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terça-feira, 18 de abril de 2017

Fundo do governo de Israel poderá financiar Terceiro Templo


Resultado de imagem para Fundo do governo de Israel poderá financiar Terceiro Templo   Criação da Fundação da Herança do Monte do Templo é importante passo político

O terceiro templo pode ter ficado um pouco mais perto de ser construído, após a Fundação da Herança do Monte do Templo ter recebido 550.000 dólares como orçamento para “restauração”.
A iniciativa da ministra da Cultura de Israel, Miri Regev e do ministro para Jerusalém, Ze’ev Elkin, propuseram que essa nova fundação fosse criada para promover a ligação judaica com o Monte do Templo. Ela será responsável pela “pesquisa, informação e defesa” da herança histórica e religiosa dos judeus com o local sagrado, onde foram construídos o templo de Salomão e o Segundo Templo.
A nova fundação operará junto com o Fundo de Patrimônio do Muro Ocidental, que já é financiado pelo governo e administra o Muro Oriental, ou Muro das Lamentações. A estrutura era o muro de contenção para a base onde o Templo restaurado por Herodes esteve até o ano 70.
Apesar dos protestos de deputados que temem a ira dos muçulmanos que controlam o Monte do Templo desde 1967, muito comemoraram a decisão.
O deputado Yehudah Glick, que é rabino e tem ligações com o Instituto do Templo, afirmou: “Depois de muitos e longos meses, alegro-me que nossos esforços tenham finalmente produzido frutos. Este é um bom momento e graças a Deus finalmente chegamos lá, apesar do atraso de 50 anos o governo israelense reconheceu que o Monte do Templo é um sítio nacional, é nosso.”
Enfatizou também: “Precisamos declarar claramente: O Monte do Templo é o fundamento da história do povo judeu e do retorno à terra desde o início do sionismo”.
Embora a nova Fundação não tenha anunciado planos de construções, acredita-se que esse é um importante passo político, que poderá facilitar uma futura edificação.
A controvertida resolução da UNESCO de outubro de 2016 estabeleceu que será usado apenas nomes muçulmanos para se referir aos locais sagrados da Cidade Velha de Jerusalém e criticou severamente Israel por seus “abusos provocadores que violam a santidade e a integridade” da área.
Desde então os políticos judeus vinham pedindo um posicionamento mais enfático do primeiro-ministro Netanyahu sobre o assunto. O texto da proposta de criação da Fundação, declarava que o governo de Israel “deve ser responsável por impedir a distorção da verdade histórica”.

Profecia cumprida

Em junho deste ano será comemorado o aniversário de 50 anos da reunificação de Jerusalém. As forças israelenses conseguiram recuperar a totalidade da sua capital das mãos da Jordânia em 1967.
Contudo, como parte das negociações, o general Moshe Dayan decidiu deixar a administração do Monte do Templo com os muçulmanos, que consideram o local santo por abrigar duas importantes mesquitas: al-Aqsa e o Domo da Rocha.
Para os estudantes da profecia, embora seja incompreensível como as autoridades judaicas tivessem concordado, isso será resolvido quando o tempo tiver chegado. Afinal, segundo as profecias de Daniel, o falso Messias – Anticristo – terá de fazer um acordo “com muitos” para trazer paz a Israel.
Acredita-se que isso envolverá a questão da soberania do Monte do Templo em Ezequiel, o profeta descreve uma visão em que Deus revela os detalhes de um templo restaurado.
Ainda que esteja localizado no centro do centro de Jerusalém, os muçulmanos não o reconhecem como território israelense e impedem que seja feito no local a realização de orações por parte de judeus e de cristãos.
Paralelo a isso, existe um anseio crescente da parte de muitos judeus para que eles retomem não só as orações, mas também os sacrifícios. Por isso o interesse do governo em voltar a investir no local e promover sua importância religiosa causou tanto impacto. Com informações WND
por Jarbas Aragão

