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domingo, 4 de dezembro de 2016

Pastor canta louvor a Deus e sofre ataque cardíaco fulminante em culto



Resultado de imagem para Pastor canta louvor a Deus e sofre ataque cardíaco fulminante em culto  Um pastor morreu durante um culto no último domingo, 27 de novembro, enquanto cantava um louvor que ele disse ter sido inspirado por Deus.
O caso foi registrado na igreja Crossroads Family Fellowship, em Clermont, estado da Flórida (EUA). Jim Watson estava pregando quando contou à congregação que sentiu o Espírito Santo conduzindo-o a cantar a música “In His Presence” (“Em sua presença”, em tradução livre), da cantora Sandi Patty.
Quando Watson terminou de cantar a música, ele sofreu um ataque cardíaco fulminante e faleceu ainda no púlpito. O relato foi feito pela esposa do pastor, Lisa, ao portal Hello Christian.
“O pastor Jim era um verdadeiro cavalheiro e exalava o amor de Jesus a todos que conhecia”, disse o pastor Steven Halford, que lidera uma igreja na Inglaterra. “Eu nunca vi um homem mais talentoso no papel de pastor como Jim Watson”, acrescentou.
Watson liderava a igreja Crossroads Family há 14 anos. “Ele era um amoroso marido, pai, irmão, filho, pastor e, claro, amigo. Ele me acolheu, me amou e me deu uma chance, quando outros não deram. Eu te amo, pastor Jim. Um dia eu vou te ver”, concluiu o colega Halford.
Ouça a música que o pastor cantou antes de morrer:

“Se o Senhor chamar, estou pronto”

Em maio de 2015 um pastor faleceu durante a pregação de um sermão sobre a perseverança nos momentos de dificuldade, quando sofreu um mal súbito e faleceu. O caso foi registrado na Igreja Batista Greater Saint Mary, em Nova Orleans, Louisiana (EUA).
Kenneth Green, 56 anos, falava sobre estar pronto para o momento que Deus o chamasse, e foi isso que aconteceu, deixando todos atônitos. “Ele havia mencionado que, se o Senhor o chamasse agora, ele estava pronto pra ir”, disse a fiel Joan Martin, em entrevista à emissora WDSU-TV.
O sermão, intitulado “Abatido, mas não destruído: avance”, tinha um tom encorajador e tinha sido escrito pelo pastor para levar aos fiéis uma mensagem de renovação das forças.
por Tiago Chagas

Apascenta as minhas ovelhas



Teresa* é líder de um grupo de cristãos tibetanos. Recentemente, ela escreveu uma carta para Xiao Yun*, assim que finalizou os trabalhos da temporada de verão. Xiao é um colaborador da Portas Abertas que a visitou enquanto trabalhava

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Segue a carta:
“Caro Xiao Yun:
Foi muito bom ter você por aqui durante alguns dias. Infelizmente, senti que não me preparei para sua visita. Desculpe-me por isso. Estive o tempo todo empenhada no trabalho e me sentindo muito cansada. Gostaria de ter sido mais atenciosa. Sou grata ao Senhor pela sua vida, pela sua paciência, sabedoria e cuidado com todos nós. Há muito tempo que não conheço alguém assim. Você é uma pessoa necessária.
Estive pensando sobre esses cristãos e sobre suas lutas. Tem um casal que nos encontrou através de uma mídia social chinesa e compartilhou sobre as dificuldades em seu casamento. Para a cultura tibetana, o matrimônio é um grande desafio. Espero realmente poder ajuda-los através da cultura bíblica. Por favor, ore por esse casal também. A situação deles é bem delicada, espero que o Espírito Santo trabalhe em seus corações. 
Recentemente, fiquei chateada com dois novos convertidos. Um deles é muito rude e o outro disse que vai desistir de seguir a Cristo porque orou por algo específico durante alguns meses e não obteve resposta. Vejo que para eles, crer em Deus e no budismo é a mesma coisa. Eles oram em benefício próprio. Eu tive uma conversa séria com eles e parece que se arrependeram, mas meu coração ainda pesa quando penso neles. Nossa querida irmã Olivia* já está de volta à sua aldeia, nas montanhas. Fico me perguntando se ela vai encontrar outros cristãos por lá. Também me preocupo se os pais dela vão força-la a se casar com alguém. Continue orando por ela. 
No último final de semana fui visitar uma cristã de outra região. Ela se converteu em segredo e seu marido ainda não sabe de nada. Perguntei se poderia presenteá-lo com uma Bíblia, mas ela achou melhor que eu fizesse isso em outra ocasião. É muito difícil conviver com alguém tão próximo e guardar um segredo desses. Quando eu estava indo embora daquela aldeia, me deparei com um rebanho de ovelhas e elas comiam a grama verde sossegadamente. Aquela imagem me fez ouvir a voz de Deus me dizendo suavemente ‘Se você me ama, apascenta as minhas ovelhas’. Então saí de lá convicta de estar fazendo a coisa certa. Por hoje é só, meu irmão. Cuide-se bem e vamos nos manter em contato. Deus o abençoe sempre.”
No amor de Cristo,
Teresa
*Nomes e foto alterados por motivos de segurança.

