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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

“Maomé” é o 2º nome de criança mais popular no Reino Unido



Resultado de imagem para “Maomé” é o 2º nome de criança mais popular no Reino Unido    Enclaves islâmicos se multiplicam na Grã-Bretanha enquanto população cristã diminui

Todos os anos, o BabyCenter publica a lista dos nomes mais populares do Reino Unido. Como vem se tornando comum nos últimos anos, ‘Mohammed’ – nome árabe de Maomé, o fundador do Islamismo – está entre os três mais comuns. Existem várias maneiras diferentes como ele pode ser escrito, dependendo do país de origem dos pais.
site do jornal Metro apresentou o ranking de popularidade deste ano, mostrando que o primeiro lugar ficou com ‘Oliver’. Contudo, na capital Londres, as posições se invertem e ‘Mohammed’ está no topo da lista.
Mais do que uma curiosidade, os índices revelam o crescimento de uma tendência cultural. Enquanto os cristãos vêm optando por ter cada vez menos filhos, os muçulmanos continuam procriando e homenageando o seu profeta dando seu nome aos meninos que nascem na família.
Por outro lado, se um casal cristão desejar batizar seu filho com os nomes “Jesus”, “Christ” ou “Messiah” [Messias], será impedido pela lei vigente no Reino Unido e na Austrália, que oficialmente pertence ao mesmo “reino”, governado pela Rainha Elizabeth.

Guetos islâmicos se multiplicam

O relatório de popularidade dos nomes Mohammed é divulgado na mesma época em que a imprensa inglesa mostra como os guetos islâmicos se multiplicam pelo Reino Unido. O Daily Mail revelou que um levantamento do gabinete Dame Louise Casey, responsável pela “integração” dos imigrantes, traz resultados surpreendentes.
Em algumas partes da ilha, comunidades de muçulmanos vivem isolados do restante da sociedade. Raramente saem de seus bairros e possuem seus próprios conjuntos habitacionais, escolas e canais de televisão. Há, inclusive, as “patrulhas da virtude”, comuns em países do Oriente Médio. Elas obrigam as mulheres a cobrirem a cabeça e censuram qualquer tipo de manifestações que não siga a sharia, lei religiosa baseada no Alcorão.
Esses islâmicos acreditam, por exemplo, que a maioria dos britânicos compartilhar de sua fé, pois a Grã-Bretanha é um país muçulmano onde 75% segue o Islã, segundo fontes que viram o relatório.
O estudo indica que esses enclaves muçulmanos estão concentrados em áreas ao norte, como Bradford, Dewsbury e Blackburn. Oficialmente, o governo estuda maneiras de aumentar a ‘integração’ dessas pessoas com o restante do país.
Dados do último Censo, de 2011, indicavam que o número de muçulmanos no Reino Unido era menos de cinco por cento, enquanto os cristãos seriam quase 60%. Porém, as taxas de natalidade e afluxo de imigrantes, indicam que até 2050 o cristianismo será uma religião minoritária não só na Grã-Bretanha, mas também na França.

por Jarbas Aragão

Estudo científico respalda conselho bíblico de que é melhor fazer as pazes antes de dormir





Resultado de imagem para Estudo científico respalda conselho bíblico de que é melhor fazer as pazes antes de dormir   A cada avanço da ciência, a sabedoria bíblica vai sendo comprovada e reafirmada como uma inesgotável fonte de conselhos a serem usados como uma espécie de manual de vida. Uma pesquisa acaba de confirmar o conselho do apóstolo Paulo aos efésios para não deixar que “o sol se ponha sobre a ira”.

