Fotos

quinta-feira, 23 de março de 2017

Rússia pode extinguir Testemunhas de Jeová: “extremistas”



Resultado de imagem para Rússia pode extinguir Testemunhas de Jeová: “extremistas”   Seita destrói famílias, promove o ódio e ameaça vidas, afirma Ministério da Justiça

O Ministério da Justiça da Rússia abriu um processo junto à Suprema Corte do país para que os Testemunhas de Jeová sejam considerados “um grupo extremista” e sejam proibidos de atuar em solo russo.

No dia 15 de março foi iniciada uma ação judicial que pede o fechamento da sede da seita. Caso a Corte acate o pedido, será a primeira vez na história do país que um tribunal de justiça liquida uma organização religiosa.

De acordo com o USA Today, o processo está nas mãos do juiz Nikolai Romanenkov, que deverá examinar a acusação e determinar quando será a audiência. Se acatar o argumento do Ministério da Justiça, as atividades do grupo religioso serão encerradas em todo território russo e o prédio onde eles estão instalados passa a ser de propriedade do governo

Caso continuem a realizar reuniões, seus membros podem ser processados ou presos. Sendo assim, eles estarão proibidos de falar publicamente sobre suas crenças.

Segundo os dados oficiais, são 175 mil seguidores, presentes em mais de duas mil congregações em todo o país. Em comunicado oficial, seus líderes dizem que “a perseguição dos fiéis pela nova legislação antiextremismo é construída sobre uma fraude, argumentos de especialistas incompetentes e, como resultado, um erro judiciário”.

Segundo o site internacional da organização, eles se registraram como grupo religioso na Rússia em 1991, logo após o fim do comunismo e a volta da liberdade religiosa. Contudo, nos últimos 20 anos promotores russos em várias localidades periodicamente procuram proibir ou restringir a atuação do grupo, acusando-os de ser uma seita que destrói famílias, promove o ódio e ameaça vidas. Foram proibidos de distribuir literatura, pois as autoridades entendem que elas promovem o extremismo.

As Testemunhas de Jeová foram oficialmente banidas da cidade portuária de Taganrog em 2009, quando um tribunal local decretou que a organização era culpada de incitar o ódio religioso “propagando a exclusividade e a supremacia de sua religião”. Dezesseis membros foram condenados à prisão de mais de 5 anos, que posteriormente foram suspensas.

Bíblias apreendidas

O presidente Vladimir Putin sancionou em junho do ano passado uma lei que proíbe a pregação religiosa fora dos limites dos templos. Logo em seguida surgiram os primeiros relatos de líderes cristãos sendo presos por ter anunciado Jesus fora de suas igrejas.

Vários pastores locais e o missionário batista norte-americano Donald Ossewaarde foram detidos. Acusados de realizar estudos da Bíblia ‘ilegais’, ele foi levado para a delegacia, multado em cerca de 2 mil reais e liberado.

Além disso, os Gideões Internacionais teve 20 mil cópias da sua famosa edição de bolso, contendo tanto o NT quanto Salmos apreendidas.

O motivo alegado é a nova legislação antiterrorismo vigente no país. Serghei Lenin, funcionário responsável pela liberação de cargas, alegou que não havia “qualquer documentação que comprovasse que os livros não tinham conteúdo extremista, conforme exigido por lei”.

por Jarbas Aragão

Ex-muçulmano se torna evangelista após conhecer o “Jesus verdadeiro”



Resultado de imagem para Ex-muçulmano se torna evangelista após conhecer o “Jesus verdadeiro”   Quenianos têm a vida transformada após lerem a Bíblia

O Alcorão fala sobre Jesus, reconhece que ele é um homem sem pecados e que fazia milagres. Chamado de “Issa”, seu nome em árabe, ele é apresentado como um profeta menor que Maomé. Contudo, muitos muçulmanos estão mudando de vida após conhecer o “Jesus verdadeiro”, revelado nas páginas do Novo Testamento.