por Portas Abertas

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A perseguição sutil de Cuba




“Embora o cristianismo seja permitido, em partes, a igreja enfrenta grandes restrições vindas do governo”

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Segundo a liderança cristã em Cuba, a igreja está crescendo, através de um “esforço tremendo” como disse um dos líderes entrevistados que não pode ser identificado por motivos de segurança. “Entre escolhas sábias e também alguns erros cometidos por nós, é agradável e bonito ver o agir de Deus nesse lugar. A comunidade está sendo amparada e as pessoas estão compreendendo que a igreja não é um lugar usado pelo governo para manipular as pessoas”, explicou.
Segundo ele, o governo cubano tinha métodos muito restritos de controle no passado. A perseguição aos cristãos deixou memórias dolorosas e criou todos os tipos de situações desconfortáveis ​​para os fiéis. Mesmo que ainda hoje tenha restrições, o líder explica que nada se compara ao passado. “O governo está um pouco mais tolerante, os cristãos não sentem a perseguição explícita, mas vivem outras formas sutis de controle. “Podemos dizer que os governantes estão usando uma forma mais refinada de perseguição. Eles pressionam diretamente os líderes que pregam nas igrejas em Cuba, criando sistemas e estratégias que dificultam esse trabalho. É uma verdadeira guerra espiritual”, diz ele. 
Além disso, há difamação da liderança da igreja e opiniões negativas são espalhadas sobre os pastores mais influentes no país. “Eles fazem com que as pessoas percam a confiança neles. Precisamos ser sábios e orar nesse sentido, mas nunca pagar o mal com mal.
 Nunca mencionamos palavra alguma sobre o governo, nem a favor e nem contra. Somos neutros e pregamos apenas o evangelho”, afirma. Os cristãos cubanos concordam que vivem um momento desafiador. “A igreja não quer ser parte de uma campanha publicitária governamental, nem quer manipular as pessoas ou formar opiniões. A igreja quer cuidar dos cubanos e acertar o alvo, impactando as pessoas através do amor de Cristo”, conclui o líder. Não deixe de interceder pela igreja cubana que começa a enfrentar a perseguição religiosa de maneira sutil.
por Portas Abertas

Filme sobre missionários é apontado como favorito ao Oscar



Resultado de imagem para Filme sobre missionários é apontado como favorito ao Oscar    Pré-estreia será no Vaticano, para 400 cardeais

São raras as vezes que uma produção de Hollywood apresenta a fé cristã de forma positiva. Mas no início do trailer de “Silence”, novo filme do premiado diretor Martin Scorsese, a primeira frase que se ouve é o versículo da “grande comissão”.
O drama histórico baseado na história real de missionários cristãos no Japão feudal já é apontado pela crítica como um dos favoritos para o Oscar de 2016. Embora só chegue ao Brasil em janeiro de 2017, ele terá um lançamento limitado nos EUA para poder entrar na corrida pela estatueta dourada do ano que vem.