Um estudo realizado por um grupo de cientistas ingleses concluiu que a melhor maneira de resolver problemas de relacionamento é no dia que ele surge. De acordo com a revista Superinteressante, “dormir com a cabeça cheia de frustrações e desavenças mal resolvidas só piora a situação”.
Durante o sono, o cérebro humano consolida e guarda as memórias vividas ao longo do dia. Quando a pessoa dorme com sentimentos negativos presentes de forma intensa, a tarefa de esquecê-los é mais difícil.
Durante o estudo, 73 homens foram convidados a ver 26 pares de foto: uma 3×4 de pessoas ao junto com uma imagem perturbadora, que variava entre uma criança chorando ou alguém mutilado.
Na fase posterior do estudo, realizada no dia seguinte, todos os voluntários foram convidados a descrever como eram as fotos 3×4 que tinham visto no dia anterior e tentarem excluir as imagens ruins que acompanhavam os retratos. A maioria dos voluntários acabava associando os rostos às cenas tristes.
Logo em seguida, os pesquisadores apresentaram outros 26 pares de fotos, mantendo a lógica da experiência anterior. 30 minutos depois, conversaram sobre as imagens, em uma tentativa de dissociar a pessoa da foto 3×4 da cena ruim mostrada ao lado.
Quando foram convidados pelos pesquisadores a descrever, mais uma vez, essas novas fotos, os voluntários conseguiram esquecer mais rapidamente as situações negativas ligadas aos rostos de cada pessoa.
Ao longo do processo, os cientistas sempre escanearam os cérebros dos voluntários e notaram que a tentativa de desfazer a imagem de cenas negativas vivenciadas e relembradas no mesmo dia ativava apenas o hipocampo. Quando foram tentar apagar as sensações negativas das fotos do dia anterior, depois de uma noite toda de sono, outras áreas do cérebro entravam em ação, o que dificultava a tarefa de esquecer o trauma.
“Quando vocês ficarem irados, não pequem. Apaziguem a sua ira antes que o sol se ponha, e não deem lugar ao diabo”, aconselhou Paulo em sua carta aos Efésios, no capítulo 4, versículos 26,27. A sabedoria do apóstolo agora é respaldada pela ciência.
por Tiago Chagas

Pastor pode ser preso porque orava diante de clínica de aborto


   Resultado de imagem para Pastor pode ser preso porque orava diante de clínica de aborto   James Linton teve sucesso ao convencer abortistas a desistirem, irritando os donos do local

Um pastor anglicano da Califórnia pode ser condenado a pagar uma multa ou mesmo ir para a prisão por fazer orações em frente a uma clínica de aborto da Planned Parenthood (PP) em San Bernardino. A interrupção da gravidez é legal nos Estados Unidos e o governo Obama é um dos maiores financiadores da PP.
James Linton estava na entrada do local no dia 7 de outubro e oferecia às mulheres grávidas que entravam aconselhamento e afirmava que desejava orar por elas. A polícia foi chamada e ele acabou sendo levado para prestar depoimento, acusado de invadir propriedade privada. Ele alega que estava na calçada, portanto não houve invasão.
“A prisão do pastor Linton é uma escandalosa violação dos seus direitos”, afirma a advogada Allison Aranda, que atua na Fundação Legal de Defesa da Vida, que atua em campanhas contra o aborto.
“Ele simplesmente ofereceu ajuda e alternativas para que pudesse salvar as vidas preciosas daqueles bebês”, sublinhou. Para Aranda, o líder religioso estava exercendo seu direito à livre expressão, garantido pela Constituição.
O pastor da Igreja Anglicana de Cristo, na pequena cidade de Yucaipa, será julgado nos próximos dias. Se condenado, precisará pagar multa de US $ 400 [R$ 1,350] e pode passar até 90 dias na cadeia.
Segundo o Christian Times, ele está sereno e afirma que tem recebido apoio dos membros de sua igreja. Também enfatiza que, mesmo se for preso, isso não mudas as suas convicções.
“Eu descobri que aconselhamento em lugares púbicos é um dos aspectos mais importantes do discipulado cristão na minha vida”, reiterou.
Em meados de 2015, uma série de vídeos filmados de forma secreta mostraram que a rede da Planned Parenthood negociava partes dos fetos com a indústria farmacêutica. A esposa de Linton estava grávida na época e ao ver o material, ele tomou a decisão de orar pelas mulheres em frente às clínicas de aborto.
“Ver os fetos abortados serem comercializados enquanto minha esposa estava grávida me revoltou. Nós organizamos um protesto e, desde então, vou para a frente daquela clínica da PP todas as sextas-feiras”, disse o pastor, sublinhando que é nesse dia que os procedimentos são realizados.
A clínica de San Bernardino realiza abortos com até 20 semanas de gravidez. Como o pastor teve sucesso em convencer várias mulheres a desistirem de entrar, a PP construiu um muro para tentar limitar o acesso de quem não estava registrado, pois vários ativistas pró-vida faziam plantão no local para conversar com as grávidas todas as sextas-feiras.
por Jarbas Aragão