Lydia Munene, diretora executiva da área da Missão Bíblica na África, conta sobre o importante trabalho de evangelismo realizado em Kilifi, região costeira no Quênia hoje dominada pelos muçulmanos.

“Uma das Bíblias que distribuímos ficou nas mãos de um muçulmano, que vamos chamar de Michael por questões de segurança. Esse homem se converteu participando de uma reunião cristã em Kilifi, e após sua decisão por Cristo demonstrou grande paixão pela distribuição de Bíblias para os Muçulmanos. Seu desejo é que eles possam conhecer a Palavra de Deus, que revela o verdadeiro Jesus”, conta Munene.

Michael já fazia o trabalho de evangelismo, mas não tinha acesso às Bíblias. “Ele vinha conduzindo pequenos grupos de estudo bíblico, onde ele geralmente chama seus amigos, compartilha a Palavra de Deus, diz as passagens que eles devem ler. Quando eles entendem a mensagem, então faz o apelo para que aceitam ao Senhor”, acrescentou a diretora.

A missão soube disso e começou a repassar exemplares das Escrituras para que Michael pudesse distribuir para todos os interessados. Isso é um feito e tanto, uma vez que todos os que se convertem naquela região enfrentam grandes perigos, incluindo ficar isolados pela família ou até mesmo ser morto por seus próprios familiares.

Munene pede que todos os cristãos orem pelos novos convertidos quenianos, para que eles permaneçam firmes em sua decisão. “No Quênia, sabemos que há cristãos sendo agredidos e até mortos por causa da fé, mas mesmo assim nossa maior alegria é ver que muitos estão realmente procurando a verdade.”

Ela volta a citar o testemunho de Michael. “Ele estava procurando conhecer a verdade e conheceu cristãos, quando recebeu a Palavra de Deus, sua vida se transformou. Nesse processo, tornou-se um instrumento para transformar a vida de outros muçulmanos “.

Os cristãos no Quênia vêm enfrentando ataques terroristas islâmicos nos últimos anos, em especial os realizados pelos radicais islâmicos pertencentes ao grupo extremista al-Shabaab, sediado na vizinha Somália. Com informações Christian Post

por Jarbas Aragão

Restauração do “túmulo de Jesus” é concluída



Resultado de imagem para Restauração do “túmulo de Jesus” é concluída     A obra contou com um orçamento inicial de 3 milhões de euros, sendo que a equipe restauradora teve um financiamento total de 6 milhões, 80% por doações vindas do exterior.

As obras de restauração da Edícula e da Cúpula que protegem o túmulo de Jesus Cristo foram concluídas e o resultado será apresentado nesta quarta-feira (22), confirmou nesta segunda-feira na Igreja do Santo Sepulcro de Jerusalém a encarregada do processo, Antonia Moropoulou.

“Agora é possível ver a cor e a textura, as inscrições, os afrescos”, disse Moropoulou próxima à estrutura centenária, onde os ortodoxos consideram que aconteceu o enterro e a ressurreição de Jesus. Foram dez meses de restauração com a limpeza das lâminas de mármore da armação. Houve também estabilização e reforço da estrutura.

Segundo o UOL, as lajes deterioradas foram trocadas, fissuras foram cobertas com cola e os suportes foram reforçados para um “monumento que durará para sempre”, segundo a chefe grega da restauração.

No final de mês passado, os andaimes colocados pelos britânicos em 1947 foram retirados. As lonas e tapumes que cercam a Edícula serão retirados nas próximas horas, para que o local fique livre de materiais de obra antes de 22 de março, data da exibição.

No alto da cúpula reluz uma cruz greco-ortodoxa, que não estava antes da restauração e que, segundo o franciscano e arqueólogo Eugeni Alliata, poderia pertencer ao projeto original da Edícula.

A obra contou com um orçamento inicial de 3 milhões de euros, sendo que a equipe restauradora teve um financiamento total de 6 milhões, 80% por doações vindas do exterior, declarou à Agência Efe Bonnie Burnham, ex-presidente do Fundo de Monumentos Mundiais (WMF, na sigla em inglês). Moropoulou se mostrou satisfeita com a restauração e pede agora à comunidade cristã “que o mantenha”.