Além disso, “Silence” terá uma estreia antecipada no Vaticano nesta terça (29), informa o jornal britânico “The Guardian”. Segundo a publicação, a sessão terá a presença de 400 padres jesuítas. O papa não irá comparecer, mas terá um encontro com o diretor separadamente.
A superprodução vem sendo planejada por Scorsese há mais de uma década e corria o risco de não ser lançada este ano, mas a falta de favoritos mudou os planos do estúdio. “O lobo de Wall Street” e “A Invenção de Hugo Cabret”, os dois últimos filmes do cineasta americano, tiveram um total de 16 indicações ao Oscar.
Scorsese dirigindo Andrew Garfield durante as filmagens de Silence. (Foto: Paramount)
Scorsese dirigindo Andrew Garfield durante as filmagens de Silence. (Foto: Paramount)
“Silence”, ainda sem título oficial no Brasil, é inspirado num romance de Shusaku Endo, publicado em 1966. Conta a história de dois missionários jesuítas portugueses (Andrew Garfield e Adam Driver) que viajaram pelo Japão medieval no século XVII, pregando o evangelho. Eles partem em busca de seu antigo mentor (Liam Neeson), que desapareceu e teria abandonado a fé por causa da grande perseguição aos cristãos no país.
Quando se trata de religião, Martin Scorsese acumulou polêmicas quando dirigiu “A Última Tentação de Cristo”, de 1988.  Mas desta vez parece que sua visão do cristianismo é bem positiva.
Scorsese é católico e chegou a frequentar o seminário quando jovem. Ele afirmou numa entrevista no ano passado: “Fé é um assunto que sempre me interessou, e o livro de Shusako Endo traz uma reflexão sobre o que significa levar uma vida seguindo a fé cristã.”

Cristianismo no Japão

As imagens do trailer mostram que filme retratará em detalhe como os jesuítas enfrentaram a onda de violência, uma vez que o cristianismo era proibido no Japão. Naquela época, os que seguiam a Jesus eram torturados e executados.
Estima-se que existiam naquele período 200 mil cristãos japoneses, centenas de igrejas e seminários e escolas. Contudo, em 1587 o general Hideyoshi determinou que os missionários não poderiam permanecer no país. Há registros que ele mandou crucificar publicamente 26 cristãos em 1597.
Dezenas de milhares de cristãos sofreram vários tipos de perseguição até 1873, quando a ‘proibição’ acabou.  Oficialmente, o número de cristãos no Japão hoje em dia não passa de 2% da população.
por Jarbas Aragão

Cristãos lutam pelo fim da escravidão e da exploração sexual


Resultado de imagem para Cristãos lutam pelo fim da escravidão e da exploração sexual   A ONG International Justice Mission pede que cristãos sejam uma voz profética em nome da liberdade

A International Justice Mission (IJM) é a maior ONG contra escravidão do mundo. Embora seja pouco divulgada, seus idealizadores são cristãos que lutam pela liberdade para todos os seres humanos.
Eles seguem uma antiga tradição, uma vez que desde o início da Igreja, a mensagem do evangelho serviu para mudar o Império Romano de dentro para fora, mudando a perspectiva que se tinha sobre a escravidão.
Durante séculos, os cristãos lutaram por causas sociais, como no século 19, quando um movimento liderado por evangélicos como William Wilberforce, ajudou a extinguir a escravidão institucionalizada pelas nações.
Infelizmente, em pleno século 21 esse é um problema que parece longe do fim. O Índice de escravidão global, divulgado no início do ano, aponta que há mais de 45 milhões de pessoas em condições análogas à de escravos. Estima-se que o Brasil tenha 161 mil pessoas vivendo dessa maneira.
Visando despertar a Igreja ao seu papel na proteção dos indivíduos, comunidades e nações inteiras da violência, a International Justice Mission (IJM) reuniu advogados e lobistas cristãos de vários países e luta em diferentes fronts.
Entre elas, a luta contra o tráfico sexual, a violência policial, os abusos contra os direitos de cidadania, apropriação de propriedade e a violência sexual.
Paul Villeda, um ex-professor de Direito na Guatemala, hoje trabalha para IJM em Washington como chefe regional para a América Latina. Ele denunciou recentemente que um dos maiores empecilhos para se eliminar muitos desses problemas é a simples “falta de vontade política”, aliada a morosidade do sistema judiciário na maioria dos países.
Villeda assegura: “Se houve algo que Jesus nos deu o exemplo para, em seguida, nos convidar a fazer, é abandonar nossa zona de segurança e de conforto. Em muitos países o cristianismo é algo aceito, já faz parte da cultura. O que Jesus deseja que façamos é abandonar o comodismo e agir em favor daqueles que sofrem com a violência doméstica e a escravidão sexual. Devemos levantar nossa voz em favor daqueles que não têm voz”.

