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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Traficante tem encontro com Deus e hoje tira jovens do vício


Resultado de imagem para Traficante tem encontro com Deus e hoje tira jovens do vício   pastor Victor Torres calcula que já ajudou 20 mil pessoas a mudarem de vida

Victor Torres tinha apenas 12 anos quando cometeu seu primeiro crime: esfaqueou um homem. Aos 14 anos, já estava viciado em heroína e começou a traficar. Quando chegou aos 18 anos, havia sido preso três vezes e tornara-se um dos líderes de gangues mais temidos da cidade de Nova York, onde morava.
Hoje, ele é um evangelista e conta que já ajudou milhares de jovens a abandonarem a dependência das drogas e a vida de crime.
“Minha história é uma prova que, não importa quão difíceis sejam as circunstâncias, não importa o que você sinta ou faça de errado, a redenção é possível”, afirmou Torres ao The Gospel Herald. “Eu quero que as pessoas saibam que tudo o que possam estar enfrentando, sejam drogas ou qualquer outro tipo de vício, nada é difícil demais para Deus”.
A comovente mudança de vida experimentada por Torres é o tema do filme “Victor”, que acaba de estrear nos Estados Unidos.
“Deus realmente usou este filme de forma poderosa, e isso afeta vidas”, acredita Torres. “O objetivo é oferecer uma nova compreensão sobre o que a esperança pode fazer. De fato, é disso que o mundo precisa hoje”.
Na década de 1960, a família de Torres mudou-se de Porto Rico para o Brooklyn. Ele ainda era criança, mas lembra bem de como a adaptação foi difícil. “O ambiente era bastante pesado”, destaca. “Eu brigava na entrada e na saída da escola todos os dias. As coisas eram bastante difíceis no bairro onde eu estava crescendo”, sublinha.
Ele conta que juntar-se a uma gangue foi o primeiro passo, depois veio o desejo de ganhar dinheiro fácil e o vício das drogas. Todos achavam que seu futuro era morrer nas ruas, como a maioria dos seus amigos.
Mas Deus interveio. Sua mãe havia se convertido naquela época e começou a orar pelo seu filho incansavelmente, crendo que só Deus o salvaria da dependência química.
“Às vezes, eu chegava em casa às 3 da manhã e a única coisa que eu ouvia era a voz da minha mãe, orando em seu pequeno quarto”, ressalta. “Eu costumava brigar com ela por causa isso. Gritava e pedia para que parasse, mas ela estava determinada a ver Deus mudar minha vida”.
Dentro de pouco tempo o jovem conheceu o pastor David Wilkerson, que fundara poucos anos antes o ministério Desafio Jovem.
“Eu estava tão desesperado quando cheguei aos 20 e poucos anos”, lembra Torres, que apenas de “não querer nada com a religião” aceitou ir para o centro de recuperação indicado pela mãe.
Internado, Torres sofreu muito para abandonar a heroína. “A única coisa que me receitaram foi oração e Bíblia”, lembra. No terceiro dia, seu corpo todo tremia e doía pela falta das drogas.  Desesperado, ele caiu de joelhos, chorando e clamando a Deus por libertação.
“Eu disse: Deus, não posso mais viver desse jeito. Preciso mudar. Se é verdade o que a minha mãe prega, por favor, dê-me a força e o poder de mudar”. Ele não ouviu uma resposta audível, mas conta que quando se levantou, sabia que havia tido um encontro com Deus. “A partir dali minha vida mudou. Tomou um rumo completamente diferente”, comemora.
Após se libertar das drogas, Torres foi discipulado, treinado e passou a dedicar sua vida a ajudar outros que, como ele, viviam no vício. Em 1971, ele e sua esposa, Carmen, abriram um centro de recuperação na cidade de Richmond, Virginia. Ao longo dos últimos 46 anos, calculam que já ajudaram mais de 20 mil jovens, homens e mulheres a superarem o vício.
Acima de tudo, o pastor Torres acredita que sua história é um exemplo do poder da oração. “Acredito que a cultura da droga é algo demoníaco. O inimigo está usando isso para destruir vidas, especialmente as dos jovens”, disse.
Ele tem uma mensagem para os pais cujos filhos estão lutando com o vício: “Nunca desista. Lembre-se de que Jesus morreu na cruz por que os ama. Só Jesus pode quebrar essas cadeias que prendem as pessoas no vício”.
Ele também acredita que os pastores deveriam pregar a Palavra de Deus aos jovens, “como nunca antes, porque eles estão procurando onde se agarrar”. Encerou dizendo que muita gente dizia que sua mãe deveria desistir dele. “Mas ela nunca deu ouvidos. Minha mãe apenas dizia: “Eu acredito que Deus vai responder a minha oração. Bem, ele respondeu”.
Assista ao trailer (em inglês):
por Jarbas Aragão

Facebook avisa: “zoar” Jesus pode, Maomé não!