Cristãos bengaleses enfeitam casas e igrejas para o Natal




Comemorar o nascimento do salvador é uma decisão corajosa e até ousada para a igreja no país, mas eles entendem que dessa forma podem compartilhar o amor de Cristo

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Nessa época natalina, os cristãos estão enfeitando suas casas e igrejas e também estão realizando eventos especiais para os fiéis, o que tem chamado a atenção dos muçulmanos de uma forma negativa. Bangladesh é o 35º país na Classificação da Perseguição Religiosa e o ambiente não é nada acolhedor para aqueles que se decidem por Cristo.
Comemorar o nascimento do salvador é uma decisão corajosa e até ousada para a igreja no país, mas eles entendem que dessa forma podem compartilhar o amor de Jesus e fazer com que os bengaleses compreendam o significado dessa data e também experimentem a alegria e a paz que eles sentem por serem cristãos. 
A vida é difícil para quem abandona o islã, mas em meio às dificuldades eles louvam a Deus com suas canções. A perseguição aos cristãos já se espalhou por todo o país. Embora o governo esteja reagindo à atual onda de assassinatos, tentando conter a violência contra a igreja, as autoridades não atribuem os ataques ao Estado Islâmico, preferindo culpar os pequenos grupos jihadistas. Em suas orações, interceda pela igreja no Bangladesh.
por Portas Abertas

“Ovelhas de Jacó” são vistas em Israel após mais de 2 mil anos



  Resultado de imagem para “Ovelhas de Jacó” são vistas em Israel após mais de 2 mil anos    Animais serão exibidos em fazenda que deverá atrair turistas

Foram quase três anos de negociações entre os governos de Israel e do Canadá, mas agora as “ovelhas de Jacó” estão de volta a Israel. Acreditava-se que essa raça de ovinos estava extinta, mas graças a fazendeiros judeus do Canadá, voltaram às terras onde rebanhos delas eram comuns até cerca de dois mil anos atrás.
Três aviões fretados transportaram as ovelhas até Israel. Gil e Jenna Lewinsky foram os criadores responsáveis pela operação complexa que as tirou da fazenda canadense onde eram criadas. “A primeira ovelha chegou no dia em que Noé saiu da arca, 28 de Cheshvan, segundo o calendário judaico”, explica Jenna. O calendário ocidental marcava 30 de novembro.
“Foi lindo vê-las caminhar sobre o solo de Israel”, comemorou a fazendeira, que imigrou definitivamente para o Estado judeu três semanas antes do primeiro voo trazer os animais.
As marcas genéticas das ovelhas indicam que elas são naturais do Oriente Médio. Originalmente viviam no território do norte, onde é a Síria moderna, moradia de Labão, ensina a Bíblia. Ao longo dos séculos foram se espalhando e chegaram até o Norte da África.
Consideradas animais diferenciados, alguns exemplares foram levados para zoológicos na América do Norte. Diferentemente de outros ovinos, que apresentam 2 chifres, essas possuem 4 e às vezes até 6.
A raça é conhecida como “ovelhas de Jacó” por causa dos relatos de Gênesis capítulo 30, onde se narra como elas foram multiplicadas por Deus para que Jacó pudesse pagar suas dívidas com o sogro Labão. Elas são as “salpicadas e malhadas”, descritas nas Escrituras.
Os Lewinsky explicam que essas ovelhas não eram vistas em Israel há milhares de anos. Contudo, trazê-las de volta não foi um processo fácil. Foram necessárias muitas conversas do Ministério da Agricultura de Israel com o Ministério do Desenvolvimento Rural e Agência de Inspeção de Alimentos do Canadá.

