorismo é um ato perpetrado por jihadistas islâmicos contra não muçulmanos. Embora isso seja verdade, também é o mecanismo para garantir a obediência dentro do Islã. Segundo a lei islâmica, os fiéis que fogem do cumprimento da jihad devem ser mortos.
O terror acaba sendo, portanto, a ameaça que mantém os jihadistas em suas missões e ao mesmo tempo faz com que os muçulmanos comuns obedeçam a sharia.
O Islã tem usado essas técnicas de lavagem cerebral de “prazer e dor” e punições com requintes de crueldade desde seus primórdios. Enquanto a Bíblia nutre a bondade na natureza humana, o Islã faz o contrário: usa os instintos humanos de autopreservação e sobrevivência para eliminar a força de vontade das pessoas e usar da lavagem cerebral para submetê-las à obediência servil.
A doutrina islâmica de “sedução e terror” produziu uma cultura de extremos venenosos: desconfiança e medo, orgulho e vergonha, permissão para mentir (“Taqiyya”) e recusa em assumir a responsabilidade pelos seus atos.
Agora, a doutrina islâmica de targhib wal tarhib está chegando com força no Ocidente e pretende mudar sua cultura humanista. Seu objetivo declarado é substituir o respeito pelos direitos humanos, boa convivência e os valores da liberdade e da paz, por ideias como escravidão, terrorismo, tirania e medo.
O autor Nonie Darwish, um ex-muçulmano egípcio, lembrou ao Instituto Gastestone que a jihad islâmica “sempre contou com pessoas em terras conquistadas para que mais cedo ou mais tarde se rendessem, desistissem e aceitassem o terrorismo como parte da vida, como os desastres naturais, terremotos e inundações”.
Para ele, isso já está sendo defendido por líderes políticos e a mídia ocidental, que tentam convencer a população que devem viver com o terrorismo sendo o “novo normal”. Toda vez que pessoas ou organizações se levantam para denunciar são taxados de “islamofóbicos” e “xenófobos”. A falta de atitudes claras da maioria da nações ocidentais mostra que caberá ao grande público rejeitar essa noção.

por Jarbas Aragão

O Ramadã e as horas mais difíceis do dia para os cristãos




Ore pelos nossos irmãos egípcios durante as comemorações muçulmanas e peça a Deus para lhes dar força e estratégia

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A celebração muçulmana do Ramadã costuma ser uma verdadeira luta para os cristãos. Um fiel egípcio decidiu compartilhar sua experiência durante esse período. Segundo ele, os desafios são diários. “Homens e mulheres cristãos sentem a presença do Ramadã não só pelos alto-falantes das mesquitas, mas também pelos olhares dos muçulmanos que estão em jejum”, disse. Segundo ele, ao contrário dos dias normais, nessa época é comum ver a maioria dos muçulmanos se dedicando à leitura do Alcorão, até mesmo em transportes públicos.
“Dentro do ônibus, muitas vezes, eles fazem a leitura em voz alta, principalmente quando são textos que se referem aos cristãos e judeus. Fazendo isto, eles acreditam que estão ganhando pontos com Deus. E os cristãos devem ouvir tudo calados, até chegar a sua parada”, explica. Ele também conta que, certo dia, uma cristã viajava entre os muçulmanos e, porque não estava coberta com o hijab (véu islâmico), ficou indefesa contra os olhares desprezíveis que recebeu. “Embora a cortesia comum dite que uma mulher geralmente é convidada por homens para se sentar no ônibus, essa cortesia foi negada a essa dama cristã”, observou.
O cristão conta sobre a tensão nos locais de trabalho e sobre o alívio que sente durante a primeira hora, quando o sol se põe, é anunciada a quebra do jejum dos muçulmanos e o país todo fica em paz. “Durante a oração do pôr do sol as ruas estão quase vazias, não há muitos veículos circulando, todas as lojas estão fechadas. Às vezes, eu aproveito para sair em minha pequena varanda para desfrutar a calmaria da noite e então oro pelos muçulmanos e desejo que Deus se revele a eles através do amor de Jesus”, conclui o cristão egípcio.
Motivos de oração
  • Ore também pelos muçulmanos. Que aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de sentir a alegria de Cristo dentro deles, um dia possam sentir.
  • Agradeça a Deus pela força da igreja no Egito e ore para que ela continue crescendo a cada dia.
  • Clame ao Senhor pela vida dos perseguidores e que haja ainda muitas transformações e conversões no Oriente Médio.
por Portas Abertas