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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Igreja evangélica histórica do Canadá está à venda por 1 dólar



Resultado de imagem para Igreja evangélica histórica do Canadá está à venda por 1 dólar    Templo da Igreja Anglicana de St. Jude está fechado desde 2015

Uma igreja histórica de Ontário, no Canadá está à venda por apenas um dólar. Considerada parte do patrimônio nacional, o templo da igreja anglicana de St. Jude em Brantford foi construído em 1871. O interior, em estilo gótico vitoriano, possui enormes murais que foram pintados à mão em 1936.
O local também possui vitrais deslumbrantes e um órgão de tubos que foi recentemente restaurado. Fechada desde 2015, apesar de seu valor histórico, o prédio encontra-se deteriorado e não há compradores interessados.
O custo para a restauração dos murais pode custar até US$ 250.000, segundo o Brantford Expositor. São representações de várias passagens dos evangelhos, medido 5 metros de largura.
Roy Rodrigues, corretor de móveis na região, disse ao jornal CTV News que os proprietários decidiram oferecer o templo por US $ 1 como forma de gerar interesse em alguma outra denominação. “O maior valor da propriedade é a arte no interior e sua estrutura”, explica o vendedor.
Ela vai a leilão no próximo dia 12 de junho. Um dólar é o valor mínimo. No entanto, se não encontrarem interessados, é possível que ela seja demolida e apenas o terreno vendido. Será preciso uma autorização da prefeitura para reformar o prédio para outros usos, como residência ou restaurante, como foi cogitado.
“É muito preocupante, pois sabemos que a história não está protegida”, disse Nathan Etherington, presidente do Comitê de Patrimônio de Brantford.
Na América do Norte, assim como na Inglaterra, dezenas de igrejas estão fechando todo ano para dar lugar a outros empreendimentos. Em muitos casos, são reformadas para serem usadas como mesquitas.

por Jarbas Aragão

“Nosso lugar não é aqui”, afirma Eduardo Colle



Resultado de imagem para “Nosso lugar não é aqui”, afirma Eduardo Colle   Cantor lança o álbum “Voltar ao Lar” com produção de Wellington Correa

O cantor e compositor Eduardo Colle lançou, este mês, o álbum Voltar ao Lar. Projeto que conta com produção musical e arranjos do músico Wellington Correa, está disponível nas plataformas digitais de streaming musical, como Spotify e Deezer, além do iTunes.
O projeto foi produzido após o cantor vencer o Festival W. Music e ter a oportunidade de gravar com Wellington. “Foi uma experiência incrível. Subi no palco com aquele famoso frio na barriga, mas muito confiante”, afirmou o cantor.
“Quando fui chamado para receber o prêmio de primeiro lugar, de início demorou a cair a ficha, pois já foram outros festival a qual participei e o famoso prêmio de gravação nunca chegou a sair do papel. Então ganhar esse festival, que é algo muito sério, pra mim foi uma realização”, completou.


Eduardo Colle no Festival W. Music
Eduardo Colle no Festival W. Music
O repertório do álbum é autoral e, de acordo com o cantor, mescla composições antigas e recentes, além de gêneros musicais como o blues, soul, além de canções de teor mais congregacional. O registro foi gravado com a participação de músicos como Gilmar Gomes (teclado), Sérgio Souza (guitarras e violões), Toni Alves (baixo), Jed Carvalho (bateria) e Junior (técnico de áudio).
“O repertório já estava no papel. Havia planejado e sonhado com esse álbum a mais ou menos um ano antes de ganhar o concurso. São músicas voltadas para nos assegurar que nosso lugar não é aqui neste mundo, pois somos eternos e o nosso lugar de eternidade é ao lado do dono da eternidade”, disse Eduardo.
Além das composições, Eduardo fez questão de cuidar do projeto gráfico. Há também planos de produzir videoclipes. No repertório, Colle destaca “Fragmentado”: “Foi uma canção onde abri meu coração sobre um momento que vivi”.
Eduardo, que está disponível para agendas, divulga novidades de sua carreira no Instagram e em sua página no Facebook.
Voltar ao Lar - Eduardo Colle
Voltar ao Lar – Eduardo Colle
Faixas do CD
É Nesse Lugar
Voz em Meu Peito
Contos de um Astronauta
Voltar ao Lar
Abraço
Peniel
Fragmentado
Perguntas
Ouça a canção Voz em Meu Peito:
por Tiago Abreu

Cristãos podem ser punidos com multas e prisão




Uma emenda na lei que protege o Ramadã agora permite punir os cidadãos que ingerem alimentos ou bebidas em público

