Fotos

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Muçulmanos se convertem graças ao testemunho dos filhos

Resultado de imagem para Muçulmanos se convertem graças ao testemunho dos filhos   Ministério cristão está ganhando centenas de crianças para Jesus no mundo muçulmano

Centenas de muçulmanos do Iraque que foram forçados a abandonar suas casas pelo Estado Islâmico estão encontrando nova vida em Cristo graças ao testemunho de seus filhos. Os pequeninos compartilham com seus pais o amor de Deus após serem alcançados por um ministério voltado ao público infantil.
Um diretor desse ministério relata que, recentemente, mais de 600 crianças participaram de um programa especial, onde receberam Bíblias e ouviram o evangelho. Após aprender sobre Jesus, um menino de 10 anos decidiu mostrar sua nova fé.
“Naquela noite, pedimos às crianças para contarem aos pais o que tinham ouvido e compartilhassem a história de Jesus com todos”, disse o diretor. “O pai de Mahmood veio no dia seguinte, reclamando de nossa influência na decisão de seu filho aceitar a Cristo.”
Muçulmano praticante, o pai do menino estava chateado e temia a reação da comunidade quando seu filho começou a anunciar publicamente que agora era um cristão.
“Seu pai nunca tinha ouvido a verdade sobre Jesus, então aproveitamos a oportunidade e lhe falamos sobre Cristo e Sua salvação”, relata o missionário. “Pouco tempo depois, ele aceitou Cristo e  levou Bíblias para sua esposa e as duas filhas.”
O diretor do ministério revelou que outros pais também vieram fazer queixas sobre seus filhos. Do mesmo modo, acabaram ouvindo sobre Jesus. Todos ganharam Bíblias, e saíram testemunhando sobre a paz e alegria que tinham encontrado.
“O pai de Mahmood agora dirige um estudo bíblico em sua casa todas as sextas-feiras pela manhã. Este é o dia de oração muçulmano!”, explica o diretor do projeto.
Recentemente, a equipe missionária atravessou a fronteira e visitou uma cidade no oeste do Irã conhecida por suas ligações com o extremismo islâmico. Depois de passarem muito tempo em oração, os missionários procuraram o líder religioso da aldeia, Kaka Shehab. Eles decidiram lhe falar sobre Cristo. Sua filha estava doente, então oraram por ela antes de partirem. Deixaram de presente uma Bíblia em língua curda.
“No dia seguinte”, conta o missionário, “ele nos telefonou e disse:” Minha filha se recuperou, graças às suas orações. Por favor, volte para nossa aldeia e faça em cada casa e a mesma oração que você fez por ela. E pode dar Bíblias a todas as casas da aldeia. ”
A equipe retornou e distribuiu 500 Bíblias. Em cada residência eles oraram e explicaram sobre  Cristo a todos. “Oramos e esperamos que todos que ouviram se voltem para Cristo em breve”, disse ele, ressaltando que eles precisam de muita intercessão pelo trabalho naquela região.
O grupo jihadista Estado Islâmico chegou a conquistar cerca de 40% do território iraquiano há três anos, atualmente eles estão presentes em umas poucas aldeias.
A Missão Christian Aid acredita que os ministérios cristãos presentes no Iraque estão em condição de ajudar a evangelizar todos os refugiados, que estão insatisfeitos com o islamismo que quase lhes custou a vida. Com informações Gospel Herald
por Jarbas Aragão

Igreja no Iraque comemora a Páscoa em clima de paz



Algumas pessoas carregavam grandes bandeiras com os slogans: “Bem-aventurado aquele que vem em nome do Senhor, aleluia” ou “Hosana para o Filho de Davi”