Resultado de imagem para Facebook avisa: “zoar” Jesus pode, Maomé não!   Rede social muda regras, mas diz que “figuras controversas” não precisam de proteção

O Facebook recentemente mudou suas regras e proibiu usuários de postar fotos e imagens que se ridicularizavam pessoas com doenças físicas ou mentais, revela o jornal The Guardian.
A empresa não deu detalhes sobre como esse controle será feito, mas divulgou documentos internos que aconselham seus “moderadores” a ignorarem certos tipos de imagens.
Por exemplo, posts com fotos de pessoas com síndrome de Down acompanhadas de frases depreciativas serão automaticamente apagadas. Também há uma tentativa de eliminar perfis “fakes” embora a rede social não deixe claro como fará isso.
“Se você faz esse tipo de piadas no Facebook, não pode fazê-lo de forma anônima. Nós o forçamos a publicar seu nome, caso contrário, nós não permitimos a publicação da página”, afirma um dos documentos revelado pelo Guardian.
O material divulgado pelo jornal inglês mostra como esses 3000 novos moderadores contratados recentemente tentam lidar com postagens consideradas cruéis, insensíveis e abusivas.
Os manuais de treinamento dizem que o Facebook considera o bullying como “um ataque a pessoa(s) com a intenção de ridicularizá-lo(s) ou silenciá-lo(s)”. Mas eles fazem uma distinção entre “pessoa”, e uma “figura pública”, que seria qualquer perfil com mais de 100 mil seguidores.
Essa lista de figuras públicas inclui políticos, artistas, ou qualquer um “que seja mencionado [por nome ou apelido] no título ou subtítulo de cinco ou mais notícias publicadas pela mídia nos últimos dois anos”.
É aí que a rede social parece aprovar o ódio religioso só contra cristãos. No subponto “Pessoas excluídas de proteção”, presente em um dos documentos, lê-se: “Queremos excluir certas pessoas que são famosas ou controversas e não precisam de nossa proteção”.
Segue-se uma lista de exemplos disso, onde aparecem os nomes de Jesus Cristo, o serial killer Charles Manson, o terrorista Osama bin Laden, estupradores, líderes políticos e “pessoas que violam regras de discurso de ódio”.
Curiosamente, o material argumenta que “estrelas” como a cantora Rihanna, por exemplo, podem ser protegidas se postagens sobre elas incluírem sua foto com uma legenda que revele “crueldade”. Mas faz a ressalva que, na maioria dos casos, os “fãs” se encarregarão de defendê-la. Ou seja, comprova que imagens e vídeos considerados “polêmicos” na verdade são bons para o Facebook por que geram mais engajamento, comentários e fazem os usuários permanecerem mais tempo no site da rede social.
Monika Bickert, chefe de departamento de políticas globais no Facebook, disse: “Permitimos um discurso mais forte relacionado com as figuras públicas, mas removemos toda fala sobre essas personalidades quando ultrapassam a linha e se tornam discurso de ódio, ameaça ou assédio”. Contudo, ela não conseguiu explicar onde é o limite dessa linha que não pode ser ultrapassada.
Ao mesmo tempo que Jesus está na lista dos que não precisam ser “protegidos” pelas políticas do Facebook, a rede tem se esforçado para evitar as acusações de islamofobia e apagado com frequência cada vez maior postagens que pareçam ofensivas a Maomé, cujo nome não aparece na lista das “exceções”.
O site The Christian Times aponta ainda que um número crescente de páginas cristãs que defendem posturas conservadoras e/ou fazem denúncias contra ativistas LGBT e movimentos feministas vêm sofrendo censuras, incluindo banimento de usuários e até páginas apagadas.