Após atentado islâmico, versículos bíblicos tomam ruas de Londres



Resultado de imagem para Após atentado islâmico, versículos bíblicos tomam ruas de Londres   Tradicionais ônibus foram usados para campanha evangelística

Uma nova campanha cristã visa comunicar o evangelho as milhões de pessoas que circulam pelas ruas de Londres este mês. Cerca de 15 dias após o atentado na ponte de Westminster, realizado por um muçulmano que, segundo testemunhas, gritava “Allahu Akbar” [Alá é Grande], as palavras de Jesus são colocadas em placas nos tradicionais ônibus vermelhos de dois andares que circulam pela capital.
O projeto “Quote Jesus” [Cite a Jesus] está exibindo diferentes versículos desde o dia 10 de abril. A intenção é lembrar as pessoas, especialmente nesse período da Páscoa, a mensagem ensinada pelo Messias.
Entre os versículos exibidos estão:
“Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25)
“Quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente” (João 11:26)
“Eis que venho em breve!” (Apocalipse 22:12)

A ideia foi de Howard Conder, fundador do ministério Revelation TV.  O evangelista acredita que os atos terroristas estão tirando a esperança de toda essa geração. Ele explica que o objetivo da campanha é “influenciar o coração, a mente e a percepção desta geração, para oferecer a eles esperança e fé em um futuro melhor”.
Revela também que a iniciativa encontrou resistência, por promover uma religião usando o serviço de transporte, que é público. “As autoridades não puderam proibir, pois são apenas citações”, revela, “é algo não denominacional, então ninguém pode reclamar de diferenças teológicas”.
Estima-se que 6,5 milhões de pessoas andam pela capital diariamente. Além disso, milhares de turistas vão a Londres todos os meses. Conder diz que o objetivo era “Apresentar as palavras da Bíblia, deixando que cada pessoa dê sua resposta”. Para ele, é o Espírito Santo que revela o sentido da Palavra de Deus.
Agora, os organizadores planejam expandir essa campanha a outros locais da Europa e do mundo, usando ônibus e metrôs para apresentar as palavras de Jesus. Com informações de WND
por Jarbas Aragão

Megaigreja terá seu próprio departamento de polícia



Resultado de imagem para Megaigreja terá seu próprio departamento de polícia   Objetivo é se proteger contra possíveis atentados terroristas

Pelo terceiro ano consecutivo um projeto de lei em favor da Igreja Presbiteriana Briarwood, no Alabama, EUA, foi apresentado aos legisladores do Senado estadual. Desta vez foi aprovado, apesar de muitas queixas de setores da sociedade.
Após vários atentados a igrejas americanas, a liderança da Briarwood, uma megaigreja com mais de 4 mil membros, decidiu criar seu próprio departamento de polícia. Ele ficará responsável por oferecer segurança aos frequentadores dos cultos, bem como da escola que pertence a igreja.
É a primeira vez que o estado permitiu uma entidade não-escolar ter seus próprios policias, que carregam armas e possuem autorização para realizar prisões. Um dos motivos alegados seria o medo de ataques terroristas.
“Depois do tiroteio de Sandy Hook e ataques semelhantes a igrejas e escolas, a Briarwood reconheceu a necessidade de oferecer segurança qualificada que trabalhe em coordenação com a lei local”, explicou o administrador da igreja, Matt Moore em um comunicado.
Ele fez referência aos seis professores e 20 alunos que foram baleados dentro da escola de ensino primário Sandy Hook em Connecticut, em dezembro de 2012 e aos 9 mortos na Igreja Metodista Emanuel, na Carolina do Norte dois anos atrás.
Eric Johnston, o advogado que elaborou o projeto de lei para a igreja, disse que a legislação proposta está recebendo apoio. Foram 24 votos a favor e apenas 4 contrários dos parlamentares.
O senador Jabo Wagoner, um dos principais defensores do projeto, diz que a permissão ajudará a igreja a lidar com questões de segurança que não estão seriam atendidas pela segurança privada. “Foi a decisão deles [da igreja]”, disse Wagoner durante entrevista. “Se eles queriam ter sua própria força policial não vejo nenhuma razão por que impedi-los.”
No entanto, alguns opositores da proposta acreditam que isso abre um precedente perigoso, que poderá ser imitado por outras igrejas em todo o país.  “É nossa opinião que isso é claramente inconstitucional”, disse Randall Marshall, diretor executivo da ACLU, grupo que luta pelos direitos civis.
“Esse tipo de programa abre espaço para uma ligação estreita entre organizações religiosas e o poder do Estado”, afirmou em nota.
A decisão deu força a outro projeto de lei que tramita no Alabama, o chamado Church Protection Act, que autorizaria todas as igrejas a terem segurança armada dentro dos templos, oferecendo-lhes imunidade legal. Com informações Christian Post
por Jarbas Aragão