16-iraque-iraquianos-celebrando-domingo-de-ramos
Durante essa semana, as igrejas no Iraque tiveram suas tradicionais celebrações de Páscoa em clima de paz. Depois do Domingo de Ramos, eles agora comemoram a ressurreição de Cristo e várias cidades e aldeias cristãs que já estão liberadas do domínio do Estado Islâmico. Aos poucos, a vida está voltando ao normal em lugares que ficaram abandonados durante os ataques. Nos últimos dias, centenas de cristãos andaram livremente pelas ruas de Qaraqosh e Karamles.
Algumas pessoas carregavam grandes bandeiras com os slogans: “Bem-aventurado aquele que vem em nome do Senhor, aleluia” ou “Hosana para o Filho de Davi”. Depois participaram de reuniões em igrejas que estavam queimadas ou parcialmente danificadas. “Graças a Deus estamos retornando às nossas cidades e igrejas, depois de dois anos”, disse um dos líderes cristãos. Em algumas aldeias também liberadas na planície de Nínive, as comemorações também estão acontecendo.
As expressões dos cristãos iraquianos são de felicidade e gratidão. Qaraqosh foi, até agosto de 2014, a maior cidade cristã do Iraque. Antes da chegada dos extremistas islâmicos havia cerca de 50 mil habitantes. Karamles é menor, antes da guerra viviam ali cerca de 800 famílias cristãs. Todas essas pessoas foram deslocadas, a maioria para Erbil e mais especificamente para o bairro cristão de Ankawa.
Há muitos cristãos retornando nesse momento. “Ver todos eles reunidos me fez chorar”, revelou um dos líderes que se diz muito alegre em poder voltar a pregar a palavra. Ele planeja preparar um grande gerador, depois da Páscoa, para fornecer eletricidade a todos os que desejam retomar suas vidas em Karamles. Agradeça a Deus por essa bênção na vida dos cristãos iraquianos. Que a Páscoa seja para eles também a ressurreição dos sonhos que eles tinham antes do início da guerra no Iraque.
A Portas Abertas deseja a todos os colaboradores e irmãos na fé uma Feliz Páscoa e um tempo de paz e reflexão sobre a ressurreição de Jesus.
“Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado.” (1 Coríntios 5.7)

por Portas Abertas

Cidadezinha americana é tomada por igrejas evangélicas brasileiras



Resultado de imagem para Cidadezinha americana é tomada por igrejas evangélicas brasileiras    São ao menos 22 denominações evangélicas do Brasil que abriram templos locais.

Danbury, uma pequena cidade de Connecticut a 1h30 de Nova York, tem 84 mil habitantes e uma das maiores comunidades brasileiras nos Estados Unidos, mais de 8 mil pessoas. A exemplo dos comércios brasileiros importados, as igrejas seguem o mesmo caminho. São ao menos 22 denominações evangélicas do Brasil que abriram templos locais.
Os dados foram constatados pelo pastor brasileiro Silvani da Silva (45), que começou o trabalho evangelístico na Assembleia de Deus Danbury há 12 anos, com 18 pessoas, que não tinham local para realizar os encontros.
Mas nem sempre foi aprovado o grande número de pontos de oração.”Já ouvi uma piada de mau gosto de uma pessoa na prefeitura dizendo que tinha que abrir bar, e não igreja”, relatou o pastor. Silva tem planos de comprar a escola de caratê que atualmente aluga por US$ 1.800 um cômodo para sua igreja.
Só a Igreja Universal possui 221 endereços nos EUA. A unidade em Danbury explora bordões em espanhol (“donde una vida mucho mejor espera por usted”), em um apelo aos hispânicos. Outra gigante, a Renascer em Cristo, tem filiais em Nova York e na Flórida.
Silva apontou à Folha ao menos “um ponto favorável para cristãos”: tudo indica que o presidente Trump será contra aborto e casamento gay, “coisas que biblicamente vemos de forma contrária”.  Com apoio ideológico do presidente americano as igrejas locais tendem a crescer.
por Cristiano Medeiros

Esterco oferece prova arqueológica de relato bíblico sobre o rei Salomão



Resultado de imagem para Esterco oferece prova arqueológica de relato bíblico sobre o rei Salomão   “A precisão histórica dos relatos do Antigo Testamento é discutível, mas a arqueologia não pode mais ser usada para contradizê-los”, afirma líder da expedição