Uma das tarefas mais difíceis foi drenar a água e os resíduos subterrâneos acumulados nos alicerces que estavam deteriorando o esqueleto da Edícula, um trabalho que terá que continuar para evitar uma deterioração no futuro.

por Cristiano Medeiros

Um testemunho que vai impactar sua vida


Esther* é uma cristã perseguida vietnamita que visitará o Brasil entre os dias 24 de abril a 08 de maio e contará um pouco de sua história
09-correspondente-internacional-esther


“Nosso país é comunista e esse tipo de governo nunca quer que a igreja cresça, por isso, eles tentam controlar os fiéis e a opressão vem de muitas maneiras”, conta Esther. Segundo a cristã perseguida, os fiéis permanecem firmes apesar das dificuldades e os encontros acontecem em pequenos grupos, organizados domesticamente para que a “igreja” não seja identificada pelas autoridades. Essa é uma forma de proteção que a Igreja Perseguida utiliza para não correr riscos no Vietnã.
“Adorar ao Senhor e nos manter unidos para estudar sua palavra fazem parte das nossas necessidades diárias. Assim como precisamos comer e beber para alimentar nosso corpo físico, necessitamos nos alimentar espiritualmente também, para tomar fôlego e seguir em frente. Com a ajuda do Espírito Santo sempre nos encontramos. Não é fácil, pois pagamos um preço por sermos cristãos, mas estamos firmes”, disse.
Esther conta que tinha apenas 15 anos quando o comunismo chegou em seu país, o que afetou consideravelmente a questão da liberdade religiosa. “A perseguição fez a igreja acordar, pois quando somos perseguidos compreendemos que a palavra de Deus é a nossa força, nossa arma contra o mal e nossa fonte de sabedoria. Não temam as perseguições porque Deus tem um plano para sua igreja, mesmo em meio a grandes provas. Deus tem sua forma de purificar a cada um de nós antes do fim”, conclui.
A cristã estará no Brasil entre os dias 24 de abril a 8 de maio, em Fortaleza e Maceió. Se você quer ouvir o testemunho dela em sua igreja, ainda dá tempo de reservar uma data. Entre em contato pelo e-mail semfonteiras@portasabertas.org.br ou pelo telefone (11) 2348 3330. 

por Portas Abertas

Ex-radical convertida a Jesus e diz que islã não é religião da paz



Resultado de imagem para Ex-radical convertida a Jesus e diz que islã não é religião da paz           “O Islã só pode trazer a paz com a espada, eles vão decapitá-lo se você não abandonar a sua fé”, afirma missionária.

ma ex-muçulmana radical que trabalha como missionária cristã está fazendo um alerta. Isik Abla, nascida na Turquia, mas hoje residente nos Estados Unidos explica que existem diferentes tipos de “jihad” no Islã e que o Ocidente não entendeu isso ainda.

Criada em uma família muçulmana praticante, Abla lembra que sofreu muito na infância por causa da religião de seus pais. Após se casar, se viu parte de uma dessas divisões da Jihad, a guerra santa ensinada no Alcorão.

“Existe Jihad educacional, Jihad populacional, Jihad de mídia, Jihad econômica entre outras”, assegurou ao The Christian Post. Ao total seriam oito e seu alerta é que “todos esses tipos de Jihad estão integrados no mundo ocidental contemporâneo”.

Para a missionária a percepção do mundo ocidental em relação ao Islã é muito diferente do que os muçulmanos do Oriente Médio acreditam. “Quando eu era uma islâmica fanática, acreditava numa Jihad física”, assegura.

“Primeiro de tudo, você tem que acreditar que é um muçulmano verdadeiro se estuda o Alcorão. Precisa saber que a Jihad física é necessária porque só existe a ordem de matar, conforme ensina o Alcorão”.

Abla revelou que, por causa do seu primeiro esposo descobriu que havia a chamada “Jihad educacional”, que paga os estudos de muçulmanos comprometidos nas principais faculdades do mundo ocidental.