Fazenda especial

O porta-voz do Ministério da Agricultura israelense veio à público explicar que o Canadá não está na lista dos países que tem permissão de exportar animais vivos para Israel. Para que esse rebanho viesse, foi necessário negociar “condições especiais, apenas para fins de turismo”. Os custos de transporte ficaram na casa dos 100 mil dólares e o governo israelense pagou a maior parte.
Gil e Jenna pretendem abrir uma fazenda que permitirá a visitação dos animais, embora ainda não tenham conseguido permissão para comprarem terras nas Colinas de Golã, na região fronteiriça com a Síria.
Por enquanto, as ovelhas estão passando por uma “quarentena especial” no sul de Israel, onde aguardam a chegada das últimas ovelhas, são 119 ao todo. Somente no início de 2017 devem estar todas liberadas. Enquanto isso, os Lewinsky procuram um lar permanente para as ovelhas.
A ‘saga’ dessas ovelhas têm recebido atenção mundial, incluindo ampla cobertura da mídia judaica como o Times of Israel e chamando atenção de jornais americanos e europeus. Para muitos esse pode ser um sinal profético, de restauração e prosperidade para os judeus, como foi nos dias de Jacó.
por Jarbas Aragão

200 mil evangélicos mexicanos são perseguidos após abandonarem o catolicismo



  Resultado de imagem para 200 mil evangélicos mexicanos são perseguidos após abandonarem o catolicismo  Famílias inteiras são expulsas de suas casas; governo nega intolerância

O governo do México está sendo acusado de adotar uma “política de negação” ao tratar dos casos de evangélicos que foram forçados a sair de suas casas por causa de sua fé. Segundo a Comissão de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos do México, mais de 287 mil pessoas foram perseguidas nos últimos 5 anos. Contudo, a Comissão Nacional de Direitos Humanos, que trabalha em parceria com a ONU, insiste que seriam apenas 35 mil.
Pedro Faro Navarro, diretor do Centro de Direitos Humanos Frei Bartolomeu de Las Casas, questiona esses números, insistindo que o governo “maquia os dados” para não precisar enfrentar a situação. O ativista conta que é crescente o número de pessoas que foram forçadas a sair de suas casas e até da cidade onde moravam por terem abandonado o catolicismo e se declararem evangélicos.
“Há quem fale em mais de um milhão de pessoas”, disse. “Até agora, sabemos com certeza que o número mais baixo sempre será o oficial. Muitas famílias têm que deixar suas casas e ninguém vai até lá para contá-las”, acrescenta Faro.
Ao longo dos últimos meses, vários casos foram reportados, inclusive alguns terminaram em morte.
Faro acredita que o governo mexicano está ciente da situação, mas não intervém por que não há uma lei sobre o deslocamento interno forçado. Por causa disso, ninguém é responsabilizado e os crimes permanecem impunes. “Os estados do norte são mais problemáticos, mas nenhuma parte do país está livre dessa crise”, encerra o ativista. Com informações Christian Today

por Jarbas Aragão

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Entre bestas e mutantes, você não precisa se transformar em zumbi!



Resultado de imagem para Entre bestas e mutantes, você não precisa se transformar em zumbi!   Acredite, pois você não vai ler um artigo com recheios mitológicos, ficção científica ou qualquer conto zumbi. Em Apocalipse 13, lemos de uma besta que subiu do mar e de outra besta que subiu da terra – o texto se aplica (mesmo que por figuras) em perspectiva futurista no clímax escatológico da aparição do futuro líder político mundial “Anticristo” e ao seu parceiro religioso – o “Falso Profeta” – na empreitada global de enganar a humanidade. Não obstante, o mesmo evangelista João tenha também nos escrito que muitos se fizeram anticristos ao enganarem outros homens e, sobretudo por se oporem a Cristo e ao seu Evangelho. Em suma, João nos advertiu que haveria muitas bestas nos séculos posteriores a ele e deveríamos ter cuidado. O apóstolo Paulo descreveu e caracterizou com inspirada maestria as bestas prenunciadas pelo apóstolo do amor em 2 Timóteo 3:1-5.