A descoberta de pilhas de esterco de 3.000 anos de idade no vale Timna, sul de Israel, estão fornecendo aos arqueólogos comprovações sobre os relatos bíblico referentes ao rei Salomão.
Usando técnicas avançadas de datação, o material ficou conservado desde o século 10 a.C. graças a condições climáticas únicas naquela região de Israel.
O History Channel mostrou recentemente como os arqueólogos da Universidade de Tel Aviv começaram a escavar em 2013 as ruínas de um local usada para mineração. Logo fizeram várias descobertas importantes, incluindo muros e portões fortificados.
Contudo, o mais impressionante é que a equipe encontrou pilhas de estrume animal. Inicialmente ignorados, por acreditarem que seriam de animais de beduínos que vivem nas imediações, ficaram surpresos ao perceber que os dejetos ajudavam a mostrar como aquele local era usado na uma época em que o rei Salomão construiu o Templo em Jerusalém.
É notável que o estrume comprove as atividades importantes ocorridas no local. No complexo foram encontrados grandes currais para animais de tração. Análises precisas de pólen, sementes e fauna, mostram que eles eram alimentados com feno e bagaço de uva. Essa era uma alimentação de qualidade, mostrando que eles vinham de regiões mediterrâneas, a centenas de quilômetros de distância.
“De acordo com a Bíblia, o rei Salomão ficou famoso por sua grande sabedoria e riqueza. Entre seus muitos projetos de construção está o templo em Jerusalém, generosamente ornado com objetos de ouro e bronze”, descreveu o documentário que foi ao ar esta semana pelo canal da National Geographic.
A construção do Templo exigiu grandes quantidades de metal, o que faria suas minas operarem em escala industrial em algum lugar do Oriente Médio. Contudo, as Escrituras não revelam sua localização exata. Todo o material dessa pesquisa que revela onde ficavam as minas de Salomão foi publicado na revista científica The Journal of Archaeological Science: Reports, que serviu de base para o roteiro do programa.
Pela cronologia bíblica, os livros de I Reis I e II Crônicas mostram que Salomão sucedeu seu pai Davi como rei de Israel por volta de 970 a.C. Embora historiadores tenham duvidado de sua existência por falta de registros históricos extra bíblicos, a descoberta dessas minas de cobre em Timna mostram que a produção de metais nobres eram gigantescas e as pilha de esterco animal seriam prova de que a quantidade de jumentos usados para o transporte indicam que aquelas seriam as lendárias “minas do rei Salomão”.
No total, os pesquisadores descobriram mais de 1.000 toneladas de detritos de fundição de metais no local, sugerindo que uma produção em escala industrial. Ainda não foram encontrados registros escritos no local que mencionem o nome do rei, mas não há dúvidas que uma sociedade complexa viveu no local.

Arqueologia comprova a Bíblia

Primeiramente, os arqueólogos acreditavam que as ruínas pertenciam a cidades dos edomitas, inimigos históricos de Israel. Contudo, os relatos bíblicos mostram que o rei Davi conquistou aquela região. Os trabalhadores das minas eram os edomitas, que faziam trabalho escravo.
O professor Erez Ben-Yosef, do Instituto de Arqueologia da Universidade de Tel Aviv, disse que os muros fortificados demonstram que o local era um alvo militar naquele tempo. O mais provável é que Davi exigia tributos depois de derrotar os edomitas.
O líder da equipe diz haver uma “séria possibilidade que Jerusalém obteve muito de sua riqueza a partir dessas operações de mineração”. “Até recentemente, não sabíamos quase nada sobre nessa área”, continuou Ben-Yosef. “Mas agora não só sabemos que esta era uma mina de cobre, mas também que estava produzindo grandes quantidades nos dias do rei Davi e de seu filho Salomão.”
“Embora não exista uma descrição explícita das minas do rei Salomão no Antigo Testamento, existem referências aos conflitos militares entre Israel e os edomitas do vale do Arava,” sublinha.  “Depois de termos encontrados evidências de medidas defensivas — uma fortificação sofisticada — entendemos o que deveria estava em jogo nessa região remota: o cobre.” Naquela época, esse metal era raro e tão valioso quanto o ouro.
“A precisão histórica dos relatos do Antigo Testamento são discutíveis, mas a arqueologia não pode mais ser usada para contradizê-los”, observa Ben-Yosef. “Pelo contrário, nossas novas descobertas estão em total acordo com a descrição dos conflitos militares contra uma sociedade hierárquica e centralizada localizada ao sul do Mar Morto.”
A equipe arqueológica planeja continuar estudando as sociedades antigas que trabalharam nessas minas de cobre. “A preservação única dos materiais orgânicos em Timna, combinado com os métodos de pesquisa do século 21, incluindo análises de resíduos e de DNA antigo, contém o potencial para futuras descobertas significativas”, conclui Ben-Yosef. Com informações Christian Post
por Jarbas Aragão