Líderes cristãos são perseguidos e ameaçados



Um dos cristãos conseguiu ligar para pedir socorro, mas quando os policiais chegaram, repreenderam os fieis dizendo que estavam “interrompendo a paz naquela aldeia”

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Recentemente, cerca de 50 pessoas, incluindo monges budistas, invadiram uma igreja que fica em Ingiriya, no distrito de Kalutara, Sri Lanka, logo após um culto matinal de adoração. 
Na ocasião, o líder cristão Sampath* não estava presente, mas sua esposa presenciou o ataque, junto com alguns membros que participavam da reunião. Eles foram ameaçados pelo grupo que exigiu que eles parassem com seus trabalhos evangelísticos. Além disso, os agressores pediram os nomes de todos os fieis e os questionaram o motivo pelo qual eles frequentam aquela igreja.
A maioria respondeu que obteve cura e libertação depois de receber orações. Um dos cristãos conseguiu ligar para pedir socorro, mas quando os policiais chegaram, repreenderam os fieis dizendo que estavam “interrompendo a paz naquela aldeia”. No início de abril, a polícia recebeu uma queixa contra Sampath. Havia cerca de 200 pessoas na delegacia, entre elas mais de 20 budistas. Ao ser questionado se tinha uma autorização para realizar cultos, o líder cristão respondeu que as pessoas o procuravam até mesmo em sua casa para receber orações e que não sabia que havia necessidade de obter autorização para isso.
O delegado então pediu para que ele parasse imediatamente com esse trabalho. Ele rebateu dizendo que não pode parar de realizar algo que Deus lhe deu. Apesar das ameaças, Sampath, que estava com a esposa, se manteve firme. O caso acabou sendo arquivado, então os acusadores começaram a gritar e fecharam o caminho para o casal. Com dificuldade, eles chegaram em casa, mas foram surpreendidos com as vidraças quebradas. A casa estava cercada por uma multidão. Um dos manifestantes agrediu o líder com uma estaca, mas Sampath conseguiu escapar com a ajuda de um amigo.
Quatro policiais chegaram para socorrê-lo e pediram que Sampath e sua esposa buscassem um local seguro temporariamente. No momento, eles estão abrigados na casa de um dos fieis, com instruções de um advogado para não voltar para casa por enquanto. 
Nos últimos 17 anos, eles têm servido a Deus em Ingiriya. A igreja já foi destruída uma vez, mas ele a reconstruiu. Cerca de 150 fieis os acompanham, a maioria vinda da religião hindu. Eles costumam se reunir aos domingos. A Portas Abertas já visitou o casal e forneceu a ajuda necessária. Há semanas, multidões irritadas estão ameaçando e perseguindo vários líderes no país. Ore pela igreja no Sri Lanka.
* Nome alterado por motivos de segurança.

por Portas Abertas

Não encontro Deus na cabana!



Resultado de imagem para Não encontro Deus na cabana!    Não encontramos Deus na cabana. 