Mas, minha curta reflexão não é escatológica – é em certa medida sociológica. Estamos num mundo que mais parece um pasto, uma selva aberta e perigosa pela presença de “bestas, monstros e mutantes” que já foram humanos, mas que agora se acham sem qualquer noção do próximo e dos sentimentos inerentes à esse outro ser humano. Um século de idiotices e estupidezes em que a lei que impera, principalmente em nossas selvas de pedras – é a da sobrevivência do mais forte – onde a subsistência da animália só é possível por uma indispensável cadeia alimentar – pois bestas-feras trabalham para devorar presas. E nesse ponto as “bestas” do século XXI sofreram mutação – pois também se tornaram predadoras. A nossa cultura de sucesso é altamente “matadora”; o nosso lazer de fim de semana é plenamente eliminatório; nossas aspirações de vida profissional são sempre para sermos os melhores dentre todos – pois em nossa sociedade a vida secular é uma intensa competição e não há espaço para perdedores em segmento qualquer. Enfim, nós pensamos e agimos assim, racionalmente – é o que nos difere das bestas irracionais que atacam e se atracam instintivamente – só que muitas de nossas brigas não têm lógica e sentido algum – e aí concluímos: muito pelo que lutamos não difere tanto assim daquelas bestas ferozes do mato – estraçalhar pra viver. Mas precisa ser assim?
Portanto, para se alcançar o ápice da existência nota-se bestas em esquinas, mulas em empresas, burros em locais públicos, asnos em escolas e até jumentos ocupando posições de governo – é um tempo de híbridos mentais e comportamentais – seres que perderam a “raça” e a identidade de quem realmente são – por isso vivem como animais, uns como bestas de carga, outros como mutantes que um dia foram humanos – mas que agora se expressam com suas garras, seus dentes afiados, suas carrancas de mal e seus músculos de vigorosa força e truculenta falta de amor. Tem besta saindo pelo ladrão – de famosas bestas da TV (sem generalizar é claro) ao anonimato do populacho das feras, do avião ao metrô, do xilindró a grandes corporações tem besta se achando – há besta perdida; besta de carrão, besta andando a pé; besta com doutorado e besta iletrada. Neste mundo de gente vivendo como animal – a única salvação para o mundo das bestas mutantes – é voltar a ser humano!
Neste descrito contexto, besta é alguém que vai deixando a natureza humana ir embora – vai encurtando os sentidos, limitando as percepções e travando os sentimentos. É contraditório que alguém que aspira ser algo mais que humano – não admita que o outro erre, que é incapaz de compreender, insensível para reconhecer onde falha, gente que valoriza objetos e não pessoas – e assim não evoluímos, na verdade regredimos e nos deformamos na vida, deixamos a razão das coisas para seguir os instintos de obter coisas – e como o rei babilônico Nabucodonosor entramos numa licantropia e ficamos muito bestas com isso. Nossa geração passa por um processo de “bestificação” que deslumbrada pela falta de sentido demonstrada pela sociedade pós-moderna, reconhece-se como superior em tantas coisas – mas a cada dia é mais animal e bicho, mais monstro do que humana – essa é a verdade.
Neste infeliz, horrível e monstruoso processo de desumanização pelo qual atravessa nossa sociedade, alguns se pasmam diante dos reflexos de si mesmos – e se culpam pelo que fizeram ou pelo que se tornaram. Outros se acham na senilidade e já entregaram os pontos, dizendo: “não dá mais pra mudar, já estou velho”. Queridos, todo cristão tem o dever e o poder para ser um ser humano melhor; não podemos nos conformar com um mundo fora de si, de pessoas dissecadas pelo egoísmo e até hedonismo, de gente petrificada pela insensibilidade – desfigurada pela ausência do amor. Nós temos Cristo, temos o Evangelho e ainda mais: recebemos uma vida nova – de gente boa – de ser humano transformado pelo poder de Deus. Que façamos a diferença – que jamais nos entreguemos ao mundo perverso e deformador de vidas que jaz no maligno.
Então, mesmo que você esteja cercado por bestas e monstros da típica vida ímpia contemporânea – você não pode negociar sua identidade de servo de Cristo e rejeitar sua personalidade humana. Espalhemos o amor de Cristo que é o poder transformador capaz de regenerar bestas feras em homens e mulheres de bem!
Por Silvio Costa