por Jarbas Aragão

Orando a Deus em secreto



Um pai de família se converte ao cristianismo através de um programa de rádio e alcança um grande milagre em sua casa
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Saif* ouviu falar sobre o evangelho, pela primeira vez, em um programa de rádio. Como se sabe, não há igrejas no Afeganistão e são poucos os cristãos, então para ele, o fato de conhecer a Cristo de uma forma tão inusitada foi um verdadeiro milagre. Mas outro milagre aconteceu logo depois, quando ele levou para casa o Novo Testamento em árabe. "Eu tenho sete filhos e, um deles, minha menina, não podia andar. Quando comecei a ler a Bíblia vi que ela começou a mudar de comportamento e então andou", revelou o pai.
O cristão ainda não sabe como explicar o episódio aos vizinhos: "Eu tenho medo, pois agora acredito em Jesus e minha esposa também, porém ainda vou à mesquita para orar, cinco vezes por dia". O medo de Saif é bem comum já que o cristianismo é visto como uma religião ocidental, em todo o país. Aqueles que abandonam o islã são considerados traidores e devem ser excluídos de suas comunidades ou até mortos. Certa vez, um deputado afegão chegou a afirmar que todos os convertidos ao cristianismo deveriam ser executados.
A solução mais segura, no entanto, é manter a nova fé em segredo e procurar não ter materiais cristãos à vista. Dessa forma, a igreja no Afeganistão funciona secretamente. Embora haja algumas particularidades vindas da liderança dessa nação, como o fato da primeira dama, Rula Ghani, que tem nacionalidade libanesa e americana, ser cristã. No caso de Saif, que é um cidadão comum, seria arriscado demais assumir a conversão.
Atualmente, ele continua ouvindo à programação da rádio cristã, de vez em quando liga para a emissora pedindo orações. Embora ele continue frequentando à mesquita, agora Saif ora em nome de Jesus, como a Bíblia instrui e, dessa forma, ele e sua família estão protegidos. "Eu sei que minhas orações são ouvidas, não importa onde eu esteja", afirmou.
Ramadã
Nesses países onde os cristãos são perseguidos e vigiados, toda cautela é necessária, em especial durante o mês do Ramadã, quando os muçulmanos radicais costumam ficar mais sensíveis por causa do "jejum sagrado". Assim como Saif, há milhares de cristãos ao redor do mundo que são fiéis em segredo. Ore para que eles continuem perseverando e se sintam protegidos por Deus.
*Nome alterado por motivos de segurança.
Motivos de oração
  • Ore por Saif e sua família, para que possam crescer na graça e no conhecimento.
  • Agradeça ao Senhor pelo milagre alcançado na vida de sua filha, que agora pode andar livremente.
  • Interceda pela Igreja Perseguida em todos os países onde o cristianismo é considerado um crime e onde o islã é a principal religião.
por Portas Abertas

Cristãos são mortos por jihadistas em tomada de cidade nas Filipinas



Resultado de imagem para Cristãos são mortos por jihadistas em tomada de cidade nas Filipinas   Estado Islâmico inicia guerra contra governo e executa civis

Os radicais islâmicos do Estado Islâmico definitivamente não estão mais restritos ao seu ‘califado’ no Iraque e na Síria. Três anos depois de seu ápice no poder, eles estão espalhados por diversas partes do mundo, dando continuidade à sua estratégia de terror e derramamento de sangue dos “infiéis” não islâmicos.
Agora, um grupo de seus simpatizantes conquistou grande parte de Marawi, uma cidade do sul das Filipinas, onde tentam se estabelecer. As forças armadas do país dizem que o grupo de jihadistas inclui muitos combatentes estrangeiros além de filipinos fortemente armados.
Os militares estão realizando ataques aéreos, tentando recuperar o controle de Marawi, localizado na ilha de Mindanao. Oficialmente, mais de 100 pessoas morreram e 70 mil fugiram desde que os terroristas tomaram controle do local nas últimas semanas.
Entre os mortos estão dezenas de cristãos que foram assassinados simplesmente por serem seguidores de Jesus Cristo. Noventa e três por cento da população das Filipinas é cristã.
O padre Teresito Suganob foi levado como refém pelos jihadistas e forçado a gravar um vídeo pedindo que os militares retirem suas forças de Marawi. Ele diz que está sendo mantido junto com outros 200 prisioneiros, incluindo crianças.
Segundo a imprensa, tropas realizaram “ataques de precisão” com tanques e foguetes visando destruir os esconderijos dos radicais, mas sem sucesso aparente. O governo anunciou que está tentando evitar vítimas civis, mas há escassez de informação sobre o que realmente acontece por lá.
Soldados filipinos tomaram o controle de cerca de 70% da cidade. O general Eduardo Ano,  chefe das forças armadas explica que três malaios, um indonésio e um árabe foram mortos antes de executarem toda uma vila cristã, seguindo os procedimentos do EI na Síria.