Voz profética

A IJM defende o fim das injustiças sociais como um todo. “A violência afeta a vida real. Na Bíblia temos histórias de pessoas reais que estavam quebradas, desesperadas”, lembra Villeda.
“Mas em seguida elas têm suas vidas transformadas. Na IJM servimos as pessoas e é muito bonito ver suas vidas serem transformadas. Após serem livres do medo e da violência, elas podem ser que Deus pretendia que elas fossem.”
Abraham George, um advogado que também é pastor ordenado pela Assembleia de Deus, serve como Diretor Internacional de Mobilização Junto À Igreja em IJM, explica que a IJM busca trabalhar em conjunto com as comunidades locais.
Esta semana, centenas de advogados da IJM e outros cristãos que lutam pelo o fim da violência e da injustiça em todo o mundo se reuniram em Londres para a sua conferência anual de oração. Um dos aspectos mais destacados é como organização continua dependente de orações e da ajuda de Deus para realizar o seu trabalho.
Por exemplo, em 2016 a IJM ajudou a resgatar 564 homens, mulheres e crianças do trabalho escravo na Índia. Mas George aponta a pornografia infantil como um dos problemas que mais cresce no mundo. A IJM recentemente participou do processo que libertou 23 crianças que eram exploradas sexualmente nas Filipinas.
“Uma das coisas que todos podem fazer é orar sobre isso. Muitas vezes isso não é visto como algo significativo, mas eu acredito que a oração para que estas crianças sejam resgatadas é fundamental. Todos nós podemos ser uma voz profética de transformação onde convivemos, influenciando o local onde trabalhamos ou estudamos”, encerra. Com informações Christian Today
por Jarbas Aragão

Garota Morre em Acidente de Moto 2h após Desejar a Morte



Resultado de imagem para Garota Morre em Acidente de Moto 2h após Desejar a Morte   Larissa Beatriz Dionísio, adolescente com 15 anos de idade, moradora do município São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, morreu na noite da última quarta feira em um acidente de moto, duas horas após ter desejado a morte em sua rede social.

Segundo informações locais, a garota estava na garupa de uma moto, quando colidiu com um ônibus enquanto o motorista da moto trafegava pela contramão. O piloto da moto foi socorrido apenas com ferimentos leves, mas Larissa, infelizmente, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.
O que tem chamado mais atenção dos moradores, parentes da vítima e repercutido nas redes sociais, é que a adolescente de apenas 15 anos havia publicado, duas horas antes, em seu perfil pessoal no Facebook, o desejo de morrer: “Eu Queria Morrer Man“.
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Publicação atribuída a Larissa Dionisio, poucos instantes antes de se envolver no acidente fatal que tiraria a sua vida.
Na página atribuída a garota, onde parece ter sido excluída a referida publicação, vemos que a mesma gostava de andar em motos esportivas, já tendo feito algumas publicações citando a morte como uma possível consequência de se fazer o que gosta.
Em uma publicação feita no dia 07 de julho desse ano, Larissa postou: – “Se For Pra Morrer Que Seja Sorrindo, Fazendo Oq Gosto, E Seja Oq Deus Quiser”, junto com a foto abaixo:
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Larissa já tinha feito algumas publicações onde associava o risco de morte ao andar de moto.
A dúvida que fica é se a publicação de Larissa duas horas antes de morrer no acidente de moto tinha alguma conotação com a prática de andar de moto de forma radical, ou seja; no sentido de se aventurar, ou se foi uma espécie de “desabafo” sobre questões pessoais acerca de outros assuntos.
Em todo caso, o fato é que uma vida se perdeu tragicamente e independente dos motivos devemos lamentar e pedir a Deus que conforte a família nessa hora tão difícil.