Cientistas querem clonar Jesus a partir de ossos de João Batista



Resultado de imagem para Cientistas querem clonar Jesus a partir de ossos de João Batista    History Channel exibirá documentário sobre possível sequenciamento genético do Salvador


A ideia de fazer um clone de Jesus Cristo já foi proposta alguma vezes desde que procedimentos de clonagem foram bem-sucedidos. Alguns sugeriram tentar fazê-lo a partir do DNA encontrado no Santo Sudário, algo rejeitado pela Igreja Católica, guardiã do material. A proposta mais recente vem de George Busby, da Universidade de Oxford, Inglaterra.
Ele publicou recentemente um artigo na revista acadêmica “The Conversation” onde mostra que os cientistas estão muito próximos de encontrar amostras de DNA de Jesus Cristo.
Com isso, seria possível clonar seu material genético. A fonte usada para comparação seria a descoberta de uma ossada que pertenceria a João Batista, primo de Jesus.
Os arqueólogos búlgaros Kazimir Popkonstantinov e Rossina Kostova dizem ter achado parte do esqueleto durante uma escavação em uma antiga igreja em Sveti Ivan, uma ilha no Mar Negro.
O professor Busby argumenta no artigo: “Eu fiquei interessado nas análises de DNA que podem nos dizer muito sobre esses ossos. Quando Kasimir abriu mais tarde o relicário, ele encontrou cinco fragmentos de ossos. O epitáfio encontrado na caixa menor era provavelmente usado para carregar os ossos de quando ele estava viajando e são as pistas chave da evidência que leva ele a acreditar que os ossos podem ser de São João Batista”.
De fato, lembra, avanços científicos têm permitido que cientistas tenham acesso a sequência de DNA de centenas de pessoas que viveram há muitos séculos. Para eles, isso está se tornando primordial para a compreensão da história humana.
A questão central é comprovar se os fragmentos de ossos encontrados realmente pertenceram a João Batista. Busby insiste que os estudiosos permanecem otimistas. “Esse achado é extremamente importante, parte porque João Batista era tanto discípulo de Jesus quanto seu primo, significando que eles podem compartilhar DNA”, completou.
O History Channel mostrará toda o projeto ambicioso da equipe de Busby no documentário “Jesus Strand”, que estreia em 16 de abril.
Nele, é possível ver que sua proposta de sequenciamento genético é apoiada por outros cientistas. O professor conversou com os responsáveis por extrair várias amostras de DNA diferentes do Sudário de Turim.
Também contatou a equipe está trabalhando na análise de DNA do Ossuário de Tiago, outra descoberta controversa de um ossuário de pedra do primeiro século que poderia conter os restos mortais de Tiago, irmão de Jesus.
Apesar do imponderável, Busby racionaliza: “Vamos supor que a contaminação poderia ser completamente descartada e que uma análise demonstrasse que o DNA do Sudário tem uma correspondência familiar com o DNA do Ossuário de Tiago e que ambos estão relacionados com os ossos achados pelos búlgaros. Não teríamos então o DNA de Jesus e de sua família?”. Com informações Metro
por Jarbas Aragão

domingo, 16 de abril de 2017

Igreja oferece crucificação literal para fiéis terem “experiencia da Páscoa”


Resultado de imagem para Igreja oferece crucificação literal para fiéis terem “experiencia da Páscoa”   Projeto acabou cancelado após muitas críticas