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No mês que é considerado sagrado para os muçulmanos, o Ramadã, as minorias religiosas que vivem em países de maioria muçulmana, como o Paquistão (4º na Lista Mundial da Perseguição), precisam ser cautelosas no consumo de alimentos e bebidas alcoólicas, para não despertar ira e até mesmo a violência física.
A lei que protege o Ramadã foi introduzida no país em 1981, por Muhammad Zia-ul-Haq. Desde então, nenhum estabelecimento pode vender alimentos ou bebidas durante o período estipulado para o jejum, que só é quebrado após o pôr do sol. Isso por 30 dias.
No início de maio, o Comitê do Senado para Assuntos Religiosos aprovou uma emenda na lei que agora permite punir os cidadãos com três meses de prisão, caso eles comam ou fumem em público. Os infratores também podem ser multados, inclusive proprietários de hotéis e cinemas.
Mas, antes mesmo da emenda, os seguidores do cristianismo já eram punidos. Dois irmãos cristãos foram presos sob esta lei, em agosto de 2009. No ano passado também, um paquistanês hindu foi espancado em público por um policial, por comer arroz um pouco antes do horário estipulado para a quebra do jejum. Gokal* se defendeu na ocasião dizendo que era diabético.
Em Punjab, a província mais populosa do Paquistão, onde vive a maioria dos cristãos, o oficial de polícia do distrito de Gujrat, Sohail Zafar Chatta, que é muçulmano, escreveu em sua página do Facebook: "São poucos dias. Que tal respeitar os sentimentos dos muçulmanos?", sugeriu. Outro muçulmano escreveu: "Não se trata de respeito pelo Ramadã e sim de impor uma ordem ‘não coma na minha presença’ e isso não vem de princípios religiosos, nem mesmo durante o mês sagrado", conclui.
*Nome alterado por motivos de segurança.

por Portas Abertas

“Temos orgulho em morrer por Jesus”, afirmam líderes cristãos egípcios



Resultado de imagem para “Temos orgulho em morrer por Jesus”, afirmam líderes cristãos egípcios  Durante enterros de mártires, coptas bradavam: "Com nosso sangue e alma, defenderemos a cruz!"

Os cristãos do Egito, na maioria coptas, estão sofrendo grande pressão após o assassinado de 29 fiéis, incluindo várias crianças. Ameaçados de extermínio pelos jihadistas do Estado Islâmico e abandonados pelo governo, eles dizem que irão resistir até o fim.
“Temos orgulho de morrer sem negar a nossa fé [em Jesus]”, disse o bispo Makarios, o principal líder copta de Minya, no fim de semana.
No sábado, homens armados forçaram os cristãos que estavam em dois ônibus e uma caminhonete a caminho de um mosteiro a pararem. Retirados dos veículos, ouviram que se não renunciassem sua fé e se convertessem ao islã, morreriam.
A notícia que nenhum capitulou, nem mesmo entre as crianças, e por isso foram martirizados, enviou uma forte mensagem a todos os cristãos do país.
Milhares de pessoas ficaram do lado de fora do templo onde foi realizado o velório coletivo. Expressando seu sofrimento e também tristeza pelas famílias das vítimas, algumas manifestações mostram que o crime mexeu profundamente com a igreja egípcia.
“Com nosso sangue e alma, defenderemos a cruz!”, bradava um grupo diante da Igreja da Sagrada Família, na aldeia de Dayr Jarnous. “Queremos justiça ou morrer como eles”, ecoaram outros. Ouviu-se ainda uma frase que mostra oposição direta ao credo islâmico: “Não há Deus senão Jeová, e o Messias é Deus!”.
Também chama atenção os relatos dos sobreviventes, que contam como as crianças tentaram se esconder sob os assentos de ônibus para escapar dos primeiros tiros.
Um menino pequeno, com cerca de 6 anos, disse que sua mãe o empurrou para debaixo de seu assento e o cobriu com um saco, explica a rede CBC. Uma jovem que se recupera no hospital disse que os agressores roubaram todas as joias e dinheiro que conseguiram antes de abrir fogo, matando os homens primeiro e depois algumas das mulheres.