“Então nós estávamos canalizando muito dinheiro para que essas pessoas pudessem alcançar lugares altos no poder e ditar o que precisa acontecer no mundo ocidental. O foco é islamizar o ocidente. Este é um tipo de ideologia do Islã e eu fazia parte disso”.

Aos 12 anos, Abla terminou seus estudos do Alcorão e, ao contrário da maioria das meninas que desejam brincar com bonecas Barbie, seu sonho era morrer em nome de Allah e se tornar uma “mártir”.

“Essa é a ideia e ideologia que o Islã injeta em cada um dos muçulmanos”, afirma. Abla diz que tem vergonha de seu envolvimento na Jihad, mas que está grata por Deus ter removido esse sentimento.

Depois de dois casamentos violentos, ela fugiu da Turquia para a América e começou a trabalhar num local onde o chefe era cristão. Ele compartilhava constantemente sobre Jesus com ela e assegurava que sua alegria e paz vinham do relacionamento com Cristo.

“No dia em que eu decidi me matar, me suicidar, Jesus Cristo se revelou a mim de uma maneira milagrosa e mudou completamente minha vida”, testemunha. Ele finalmente havia aceito o convite de seu chefe para buscar o Deus da Bíblia.

Pastora ordenada, ela diz que não entende como tantas pessoas podem falar sobre o Islã como sendo uma religião de “paz”. Ela assegura que essa maneira de pensar é ação de um “espírito surdo e mudo”.

“Eu quero reforçar que a apresentação pacífica do Islã, é um terrível engano. Eu não entendo como o mundo ocidental ainda não viu isso. Eu queria dizer que é ingenuidade, mas é idiotice não entender como o Islã nada tem a ver com a paz. O Islã só pode trazer a paz com a espada, eles vão decapitá-lo se você não abandonar a sua fé. Se você desistir de sua fé, então eles permitem que você viva sob seu governo ditatorial.

Não há paz no Islã, vamos deixar isso claro”.

A missionária finaliza enfatizando que o Estado Islâmico continua recrutando ocidentais através da Internet, em especial das mídias sociais. Ela acredita que os mais jovens geralmente caem nessa armadilha dos jihadistas por que o Islã é apresentado como uma oportunidade deles “lutarem pela liberdade” e morrerem em nome de Deus.

por Jarbas Aragão

“Temos que ganhar nosso próprio dinheiro, como o apóstolo Paulo fez”



Os treinamentos da Portas Abertas ajudaram a igreja a crescer, tanto econômica quanto espiritualmente; muitos testemunharam os progressos

21-camaroes-mulheres-em-plantacao

Embora o país não esteja na Lista Mundial da Perseguição, Camarões faz fronteira com Nigéria (12º) e República Centro-Africana (34º), países que enfrentam a perseguição severa e alta, respectivamente. Os camaronenses já sentem o impacto da violência contra o cristianismo há muito tempo, através de diversos ataques. Só em 2013, dezenas de templos cristãos foram fechados pelo governo. Outro problema enfrentado em determinadas regiões é a falta de união entre as denominações, causada por alguns fatores específicos, como no caso da igreja em Adamawa, onde a maioria das atividades comerciais é controlada pelos islâmicos. 
A fragilidade econômica estava dominando a igreja local, como mostra a matéria Cristãos aprendem a lidar com pressão islâmica. Com o apoio da Portas Abertas, porém, seis comunidades cristãs foram auxiliadas a criar projetos econômicos. Um deles foi do líder Salomon* que iniciou um pequeno negócio de porcos. No início, ele tinha apenas quatro animais e, rapidamente, esse número dobrou, depois redobrou. “Isso é apenas o começo, pois o primeiro ano é considerado investimento”, disse o negociante cristão que tem alguns sócios de diferentes denominações, embora ele seja um dos principais cuidadores do comércio. Salomon e Ferdinand*, sócio e também líder cristão, estão convencidos de que o projeto dará bons frutos.
No total, seis igrejas participam do projeto. “Isso melhorou a nossa união, agora nos reunimos além dos encontros que a Portas Abertas nos oferece. Trabalhamos e oramos juntos também”, comenta Ferdinand. 
Este é apenas um bom exemplo, mas há outros projetos em andamento que vão beneficiar a igreja dessa região. Além disso, alguns irmãos se arriscaram em abrir lojas, iniciaram negócios em fazendas comunitárias para o cultivo de milho, soja e feijão, entre outros alimentos.
Alguns decidiram criar cabras e, independente do tipo de trabalho, os treinamentos da Portas Abertas ajudaram a igreja a crescer, tanto econômica quanto espiritualmente. Muitos testemunharam os progressos.
 “Temos que ganhar nosso próprio dinheiro, como o apóstolo Paulo fez, caso contrário, como poderemos cuidar das viúvas e dos órfãos se não estivermos preparados?”, alertou um dos participantes. Ele explicou que as dificuldades financeiras eram o motivo de muitas intrigas entre os membros de diferentes igrejas. 
“Somos gratos a Deus e a Portas Abertas. Esse dinheiro vai nos ajudar a sustentar nossas famílias, mas também teremos a oportunidade de apoiar os trabalhos da igreja”, conclui Salomon.
*Nomes alterados por motivos de segurança.