Casados para sempre



Resultado de imagem para Casados para sempre   O casamento é um símbolo do amor que Cristo possui pela Sua noiva, a Igreja.

O casamento não foi feito para ser desfeito na primeira crise. Afirmar que a vida a dois é perfeita seria dar um atestado de hipócrita a mim mesmo, mas afirmar que a vida a dois é maravilhosa não é exagero algum, ainda mais quando se vive com quem ama. Infelizmente, muitos casamentos vêm à existência pela motivação errada e isso acaba comprometendo a sua durabilidade.
Muitos se casam para fugir dos desejos iníquos (por influência da fé que professam), outros para fugir dos problemas relacionais com os seus pais e há aqueles que se casam por medo da solidão. Todos estes comprometem o tempo dos seus matrimônios bem antes de assinarem os documentos.
Deus deu o casamento à humanidade para que dure até a morte de um dos cônjuges. Isso significa que a relação de amor é a relação mais profunda que se possa existir nesta vida após a relação com o próprio Deus, pois somente a morte pode separá-los e nem o homem, portanto, tem o poder para tal. E isso só é viável porque duas histórias se encontram a fim de que uma história de amor eterno seja escrita e mais, nessa história, o resultado deste amor e a herança maior são os filhos.
Os filhos devem vir a uma família não como “última tentativa de fazer dar certo”. Não coloque tamanha responsabilidade sobre um ser tão dependente de você. O filho não vem para resolver o problema conjugal de ninguém, mas deve vir, sempre, para coroar um amor puro, intenso e verdadeiro entre o marido e a esposa.
O casamento é mais do que uma união de propósitos, um partilhar de projetos de vida ou um empreendimento afetivo. O casamento é um símbolo do amor que Cristo possui pela Sua noiva, a Igreja. Logo, o casamento tem cunho eterno. É necessário dizer que alianças não possuem fim porque não existem para ser quebradas. Sendo assim, se Jesus estiver no centro do seu relacionamento, por Ele ser a rocha eterna, viverá um pedaço da eternidade em cada dia de casado.
Convido você a se casar para sempre e, caso já sejas casado (a), que renove os seus votos de amor ao seu cônjuge dizendo e olhando nos olhos dele (a): “Eu prometo te amar por toda a minha vida. Quero te pertencer assim como Cristo e a Igreja se pertencem; um ao outro – eternamente”.
por Maycson Rodrigues

domingo, 27 de novembro de 2016

Morre Russell Shedd


Resultado de imagem para Morre Russell Shedd   Vítima do câncer, teólogo disse que doença é "uma experiência muito boa porque a gente sente-se desmamando do mundo e pronto para subir"