Conquista jihadista

Desde o final do ano passado, quando anunciaram ao mundo que estavam chegando no Egito para conquistar, soldados do Estado Islâmico já mataram mais de 100 cristãos em uma série de ataques separados, incluindo atentados a igrejas e assassinatos premeditados.
O governo egípcio deu uma resposta tímida à onda de violência, decretando estado de emergência após as explosões durante a Páscoa. No final de semana realizou uma série de ataques aéreos contra supostas bases do Estado Islâmico na vizinha Líbia, mas sem eficácia comprovada.
Os coptas reclamam que o governo não está fazendo o suficiente para protegê-los de radicais e punir os responsáveis. Entre as muitas famílias que fugiram da Península do Sinai, ao Norte, a queixa é que não tiveram qualquer ajuda governamental para que possam recomeçar.
O caso mais conhecido é o de Nabil Saber. Ele saiu da aldeia de Al-Arish com a família e tentou se estabelecer em Port Said em fevereiro. Sem emprego nem apoio do governo, decidiu voltar para sua antiga casa e acabou morto pelos jihadistas.
Diferentes líderes mundiais condenaram o massacre de cristãos pelo Estado Islâmico, desde o Papa até o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas nenhuma ajuda financeira foi oferecida aos refugiados da Península do Sinai nem às famílias das vítimas.
A mídia deu bastante espaço para mostrar a morte de crianças que se estavam em um show de música na Inglaterra semana passada, mas pouco se falou sobre as crianças que foram mortas enquanto iam para a oração. As motivações dos assassinos nos dois casos foi a mesma, mas ainda assim esconde-se do grande público que trata-se da mesma guerra contra os “infiéis não islâmicos”. Com informações Christian Post

por Jarbas Aragão

Ex-governador de Jacarta decide não recorrer na justiça



Ahok escreveu uma carta onde explica seu principal motivo: "Faço isso pelo bem do povo e da nação"

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O ex-governador de Jacarta, Basuki Tjahaja Purnama (Ahok), que foi preso no dia 9 de maio, com a sentença de 2 anos de prisão, decidiu não recorrer à decisão do juiz. Condenado por supostamente blasfemar contra o islã, ele escreveu uma carta que foi lida por sua esposa, dizendo que decidiu aceitar a ordem do tribunal pelo bem dos cidadãos do país. Ahok falou de paz e perdão num momento em que há manifestações em sua defesa e muita agitação nas ruas.
"Ele citou o Salmo 131 em público e deu um testemunho cristão surpreendente, embora ele continue a ser alvo de ameaça de morte de grupos extremistas islâmicos", disse um dos colaboradores da Portas Abertas. Retirando seu apelo, ele desafiou o pluralismo religioso nesta nação que ocupa o 46º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição. "Faço isso pelo bem do povo e da nação. Sei que não é fácil aceitar essa realidade, ainda mais para mim, mas aprendi a perdoar e a aceitar tudo", dizia um trecho da carta que sua esposa, emocionada, leu em uma coletiva de imprensa.
O conteúdo da carta agradecia a todos os partidários, aos que estão orando por ele, e também aos que enviaram flores, cartas e livros. Ele encorajou a população ao perdão e aconselhou as pessoas a aceitarem a sentença imposta a ele. Além disso, Ahok se mostrou preocupado com o que poderia acontecer através das manifestações, explicando que "Jacarta sofreria grandes perdas, além do congestionamento no trânsito e os gastos resultantes de comícios". Ele ainda disse: "Não é certo que haja confrontos com aqueles que se opõem à nossa luta".
"Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes. Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim. De fato, acalmei e tranquilizei a minha alma..." (Salmos 131.1 e 2b).
por Portas Abertas

terça-feira, 30 de maio de 2017

Não leve sua família para Sodoma



Resultado de imagem para Não leve sua família para Sodoma  Porque Ló foi morar com sua família em Sodoma?