Encontramos a Deus na leitura reverente das Escrituras Sagradas.

A trama do livro é muito boa, prende a atenção e o autor é muito vívido na sua escrita, de forma que prende o leitor do início ao fim. Quando li o livro, lembro-me de ter terminado em muito pouco tempo. Ele acerta muito em tratar de um tema que atrai a todos: falar do sofrimento humano e apresenta de alguma maneira uma resposta a ele, uma vez que trata da morte da filha do personagem principal, que foi assassinada cruelmente, e a revolta do mesmo contra Deus por ter permitido tudo aquilo. Qual o grande problema do livro? 
Primeiramente, o livro traz a trindade (Pai, que na verdade é apresentado como mãe, Filho, que é Jesus, e Espírito Santo, apresentado como Sarayu, uma menina oriental, talvez evocando o misticismo oriental).
A partir daí, ele passa a mostrar o caráter da sua trindade. Um deus bem diferente do Deus das escrituras. Ao lermos a Bíblia, encontramos o verdadeiro Deus. Um Deus muito mais complexo, que tem em seu caráter diversos atributos como bondade, amor (1 Jo 4.8), justiça (Na 1.2,3), verdadeiro (Nm 23.19), soberania (Sl 115.3), eternidade (1 Tm 1.17), imutabilidade (Tg 1.17), onipresença e oniciência (Sl 139.4-9), onipotência (Jó 37.23), santidade (Is 6.3) e que é Espírito invisível ( Jo4.24, e que é visível apenas em Cristo). Ao dar forma ao Pai e ao Espírito já temos um grande problema. Deus não pode ser visto. E quando pecadores se encontram com Ele, a sensação não é de questionamento, mas de terror. João cai como morto, Daniel também. Isaías pensa que vai morrer. Deus é santíssimo.
Outro grande problema é que o deus da cabana (ou o deus do Yong) é apenas um deus de amor, que não demanda nada do homem, quer apenas relacionamento. Diferentemente do Deus da Bíblia, que é um Deus Justo e Santo. Que nos revela em Levítico 19 que nós devemos ser santos, povo separado para ele, e ser santo significa andar nos seus mandamentos em amor (explicação na sequência do cap. 19). Deus tanto salva aquele que é justo (declarado justo pela fé em Jesus, que se fez justiça em nosso lugar), quanto condena o ímpio. Infelizmente, aparentemente Yong é universalista.
Por fim, o deus da cabana trata do sofrimento como resultado apenas do livre-arbítrio humano. Ele não tem propósito bom algum no sofrimento, na verdade ele não tem nada a ver com isso. Aparentemente, Yong é um Teísta aberto também, infelizmente. Desta maneira, ele não apenas esvazia a santidade e justiça de Deus, como sua soberania. A Bíblia nos revela um Deus que é soberano e que nada foge ao seu controle. Como lemos no Salmo 115.3 “Nosso Deus está nos céus, e pode fazer tudo o que lhe agrada”. Tudo que acontece está debaixo de sua vontade, mesmo que permissiva. Ele tem um propósito em todas as coisas, mesmo que não entendamos. Tudo caminha para um fim glorioso, tudo coopera para o bem daqueles que o amam, tudo o glorifica no fim.
Por isso, defendo que na cabana não podemos encontrar o verdadeiro Deus, mas somente nas Escrituras Sagradas.
Um pecador salvo pela graça de Deus. Casado com Marina e pai do Davi. Graduado em Economia pela UFJF, pós-graduado em Estatística pela UFJF. Graduando em Teologia pelo Seminário JMC e Mestre em Teologia pelo Seminário Servo de Cristo.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Filho de líder ateísta se converte e hoje é pastor


Resultado de imagem para Filho de líder ateísta se converte e hoje é pastor   Ele jurou desfazer o que sua mãe realizou