Cristãos voltam para igreja queimada pelo EI: “Eles não podem derrotar a Deus”


Resultado de imagem para Cristãos voltam para igreja queimada pelo EI: “Eles não podem derrotar a Deus”     Todos os símbolos cristãos de Qaraqosh foram destruídos


A cidade de Qaraqosh, norte do Iraque, foi tomada pelos soldados do Estado Islâmico (EI) em 2014. Quase toda sua população acabou fugindo do lugar. Historicamente cristã, seus moradores sabiam que seriam mortos.
Algumas semanas atrás, militares curdos libertaram a cidade, encontrando um rastro de destruição deixado pelos jihadistas.
A CBN News esteve no local junto com os líderes cristãos que tentam recomeçar a vida e ajudar os poucos que retornam para a região. A irmã Diana, freira responsável pela Catedral da cidade está desolada. “Esta é considerada a maior igreja do país”, conta. “Nos reunimos para adorar aqui. Estava sempre cheia, em especial nos dias de Natal e Páscoa.”
Do chão ao teto, passando pelo altar, as marcas da intolerância agora estão por toda parte.
“O que nos contaram é que eles juntaram muitos destes bancos de madeira. Colocaram no meio do templo e os queimaram. Por isso, a igreja ficou em chamas por dias”, lamenta.
Diana conta que a intenção deles era destruir tudo o que representava o cristianismo. “Eles são contra qualquer símbolo cristão. Onde quer que viam uma cruz, a derrubavam”, explica.
Apontando para o altar, conta que havia cruzes desenhadas nele. Já não estão mais lá. “Eles tentaram fazer o máximo que podiam para prejudicar os cristãos que vivem aqui”, desabafa. Entre os escombros, ela encontra páginas carbonizados de um Novo Testamento.
Olhando pela janela, avista-se o amplo pátio da Catedral. Quando o EI ocupou Qaraqosh, usaram o espaço como um campo de treinamento. Há balas por toda parte, indicando que faziam prática de tiro. “Imagine quantas pessoas eles treinaram para matar aqui. Perdemos tudo”, sublinha Diana.
Uma enorme pilha de cinzas indica o local onde os muçulmanos colocaram milhares de livros cristãos e os queimaram.
Além disso, a maioria das casas da rua foram incendiadas. Elas pertenciam a cristãos, foram invadidas, saqueadas e depois destruídas pelo fogo.
Mensagens de spray por toda Qaraqosh lembram as ameaças do Estado Islâmico. Uma delas afirma que o irão esmagar todos os infiéis (não-muçulmanos) e outra diz: “Nós destruímos suas cruzes e decapitaremos vocês, infiéis”.

Permanecendo fiel

Para a freira e muitos como ela, só restou a fé. “Eles destruíram tudo que é caro para nós, mas dizemos: eles não poderiam destruir a nossa vontade, a nossa fé, a nossa força”, disse. “Até podem destruir as coisas materiais, mas vivemos das coisas eternas.”
Diana teme que muitas famílias cristãs que deixaram a área não voltem. Mas, acredita que os cristãos do norte do Iraque são o sal e a luz dessa nação.
“Isso é o que diz o Evangelho e é isso que tentamos ser. Para levarmos o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, precisamos ser fiel a ele, não importa o que eles [muçulmanos] fizerem. Eles não podem derrotar Deus e sua glória está voltando para esta igreja e esta cidade. Deus tem promessas de uma vida melhor e vamos esperar essa promessa se cumprir”, encerra.
Por Jarbas Aragão