Cenário de guerra

Mindanao há décadas abriga grupos islâmicos separatistas, sempre em conflito com os governos nacionais, de maioria católica. Nessa região vive a maior parte da comunidade muçulmana das Filipinas.
O conflito atual, que transformou a ilha em um cenário de guerra, iniciou dia 23 de maio, quando tropas do governo entraram em Marawi, para capturar Isnilon Hapilon, líder do braço do Estado Islâmico nas Filipinas.
Ele é um dos terroristas mais procurados do mundo, tendo comandado no passado o grupo extremista Abu Sayyaf, ligado à Al-Qaeda. O pequeno exército comandado por ele, chamado Maute, reagiu, fazendo uma investida violenta na cidade de 200 mil habitantes.
Invadiram o principal hospital, uma escola e uma catedral. Tomaram a prisão local e libertaram os detentos, alguns deles filiados a grupos extremistas da região. Com informações CBN

por Jarbas Aragão

Ela fez o que pôde



Resultado de imagem para Ela fez o que pôde  “Ela fez o que pôde. Derramou o perfume em meu corpo antecipadamente, preparando-o para o sepultamento. Eu lhes asseguro que onde quer que o evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será contado em sua memória.” Marcos 14:8-9
Há algum tempo venho meditando nessas palavras. Ouvi um sermão sobre estes versículos pela primeira vez há pouco tempo, em minha igreja. A expressão “ela fez o que pôde” ficou gravada em minha mente e coração, me consolando e confrontando.
Vivemos em uma sociedade depravada, essencialmente materialista e egoísta. Não raramente, vemos imagens e filmagens de pessoas saqueando a carga de caminhões tombados, e o pico de anarquia que dominou o Estado do Espírito Santo neste ano demonstra que, sob os termos de “liberdade plena” (isso o homem natural, não regenerado), o ser humano consegue se tornar um animal irracional, tal como Hobbes o dissera, contrário ao zoon politikón (“animal político”) de Aristóteles.
ões entre as pessoas, e dessas com Deus. Somos educados a fazer apenas aquilo que pode nos privilegiar, aquilo que é capaz de nos dar algum benefício, mesmo que seja em detrimento de outras pessoas. Infelizmente isso faz parte de nossa cultura, resultado de uma sociedade caída e mergulhada no pecado.
Nos dois versículos expostos acima, constantes no evangelho de Marcos, vemos precisamente o oposto ao que dito, ainda que os demais versos deem embasamento para a argumentação apresentada, já que era do intuito de Judas vender aquele óleo e ficar com o dinheiro para si (Jo 12.4-6), mesmo que usando os pobres como desculpa para acobertar este desejo.
Maria, ao contrário, tomou o que tinha, algo que lhe custou caro, e derramou sobre Cristo, como um prelúdio do que estava por vir ao Mestre. Ela fez o que pôde, adorando ao Senhor e se prostrando ante a necessidade de Sua morte. Usou o que tinha em suas mãos, e com isso nos deixou lições a serem aprendidas.
Desejo expor quatro tópicos sobre este assunto, que creio serem necessários.
Não fique aquém
Fazer aquilo que pode significa agir com o que você tem em mãos, entendendo que há uma meta a ser alcançada. Ficar aquém daquilo que pode ser feito, ou seja, abaixo das expectativas, é o mesmo que entender a grande tarefa que tem pela frente, mas ignorar tal significado ao não valorizá-la como deve.
Ou, então, mesmo entendendo o que deve ser feito, é também a falta de preparo para isso. Como exemplo, creio que posso citar seguramente o rei Davi. No livro de 1 Crônicas, no capítulo 13, nos é narrada a história de quando o monarca decide, em conjunto com o povo, trazer a Arca da Aliança para o meio do povo de Deus.
Para fazê-lo, entretanto, manda construir um carro de bois. Carro novo, nunca utilizado, e de certa forma dotado de uma carga emocional e simbólica para o rei. Porém, ainda assim, o projeto não fora aprovado pelo Senhor. Por quê? A resposta é encontrada dois capítulos depois, quando Davi entende que a Arca só poderia ser carregada pelos descendentes da tribo de Levi (1Cr 15.2).
Ainda, outro exemplo a ser citado é o de Nadabe e Abiú, filhos de Arão. Encontramos sua história no livro de Levítico, capítulo 10. A história nos conta que estes dois homens introduziram “fogo estranho”, ou “fogo profano”, no culto ao Senhor. Ficaram aquém daquilo que lhes era cobrado.