Há uma década a cidade de Manchester, na Inglaterra, não via uma encenação da Páscoa, com o julgamento e a paixão de Cristo. Preocupada com o declínio no número de membros e o avanço do islamismo no país, a liderança da Catedral Anglicana resolveu oferecer aos membros uma “experiência da Páscoa”, visando ao mesmo tempo arrecadar fundos para a manutenção do templo.
Ao preço de 750 libras (cerca de 3 mil reais), os interessados poderiam desfrutar da “experiência” prometida, que incluía uma crucificação real. A pessoa seria amarrada a uma cruz colocada no terreno da igreja por algumas horas.
Ainda que pareça uma ideia absurda, essa prática é comum em países como as Filipinas, onde centenas de cristãos aceitam serem flagelados e literalmente crucificados para “participarem” dos sofrimentos de Cristo.
Contudo, na Inglaterra os organizadores da Paixão de Manchester 2017 cancelaram o evento, que ocorreria nesta sexta-feira (14), após os líderes da Igreja receberam acusações que seria algo inseguro e blasfemoreporta o jornal The Guardian.
A “experiência completa de crucificação” não havia sido aprovada pelo pastor Falak Sher, um dos responsáveis pela Catedral de Manchester. “Logo que ouvi falar sobre isso, disse que não gostei. Acho que é uma vergonha, toda a mensagem da cruz é sobre esperança e amor. Quando eu vi que levaram adiante, pedi ao comitê que cancelasse. Não era uma mensagem muito positiva”, explica Sher.
O objetivo do projeto era, além de fazer uma peça contando a história da Páscoa cristã, levantar 8.000 libras esterlinas para cobrir os custos, estimados em 55 mil libras. Ao todo, 120 pessoas farão parte da encenação.
O diretor criativo da peça, Geoff Millard, disse que as crucificações oferecidas “seriam muito reais” e o objetivo era “dar uma experiência que provavelmente eles não esqueceriam”. Mas ele se defende: “Claro que não haveria pregos nem qualquer dor infligida, mas o restante da experiência seria muito real”.
Alexander Stewart-Clark, que admite ter sido o autor da ideia de oferecer as crucificações, disse que não achava que seria uma blasfêmia, mas admitiu que para muitos, isso era de mau gosto.
Revelou que apareceram interessados, mas não quis informar quantos seriam. Acrescentou que a Catedral vem estudando outras formas de arrecadar fundos, mas não vem tendo sucesso.

por Jarbas Aragão

Como será a Páscoa para os cristãos egípcios?




“Alguns estão com medo de ir à igreja nesse domingo, mas eu percebo que a maioria está disposta a celebrar a vitória em Cristo; ele nos faz vencer o medo e a morte”
15-egito-parentes-de-vitima-de-bomba-choram-em-frente-a-igreja
Durante as comemorações do Domingo de Ramos, duas igrejas no Egito, uma em Tanta e outra em Alexandria, foram atacadas por militantes islâmicos. No total, 49 pessoas foram mortas e mais de 100 ficaram feridas. A equipe da Portas Abertas conversou com Arif *, um parceiro e líder cristão no Egito. Ele e sua família estavam a caminho da igreja quando souberam dos ataques. “O clima era bom e eu estava feliz, até que li a notícia do primeiro ataque, em Tanta. Fiquei chocado. As pessoas estavam ali celebrando a fé, em paz. Senti muito pelos nossos irmãos”, disse.
Arif conta que, em pouco tempo, soube do segundo ataque, em Alexandria. “Liguei novamente o celular e li a notícia. Eu vi a tristeza nos olhares das pessoas, membros da igreja. Todo o nosso país está sendo alvo nesse momento, até mesmo os militares estão sendo atacados”, conta. O líder explicou que os feridos e as famílias que estão preparando os funerais de seus entes queridos estão recebendo ajuda através do ministério de presença. “Depois vamos avaliar o tipo de ajuda que nossos irmãos precisarão a longo prazo”, explicou.
Ele também disse que nos treinamentos de discipulado e nas conversas com líderes de igrejas, eles tentam conscientizar para o fato de que a perseguição faz parte da vida cristã. Ao ser questionado sobre a Páscoa no Egito, ele disse: “Alguns estão com medo de ir à igreja nesse domingo, mas eu percebo que a maioria está disposta a celebrar a vitória em Cristo. Ele nos faz vencer o medo e a morte”. Alif contou que algumas igrejas decidiram cancelar a reunião de Páscoa e simplesmente se manter em oração. As demais vão comemorar a ressurreição de Jesus.
Certos de que a perseguição vai piorar para a igreja no Egito, o colaborador pede a todos que intercedam pela paz: “Tomara que eu esteja errado, mas outros ataques não me surpreenderiam. Por isso, nos ajudem a orar por proteção. Que todos os cristãos ao redor do mundo também clamem pelos perseguidores e por aqueles que ainda planejam o mal contra nós. Peçam para que muitos ‘Saulos’ sejam transformados em ‘Paulos’ nessa nação.”
*Nome alterado por motivos de segurança.
por Portas Abertas