Por Portas Abertas

“Deus usará este inferno para realizar um milagre”, diz cristão iraquiano



Resultado de imagem para “Deus usará este inferno para realizar um milagre”, diz cristão iraquiano   Após igrejas serem destruídas líderes cristãos declaram: “não adoramos um Deus de edifícios”

Em parte do Oriente Médio, os jihadistas islâmicos vêm devastando cidades, matando pessoas e destruindo todos os traços de cristianismo. Em especial no Iraque e na Síria, onde o Estado islâmico tentou criar um califado.

Apesar de milhares de cristãos terem abandonado suas casas e cidades, famílias inteiras estão voltando para as ruínas do que um dia chamaram de lar. Muitos perderam amigos e familiares, mortos pelos radicais. Mesmo assim, dizem que continuam confiando que Deus irá restaurar suas vidas.

“Vemos só destruição à nossa volta”, disse Ryan Mauro, analista de segurança nacional que está na antiga cidade de Qaraqosh, Iraque. Ele mostra como os alvos preferenciais do ódio eram os cristãos. O Estado Islâmico derrubou casas cristãs e depois saqueou e incendiou as  igrejas.

No entanto, os cristãos continuaram firmes. “Em algumas ocasiões, dizemos que não adoramos um Deus de edifícios. Nosso Deus está aqui”, afirma um líder local, apontando para o coração.

Alguns dizem que sua fé é ainda mais forte do que era antes. Ryan tem conversado com várias pessoas e diz que eles pretendem reabrir a igreja queimada e enchê-la com uma multidão ainda maior que antes. Segundo o analista, “Para eles, Deus usará esse inferno que eles suportaram para realizar um milagre.”

Os cristãos locais continuam orando pelo dia em que verão suas cidades serem restauradas. Enquanto isso aguardam que o presidente Trump faça esforços concretos para pôr um fim definitivamente na guerra. Com informações Charisma News

por Jarbas Aragão

quarta-feira, 22 de março de 2017

Pastor é preso após Polícia encontrar desmanche ilegal de carros nos fundos de igreja



Resultado de imagem para Pastor é preso após Polícia encontrar desmanche ilegal de carros nos fundos de igreja   Um pastor evangélico foi preso sob a acusação de transformar os fundos do templo da igreja que dirigia em um desmanche de veículos roubados.

O caso foi registrado na cidade de Aparecida da Goiânia (GO), após uma operação da Polícia Militar no bairro de Madre Germana, região periférica do município, na última sexta-feira, 18 de março.

De acordo com o portal Boa Informação, além do pastor da denominação, outros dois homens foram presos. No local, os policiais encontraram peças de automóveis em uma sala que ficava atrás do setor do templo onde fica o púlpito.