O que, afinal, faz com que esses dois exemplos possam ser utilizados aqui? A resposta, confesso, me parece simples: em ambos os casos o que se requeria dos envolvidos era apenas uma coisa: observância da Lei do Senhor. Porém, ao não fazê-lo, acabaram por ficar aquém daquilo que lhes era esperado.
Não vá além
Da mesma maneira que podemos, infelizmente, ficar aquém do esperado e desejado para nós, é verdadeira a afirmação de que também é possível ir além do que nos requisitado.
Querido leitor, espero que você não confunda este tópico com “pró-atividade”, mas que entenda minhas palavras como um alerta para que você não faça aquilo que não foi chamado a fazer.
É ótimo, louvável e saudável quando desejamos fazer mais para nosso Senhor, porém, devemos ter a consciência de que há coisas das quais não conseguiremos participar ou realizar, haja vista o ministério específico que pelo Mestre nos foi proposto.
Ora, é precisamente isso que Paulo demonstra aos de Corinto quando escreve sua primeira carta, no capítulo 12, a partir do versículo 11 e até o final do capítulo. Segundo o apóstolo, e cremos que inspirado pelo Santo Espírito, “o corpo não é composto de um só membro, mas de muitos” (v. 14), e, ainda, que os dons e ministérios são distribuídos pelo Espírito a cada um, conforme a vontade dEle (v. 11).
Quando não compreendemos que o Senhor tem chamados diferentes para pessoas díspares, ministérios específicos para determinados momentos e povos, agimos como o rei Saul, e por insensatez tomamos atitudes contrárias à Palavra do Pai. Tal como Nadabe, Abiú e Davi, o primeiro rei de Israel comete um erro grosseiro: não observa os mandamentos do Senhor.
A bíblia demonstra que, tomado pela impaciência, o rei toma as rédeas do culto ao Senhor e, usurpando uma função que não era sua, oferece sacrifício ao Criador. Saul foi duramente repreendido pelo profeta Samuel e teve a ruína de seu trono decretada (1 Sm 13.9-14).
Faça o que pode
Observe o que você tem nas mãos. Entenda o que o Senhor lhe comandou fazer. Veja aquilo que lhe é entregue pelo Pai, para trabalhar nos campos já brancos e prontos para a cega.
“Fazer o que pode” implica necessariamente em observar os mandamentos do Pai, visto que eles nos servem como luz para a caminhada (Sl 119.105), e obedecê-los (Sl 119.11). Essa é a regra fundamental para todo aquele que deseja seguir a Cristo e entregar-Lhe culto ou louvor: deve-se viver atento à Palavra de Deus.
Infelizmente muitos de nossos irmãos se perdem precisamente neste ponto, pois tem “as armas nas mãos”, mas carecem de entendimento bíblico para utilizá-las. O Senhor dota seus filhos de sabedoria, inteligência, criatividade e outras tão marcantes características, mas esses acabam não colocando tais atributos aos pés da cruz de Cristo, e não utilizam os dons dados pelo Pai da maneira correta.
A pergunta de Deus a Moisés, no Egito, ecoa aos nossos corações nos dias atuais: “o que tens na mão?”. O líder de Israel tinha na época uma vara, e a utilizou conforme determinou o Senhor. Maria tinha um vaso de alabastro com um perfume caríssimo dentro, de nardo puro (Mc 14.3), e quebrou este precioso óleo aos pés de Cristo. E você, que tem em mãos? Faça o que pode usando sua profissão, usando seus conhecimentos “seculares”, sua mente e corpo.
Faça para glória de Deus
Por fim, creio que o mais importante: independente do que você fizer, faça para glória de Deus. Eis aí uma verdade que não consigo deixar de citar ou expor sempre que vejo ser necessário. Paulo deixa-a muito clara em 1Co 10.31,
“Portanto, quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.” 1 Co 10.31
E, ainda, o Breve Catecismo de Westminster, em sua primeira pergunta, indaga, para logo responder:
“PERGUNTA 1. Qual é o fim principal do homem?RESPOSTA. O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre.Referências: Rm 11.36; 1Co 10.31; Sl 73.25-26; Is 43.7; Rm 14.7-8; Ef 1.5-6; Is 60.21; 61.3”
Tudo o que fazemos deve visar a glória de Deus, posto que Ele é o Soberano Criador de todas as coisas, Rei eterno e transcendente. Que façamos sempre nosso melhor, entregando ao Pai um culto, através de nossas vidas e atitudes, digno de adoração e louvor.
Sob a Graça,
Daniel Rodrigues Kinchescki   -Membro da Igreja Presbiteriana de Florianópolis/SC, escritor e criador do blog "À cruz de Cristo: voltando aos marcos do Evangelho". Bacharelando em Direito, com experiência em liderança de grupos e em lecionar aulas de E.B.D. e palestras.