Abrão ficou na terra de Canaã, mas Ló mudou seu acampamento para um lugar próximo a Sodoma, entre as cidades do vale. Ora, os homens de Sodoma eram extremamente perversos e pecadores contra o Senhor. Gênesis 13:12,13
Quando Abraão e Ló decidiram separar-se, foi necessário um rompimento geográfico. Ló decidiu ir para direção Leste, que se estendia desde Sidom, e prosseguiam até Sodoma e Gomorra (Gn 10.19). Provavelmente quando Ló vê toda região do vale do Jordão os seus olhos brilham, pois a cidade era como o jardim do Senhor, comparada ao Éden.
Tempos depois Ló decidiu morar Sodoma, embora fosse “justo” corria o risco de imitar o procedimento libertino dos que não tinham princípios morais (2 Pe 2.7). Os homens de Sodoma eram iníquos, com isso, Ló estava dando margem à tentação ao optar por morar perto deles.
Sodoma, cidade onde tudo era liberado, tudo era permitido. Relacionamentos heterossexuais de forma normal e anormal (extraconjugal), bissexuais, homossexuais.
Sodoma tinha este tipo de viver entre seus cidadãos, a forma mais conhecida era a da prática sexual de homens com homens, hoje, não é muito diferente, vivemos como nos dias de Sodoma onde o pecado é extremo.
Porque Ló foi morar com sua família em Sodoma? Ao partir para Sodoma Ló seguiu o seu coração, seus olhos ficaram fascinado ao ver a beleza de toda a região. Porém, foi nesse momento que ele comete um erro, pois se deixou ser guiado pela emoção, pela beleza e riqueza. Embora ele soubesse que era uma cidade de perversos, não se importou.
Cuidado! “As aparências enganam, nada por aqui é o que parece”. Proteja seu coração. O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo? Jeremias 17:9
Não podemos levar a nossa família para qualquer lugar, por mais que o lugar seja bonito, nossa família precisa estar em um lugar protegido.
Quantos pais levam seus filhos para orgias? Quantos ao invés de dedicar um tempo ensinado a palavra de Deus permitem que seus filhos assistam programações que só mostram prostituição, inimizades e adoração a outros deuses?
Será que por diversas vezes nós não entramos em lugar que não deveria entrar, participamos de coisas que não deveríamos participar, comemos coisas que não deveríamos comer, assistimos coisas que não deveríamos assistir?
Quando Ló recebeu uma ordem para sair de Sodoma ele hesitou. Naquela ocasião ele tinha muitos bens, já estava “estabelecido” naquela cidade, este era um dos principais motivos para ele hesitar em sair da cidade.
A ordem recebida dos anjos do Senhor era para que deixasse imediatamente a cidade e tudo para trás porque a ira do Senhor se manifestaria contra aquela cidade (Gn 19.15).
Não pense que foi fácil para Ló aceitar a ideia de deixar suas posses, na verdade, Ló estava tão preso a isto que os homens de Deus tiveram que tirá-lo a força (Gn 19.16). Às vezes estamos tão presos aos bens materiais e as pessoas, que não queremos abandoná-las.  Mas Jesus disse que quem quisesse segui-lo deveria negar a si mesmo e tomar a cada dia a sua cruz (Lc 9.23). Ao dizer isto Jesus estava apontando que a cada dia deveríamos renunciar muitas coisas deste mundo para viver uma vida santa.
Para viver em santidade, longe do pecado, é necessário sempre estar com os olhos fixos no que esta adiante e não atrás.
Não sei o que você vive e quais motivos te levaram até “Sodoma”, talvez a ter a mesma postura comportamental daqueles viveram naquele tempo, o que sei, é que Jesus morreu na cruz para que você pudesse ter o direito de estar incluído no grupo de pessoas que irão passar a eternidade numa cidade santa, a Nova Jerusalém (Jo 3:15,16; Ap 21).
Se você precisa tirar sua família de “Sodoma”, faça isso já, se precisas abandonar a velha natureza, então faça isso, mas em momento algum olhe para trás.
Quem olha para trás perde a chance de viver a eternidade com o Senhor.

Rafael Esmeraldino

Casado, contabilista, microempresário , membro da III Igreja Evangélica Sinais e Prodígios em Queimados/RJ, na qual exerço a função Evangelista e líder de juventude.

Ataque ocorre em meio às manifestações



Dois homens-bomba explodiram em frente a um terminal de ônibus, deixando mortos e feridos; os extremistas estavam ligados ao Estado Islâmico

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Os indonésios foram surpreendidos por um ataque que ocorreu em frente a um terminal de ônibus, em Kampung Melayu, leste de Jacarta. Dois homens-bomba explodiram matando três policiais e ferindo cerca de dez pessoas. O porta-voz da Polícia Nacional, Setyo Warsito, disse que os extremistas eram membros de um grupo chamado Jamaah Ansyar Daulah, conhecido por estar ligado ao Estado Islâmico. Além disso, o grupo também já esteve envolvido em outros ataques, um deles ocorrido no dia 4 de janeiro, também em Jacarta e os demais no Reino Unido e Filipinas.
"Temos que parar com esse clima de ódio e violência, pois isso só causará novos problemas. Precisamos estar de mãos dadas para lutar contra o extremismo", disse Jerry Sumampow, porta-voz da Sociedade de Igrejas na Indonésia (IGP, sigla em inglês). Segundo fontes locais, a cena foi realmente triste, na área onde as bombas detonaram, havia sangue, fragmentos de vidro e janelas quebradas.
"Eu só posso dizer que foi uma ação muito cruel. Como eles podem fazer algo assim?", indignou-se Yamin, um zelador de rua, enquanto varria os cacos de vidro no local do bombardeio. "Eu não estava presente, mas meus amigos ainda estão em estado de choque, pois viram tudo e faz alguns dias que não conseguem nem dormir", disse outro trabalhador.
Pedidos de oração
  • Ore pela paz em Jacarta e também pelo caso do ex-governador Ahok, que se tornou o principal motivo das manifestações públicas, já que foi condenado injustamente por blasfêmia;
  • Interceda pelos feridos e pelas famílias daqueles que morreram durante a explosão;
  • Ore pelos cristãos perseguidos na Indonésia e que o evangelho continue a ser pregado aos muçulmanos; que o amor de Jesus possa invadir seus corações.
por Portas Abertas