O pastor, de 31 anos de idade, não teve a identidade revelada, mas teria admitido à Polícia que recebeu R$ 40 para guardar as peças desmontadas na sala da igreja e outras partes de uma motocicleta.

Ele também teria participado das negociações para revender as peças extraídas do veículo desmontado. A Polícia Militar conduziu os três homens ao 4º Distrito Policial de Aparecida e eles foram autuados em flagrante pelo crime.

Tráfico

Esse é o segundo caso em 2017 de um pastor preso por conta de crimes cometidos. Em janeiro, foi a vez de Joel Cordeiro da Silva, 52 anos, ir para a cadeia por causa de tráfico internacional de armas e drogas.

Silva, que era ex-vereador da cidade de Pontes e Lacerda (MT), estava foragido da Justiça há onze anos.

Sua prisão foi efetuada pela Polícia Civil na cidade de Comodoro (localizada a 644 km da capital Cuiabá), quando ele viajava com destino a Pimenta Bueno (RO).

por Tiago Chagas

Islamismo será a maior religião do mundo?



Embora as pesquisas fortaleçam a ideia de que o islamismo será maior que o cristianismo em 2070. Elas não levam em conta que o número de muçulmanos que se convertem a Cristo cresce cada vez mais

22-iraque-paredes-pichadas
Atualmente, o islamismo é a segunda maior religião do mundo depois do cristianismo, mas, segundo os novos relatórios do PRC (Pew Research Center), um Banco de Pesquisas sobre as questões, atitudes e tendências globais, até 2070, os muçulmanos terão superado os cristãos em número, se as tendências demográficas continuarem. O motivo para isto é que os muçulmanos têm mais filhos do que os outros sete grupos religiosos analisados no estudo. Em todo o mundo, as mulheres muçulmanas têm uma média de 3,1 crianças em comparação com 2,3 para todos os outros grupos combinados.
Embora o islã seja a principal religião em muitos países do Oriente Médio e Norte da África, o relatório diz que a maioria dos muçulmanos vive na região da Ásia Pacífico, em especial na Indonésia. Acredita-se que, em 2050 a Índia terá mais muçulmanos do que qualquer outro país, cerca de 300 milhões, embora o hinduísmo continue sendo a maior religião dessa nação. Em setembro de 2015, Pravin Togadia, então presidente do WHC (World Hindu Council – Conselho Hindu Mundial), afirmou que os hindus corriam risco de extinção e que pediram para incluir na legislação uma punição aos muçulmanos que tivessem mais que dois filhos.
De acordo com os dados do censo indiano de 2011, os muçulmanos registaram um crescimento de 0,8% entre 2001 e 2011 e os hindus diminuíram em 0,7%. A população muçulmana do Ocidente também está crescendo bastante. O PRC indicou em suas pesquisas que, 10% dos europeus são muçulmanos e 1 de cada 50 americanos, será muçulmano em 2050. O relatório destacou ainda que, na América, pouco se sabe sobre a religião islâmica e que a opinião favorável sobre o islã tem diminuído desde 2005.
Já o cristianismo, segundo as estatísticas, é mais suscetível a perder fiéis para outras crenças ou, então, vê-los evitando contato com outras religiões. Estima-se que cerca de 40 milhões de pessoas irão aderir ao cristianismo até 2050, enquanto 106 milhões devem deixar a fé. A pesquisa não diz exatamente em quais regiões do mundo isto pode acontecer, mas, segundo um dos correspondentes internacionais da Portas Abertas, Matthew*, o número de muçulmanos que se convertem ao cristianismo também é cada vez maior. 
O que ocorre é que a mídia não divulga certos fatos. Leia mais na matéria https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/da-pra-entender-porque-tantos-muculmanos-estao-se-convertendo' alt='“Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”' target='_blank'>“Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”.Deus tem se revelado aos muçulmanos pessoalmente, em nossos dias, como fez nos tempos bíblicos. As pessoas têm sonhos e visões. Devemos ajudar nossos irmãos e orar por eles. A oração pode mudar muitas situações”, conclui o correspondente.
*Nome alterado por motivos de segurança.

por Portas Abertas