A Editora Vida Nova anunciou de forma oficial o falecimento do pastor e teólogo Russel Shedd, um dos mais influentes do Brasil. A nota foi publicada no seu site e nas redes sociais, a qual o portal Gospel Prime reproduz na íntegra:
Com enorme pesar, informamos que nosso fundador e presidente emérito, o dr. Russell Phillip Shedd, faleceu na madrugada de hoje.
Juntamente com a igreja brasileira, lamentamos profundamente a perda deste servo valoroso, que deixará uma lacuna irreparável. Ainda assim, alegramo-nos no Senhor por saber que ele, tal como o Apóstolo Paulo, combateu o bom combate, terminou a carreira, guardou a fé e tem reservada para si a coroa da justiça.
Fiel mensageiro da Palavra, o dr. Shedd foi incansável em seu ministério, tendo percorrido todo o Brasil como conferencista e professor, pregando e palestrando em congressos, igrejas, seminários e faculdades de Teologia. Foi exemplo extraordinário de uma vida de amor à Palavra. A literatura e o ensino teológicos no Brasil devem muito à incansável, inspiradora e comovente dedicação desse grande servo de Deus.
Ele deixa a esposa, dona Patricia Shedd, com quem foi casado por 59 anos, além de 5 filhos (Timothy, Nathanael, Pedro, Helen e Joy), 14 netos (Laura, Kelley, Rebecca, Katherine, Leander, Cayenne, Henry, Jonathan, Michael, Stephanie, Evelyn, Scott, Susan e Katie) e uma bisneta (Izabella).
O velório será a partir de amanhã (27/11) na Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão, Rua Tito 240, Vila Romana – São Paulo. O enterro será na próxima quarta-feira (30/11) no Cemitério da Paz, Rua Doutor Luiz Migliano, 644, São Paulo.
Um breve relato da vida e da obra de Russell Shedd
Russell Phillip Shedd nasceu em Aiquile, pequena cidade boliviana, no ano de 1929. Aos dez anos de idade, já falava espanhol, inglês e aprendera também o dialeto local. A semente de seu amor à Palavra germinou já na mais tenra infância, quando o menino acompanhava os pais, Leslie e Della Shedd, ambos missionários, em percursos evangelísticos pelas aldeias da Bolívia.
No início da adolescência, volta com os pais e irmãos para os Estados Unidos e cursa o segundo grau em duas instituições: Westervelt Home e Wheaton College Academy. Depois disso, a profunda sede pelo conhecimento da Palavra leva o jovem Shedd a uma intensa jornada de cursos. Primeiro, estuda Teologia no Wheaton College, onde recebe o grau de bacharel com especialização em Bíblia e Grego. Depois, decide fazer um mestrado em estudos do Novo Testamento na Wheaton College Graduate School. Muda-se então para o estado da Filadélfia e matricula-se no Faith Seminary, onde adquire o título de mestre em Teologia, em 1953. Dois anos depois, aos 25 anos de idade, conquista o grau de doutor em Filosofia (PhD) na renomada Universidade de Edimburgo, na Escócia. Em 1955, volta para os Estados Unidos e aceita o cargo de professor no Southeastern Bible College, em Birmingham, no estado do Alabama, onde conhece uma aluna, Patricia Dunn, com quem viria a se casar em 22 de junho de 1957.
Tendo os olhos e o coração voltados para a obra missionária, em 1959 o jovem casal é enviado pela Conservative Baptist Foreign Mission Society (CBFMS) para Portugal. Ali, Russell Shedd recebe com grata satisfação o encargo de acompanhar um ministério de literatura em formação. Denominado “Edições Vida Nova”, esse ministério fora fundado com o propósito de fornecer textos teológicos básicos e obras de referência bíblica para estudantes, professores e pastores.
Passados três anos, Russell Shedd e os demais missionários notaram que o programa de publicações sofria duas sérias limitações: os altos custos de impressão e a baixa e lenta demanda dos livros na minúscula comunidade evangélica portuguesa. Após muitas orações e deliberações, os olhos dos missionários voltam-se para um país do outro lado do Atlântico, com uma comunidade evangélica maior e em franco crescimento, contando ainda com a possibilidade de baixos custos na produção editorial. O plano inicial era que Russell Shedd ficasse dois anos no Brasil com o objetivo de implantar uma ação editorial em São Paulo e depois voltasse para Portugal.
Em agosto de 1962, o casal Shedd chega ao Brasil, onde permanece, sem retornar a Portugal, e onde Russell Shedd passa a ensinar e a inspirar amor à Palavra de Deus, dando continuidade ao ministério de Edições Vida Nova. Ele sempre se dedicou de corpo e alma ao estudo e ao ensino das Escrituras, seja na área do ensino teológico, seja na área de publicação de livros evangélicos que facilitassem a compreensão e o conhecimento das Escrituras, sendo mais de 25 deles de sua autoria. Por muito tempo esteve à frente do ministério de Edições Vida Nova e, embora há vários anos tivesse passado a presidente emérito, jamais deixou de amar e participar dessa obra. Também atuou como consultor da Shedd Publicações. Sua influência perdura até hoje mesmo depois de aposentado, sendo um ativo influenciador de líderes e membros da igreja brasileira.
Na Faculdade Teológica Batista de São Paulo foi professor de Novo Testamento e diretor do Departamento de Novo Testamento e Exegese. Lecionou também em outras renomadas instituições ao redor do mundo.
Somos profundamente gratos a Deus pela forma maravilhosa em que usou o dr. Shedd para influenciar e impactar a todos a quem ele teve a oportunidade de discipular, usando-o também por meio de aulas e palestras e dos muitos livros escritos ou editados por ele. Com certeza, seu exemplo e ensino serão seguidos por muitos anos. Todos os que o conheceram só podem dizer, juntamente com ele, Soli Deo gloria!