Com o lançamento do filme “A Mulher Mais Odiada dos EUA”, na Netflix este mês, o nome da advogada Madalyn Murray O’Hair voltou a ser buscado em ferramentas de busca na internet e debatido em fóruns. O motivo? Ela é a famosa ativista ateia que conseguiu que a Suprema Corte proibisse a leitura da Bíblia nas escolas públicas, em 1963.
Por causa disso ganhou a alcunha da revista Life que carregaria até o fim da vida, que se referia a ela como “a mulher mais odiada da América”. Para o movimento ateísta essa decisão   histórica dava início a uma “nova moralidade onde ocorria o triunfo do racionalismo sobre a superstição”.
Contudo, existe um lado menos conhecido da família O’Hair. Seu filho mais velho, William Murray III, conta que conviveu com uma pessoa difícil, uma militante feminista que tinha simpatia pelo comunismo e tentou inclusive desertar para a União Soviética com toda a sua família.
Foi por causa do ensino religioso que William recebia na escola que Madalyn conseguiu abrir um processo contra o distrito escolar. Quando o caso chegou até a Suprema Corte, ela teve ganho de causa.
Em diversas entrevistas a ativista repetia o que ensinava dentro de casa: Deus, se existisse, “era um ser sádico, brutal e uma representação do ódio”, enquanto a Bíblia era “historicamente imprecisa e repleta de histórias loucas.”
Com toda a mídia que recebeu, decidiu fundar a organização “Ateístas da América”, que logo começou a arrecadar milhões de dólares para promoção do ceticismo no país. Durante muitos anos foi a maior organização do tipo no mundo.
A infância debaixo de uma mãe perturbada e desonesta, segundo ele mesmo, fez de William um adulto problemático. Seu primeiro casamento acabou rapidamente e ele acumulou problemas com álcool, drogas e, consequentemente com a polícia.
Embora não participasse dos movimentos políticos ateístas da mãe, questionava o uso de todo o dinheiro arrecadado por ela com doações e processos judiciais. “Se o ateísmo era o salvador da modernidade, por que não fazia algo de concreto em favor da humanidade?”, costumava indagar.
Após pegar cinco anos de liberdade condicional por um incidente envolvendo o uso de uma arma de fogo, William disse ter percebido que precisava de ajuda. Ele buscou os Alcoólicos Anônimos e começou a frequentar um programa de reabilitação de drogas.
Foi ali que ouviu falar pela primeira vez na vida sobre um Deus amoroso. “Vi algumas coisas fantásticas, que as pessoas conseguiram realizar com sua fé. Não pude deixar de comparar tudo isso com o ateísmo”, revela.
Em 1980, para desespero de sua mãe, ele entregou sua vida a Jesus Cristo e começou a admitir   publicamente que era cristão. A família o rejeitou, mas as declarações públicas de Madalyn foram arrasadoras: “Eu o repudio completamente desde agora até o fim dos tempos. Ele está além do perdão humano”.
Frequentando uma igreja evangélica, onde aprendeu mais sobre Deus e sua Palavra, ele percebeu o grande mal que sua mãe havia causado em toda a nação. Passou então a dedicar sua vida para, de alguma maneira, desfazer isso. Tornou-se pastor!
Ajudou a montar uma editora para produzir Bíblias na Rússia logo após o colapso do comunismo da antiga União Soviética. Muitas vezes ele viajou para as cidades onde sua mãe falaria em algum evento e denunciava suas mentiras e dava seu testemunho de fé.
Madalyn O’Hair foi uma mulher influente em seus dias e ajudou a formar o movimento ateísta moderno, mas morreu de forma trágica em 1995 nas mãos de antigos aliados, que a sequestraram e touraram por dias.
Hoje Bill, como é conhecido, tem 70 anos. Além de pastorear uma igreja batista, preside a Coalizão para a Liberdade Religiosa, uma ONG que luta pelos direitos dos cristãos nos países islâmicos e comunistas. Com informações God Reports

´por Jarbas Aragão