Uma missão perigosa para os cristãos



Oliver* deixa Bíblias nas portas de famílias muçulmanas durante a noite e arrisca sua vida para espalhar a semente do evangelho 


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Oliver* realiza uma missão diferente para o Reino de Deus na Península Arábica. No meio da noite, ele entra em seu carro para espalhar a luz de Cristo, deixando Bíblias nas portas das casas de famílias muçulmanas. Ele se anima dizendo acreditar que a palavra de Deus não voltará vazia. Sem muito barulho, ele carrega uma caixa de papelão com Bíblias em árabe, depois as esconde debaixo dos bancos do carro, ora antes de sair e pede para Deus protegê-lo durante as entregas. Esta é uma missão perigosa.
No país onde ele vive é estritamente proibido tentar converter os muçulmanos ao cristianismo. A distribuição de Bíblias entre eles certamente seria qualificada como ilegal e Oliver poderia ser deportado ou até mesmo preso se algum policial o encontrasse em uma dessas noites.
Mas o perigo nunca o impediu de cumprir sua missão. Ele afirma que faz isso mesmo sabendo que pode lhe custar a liberdade ou a própria vida. É o amor pela palavra que o impulsiona. “Durante os anos que já serviu ao Senhor nesse país, Oliver já viu como é protegido e presenciou muitos milagres logo após a conversão de alguns muçulmanos que se dedicaram a leitura da Bíblia”, conclui um dos colaboradores da Portas Abertas.
Revista Portas Abertas
A edição deste mês conta várias histórias de cristãos que vivem em países da Península Arábica e arriscam suas vidas para pregar o evangelho aos muçulmanos. Deus tem se revelado a muitos e há conversões acontecendo. Se você ainda não recebe a Revista em sua casa, cadastre-se e leia mais testemunhos como esse. Assim, você fica mais próximo da Igreja Perseguida.

por Portas Abertas

Aos 107 anos, missionária continua pregando o evangelho



Resultado de imagem para Aos 107 anos, missionária continua pregando o evangelho   Allie Candler acredita que Deus pode usar qualquer pessoa que se dispuser

Algumas pessoas não acreditam em aposentadoria. Uma delas Allie Candler, que foi chamada por Deus para missões aos 22 anos. Hoje com 107, ela continua “servindo as pessoas” e falando a todos que pode sobre Jesus.
Ela não acredita que alguém pode ser “velho demais” para ser usado por Deus, pois sempre defendeu que o Senhor pode usar todos que estiverem dispostos a servi-lo.
Membro da missão Batista do Sul, a maior dos Estados Unidos, Candler testemunha que Deus a chamou para missões dois anos depois dela aceitar a Jesus. Na ocasião, o pregador perguntou: “Você foi salva, mas dedicou sua vida a Ele?”
Naquele dia, conta que sua oração foi: “estou pronta para ser usada como o Senhor quiser me usar”. Acrescentou ainda que Satanás tentou desencorajá-la a levar aquele propósito adiante, mas sua resposta foi: “Diabo, eu não escolhi isso, foi Deus quem me chamou”.
A senhora Candler serviu como missionário no estado da Virgínia, EUA e posteriormente foi evada para o Japão, onde ficou por muitos anos. Várias pessoas de sua família também serviam a Deus, sendo que os seus dois irmãos foram pastores e sua irmã mais nova se casou com um pastor.
Apesar da idade avançada, Allie diz que continua fazendo a obra missionária através de doações. “Você não pode dar mais para Deus que ele dá para você”, costuma dizer. Para ela, uma oferta é como “uma gota no oceano da provisão de Deus”.
Ela explica que usa toda oportunidade que tem para evangelizar e para orar pelas pessoas. Quanto é convidada a testemunhar, costuma estimular os jovens “a se envolveram com missões e a descobrir a vontade do Senhor para suas vidas”.  Com informações BaptistPress

por Jarbas Aragão