por Gospel Prime

Deus não criou vida em outros planetas, defende astrônomo cristão



Resultado de imagem para Deus não criou vida em outros planetas, defende astrônomo cristão   Dr Hugh Ross acredita que ciência e fé andam juntas

A pergunta “Estamos sozinhos no universo?” incomoda a humanidade há muito tempo. Desde a antiguidade muitos já tentaram dar uma resposta, de filósofos a astrônomos. A teologia em geral não se debruça muito sobre o tema, mas o dr Hugh Ross – que é astrônomo e teólogo– acredita que Deus não criou vida em outros planetas.
Nascido no Canadá, Ross é professor de astronomia na Universidade de Toronto e durante 11 anos foi pastor de evangelismo de uma Igreja Congregacional. Ficou conhecido por apresentar um programa semanal chamado “Razões para Acreditar” no canal de TV a cabo Trinity Broadcasting Network.
Para Ross, não há evidências entre os 3547 planetas descobertos pelo homem até hoje, que exista vida extraterrestre. Ele defende que a ciência, ao invés de “há vida lá fora?” deveria tentar responder “por quê estamos aqui?”.
Em entrevista ao Christian Post, o astrônomo cristão explicou que, aliando anos de estudo e pesquisa sobre astronomia e teologia, chegou a uma conclusão. Deus olha para a Terra de forma singular. Em Gênesis, ressalta, ouvimos  sobre o desenvolvimento de todo o universo, mas apenas neste planeta há vida.
Ele está lançando o livro  “Improbable Planet”, onde justifica seus argumentos e reafirma que a história e a composição do universo cumprem o propósito de Deus. “Isso faz com que bilhões de seres humanos possam ouvir e responder à oferta de redenção de seus pecados e terem uma relação segura e amorosa com o Senhor”, sublinhou Ross.
O material preparado por ele é fruto de anos de estudo, onde se propõe a responder dúvidas comuns sobre o tema. Para isso, refuta os quatro pressupostos mais comuns para se falar sobre a possibilidade de vida em outros planetas.
São eles: 1) a água é o único determinante para que um planeta seja ‘habitável’; 2) toda estrela é candidata a se tornar um planeta habitável; 3) a origem da vida é um passo fácil, do ponto de vista do naturalismo e 4) o processo natural da evolução de um organismo unicelular simples até o equivalente aos seres humanos é inevitável após a passagem de vários bilhões de anos.
Também frisa que, para um planeta ser verdadeiramente habitável, ele precisa necessariamente abrigar ao mesmo tempo nas ‘zonas habitáveis’ conhecidas: água, raios  ultravioleta, fotossíntese, ozônio, taxa de rotação, obliquidade, marés, estratosfera e campo elétrico atmosférico. Até agora somente a Terra se encaixa nessa categoria.

Ciência e fé andam juntas

Com pós-doutorado em astronomia e mestrado em teologia, ele tenta aproximar os cristãos da ciência e os cientistas da fé. “Todos os meus livros são escritos para encorajar e ajudar os cristãos em seus ministérios de evangelismo”, esclarece.
O dr Ross acredita que “se a ciência for apresentada da maneira correta todos irão gostar. Com isso quero dizer que ao estudarmos ‘o livro da natureza’ vamos comunicar o propósito maior. A resposta será a adoração que Deus deseja. Afinal de contas, o livro da natureza é o segundo livro de Deus a oferecer uma revelação à humanidade, um livro que o Salmo 19 e o primeiro capítulo de Romanos manda que todos leiam e obedeçam”.
por Jarbas Aragão